Mecânica Online
Edição 20 - Agosto de 2001
Conteúdo básico

SEGURANÇA
Segurança passiva
para amenizar a trombada

A segurança ativa compreende todas aquelas soluções tecnológicas incorporadas ao veículo que, operadas pelo motorista, tem a função de evitar a ocorrência de acidentes. Acontece que nem sempre é possível evitar um acidente.

Por isso, os fabricantes de veículos desenvolvem soluções que visam reduzir ao máximo as conseqüências desses acidentes. Estas soluções fazem parte da segurança passiva, que vem evoluindo de forma extraordinária nos últimos anos.

Cinto de segurança

É um dos equipamentos básicos da segurança passiva, e o mais importante deles todos, pois alguns outros equipamentos só executam sua função adequadamente se as pessoas estão presas ao cinto.

Presente em todos os carros, ele é fundamental para prender o ocupante ao banco durante um acidente e evitar que ele se choque contra painel, pára-brisa, volante, outro ocupante ou que a pessoa seja jogada para fora do veículo.

Pré-tensionador

Por causa do air-bag, os cintos ganharam um equipamentos chamado pré-tensionador, que funcionam em conjunto com eles. Em caso de colisão, o sensor que ativa o air bag também aciona o pré-tensionador: uma pequena carga explosiva é deflagrada na base do cinto, fazendo com que ele se recolha e prenda ainda mais o corpo do ocupante contra o banco, minimizando a possibilidade de impacto contra o volante.

Outros equipamentos visam reduzir o esforço exercido sobre o tórax em caso de impacto frontal, reduzindo os riscos de ferimentos e lesões provocados pelo cinto, como o Limitador de Esforço Integrado (LEI) da Renault, que ajusta automaticamente a tensão do cinto.

Air-bag

São bolsas infláveis de kevlar que, em conjunto com os cintos de segurança, evitam ferimentos na cabeça e tórax em caso de acidente. Elas ficam acondicionadas no volante, painel, banco, teto, etc, e são ativadas com base em informações de sensores espalhados pela carroceria, que enviam uma “ordem” a uma central eletrônica que, por sua vez, detona uma cápsula que dá início a uma reação química que libera nitrogênio e infla as bolsas. Esse procedimento ocorre em apenas 15 milésimos de segundo.

Evolução

Os air-bags surgiram no início apenas para o motorista e acompanhante. Atualmente, já existem para todos os ocupantes, nas laterais, no teto (tipo cortina), etc. A Volvo, por exemplo, já lançou em seus modelos top o air bag de duplo estágio, que infla somente 70% em caso de impactos mais leves e 100% em impactos mais severos (ver ilustração).

Bancos e encostos de cabeça

Os bancos também são peças importantíssimas para a segurança passiva. Os assentos hoje são do tipo “anti-submarino”, isto é, são desenhados de forma que as nádegas não escorreguem para a frente em casos de desacelerações violentas, evitando que o ocupante passe por baixo da parte abdominal do cinto, em caso de acidente.

Os encostos de cabeça também são peças fundamentais para evitar lesões na coluna cervical pelo “efeito chicote” em caso de batida na traseira. Esses encotos estão se tornando “ativos”, como o AHR (Active Head Restraints) da Opel e o “Head Restraints” da Mercedes-Bens, que deloca o encosto de encontro à cabeça do ocupante em caso de uma batida na parte traseira. O sistema da Volvo (WHIPS) movimenta o banco e os encostos para trás, quando o carro é atingido na traseira, para reduzir ainda mais os riscos de lesões.

Estrutura

A estrutura de uma carroceria é desenvolvida para, em caso de acidentes, permitir uma deformação controlada, a fim de possibilidar a desaceleração dos corpos dos ocupantes, no interior do veículo, e de preservar o habitáculo com uma rígida “célula de sobrevivência”.

Fazem parte também deste sistema as barras de proteção nas portas. Mas as estrutura vão além disso. Algumas, como as adotadas pela Volvo, Mercedes-Benz e outras, possuem estruturas que distribuem e dissipam as forças de uma colisão frontal ou lateral.

Pedais

Para evitar lesões nas pernas e pés, fabricantes, como a Opel, desenvolveram um sistema que desarma a pedaleira (ela se solta de seus pontos de fixação) em caso de impacto frontal.

Painéis

Os painéis também entraram na dança pela segurança e os atuais, além de volante espumado, são feitos de material macio e não possuem mais cantos vivos, que possam causar ou agravar lesões em caso de acidente.

Coluna de direção

Para evitar que ela entre para dentro do habitáculo, como acontecia no passado, as colunas de direção são retráteis e os volantes tem sua parte central acolchoada para minimizar as lesões em caso de impacto do tórax contra ele.

Vidros

O vidro dos pára-brisas dos carros atuais são laminados, isto é, são formados por duas lâminas de vidros separados por uma película plástica. Esse sistema faz com que o vidro não se estilhace, evitando cortes nas pessoas.

QUAL A MELHOR OPÇÃO?!
Gasolina com economia ou diesel como opção
Manutenção do sistema de alimentação é vital para poupar dinheiro

O começo do mês às vezes é marcado por aumento de preços, entre eles, do combustível. Em tempos de crise, a preocupação em economizar fica mais constante e logo surge a pergunta: o que cada motorista pode fazer para otimizar o uso da gasolina, álcool ou óleo diesel?

A preocupação com a qualidade deve vir em primeiro lugar. O condutor tem por obrigação estar atento à possibilidade de adulteração que deixa o veículo menos potente. Procure abastecer em postos de sua confiança.

Existem vários procedimentos que ajudam a economizar combustível e que funcionam paralelamente a uma manutenção periódica. Entre os métodos está o de fazer uma regulagem no carburador ou injeção eletrônica, a fim de verificar o estado dos filtros e velas de ignição.

Eles costumam retirar as impurezas do fundo do tanque. Porém, quando em mau uso, podem entupir dutos, bicos injetores e mangueiras de alimentação. Essa é a razão para que, mesmo com a subida de preço, os motoristas continuem abastecendo a capacidade total do tanque, já que andar na reserva por muito tempo pejudica o moto.

Outro ponto negativo é quando ocorre justamente o contrário: encher demais o tanque. Nos carros antigos, a gasolina não é aproveitada porque o excesso sai pelo respiro. Já nos tanques modernos há o cânister, área de expansão onde os gases são armazenados, condensados e redirecionados para o motor.

Quando transborda, o processo de reabsorção fica prejudicado. O ideal é interromper o abastecimento logo que o bico da bomba travar. Jamais deixe o frentista encher apenas para arredondar o valor a ser pago.

Também deve-se manter a devida calibragem nos pneus. Alguns manuais trazem a medida de pressão dependendo da carga que o carro comporta. É preciso observar o funcionamento do catalisador. Se danificado, ele prejudica o sistema de escape e o desempenho do carro, aumentando o consumo de combustível.

ALTERNATIVA - Carros a diesel costumam representar bons negócios para quem roda muito e não pretende trocar de veículo nem tão cedo.

Sem dúvida alguma, o gasto com combustível é bem menor, no mínimo, 50% menos, porém apresenta um grande incoveniente: o preço do carro é mais alto, o que poderia compensar a economia no abastecimento de combustível. É na hora da revenda que aparece a principal vantagem.

A depreciação dos automóveis a diesel torna-se mais baixa: seu preço desvaloriza cerca de 8%, enquanto nos carros a gasolina, 15%. E se o comprador optar por um seminovo aí é que está a vantagem.

Outros fatores a favor do diesel é que os motores são bastante resistentes, a manutenção é mínima, requer menos gastos e a vida útil é cerca de cinco vezes maior do que nos veículos a gasolina.

Apesar de ter adotado, na década de noventa, o sistema eletrônico de injeção common rail, os motores a diesel causam um desconforto maior por vibrar e fazer mais barulho. Porém, em se tratando de potência, eles têm maior torque em baixas rotações, útil no trânsito pesado e em situações fora da estrada. E mais: por não trazerem ignição com distribuidores e velas, os veículos a diesel não correm muito risco de enguiço, ao atravessar trechos alagados. Resta saber para que tipo de utilização o proprietário irá submeter o veículo, a fim de poder fazer a escolha certa.

COCHILO PERIGOSO
Doentes de apnéia causam mais acidentes que bêbados

Os motoristas que sofrem de apnéia – surtos de interrupção da respiração durante o sono – estão sete vezes mais propensos a se envolver em acidentes de trânsito que pessoas que não apresentam o distúrbio.

E o pior: os apnéicos têm o dobro de probabilidade de bater o carro quando comparados com quem dirige alcoolizado.

Portanto, uma parcela considerável das 40.000 mortes por ano no trânsito brasileiro acontece por causa de uma doença que pode ser tratada, mas é ignorada pela maioria das pessoas que a têm.

"O total de acidentes com doentes de apnéia pode ser até maior", diz o médico Geraldo Rizzo, coordenador do Laboratório do Sono, o Sonolab, de Porto Alegre, onde um estudo de casos concluiu que pelo menos 20% das colisões envolvem um motorista sonolento ou adormecido. "Muita gente nem se dá conta de que dormiu ao volante."

O diretor do Instituto do Sono da Universidade Federal de São Paulo, Sérgio Tufik, explica que as noites maldormidas – há casos de pessoas que acordam mais de uma centena de vezes sem perceber – têm efeito cumulativo no organismo.

Essa é a principal diferença entre o apnéico e o alcoólatra. Quem bebe em geral retoma a consciência depois do porre. Quem dorme mal está cada dia mais sonolento e sujeito a desastres.

Na maioria dos casos, o doente cochila quando está dirigindo numa reta, sozinho, e não faz nada para evitar a batida. O médico mineiro José Reinaldo Mol ficou paraplégico num acidente assim. Dormiu ao volante, não fez uma curva e bateu no barranco. "Só me lembro de ter caído violentamente no chão", diz José Reinaldo.

Uma pesquisa do Instituto do Sono detectou que 43% dos motoristas de ônibus interestaduais sofrem de sonolência excessiva.

Estima-se que 70% da população brasileira tenha algum tipo de distúrbio do sono e que 8 milhões possam ser classificados como apnéicos. É possível curá-los com cirurgia ou com o uso de aparelhos que impedem as paradas respiratórias noturnas.

O diagnóstico exige dormir uma noite numa clínica, monitorado por equipamentos. Nos Estados Unidos e no Canadá, apnéicos são considerados inaptos para dirigir até que se tratem. No Brasil, uma resolução em debate no Conselho Nacional de Trânsito propõe medida semelhante.

Película: evite ser autuado, respeite os limites
Veja o que diz a lei sobre
a aplicação do "insul-film" nos vidros
Muitas pessoas pensam que a película (mais conhecida como insulfilm) é apenas uma questão de estética para embelezar o carro, no entanto este produto oferece vantagens que muitos desconhecem.

A película reduz até 79% os efeitos dos raios solares, eliminando em 99% os efeitos ultra-violeta. Colabora também na segurança, transformando qualquer vidro comum em forte laminado que ao romper-se não estilhaça.

Em termos de economia, aumenta o rendimento dos aparelhos de ar-condicionado, agilizando a refrigeração, com menor consumo de energia, além de proporcionar privacidade.

Há, no entanto, uma controvérsia com relação a aplicação de películas. A legislação que disciplina a matéria em questão é a Lei 9602/98, todavia a mesma teria que ser complementada através de Resolução, pois a falta de Resolução específica teria-se como permitido a utilização de qualquer película (window film) em qualquer área envidraçada.

A Resolução que trata sobre o tema é a 73/98 e permite a aplicação de películas (window film) em todas as áreas envidraçadas dos veículos desde que alguns limites sejam respeitados, portanto fique atento:

Pára-brisa: 75% de transmissão luminosa (transparência), ressaltando que é permitido na banda degradée 50% de transmissão luminosa.
Vidros laterais dianteiros: 70% de transmissão luminosa
Outros vidros (laterais e vidro traseiro): 50% de transmissão luminosa.

Porém, o veículo deve possuir os espelhos retrovisores e a película deve ser gravadas por meio de chancelas com os índices previstos acima.

Vale lembrar também que transmissão luminosa não é a mesma coisa que visibilidade, pois esta não é passível de medição, já a transmissão é, inclusive já é possível encontrar no Brasil empresas comercializando os aparelhos para medir a transmissão luminosa.

Esta é uma conquista importante para o mercado de Window Film, pois sem o equipamento adequado, o aplicador não tem como mensurar exatamente se está ou não fazendo o trabalho corretamente. Sempre deve ser utilizado o aparelho para garantir o que é permitido pela lei e não sofrer sanções.

Os índices informados acima, correspondem ao conjunto vidro e película. Lembramos que o fato de vir gravado nos vidros a informação de 70% mínimo de transparência, não significa que não possa aplicar a película (window film) no vidro.

A informação ali gravada corresponde apenas ao índice mínimo que o vidro poderia apresentar, e não exatamente a percentagem apresentada, no caso de medição "in loco". Existem equipamentos próprios para realizar essa medição, todavia não poderão ser utilizados pela fiscalização, tendo em vista a falta de reconhecimento pelo Contran/Denatran, mesmo tendo esses equipamentos sido submetidos à análise do Inmetro.

A Dra. Carla Pedrosa, responsável pelo departamento jurídico da ABRAWF (Associação Brasileira dos Representantes e Aplicadores de Window Film) afirma ser necessário fazer alterações no conteúdo da Resolução 73/98, a fim de que atenda às verdadeiras características do produto.

A ABRAWF vem trabalhando neste sentido, visando disciplinar o mercado com normas que realmente sejam passíveis de fiscalização, favorecendo dessa forma os bons profissionais e dando amparo ao consumidor. A fiscalização hoje pode autuar apenas por falta dos espelhos retrovisores e falta das gravações através da chancela nas películas.

Qualquer autuação referente à película que não esteja amparada nestes dois casos, poderão ser recorridas, pois não teriam amparo legal para persistirem. A ABRAWF conta com o departamento jurídico para atender aos clientes de seus associados.

Vale ressaltar que películas espelhadas, aquelas que refletem como se fossem verdadeiros espelhos, estão terminantemente proibidas. A ABRAWF coloca-se à disposição eventuais esclarecimentos, pelo telefone (0xx41) 352-5151 ou pelo e-mail: abrawf@abrawf.com.br .

Alexandre Alves - Automóvel.com.br

Humor
Do fim ao início do mundo
Como vincularia na imprensa a notícia do fim do mundo?

The New York Times
O MUNDO VAI ACABAR

Obsservatore Romano
MUNDO ACABA OUTRA VEZ

Times (Londres)
RAINHA TEME VER DIANA DEPOIS DO FIM DO MUNDO

El Pais (Madrid)
SE HÁ GOVERNO NO OUTRO MUNDO, SOMOS CONTRA

Diario de Lisboa
LEIA AMANHÃ COMO O MUNDO ACABOU HOJE

O Globo
GOVERNO ANUNCIA O FIM DO MUNDO

Jornal do Brasil
FIM DO MUNDO ESPALHA TERROR NA ZONA SUL

Folha de São Paulo
(ao lado de um imenso gráfico) SAIBA COMO VAI SER O FIM DO MUNDO

O Estado de São Paulo
CUT E PT ENVOLVIDOS NO FIM DO MUNDO

Notícias Populares
PSICOPATA MATA A MAE, DEGOLA O PAI, ESTUPRA A IRMA E FUZILA O IRMAO AO SABER QUE O MUNDO VAI ACABAR!

Tribuna de Alagoas
DELEGADO AFIRMA QUE FIM DO MUNDO SERÁ CRIME PASSIONAL

Estado de Minas
SERÁ QUE O MUNDO ACABA MESMO?

Jornal do Comercio
JUROS FINALMENTE CAEM!

Jornal dos Sports
NEM O FIM DO MUNDO SEGURA O MENGÃO

Correio Brasiliense
CONGRESSO VOTA CONSTITUCIONALIDADE DO FIM DO MUNDO

Gazeta Mercantil
DECRETADA A FALÊNCIA DO FIM DO MUNDO

Jornal da Tarde
FIM DO MUNDO. E DAÍ?

Gazeta Esportiva
CRUZEIRO DESFALCADO PARA O FIM DO MUNDO

Folha Universal (do Bispo Edir Macedo)
PAGUE O DÍZIMO ANTES DE PARTIR

Veja
EXCLUSIVO! ENTREVISTA COM DEUS
* Por que o apocalipse demorou tanto?
* Especialistas indicam como encarar o fim do mundo.
* Paulo Coelho: "O profeta viu o fim do mundo e chorou".

Nova
O MELHOR DO SEXO NO FIM DO MUNDO

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NOVA LOIRA DO TCHAN: UM APOCALIPSE DE SENSUALIDADE

Info (Exame)
100 DICAS DE COMO APROVEITAR O WINDOWS THE END!

Época
ATE O FIM DO MUNDO SUA REVISTA "ÉPOCA" ESTARÁ CUSTANDO R$ 2,80

Guia de Programacao NET
EXCLUSIVO: O FIM DO MUNDO NA GNT

SuperInteressante
DO BIG BANG AO FIM DO MUNDO

Casa Cláudia
COMO DECORAR A SUA CASA PARA O FIM DO MUNDO

Diário Oficial (Campinas)
PREFEITO DESAPROPRIA BARRANCO PARA MORRER ENCOSTADO

Diário Oficial da Uniao
PRESIDENTE FAZ A SUA ÚLTIMA VIAGEM

Diário Oficial da Justica
SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL CONDENA O FIM DO MUNDO

Diário do Congresso
ACABOU A MAMATA

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Uma empresa estava contratando novo funcionário. Uma das fases da seleção era responder a seguinte pergunta: Você esta dirigindo seu carro numa perigosa noite de tempestade. Você passa por um ponto de ônibus e vê três pessoas esperando pelo ônibus:

Uma velha senhora que parece estar à beira da morte
Um médico que salvou sua vida no passado
A mulher ou homem dos seus sonhos

Você só pode levar uma pessoa no seu carro.
Qual você escolhe?

Pense antes de continuar lendo.
Este é um teste de personalidade.
Cada resposta tem sua razão de ser.

Você pegaria a velha senhora. Ela está está para morrer, então você a pegaria primeiro.

Você pegaria o médico, porque ele salvou sua vida no passado. Esta seria a chance de você retribuir.

Você levaria o homem ou mulher dos seus sonhos já que não poderia deixar passar a chance de encontrar o amor da sua vida.

O candidato que foi contratado ao final (em meio aos 200 concorrentes), respondeu:

"Dava a chave do carro para o médico. Deixava ele levar a velha senhora para o hospital.
Eu ficaria e esperaria pelo ônibus com a mulher/homem dos meus sonhos".
CONCLUSÃO:
AS VEZES GANHARÍAMOS MUITO MAIS SE ESTIVESSEMOS DISPOSTOS A ABRIR MÃO DE NOSSAS TEIMOSAS LIMITAÇÕES.

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Um francês, um inglês e um brasileiro estão no Louvre, diante de um quadro de Adão e Eva no Paraíso. Dizia o francês:
- Olhem como os dois são bonitos! Ela alta e magra, ele másculo e bem cuidado.
Devem ser franceses!

E o inglês:
- Que nada! Veja os olhos deles, frios, reservados... só podem ser ingleses!

E o brasileiro:
- Discordo totalmente! Olhem bem: não têm roupa, não têm casa, só têm uma maçã pra comer e ainda pensam que estão no Paraíso. Só podem ser brasileiros!

Participe você também, enviando material para publicarmos nessa página!

Colaboração: Elaine Walesca, Leandro Carvalho e Ana Karla

Tecnologia para ajudar o mecânico

Oficina mecânica era, até algum tempo atrás, sinônimo de sujeira e, o que é pior, de dúvida. Basta lembrar: quantas vezes você deixou seu veículo com um mecânico e, após a reparação, ficou com uma “pulga” atrás da orelha por conta do orçamento que em muito superava o gasto previsto com o probleminha que o carro tinha?

Pois bem. A aplicação cada vez maior da eletrônica embarcada nos automóveis, bem como a necessidade de uma avaliação mais precisa dos sistemas de segurança e emissão de poluentes, resultaram no uso de equipamentos igualmente sofisticados nas oficinas, capazes de detectar com precisão a existência de falhas, quaisquer que sejam elas.

Tais aparelhos podem analisar o comportamento da injeção eletrônica, freios, suspensão, enfim, de todos os sistemas, mecânicos e elétricos, que compõem o veículo.

Como conseqüência desta revolução, o “achismo” – responsável, em alguns casos, pelo diagnóstico de falhas – deu lugar a uma avaliação “científica” do veículo.

Os equipamentos de diagnose passaram então a atuar como uma ferramenta auxiliar do profissional de reparação sem, contudo, substituí-lo. Entretanto, engana-se quem imagina que o mecânico de automóveis é o único beneficiado pelas novas tecnologias.

“Os equipamentos proporcionam maior confiabilidade à avaliação do veículo, e quem ganha com isso é, sobretudo, o consumidor”, afirma César Pimentel Rocha, supervisor comercial da Alfatest, um dos principais fabricantes de equipamentos para reparação automotiva do país.

A menina dos olhos desse segmento é a linha de inspeção de segurança veicular, desejada por nove entre dez proprietários de oficinas que visitaram a Automec, feira de autopeças e equipamentos realizada no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo.

O motivo: esse equipamento é, na essência, o mesmo que será empregado nos centros de inspeção veicular oficiais para avaliar os itens de segurança dos veículos em circulação quando o programa, previsto no Código de Trânsito Brasileiro, entrar em operação.

Trata-se de um sistema computadorizado composto por diversos módulos que avaliam os sistemas individualmente.

O teste da suspensão, por exemplo, é realizado sobre plataformas que vibram até que o sistema atinja seu ponto de maior e menor aderência.

Por meio de um gráfico de ressonância, produzido a partir do teste de vibração, pode-se determinar a capacidade de amortecimento dos componentes (amortecedor e molas) da suspensão.

O frenômetro, por sua vez, é capaz de medir a eficiência de frenagem e pode, inclusive, verificar o desgaste dos componentes do sistema. Por fim, a medição do desvio lateral sobre placas que se movem lateralmente avalia o alinhamento do carro.

Tamanha sofisticação custa caro – e muito: dependendo da quantidade de equipamentos, uma linha de inspeção pode custar entre R$ 60 mil e R$ 110 mil. Por enquanto, apenas 40 oficinas em todo o Brasil são equipadas com linhas de inspeção da Alfatest, mas o número deve aumentar, sobretudo quando o programa oficial for implementado. “A linha de inspeção constitui-se atualmente em um diferencial para a oficina que a possui e para o consumidor que a utiliza”, afirma Rocha.

Estímulo à manutenção preventiva

Os equipamentos de diagnóstico de falhas no veículo representam só uma parte do novo modelo de oficina mecânica que irá nortear o segmento nos próximos anos.

Segundo o conceito desenvolvido pela Precision Tune, rede de serviços automotivos com dez lojas no Brasil, tão importante quanto reparar corretamente o automóvel é facilitar a vida do consumidor.

O conceito prevê, após o diagnóstico do veículo, a solicitação via computador das peças que devem ser substituídas e emissão, para o consumidor, do orçamento.

O passo seguinte é oferecer um carro-cortesia ao cliente durante o período em que o seu veículo estiver na oficina. Outra novidade presente na oficina hi-tech diz respeito à forma de pagamento: o consumidor poderá receber em sua casa, via e-mail, a fatura para pagar o serviço.

“O novo conceito de oficina economizará tempo do proprietário do veículo, uma vez que a execução do diagnóstico e conserto do automóvel será mais rápida”, afirma Adriano Boscolo, diretor da BGM Franchising, franqueadora da marca Precision Tune. “O objetivo é proporcionar comodidade ao cliente”, diz o executivo. A empresa, recentemente, estabeleceu uma parceria com a Delphi Automotive Systems para o desenvolvimento de novos serviços de reparação.

A oficina do futuro também irá estimular a prática da manutenção preventiva como forma de evitar a ocorrência de falhas e acidentes.

Clientes cujos veículos não apresentem problemas serão comunicados, via e-mail ou telefone celular, da necessidade de substituição do óleo do motor, filtros e pastilhas de freio, entre outros componentes, com base na média de distância percorrida nos meses anteriores – iniciativa válida também para fidelizar o consumidor.

Por fim, a aparência também não será deixada de lado: tal como um hospital, a oficina do futuro enfatiza a necessidade de limpeza, tanto no piso como nos uniformes dos mecânicos. É o fim da sujeira e da graxa.

Anderson Amaral - Diário do Grande ABC

Bolsas que salvam vidas: Air Bag: Herói ou Vilão?
Os números mostram que o "air bag" pode fazer a diferença numa colisão frontal

O vendedor de automóveis José Andrade, 38 anos, que mora em Salvador, dificilmente esquecerá o que aconteceu no mês de fevereiro do ano passado.

Ele viajava sozinho para Ilhéus quando, subitamente, um animal surgiu na frente do seu Honda Civic LX modelo 1999/2000. Obrigado a desviar, chocou-se a uma velocidade de, aproximadamente, 60km/h com um outro carro que vinha em direção contrária.

Andrade sobreviveu ao susto, mas hoje não esconde que deve sua vida a uma bolsa inflável revestida por um tecido áspero chamada air bag.

No dia 30 de março de 2001, a dentista Marta Maria Bezerra, 39 anos, que mora em Itabuna, guardou as compras do supermercado no porta-malas do Fiat Palio Stile do seu marido. Entrou no carro e colocou a chave na ignição. Foi o suficiente para que, milésimos de segundos depois, estivesse com o rosto queimado e cheio de ferimentos. O air bag simplesmente explodiu e, por não ter funcionado corretamente, espalhou nitrogênio e pó para todo lado.

São duas histórias bem diferentes, mas que têm como herói e vilão um item de segurança cada vez mais presente nos zero-quilômetros importados e nacionais.

O Sistema Retardador Suplementar (SRS), ou simplesmente air bag, deixou de ser mero acessório opcional e já é produzido em série para a gama de carros de passeio de marcas como Honda, Toyota e Renault, mas sua eficácia ainda é posta em cheque, principalmente quando acidentes como o ocorrido em Itabuna aparecem na mídia.

Estatísticas - Entretanto, as estatísticas não deixam dúvidas quanto à importância das bolsas infláveis para a segurança do motorista e do passageiro dentro do habitáculo.

Segundo pesquisas realizadas pela National Highway Traffic Safety Administration (Nhtsa), órgão que fiscaliza a segurança dos veículos comercializados nos EUA, o uso do air bag em conjunto com o cinto de segurança evitam danos mais graves à cabeça do condutor em 75% dos acidentes automotivos.

Isso significa que, a cada cem norte-americanos que sofreram acidentes com lesões na cabeça, 75 foram salvos por estarem efetivamente protegidos dentro do veículo.

Outro dado relevante é que, numa pesquisa realizada pela Nhtsa entre 1980 e 1997, enquanto os air bags foram diretamente responsáveis pela morte de 87 pessoas (entre elas 49 crianças, a maioria delas sentadas ou presas em cadeiras infantis nos bancos dianteiros), no mesmo período 1.800 foram salvas graças às bolsas infláveis.

Entre as causas mais freqüentes de mortes provocadas por air bags, a mais comum é a posição irregular do motorista, sentado muito próximo ao volante.

Para evitar acidentes

* Para reduzir a possibilidade de ferimentos quando o air bag for ativado, posicione o banco o mais afastado possível do volante, porém de forma que não comprometa o conforto e o acesso aos controles do veículo. O mesmo vale para o passageiro dianteiro, que não deve sentar-se muito próximo ao painel

* Não fixe qualquer objeto no volante de direção, onde o air bag está localizado. Isso pode interferir no funcionamento do SRS ou, em caso de atuação do sistema, os objetos podem ser lançados no interior do veículo e causar ferimentos pessoais. A recomendação também vale para a bolsa inflável do passageiro

* Não instale o sistema de proteção infantil no banco do passageiro dianteiro. Se o air bag for acionado, poderá causar sérios ferimentos à criança. Caso for preciso manter crianças de até 12 anos no assento dianteiro, a bolsa inflável do passageiro deve ser desligada

* Se o encosto do banco estiver excessivamente reclinado, a capacidade de proteção do cinto de segurança será reduzida devido à possibilidade de deslizamento sob o cinto. A distância ideal que o motorista deve manter do SRS é de, pelo menos, dez polegadas

* Não modifique o volante de direção ou qualquer outro componente do air bag (isso pode tornar o sistema ineficiente) e não adultere os componentes ou fiação do sistema nem passe condutores elétricos próximos aos condutores do air bag (caso contrário o SRS pode ser ativado e causar sérios ferimentos aos ocupantes)

* A função da luz de advertência SRS no painel de instrumentos é alertá-lo quanto a um possível problema no sistema do air bag. Se a luz não acender quando o interruptor de ignição for ligado, se ela piscar com o veículo em movimento ou permanecer acesa após a partida do motor, o automóvel deve ser levado rapidamente a uma autorizada.

* Nunca tente remover o air bag. Caso precise fazer isso, leve o veículo a uma concessionária autorizada.

Alexandre Reis - Correio da Bahia

Um computador que conversa com o motorista

A IBM está desenvolvendo um computador que testa a atenção dos motoristas solitários. O dispositivo, chamado de “passageiro artificial”, conversa com quem está ao volante e mede o tempo das respostas.

Segundo a revista americana “New Scientist”, o sistema pode ser programado de acordo com as características de cada motorista e mede os tempos de reação às perguntas. Além disso, o dispositivo eletrônico analisa se a voz está saindo arrastada, característica de quem está com sono.

Caso julgue que o motorista está prestes cochilar, o computador trata de despertá-lo, abrindo as janelas, tocando alarmes ou até com um esguicho de água gelada no rosto.

O passageiro cibernético da IBM tem também técnicas mais sutis para pegar o motorista sonolento. Pode, por exemplo, mudar a estação de rádio no meio de uma música e esperar uma reação mal-humorada. Além disso, a máquina também conta piadas. Se o motorista não ri, recebe uma advertência.

Por enquanto, esse primo-torto do HAL (o computador rebelde do filme “2001 — Uma odisséia no espaço”), é apenas um protótipo. A IBM ameaça pô-lo no mercado dentro de cinco anos.

Além do computador que conversa, outros dispositivos contra sonecas ao volante estão em teste. Um deles calcula o tempo das piscadas de olhos do motorista.

EVOLUÇÃO DO MOTOR
Conheça o que faz a performance do motor

Os motores modernos são menores em tamanho quando comparados aos produzidos principalmente nas décadas de 50 e 60, os quais, apesar de superiores em cilindrada, apresentavam baixo desempenho em relação aos atuais propulsores.

Teoricamente, quanto maior o número de cilindradas, mais força o motor tem, mas essa regra nem sempre condiz com a realidade, porque a potência é o resultado final de uma série de fatores, entre eles o diâmetro e o deslocamento dos pistões, o sistema de comando de válvulas e a relação das marchas da caixa de câmbio. Portanto, a performance de um motor depende diretamente de diversos itens que compõem o conjunto da força motriz.

Nos últimos 60 anos, com os resultados obtidos pela engenharia automotiva no processo de evolução do motor, foram reduzidos peso, dimensões e o número de componentes. Atualmente, um motor possui cerca de 400 peças.

A caixa de câmbio, entretanto, tem peso extra para determinar a performance de um veículo. Um câmbio longo (relações de marchas mais altas) proporciona menos força e mais velocidade; o curto faz o mesmo caminho, porém na contramão, garantindo maior velocidade na arrancada e perda de potência final.

Essas duas situações são normais em um mesmo propulsor, pois o desempenho depende apenas do tipo de caixa de câmbio a ele acoplada.

Quando se fala de um veículo trafegando em quarta marcha utilizando uma relação 1:1, significa uma volta do motor (ou do eixo que transmite a força motriz para as rodas) e uma volta da roda.

O mesmo veículo rondando em primeira marcha terá muito mais força porque enquanto o motor gira, por exemplo, 4,76 vezes, a roda dá apenas uma volta.

Já a potência do motor é obtida por meio da multiplicação do torque do eixo pela sua velocidade. Essa medição é realizada num banco de provas (dinamômetro), por meio do qual é possível extrair as curvas de torque características do motor – números que basicamente revelam as curvas de potência, consumo e torque (torque, medido em kgfm, é a força necessária para levantar 1 kg a 1 m de altura, a partir do solo).

Para comparar os valores de potência entre dois motores, o primeiro passo é medir as condições atmosféricas e colocá-los em igualdade, utilizando-se de coeficientes específicos. Dessa maneira é possível comparar valores medidos em qualquer parte do mundo – no Japão, Estados Unidos, Europa ou Brasil.

A medição é realizada em dois tipos de dinamômetros: hidráulico ou elétrico. No primeiro, joga-se água numa turbina que se opõe ao giro do motor, e esta força de resistência é transferida e determinada por uma balança. No segundo caso, é utilizado um gerador de grande capacidade, que ao receber uma carga de eletricidade da mesma forma se opõe ao giro do motor e permite a medição da sua potência.

Percy Faro - Diário do Grande ABC

EVOLUÇÃO DO MOTOR - PARTE 2
Gás movia primeiros propulsores

O primeiro motor de combustão verdadeiramente interna foi construído por dois italianos, por volta de 1850, quando o automóvel ainda era apenas um sonho. O cientista e físico Eugênio Barsanti e Felice Matteucci, um rico proprietário de terras, inspiraram-se em estudos teóricos, cujo objetivo era extrair força mecânica da combustão de uma mistura explosiva.

Construído com base em patentes italianas e inglesas, o motor usava a explosão resultante da mistura de ar e gás inflamável em dois cilindros e trabalhava em um ciclo de três cursos, sem compressão. O uso da gasolina ou de benzeno, entretanto, estava previsto desde o início para substituir o gás.

Paralelamente, em 1858, na França, foi patenteado o primeiro motor a gás, desenvolvido por Etienne Lenoir. Enquanto isso, os dois italianos tinham o reconhecimento de seu trabalho somente em seu país. Com a morte súbita de Barsani, a invenção caiu no esquecimento alguns anos mais tarde. Com isso, o motor de Lenoir passou para a história como o primeiro, embora tenha sido construído depois do propulsor de Barsanti e Matteucci.

Ambos os motores usavam a explosão da mistura ar e gás inflamável dentro de um cilindro, sem comprimi-lo. Enquanto o propulsor dos italianos possuía uma conexão intermitente entre o pistão e o eixo de manivela, com uma espécie de roda livre permitindo ao pistão ser arremessado livremente para cima pela explosão, restabelecendo a conexão quando descia devido à força da gravidade, o motor do francês reunia dois pistões no mesmo cilindro, permanentemente ligados ao virabrequim. A introdução da mistura era feita por um distribuidor, e a ignição era obtida de uma bateria e uma bobina.

O motor francês teve um sucesso comercial muito maior que o italiano, principalmente ao ser utilizado na mecanização de algumas ferramentas da pequena indústria. Além disso, é da maior importância para a indústria automobilística a partir das primeiras inovações nele aplicadas por dois alemães, Nikolaus Otto e Eugen Langen, e outro francês, Alphonse Beau de Rochas. Apesar de algumas pausas, o progresso técnico no motor a explosão foi cada vez mais ousado.

EVOLUÇÃO DO MOTOR - PARTE 3
Medida em cv vem do século XIX

Apesar do motor do automóvel ter sido inventado há mais de um século, ainda hoje a potência é medida pela mesma unidade: o cv (cavalo-força ou cavalo-vapor), utilizada desde a construção tanto dos primeiros veículos como das primeiras máquinas a vapor.

Paralelamente aos comentários com duplo sentido em torno da unidade cavalo-força, a associação com o animal é correta porque ele desempenhou papel fundamental na história dos transportes. Foi um dos principais meios de tração e força motriz desde muito antes do homem inventar a máquina a vapor.

No final do século XIX, o inventor e engenheiro-mecânico James Watt, de origem escocesa, concluiu, após várias experiências, que o cavalo era capaz de levantar um peso de 75 quilos a um metro de altura, no tempo exato de um segundo. Watt decidiu denominar esse resultado com a sigla HP (que significa horse-power, ou cavalo de força), unidade que utilizou para medir a potência das máquinas a vapor e também dos primeiros motores de automóveis de sua época.

Essa unidade padrão passou a ser utilizada mundialmente e permanece até os dias de hoje. No Brasil, ficou popularizada como cv, enquanto na Alemanha é conhecida pelas iniciais “ps” (pferdestarke), que da mesma forma significa cavalo de força.

Na época, Watt utilizou uma balança fixada num sistema de freios, que media o trabalho que o motor estava realizando.

Essa força, calculada a cada faixa de rotação por minuto (rpm), recebeu a denominação de torque. Cada vez que o equipamento freava o motor, o aparelho fornecia o torque e, por meio de cálculo com coeficiente específico, o engenheiro também chegava ao valor da potência.

Três siglas aparecem freqüentemente associadas aos motores dos automóveis: SAE (Estados Unidos), DIN (Alemanha) e CUNA (Itália). Normalmente, estão ligadas à palavra “cavalo-vapor” (HP), informando sobre a potências de motores.

Isto não quer dizer que existam diferentes medidas de HP, que é padronizado internacionalmente. Na verdade, as siglas esclarecem as condições em que o motor foi colocado no dinamômetro – por exemplo, com ou sem o alternador, o silenciador ou o filtro de ar – já que alguns componentes influem nos números finais da potência.

Percy Faro - Diário do Grande ABC

ACERTE NA HORA DA APRESENTAÇÃO
Erros básicos nos currículos

O site Career Journal, ligado ao diário americano The Wall Street Journal, especializado em economia e negócios, traz um artigo arrasador do consultor Douglas Richardson (da Pensilvânia, Estados Unidos) sobre os erros que se cometem na elaboração de currículos profissionais, com indicações muito úteis para quando você for enviar o seu. Ele analisa centenas deles, todo mês.

A seguir, algumas de suas observações:

É inocência achar que os currículos serão lidos de cima a baixo. Um número enorme é olhado rapidamente e relegado à pilha "para ler quando assim o tempo permitir";

Não deixe para mim a tarefa de sintetizar seu currículo. Não é meu trabalho dar sentido a sua vida;

Meu primeiro contato com seu currículo não pode aborrecer-me. Por isso, evite parágrafos longos, obscuros e verborrágicos;

Seu texto terá de cativar a atenção do especialista em no máximo quarenta segundos. Tenha objetividade, clareza e síntese;

Seus objetivos e aspirações me interessam até o ponto em que eles correspondem ao que eu estou procurando;

Há duas categorias de currículos: aqueles que testam minha paciência e aqueles que põem à prova minha credulidade;

Currículos com muitos recursos gráficos, letras reluzentes e papéis especiais distraem minha atenção do conteúdo e são uma boa desculpa para parar de lê-los e dar umas gargalhadas com meus colegas.

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