Mecânica Online
Edição 25 - Janeiro de 2002
Conteúdo básico

TRANSITANDO LEGAL
Pedestre, bicicleta e veículo sem placa

1. BICICLETA I
A bicicleta é um veículo como qualquer outro. Infelizmente, a maioria dos ciclistas não conhecem ou não respeitam as regras de trânsito. Assim, a chance de acidentes envolvendo ciclistas é muito grande. Se você perceber que ele está desatento, buzine levemente antes de ultrapassá-lo. Mas cuidado: não buzine forte para não assustá-lo e acabar provocando acidentes.

2. BICICLETA II
Fique atento com os ciclistas, principalmente à noite. A bicicleta é um veículo silencioso e muitas vezes, o motorista não percebe sua aproximação. Cuidado ao abrir a porta. Cuidado também quando for dobrar uma esquina : um ciclista pode introduzir-se entre o seu veículo e o meio-fio sem ser notado.

3. ESTACIONAMENTO DE MOTOCICLETA I
As Motocicletas devem ser estacionadas de
maneira perpendicular à guia da calçada. Exceto que haja sinalização específica determinando outra coisa.

4. ESTACIONAMENTO DE MOTOCICLETA II
Aquele que insistir em estacionar motocicleta fora das condições estabelecidas pelo CTB (perpendicular à guia da calçada) , comete uma infração média, com penalidade de multa de 80 UFIR, tendo seu veículo removido para o pátio da autoridade de trânsito competente. Você, ainda, ganha quatro pontos no prontuário.

5. PEDESTRE I
Todos são Pedestre. Ao sair de casa, lembre-se que de uma forma ou de outra você faz parte do trânsito. Nas estradas, andar sempre em sentido contrário ao dos veículos e em fila única, utilizando, obrigatoriamente, o acostamento (onde existir);

6. PEDESTRE II
Os pedestres nas vias urbanas, onde não houver calçadas ou faixas privativas a eles destinadas, devem andar sempre à esquerda da via em fila única e em sentido contrário ao dos veículos.

7. PEDESTRE III
Os pedestres só devem cruzar a via pública na faixa própria, obedecendo à sinalização. Quando não houver faixa própria (faixa de pedestre), devem atravessar a via pública perpendicularmente às calçadas e área de seu prolongamento.

8. BRAÇO FORA DO VEÍCULO
Os Motoristas não pode dirigir com o braço pendente para fora do veículo, além de arriscar a sua saúde, pode ser autuado com uma multa de 80 UFIR e , ainda, ganha quatro pontos no prontuário.

9. VEÍCULO SEM PLACA I
O veículo será identificado externamente por meio de placas dianteiras e traseiras, sendo esta lacrada em sua estrutura. As motocicletas só possuem a placa traseira. Ao comprar um veículo novo (0 KM), é bom saber que esta obrigatoriedade é, também, para eles, podendo haver o deslocamento da concessionária para o órgão de trânsito.

10. VEÍCULO SEM PLACA II
Os condutores que insistirem em trafegar com seu veículo faltando qualquer umas de suas placas, comete uma infração gravíssima, com penalidade de multa (180 UFIR) e apreensão do veículo, tendo como medida administrativa o recolhimento do documento do veículo e a remoção do veículo ao pátio do DETRAN.

11. FUGA DO LOCAL DE ACIDENTE
O condutor que afastar-se do local de acidente, para fugir à responsabilidade penal ou civil que lhe possa ser atribuída, poderá cometer o crime previsto no art. 305 do CTB, com pena de detenção de 6 (seis) meses a 1 (um) ano ou multa.

12. DIREÇÃO ATENTA
Nunca dirija cansado, com stress ou sono, nem sob o efeito de bebidas alcóolicas ou drogas. Isso diminui em muito seus reflexos e torna você um verdadeiro perigo no volante. Seja responsável e se cuide.

Artigos publicados nessa edição: 75 a 90
Para acessar as edições anteriores, acesse a seção arquivo.

Autor: Wilson de Barros Santos.
Advogado, Bacharel em Ciências Econômicas, Ten Cel PM RO da Reserva, Especializado em Trânsito pela Polícia Militar do Estado de São Paulo (1990) e Polícia Militar do Distrito Federal (1997).
Email:wilson@transitobrasil.com - Responsável pelo site Trânsito Brasil - http://www.transitobrasil.com.br

VISÃO DE MERCADO
Tentando entender o mercado
Parte 2

               No nosso artigo anterior intitulado "Tentando Entender o Mercado", levantamos a questão das dificuldades do reparador independente em manter-se no mercado. Tentamos passar algumas informações importantes para que o nosso amigo reparador fique de olhos bem abertos e observe os movimentos dos concessionários.

Naquele artigo, falamos da maior participação dos funcionários da rede concessionária nos exames da ASE, falamos também nas eventuais baixas dos preços de serviços de reposição de peças realizados pelas concessionárias. Entretanto, há alguns fatores que favorecem o setor independente: o primeiro deles é a baixíssima escolaridade dos profissionais das concessionárias.

Se por um lado os concessionários investem pesadamente em treinamento, por outro eles encontram sérios obstáculos na questão da assimilação de conhecimentos por parte de seus funcionários. Na verdade, essas empresas vêm gastando dinheiro para oferecer formação básica aos seus profissionais, pois mais da metade não possuem se quer o 2º grau completo.

E mais, além de não terem concluído o curso secundário, esses profissionais têm idades acima de 30 anos, o que para as concessionárias é um problema, pois um funcionário mais maduro é sempre mais resistente ao novo e as mudanças de procedimentos de trabalho.

Pesquisas mostram que as concessionárias também enfrentam problemas com a alta circulação de mão de obra, pois que poucos funcionários realmente criam raízes em suas empresas.

Veja-se, portanto, que se o mercado reparador apresenta-se difícil e muitas vezes desestimulante para o setor independente, esse mesmo mercado não é menos difícil aos olhos dos concessionários.

Ademais, o setor independente guarda larga margem de distância dos seus concorrentes concessionários, pois já está habituado a lidar com um mercado extremamente competitivo, não tem a menor dificuldade em mudar de conduta rapidamente para abocar filões de mercado. O setor independente é formado de pequenas células que são as oficinas mecânicas.

Estas células são dotadas de iniciativa própria com a vantagem adicional de poderem corrigir suas atitudes de forma rápida quando o mercado assim lhes exigir. Elas não são estruturas complexas e enormes como o são seus adversários concessionários (se assim podem ser chamados...), que por sua vez devem obediência a estruturas gigantescas que são os fabricantes e sistemistas, os detentores das bandeiras.

O mercado de reposição já começa a buscar no mercado independente os expoentes para firmarem parceria - as bandeiras de reposição: BOSCH, VISTEON, MARELLI, DELPHI, VARGA, LUK e outras - em busca de melhores soluções para o usuário e fortalecimento da marca no aftermarket. Mais uma porta se abre para a reparação independente.

Enfatizamos, entretanto, que o reparador independente não deva se esquecer que, para continuar na frente, jamais abandone o tripé escolaridade, conhecimento tecnológico e visão gerencial, sobre o qual falamos no nosso último artigo.

Também não se deve prescindir das certificações ASE, posto que o sucesso nos exames do mais respeitado órgão mundial de certificação e de distinção da mão de obra no setor de reparação automotiva, certamente trará maior entusiasmo ao reparador no exercício de suas funções; proporcionando com isso automotivação na busca de conhecimento formal, melhor espírito competitivo e, por último, uma visão gerencial mais aprimorada.

Seus clientes agradecem! O mercado também!
Reparos de qualidade = cliente satisfeito =>menor índice de quebra\melhor qualidade de vida e de trânsito.

Paulo Roberto Poydo e Marco Calixto - Synergy Consultoria e Treinamento Automotivo

REVISÃO DE FÉRIAS VI
Conhecendo o Código de Trânsito

É bom conhecer melhor as infrações de trânsito. Respeite a sinalização, evite acidentes e multas para que a sua carteira de habilitação não seja cassada. Veja o que diz a legislação, em alguns artigos do Código Nacional de Trânsito:

Art. 162. Dirigir veículo:

I – sem possuir Carteira Nacional de Habilitação ou Permissão para Dirigir:

Infração – gravíssima;

Penalidade – multa (três vezes) e apreensão do veículo;

II – com Carteira Nacional de Habilitação ou Permissão para Dirigir cassada ou com suspensão do direito de dirigir:

Infração – gravíssima;

Penalidade – multa (cinco vezes) e apreensão do veículo;

III – com Carteira Nacional de Habilitação ou Permissão para Dirigir de categoria diferente da do veículo que esteja conduzindo:

Infração – gravíssima;

Penalidade – multa (três vezes) e apreensão do veículo;

Medida administrativa – recolhimento do documento de habilitação;

IV – fora das restrições impostas para a Permissão para Dirigir: (VETADO)

Infração – gravíssima;

Penalidade – multa (cinco vezes) e cassação da Permissão para Dirigir;

Medida administrativa – recolhimento da Permissão para Dirigir;

V – com validade da Carteira Nacional de Habilitação vencida há mais de trinta dias:

Infração – gravíssima;

Penalidade – multa;

Medida administrativa – recolhimento da Carteira Nacional de Habilitação e retenção do veículo até a apresentação de condutor habilitado;

VI – sem usar lentes corretoras de visão, aparelho auxiliar de audição, de prótese física ou as adaptações do veículo impostas por ocasião da concessão ou da renovação da licença para conduzir:

Infração – gravíssima;

Penalidade – multa;

Medida administrativa – retenção do veículo até o saneamento da irregularidade ou apresentação de condutor habilitado.

Art. 163. Entregar a direção do veículo a pessoa nas condições previstas no artigo anterior:

Infração – as mesmas previstas no artigo anterior;

Penalidade – as mesmas previstas no artigo anterior;

Medida administrativa – a mesma prevista no inciso III do artigo anterior.

Art. 164. Permitir que pessoa nas condições referidas nos incisos do art. 162 tome posse do veículo automotor e passe a conduzi-lo na via:

Infração – as mesmas previstas nos incisos do art. 162;

Penalidade – as mesmas previstas no art. 162;

Medida administrativa – a mesma prevista no inciso III do art. 162.

Art. 165. Dirigir sob a influência de álcool, em nível superior a seis decigramas por litro de sangue, ou de qualquer substância entorpecente ou que determine dependência física ou psíquica.

Infração: Gravíssima.

Penalidade: Multa (cinco vezes) e suspensão do direito de dirigir.

Medida Administrativa: Retenção do veículo até a apresentação de condutor habilitado e recolhimento do documento de habilitação.

Parágrafo único. A embriaguez também poderá ser apurada na forma do art. 277.

Art. 166. Confiar ou entregar a direção de veículo a pessoa que, mesmo habilitada, por seu estado físico ou psíquico, não estiver em condições de dirigi-lo com segurança:

Infração – gravíssima;

Penalidade – multa.

Art. 167. Deixar o condutor ou passageiro de usar o cinto de segurança, conforme previsto no art. 65:

Infração – grave;

Penalidade – multa;

Medida administrativa – retenção do veículo até colocação do cinto pelo infrator.

Mecânica Online - GM Notícias - Nereu Leme

REVISÃO DE FÉRIAS - PARTE I
Os cuidados que você deve tomar,
para fazer uma viagem segura.

         Nesta época, em que as férias se iniciam, o risco de acidentes, em função do grande movimento nas estradas, é muito grande, principalmente se o veículo não estiver em boas condições. Por isso, antes de sair em férias com a família e viajar para aquele merecido repouso, faça uma checagem completa no carro, vistoriando os principais itens de segurança, como pneus, freios, amortecedores, luzes, limpador do pára-brisas etc. Não se esqueça, de acordo com os técnicos da Chevrolet, uma boa viagem começa com todos usando o cinto de segurança e com atenção especial para as crianças.

Lugar de criança é no banco de trás.

Mas esta não é a única recomendação que deve ser seguida. Crianças devem ser transportadas em cadeiras de segurança, de acordo com o seu tamanho e até 36 kg. Testes comprovam que a criança usando cadeira de segurança tem até 71% de chance de sobreviver em um acidente de carro. "A maioria das mortes e lesões que ocorrem com as crianças no carro pode ser prevenida, usando-se cadeiras e cinto de segurança corretamente", explica o Dr. Miguel Doherty, professor de cirurgia pediátrica e coordenador nacional do Criança Segura Safe Kids Brasil.

Por que as crianças estão em risco no trânsito.

Os acidentes de trânsito, dentre as causas externas, são a causa-líder de mortes com crianças até 14 anos. Para se ter uma idéia, a cada ano, no Brasil, mais de 1.200 crianças passageiras morrem vítimas de acidentes de carro. Mesmo um motorista cuidadoso não pode controlar o comportamento dos outros ou eliminar a probabilidade de um acidente. E nessas ocasiões as crianças podem ser as maiores vítimas. Andar de carro sem proteção é o grande fator de risco para morte e lesões em crianças ocupantes de veículos.

Veja qual é o tipo de cadeira de segurança mais adequado ao peso e à idade de seu filho

1 - Bebês até 1 ano de idade que pesem até 9 kg devem ocupar cadeirinhas de segurança de costas para o movimento. Nunca coloque seu bebê no banco da frente do carro. A cadeirinha de segurança deve ficar de costas para o movimento.

2 - Crianças maiores de 1 ano que pesem entre 9 e 18 kg devem ocupar cadeirinhas de segurança de frente para o movimento. A cadeirinha deve ser colocada na posicão vertical.

3 - Crianças entre 18 e 36 kg devem usar suporte de segurança. Algumas crianças são crescidas demais para ocupar cadeirinhas de segurança, mas ainda não possuem tamanho suficiente para utilizarem somente o cinto. O suporte de segurança permite que o cinto de segurança do veículo ajuste-se corretamente à criança, ou seja, deve manter-se sobre os quadris e acima das coxas, passando confortavelmente pelo ombro. O suporte de segurança deve eleva a criança, posicionando corretamente o cinto de segurança.]

4 - Mais de 36 kg. A maioria das crianças que pesam mais de 36 kg e com idade a partir de 10 anos pode usar o cinto de segurança de 3 pontos, sem suporte de segurança. Para que uma criança fique segura usando um cinto, ela deve ter altura suficiente para sentar-se e dobrar seus joelhos na a borda do assento sem deslizar. O cinto de segurança deve ser ajustado no ombro e nos quadris. Nunca coloque o cinto de 3 pontos por baixo do braço de seu filho nem por trás das costas.

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REVISÃO DE FÉRIAS - PARTE II
Cuidados especiais também com o carro

Água e Óleo

O superaquecimento é um dos maiores inimigos do motor. Por isso, antes de viajar, observe os níveis de água e óleo. Para uma checagem perfeita, mantenha o carro em um terreno plano e com o motor frio.

O nível do óleo deve estar rigorosamente entre os limites máximo e mínimo da vareta de medição (em geral, são dois pequenos traços no final da vareta).

O Manual do Proprietário traz a quilometragem ideal para a troca rotineira do óleo e dos filtros. Sempre que possível, faça a substituição completa. Evite misturar óleos de marcas distintas ou com tempo de uso diferente. Com o passar do tempo, o óleo perde parte de suas propriedades anticorrosivas e antitérmicas.

Cuidado extra deve ser tomado com o filtro. Se estiver muito contaminado, vai "sujar" o novo óleo que passa a circular no motor. A água é outro item vital para o motor. Também exerce papel fundamental na refrigeração. Motores que não utilizam radiadores selados precisam de verificação constante. No mercado, além do aditivo ACDelco, há outras marcas de aditivos para radiadores que evitam não apenas a corrosão e o superaquecimento, mas até o congelamento (boa dica para quem pretende rodar por lugares com temperaturas muito baixas).

Faróis, lanternas e limpador de pára-brisas - Ver e ser visto

Esse é o princípio básico da segurança. Faróis, lanternas e limpador de pára-brisas devem estar em boas condições e têm de ser usados corretamente. Ao fazer uma conversão, um carro pode tornar-se perigoso se o motorista esquecer de acionar as setas.

O mesmo acontece com os faróis. Uma vez desregulados, ofuscam quem vem em sentido contrário e impossibilitam uma visualização perfeita do que o motorista tem à sua frente.

Freios

Tão importante quanto ter um carro com ótima aceleração, é saber que está em boas condições para frenagens de emergência. Se você costuma rodar com seu carro em grandes centros urbanos o ano inteiro, todos os dias da semana, é bom avaliar o estado das lonas, pastilhas de freio e fluido.

Nos congestionamentos, acionamos inúmeras vezes os freios, o que reduz a vida útil desses componentes.

Mesmo quem conta com o moderno sistema ABS no carro, deve estar atento à sua manutenção.

Uma dica para quem já providenciou a substituição das lonas ou pastilhas dos freios, e deseja que mantenham o máximo de eficiência, é utilizar o freio do motor (marcha reduzida) principalmente em descidas de serra. Também é bom lembrar que os freios ABS servem para manter a dirigibilidade e não apenas para parar mais rápido.

Diminuir a velocidade do veículo utilizando a redução racional das marchas é sinônimo de economia e segurança. Tentar manter a velocidade constante ao longo do trajeto (evitando arrancadas fortes e frenagens bruscas) poupa o sistema de freios e a suspensão de maiores esforços.

Com aditivos adequados, rode melhor e gaste menos

Utilizar corretamente os vários tipos de aditivos, na hora de abastecer o tanque de combustível ou trocar o óleo do motor, é o segredo para que os proprietários de veículos e motoristas consigam reduzir os gastos com sua manutenção, melhorar o desempenho do motor e economizar em consumo e troca de peças. Aditivo não é supérfluo. É uma forma de manutenção preventiva. Os aditivos agem diretamente sobre as causas do desgaste excessivo de peças e componentes dos veículos, como a formação de depósitos no sistema de lubrificação e de admissão de combustível, falhas na lubrificação – especialmente em partidas a frio –, corrosão no sistema de refrigeração do motor etc.

Não utilizar aditivos como forma de economia é, na verdade, uma maneira de gastar muito mais ao fazer a manutenção do veículo ou nas revisões periódicas. Além disso, os aditivos promovem economia de combustível e diminuem a emissão de poluentes, o que deve ser uma preocupação de todos, principalmente nos grandes centros urbanos.

Veja como é fácil saber se o aditivo utilizado está dando resultado:

Verifique se foi reduzida a emissão de poluentes; se aumentou o desempenho do motor ou caiu o consumo de combustível. Em um nível mais profissional, mecânicos poderão constatar se houve redução no desgaste das peças, e se não há depósitos nos sistemas de lubrificação e de admissão de combustível.

Os aditivos têm, como principal função, manter e restaurar as condições originais dos sistemas mecânicos, garantindo que continuem funcionando em sua faixa ótima de desempenho.

Aditivo evita falhas na injeção eletrônica

A injeção eletrônica dos veículos corre um perigo constante: o entupimento do orifício por meio do qual o combustível é injetado para o interior do cilindro (câmara de combustão). Depósitos de impurezas e borras formados no sistema de injeção do combustível podem obstruir essa passagem, e aí ocorrerão falhas de funcionamento, o que só poderá ser corrigido por uma limpeza periódica nos bicos injetores. Para se evitar esses transtornos, deve-se utilizar o aditivo adequado, que mantém o bico injetor funcionando em seu melhor desempenho.

A limpeza de bicos injetores em uma oficina é uma operação complexa e demorada.

Por isso, é muito mais prático e descomplicado utilizar aditivos que evitem e limpem a formação de depósitos nos bicos injetores.

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REVISÃO DE FÉRIAS VII
Conheça seu perfil ao volante

Há motoristas que obedecem à sinalização, respeitam os limites de velocidade, cuidam bem de seus veículos. Mas, por incrível que pareça, provocam acidentes. Conheça os perfis psicológicos de alguns desses motoristas, veja se você tem algumas características de um ou mais deles. E procure corrigir-se no que estiver errado.

Playboy – Dirige sempre no limite de velocidade permitido, quando não infringe a lei, superando essa velocidade. Usa o carro como instrumento de conquista, e não respeita os outros motoristas. Liga o som no volume máximo, o que o impede de ouvir buzinas de outros veículos, ou mesmo um apito do guarda de trânsito. Sua música é aquela: "Ele é o bom, é o bom, é o bom. Meu carro é vermelho, só uso espelho p'ra me pentear…".

Folgado – Estaciona em fila dupla, faz conversões em locais proibidos, pára no acostamento para tomar um refrigerante. Esquece as setas ligadas, por preguiça. Freqüentemente, fica sem combustível, por que se esqueceu de encher o tanque antes de um longo trajeto. Ultrapassa mesmo quando outro veículo já iniciou a fazê-lo.

Chaleira – Ferve e solta fumaça por qualquer motivo. Briga com todos, xinga, e às vezes não presta atenção na própria direção. Já sai de casa querendo brigar.

Dono do mundo – Avança na faixa de outros carros, anda devagar se está só passeando, mas, se está com pressa, pressiona o veículo da frente com buzinadas, luzes e gritos. Só ele tem direitos. Os outros têm deveres. As leis de trânsito foram feitas para todo mundo – menos ele, que dirige melhor e tem mais direitos.

Farofeiro – Transforma o carro quase em um trailer, transportando malas em excesso, sempre com mais passageiros do que o carro e o Código de Trânsito permitem. Uma de suas mãos está sempre ocupada, com lanches, refrigerantes, cigarro etc.

Piloto – Aposta corrida o tempo todo, até se dar conta de que o carro que ultrapassou a 150 km/h é uma viatura da Polícia Rodoviária. Gosta de viver perigosamente, e coloca passageiros e outros motoristas em perigo ainda maior. Sabe de cor qual a potência de cada modelo de veículo.

Obs: Esses perfis se aplicam a ambos os sexos.

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REVISÃO DE FÉRIAS III
Conheça bem o pneu do seu carro antes de entrar em férias
Os cuidados que você deve tomar, para fazer uma viagem segura.

         As estatísticas da Polícia Rodoviária Federal mostram que, dos 120 mil acidentes ocorridos nas estradas federais no ano de 1998, 4% ocorreram por defeitos nos veículos.

O risco de acidentes durante o período de férias, em função do grande movimento nas estradas, é muito grande, principalmente se o veículo ou os pneus não estiver em boas condições.

Por isso, antes de sair em férias com a família e viajar para aquele merecido repouso, faça uma checagem completa no carro, vistoriando os principais itens de segurança, como pneus, freios, amortecedores, luzes, limpador do pára-brisas etc.

Dê atenção especial para as crianças. Elas devem viajar no banco de trás e, dependendo da idade, usar cadeirinhas de segurança.

De todos os itens de segurança do carro, pneu é um dos mais sérios. Uma calibragem mal feita, a banda de rodagem meio gasta e até a escolha errada da roda podem representar o fracasso das férias. Portanto, antes de pegar a estrada, faça uma checagem rigorosa das condições dos pneus de seu veículo. Saiba a seguir como deve ser essa inspeção:

1 – O Manual do Proprietário de seu veículo é a referência exata do que é mais adequado para cada condição de uso. Normalmente, a pressão dos pneus deve ser ligeiramente maior quando o veículo roda com sua capacidade total de carga e passageiros. O manual indica essa diferença de pressão para os pneus dianteiros e traseiros.

2 - Modelos com motores dianteiros dotados de ar-condicionado, por exemplo, exigem uma calibragem maior nos pneus da frente em relação aos traseiros. Consulte o manual do veículo.

3 - Se o pneu costuma esvaziar com freqüência, é sinal de algum dano na roda (pneus sem câmara) ou da presença de algum objeto perfurante. Nesses casos, jamais tente contornar o problema aplicando maior pressão no pneu avariado para mantê-lo "cheio por mais tempo". Lembre-se: a calibragem deve ser equilibrada. Procure um revendedor autorizado para resolver o problema.

4 - Calibrar os pneus não requer esforço: aproveite quando reabastecer o veículo. Além de durar menos, pneus mal calibrados aumentam o consumo de combustivel. Também causam problemas de estabilidade, aumentam a distância de frenagem, podem provocar falhas, defeitos e até acidentes. Use sempre a pressão recomendada pelo fabricante do seu veículo: os engenheiros das montadoras chegam aos números recomendados depois de muitas experiências. Não siga as sugestões de leigos.

5 - A pressão recomendada aplica-se sempre aos pneus frios, ou seja, que não tenham rodado mais do que 1,5 quilômetro. Não se esqueça de que se o carro estiver com carga total, os pneus precisam de pressão maior. E lembre-se de calibrar também o estepe, para evitar surpresas desagradáveis, caso necessite dele. Se a banda de rodagem estiver mais gasta nas laterais, o mais provável é que você esteja usando pouca pressão. Se o desgaste for mais acentuado no centro, o problema pode ser pressão excessiva.

6 - Certifique-se de que as rodas não estejam amassadas ou com trincas. Cheque com freqüência a banda de rodagem e a lateral dos pneus. Desgaste excessivo, presença de rachaduras ou eventuais cortes exigem a substituição imediata do pneu.

7 - Procure manter os quatro pneus com o mesmo desenho da banda de rodagem e com o mesmo tipo de roda. Dessa forma, o desempenho do veículo se manterá linear, principalmente sob chuva.

8 - Com pneus cheios demais, o carro vibra excessivamente e apresenta desgaste precoce da suspensão e da parte central da banda de rodagem. Pneus com baixa pressão fazem o carro gastar mais combustível e desgastar as laterais da banda de rodagem.

9 - Pelo menos a cada seis meses faça o rodízio de pneus. Ele é outra garantia de longa vida para banda de rodagem. Pneus da frente para trás e vice-versa. As rodas de tração, principalmente se forem dianteiras, causam maior desgaste nos pneus De preferência, faça o rodízio cruzado, mantendo no entanto o sentido direcional de rodagem do pneu (que pode ser identificado pelo desenho da banda de rodagem) e no sentido indicado pelo Manual do Proprietário de seu carro.

10 - Faça, a cada ano, o alinhamento e o balanceamento das rodas. De nada adianta comprar pneus novos para seu carro se todo o conjunto restante (rodas, amortecedores, suspensão, freios etc) estiver com problemas. A boa dirigibilidade de um veículo depende do equilíbrio entre todos os componentes.

11 - O alinhamento correto pode aumentar em anos a vida de seus pneus. Uma roda desalinhada faz com que o pneu se arraste lateralmente nas retas e provoca desgastes irregulares. Pneus que "cantam" nas curvas e volantes que teimam em permanecer tortos nas retas são sintomas de desalinhamento. Os defeitos em nossas ruas e estradas podem desalinhar a suspensão com muita facilidade. Por isso, preste atenção: alinhar as rodas de um carro é muito menos desgastante e preocupante do que as conseqüências de um possível acidente.

12 - Jamais esqueça do estepe! Quase sempre escondido sob a bagagem de toda a família, ele deve receber a mesma atenção dedicada aos demais pneus, principalmente na hora de fazer o rodízio.

13- Na hora de cuidar da aparência do carro, outro detalhe importante: escolha com cuidado o produto para melhorar o visual do pneu. Muitos têm em sua fórmula substâncias que ressecam a borracha, o que pode causar rachaduras.

14 – Na chuva, verifique pelo retrovisor as marcas que os pneus deixam no asfalto. Se elas sumirem, o veículo poderá estar aquaplanando. Assim, tire o pé do acelerador gradativamente, até que as marcas dos pneus se tornem visíveis novamente, com o conseqüente retorno da aderência.

15 - Sempre que possível, examine o estado das bandas de rodagem. Preste atenção a possíveis desgastes irregulares, que podem ser causados por pressão de ar incorreta, falta de balanceamento, alinhamento nas rodas ou na suspensão. Verifique também a profundidade dos sulcos, que são responsáveis pela dispersão de água, terra ou areia, e garantem a aderência ao solo.

16 - Os pneus têm indicadores que aparecem quando o desgaste é excessivo. O ideal é não usar pneus com sulcos com menos de 3 milímetros de profundidade. Dê uma boa olhada nas laterais em busca de cortes ou bolhas. Verifique, ainda, se as rodas não estão amassadas ou trincadas, pois isso pode provocar vazamentos de ar. As válvulas também são importantes: quando for colocar pneus novos, aproveite para trocá-las.

17- Pneus sem câmara não devem jamais ser usados com câmara. Portanto, nunca aceite essa sugestão, comum aos borracheiros. Os pneus sem câmara têm uma superfície interna rugosa, que em atrito com a câmara pode provocar furos ou rasgos. Além disso, pneus sem câmara raramente estouram quando furados — o que é um importante fator de segurança.

18- O pneu tem seu"RG". Suas características – tamanho do aro, largura da banda de rodagem, altura do costado suas características e informações de segurança como por exemplo a velocidade limite que suporta com segurança – estão identificadas no costado.

Mas, que informações são essas? Por exemplo, um pneu com a medida 185/70R14 é recomendado para um aro 5,5.

Ainda na banda de rodagem, há um símbolo de velocidade, representado por uma dessas letras: N, P, Q, R, S, T, U, H, V, W, Y. Cada uma indica a velocidade máxima suportada pelo pneu. Por exemplo, se no pneu do seu carro estiver gravada a letra "R", significa que você não deve ultrapassar os 170 Km/h, sob pena de danificar o pneu, comprometendo sua segurança.

Há também um número muito importante, o índice de carga. Um pneu com o número "84", por exemplo, não deve ser utilizado para conduzir um automóvel com carga superior a 500 Kg.

Assuntos Corporativos Goodyear - Mecânica Online

REVISÃO DE FÉRIAS IV
Seguro é tranquilidade com contrato assinado

Hoje em dia, fazer um seguro do automóvel é uma precaução indispensável. Todo o investimento com a manutenção preventiva pode ser totalmente perdido em segundos. Quem já teve um carro roubado ou danificado em uma colisão, conhece o assunto muito bem.

Por isso, investir parte do seu 13º salário em uma apólice é uma forma de garantir sua tranqüilidade durante as férias deste ano. Ou, dependendo do contrato, durante vários anos. Atualmente, existem inúmeros contratos com as mais variadas formas de pagamento e pacote de benefícios.

Porém, antes de fechar negócio, é vital que o proprietário do veículo certifique-se da idoneidade da seguradora, dando preferência àquelas empresas com tradição no ramo de seguros para veículos.

No mercado brasileiro, há várias empresas que oferecem não apenas seguros de automóveis, mas residenciais ou seguro de vida individual e familiar, todos com qualidade. Portanto, faça uma boa pesquisa de preços e vantagens oferecidas.

Veja o que fazer se você vendeu o veículo segurado:

Comunicar imediatamente à seguradora a venda do seu veículo, conforme mencionado nas condições gerais da apólice. Um contrato de seguro avalia o bem segurado. Portanto, o seguro é exclusivo da pessoa que o contrata. Quando o veículo muda de proprietário, o risco muda com o perfil do segurado.

Algumas seguradoras dão descontos de acordo com a faixa etária, sexo e estacionamento em garagem fechada. Mais um motivo para o seguro ser exclusivo da pessoa. Da mesma forma, o bônus só é válido para o contratante do seguro, e não pode ser transferido.

Para quem comprou: ligar ou ir a um posto do DETRAN, para verificar se existe alguma restrição para o veículo, tais como multas, alienação, bloqueios, débitos, queixas de furto.

Solicite de imediato a transferência de direito e obrigação da apólice para o novo proprietário. Confira, nos veículos fabricados desde 1988, se as três etiquetas adesivas obrigatórias (onde está parte da numeração do chassi) não apresentam qualquer tipo de rasura.

Alguns cuidados para garantir a segurança da casa e de sua família

Nestas férias, se você pretende ficar fora de casa por um longo período, é bom tomar certos cuidados para não ter de enfrentar problemas:

1- Ao sair, não deixe as luzes da casa acesas para dar a impressão de que há sempre alguém na propriedade. À noite, pode parecer uma boa idéia. Mas, durante o dia, deixa claro que a família está viajando, o que pode atrair a atenção de ladrões.

2 - Serviços de entrega em domicílio, como os de jornais, revistas, leite e outros devem ser cancelados para não transformar a frente de sua casa em um depósito.

3 - Se puder, peça a algum vizinho ou amigo para recolher os folhetos de publicidade, cartas e contas, que costumam lotar a caixa de correspondência.

4 - O ideal é arrumar a bagagem no carro dentro da garagem do prédio ou de sua casa. Não são raros os casos de assaltantes que abordam a família, levando o carro com tudo dentro.

5 - Se mora em apartamento, oriente o zelador do seu edifício sobre onde poderá encontrá-lo durante as férias, caso haja necessidade.

6 - Certifique-se de que desligou eletrodomésticos ou mesmo o abastecimento de gás antes de sair.

7 - Animais domésticos, normalmente, acompanham a família durante as férias. Mas, se, por alguma razão, não puder levá-los o melhor é deixá-los com alguém de confiança como um parente ou mesmo em um pet shop. Afinal, nada mais desagradável do que ouvir durante dias e dias o cãozinho do vizinho uivando ou latindo sem parar. Isso sem falar no descaso com animal.

8 - Na hora de definir o que levar no carro, o bom senso deve imperar. Evite sobrecarregar o veículo ou levar objetos pesados e soltos dentro do habitáculo. Além de prejudicar o desempenho do motor, excesso de bagagem pode comprometer a segurança dos ocupantes. Em uma frenagem mais brusca, qualquer objeto colocado sobre o tampão atrás do banco traseiro, por exemplo, é projetado para a frente e pode atingir a cabeça dos passageiros.

9 – Não dirija usando chinelos nos pés. Além de você correr o risco de ser multado, lembre-se que pode provocar colisão. O chinelo prende aos pedais do breque ou do acelerador. Use sapatos.

10 – Sempre que possível, guarde seu automóvel em um estacionamento, pois grande parte dos assaltos ocorre quando se entra ou sai do veículo.

11 – Para evitar surpresas, procure dirigir sempre com os vidros fechados e as portas travadas.

12 – Fique atento ao se aproximar da sua garagem. Se notar a presença de pessoas em atitudes suspeitas nas imediações, dê a volta na quadra.

13 – Nunca deixe a chave no contato do seu carro, ainda que por poucos momentos.

14 – Evite dirigir pela pista ao lado de calçadas, pois facilita a aproximação do ladrão ao motorista.

15 – Caso perceba que está sendo seguido por outro veículo, vá para as ruas de grande movimento e peça ajuda a um policial.

16 – Não dê carona a estranhos, por melhor aparência que tenham.

17 – Não pare em locais desertos, mal iluminados ou próximos árvores que possam ocultar assaltantes.

Mecânica Online

TARCISIO EM DIAS
Revisão de férias

          Nada mais comum que a relação entre o mês de janeiro e as férias, e por isso preparamos uma seção Seu Automóvel com dicas e informações que vão ser muito útil para que você fique realmente de férias. Uma viagem de férias é um tempo de prazer, de despreocupação e de alegria. Para que isso aconteça, tudo deve ser programado com antecedência: os locais, a acomodação e o dinheiro necessário.

Veja agora os pequenos cuidados que você deve ter com seu carro, na ida e na volta. Eles podem, até, evitar maiores despesas.

1 - Como arrumar a bagagem de modo prático e seguro?

Todo mundo que viaja nas férias - e nos feriados - sabe que o conforto e a segurança dependem muito da arrumação correta da bagagem que será levada. Mas nem todos sabem como distribuí-la.

Vejamos por parte:
Porta-malas - Arrume os volumes de acordo com o tamanho e peso buscando dar melhor equilíbrio ao carro. Procure colocá-los de forma que, em caso de emergência, não seja necessário esvaziar todo o porta-malas, para chegar ao estepe e às ferramentas.

Interior do carro - Os pequenos volumes não devem ser colocados de forma a obstruir o ângulo de visão do motorista, pelo retrovisor. Eles também não devem ficar soltos no interior do carro, pois uma curva mais fechada ou uma freada mais brusca podem jogá-los em cima das pessoas.

Bagageiro - É sempre bom lembrar que o bagageiro muda a dinâmica do carro afetando a estabilidade e aumentando o consumo de combustível. Ao usar o bagageiro não esqueça de:
- Amarrar bem tudo que estiver nele.
- Cobrir com plástico, de modo a oferecer uma superfície menos resistente ao ar.
- Levar em conta o aumento de peso e altura. Por isso, tome maior cuidado nas curvas e quando estiver ventando forte. Não exagere no peso e altura.

2 - Dirigir na estrada é mais ou menos perigoso do que na cidade?

Nem uma coisa, nem outra. É apenas diferente. E isso porque a velocidade desenvolvida é, em geral, muito superior à média observada no trânsito de cidades. O motorista menos habituado a dirigir em estrada freqüentemente esquece alguns cuidados muito importantes:

Velocidade e visibilidade - Há uma regra que parece óbvia, mas que nem todos se lembram de observar. É a seguinte: quanto maior a velocidade do tráfego, tanto maior sua distância do carro da frente. Só assim você poderá acompanhar com segurança, e a tempo, as evoluções do tráfego. O campo visual do motorista tem que ser quase total para o veículo que está à sua frente não atrapalhar a visibilidade.

Velocidade nas ultrapassagens: Uma ultrapassagem segura exige, antes de mais nada, uma avaliação correta da distância necessária para fazê-la.

Feita a avaliação imprima maior velocidade ao seu veículo, pois você estará ultrapassando outros que também trafegam em velocidade de estrada.

À medida que você vai se aproximando do carro da frente - e quer ultrapassá-lo - poderá se valer da transparência do pára-brisa desse carro, para observar o movimento dos veículos que estão vindo em sentido contrário.

Você já poderia ter visto o onibús que está se aproximando, há alguns segundos, através do pára-brisa do carro da frente. Mas tudo isso só será possível se você evitar o hábito urbano de andar colado na traseira do carro da frente.

Velocidade ao ser ultrapassado
O motorista que estiver sendo ultrapassado deve facilitar ao máximo essa operação, encostando o mais que puder à direita e aliviando o pé do acelerador se a ultrapassagem ocorrer numa subida. Se for descida, pise no freio levemente para abrir espaço ao outro.

Passagem por cidade
A maioria das estradas atravessam pequenas cidades e lugarejos. É comum você encontrar quebra-molas. Bicicletas também. O melhor é reduzir a velocidade até que a cidade fique para trás.

Às vezes você depara com cavalos e charretes. Se os encontrar, evite usar a buzina, pois poderá assustar os animais.

3 - Como saber se o carro está agüentando bem a viagem?

Da seguinte forma: observe com regularidade o painel de instrumentos, controlando as indicações de temperatura e as demais luzes de aviso.

Esteja, também, atento aos diferentes cheiros que possam surgir de dentro e de fora do carro. Como o de gasolina, que pode indicar vazamento. Ou borracha queimada, que também é indício de algum problema. O certo é parar e verificar a origem dessas irregularidades. É sempre bom lembrar que o freio deve ser testado durante a viagem.

4 - De que modo planejar as paradas na estrada?

Calculando as necessidades dos passageiros e do seu carro, para organizar o tempo de forma prática e inteligente. Procure coincidir as paradas para ir ao banheiro, ou fazer um lanche, com o reabastecimento do tanque, verificação dos pneus, nível de óleo do motor e da água do radiador.

É sempre bom, também dar uma volta em torno do carro, para examinar se tudo está em ordem. Um corte ou rachadura lateral num dos pneus, um farol quebrado, um pisca-pisca danificado, o cano de escapamento caído, uma palheta de pára-brisa solta ou mesmo um vazamento são problemas que podem ser reparados em paradas planejadas.

Evite refeicões pesadas. Lembre-se que um dos grandes inimigos do motorista, em viagem, é o cansaço. Não dirija por mais de duas horas seguidas. E também, à noite, que exige maior atenção pela redução de visibilidade.

Finalmente, se um trecho da estrada for desconhecido, ou se houver um contra-tempo, procure obter informações sobre a situação do trajeto dali para a frente, com motoristas de caminhão que venham em sentido contrário ou com a Polícia Rodoviária.

5 - Como fazer em caso de enjôo?

Estacione o veículo em lugar seguro e aberto. Faça o passageiro que está enjoado caminhar um pouco e tomar um gole de água. Se estava sentado no banco de trás, passe-o para o da frente, onde terá mais conforto. Ao prosseguir a viagem, evite perguntar sobre seu estado.

Converse sobre outros assuntos procurando distraí-lo. Deixe os vidros abertos, para arejar. Dirija suavemente. Não force nas curvas, nem dê freadas bruscas.

O motorista normalmente é menos afetado por enjôos. Eles ocorrem com maior freqüência entre crianças até 12 anos. De qualquer forma, um passageiro com enjôo pode distrair sua atenção. Só prossiga viagem quando o passageiro estiver bem.

6 - As roupas que uso, em viagem, podem causar algum problema?

Podem. Roupas apertadas prejudicam a circulação do sangue. Quando se dirige, certas partes de nosso corpo como coxas, pernas e pés não se movem. Por isso o sangue circula mal. Para auxiliar a circulação do sangue nessas partes use roupas leves e folgadas. O mesmo se aplica aos sapatos que não devem ser apertados. Chinelos devem ser evitados. Além do que são proibidos para dirigir.

7 - E as crianças? O que devo fazer para não ficarem impacientes?

Quem viaja no fim de férias sabe que ocorrem enervantes engarrafamentos. Para a viagem de volta, sugiro que você prepare uma boa merenda e leve alguns jogos para entreter as crianças, no caso de uma parada forçada e prolongada. Ou procure voltar um dia antes. Você sacrifica um dia de prazer, mas evita aborrecimentos.

Confira antes de viajar, na ida e na volta.
Caixa de primeiros socorros
Taxas rodoviárias
Documentos (condutor e veículo)
Mapas rodoviários
Agenda de telefones
Seguro (apólice)
Estepe (verificar estado e calibrar)
Macaco
Triângulo
Extintor de Incêndio (verificar carga)
Alicate, chaves de fenda, chaves de boca, chave de vela
Toalha para limpar as maõs
Fusíveis
Lâmpadas para o farol e lanternas
Lanterna com pilha
Pedaço de arame (na necessidade caso algum componente solte-se)

Tarcisio Dias é o responsável editorial da Mecânica Online

REVISÃO DE FÉRIAS V
Hora de aproveitar as férias!!!

          Férias, calor e sol levam, quase que imediatamente, à praia ou ao campo. Em todos esses lugares, é fundamental tomar algumas precauções, para não estragar a diversão.

Sol

Os melhores horários para a exposição ao sol são das 8h até às 10h (11h pelo horário de Verão), e das 16h em diante (17h no horário de Verão). É que nesses horários, predominam os raios infravermelhos que, além de melhor tolerados pela pele, ajudam o sol a estimular a formação de vitamina D – que fortalece os ossos. Bronzeadores não protegem a pele.

Deve-se utilizar protetores solares, sob orientação médica (há um tipo de protetor para cada pele). Os médicos recomendam que a exposição ao sol, mesmo com protetor adequado e nos horários recomendados, seja gradativa.

O ideal é começar com 15 minutos, aumentando 5 minutos por dia. E não se esqueça de tomar muito líquido, de preferência água, água de coco ou sucos de frutas.

Repouso

Você está em férias, não tem compromissos com hora marcada, mas não descuide de seu descanso.

Dormir de 6 a 8 horas, de acordo com suas necessidades, é indispensável. Principalmente antes de viagens e passeios. Se não tiver dormido o suficiente, não dirija.

Bebida

Bebidas alcoólicas e direção não combinam. Quer tomar dois ou mais chopes? Vá de táxi ou na companhia de alguém que também dirija, e não beba. Além das multas, e dos pontos na carteira de habilitação, dirigir alcoolizado arrisca a sua vida, a de seus familiares e amigos, e a de outras pessoas.

Segurança

Na praia ou em qualquer passeio, atenção com carteiras, cartões de crédito e documentos.

É bom que mais de uma pessoa tenha cópias das chaves. E não custa nada se informar, antes de sair à noite, se a região é segura ou não.

Se você comprou ou vendeu o veículo, providencie imediatamente os documentos de transferência. Leve sempre com você cópias autenticadas pelo Departamento de Trânsito dos documentos de seu veículo. Deixe os documentos originais em casa e nunca no carro. Leve-os sempre com você.

Alimentação

Antes do mergulho no mar, no rio, lagoa – ou na piscina do seu prédio – prefira uma alimentação leve, à base de carnes brancas, saladas, frutas. Essa dieta, aliás, é a mais adequada para enfrentar altas temperaturas.

Em locais com incidência direta de sol, abra mão de legumes e verduras já temperados e muita atenção com frutos do mar.

Mecânica Online

DETROIT
Os destaques da marca Mercedes-Benz
para o Salão de Detroit 2002

• O conceito Vision GST - "Grand Sports Tourer"
• Première americana do novo SL
• Os novos motores V8 para as Classes M e G

A marca Mercedes-Benz estará mais uma vez reafirmando seu papel de inovadora e definidora de tendências por ocasião do 13º Salão Internacional Norte-Americano de Automóveis em Detroit, que acontece de 6 a 21 de janeiro de 2002. A marca estará apresentando, no segmento de carros premium, o atraente carro-conceito Vision GST - estudo que engloba um conceito veicular totalmente novo, projetado para satisfazer às exigências e os desejos dos atuais consumidores.

A abreviação GST vem de Grand Sports Tourer, ou turismo grande esporte, ou ainda gran turismo esportivo, e descreve uma nova e original categoria veicular, que reúne conceitos estabelecidos de várias categorias diversas, combinando-os para criar um perfil novo e independente: o GST é sedã, perua, multi-purpose vehicle (MPV) e utilitário esportivo (SUV) em um só veículo - mas, acima de tudo, é um carro que dá uma sensação inédita, um novo sentido ao conceito do prazer de viajar longas distâncias.

Design elegante com traços de carro esporte

O Vision GST é a resposta da Mercedes-Benz às freqüentes demandas por um carro atraente, ativo e sofisticado, adequado a todas as ocasiões - por um carro que ofereça bastante espaço para a família, para equipamentos de lazer, para as necessidades de trabalho ou de viagem, mas sempre com agilidade e estabilidade extraordinárias e supremo desempenho. Neste estudo de design, essas qualidades são garantidas por um desenho sofisticado acoplado a inovações tecnológicas e a um motor AMG de alto desempenho.

A aparência dinâmica é dominada, antes de tudo, pela linha da capota, que une as colunas A e C numa curva suave. Ela enfatiza a silhueta alongada de um veículo de estudos, e indica, em termos muito diretos, que sob a espaçosa carroçaria bate um coração totalmente esportivo. As grandes rodas, de 22 polegadas, e o perfil em cunha, reforçam essa impressão.

Na capota, uma grande área de vidro eletrocrômico estende-se do pára-brisa à traseira, com os ocupantes podendo alterar o escurecimento, a proteção contra o sol, ao toque de um botão. Igualmente notáveis são as janelas: a falta de uma coluna B cria uma grande área envidraçada, reforçando a aparência esportiva do veículo. Portas de borboleta são outro ponto alto deste estudo: elas abrem em direções opostas, cada uma a 90 graus, oferecendo facilidade única de acesso e abrindo novas possibilidades de design do interior.

Materiais acabados a mão no interior

Materiais de alta qualidade, como madeira, couro e alumínio, trabalhados a mão, estão por trás da sensação única que o Vision GST oferece em seu interior. Um conceito de iluminação sofisticado, com um novo tipo de faixa iluminada no forro do teto, nos painéis de porta e no túnel central, reforçam sua atmosfera luxuosa. Os bancos são confortáveis e eletricamente ajustáveis, com cintos de segurança integrados. Uma terceira fileira de bancos, para mais dois passageiros, é disponível, o que significa que o GST pode levar seis pessoas com conforto.

A característica que mais chama atenção no painel de instrumentos é um console central que parece levitar: são na realidade dois painéis em alumínio e vidro escuro, que acomodam a tela em cores, o toca-CD, o rádio e boa parte dos elementos de controle. O monitor pertence ao sistema de navegação, e é controlado por um novo tipo de software que projeta na tela mapas urbanos e rodoviários, flechas direcionais e elementos gráficos, com efeito tridimensional. Os instrumentos azuis do cockpit também se utilizam desta nova tecnologia de display, ou mostra. Um sistema de entretenimento, com toca-DVD e videogames, é disponível para os passageiros de trás.

Equipamento de alta tecnologia e inovações Mercedes-Benz

Sob o capô do Vision GST está um motor Mercedes-AMG de oito cilindros em V, com 5,5 litros de deslocamento e 365 cavalos de potência. Outros pontos altos deste veículo de estudo incluem o sistema 4-ETS de tração nas quatro rodas, eletronicamente controlado, utilizado nas Classes M e G, o sistema de suspensão pneumática AIRMATIC e o novo sistema Sensotronic Brake Control de frenagem a alta pressão. Os grandes discos de freio são feitos de cerâmica reforçada com fibra de vidro. A proteção dos ocupantes é ampliada pelo novo sistema PRE-SAFE, que detecta a possibilidade de uma colisão e ativa os tensionadores de cinto antes do impacto.

O novo SL faz sua primeira apresentação americana

O novo Mercedes-Benz SL está fazendo sua primeira apresentação pública na América do Norte, no Salão de Detroit. O atraente veículo de dois lugares celebrou sua première mundial em julho de 2001, e desde o terceiro trimestre daquele ano está disponível nas revendas européias. Dotado de avançadíssimos sistemas eletrônicos como ABC, ESP e SBC, que pela primeira vez trabalham em conjunto, o SL estabelece novos padrões em termos de segurança ativa. Nenhum outro carro de produção em série oferece tantas inovações em termos de tecnologia de suspensão e freios quanto este roadster Mercedes. O novo SL é o primeiro carro do mundo equipado de fábrica com o sistema eletrohidráulico de freios Sensotronic Brake Control- SBC.

O design externo do novo SL 500 reflete a avançada tecnologia deste carro esporte, que simultaneamente evoca o prazer e a excitação de andar num carro aberto. Seus designers incluíram toques discretos do original de 1954, modelo no qual a série foi baseada, garantindo continuidade à rica tradição histórica da Classe SL.

A integração perfeita do recém-desenvolvido vario-roof, teto variável, ilustra também a alta qualidade de design do novo SL, que projeta as mesmas sensações com o teto fechado ou aberto: puro prazer de dirigir, aliado a uma elegância única.

Para garantir a experiência dinâmica de um carro esporte, o SL é equipado com um potente motor V8 de cinco litros que desenvolve 310 cavalos de potência e 460 Nm de torque. Este motor está entre os mais potentes de sua classe, atende às mais altas restrições de emissões de gases especificadas no padrão EU4, e acelera o novo SL 500 de 0-100 Km/h em apenas 6,3 segundos.

O SL 55 AMG oferece ainda mais potência e torque. Sob o capô vai um motor V8 com supercompressor, que desenvolve 482 cavalos de potência e o torna o modelo mais potente da atual gama de automóveis Mercedes-Benz. Este motor tem um torque máximo de 700 Nm a apenas 2.650 rpm, o mais alto de todos os motores V8 de carros esporte, e acelera o SL 55 de 0-100 km/h em apenas 4,7 segundos.

A Classe G terá ESP e tração eletronicamente controlada nas quatro rodas

Além do modelo Classe M 2002, com melhorias de desenho e tecnologia, e que está sendo lançado com dois poderosos motores V8, a marca Mercedes-Benz estará também presente no Salão de Detroit com o veículo cross-country G 500, agora também disponível no mercado americano.

Clássico entre os veículos cross-country, a Classe G vem com motor V8 da Classe S, com potência de 209 cavalos e torque de 456 Nm a apenas 2.800 rpm. A partir do segundo trimestre deste ano, a Mercedes-Benz estará equipando todas as versões da Classe G com o programa de estabilidade eletrônica, ESP, e com assistência automática de frenagem, significando que este veículo cross-country, atravessa-mato e fora-de-estrada, agora conta com o melhor e mais poderoso sistema de segurança ativa atualmente disponível. O sistema de tração nas quatro rodas da Classe G foi otimizado com o uso do melhor de sistema de tração eletronicamente controlado, o 4-ETS, que melhora a estabilidade na aceleração e sobre superfícies deslizantes. Ao passar por terrenos difíceis, o piloto da Classe G poderá selecionar três tipos de travamento de diferencial.

Mecânica Online - DaimlerChrysler

FIAT DOBLÒ
Mecânica evoluída para um veículo moderno

Tudo no Fiat Doblò, da escolha dos materiais de revestimento aos menores componentes, foi projetado visando o conforto, a segurança e a confiabilidade. Com a mecânica não poderia ser diferente.

Dela, afinal, dependem o desempenho do veículo em qualquer condição de rodagem e a integridade dos ocupantes nas situações mais críticas. Para o Fiat Doblò foram escolhidos sistemas robustos e duráveis, que proporcionam conforto aos ocupantes e reações rápidas frente a circunstâncias imprevistas. Assim, a experiência de dirigir ou viajar no Fiat Doblò torna-se ainda mais segura e aprazível.

SUSPENSÃO
Proporcionar segurança, conforto e estabilidade são as funções básicas de um sistema de suspensão. Ele deve permitir ao veículo encarar qualquer tipo de percurso, absorvendo sempre as irregularidades do piso (sem transmiti-las aos ocupantes) e mantendo o veículo firmemente plantado no solo com máxima aderência. Para o motorista, isso significa segurança na condução e confiança nas reações do veículo. Para os passageiros, um rodar macio e sem solavancos. O sistema de suspensão que equipa o Fiat Doblò faz exatamente isso, comportando-se de modo muito próximo aos automóveis de passeio convencionais.

Na dianteira, o Fiat Doblò possui um sistema com molas independentes tipo McPherson. Amortecedores e molas funcionam como elementos amortecedores e elásticos, estruturais e cinemáticos. Seus principais componentes são: Molas helicoidais tipo "side-load". Descentralizadas em relação à linha do impulso proveniente das cargas do solo, elas reduzem as forças tangenciais sobre a haste do amortecedores, absorvendo melhor as irregularidades do piso, principalmente em curvas.

Braços oscilantes com buchas dianteiras e traseiras alinhadas horizontalmente e rigidez diferenciada, absorvem as pequenas irregularidades do piso - ou seja, as vibrações transmitidas aos ocupantes - e ao mesmo tempo garantem absoluto domínio do veículo nas curvas.

Travessa de aço de alta resistência projetada para suportar cargas particularmente severas e receber os braços da suspensão. Fica ancorada rigidamente à carroceria. É capaz de filtrar os ruídos de ingresso no habitáculo.

Amortecedores hidráulicos telescópicos com duplo efeito (comportam-se de modo diferente na compressão e na distensão), para amortecer as oscilações verticais sem gerar ou transmitir ruídos e vibrações. A menor rigidez dinâmica do coxim e a maior rigidez da zona de fixação superior reduzem os ruídos que ingressam na carroceria.

Na traseira, o Fiat Doblò possui eixo rígido, molas semi-elipticas e barra estabilizadora transversal. Esta conformação é simples, robusta e de fácil manutenção. Ademais, a calibragem "soft" das molas semi-elípticas proporciona maior conforto aos ocupantes, não importam as condições do piso.

FREIOS
Segurança e reações precisas foram os principais parâmetros que nortearam a escolha do sistema de freios que equipa o Fiat Doblò. Na dianteira ele traz discos ventilados com 257 milímetros de diâmetro, para garantir a eficiência da frenagem, a resistência à fadiga, um menor desgaste das pastilhas e máxima confiabilidade. Na traseira, freios a tambor -- de 228 mm de diâmetro --, com sapatas autocentrantes que recuperam a folga automaticamente. Essa disposição assegura um curso reduzido do pedal e seu funcionamento constante e confiável ao longo do tempo.

Para aumentar a eficiência da frenagem e exigir menor pressão no pedal, o sistema vem com servofreio de 9 polegadas.

Em todas as versões do Doblò há um corretor de frenagem com carga variável. Ele reparte com precisão a intensidade de frenagem sobre o eixo traseiro em qualquer condição de carga e reduz o espaço de parada. O corretor de frenagem é eletrônico quando o Doblò vem equipado com ABS.

O ABS, opcional disponível em todas as versões, possui quatro sensores ativos, quatro canais, uma central hidráulica, oito eletroválvulas e repartidor de frenagem EBD (Electronic Brake Distribution). O ponto forte do sistema são os sensores ativos, que processam dados relativos à velocidade das rodas (em vez de enviar esses dados à central) e podem ler valores próximos de zero -- os sensores passivos não registram velocidades inferiores a 2,5 km/h.

O repartidor eletrônico EBD complementa o moderno sistema ABS. Ele subdivide a ação frenante entre as quatro rodas, impedindo o bloqueio das traseiras e assegurando uma resposta equilibrada do veículo em qualquer situação de frenagem. E mais: o EBD adapta a resposta do sistema às condições de aderência das rodas e à eficiência das pastilhas. Isso só aumenta a eficiência da frenagem ainda mais.

DIREÇÃO
A direção hidráulica, item de série tanto do Fiat Doblò EX (equipado com motor 1.3 16V) quanto do Fiat Doblò ELX (motor 1.6 16V), é leve, precisa e ágil, permitindo manobrar o veículo rapidamente com pouquíssimo esforço. Ela oferece máxima comodidade e segurança na condução do veículo.

Mecânica Online - Fiat Press

LANÇAMENTOS
GMB lança Série Expression 2002

A General Motors do Brasil está lançando mais uma novidade no mercado, a Série Especial Expression para a dupla campeã de vendas entre os sedãs em seus segmentos, Astra Sedan e Vectra. Seguindo a fórmula de sucesso da Série Milenium, a Série Especial Expression foi criada para oferecer a melhor relação custo-benefício, privilegiar o conforto e a elegância nos veículos, que além de completos em itens de segurança, agregam tecnologia de última geração.

A Série Expression incorpora nos dois modelos os itens mais desejados pelo consumidor, como ar-condicionado, alarme e rádio AM/FM e CD Player com controle remoto no volante, que são disponíveis como opcionais para os demais veículos da linha Astra e Vectra.

"Baseamo-nos na aplicação dos opcionais mais requisitados nas linhas Astra e Vectra e incluímos como ítens de série todos aqueles que o cliente Chevrolet mais valoriza, daí o nome Expression, que expressa o desejo e a necessidade desse consumidor, a um preço também especial", diz o diretor geral de Vendas e Marketing da General Motors do Brasil, Joseph DaMour.

Compacto e moderno, com uma dirigibilidade surpreendentemente agradável, o Astra Expression é um carro para pessoas dinâmicas e que apreciam o requinte e têm prazer em dirigir. O perfil desse exigente consumidor: 63% homens , 76% casados com filhos em casa, 59% com idade entre 35 e 54 anos, 56% com 3º grau completo ou pós-graduação.

Para pessoas ativas e arrojadas, o Vectra Expression é um sedã médio cujo design único e sofisticado o tornam o carro dos sonhos. Dessas pessoas, 88% são homens, 77% casados com filhos em casa, 67% com idade entre 35 e 54 anos, 62% com 3º grau completo ou pós graduação.

Conteúdo

Além de todas as novidades de série das linhas Astra e Vectra 2002, a Série Expression oferece conteúdo ainda mais completo.

Os itens a seguir são comuns aos dois sedãs:

Na parte externa, emblemas "Expression" aparecem nas portas dianteiras, personalizando a série; as maçanetas, as molduras laterais e do porta-malas, capas dos espelhos retrovisores e saias laterais são na cor do veículo. Faróis de neblina e rodas de alumínio aro 15" completam e harmonizam o conjunto. No interior, os tecidos que revestem os bancos são exclusivos da Série Especial Expression. São também itens comuns aos dois veículos o ar-condicionado, rádio AM/FM com CD player e comandos no volante, sistema de alarme anti-furto e as luzes de leitura dianteiras e traseiras, o dispositivo de regulagem elétrica de altura dos faróis e sombreiras com espelhos e iluminação para o motorista e passageiro.

O Vectra Expression 2.2 oferece ainda controle eletrônico de ar-condicionado, espelho retrovisor interno eletrocrômico, volante revestido em couro, grade do radiador com moldura na cor do veículo e freio traseiro a disco. O Astra e o Vectra Expression também incorporam os seguintes itens, que são de série para toda a linha 2002 do Astra e Vectra:

Vidros elétricos com sistema um toque para subida e descida;

Sistema anti-esmagamento e fechamento automático com acionamento remoto;

Espelhos retrovisores externos elétricos;

Trava elétrica das portas com acionamento remoto "keyless entry system";

Banco traseiro com encosto bipartido rebatível descansa braços central;

Cinto de segurança central traseiro de três pontos;

Sistema de travamento automático das portas ativado pelo movimento do veículo;

Faróis com desligamento automático temporizado.

TEST DRIVE MECÂNICA ONLINE
Peugeot 206: design, dinamismo e performance
Versão testada pela Equipe da Mecânica Online foi bastante bem na cidade

O novo Peugeot 206 1.0 16 válvulas, consegue reunir design, dinamismo e performance, oferecendo linhas harmoniosas que combinam modernidade, arrojo e sedução.

Recém-chegada ao Brasil, a Peugeot tinha que oferecer um produto de qualidade e com preço competitivo. E conseguiu. Tanto externamente como no interior é notável o cuidado com os detalhes.

Entre os equipamentos básicos estão a regulagem de altura do volante, trava de segurança nas portas traseiras, para evitar que crianças abram e sofram acidentes, regulagem de altura dos faróis, vidros verdes, alarme para avisar a chave na ignição ou luzes acesas, abertura das portas com controle remoto.

No trânsito recifense o Peugeot 206 mostrou-se o quanto é arrojado. As 16 válvulas contribuem para o carro ter saídas rápidas e aceleração forte. Mas outro recurso que assegura o bom desempenho é a relação curta das marchas e o ajuste para que o motor, de 70 cavalos de potência gire, sempre em alta rotação. Esta solução evita constantes reduções de marchas.

O propulsor é o mesmo que equipa o Renault Clio e as alterações mecânicas deixaram o ronco mais forte, passando a sensação de um esportivo para quem está dentro do habitáculo.

Pisando fundo, é possível alcançar os 160km/h e fazer de zero a 100km/h na casa dos 15 segundos. O espaço interno é outro ponto forte. O pára-brisa amplo tem ângulo bem aberto e a distância entre eixos assegura conforto para quem viaja no banco traseiro. O porta-malas, contudo, foi sacrificado e só tem capacidade para 245 litros.

Consumo - Na cidade, segundo o fabricante, o 206 faz 14,7 km/l. Na estrada, o desempenho do francês surpreende, com 21,7 km/l. E para situação mista chega a 17,5 km/l.

Segundo o gerente comercial de uma das concessionárias Peugeot do Recife, Franklin Medeiros, o Peugeot 206 Soleil avaliado, com três portas, CD player, vidros e travas elétricas, ar-condicionado e direção hidráulica custa R$ 25.410,00.

Tarcisio Dias - Mecânica Online

ESPAÇO
Nasa cria novos jipes para pesquisar a superfície de Marte

Cientistas do Laboratório de Propulsão a Jato (JPL) da Nasa, a agência espacial norte-americana, estão desenvolvendo pequenos jipes que um dia irão explorar os escarpados montes e vales da superfície de Marte.

Essa nova categoria de exploradores, que usa tecnologias de miniaturização (nanotecnologia), está sendo desenhada especialmente para investigar as paredes dos penhascos marcianos, onde os cientistas -baseados em recentes imagens da sonda Mars Global Surveyor- acreditam que haja concentração de minerais provenientes da evaporação da água.

Segundo fotos enviadas pela Surveyor, a superfície marciana é repleta de canais, pelos quais provavelmente correu água há alguns milhares de anos.

Chamados de "robôs-penhasco", os novos jipes exploradores vão trabalhar sozinhos ou em equipes de três unidades. Dois deles ancoram-se na borda do desfiladeiro, enquanto o terceiro -seguro por cabos- pode descer a parede em ângulos superiores a 60 graus.

"Nós sabemos que as informações históricas e científicas mais interessantes e importantes de Marte virão desse terreno inacessível. Alcançar esses pontos -navegando por eles ou explorando-os- vai exigir o trabalho conjunto de novos tipos de veículos-robôs", diz Paul Schencker, supervisor do grupo de tecnologias mecânicas e robóticas do JPL.

"Isso inclui sistemas de escavação que podem vencer as bases montanhosas de montes e descer pela encosta para estudar as camadas externas da terra e poder determinar suas respectivas idades", diz.

No ano passado, o JPL também desenvolveu e demosntrou um robô que pode atravesar terreno arenoso em ângulos de 40 a 50 graus. Parecidos com um animal ágil, esse explorador de todos os tipos de terreno pode ser mecanicamente reconfigurável de modo a ter seu comportamento adaptado conforme sua posição, o terreno explorado e o equilíbrio.

Mecânica Online

TEST DRIVE MECÂNICA ONLINE
Peugeot 206: análise do test drive
Confira como se saiu o modelo testado pela nossa equipe

Apresentamos a nossa análise desse modelo que ainda vai fazer muito sucesso. Um carro bastante disposto, que não deixou nada a desejar aos modelos considerados mais populares.

Perfeito para ser conduzido na cidade, o carro é de fácil dirigibilidade, estando sempre disposto a correr mais. A primeira impressão que fica é que o carro corre bastante, que é reflexo do torque e das relações curtas das marchas. Com certeza, se você deseja um carro para rodar na cidade, ida e vinda do trabalho, o Peugeot 206 é um carro que merece ser conhecido.

O motor equipado com software “inteligente”, programado para se auto-adaptar ao modo de condução de cada motorista, responde com precisão tanto em conduções na estrada quanto no pára-e-anda da cidade.

O motor 1.0 litro é montado transversalmente, com 999 cm³ de cilindrada, dotado de quatro cilindros em linha. Desenvolve potência máxima de 70 cv a 5.500 rpm, um dos melhores do seu segmento, e um torque de 9,3 mkgf a 4.200 rpm, possibilitando aceleração de 0 a 100 km/h em 14s4 e velocidade máxima de 160 km/h, segundo a fábrica.

DADOS DO VEÍCULO

Fabricante: Peugeot
Modelo: 206
Ano Modelo: 2001/2001
Versão: Soleil
Motorização: 1.0
Válvulas: 16
Quilometragem analisada: 4000Km

Tarcisio Dias - Mecânica

ENGENHARIA
Salvando vidas brincando

         Entre 1961 e 1999, aconteceram 281.241 acidentes na Região Metropolitana do Recife (RMR). Nestes últimos quarenta anos, 121.727 pessoas ficaram feridas e 6.821 pernambucanos foram vitimados pelo trânsito nas vias urbanas e estradas que circundam a cidade. Atualmente, o trânsito mata uma pessoa a cada dois dias na RMR. Em 1999, 568 pessoas foram a óbito na rede pública Estadual em decorrência de acidentes de trânsito.

Objetivo : reduzir o número de acidentes e vítimas de trânsito em todo o Estado, concentrando ações na Região Metropolitana do Recife (RMR)

Órgãos envolvidos - Secretaria de Infra-Estrutura, Departamento Estadual de Trânsito (DETRAN), Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU), Batalhão de Policiamento de Trânsito (BPTran) e Polícia Militar de Pernambuco (PM-PE)

Início - 18 de setembro, em conjunto com o lançamento da Semana Nacional de Trânsito (SNT), cujo tema foi Faixa de pedestres: A vida pede passagem.

Ações

Institucionais - várias instituições e órgãos foram visitados para que se engajassem na campanha. Durante a SNT, os 400 carteiros funcionários dos Correios distribuíram 25 mil panfletos educativos e usam até hoje, camisetas com a logomarca da campanha. O Banco do Estado de Pernambuco (BANDEPE) traz, nos extratos mensais de seus clientes, mensagens alusivas à educação de trânsito. O mesmo procedimento será adotado em breve pela Companhia Pernambucana de Saneamento (COMPESA).

Arte-educadores - Desde o dia 18 de setembro, arte-educadores vêm orientando motoristas e pedestres quanto ao uso correto da faixa. Mais de 50 pontos de grande fluxo da RMR já foram contemplados e a equipe de arte-educadores foi ampliada de 40 para 52 pessoas e são divididos em três grupos:

Palhaços-educadores - foram os primeiros 40 artistas atuantes. Vestem-se como palhaços e usam as camisas da campanha.

Super-heróis - Lançados no dia 09 de outubro, são quatro duplas antagonistas formados pelos heróis (Super-faixa) e os anti-heróis (Caveirinha). Um estimula o bom comportamento no trânsito enquanto o outro parabeniza aqueles que não respeitam a faixa, dizendo que se transformarão nele.

Educadores-ciclistas - lançados no dia 07 de novembro, os quatro ciclistas estão vestidos como os palhaços. Em compensação, estão montados em bicicletas devidamente equipadas e trafegam pelas ruas e avenidas do Grande Recife enquanto orientam os ciclistas.

Cronograma de ações:

18 de setembro - Lançamento do projeto junto à sociedade. Atuação de arte-educadores em pontos de grande fluxo de veículos na RMR

19 de setembro - Faculdade de Direito de Caruaru - Os alunos do Diretório Acadêmico daquela Universidade promoveram ações educativas em Caruaru.

21 de setembro - Prêmio - entrega do prêmio “Brasil 500 anos: Em Terra Firme; Trânsito Seguro à Vista”, que teve participação de mais de 800 alunos das redes pública e particular de ensino. O aluno da Escola Recanto, Mateus Farias, vence o prêmio DENATRAN de segurança e trânsito. A entrega do prêmio foi feita posteriormente (dezembro), em Brasília.

23 de setembro - Dia da Oração - a Arquidiocese de Olinda e Recife promoveu, em todas as paróquias da Região Metropolitana, o Dia da Oração pelas vítimas de trânsito.

27 de setembro - Palestra para PM - o Coronel Renato Azevedo, ex-comandante do Policiamento de Trânsito do DF visita Recife e ministra palestra para todo o oficialato da PM de Pernambuco.

04 de outubro - Copa João Havelange - Durante os principais jogos do Campeonato, o DETRAN instalou faixas de pedestre nas saídas dos vestiários dos estádios em que aconteciam as partidas. No primeiro jogo, Santa Cruz e Sport levaram 59 mil pessoas ao Arruda, local do evento.

09 de outubro - lançamento do Super-faixa e Caveirinha.

11 de outubro - Visita do Diretor do Departamento Nacional de Trânsito - DENATRAN - Délio Cardoso a Recife. O Diretor visita as faixas e concede entrevistas para os meios de comunicação, incentivando o projeto.

19 de outubro - Apresentação da peça “O Circo chegou e o Palhaço sumiu”, nas dependências do Museu do Estado de Pernambuco (MEP), durante o Salão de Artes Pernambucanas. A peça. Patrocinada pelo DETRAN, contém ensinamentos de educação de trânsito e foi assistida por mais de 3.000 crianças. O DETRAN manteve, entre os meses de setembro e novembro, período do Salão de Artes, stands interativos onde educadores do DETRAN matinham brincadeiras permanentes com as crianças e distribuíam material educativo alusivo ao trânsito.

06 a 10 de novembro - Semana de prevenção de Acidentes do Shopping Center Recife. O maior Shopping do Brasil promoveu ações educativas nas 10 faixas de pedestres situadas no estacionamento do Centro de Compras .

07 de novembro - Blitze educativas para ciclistas. Neste dia foram lançadas as blitze educativas para ciclistas, que são abordados por policiais da PM nos Bloqueios de Segurança Integrado (BSI) e convidados a assistir uma mini-palestra sobre a maneira certa de circular nas vias e quais são os equipamentos obrigatórios, exigíveis a partir de 1º de janeiro deste ano. Quem assiste à mini-aula recebe adesivos refletivos para pedais como forma de estimular a aquisição dos equipaments obrigatórios

09 a 19 de novembro - Noites do Terror do PlayCenter - o maior parque de diversões do Estado incluiu, na programação do evento, o tema trânsito, alertando jovens e adolescentes quanto aos acidentes, excesso de velocidade e ingestão de bebida alcóolica.

20 de novembro - Operação Calçada Livre - O BPTran iniciou uma oeração nos 16 maiores corredores de tráfego da RMR para retirar os veículos estacionados nas calçadas, que obrigam os pedestres a circularem pelas ruas.

27 de novembro - Mltas para motoristas que não respeitarem a faixa - após dois meses de intensa campana educativa ns ruas da RMR, o DETRAN e o BPTran passaram a cobrar maior responsabilidade dos motoristas que não respeitassem a faixa. O órgão veiculou intensa campanha televisiva e de rádio informando o valor das multas para quem infringisse as normas.

24 a 27 de novembro - II Jogos Abertos da Terceira Idade. O DETRAN ministrou palestras para os participantes dos Jogos.

06 de dezembro - I Feira de Educação de Trânsito. Na Feira, 14 escolas das redes pública e particular de ensino apresentaram trabalhos desenvolvidos pelos alunos quanto ao tema educação de trânsito de forma traversalizada.

22 de dezembro - Confratenização da Alegria. Nesta Sexta-feira, os 54 arte-educadores da campanha visitaram as alas pediátricas e de traumatologia dos hospitais Restauração, Getúlio Vargas e Otávio de Freitas. No total, 358 presentes foram entregues e os educadores puderam levar mensagens de conforto às vítimas de trânsito e alegria aos demais pacientes internados naqueles hospitais, estendendo a mensagem de Paz no Trânsito a todos os motoristas e pedestres do Estado.

05 de janeiro - Turistas/ Recife Antigo - Durante as sextas e sábados de janeiro, quatro arte-educadores promoveram performances na Rua do Bom Jesus, orientando pedestres e realizando testes de alcoolemia entre os freqüentadores da redondeza.

08 de janeiro - Turistas/ Aeroporto - Os turistas que chegarem a Recife pelo Aeroporto Internacional do Guararapes se depararam com um arte-educador na faixa de pedestres que fica situada em frente ao setor de embarque e desembarque de passageiros. Desta forma, o órgão pretende conscientizar não apenas os habitantes da Região Metropolitana do Recife (RMR), mas todos aqueles que chegam à cidade.

15 de janeiro - Turistas estrangeiros - 16 arte-educadores tiveram aulas de inglês para orientar turistas estrangeiros que visitam a cidade. Os artistas ficaram em locais de grande fluxo de estrangeiros como a Orla de Boa Viagem, em frente aos hotéis.

26 de janeiro - Metrô - Cerca de 170 mil usuários utilizam o Metrô diariamente. No dia 26 de janeiro, DETRAN e METROREC iniciaram ações educativas na Estação Central do metrô e dentro dos vagões que fazem a linha TIP/ Recife e Jaboatão/ Recife. Na estação, dois arte-educadores recepcionam os usuários que chegam ao centro da cidade. Nos trens, um arte-educador troca sistematicamente de vagão entre as estações. Na faixa de pedestres defronte à estação, outra arte-educadora orienta pedestres sobre a maneira correta de atravessar sobre a faixa.

27 de janeiro - Prêmio APACEPE de Teatro e Dança - o DETRAN recebeu da Associação dos Produtores de Artes Cênicas do Estado de Pernambuco, o Troféu APACEPE de Teatro e Dança, destinado às empresas que contribuíram com o desenvolvimento do setor no Estado. O DETRAN foi agraciado por abrir mercado de trabalho a 54 artistas pernambucanos que trabalham como arte-educadores no Projeto Vida no Trânsito.

06 de feveiro - O Jornal do Commercio publica matéria sobre a situação do trânsito na Região Metropolitana do Recife. Na reportagem, de acordo com dados fornecidos pela Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU), houve 30% de redução no número de atroplemantos no ano de 2000. Ainda de acordo com o JC, um dos fatores que contribuíram para esta queda foi o Projeto Vida no Trânsito.

07 de fevereiro - Brigadas Mirins - Na volta às aulas, a Diretoria de educação de trânsito entrou em contato com alguns dos grandes estabelecimentos de ensino na RMR. No horário de entrada dos estudantes, grupos de dez alunos, apoiados por policiais do BPTran e de erta-educadores ajudam seus colegas de escola a atravessar corretamente sobre a faixa de pedestres.

09 de fevereiro - Arte-educadores assumem personagens carnavalescos - Os arte-educadores passam a usar indumentária carnavalesca que resgata as seis principais manifestações e folguedos populares de Pernambuco : passistas de frevo, caboclinhos, papangus, caboclos de lança do Maracatu Rural, reisado e burrinhas.

19 de fevereiro - Município de Paulista abraça Projeto - A campanha educativa do DETRAN/PE em respeito à faixa de pedestre é estendida à Paulista, com apoio da Guarda Municipal, Arte-educadores e Brigadas Mirins da Escola Firmino Veiga

20 de fevereiro - Elogio da Assembléia Legislativa - o Deputado Lula Cabral (PFL) pediu à Tribuna da Assembléia um voto de aplauso e congratulações ao DETRAN/ PE pelo desempenho da campanha Vida no Trânsito. Cita a redução de atropelamentos e a valorização da vida.

23 de fevereiro - Corredor da Folia - Na Sexta-feira da semana pré-carnavalesca, 25 arte-educadores passaram a manhã concentrados na Avenida Conde da Boa Vista, em frente à Estação Central do Metrô e Aeroporto, locais de ampla concentração de pedestres. A ação foi uma despedida calorosa dos arte-educadores, que se retiraram das ruas durante sos festejos carnavalescos .

08 de março - Metropolitana abraça Projeto Vida no Trânsito. A empresa de ônibus lança o Vida no Trânsito na companhia com o objetivo de disseminar entre seus 470 motoristas de ônibus o respeito à faixa de pedestres. Foram distribuídos/ afixados folders educativos e cartazes nos 30 terminais de ônibus da empresa na Região Metropolitana do Recife (RMR)

07 de abril (Semana Santa) - Operários da Vida na BR-232

Entre os dias 7 e 15 de abril, o DETRAN colocou, ao longo da BR-232, 25 Operários da Vida, novos personagens trajados de operários devido às obras da rodovia BR-232, maior obra rodoviária em andamento no País. Munidos de placas educativas, os arte-educadores chamaram atenção dos motoristas quanto aos cuidados redobrados que deveriam ser tomados devidos aos trechos em obra.

11 a 15 de abril - Paixão pela Paz - Entre os dias 11 e 15 de abril, os já conhecidos palhacinhos da faixa orientaram os espectadores da paixão de Cristo do Recife. Nos arredores do Estádio do Arruda, os arte-educadores distribuíram 3 mil flores de Ikebana (uma doação da Igreja Messiânica) ao público do espetáculo.

23 de abril - Caxangá - de 23 de abril a 25 de maio, 20 arte-educadores e uma dupla de Super-faixa e Caveirinha realizaram ações educativas em sete pontos ao longo da Caxangá. A avenida, que registra um fluxo diário de 61 mil veículos, é a primeira no ranking de vítimas da cidade (registrando 11 mortos e 117 feridos em 2000).

02 de maio - Garanhus - Segundo município a se engajar na campanha, Garanhuns abraçou o projeto Vida no Trânsito nos dias que antecederam a Garanheta (festival fora de época da cidade). As ações aconteceram no cruzamento entre a Rua Nilo Peçanha e a Avenida Dr. José Mariano, no centro da cidade, que conta com 17.774 veículos registrados e cuja população é formada por 114 mil habitantes.

Curiosidade : Em maio o arte-educador Frederico Seabra recebeu correspondência do turista canadense Glen Petrie. Na cartinha, Petrie enviava foto que havia feito de Frederico e agradecia pela orientação que recebeu em inglês por ocasião de sua visita ao Recife no verão de 2001.

30 de maio - o Projeto Vida no Trânsito chega a Limoeiro, terceira cidade a aderir ao Projeto. Durante um mês, arte-educadores orientaram a população de 56.301 habitantes do município, localizado a 90km de Recife. Com uma frota de 5.280 veículos registrados, Limoeiro passa a ser o terceiro município a aderir à campanha de forma espontânea, precedido por Paulista e Garanhuns, que já aderiram ao projeto.

15 de junho - Entre os dias 15 de junho e 01 de julho, os motoristas que trafegaram pela BR-232, no trecho entre Recife e Caruaru, presenciaram a ação dos Operários da Vida, personagem especialmente criado para orientar os motoristas quanto ao cuidado necessário devido às obras que estão sendo desenvolvidas na rodovia. Os Operários da Vida estiveram distribuídos em sete pontos estratégicos ao longo da BR-232 orientando motoristas durante as sextas, sábados e domingos, apoiando o trabalho da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Foram distribuídas revistinhas em quadrinhos para as crianças com os arte-educadores dando dicas de segurança.

03 de julho - lançamento da segunda fase da campanha : velocidade
A partir desta data, os arte-educadores foram colocados nos corredores que registravam desenvolvimento de alta velocidade e o gestual foi alterado, de forma a pedir aos condutores que tivessem calma no trânsito, estimulando a desaceleração dos veículos.

Mecânica Online
Iara Lima - Assessora de Comunicação do DETRAN/ PE

CIÊNCIA DA MECÂNICA
Uso de Anti-Congelante no Radiador do Automóvel

Olá, como foram nas Festas de Natal e Ano Novo? Antes de comentar a questão do mês (ano?) passado, gostaria de desejar a todos um Próspero Ano Novo, com votos de muitas felicidades, paz, saúde, dinheiro e atenção especial pois este é um ano de eleições muito importantes para o povo brasileiro.

Assim, é hora de começarmos a nos ocupar (ou seja, a nos pre-ocupar) com a escolha dos candidatos que já estão aparecendo. Devemos votar naqueles que considerarmos os melhores, independentes de sexo, e não naqueles que nos são simpáticos por serem bonitos, importantes ou famosos, não é mesmo? Bem, vamos ao nosso assunto. Mês passado levantei a questão do uso do fluido anti-congelante nos nossos carros. Será que há alguma necessidade neste uso?

Como vocês sabem, os frentistas dos postos de gasolina têm o maior interesse em fazer com que consumamos outros produtos que não a gasolina (ou álcool). Infelizmente, o treinamento que eles recebem é muito deficiente no quesito técnico e muito eficiente nas técnicas de convencimento (bem, isto talvez seja um dom natural, mas que pode ser sempre melhorado).

Assim, basta abrir o capô do carro que o "especialista" olha rapidamente para o reservatório do fluido do radiador, ansiando para sugerir uma "troca rápida pois o nível está baixo", "a cor do líquido está ruim", ou qualquer outro argumento.

Como se nossos olhos (ou o deles!) pudessem ser capazes de tal sensibilidade.

Experiência deles? Claro, experiência aprendida com a arte de procurar vender. Fato é que só conheço um posto no Rio de Janeiro que tem um indicador do índice de refração daquela mistura. Dependendo da concentração do fluido, a densidade da mistura muda e com ela, o índice de refração.

Mediante uma calibração, pode-se saber, com alguma margem de erro, claro, qual é a proporção entre o fluido, chamado de etileno glicol, e a água. Em tese, se a proporção for muito inferior a 50%, convem a troca ou pelo menos, completar o nível do reservatório com mais fluido. Mas a pergunta que faço é simples: qual a relação entre a densidade ou o índice de refração com a capacidade de refrigeração da mistura? Ou seja, a questão que quero examinar aqui é outra, diz respeito ao próprio uso do fluido. Vamos lá?

No que eu aprendi após ter conversado com diversos frentistas, o fluido refrigerante deve ser usado pelas razões:
1. Efeito anti-congelante;
2. Elevação da temperatura de ebulição;
3. Efeito anti-ferrugem;
4. Pela cor forte utilizada, pode-se identificar facilmente vazamentos no circuito de arrefecimento.
Nesta coluna, vou discutir os dois primeiros ítens, por dizer respeito às questões que eu estudo. Entretanto, vou começar declarando: "Não há nenhum argumento razoável que justifique o uso de uma mistura etileno glicol-água nos radiadores dos automóveis, como fluido refrigerante, nas regiões quentes do Brasil"

Como tenho procurado mostrar, a ciência é uma forma poderosa de busca de informação sobre os processos naturais ou artificiais que envolvem o cotidiano da vida. Não é a resposta para tudo mas certamente oferece muitas explicações interessantes e comprováveis. Assim, vamos estudar o problema da adição de um componente (etileno glicol) em outro (água), a partir do entendimento do que acontece com um deles. Por todos os motivos, vou começar a estudar o comportamento da água no tocante ao nosso problema.

A experiência indica que água pura, na pressão atmosférica normal, isto é, ao nível do mar, solidifica (isto é, congela) a 0 C e vaporiza (isto é, entra em ebulição virando vapor) a 100 C. Nesta sentença, temos vários termos importantes que definem o problema:
· Água pura;
· Pressão Atmosférica Normal;
· Solidificação;
· Vaporização;

Assim, se alterarmos alguns destes componentes, o resultado final será alterado: isto é, a solidificação e a vaporização poderão acontecer em outras temperaturas. Na dúvida? Experimente trocar a água pura por álcool etílico (etanol) ou amônia. À pressão atmosférica normal, o etanol entra em ebulição a 78,5 C e a amônia vaporiza a 33,5 C. Isto é, a natureza das substâncias definitivamente afeta as suas propriedades. O efeito da pressão é também bastante conhecido, bastando lembrar o que acontece com as panelas de pressão.

Nelas, o tempo de cozimento dos alimentos diminui, visto que a temperatura de ebulição da água aumenta ligeiramente (para uns 110 C). Por outro lado, em lugares altos, a pressão atmosférica diminui (pois diminui a espessura da camada de ar da atmosfera sobre a superfície da Terra) e com isto, água ferve em menor temperatura. Alguns exemplos são mostrados na tabela abaixo:

Pressão [kPa]
Pressão [atm]
Temperatura de Ebulição [C]
84,55
0,83
95
120,8
1,2
105

Voltando à água, preciso inicialmente argumentar que água pura é uma substância diferente da água com sal, da água com açúcar, da água com laranja (isto é, a laranjada) e da água com etileno glicol, pela presença de alguma substância substituindo algumas (ou muitas) moléculas de água. Razoável isto?

Vamos supor que a mistura possa ser uniformemente misturada, para facilitar a análise. A razão desta substituição é simples: as moléculas dos líquidos têm grande mobilidade, ao contrário das moléculas dos sólidos. Com a redução da temperatura, isto é, com a retirada de energia do sistema propiciada pela perda de calor para o meio ambiente, por exemplo, esta mobilidade vai diminuindo e as moléculas tendem a assumir posições mais rígidas, como em um engessamento gradual, até que o congelamento aconteça. No caso do sistema de arrefecimento, este congelamento é ruim por duas razões:
· Cessa o escoamento do líquido de refrigeração do motor;
· Na solidificação, a água se expande (discutimos isto nesta mesma coluna, na sua sexta edição), o que produz um aumento nas tensões internas nas paredes dos tubos de alimentação da água. Isto pode resultar em rupturas nestes tubos, com os correspondentes vazamentos.

Ao colocarmos um corpo estranho na água, ou seja, moléculas de uma outra substância, trocamos a natureza da água e com isto, alteramos as condições do congelamento. Acontece que o resultado disto é que passa a haver necessidade de se liberar mais energia para o início do processo, o que resulta no abaixamento da temperatura de solidificação. Isto acontece com qualquer substância, embora com diferentes resultados finais (ou seja, diferentes temperaturas de solidificação).

O uso do etileno glicol é especialmente interessante pois sua mistura em partes iguais com água resulta numa nova substância que congela a 37 graus negativos (-37C !), o que é ótimo para os países de clima frio. A questão deste mês tem sua pertinência pois o etileno glicol puro congela a 12 graus negativos. Ou seja, a mistura com água também funciona para abaixar a temperatura de solidificação do etileno! Como mencionado por R. L. Wolke, autor desta explicação, a água evita o congelamento do anti-congelante! Fascinante isto, não?

Claro que estas questões mais geladas não nos interessam, já que vivemos em um país tropical que tem na maior parte do seu território, apenas duas estações: quente e muito quente. Entretanto, como a natureza é esperta, a influência de uma substância também é verificada na ebulição. A presença das moléculas de outras substâncias dissolvidas na água fazem com que a temperatura de vaporização (ou de ebulição) seja superior aos conhecidos 100 C, o que é uma boa notícia em princípio, já que é muito ruim que a água ferva nos carros. Infelizmente, o aumento obtido é muito pequeno.

As cozinheiras costumam colocar sal à água que irá cozinhar o macarrão. A química nos ensina que a adição de 30 gramas de sal a um litro de água resulta em um aumento de 0,5 C!, desprezível. No caso da mistura de 50% água-50% etileno glicol, a nova mistura irá entrar em ebulição a 108 C, apenas 8 C superior! Na minha avaliação, este aumento é totalmente irrelevante, por ser mínimo. No caso do macarrão, o efeito único do sal diz respeito ao sabor, praticamente nada afetando o tempo de cozimento.

Quanto ao nosso problema, há um dado adicional. Você deve lembrar que nos carros modernos, o sistema de arrefecimento é pressurizado (como pode ser visto ao abrirmos a tampa do reservatório de expansão. O barulho típico da perda de pressão é facilmente observado, semelhante ao que ocorre quando abrimos uma lata de refrigerante gasoso). Como vimos no início deste texto, o aumento de pressão já resulta em um certo aumento de temperatura de ebulição.

Em suma, a menos que você pretenda ir aos Andes de carro ou resida em uma região onde haja congelamento, o uso de etileno glicol para melhorar a condição do sistema de arrefecimento é muito pouco eficiente no Brasil! Talvez ele sirva, de fato, para combater a ferrugem. Isto, infelizmente, eu ainda não tenho a resposta. Mas será que um anti-ferrugem do mercado não sai mais barato?
Para o próximo mês, minha questão é:
"Por que os mergulhadores precisam subir lentamente até a superfície, sob risco de vida?
Lembrem-se: a melhor resposta ganha um curso online! Abraços e até o próximo mês.

Washington Braga Filho, PhD - wbraga@maua.mec.puc-rio.br
Professor Associado do Departamento de Engenharia Mecânica - PUC - Rio - Coordenador Administrativo da Rede Rio de Computadores / FAPERJ - Website: http://venus.rdc.puc-rio.br/wbraga/hpn.htm

ENGENHARIA
Salvando vidas brincando: Informações importantes:

A velocidade é uma das principais causas de mortes no trânsito, uma vez que o peso normal de objetos e pessoas aumenta com o impacto. Um veículo a 80km/h necessita de uma distância de 60m (quase um campo de futebol) para parar totalmente após acionar os freios. Mesmo a 50km/h, o veículo percorre uma distância de 30m após a frenagem

Durante o último ano, o DETRAN, a EMTU e o BPTran têm investido em campanhas educativas, instalação de equipamentos e reforçado a fiscalização nas faixas de pedestre. Foram instaladas 110 novas faixas e 56 semáforos para travessia de pedestres, realizadas campanhas permanentes através dos arte-educadores nas vias e a fiscalização tem trabalhado intensivamente peo respeito à faixa. Como primeiro resultado, a EMTU constatou que houve uma redução de 32% no número de vítimas fatais por atropelamento no Grande Recife em 2000.

A campanha de velocidade contará com a ajuda dos já conhecidos arte-educadores - que irão ostentar placas indicando os limites de velocidade nos corredores de grande fluxo de veículos - outdoors, anúncios nos jornais e nas rádios da RMR. Durante a semana, os já conhecidos palhacinhos da faixa irão estar também entre os cruzamentos de maior fluxo de veículos ostentando as placas educativas e pedindo “calma” aos motoristas pernambucanos.

Informações adicionais :
Objeto Peso Normal Peso relativo (com o impacto)
Lápis 20 gramas 1,11 quilos
Caixa de cerveja 18 quilos 1.000 quilos
Filmadora 08 quilos 44,4 quilos
Telefone celular 300 gramas 16,7 quilos
Mochila 05 quilos 277 quilos
Cachorro 08 quilos 444 quilos

Bater o carro a 60 km/h é como cair de um prédio de quatro andares. A 80km/h, o impacto equivale a uma queda livre de 25 metros. Mesmo a 20 km/h o impacto equivale a uma força superior até 15 vezes o peso do ocupante do veículo.

Em uma colisão a 50km/ h, os corpos são projetados com força 20 vezes superior ao peso de cada pessoa. Desta forma, um bebê de 10 kg equivalerá a 200 kg, sendo impossível segurá-lo, caso ele esteja no colo. Um adulto de 60kg que segura este mesmo bebê irá esmagá-lo, pois com o impacto, seu peso relativo será quivalente a 1,2 tonelada.

Agosto : Volta às aulas

Pela primeira vez, o DETAN optou por fazer um trabalho diferente e levou os arte-educadores para dentro das salas de aula, pátios e quadras. Em uma mini-palestra, educadores de trânsito da equipe do DETRAN passam dicas de segurança aos alunos que assistiriam, após a palestra, uma apresentação dos palhacinhos da faixa. A ação tem como objetivo atingir os futuros motoristas e pedestres. São distribuídos brindes tais como réguas, revistinhas em quadrinhos e material educativo (palavrinhas cruzadas e jogo dos sete erros, todos alusivos a trânsito).

Dados curiosos - Paralelamente à ação de conscientização das crianças, o DETRAN/PE mantém em 106 escolas, desde o ano passado, o Programa Educação de Trânsito no Ensino Fundamental - PET/EF, responsável pela capacitação de 1.714 professores que ministram ensinamentos de educação de trânsito a 46 mil alunos em Pernambuco. A ação de volta às aulas foi tão bem recebida que, projetada para funcionar durante uma semana, aconteceu durante todo o mês de agosto, estendendo-se por setembro e outubro a pedido das escolas. Apenas no primeiro mês de ação, 47 mil crianças foram atendidas em 47 estabelecimentos de ensino. Até hoje, o DETRAN atende a pedidos de forma gratuita, bastando, para isso, que as escolas entrem em contato com o órgão e solicitem o serviço.

05 de setembro - amigos especiais - Arte-educadores do DETRAN participam do Desfile Cívico dos 300 alunos da Escola Especial Ulisses Pernambucano, especializada no atendimento a crianças com deficiência mental. Com a ação, os arte-educadores dão continuidade à conquista de novos amigos especiais, uma vez que os palhacinhos da faixa já realizaram ações educativas no Instituto dos Cegos e no Centro Educacional Concórdia do Recife, instituição especializada no atendimento a crianças com deficiência auditiva.

07 de setembro - ação verão - a partir deste final de semana, os palhacinhos começaram a atuar nas avenidas litorâneas da RMR para orientar turistas e banhistas sobre a forma de se portar nas vias. A ação acontece aos sábados e domingos e se estenderá até fevereiro de 2001.

09 de setembro - Homenagem da Igreja Messiânica - Neste domingo (09.09), a Sede do Movimento Messiânico - Mokiti Okada, homenageou o Governo do Estado, através do DETRAN, pelo Projeto Vida no Trânsito, campanha educativa que vem sendo desenvolvida há um ano na Região Metropolitana do Recife (RMR).

17 de setembro - Comemoração de um ano de Vida no Trânsito - Nesta data, o Governo de Pernambuco vai celebrou, junto com a sociedade, um ano do Projeto Vida no Trânsito. Para comemorar a data, arte-educadores e diversas instituições que apoiaram a campanha foram homenageados em uma solenidade na avenida Agamenon Magalhães, em frente ao Tribunal de Justiça de Pernambuco, às 9h30.

18 de setembro - Lançamento da Semana Nacional de Trânsito 2001 (duração : 18 a 25 de setembro. Tema álcool X Trânsito). Em Pernambuco, foi lançada a campanha “100% Sóbrio: Só dirija se estiver assim. Os artistas foram às ruas com tulipas de chopp e nos bares o DETAn atuou com o Amigo da Vez, campanha em parceria com o Governo Federal que pretende incentivar a um voluntário em cada grupo de amigos que se torne o Amigo da Vez, aquele que irá se abster de bebidas alcoólicas para levar todos em segurança para casa

Curiosidade: o Governador Jarbas Vasconcelos foi pego de surpresa em um bar visitado pela caravana do Amigo da Vez, que atua em dez bares a cada sexta e sábado. A ação aconteceu no bar Marinho’s e o Governador, segundo consta das colunas sociais, tinha ido de táxi ao bar.

18 de setembro - arte-educadores se preparam para receber turistas na abertura do verão - Entre os dias 18 e 21 de setembro, vinte arte-educadores do DETRAN irão receber aulas de inglês fundamental.

Palestras - mesmo antes do projeto, várias palestras foram ministradas tanto para os participantes do projeto como para o público em geral. Estiveram em Recife o professor Davi Duarte, da Universidade de Brasília (Unb), Coronel Maynardi, do Comando de Policiamento de Trânsito do Distrito Federal.

Mecânica Online
Iara Lima - Assessora de Comunicação do DETRAN/ PE

ENGENHARIA - CONTINUAÇÃO EVOLUÇÃO DO CARRO - PARTE II
Pane elétrica era outro fantasma

         Pane no sistema elétrico era outro fantasma que atormentava a vida dos motoristas. O Simca, por exemplo, era avesso ao uso da luz indicadora de direção (pisca-pisca). Ao ser acionada, vez por outra saia uma fumaça debaixo do volante, deixando claro que um fio estava em curto-circuito.

A melhoria nos veículos brasileiros foi atingida com o tempo. Em 1967, praticamente todos os modelos produzidos no país já incorporavam freio a disco nas rodas dianteiras. Os motores também eram mais potentes.

Entre os caminhões, o FNM (Fábrica Nacional de Motores) foi o primeiro veículo de carga fabricado no Brasil. Além dele, eram nacionais também os motores Ford V-8 4.500 (para caminhões) e o Romi-Isetta, um pequeno carro urbano só para duas pessoas. Em 1º de novembro de 1956, a Vemag lançou uma perua. A Kombi e o Fusca chegaram ao mercado três anos depois – até então eram somente montados aqui, com componentes importados.

Renault Dauphine, Simca Chambord e Jeep Willys também começaram a ser produzidos no Brasil em 1959. No caso do Jeep, que já rodava no país equipado com um motor importado, incorporou um propulsor de seis cilindros em linha nacional – o mesmo que mais tarde foi utilizado na perua Rural Willys e nas primeiras versões do Ford Maverick.

No início dos anos 60, carros como o Alfa Romeo JK, um dos mais caros da época, começaram a se tornar mais populares, com preços acessíveis para um maior número de consumidores. O JK, primeiro automóvel brasileiro a oferecer caixa de câmbio com cinco marchas, chegou inclusive a ter uma versão esportiva, o TIMB (Turismo Internacional Modelo Brasil) com alavanca de câmbio posicionada no assoalho (a versão normal trazia a alavanca na coluna de direção).

Paralelamente, os motores também passaram a incorporar melhorias técnicas, ganhando mais potência e torque. As relações de marchas foram reprojetadas e desenvolvidas de forma a melhor se adaptar às necessidades das ruas e estradas brasileiras. Sistemas de suspensão e pneus evoluíram no mesmo nível, a ponto de ganhar mercados internacionais e dar início ao processo de exportação do automóvel brasileiro.

Percy Faro - Diário do Grande ABC

ENGENHARIA
Evolução do carro passa pela tropicalização

Motor fervendo, embreagem patinando e freio ineficiente eram problemas comuns apresentados pelos automóveis que circulavam no Brasil cinco décadas atrás, quando a indústria automobilística nacional brasileira engatinhava.

Atualmente, defeitos como esses, que fizeram parte do dia-a-dia de muita gente naquele tempo, só ocorrem por falta de manutenção preventiva do veículo. Quem compra um carro, mesmo usado, sabe que se o sistema de arrefecimento estiver em ordem, dificilmente o motor irá ferver, o que antigamente acontecia inclusive com automóveis novos.

O trecho da Serra do Mar entre a capital paulista e a cidade de Santos era o maior dilema dos motoristas nos anos 50. Originários de projetos norte-americanos e europeus, portanto desenvolvidos para trafegar em regiões com temperaturas baixas, os automóveis enfrentavam uma série de dificuldades com o clima tropical brasileiro.

Foi por isso que, a partir de 1991, quando o governo promoveu a reabertura das importações, a expressão “carro tropicalizado” popularizou-se. O termo passou a identificar o carro importado preparado tecnicamente para rodar no país, considerando inclusive mais dois outros aspectos: o precário estado de conservação da malha viária brasileira e péssima qualidade da nossa gasolina.

Portanto, o carro tropicalizado surgiu no Brasil há apenas uma década. Antes disso, os problemas apresentados foram vencidos, gradativamente, com a evolução natural do automóvel.

Exemplo disso está no sistema de freio, motivo de grande preocupação dos motoristas que se deslocavam de São Paulo para o litoral: a tambor e sem assistência do servo-hidráulico, bastava algumas frenagens mais fortes para ocorrer o fenômeno fading, quando o pedal, ao ser acionado, torna-se elástico e não pára o carro.

Para complicar a situação, os veículos daquela época eram bem mais pesados do que os atuais – fator que, aliado aos motores de pouco torque e uma caixa de câmbio com relações de marchas inadequadas, impunha um castigo aos motoristas na subida da serra.

Determinada situação exigia o uso da primeira marcha “seca” (não sincronizada e, por conseqüência, só possível de ser engrenada com o veículo parado). Muitas vezes, em rampas acentuadas, o motor não tinha força para arrastar a carroceria mesmo em primeira marcha, e com isso todo o esforço era transferido para a embreagem, que por sua vez começava a patinar pelo desgaste do conjunto platô/disco.

A Kombi foi o primeiro veículo nacional, em 1959, a receber a caixa de câmbio sincronizada. Equipada, na época, com motor de 1,2 mil cm³ e 36 cv de potência, transportava uma tonelada de carga e exigia com maior freqüência a utilização da primeira marcha. Dois anos mais tarde, o Fusca e o DKW Vemag também passaram a ser produzidos com câmbio sincronizado. Em 1963, outros dois modelos surgiam no mercado brasileiro com o mesmo componente – o Aero Willys 2.600 e o Simca Chambord Três Andorinhas, ambos com uma caixa de câmbio de quatro marchas.

Percy Faro - Diário do Grande ABC

ENGENHARIA
Começam preparativos para a FIMMEPE 2002

             O maior e mais importante evento da indústria no Nordeste do Brasil, a FIMMEPE / MECÂNICA NORDESTE, que neste ano se realizará no período de 21 a 25/10/2002, das 17hs às 22hs, no Centro de Convenções de Pernambuco, atrai, anualmente, os mais destacados produtores de bens de capital do setor eletro-metal-mecânico de todo o País e um número cada vez mais expressivo de visitantes desejosos de comprarem máquinas, componentes e ferramentas, bens que não são produzidos pela indústria das regiões Norte e Nordeste.

Por este motivo, nos últimos 7 anos a FEIRA tem crescido a uma taxa anual de 25% em termos da área ocupada por expositores, e as pesquisas realizadas durante o evento têm revelado um índice de aprovação superior a 85%, tanto da parte das empresas quanto da parte dos visitantes.

Este ano, em sua 8a versão, a FEIRA ocupará uma área de 11.000 metros quadrados e contará com a participação dos principais produtores de bens de capital do país que exporão seus produtos numa região predominantemente compradora.

A sua empresa não pode ficar de fora deste grande acontecimento que já se consolidou como a Maior Vitrine de Produtos do setor Eletro-Metal-Mecânico do Nordeste.

Para participar da Fimmepe 2002 / Mecânica Nordeste, entre em contato agora mesmo com o Simmepe, através dos fones (0xx81) 3423-8744 / 34240568 e (0xx81) 3423-8441, Fax (0xx81) 3423-8231, ou através do nosso e-mail simmepe@simmepe.org.br.

Para informações complementares sobre a importância do evento como oportunidade de realização de negócios, consulte o nosso site: www.simmepe.org.br

Evento constante do Calendário de Feiras do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

Mecânica Online & SIMMEPE

ENGENHARIA - CONTINUAÇÃO EVOLUÇÃO DO CARRO - PARTE III
Romi-Isetta, uma história à parte

           O pioneiro da indústria automobilística brasileira foi a Romi-Isetta, o pequeno carro urbano para duas pessoas que, se “vivo”, completaria em setembro próximo 45 anos de idade. O veículo chegou ao Brasil, em 1956, com motor dois tempos de 9,5 cv e reduzidíssimas dimensões: 2,32 m de comprimento, 1,35 m de largura e 1,32 m de altura, o que lhe permitia que fosse estacionado de frente ou de ré para o meio-fio.

Era feito pela Iso, empresa italiana que cedera para a Romi, fabricante nacional de máquinas industriais, o direito de produção no Brasil. O modelo era um projeto com soluções avançadas para a época. Suas linhas ovais, sem cantos vivos, e o chassi tubular conferiam grande resistência ao conjunto.

Seu sistema elétrico, de 12 volts, chegaria ao Fusca apenas em 1967. A Romi-Isetta também tinha pisca-pisca quando o Volks ainda usava “bananinhas” como luz de direção. E o teto solar já era equipamento de série. O eixo traseiro curto deixava as rodas bastante próximas – uma solução para dispensar o diferencial. A transmissão era feita por corrente banhada em óleo.

A Isetta nasceu na Itália em 1953 e, com a Europa empobrecida pela Segunda Guerra Mundial, o minicarro agradou. Foi produzida também na França, Inglaterra, Espanha, Bélgica e Alemanha (neste país foi feita pela BMW, com motor quatro-tempos de moto e mais potente, com 13 cv).

No Brasil, a fabricação durou cinco anos – de 1956 a 1958 com motor italiano, de 1959 a 1961 com motor BMW. Em 1957, o presidente Juscelino Kubitschek criou o Grupo Executivo da Indústria Automobilística, mas a Romi-Isetta foi excluída porque, para gozar de incentivos, o carro deveria ter “duas portas ou capacidade para quatro passageiros”. Por isso, o carro que deveria custar US$ 700 foi vendido por US$ 1,4 mil.

A Romi vendeu aproximadamente 3 mil unidades, das quais estima-se que 300 ainda estejam espalhadas pelo Brasil, principalmente nas mãos de colecionadores.

Percy Faro - Diário do Grande ABC

ENGENHARIA
Mil quilômetros com 1 litro de gasolina: esse carro já existe
Estudantes da FEI construíram dois protótipos de carros-conceito super econômicos, que podem rodar até mil quilômetros com 1 litro de gasolina.

Durante testes realizados na pista do Centro Tecnológico da Pirelli, melhor marca foi de 760 km. Mas estudantes-projetistas garantem que modelo pode fazer muito mais.

Economia de combustível é uma das principais preocupações da indústria automobilística mundial. Tradicional incentivadora de pesquisas na área automotiva e sempre atenta às mais modernas alternativas para soluções dos problemas desse setor, a Pirelli do Brasil, em parceria com a FEI, Faculdade de Engenharia Industrial de São Bernardo do Campo, realizou recentemente na pista de testes do seu Centro Tecnológico, em Sumaré, interior de São Paulo, provas de avaliação de dois protótipos de veículos, projetados com o principal objetivo de percorrer a máxima distância possível com apenas um litro de combustível.

Projetados e construídos para percorrer 500 km e 1.000 km, respectivamente, com apenas um litro de combustível, os protótipos FEI X-10 e FEI X-11, foram os destaques do teste-drive.

Todo o processo de produção dos veículos, do projeto à construção, foi feito pelos alunos da FEI como trabalho de conclusão de curso, e trazem à tona a possibilidade de comercialização de veículos de passeio mais econômicos, combatendo os altos preços do combustível praticados não apenas no Brasil, como também no resto do mundo.

De acordo com o engenheiro Ricardo Bock, professor do curso de mecânica automobilística da FEI, “é importante que os estudantes de engenharia mecânica estejam ligados nas exigências do mercado. E é mais importante ainda que as universidades e empresas do setor, como a Pirelli, incentivem cada vez mais a produção de projetos econômicos para o consumidor final”.

Bock, que também é piloto de corridas, conclama outras universidades a seguirem o mesmo caminho possibilitando, assim, a realização de uma competição nacional entre veículos-conceito econômicos, como já ocorre, com estrondoso sucesso, nos Estados Unidos, Japão e Inglaterra.

FEI X-10 e FEI X-11

O FEI X-10 é um veículo com baixa resistência ao atrito produzido pelo movimento, que faz mais de 500 quilômetros com um litro de combustível. Construído com tecido de fibra de vidro, tubos de aço e alumínio, o FEI X-10 pesa apenas 36 quilos e mede escassos 3m20cm. Seu coeficiente de penetração aerodinâmica é de 0.12 (Cx), o sistema deS direção é direta (tipo kart), e utiliza, normalmente, um motor Honda estacionário, igual ao dos cortadores de grama portáteis, com 30 cilindradas e 1,5 cv de potência. As rodas e os pneus são de bicicleta de corrida, e a transmissão é feita por corrente.

Construído nas oficinas da FEI pelos alunos do curso de Engenharia Automobilística César Augusto Ferreira, Giovanni Palomba, Leandro Nalesso, Marcel do Prado, Guilherme Coelho, Leandro Seixas, Rafael Fernandez, Eduardo Frias, Luciano Orbite e Luiz Carlos Levy, sob a supervisão do professor Ricardo Bock, o protótipo alcançou, um ano atrás, a marca de 525 km rodados, ulizando apenas um litro de combustível. Utilizando no dia dos testes, por motivo de experimentação, um motor mais potente, de 125 cc, o FEI X-10 ficou um pouco abaixo dessa marca, com 518 km rodados.

O FEI X-11, projetado pelos alunos Fernando Vergueiro, Ricardo de Jesus, Henrique Burin, Anne Pahl, Francisco Ganzararolli, Luis Machado e Cláudio Gregório, é uma versão atualizada do FEI X-10. O diferencial fica por conta do motor inteligente que incorpora, um Honda de 5,5 cv de potência,o mesmo utilizado nas provas de kart indoor, mas controlado eletronicamente e com aceleração programada. “Até atingir os 45 km/hora o motor do X-11 funciona normalmente, como o de um veículo convencional. Após essa velocidade, o sistema desliga o propulsor automaticamente, visando o máximo de economia de combustível sem prejudicar o desempenho do carro”, explica Bock.

Estreito, leve e com pouca potência específica, o X-11 é capaz de alcançar até 80 km/h. Durante testes oficiais, porém, pilotado exclusivamente por uma ex-aluna da FEI, que pesa apenas 38 kg, mantém velocidades máximas e mínimas de 40 km/h e 15 km/h respectivamente. Conduzido também pelos jornalistas que acompanharam a apresentação, todos com mais de 40 kg e sem conhecer os procedimentos básicos de condução do veículo, o X-11 ficou longe de sua melhor marca, cerca de mil km, mas percorreu respeitáveis 760 km com apenas um litro de combustível.

Projeto do Vraptor (VR) visa máxima velocidade

O terceiro carro-conceito apresentado pelos alunos da FEI na pista de testes da Pirelli foi o Vraptor. Idealizado pelos alunos Alexandre Rizzardo, André Sperl, Marcelo Federici e Jeronimo Nogueira, o Vraptor é uma versão mais econômica e moderna do Lotus Super Seven, automóvel fabricado no final dos anos 50. A proposta do projeto é solucionar lacunas do modelo original. Trata-se de um carro esporte de dois lugares, conversível e com alto desempenho.

Feito em carroceria de alumínio e fibra de vidro, foi projetado com motor Audi V6 5 válvulas, acelerador eletrônico Fly By Wire, tração traseira e câmbio manual de 5 marchas. Segundo os alunos, o VR pode alcançar velocidade máxima de 260 km/hora, e o desempenho de sua aceleração pode bater uma Ferrari.

Reportagem: Juliana Doimo e Ricardo Panessa

ENGENHARIA
Projeto Phantom: novidades para os motores quatro tempos
Carlos Alberto Petry
phantomp51@tca.com.br

Desde que no século XIX o engenheiro francês Otto criou o primeiro motor de combustão interna com o princípio de quatro tempos, a evolução destes motores foi restrita a posicionamento de peças, à emprego de materiais mais evoluídos e finalmente, no final do século XX, à incorporação da eletrônica a estes motores, o que implicou num esquecimento da evolução mecânica em si.

Agora, o Projeto PHANTOM traz uma novidade extraordinária para os motores quatro tempos, eis que elimina comando de válvulas, válvulas, molas de válvulas, e todas as demais peças necessárias ao funcionamento desses motores substituindo-as por um único eixo rotativo que incorpora esferas em número igual ao de cilindros do motor as quais têm túneis para a admissão e a descarga.

Encontramos no site www.phantom.adv.br esta novidade revolucionária;

Carlos Alberto

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