| Mecânica
Online
Edição 01 - Janeiro de 2000
Conteúdo básico
Olá Amigos!!!
Novo ano, tudo novo, vida nova. E porquê não Site
novo?
Surge na Internet Brasileira o mais novo site sobre Mecânica.
| A
Mecânica Online, é um site que possue
como objetivo divulgar e informar sobre os principais
fatos que envolvem a Mecânica. Com uma linguagem clara
e simples, queremos atingir desde a pessoa mais leiga,
como também servir como ponte para a ampliação dos
conhecimentos das pessoas mais especializadas em nossa
área.
Saímos desde
o curso de Engenharia (voltado para os estudantes
de Engenharia Mecânica da Universidade Federal de
Pernambuco e demais estudantes de Engenharia Mecânica)
e atingimos a Mecânica Automotiva propriamente dita.
Dentro de nossas
pesquisas ficou claro que na internet brasileira existem
muitos sites relativos ao automóvel, alguns abordam
características técnicas, outros apenas os modelos
automotivos. |
Nossa intenção
é evoluirmos ao ponto de abordarmos tanto o setor
técnico, como as novas tecnologias, a evolução do
automóvel e sua contribuição.
Queremos também
nos aprofundar na Mecânica Industrial e na Mecânica
Científica, por meio de reportagens com esses enfoques.
Queremos, sim,
a sua participação. O que você quer
ver em nosso site? Envie-nos um e-mail e solicite.
Dentro do possível estaremos publicando a sua solicitação.
Nosso
e-mail é: faleconosco@mecanicaonline.com.br
E vai ser um prazer receber o seu
e-mail.
Um grande abraço e Feliz Ano Novo! |
Tarcisio Dias
Produtor Geral
Contrariando
a Física
Nova suspensão ativa da Mercedes-Benz confere ao cupê CL
uma estabilidade de impressionar
Se alguém contasse que presenciou
um carro saltitando ao som de uma música, seria muito provável
que tal pessoa tivesse bebido além da conta. Contudo, foi
exatamente isso o que ocorreu na presença de um grupo de
jornalistas durante a demonstração do novo sistema de controle
ativo de carroceria (Active Body Control, ABC) instalado
no elegante cupê Mercedes-Benz CL. O sistema é resultado
de 20 anos de pesquisas de inúmeros conceitos de suspensão
ativa que nunca chegaram aos carros de produção seriada,
por diversos motivos. Um deles é a velocidade de processamento
necessária para que o sistema reaja imediatamente, especialmente
em altas freqüências. Outro é a quantidade de energia requerida
para substituir a suspensão convencional com molas por outra
completamente eletroidráulica.
Embora mantenha molas
e amortecedores para suportar o carro e absorver os impactos
de alta freqüência (de 6 Hz a 30 Hz) gerados quando as rodas
passam em velocidade sobre imperfeições do piso, o ABC inova
ao agregar um componente ativo para controlar os movimentos
de baixa freqüência, como a rolagem da carroceria (abaixo
de 6 Hz). Em vez de as molas helicoidais se apoiarem diretamente
nas torres fixas da carroceria, estas sobem ou descem, comprimindo
ou descomprimindo a mola por meio de pressão hidr áulica
(440 lb./pol2). Treze sensores alimentam com sinais um computador
que pode reagir suficientemente rápido para responder a
qualquer movimento que ele "sinta" que o carro
está prestes a fazer. Não é um artifício complexo ou sofisticado.
Os métodos convencionais
de reduzir a inclinação foram desprezados pelos engenheiros
da Mercedes-Benz. De acordo com Hans Multhaupt, chefe das
Séries E, S, SL e SLK, "a barra estabilizadora age
como uma muleta que apóia um carro aleijado". Já o
sistema ABC está dinamicamente criando as próprias barras
estabilizadoras virtuais e pode variar a resistência delas.
Assim, à medida que a velocidade aumenta, ele estimula a
tendência de subesterço (saída de frente) enrijecendo a
dianteira e amolecendo a traseira, de acordo com padrões
de comportamento definidos no programa do computador.
Se o sistema reagir
mais rapidamente, as buchas de borracha "inteligentes"
dos braços inferiores da suspensão dianteira aumentarão
a convergência das rodas, propiciando maior precisão no
contorno de curvas. Em velocidade elevada isso é indesejável
porque o carro se torna muito "arisco". Assim,
o sistema reduz tal reação. Existe um ajuste automático
para a altura livre em relação ao solo (que é reduzida com
a velocidade) e regulagens do modo de atuação (Conforto
ou Esporte) das suspensões.
No modo Esporte,
a resistência à inclinação é aumentada e o carro assume
um comportamento totalmente diferente. Nas manobras de troca
de pista em alta velocidade, o cupê CL é incrivelmente estável.
Isso se deve em parte a outra característica do ABC: seu
tempo de estabilização é muito mais curto que o de uma suspensão
convencional, fenômeno chamado de "amplitude de disparo".
O sistema de controle
ativo de carroceria da Mercedes-Benz é um importante avanço
que, combinado ao ASC (controle de tração) e ao ESP (controle
de estabilidade), resulta em um chassi verdadeiramente adaptativo
e inteligente que chega ao consumidor pela primeira vez.
O próximo passo importante será o steer-by-wire (direção
por comando eletrônico), sistema esperado com ansiedade
por todos, mas que ainda tem custo muito elevado.
Peças
recuperadas: nem sempre uma boa opção
Alguns itens podem ser recondicionados, mas outros comprometem
a durabilidade do automóvel, prejudicam seu bolso ou a segurança
r
O dinheiro está escasso, seu carro
foi para a revisão e o mecânico deu o orçamento, com uma
extensa lista de componentes a ser substituídos. O susto
inicial com o valor leva você a cogitar: não haveria uma
opção mais em conta, como as peças recondicionadas? Sim,
ela existe. Muitos dos cerca de 5 mil componentes de um
automóvel podem ser recuperados. Na edição de julho, Autoesporte
revelou os riscos de restaurar rodas de liga leve e,
na de agosto, a viabilidade dos pneus recauchutados. Mas
há mais componentes passíveis de reforma e outros
nem tanto.
Peças de acabamento,
como grades, pára-choques e lanternas, podem ser recondicionadas
sem problema. Cilindros, virabrequim e cabeçote também são
retificáveis ao apresentar desgaste ou danos. Quando a segurança
é envolvida, porém, vale a pena gastar um pouco mais para
não correr riscos.
Geralmente, a recuperação
envolve a desmontagem das peças usadas para reutilização
dos melhores componentes. Isso se aplica a rolamentos, juntas
homocinéticas, pivôs de suspensão e caixas de direção, entre
outros. Mas como a qualidade dessa seleção varia muito,
convém analisar com cuidado o produto e a garantia, além
de procurar obter referências de quem já o utilizou, como
um mecânico de confiança. Sua quebra imobiliza o carro e
pode até causar acidente. A alternativa mais confiável é
a das peças remanufaturadas pela própria fábrica, como os
kits de embreagem da Luk e as juntas homocinéticas da Albarus/Spicer,
entre outros. Nesses casos, a recuperação do componente
é feita pelo próprio fabricante, por processos e tolerâncias
absolutamente originais e com a mesma garantia de uma peça
nova.
Para discos de freio
a regra é outra: recomenda-se a retífica ou "passe"
quando há riscos relativamente profundos (se forem leves
não se justifica) ou ligeiro empenamento. Contudo, se o
disco já foi retificado ou está muito empenado, o serviço
pode deixá-lo muito fino, o que facilita nova deformação.
Nunca deve ser ultrapassada a espessura mínima marcada na
própria peça. Evite economia nos demais componentes do sistema:
cilindros, lonas e pastilhas devem ser comprados novos.
Componentes elétricos
em alguns casos podem ser recondicionados e em outros não.
Alternador, dínamo e motor de partida exigem algumas partes
novas no processo, como escovas, rolamentos e induzidos,
sem o que o produto recuperado duraria muito pouco.
Já no caso das baterias,
para que o serviço fosse bem-feito seriam necessárias novas
placas e separadores internos, reaproveitando-se só a carcaça.
Desta forma, os produtos bem recondicionados ficam caros
e inviáveis portanto, não merecem crédito os disponíveis
no mercado.
Amortecedores são
outro item com recuperação cara, o que inviabiliza o serviço
exceto para carros antigos ou importados, para os
quais não haja mais peças novas à venda. O que muitos fazem
é substituir o óleo por outro mais grosso, de modo a compensar
o desgaste das válvulas internas. O resultado é insatisfatório
e dura pouco. Isso quando não se trata apenas de lavar e
reembalar peças usadas, verdadeiro crime.
Outros itens não
afetam a segurança, mas são baratos e não atingem bons resultados
com a recuperação, como filtros, velas e escapamento. Na
hora da escolha, considere ainda as despesas de substituição:
trocar rolamentos, juntas homocinéticas e peças de suspensão
requer mão-de-obra e alinhamento de direção, necessários
mais cedo se a durabilidade for menor.
|
Desmanche pode oferecer
bom preço
Se os desmanches sempre venderam peças às
vezes seminovas a custos interessantes, essa
vantagem se acentuou com o advento dos importados.
Empresas que adquirem carros acidentados surgiram
às dezenas, vendendo componentes por uma fração
do preço dos novos. Mas é preciso cercar-se de cuidados
para não comprar uma peça em más condições ou produto
de roubo, o que é crime. Exija sempre nota fiscal
e procure levar um mecânico de confiança para verificar
se a peça vale o que pedem por ela.
Pára-brisa:
reparo dispensa a troca
Um pára-brisa atingido por pedra não implica necessariamente
a troca. Pequenos danos, como trincas até 5 centímetros,
podem ser reparados pela aplicação de uma resina
que cola as lâminas do vidro, restabelecendo a aparência.
O serviço, que dura menos de uma hora e custa em
média R$ 30,00, "deve ser feito logo após o
dano, porque com o tempo a entrada de umidade e
poeira pode dificultar um bom acabamento",
explica Marcelo Moratelli, da Semorauto (tel. 0xx12
242-1110). Não é viável, porém, em trincas grandes
ou aquelas provocadas por torção do monobloco. |
Iluminação revolucionária
Fabricantes tradicionais como Bosch e Hella estão desenvolvendo
faróis capazes de iluminar até mesmo em curvas
A história está assinalada com
criações geniais que em sua época foram desprezadas. Acredite
se quiser, mas o rolamento de roletes, que todos os carros
utilizam atualmente, foi inventado por um fabricante dinamarquês
de carroças no ano 100 depois de Cristo. No caso da aplicação
de fachos direcionáveis, o exemplo clássico mais recente
foi o Citroën SM, cujos faróis viravam para o lado da curva
de acordo com o movimento do volante. Depois de quase duas
décadas de esquecimento, Bosch e Hella anunciam já ser capazes
de fazer isso combinando tecnologias recentes.
Nos meados dos anos 60, as lâmpadas
halógenas chegaram produzindo luz em maior quantidade e
de maneira mais consistente também. Atualmente existem três
tipos principais: As lâmpadas H1 monofilamento para fachos
altos ou baixos independentes, as H3 com filamento simples
para os faróis de neblina e as de duplo filamento H4, para
faróis que combinam fachos alto e baixo. A última tecnologia
em lâmpadas halógenas, a H7, foi desenhada para substituir
a H1. Oferece maior poder de iluminação.
Os refletores têm mudado também.
Aqueles que usavam somente a metade superior da superfície
refletora a fim de produzir um facho inclinado para baixo
estão cedendo lugar a outros segmentados com superfícies
independentes para fachos alto e baixo.
Refletores de foco variável (VF)
permitem que toda a área espelhada seja usada, normalmente
com cinco diferentes superfícies misturadas entre si. Agora
também existe a tecnologia de superfície numérica homogênea
(HNS), na qual o refletor é dividido em inúmeras facetas
definidas matematicamente, cada uma refletindo a luz de
um filamento para garantir perfeita distribuição da iluminação.
Existem também os do tipo polielipsoidal (PES), faróis cujos
"globos oculares" possuem um refletor elíptico
com lentes protetoras de plástico liso.
Atualmente, as lâmpadas mais potentes
são as de descarga de alta intensidade (HID), que produzem
um arco voltaico entre dois eletrodos acondicionados em
um bulbo de vidro cheio de gás xenônio. Essa lâmpada é 200%
mais brilhante e gera menos calor. Com isso, refletores
de plástico podem ser menores que os utilizados com tecnologia
halógena, o que é crucial para os estilos adotados modernamente.
Tudo o que precisamos agora são
faróis para iluminar as curvas antes de chegar até elas.
A Bosch tem sua versão de Luz de Distribuição Adaptativa
(ALD), cujos protótipos possuem refletores de sete segmentos.
Pelo menos três deles ficam acesos a fim de produzir diferentes
formatos de facho, apropriados para cruzamentos, usos em
cidade, retas e esquinas.
A Bosch está utilizando também
os sistemas PES, por causa do número mínimo de refletores.
Os faróis adaptam-se a um determinado raio de curva ao receber
informações de um módulo eletrônico que mede o ângulo de
esterçamento do volante e a aceleração lateral do veículo.
Já há testes em andamento ligando
os sistemas de localização por satélite com os de iluminação
dos veículos, que assim poderiam antecipar a chegada de
cada curva do caminho. O Controle Adaptativo de Luzes (ALC)
da BMW em desenvolvimento com a Hella é similar. Toda essa
tecnologia está aguardando uma legislação própria que deve
chegar no começo do ano 2000 na Europa.
Paranaense
bem-nascido
Os primeiros Renault Clio II fabricados no Paraná
já estão rodando. Fique por dentro do comportamento desses
novos brasileiros.
Apresentado ao mundo no Salão
de Genebra de 1998 (AE 395) como sucessor do compacto lançado
em maio de 1990, o Clio II começa agora a ser produzido
pela Renault numa escala de 20 veículos/hora na unidade
brasileira de São José dos Pinhais, PR, onde também é fabricado
o monovolume Scénic. A previsão para 2000 é a montagem de
31.700 unidades. Segundo a montadora, os protótipos passaram
por mais de um milhão de quilômetros de testes em solo brasileiro
para uma perfeita adaptação ao combustível, clima e topografia
locais, e sua nacionalização inicial de 75% subirá para
85% já a partir do segundo semestre de 2000.
O modelo vem reforçar as ambições
mercadológicas do construtor francês, que passa a contar
com um produto de preço mais acessível (embora ainda não
confirmado) e, portanto, com ampliadas possibilidades de
venda. Com ele a Renault planeja consolidar sua posição
de quinto maior fabricante nacional (21.796 unidades de
diversos modelos vendidas entre janeiro e agosto de 1999)
e conquistar já em 2000 uma participação de 2% no mercado
total das marcas e de 13% no segmento das versões hatch.
Totalmente redesenhado
em relação à versão anterior, o Clio II tem faróis e lanternas
traseiras maiores, linhas bem mais arredondadas, tampa do
porta-malas bojuda e grande vidro posterior curvo que invade
o teto, onde fica posicionada a terceira luz de freio. Os
pára-lamas dianteiros são de plástico flexível, como os
do Scénic. A nova carroceria, com a garantia recorde de
seis anos contra corrosão, manteve a distância entre eixos,
embora tenham crescido o comprimento (em 6,4 cm), a largura
(1 cm) e a altura (2 cm). Isso possibilitou um melhor arranjo
do espaço interno para oferecer maior conforto aos ocupantes
- na frente, as caixas de roda ocupam pouca área. Estranhamente,
o espaço para bagagens diminuiu 10 litros, com o banco traseiro
na posição normal. O acabamento interno adota materiais
de boa qualidade e agradáveis ao olhar e tato.
A suspensão (15 mm mais alta)
foi redesenhada na dianteira e na traseira ganhou um novo
eixo de torção, os freios são mais eficientes com sistema
de compensação variável e a segurança foi ampliada com o
emprego - de série, mesmo na versão básica - de airbag duplo
com retenção programada e limitador de esforço integrado
no enrolador dos cintos.
Na Europa há disponibilidade
de motores 1.1, 1.4 e 1.6 com oito válvulas, além de um
1.6 com 16 válvulas e um 1.9 diesel. A versão brasileira
oferecerá inicialmente apenas as motorizações 1.0 (desenvolvida
a partir do 1.1 francês, com balanceiros roletados) e 1.6,
ambas de oito válvulas, com 60 e 90 cv, respectivamente.
Em data ainda não divulgada será lançada a versão RT com
o motor 1.6 de 16 válvulas e 110 cv. A primeira revisão
só ocorre aos 40.000 km, com troca de óleo aos 20.000 km,
reduzindo os custos de manutenção.
Nestas primeiras impressões ao
dirigir, realizadas nas estradas entre São José dos Pinhais
e a cidade histórica de Lapa, a versão RL dotada de motor
1.0 demonstrou desenvoltura próxima à dos modelos do segmento
(excetuados os Ford com motor Rocam, os GM e VW com 16 válvulas,
mais ágeis). Mas considerando os dados de potência, peso
e o pouco favorável Cx (coeficiente de forma) de 0,35 do
Clio, pode-se esperar que ele se aproxime do Corsa e do
Gol de oito válvulas. Na estrada, ultrapassagens têm de
ser bem planejadas e realizadas com uma correta redução
de marchas.
O câmbio, que teve suas relações
revistas em comparação ao modelo europeu, apresenta as três
primeiras velocidades mais curtas e um certo "buraco"
ao passar para quarta e quinta, mais longas. Isso faz com
que, ao reduzir-se de quarta para terceira, o motor eleve
bastante os giros e, conseqüentemente, o ruído interno (normalmente
baixo). Já a suspensão filtra com grande eficiência as imperfeições
do solo, permitindo um rodar silencioso e confortável, semelhante
ao de modelos do segmento superior. É, talvez, o ponto mais
positivo do automóvel. Um pequeno aspecto negativo é a distorção
de imagem que o vidro traseiro muito curvo provoca quando
se olha através dele pelo retrovisor interno.
A caixa de direção tem desmultiplicação
inferior à média dos concorrentes, exigindo longas 4,2 voltas
de batente a batente. As respostas ao volante foram sempre
lentas e o esforço para esterçamento completo (por exemplo,
ao estacionar ou manobrar em garagens) é maior que o desejável.
Pelo que pôde ser notado nas movimentadas estradas que compuseram
o roteiro de nossa avaliação, a estabilidade situa-se ao
nível da oferecida pelos melhores modelos do segmento, sem
reações inesperadas em curvas. Os freios com elevada assistência
responderam com presteza e segurança, parando o veículo
em curtos espaços sem desvios da trajetória nem perda de
eficiência por aquecimento (fading).
No segmento de
mercado - populares com motor 1.0 - em que o Clio se insere,
o aspecto preço é de importância fundamental. O sucesso
maior ou menor do modelo dependerá de a Renault conseguir
posicioná-lo de forma competitiva diante de seus concorrentes.
A louvável decisão de equipar de série todas as versões
com airbag duplo pode representar, por outro lado, um preço
algo superior (ou a ausência de itens como direção hidráulica
e outros, para compensar). Embora a montadora ainda não
tenha estabelecido o preço definitivo, suas concessionárias
já vendem cotas de consórcio tomando por base o valor de
R$ 15.000 - o qual deverá ser superado com o acréscimo de
itens procurados como pintura metálica, calotas, pára-choques
pintados etc. O tempo dirá se os consumidores o consideram
adequado.
Mecânica
Online já é Sucesso!!!
Sucesso. É assim que posso definir o mais novo
site sobre mecânica na internet. Com uma boa aceitação,
e um aumento gradativo em visitas, a Mecânica Online só
tem incentivos para continuar em seu caminho.
Estamos em nosso
primeiro mês e já fomos selecionado (eu tenho uma certa
mania de grandeza, e deixo tudo no plural) pelo site do
Aqui (http://www.aqui.com.br) na seção Automotiva, entre
os destaques do mês. Veja a reportagem:
Mecânica
On-Line
O Mecânica Online é o que se pode chamar de um ótimo site.
Versando sobre aspectos de mecânica e Engenharia Mecânica,
ele apresenta um visual agradável, uma linguagem clara e
objetiva, além de uma produção profissional.
Um artigo mostra
uma das mais atuais inovações tecnológicas da Mercedes-Benz,
o ABC (Active Body Control), um sistema da suspensão do
automóvel que controla a inclinação da carroceria, proporcionando
uma dirigibilidade mais agradável nas curvas. Embora as
novidades tecnológicas sejam o ponto alto do site, há também
artigos bastante úteis sobre o dia-a-dia do
proprietário de automóvel ou motorista, falando sobre a
legislação brasileira ou comentando problemas de segurança
que podem surgir devido ao recondicionamento de peças automotivas
que deveriam ser condenadas.
Uma seção sobre
Engenharia chamada "Engenheiro 2000" traz
artigos muito interessantes sobre a prática da profissão,
abordando temas bastante atuais, como gerência de projeto
e qualidade total. O único site que eu conheço sobre automóvel
com uma seção tão original quanto pertinente.
Os lançamentos nacionais
também têm seu espaço: na seção "Carro do Mês",
uma análise do Renault Clio um dos mais novos carros brasileiros.
Há também notícias
sobre automobilismo, (nesta edição comentando os últimos
resultados de Rubinho Barrichello na pré-temporada na Espanha),
uma área "tira-dúvidas" no estilo FAQ (Frequently
Asked Questions) e um simpático wallpaper do mês, que desta
vez traz a Ferrari Modena para embelezar sua área de trabalho.
Diante de tantas
características que tiram este site do lugar-comum, fica
a dica: visite-o bem AQUI!. É profissional e imperdível.
Magno Araújo não é uísque,
mas não agüenta mais viver engarrafado.
Editor do Portal Aqui |
Bem, para quem está
começando, estamos em bom caminho. Aguarde que na edição
de fevereiro estarei lançando o PRIMEIRO CURSO ONLINE SOBRE
MECÂNICA AUTOMOTIVA BÁSICA.
Tarcisio Dias
Produtor Geral
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