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Edição 26 - Fevereiro de 2002
Conteúdo básico
MANUTENÇÃO IMPORTANTE
Amortecedores velhos colocam
em risco sua segurança
Amortecedores velhos não dão aderência
necessária aos pneus. Nestas condições,
o veículo desgarra mais nas curvas e pode se desgovernar
numa poça de água ou buraco.
O carro a 50 km/h, com apenas um amortecedor 50% gasto,
já pode aumentar a distância de frenagem em
dois metros a mais que o mesmo automóvel com os amortecedores
em boas condições.
Ao fazer uma curva com os quatro amortecedores 50% gastos,
começa-se a perder o controle a 57 km/h, bem antes
que o carro com os amortecedores em boas condições.
Com quatro amortecedores 50% gastos, o veículo fica
sujeito a aquaplanar a 81 km/h, muito mais cedo que o automóvel
com os amortecedores em boas condições.
Numa estrada com bom estado de conservação,
os amortecedores se comprimem uma média de 2.625
vezes a cada quilômetro percorrido.
Isto corresponde a 105 milhões de ações
estabilizadoras a cada 40 mil quilômetros, período
em que os amortecedores devem ser checados.
A Monroe, fabricante de amortecedores, alerta sobre os
problemas que o componente com sua vida útil superada
pode causar:
perder estabilidade em curvas e pistas ruins;
balanço excessivo, após freadas e arrancadas;
vibração e ruídos na suspensão;
aumento do desgaste dos outros componentes da suspensão;
desgaste prematuro dos pneus.
Além do prejuízo no bolso do motorista, existe
um risco muito pior: a grande possibilidade de causar acidentes
fatais.
FIQUE ESPERTO
Seguro obrigatório para
quê?
DPVAT pesa no bolso, mas traz alguns benefícios
aos motoristas em caso de acidente no trânsito
DPVAT, você já ouviu falar disso? Com a chegada
do ano novo, essa palavrinha vai voltar a fazer parte do
imaginário de todo motorista brasileiro. Estamos
falando do seguro obrigatório, que custa cerca de
R$ 52,00 a menos no bolso. Muita gente reclama, achando
que se trata de mais um complô do Governo para tirar
dinheiro do trabalhador. No entanto, essas mesmas pessoas
nem se dão conta dos benefícios concedidos
por essa taxa anual.
A tradução não corresponde exatamente
à sigla. O Seguro Obrigatório de Danos
Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via
Terrestre, como o próprio nome já diz,
é um seguro que pode - e deve - ser utilizado na
hora, por exemplo, de pagar despesas médicas decorrentes
de acidentes de trânsito. Isso sem falar nas indenizações
em casos de invalidez permanente ou morte.
Trocando em miúdos, se você se machucou no
trânsito, pode receber de volta o que gastou com atendimento
médico e remédios até o limite de R$
1.524,00. Se o caso for invalidez ou morte, esse valor pula
para R$ 6.754,00. Mais: qualquer pessoa tem direito, seja
pedestre ou passageiro, culpado do acidente ou não.
Para ter direito ao benefício, basta o boletim
da ocorrência da delegacia e um relato do médico
descrevendo o tratamento, diagnóstico e a lista de
remédios prescritos. Isso, claro, no caso de acidentes.
Se o caso é invalidez ou morte, vale o laudo de perícia
médica usado no pedido de pensão ao INSS.
De posse desses documentos, basta dirigir-se a qualquer
agência de seguros, que é obrigada a encaminhar
o pedido e tirar qualquer dúvida sem cobrar nada
por isso. Querendo maiores informações,
deve-se ligar gratuitamente para a Federação
Nacional das Empresas de Seguros Privados e Capitalização
(Fenaseg), no telefone 0800-221204.
SAIBA MAIS
O que o DPVAT não cobre:
- Danos materiais (roubo, colisão ou incêndio
de veículos)
- Acidentes ocorridos fora do território nacional
- Multas e fianças impostas ao condutor ou proprietário
do veículo e quaisquer despesas decorrentes de ações
ou processos criminais
- Danos pessoais resultantes de radiações
ionizantes ou contaminações por radioatividade
de qualquer tipo de combustível nuclear, ou de qualquer
resíduo de combustão de matéria nuclear
Quem é beneficiário?
- O beneficiário do Seguro Obrigatório não
é apenas a pessoa que o contratou ou quem pagou o
prêmio do seguro. São beneficiárias
todas as pessoas que forem vítimas de acidentes de
trânsito causado por Veículos Automotores de
Vias Terrestres, transportadas ou não, bastando que
o Seguro Obrigatório de DPVAT do veículo que
deu causa ao evento tenha sido contratado na data correspondente
ou, na pior hipótese, em data anterior ao da ocorrência
do sinistro.
Quem são os beneficiários em caso de morte?
- A indenização será paga ao cônjuge.
Na faltadeste, aos herdeiros legais.
- A(o) companheira(o) será equiparada(o) à(ao)
esposa(marido) nos casos admitidos pela Lei Previdenciária.
- Na falta de conjuge ou companheira(o) os beneficiários
serão os descendentes diretos (filhos, netos, etc);
ou os ascendentes (pais, avós, etc); ou os colaterais
(irmãos, tios e sobrinhos); ou conforme determina
a Lei das Sucessões.
- Ainda em caso de morte em acidente em que o veículo
causador não tenha sido identificado, a indenização
não será prejudicada.
Receber mais de uma indenização pelo mesmo
acidente é possível?
As indenizações do DPVAT podem ou não
ser cumulativas, conforme descrito a seguir:
- Morte e Invalidez Permanente não são coberturas
cumulativas. Uma vez paga, a indenização por
invalidez será descontada da indenização
por morte que venha a ser paga em decorrência de um
mesmo acidente.
- Uma vez efetuado, o Reembolso de Despesas Médicas
e Hospitalares (DAMS) não será descontado
da indenização por Morte ou Invalidez Permanente
que venha a ser paga em decorrência de um mesmo acidente.
Quando envolver transporte coletivo a vítima
tem direito a receber indenização?
- Quando o acidente envolver ônibus, microônibus
e demais veículos de transportes coletivos, a vítima
ou beneficiários tem direito a indenização
mas esta só poderá ser paga através
da seguradora em que o seguro do veículo foi contratado.
Existe cobertura se o motorista infringiu as leis de
trânsito?
- Sim. A cobertura do DPVAT não está vinculada
às regras de trânsito. Basta que haja acidente
com um veículo automotor, para que haja cobertura
às vítimas.
Acidentes com veículos estrangeiros estão
cobertos?
- Não. Os veículos estrangeiros circulando
no Brasil não estão sujeitos ao Código
Nacional de Trânsito. Portanto, seus acidentes não
estão cobertos.
Acidentes com veículos brasileiros estão
cobertos no exterior?
- Não, pois a cobertura do DPVAT é válida
somente em território nacional.
SEU CARRO
Gasolina alcoolizada
Durante o ano passado, foi comum o governo autorizar o aumento
da adição de álcool anidro ao combustível
e especialistas garantem que problemas serão mínimos
Motores equipados com injeção eletrônica
não terãodesempenho comprometido, garantem
os especialistas
Volta e meia, a gasolina ganha espaço de destaque
nos principais veículos da imprensa nacional. O governo
federal autoriza um aumento do percentual de mistura de
álcool anidro no combustível, que salta de
22% para 24%. A decisão foi tomada em reunião
do Conselho Ministerial do Açúcar e do Álcool
(Cima), órgão formado por 12 ministérios
e responsável por todo assunto relacionado aos dois
produtos.
De acordo com o coordenador geral do Ministério
da Agricultura, Cid Caldas, a medida não agride o
decreto federal que estipula o grau máximo de mistura
exatamente em 24%. Caldas explica que o acréscimo
de 2% da substância à gasolina visa recuperar
a cotação de açúcar no mercado
externo, diminuindo sua produção. Além
de possibilitar que o escoamento da safra de cana deste
ano, que cresceu 20% em relação ao mesmo período
de 2001, seja utilizado para a fabricação
de álcool. Em suma, a velha lei da oferta e procura
associada ao forte lobby dos usineiros.
Porém, a notícia causou alvoroço no
universo automotivo. Isso porque existe temor por parte
de montadoras, revendedores, associações ligadas
ao setor e consumidores, devido a especulações
sobre a possibilidade de que o aumento de álcool
anidro no combustível prejudique o desempenho dos
veículos . "Para os proprietários e fabricantes
de automóveis, a medida não altera nada e
ainda melhora os atuais níveis de emissão
de poluentes", garante Caldas.
Sua afirmação encontra eco entre técnicos
da área. "É verdade que o álcool
polui menos o meio ambiente do que a gasolina", confirma
o engenheiro mecânico especializado em tecnologia
automotiva, Gilson Dantas. Ele explica também que
boa parte dos carros atuais equipados com injeção
eletrônica, dotados de módulos de leitura inteligentes,
é produzida para se adaptar a essas modificações.
Quase todas as peças recebem, inclusive, tratamento
anticorrosão, principalmente nos sistemas de alimentação,
conjunto de componentes que possuem maior contato com a
mistura.
Para o assessor técnico da Fiat, Carlos Henrique
Ferreira, as alterações no rendimento dos
carros da marca não foram substanciais. "Fizemos
testes em todos os nossos modelos e chegamos à conclusão
de que até o limite estipulado de 24% não
tem problema algum no motor", atesta Ferreira. Já
o diretor executivo da Associação Brasileira
dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas
e Bicicletas (Abraciclo), Franklin de Mello Neto, é
mais cauteloso: "Existe um grau de tolerância
que os veículos de duas rodas podem suportar. O que
preocupa são as mudanças constantes, pois
as motos saem de fábrica com carburação
regulada".
Dantas alerta que, embora os consumidores não devam
se preocupar tanto com o motor, é preciso estar atento
para algumas pequenas transformações. O especialista
chama a atenção para um leve aumento do consumo,
pois o álcool tem menor poder calorífico do
que a gasolina. "Agora, será necessário
um pouco mais de combustível para gerar a mesma energia.
Por conta disso, o carro perderá também um
pouco da potência". "Se existem problemas
de fato, esses se referem aos carros mais antigos, que ainda
são carburados e terão de se adaptar aos novos
percentuais", conclui.
"Batizada" é mais prejudicial
O aumento de dois pontos percentuais da mistura de álcool
anidro à gasolina não deve surtir efeito negativo
em larga escala ao bolso do consumidor e ao desempenho do
motor do veículo. Contudo, o que ainda prejudica
os proprietários é a adulteração
criminosa do combustível, mais conhecida como "batismo",
que pode causar sérios danos ao desempenho dos automóveis.
A gasolina é "batizada" geralmente com
solventes industriais. Os sinais de combustível fraudado
com esse tipo de produto não são tão
difíceis de se perceber. O primeiro indício
é a dificuldade em dar partida no carro pela manhã
quando o motor começa a falhar, o popular "engulho".
À medida que o propulsor esquenta, esses sintomas
vão desaparecendo gradativamente, causando a sensação
de que o defeito é temporário.
Porém, basta uma olhada do mecânico para se
detectar o causador desse problema, observado através
do forte cheiro dos solventes aliado ao fraco desempenho
dos carros abastecidos com a mistura. Sem contar o prejuízo
ao sistema de alimentação, principal equipamento
a sentir as conseqüências do uso de gasolina
adulterada. Outro produto muito comum presente neste tipo
de fraude é o álcool utilizado em proporções
bem maiores do que a estabelecida pela legislação.
Nesse caso, pode ocorrer corrosão em diversas partes
do automóvel, perda de potência e torque e
aumento exagerado de consumo. Para constatar o "batismo",
é preciso apenas retirar uma pequena quantidade de
combustível do tanque, coloca-lo em um recipiente
com água e esperar para ver a reação.
Caso a combinação adquira coloração
esbranquiçada, o melhor a fazer é esvaziar
o reservatório, fugir do local onde o carro foi abastecido
e procurar um posto confiável.
Jairo Costa Júnior - Correio da Bahia
FEIRA INTERNACIONAL DE TECNOLOGIAS
EM REABILITAÇÃO
A hora e a vez dos portadores
de deficiências
No Brasil existem cerca de 20 milhões de pessoas
portadoras de deficiências (PPDs), sejam física,
mental, visual, auditiva ou múltiplas. Conforme a
ONU, diariamente 500 pessoas se tornam PPDs no Brasil e
a principal causa é a violência urbana, sendo
que 46% destas pessoas são da classes A e B.
Discriminados até pouco tempo pela sociedade, as
PPDs tem uma rotina diária de superar obstáculos
e mostrar ao mundo que são pessoas que merecem respeito
e um lugar ao sol.
Conforme Rodrigo Antônio Rosso, editor da maior
revista especializada do País para portadores de
deficiências, a Reabilitação, muita
coisa já mudou, mas ainda existe um oceano a ser
atravessado.
Consciência elevada de alguns, hoje não é
difícil encontrar empresas que não tenham
em seu quadro de funcionários pelo menos um portador
de deficiência. Lojas, restaurantes, shopping-centers
e supermercados estão cada vez mais preocupados em
adaptar suas áreas para que eles possam usufruir
a mesma igualdade de ir e vir de outras pessoas.
O mercado de aparelhos, acessórios e produtos em
geral para este setor cresce e se especializa a cada momento.
Prova disto é que as PPDs ganharam este ano uma feira
só para atender suas necessidades. Trata-se da ReaTech
2002, a Feira Internacional de Tecnologias em Reabilitação
e Inclusão, organizada pelo Grupo Cipa Congressos
& Feiras Comerciais, e promoção da Revista
Reabilitação, que acontece nos dias 21 a 24
de Março, no Centro Imigrantes de Exposições,
em São Paulo.
Serão cerca de 70 expositores apresentando diversas
novidades e lançamentos em produtos, serviços,
tratamentos e medicamentos do Brasil e exterior, que visam
melhorar a qualidade de vida das PPDs.
Entidades e associações como a APAE, AACD,
AVAPE, Força Sindical e muitos outros, apóiam
o evento que deve receber cerca de 10 mil visitantes.
Entre as empresas participantes estão a Allergam
(fabricante mundial do Botox), Ortofor, Freedon, Baxmann,
Ortobras, Otto Bock, Tok Leve, Cober, Cajumoro, Morumbi
Equipamentos, Condutrom e muitos outros.
Diversas atrações estão agendadas
para acontecer durante os quatro dias do evento. Shows com
mágicos, cantores de música sertaneja e MPB,
coral de surdos-mudos, dança com cadeiras de rodas,
etc., serão realizados diariamente por artistas portadores
de deficiências.
Também será montada uma pista para test-drive
de carros adaptados de empresas como Honda, GM, Volkswagen,
Fiat e Mercedes-Benz e pista para demonstração
da Equoterapia, terapia que utiliza o cavalo como agente
terapêutico.
Damaris M. Lago
ANIVERSARIANTE
GM: com o Brasil há 77
anos
A General Motors do Brasil está comemorando os 77
anos de atividades no país completados no último
dia 26 de janeiro. Em 2001 a empresa aumentou sua participação
no mercado interno, passando de 21,9% para 22,6 %, nas vendas
no varejo. As exportações também foram
ampliadas, com a conquista de novos e disputados mercados,
como Estados Unidos, Índia, Egito e a China. "Os
resultados alcançados em 2001, ano de alta competitividade
nos mercados interno e externo e de grandes dificuldades
econômicas mundiais, comprovam a qualidade dos produtos
e serviços Chevrolet", destaca o presidente
da GMB, Walter Wieland.
Graças à estratégia de exportação
historicamente agressiva, as vendas externas de CKD (Completely
Knocked Down ou veículos completamente desmontados)
da GMB saltaram de 20 mil unidades, em 1994, para 140 mil
em 2001. "Não só lideramos esse tipo
de exportação no país, como somos os
principais exportadores de CKD de toda a corporação",
destaca o vice-presidente da GMB, José Carlos Pinheiro
Neto.
Só no Estado de São Paulo a GMB está
investindo US$ 1,5 bilhão no triênio 2000-2002,
aplicados no desenvolvimento e lançamento de novos
produtos, ampliação e sofisticação
de sua linha, a mais completa do mercado brasileiro. Dentro
desse plano de investimentos, já chegaram ao mercado
os bem-sucedidos Celta, o primeiro carro do mundo a ser
comercializado em grande volume pela internet, e o monovolume
Zafira, pioneira com seus sete lugares e o sistema Flex-7,
que permite 28 posições diferentes de bancos,
com variações no volume de bagagem de 150
até 1.700 litros, sem remoção de assentos.
Em 2002, quatro novos veículos Chevrolet serão
lançados no mercado brasileiro.
Saindo na frente, sempre
A história da GMB começou em 1925, quando
montava veículos importados dos Estados Unidos em
galpões alugados no bairro do Ipiranga (SP). A produção
começou com 25 veículos/dia, e um ano depois
já alcançava 150 veículos/dia. Apenas
cinco anos depois desse difícil começo, a
GMB inaugurava oficialmente sua primeira fábrica,
em São Caetano do Sul. Em 1958 iniciaram-se as operações
da segunda fábrica brasileira, em São José
dos Campos (SP), inaugurada oficialmente só um ano
depois pelo então presidente da República
Juscelino Kubitschek de Oliveira.
No início da nacionalização da indústria
automobilística deflagrada por Juscelino, a GMB foi
uma das primeiras empresas a apresentar ao governo um projeto
para a montagem de veículos. Em 12 de dezembro de
1956 o Grupo Executivo da Indústria Automobilística
GEIA, aprovava o plano de nacionalização
para a fabricação de caminhões Chevrolet.
Em 1957, saía o primeiro caminhão leve Chevrolet
e no ano seguinte, em 1958, a fábrica de São
José dos Campos produzia o primeiro motor fundido
e forjado no Vale do Paraíba.
Decidida a ampliar sua linha de produtos, a GMB lançou
no Salão do Automóvel de 1968 o seu primeiro
automóvel da marca Chevrolet fabricado no país,
o Opala, que encerrou seu ciclo de vida 24 anos depois,
em 1992, com mais de 1 milhão de unidades vendidas.
Em 1970, a GMB inaugurava uma nova linha de montagem em
São José dos Campos, para a produção
de seu primeiro veículo compacto, o Chevette, que
foi lançado em 1973 e acumulou vendas superiores
a 1,2 milhão de unidades até ser substituído
pelo Corsa, em 1994, primeiro veículo popular com
injeção eletrônica de combustível..
Em 1982 um campeão de vendas chegava simultaneamente
ao Brasil, Alemanha e Estados Unidos: o Monza, primeiro
Chevrolet concebido no conceito de carro mundial, que trouxe
significativos avanços tecnológicos e liderou
as vendas no seu segmento por três anos consecutivos.
Em 1989 chegava o Kadett e a sua versão station-wagon,
Ipanema, carros que marcaram uma nova fase tecnológica
da GMB.
Aproveitando a abertura do mercado brasileiro no início
dos anos 90, a empresa investiu US$ 1 bilhão no quinquênio
91-95 para a renovação de seus modelos. A
nova fase teve início com o Omega, na categoria grande
porte. Depois foi lançado o Vectra, no segmento dos
médios de luxo. Na seqüência chegou o
Novo Vectra, reestilizado em 1996. Mais tarde os novos Chevrolet
Tigra e Omega imiportados e o novo Astra, fabricado no Brasil,
além da família de pickups S10 e Silverado,
e do sport-utility Blazer (todos com produção
local). No segmento de veículos comerciais, começaram
a ser fabricados no país, em 1997, no Complexo Industrial
Automotivo de São José dos Campos, os caminhões
da marca GMC, operação encerrada no início
de 2002.
A GM na Corporação e no Brasil
A GMB é a maior subsidiária da Corporação
GM na América do Sul, e ainda está crescendo.
Produz em média 400 mil veículos por ano,
dos quais 20% exportados para várias partes do mundo,
principalmente para os mercados latino-americanos, países
do Oriente Médio, África do Sul e Rússia.
Também exporta motores para os Estados Unidos, Alemanha
e Inglaterra, além de peças, componentes e
serviços para vários países. Emprega
19.500 funcionários diretos, sem contar a Rede Chevrolet,
que possui 500 concessionárias em todo o território
brasileiro.
O parque industrial da General Motors do Brasil distribui-se
por São Paulo e Rio Grande do Sul, com três
Complexos Industriais Automotivos responsáveis pela
produção de veículos. Em São
Caetano do Sul, região do ABC, produz as linhas Astra,
Vectra e Corsa); em São José dos Campos, na
região do Vale do Paraíba, as linhas Corsa,
pick-ups S10 e sport-utility Blazer, além de motores,
transmissões e peças fundidas; e, em Gravataí,
Rio Grande do Sul, a linha do Celta, uma das fábricas
mais produtivas do mundo, capaz de fabricar um carro a cada
dois minutos e tem como grande novidade a participação
de 17 fornecedores, os sistemistas, que formam um condomínio
industrial.
A GM possui também uma fábrica no Estado
de São Paulo, inaugurada em 1999, em Mogi das Cruzes
(SP), a primeira da indústria automobilística
brasileira dedicada exclusivamente à produção
de peças estampadas em aço para veículos
descontinuados, e também de peças que já
tenham saído das linhas regulares de montagem por
causa da atualização de modelos ainda em produção.
Mundialmente, poucos fabricantes de veículos, como
a General Motors nos Estados Unidos, a Toyota e a Honda
no Japão, possuem estamparias exclusivas para peças
de veículos fora de linha. Em Mogi opera também
um Centro de Distribuição de Peças,
de onde os itens já saem embalados.
A GM possui outras atividades, como a de Indaiatuba (SP),
onde funciona o Campo de Provas da Cruz Alta, o mais moderno
centro de engenharia automotiva da América Latina
e o terceiro da Corporação. Lá são
desenvolvidos e validados os veículos Chevrolet,
em testes como os mais avançados do mundo. São
40 km de pistas circundadas por 11,272 milhões de
m_ de área verde, que reproduzem com exatidão
as estradas brasileiras.
Em seus laboratórios equipados com instrumentos
de última geração, sem igual na América
Latina, o Campo de Provas da Cruz Alta realiza cerca de
7 mil testes por ano, de Segurança Veicular, Ruídos
e Vibrações e Emissões, muitos deles
acima dos padrões exigidos pela legislação
brasileira.
Em Sorocaba (SP) está o Centro de Armazenamento
e Distribuição de Peças e Componentes
da GMB, o maior e mais moderno centro distribuidor de peças
da América Latina, que recebe, embala, e despacha
itens produzidos por fornecedores, que vão equipar
os veículos Chevrolet. Uma operação
estratégica para garantir confiabilidade e agilidade
no abastecimento. Para oferecer ao consumidor brasileiro
alternativas de aquisição dos seus produtos,
a GMB conta com o Banco General Motors, que cuida das operações
financeiras de crédito.
Na vanguarda tecnológica e ambiental
No prazo de apenas 14 meses a GMB conquistou a certificação
ISO 14001 (que determina padrões de rotinas para
eliminar ou diminuir impactos ambientais e avalia possíveis
conseqüências geradas pelas atividades) para
todas as suas unidades (São Caetano do Sul, São
José dos Campos, Mogi das Cruzes, Sorocaba, Indaiatuba,
em São Paulo, e Gravataí, no Rio Grande do
Sul). Também obtiveram a certificação
a Powertrain (joint-venture da GM com a Fiat na área
de motores e transmissões), a unidade Allison (transmissões
para veículos comerciais) e o Banco General Motors,
em São Paulo.
Um reconhecimento por seus esforços permanentes
na área ambiental. A GMB é a primeira indústria
automobilística do país a ter uma estação
de tratamento de efluentes implantada em 1951, na unidade
de São Caetano do Sul.
Desde o lançamento do Chevrolet Opala em 1968, o
primeiro automóvel de passageiros produzido no Brasil
pela GMB, a empresa tem ocupado posição de
vanguarda na tecnologia de seus processos de manufatura
e de seus produtos, sempre na busca da qualidade e da harmonia
com o meio ambiente.
Na década de 60 a GMB já introduzia no processo
produtivo de seus motores o controle de emissões
de gases do cárter, obrigatório somente 28
anos depois.
A GM é também a pioneira na substituição
do carburador pela injeção eletrônica.
Em 1990 iniciava esse processo lançando o Monza EF
500, o primeiro Chevrolet com injeção eletrônica
de combustível. Quatro anos mais tarde, em 1994,
toda a linha já utilizava a injeção
eletrônica, inclusive os veículos a álcool.
Atenta para os possíveis impactos ambientais de
todas as suas atividades, a GMB tem se voltado também
para a reciclagem e para a aplicação de métodos
e materiais mais compatíveis à preservação
do meio ambiente. Por isso eliminou o uso do CFC, tanto
na linha de produção como nos sistemas de
ar-condicionado dos veículos Chevrolet, substituindo-o
pelo HFC, menos agressivo à camada de ozônio.
Para desenvolver novos projetos tendo em vista o uso de
materiais recicláveis, os engenheiros da GMB, juntamente
com os colegas do ITDC International Technical Development
Center (centro técnico internacional de desenvolvimento
da GM, com sede na Alemanha) e da NAO North American
Operations, escolhem as matérias-primas segundo os
mais rigorosos critérios de qualidade e de respeito
à natureza. Eles buscam também soluções
técnicas dentro dos processos organizacionais que
tornem a reciclagem economicamente viável.
Nos veículos Chevrolet existem componentes fabricados
com material reciclado do mais elevado padrão de
qualidade, como peças plásticas de acabamento
e peças de motor em alumínio. Os fornecedores
são incentivados a substituir em sua manufatura os
produtos químicos agressivos ao meio ambiente pelos
biodegradáveis.
Preservação
A preservação de áreas verdes e matas
em seus complexos industriais e comerciais, e das espécies
animais que nelas vivem, também faz parte do conjunto
de ações ambientais da GMB. No Campo de Provas
da Cruz Alta, por exemplo, boa parte da mata nativa encontrada
na época da Fazenda Cruz Alta, há 25 anos,
foi preservada. Hoje o campo de provas da GMB abriga uma
reserva florestal de 4,6 milhões de m_, formada por
variadas espécies, vegetais e animais. Em outros
2,27 milhões de m_ de área de reflorestamento
do CPCA foram plantadas 350 mil mudas de árvores
nativas da região. Há ainda 60 hectares plantados
com mais de dez mil nogueiras macadâmia e outros 70
hectares ocupados pela cultura do milho. Uma terceira atividade
comercial agrícola contribui para a preservação:
o reflorestamento com pinheiros, eucaliptos e casuarinas.
No complexo industrial de São José dos Campos,
uma área de 100 mil m2 de mata nativa abriga capivaras,
corujas, cachorros do mato, quatis e répteis. Dentro
daquele complexo há 10 mil árvores frutíferas,
plantadas por funcionários, mais de 1 milhão
de m_ de gramado ao redor das fábricas, além
de milhares de peixes de várias espécies.
Em Gravataí, figueiras centenárias são
preservadas e formam o Parque das Figueiras, uma reserva
ecológica de 50 hectares. Lá, cerca de 23.700
mudas de árvores nativas e 650 bromélias foram
plantadas com a ajuda de uma empresa especializada em gerenciamento
ambiental. Na unidade industrial e comercial de Mogi das
Cruzes há uma reserva ecológica com mais de
40 mil metros quadrados e espécies nativas da Mata
Atlântica.
Susete Davi
VISÃO DE
MERCADO
Tentando entender o mercado
Parte 2
No
nosso artigo anterior intitulado "Tentando Entender
o Mercado", levantamos a questão das dificuldades
do reparador independente em manter-se no mercado. Tentamos
passar algumas informações importantes para
que o nosso amigo reparador fique de olhos bem abertos e
observe os movimentos dos concessionários.
Naquele artigo, falamos da maior participação
dos funcionários da rede concessionária nos
exames da ASE, falamos também nas eventuais baixas
dos preços de serviços de reposição
de peças realizados pelas concessionárias.
Entretanto, há alguns fatores que favorecem o setor
independente: o primeiro deles é a baixíssima
escolaridade dos profissionais das concessionárias.
Se por um lado os concessionários
investem pesadamente em treinamento, por outro eles encontram
sérios obstáculos na questão da assimilação
de conhecimentos por parte de seus funcionários.
Na verdade, essas empresas vêm gastando dinheiro para
oferecer formação básica aos seus profissionais,
pois mais da metade não possuem se quer o 2º
grau completo.
E mais, além de não terem concluído
o curso secundário, esses profissionais têm
idades acima de 30 anos, o que para as concessionárias
é um problema, pois um funcionário mais maduro
é sempre mais resistente ao novo e as mudanças
de procedimentos de trabalho.
Pesquisas mostram que as concessionárias
também enfrentam problemas com a alta circulação
de mão de obra, pois que poucos funcionários
realmente criam raízes em suas empresas.
Veja-se, portanto, que se o mercado reparador
apresenta-se difícil e muitas vezes desestimulante
para o setor independente, esse mesmo mercado não
é menos difícil aos olhos dos concessionários.
Ademais, o setor independente guarda larga
margem de distância dos seus concorrentes concessionários,
pois já está habituado a lidar com um mercado
extremamente competitivo, não tem a menor dificuldade
em mudar de conduta rapidamente para abocar filões
de mercado. O setor independente é formado de pequenas
células que são as oficinas mecânicas.
Estas células são dotadas de
iniciativa própria com a vantagem adicional de poderem
corrigir suas atitudes de forma rápida quando o mercado
assim lhes exigir. Elas não são estruturas
complexas e enormes como o são seus adversários
concessionários (se assim podem ser chamados...),
que por sua vez devem obediência a estruturas gigantescas
que são os fabricantes e sistemistas, os detentores
das bandeiras.
O mercado de reposição já
começa a buscar no mercado independente os expoentes
para firmarem parceria - as bandeiras de reposição:
BOSCH, VISTEON, MARELLI, DELPHI, VARGA, LUK e outras - em
busca de melhores soluções para o usuário
e fortalecimento da marca no aftermarket. Mais uma porta
se abre para a reparação independente.
Enfatizamos, entretanto, que o reparador
independente não deva se esquecer que, para continuar
na frente, jamais abandone o tripé escolaridade,
conhecimento tecnológico e visão gerencial,
sobre o qual falamos no nosso último artigo.
Também não se deve prescindir
das certificações ASE, posto que o sucesso
nos exames do mais respeitado órgão mundial
de certificação e de distinção
da mão de obra no setor de reparação
automotiva, certamente trará maior entusiasmo ao
reparador no exercício de suas funções;
proporcionando com isso automotivação na busca
de conhecimento formal, melhor espírito competitivo
e, por último, uma visão gerencial mais aprimorada.
Seus clientes agradecem! O mercado também!
Reparos de qualidade = cliente satisfeito =>menor índice
de quebra\melhor qualidade de vida e de trânsito.
Paulo Roberto Poydo e Marco Calixto - Synergy
Consultoria e Treinamento Automotivo
TRANSITANDO LEGAL
Pedestre, bicicleta e veículo
sem placa
1. BICICLETA I
A bicicleta é um veículo como qualquer outro.
Infelizmente, a maioria dos ciclistas não conhecem
ou não respeitam as regras de trânsito. Assim,
a chance de acidentes envolvendo ciclistas é muito
grande. Se você perceber que ele está desatento,
buzine levemente antes de ultrapassá-lo. Mas cuidado:
não buzine forte para não assustá-lo
e acabar provocando acidentes.
2. BICICLETA II
Fique atento com os ciclistas, principalmente à noite.
A bicicleta é um veículo silencioso e muitas
vezes, o motorista não percebe sua aproximação.
Cuidado ao abrir a porta. Cuidado também quando for
dobrar uma esquina : um ciclista pode introduzir-se entre
o seu veículo e o meio-fio sem ser notado.
3. ESTACIONAMENTO DE MOTOCICLETA I
As Motocicletas devem ser estacionadas de
maneira perpendicular à guia da calçada. Exceto
que haja sinalização específica determinando
outra coisa.
4. ESTACIONAMENTO DE MOTOCICLETA II
Aquele que insistir em estacionar motocicleta fora das condições
estabelecidas pelo CTB (perpendicular à guia da calçada)
, comete uma infração média, com penalidade
de multa de 80 UFIR, tendo seu veículo removido para
o pátio da autoridade de trânsito competente.
Você, ainda, ganha quatro pontos no prontuário.
5. PEDESTRE I
Todos são Pedestre. Ao sair de casa, lembre-se que
de uma forma ou de outra você faz parte do trânsito.
Nas estradas, andar sempre em sentido contrário ao
dos veículos e em fila única, utilizando,
obrigatoriamente, o acostamento (onde existir);
6. PEDESTRE II
Os pedestres nas vias urbanas, onde não houver calçadas
ou faixas privativas a eles destinadas, devem andar sempre
à esquerda da via em fila única e em sentido
contrário ao dos veículos.
7. PEDESTRE III
Os pedestres só devem cruzar a via pública
na faixa própria, obedecendo à sinalização.
Quando não houver faixa própria (faixa de
pedestre), devem atravessar a via pública perpendicularmente
às calçadas e área de seu prolongamento.
8. BRAÇO FORA DO VEÍCULO
Os Motoristas não pode dirigir com o braço
pendente para fora do veículo, além de arriscar
a sua saúde, pode ser autuado com uma multa de 80
UFIR e , ainda, ganha quatro pontos no prontuário.
9. VEÍCULO SEM PLACA I
O veículo será identificado externamente por
meio de placas dianteiras e traseiras, sendo esta lacrada
em sua estrutura. As motocicletas só possuem a placa
traseira. Ao comprar um veículo novo (0 KM), é
bom saber que esta obrigatoriedade é, também,
para eles, podendo haver o deslocamento da concessionária
para o órgão de trânsito.
10. VEÍCULO SEM PLACA II
Os condutores que insistirem em trafegar com seu veículo
faltando qualquer umas de suas placas, comete uma infração
gravíssima, com penalidade de multa (180 UFIR) e
apreensão do veículo, tendo como medida administrativa
o recolhimento do documento do veículo e a remoção
do veículo ao pátio do DETRAN.
11. FUGA DO LOCAL DE ACIDENTE
O condutor que afastar-se do local de acidente, para fugir
à responsabilidade penal ou civil que lhe possa ser
atribuída, poderá cometer o crime previsto
no art. 305 do CTB, com pena de detenção de
6 (seis) meses a 1 (um) ano ou multa.
12. DIREÇÃO ATENTA
Nunca dirija cansado, com stress ou sono, nem sob o efeito
de bebidas alcóolicas ou drogas. Isso diminui em
muito seus reflexos e torna você um verdadeiro perigo
no volante. Seja responsável e se cuide.
Autor: Wilson de Barros Santos.
Advogado, Bacharel em Ciências Econômicas, Ten
Cel PM RO da Reserva, Especializado em Trânsito pela
Polícia Militar do Estado de São Paulo (1990)
e Polícia Militar do Distrito Federal (1997).
Email:wilson@transitobrasil.com - Responsável pelo
site Trânsito Brasil - http://www.transitobrasil.com.br
SALÃO DE DETROIT
Bentley Arnage T
Chega às lojas o sedã mais veloz do mundo
O Bentley Arnage T estréia em Detroit como o sedã
produzido em série mais veloz do mundo. O carro é
o resultado de três anos de trabalho e representa
o primeiro modelo da marca inglesa depois da aquisição
pelo Grupo Volkswagen. Com estilo inconfundível,
o novo modelo faz parte da linha 2002 e vai conviver com
os sucessores dos modelos Arnage Red Label e Arnage limusine.
O visual elegante inclui detalhes exclusivos, como os
pára-choques dianteiros com novas entradas de ar
para refrigerar os freios ou as rodas de aro 19 com pneus
255/45ZR. Internamente, as novidades resumem-se aos bancos
de couro com o emblema da marca inglesa, além de
uma série de itens que reforçam a imagem esportiva
do sedã. O botão que aciona o motor é
um deles, assim como a tela escamoteável no centro
do painel, para visualizar as coordenadas do sistema de
navegação por satélite.
Mas os principais atrativos do Arnage T estão centrados
na nova estrutura e no conjunto mecânico. O monobloco
teve a rigidez torcional aumentada em 57% em relação
aos modelos Continental T e Red Label. A suspensão
(com amortecedores controlados eletronicamente) ganhou novas
barras estabilizadoras e molas mais rígidas. O resultado
na prática, segundo o fabricante, é um rodar
livre de vibrações e que transmite segurança
mesmo de curvas feitas em alta velocidade, sensação
reforçada pelo sistema de controle de estabilidade
(ESP).
O título de ser o sedã mais rápido
do mundo é explicado principalmente pelo motor V8
6.75 sobrealimentado por duas turbinas Garret T3. São
450 cavalos de potência e incríveis 89,3 kgfm
de torque, valor suficiente para garantir outro recorde:
o de ter o maior torque entre os modelos fabricados em série
atualmente. Graças ao reformulado propulsor, o Arnage
T acelera de 0 a 100 km/h 5,8 segundos e atinge 270 km/h.
O câmbio automático de quatro marchas não
é um um dos mais modernos, mas é capaz de
suportar toda essa força.
SALÃO DE DETROIT
Hummer H2
Mais luxo para o jipe acostumado a guerras
O Hummer H2, versão de luxo do jipão do exército
norte-americano, chega finalmente à sua versão
definitiva de mercado. Disposto a enfrentar qualquer tipo
os obstáculo, o H2 tem tração integral,
sistema de suspensão traseira a ar e distribuição
da tração entre os eixos controlada pelo motorista,
que pode fazer girar apenas uma roda, se as outras estiverem
patinando.
A bordo do H2, há espaço de sobra para cinco
ocupantes e suas respectivas bagagens, além de um
painel de instrumentos com todas as informações
necessárias sobre o carro. Na lista de itens ligados
ao conforto estão ar-condicionado, sistema de som
com nove alto-falantes e bancos revestidos de couro.
Ao pisar fundo no acelerador, os 325 cavalos do motor V8
6.0 são despertados rapidamente. E isso não
é tudo. O ponto forte dessa verdadeira usina de força
é o torque máximo de 53,5 kgfm. Para suportar
toda essa disposição, o câmbio é
automático de quatro marchas.
SALÃO DE DETROIT
Honda Model X
Um carro para quem gosta de esportes radicais
O Honda Model X chama atenção pelo visual
inusitado. O carro, mostrado em outros salões como
protótipo, chega à versão definitiva
e será fabricado em série dentro de um ano.
Seu público-alvo é formado por jovens esportistas,
que praticam esportes radicais como surfe, ciclismo de montanha
e esqui na neve.
No interior, o assoalho é plano, o que favorece
o espaço interno. As operações de carga
e descarga são facilitadas pelo deslizamento da parte
onde fica apoiada a bagagem. Os assentos são feitos
de um material facilmente lavável e podem ser transformados
em um par de camas.
Para diversão dos que estão a bordo do Model
X, a Honda inclui telas de cristal líquido conectada
a aparelhos de DVD, além de um sistema de som que
reproduz músicas gravadas em MP3. O motor é
de quatro cilindros com comando de válvulas variável,
acoplado a um câmbio manual de cinco marchas, com
alavanca no console central.
SALÃO DE DETROIT
Chevrolet SSR
Picape conversível será lançada em
2003
Que tal uma picape conversível? É o que a
Chevrolet vai fabricar no final desse ano e começar
a vender nos Estados Unidos no início de 2003. Mostrada
como protótipo há dois anos, a inovadora SSR
faz parte das atrações no estande da GM. Com
visual repleto de nostalgia, o novo modelo chama atenção
por detalhes como os faróis partidos ao meio pelo
friso da grade do radiador, pára-lamas salientes
e capota acionada eletricamente.
No interior há espaço para duas pessoas
e o ambiente dá ênfase à esportividade.
Os bancos são revestidos de couro, com largos apoios
laterais. A alavanca de câmbio é cromada e
o painel tem instrumentação circular, como
nos esportivos que fizeram sucesso no passado. No console
central, o revestimento metálico contrasta com as
cores vivas da carroceria.
Feito de alumínio, o motor V8 5.3 gera 285 cavalos
e 44,9 kgfm de torque, acoplado a câmbio automático
de quatro marchas. Como todo esportivo norte-americano,
a tração é traseira. Por causa da ausência
da capota rígida, a estrutura do monobloco dessa
picape conversível foi reforçada, o que garante
a eficiência da suspensão nas curvas.
TECNOLOGIA
Eletrônica
embarcada nos veículos atuais
Com a abertura do mercado brasileiro no início dos
anos 90, tivemos como conseqüência, novos investimentos
de montadoras e fornecedores para um mercado emergente,
com grande demanda, em tecnologias automotivas existentes
nos países do primeiro mundo. Rapidamente nos transformamos
num parque automotivo como poucos no mundo. Mais de 13 montadoras
produzindo diferentes modelos de veículos e considerável
parque de fornecedores.
Sem dúvida, a tecnologia que vemos hoje em nossos
veículos é a mesma que temos lá fora,
tanto no que se refere a técnicas e processos de
produção como também a de eletrônica
embarcada, que nos proporciona mais conforto, segurança,
desempenho, menor consumo, menos emissões de poluentes
e principalmente mais prazer em dirigir.
Regidos por normas de qualidade como ISO, QS, programa
de controle de emissões, características específicas
de nossos combustíveis gasolina e álcool e
condições extremas de vibração
em virtude de nossas estradas, foram viabilizadas tecnologias
novas para montadoras instaladas no Brasil.
A Bosch foi pioneira na introdução dessas
novas tecnologias de eletrônica embarcada. Podemos
dizer que, quase todas as tecnologias relativas à
eletrônica embarcada no primeiro mundo, estão
disponíveis para nossas montadoras. Isto, porém,
não significa que são viáveis economicamente
ou podem ser incorporadas em grande escala em nossos veículos
em virtude do poder limitado de compra do nosso mercado.
Essa é a principal razão de termos um mercado
altamente concentrado em veículo compactos de baixa
cilindrada .
Mesmo assim podemos ressaltar algumas tecnologias embarcadas
que são encontradas em nossos veículos atuais
como: sistemas avançados de gerenciamento eletrônico
de motor a base de torque com acelerador eletrônico
sem fio (drive by wire), proporcionando um motor mais limpo
nas suas emissões de gases, menor consumo, melhor
performance e agradável dirigibilidade; módulos
de admissão em plástico com controle eletrônico
de geometria reduzindo sensivelmente o peso do veículo;
câmbio eletrônico automático com "cruise
control" proporcionando a redução de
consumo.
Além dos alternadores mais compactos e mais leves
com controle de carga na partida e balanço energético;
sistemas eletrônicos de freios antibloqueio, ABS,
proporcionando maior segurança de frenagem e controle
de tração TC evitando "patinação"
das rodas; air-bag como proteção a impacto;
painéis eletrônicos interligados aos demais
sistemas eletrônicos do veículo através
de sistemas de comunicação já bem difundidos
nos automóveis como o CAN-Bus; sistemas eletrônicos
para controle de estabilidade, ESP, tornando a dirigibilidade
mais segura; gerenciamento de motores ciclo diesel do tipo
"common rail", proporcionando melhor desempenho,
menor consumo e emissões, e melhor dirigibilidade;
controle eletrônico de arrefecimento de motores; dispositivos
para acionamento de vidros/ajuste de bancos; sensor de chuva
para acionamento automático de limpadores de vidros.
Hoje não podemos mais imaginar o automóvel
sem o uso de sistemas eletrônicos. A eletrônica
viabiliza a tecnologia embarcada, substituindo funções
mecânicas, melhorando a qualidade e durabilidade dos
novos veículos. A evolução na aplicação
da eletrônica e seus benefícios no veículo
do futuro é, sem dúvida, um constante desafio
para nossos engenheiros e para a indústria automotiva
como um todo.
Besaliel Soares Botelho diretor da
Divisão de Sistemas à Gasolina da Bosch
SALÃO DE DETROIT
Volvo XC 90
Enfim a marca sueca põe as rodas na lama
O primeiro utilitário-esportivo da Volvo foi revelado
ao mundo. Trata-se do XC 90, modelo em que a marca sueca
aposta para entrar na acirrada disputa com as marcas alemãs,
japonesas e norte-americanas.
Baseado nos modelos S60 e S80, o jipão sueco mantém
a tradição da Volvo em prezar pela segurança
dos ocupantes, com o emprego de dispositivos como distribuidor
de força de (EBD), controle eletrônico de estabilidade
(DSTC) e sistema de transmissão que distribui a tração
entre os eixos conforme a aderência do piso.
No interior, há espaço para sete ocupantes,
todos devidamente protegidos pelas bolsas infláveis
laterais e pelos encostos de cabeça que evitam lesões
na coluna em colisões laterais. O painel e os instrumentos
são semelhantes aos do sedã S80, o que inclui
o sofisticado sistema de som de alta-fidelidade Dolby Pro
Logic, cujas principais funções podem ser
controladas pelas teclas do volante mutifunção.
São três as opções de motorização,
duas delas a gasolina e uma a diesel. O modelo a gasolina
mais em conta tem cinco cilindros em linha, 2.5 litros de
cilindrada e sobrealimentação por uma turbina.
É capaz de gerar 210 cavalos e 32,6 kgfm de torque
a 1.500 rpm. O outro é o mesmo 2.9 biturbo do S80,
que gera 272 cv e 38,7 kgfm desde os 1.800 rpm. A opção
a diesel conta com um novo 2.4 turbo, de cinco cilindros,
capaz de produzir 163 cv e 34,7 kgfm de torque a 1.750 rpm.
Todos os modelos são equipados com câmbio automático
seqüencial de quatro marchas Geartronic.
TECNOLOGIA
Futuro é presente no painel
do automóvel
Parece até filme de desenho, mas o futuro já
se faz presente nos protótipos aprsentados no Salão
de Detroit, onde os veículos exploram novos recursos
para os quadros de instrumentos.
Os painéis futuristas nos automóveis estão
mais próximos da realidade. Pelo menos é o
que indicam os carros-conceito mostrados no Salão
de Detroit deste ano. As idéias apresentadas trazem
novos formatos e materiais para visualização
dos instrumentos tradicionais, além de recursos inéditos
para conforto e segurança.
Gosto pessoal
Com os novos materiais sugeridos pelos designers será
possível escolher cor, intensidade luminosa e definição
dos painéis de instrumentos
Vários protótipos, com destaque para quatro
Oldsmobile 04, Pontiac VER, GMC Terracross e Cadillac
Vizón , estavam equipados com painéis
de instrumentos de Liquid Crystal Displays (LCD), ou telas
de cristal líquido. A tecnologia é a mesma
das telas dos computadores portáteis. Oferece uma
variedade infinita de cores, resoluções e
intensidade do brilho.
Essa tecnologia permite a reconfiguração
do painel. O motorista escolhe como e onde as informações
sobre o carro serão mostradas. Se para alguém
o velocímetro e o conta-giros devem ser grandes e
centralizados, para outros os dados mais importantes podem
ser a faixa musical que está sendo reproduzida no
disco ou a distância da próxima parada. "Como
os carros apresentam cada vez mais informações
e inovações a fim de entreter o motorista,
a reconfiguração é uma forma de resolver
esse problema", opina Ed Welburn, diretor-executivo
do Centro GM de marcas corporativas.
Vários ângulos
Câmeras instaladas em várias partes do veículo,
como nos espelhos retrovisores externos, vão monitorar
com mais precisão e amplitude a área externa
próxima, ajudando a evitar colisões
O painel do Oldsmobile 04, inspirado no Palm Pilot e outros
computadores de mão, tem o formato de uma meia-lua.
Chamado de Info Ring, o sistema conta com comandos acionados
em dez pontos ao seu redor. Eles substituem as teclas e
botões convencionais.
O Cadillac Vizón, utilitário esportivo de
luxo, recebeu uma inovação futurista mais
exclusiva, de cristal liquido. São três painéis
circulares inspirados no estilo da famosa joalheria grega
Bulgari. Quando é dada a partida no motor, uma tampa
desliza e surgem os painéis, em tamanhos gradualmente
maiores. As informações que serão mostradas
também são escolhidas pelo motorista.
Monitores de TV estão sendo adaptados aos quadros
de instrumentos dos carros para aumentar a segurança
em manobras e na condução. Câmeras de
vídeo no lugar dos retrovisores mostram no painel
o que o motorista vê hoje no espelho, além
de outros ângulos normalmente não visualizados.
Com o sistema CamCars Traffic View, o departamento
de tecnologia da Ford está experimentando o uso de
três microcâmeras para eliminar pontos cegos.
Os três monitores atrás do volante permitem
a observação de vários ângulos
do carro, que mudam de acordo com a vontade do condutor.
Dois deles fazem o papel de espelhos retrovisores na maior
parte do tempo.
Outro tipo de câmera para o futuro também
é voltado para a segurança. O Cadillac Vizón
traz ainda o sistema Night Vision (visão noturna)
baseado em tecnologia do exército norte-americano.
Por ele é possível enxergar à noite
objetos em locais escuros graças ao sistema de raios
infravermelhos.
Visão Noturna
O Deville linha 2000, sedã de luxo da Cadillac, é
o primeiro modelo a trazer como item de série este
recurso, mostrado no conceito Vizón
Arquivo digital
Como a música digital vem ganhando mais espaço
e admiradores, a Mazda anunciou que o sedã MP3 vai
trazer de série o primeiro sistema de som, já
instalado na linha de montagem, com reprodutor de MP3, os
arquivos que contêm áudio encontrados na internet.
O sistema é fornecido pela Kenwood, tem 280 watts
de potência e trará ainda toca-discos, quatro
alto-falantes, quatro canais e um subwoofer equipamento
para ressaltar sons graves.
O Ford Explorer 2002 chegará ao mercado com indicador
da pressão dos pneus, instrumento já oferecido
no novo Renault Laguna. Quando algum pneu estiver com a
calibragem fora do padrão normal, o motorista será
avisado por uma luz no painel.
LANÇAMENTO
Ford lança Fiesta Action
- Versão especial limitada
A Ford lança este mês mais uma novidade na
linha Fiesta, que cresceu recentemente com a chegada do
sedã: o Fiesta Action, versão especial do
modelo básico de cinco portas, equipado com motor
Zetec RoCam 1.0 L e diversos itens adicionais de estilo.
Além de dar ao carro um visual arrojado e esportivo,
o pacote de equipamentos incluído na nova série
tem no custo-benefício o seu principal atrativo para
o consumidor.
Produzido exclusivamente na cor prata Geada, o Fiesta Action
vem com pára-choques integrais, moldura lateral e
espelhos retrovisores pintados na cor da carroceria, vidro
degradê, rodas de aço de aro 14, pneus 175/65
e calotas integrais do mesmo estilo do Focus. Possui também
grade do radiador e ponteira do escapamento cromados, spoiler
na tampa traseira com brake-light, espelho retrovisor azulado,
contagiros e quadro de instrumentos com fundo branco, além
do emblema "Action" estampado na lateral e na
traseira. Como opcionais, ele oferece ainda, no segundo
catálogo, ar-condicionado e faróis de neblina.
Além desses itens adicionais, o Fiesta Action traz
como equipamentos de série do modelo básico:
vidros verdes plus (75% de transparência), console
central, acendedor de cigarros, cinto de segurança
de três pontos retrátil, alças de segurança
dianteira e traseira, antena no teto, preparação
de instalação para rádio com dois alto-falantes,
pára-sol e espelho de cortesia para motorista e passageiro,
suporte para documento no quebra-sol do motorista, lavador,
limpador e desembaçador do vidro traseiro, moldura
preta de cerâmica no vidro traseiro, faróis
dianteiros transparentes, pisca lateral com lente transparente
e gancho de reboque.
Custo-benefício
Com produção limitada a 750 unidades, o Fiesta
Action tem preço sugerido de lançamento de
R$18.300,00 para o primeiro catálogo e de R$20.490,00
para o segundo (base São Paulo), com ar-condicionado
e faróis de neblina. "O objetivo do produto
é atender consumidores e famílias jovens que
procuram um carro compacto, atraente, com excelente desempenho,
segurança, conforto, dirigibilidade e, sobretudo,
ótima relação custo-benefício",
afirma Luis Salem, gerente geral de Marketing da Ford.
A criação de séries limitadas - como
já foi feito, por exemplo, com o Ka Black e o Fiesta
e Courier Sport - é uma forma de oferecer um produto
diferenciado, com custo competitivo, para públicos
específicos. A nova versão especial também
faz parte da estratégia da Ford de fortalecer a marca
Fiesta Street e enfatizar ao mercado que ela continuará
em produção mesmo após o lançamento
da nova família de veículos Amazon, programada
para o primeiro semestre deste ano.
Desempenho, segurança e dirigibilidade
Com vendas que superam 10 milhões de unidades no
mundo, sendo mais de 330 mil delas no Brasil, o Fiesta é
resultado do projeto mais caro já desenvolvido pela
Ford para a criação de um automóvel.
Ele vem recebendo constantes aperfeiçoamentos, desde
o lançamento, e detém os maiores índices
de satisfação dos consumidores no seu segmento.
Um dos responsáveis por esse desempenho é
o motor Zetec RoCam, que une alto torque, durabilidade,
baixo consumo de combustível e facilidade de manutenção.
Seu insuperável padrão de dirigibilidade,
silêncio e conforto também é resultado
de tecnologias desenvolvidas pela Ford. A fixação
do motor com a utilização de sub-chassi, que
isola a carroceria dos efeitos provocados pelo conjunto
de transmissão e do contato das rodas com o solo,
é uma delas. O Ford Fiesta oferece também
o mais elevado nível de segurança ativa e
passiva da categoria, com carroceria projetada dentro do
conceito de célula de sobrevivência, reforços
nas colunas, barras de proteção lateral e
válvula de corte de combustível em caso de
impactos.
LANÇAMENTO
Mitsubishi L200R2: pronta para
competição
Estrutura
· Chassi Integral Tubular com sub-chassi para suspensão
dianteira e traseira
· Carroceria
· Construída em material plástico "composite"
Dimensões
Comprimento (mm) - 4550 | Largura (mm) - 1875 | Altura (mm)
- 1750 | Entre-eixos (mm) - 2960
Bitola dianteira (mm) - 1560 | Bitola traseira (mm) - 1560
| Ângulo de Entrada - 65º
Ângulo de Saída - 45º | Altura livre do
solo (mm) - 310 | Peso em ordem de marcha (kg) - 1650
Peso bruto total (kg) - 2650 | Tanque de combustível
(Litros) - 80 | Lugares - 2
Motor
Código - 4M41 DI-D (Direct Injection - Diesel) |
Cilindrada (cm3) - 3200
Disposição e Combustível - Longitudinal,
Dianteiro, a Diesel | Taxa de compressão - 17,0
Cilindros e Válvulas - 4 em linha, 16 válvulas,
DOHC | Diâmetro e curso (mm) - 98,5 x 105,0
Alimentação - Bomba Injetora Eletrônica,
Injeção Direta, Turbocompressor e Intercooler
Potência Máxima (C.V.@RPM) - 165 @ 3800 | Torque
Máximo (kgf.m @ RPM) - 38.0 @ 2000
Transmissão
Tipo - Mecânica, 5 marchas
Relações de marchas: 1ª - 4.234 / 2ª
- 2.238 / 3ª - 1.398 / 4ª - 1.000 / 5ª -
0.761 / Ré - 3.553
Redução Final - 4.100
Direção
Hidráulica, Pinhão e Cremalheira, Relação
Variável
Tração
- Possibilidade de Engate 2H « » 4H com o veículo
em movimento a até 100km/h
- Diferencial central com aclopamento viscoso (VCU) de distribuição
variável de torque entre eixos traseiro/dianteiro
67/33 « » 50/50
- Caixa de Transferência Super Select 4WD-II, com
as seguintes opções:
» 2H = Tração 4x2 traseira
» 4H = Tração 4x4 com os três
diferenciais atuantes
» 4HLc = Tração 4x4 com diferencial
central (VCU) bloqueado
» 4LLc = Tração 4x4 com diferencial
central (VCU) bloqueado e Reduzida
Caixa de transferência
Normal - 1.000
Reduzida - 1.900
Suspensão
Dianteira - Independente, Braços triangulares duplo,
Duas molas helicoidas e dois amortecedores hidráulicos
por roda, Barra Estabilizadora
Traseira - Independente, Multi-link, Duas molas helicoidas
e dois amortecedores hidráulicos por roda
Freios
Dianteiro - Disco Ventilado 16", pinça de pistões
duplos
Traseiro - Disco ventilado 16"
Pneus
Pirelli Scorpion A/T - 265/75 R16
Rodas
Liga leve, 16" x 7.0" JJ
TECNOLOGIA
Romiseta ultra-esportiva
Fábrica dos EUA lança veículo que é
o resultado do casamento de um triciclo com uma moto-estradeira
As estradas americanas são povoadas por uma categoria
de automóveis inexistente no Brasil, os roadsters.
São os carros esportivos, conversíveis ou
não, e sobretudo caros.
Transportam geralmente apenas dois privilegiados, aqueles
capazes de gastar mais de US$ 60 mil num carro. Exemplos
são o Audi TT, o BMW Z3, o Porshe Boxster ou o Mercedes
classe SLK. Todos esses veículos, como se sabe, rodam
sobre quatro rodas.
O que você não sabe é que o próximo
esportivo dessa categoria só terá três.
É o Merlin Roadster, triciclo motorizado de última
geração, que a americana Corbin Motors começa
a produzir sob encomenda neste trimestre ao preço
unitário de US$ 23.900.
Os concorrentes diretos do Merlin não são
os roadsters tradicionais, mas na verdade as supermotos
estradeiras como a Honda Gold Wing 1800 (que no Brasil custa
R$ 87 mil). Para ingressar nesse mercado ultracompetitivo,
a californiana Corbin optou por um nicho abandonado desde
os tempos da saudosa romiseta, o dos triciclos. Também
pode vir a competir com os ultracompactos de uso urbano
como o Smart, vendido na Europa pela DaimlerChrysler. Mas
o Merlin não foi projetado para o dia-a-dia. Primeiro
porque é para solteiros convictos, pois em seu cockpit
só há lugar para o motorista. E em segundo
lugar porque é um conversível sem capota.
Em caso de chuva, é melhor estacionar e procurar
abrigo.
Equipado com um motor Harley-Davidson de 1.442 cm³,
o Merlin tem transmissão manual de quatro velocidades
e freios a disco nas três rodas. Segundo o fabricante,
o veículo atinge 160 km/h. Na estrada, seu consumo
é de 25 km por litro. O porta-malas é de 100
litros e ele sairá da linha de montagem com rádio
AM/FM e CD player. Quem ficou interessado por entrar em
contato com a Corbin Motors. Eles aceitam encomenda. Mas
a reserva é de US$ 1000.
Istoé Digital
LANÇAMENTO 2002
Peugeot 206
ganha mais tecnologia e segurança
A versão 2002 do modelo passa a ser
equipada com a tecnologia da 'Multiplexagem', que proporciona
a otimização e o compartilhamento de informações,
além de facilitar a manutenção
O Peugeot 206 1.0, modelo que movimentou o mercado nacional
no ano passado, conquistando vários prêmios,
ganha em 2002 mais conforto, tecnologia, comodidade e segurança.
Segundo Guillaume Couzy, diretor de Marketing da Peugeot
do Brasil, o acréscimo de novos itens à versão
2002 do 206 1.0 agrega mais valor ao já consagrado
custo/benefício do modelo. "Quando lançamos
a versão com motor de 1.000 cc, optamos por preservar
as mesmas características do veículo com motor
1.6 litro, tornando-o um dos carros mais bem equipados do
seu segmento. Agora, com a Multiplexagem disponível
quase que apenas em veículos de alta gama - a Peugeot
passa a oferecer na sua versão de entrada maior quantidade
de recursos, proporcionando aos clientes um carro acima
da média em tecnologia, conforto e segurança.",
conclui o executivo.
Multiplexagem - Entre as principais novidades incorporadas
na versão 2002 do modelo 206 1.0, a avançada
tecnologia da 'Multiplexagem' é a que chama mais
atenção.
Com ela, várias funções elétricas
e eletrônicas do automóvel estão centralizadas
em um mesmo calculador (central), o que proporciona a otimização
e o compartilhamento de informações. Com isso,
ampliam-se os espaços e a quantidade de fios, conectores,
sensores e etc é reduzida, possibilitando a transmissão
de uma grande quantidade de dados e informações
de forma mais ágil e segura, melhorando o desempenho
do veículo.
Um bom exemplo dos benefícios dessa tecnologia está
na segurança: em caso de colisão, o acionamento
do airbag "inteligente" acontece em três
estágios, dependendo da força do impacto,
com os sensores ativando, além das bolsas, vários
recursos como destravamento das portas, acionamento do pisca-alerta
e o corte da bomba de combustível - função
que evita vazamentos.
A Multiplexagem permite ainda a maximização
dos espaços existentes no habitáculo do compartimento
do motor, através da redução da quantidade
de fios e aumento da confiabilidade dos circuitos elétricos;
agilizando ainda a manutenção do veículo,
pois o diagnóstico e a solução de eventuais
problemas tornam-se mais simples e rápidos.
Outro importante benefício da Multiplexagem no Peugeot
206 1.0 16v, é a incorporação de recursos
e equipamentos antes disponíveis apenas nas versões
equipadas com propulsor de 1.6 litro.
Entre os novos itens podemos citar: limpador do pára-brisa
com temporizador, controlado de acordo com a velocidade
do veículo ; gerenciamento da energia elétrica
do veículo (evitando perda da carga mínima
da bateria e permitindo que o motorista tenha energia suficiente
para dar partida no automóvel).
Novos equipamentos de série e opcionais - A Selection,
versão de entrada do 206 1.0, passa a contar com
nova iluminação do painel de instrumentos
e limpador de pára-brisa com temporizador indexado
de acordo com a velocidade do veículo, como itens
de série.
Esses itens se somarão aos já oferecidos
anteriormente: chave de ignição codificada,
cintos de segurança dianteiros retrateis com pré-tensionadores
pirotécnicos e bloqueio de folga, protetor de cárter,
coluna de direção com regulagem de altura,
calotas integrais, pára-choques pintados na mesma
cor da carroçaria e vidros verdes.
Na versão Selection Pack, aos equipamentos descritos
anteriormente somam-se: indicador de portas abertas no mostrador
digital, indicador do nível do óleo do motor
no hodômetro, iluminação no porta-malas
e relógio digital no painel com indicação
de data.
Foram incorporados também ao 206 1.0, na Soleil
(top de linha) a mudança do tecido de revestimento
dos bancos, que agora oferecem nova padronagem e o banco
traseiro rebatível em 1/3 - 2/3. E, nos veículos
equipados com trava elétrica, chave com duplo comando
com localizador do veículo, um interessante recurso
de conforto.
Outra novidade disponível nesta versão de
acabamento é o rádio AM/FM com CD Player,
com comando no volante e display no painel, dois tweeters
e dois auto-falantes, que passam a ser oferecidos como opcional
a partir de abril.
O 206 1.0 16v custa, em sua versão de entrada, a
Selection, R$ 19.450,00 (3 portas) e R$ 20.430,00 (5 portas).
Já a Selection Pack, versão intermediária,
está sendo comercializada por R$ 20.000,00 (3 portas)
e R$ 20.980,00 (5 portas). A Soleil, top de linha do modelo
1.0, tem o preço fixado em R$ 21.250,00 e R$ 22.230,00,
com 3 e 5 portas, respectivamente.
SEGURANÇA
Sistema bloqueia
e rastreia veículos em 30 segundos
Com tecnologia 100% nacional, sistema tem
melhor relação custo-benefício
e 96% de confiabilidade técnica para evitar furto e
roubo de veículos
A Tectran Tecnologia e Segurança Automotiva, empresa
do grupo Negresco, lançou, em julho de 2001, no mercado
nacional, o Sascar Celular, sistema ativo de segurança
que, em 30 segundos, bloqueia, rastreia e localiza veículos,
aciona dispositivo anti-seqüestro e dá apoio
a resgate.
O maior diferencial do produto em relação
aos concorrentes é o custo, acessível também
à classe média. A Tectran tem como meta atingir
100 mil veículos em 24 meses.
Inédito do gênero no País, o Sascar
Celular tem tecnologia 100% nacional (patenteada no Brasil
e em 16 países) e funciona em qualquer lugar do território
nacional ao alcance de operadora celular, sem as restrições
de captação de sinal do GPS (rastreamento
por satélite).
O sistema elimina travas e alarmes e garante 96% de confiabilidade
técnica para furtos e roubos. O Sascar Celular permite
que 87% dos veículos roubados ou furtados retornem
intactos às mãos dos proprietários.
O Sascar Celular chega ao mercado com grandes diferenciais
em relação aos concorrentes. Ele oferece como
itens de séries o que os outros comercializam como
opcionais: monitora conversas no interior do veículo,
corta o combustível e a parte elétrica, impede
que os carros funcionem com ligação direta,
tem dispositivo anti-seqüestro (botão anti-pânico),
alarme com sirene e aviso sonoro para o exterior do veículo
e funcionamento durante 24 horas, independentemente da bateria
do carro. Além disso, não precisa de antena
e fica oculto dentro do automóvel.
Outra vantagem é o preço, acessível
à classe média. O Sascar Celular, instalado
com todos os opcionais, custa R$ 873,00, quantia bem inferior
aos R$ 3.000,00 cobrados, em média, por outros sistemas
de segurança automotiva. O proprietário do
carro paga uma manutenção mensal de R$ 68,30.
A área de cobertura é outro grande diferencial.
O Sascar Celular utiliza tecnologia TDMA, ao alcance de
qualquer operadora celular em todo o Brasil, sem restrições
de sinais em ambientes fechados ou abertos. Para isso, a
empresa já fechou parcerias com as operadoras TESS,
BCP, TIM, ATL, Telemig e Claro Digital. O sistema se diferencia
do GPS, que tem ótimo desempenho nas estradas, mas
não nas cidades. Nas metrópoles, o sinal do
satélite é refletivo, com risco maior de interferência,
não alcançando regiões cobertas como
garagens, túneis e estacionamentos de shoppings-centers,
por exemplo.
SISTEMA ANTI-SEQÜESTRO
Todo o sistema é monitorado 24 horas, todos os dias
da semana, inclusive nos fins de semana e feriados, a partir
de uma central de informações em Curitiba
(PR). Atualmente, a central tem seis pontos de atendimento
com doze operadores, especialmente treinados, que se revezam
em turnos de seis horas para monitoramento das ocorrências.
O serviço pode ser acionado pelo 0300-7896004.
O serviço de resgate - aéreo ou terrestre
- é opcional ao pacote de segurança oferecido
pela Tectran e já está disponível em
São Paulo, Campinas, Rio de Janeiro e Curitiba, Santa
Catarina e Rio Grande do Sul e em breve será oferecido
em Minas Gerais, Espírito Santo, Goiás, Distrito
Federal, Bahia, Pernambuco.
Dependendo da gravidade da ocorrência, a central
de informações da Sascar entra em contato
com uma empresa de segurança terceirizada que forma
a equipe e inicia os procedimentos para atuar na situação
de risco. Em caso de seqüestros, a empresa localiza
o carro; acompanha, sem interferir, todos os movimentos
dos seqüestradores e oferece apoio logístico
à polícia para o trabalho de resgate. Durante
a operação, todas as conversas dentro do veículos
são monitoradas.
O lançamento do Sascar Celular não beneficia
apenas o consumidor final. O sistema proporciona vantagens
às seguradoras (que podem oferecer descontos na apólice
a quem instalar o sistema); concessionárias (que
têm a opção de utilizar o dispositivo
como diferencial na venda) e a transportadoras e frotistas
(que podem usar o serviço para monitorar o transporte
de cargas sem os inconvenientes da perda de sinal de satélite
ou de fuga de rota). Segundo estimativas, a cada 1 minuto
e 20 segundos um carro é roubado no País e
apenas 20% são recuperados.
"Investimos inicialmente US$ 3 milhões em tecnologia,
pesquisas e testes para oferecer ao mercado um produto diferenciado
que atendesse com eficiência às necessidades
de segurança automotiva", afirma Jorge Bau,
presidente executivo da Tectran. "Nosso objetivo é
estender os serviços e benefícios do Sascar
Celular a 100 mil veículos nos próximos 24
meses", completa.
TECNOLOGIA
O Sascar Celular é o primeiro serviço de
segurança automotiva capaz de bloquear, rastrear
e localizar veículos, parados ou em movimento, utilizando
um aparelho celular. Com uma placa sistêmica acoplada
a um celular instalado de maneira discreta e imperceptível
no veículo, é possível, com uma simples
ligação telefônica, bloquear ou desbloquear
o automóvel utilizando tecnologia TDMA.
Entre outros recursos, o Sascar Celular dispõe de
dispositivo anti-seqüestro (botão anti-pânico
colocado estrategicamente em três pontos no interior
do veículo), escuta interna, alarme com sirene e
aviso sonoro.
Em caso de qualquer anomalia com o veículo - violação,
furto, roubo, fraude, tentativa de seqüestro -, o cliente
aciona a central de operações de qualquer
telefone disponível. "A partir daí, a
central Sascar entra em operação, acionando
comandos e procedimentos definidos para cada tipo de situação,
sem colocar em risco a vida e a integridade física
da vítima", explica Jorge Bau.
BLOQUEIO DE VEÍCULOS PARADOS - Travas e alarmes
não são 100% eficientes. Estudos comprovam
que, de cada 10 carros roubados, quatro possuíam
algum tipo de segurança.
1. Para efetuar o bloqueio, o cliente liga para o número
instalado no veículo, espera três toques e
desliga.
2. O automóvel fica bloqueado e não funciona
nem com ligação direta.
3. Para desbloquear, segue-se o mesmo procedimento e, em
30 segundos, o sistema está desativado.
BLOQUEIO DE VEÍCULOS EM FUNCIONAMENTO - Em
caso de furto:
1. O proprietário aciona, de qualquer telefone, o
número da central e comunica o fato.
2. A central Sascar abre escuta interna, rastreia, localiza
e inicia os procedimentos para o bloqueio do veículo.
3. O Sascar Celular aciona o pisca alerta, em seguida corta
o combustível e/ou parte elétrica e, por último,
dispara um aviso sonoro para o exterior do carro.
4. Imediatamente, uma gravação avisa que o
sistema de segurança foi violado e divulga o 0800
para qualquer pessoa que estiver ouvindo comunicar o ocorrido.
5. A central de informação entrará,
então, em contato com o proprietário e iniciará
os procedimentos para recuperar o veículo.
BOTÃO DE PÂNICO (ANTI-SEQÜESTRO)
- Instalado em três pontos estratégicos dentro
do veículo:
1. Permite ao usuário acionar a central em caso de
seqüestro.
2. O sistema abre uma escuta que monitora e grava ininterruptamente
toda a conversa no interior do veículo, sem que os
seqüestradores percebam. Ao mesmo tempo, a central
rastreia e localiza o veículo.
3. Um software identifica o número do telefone, os
dados do carro e reconhece
o proprietário.
4. A central acompanha toda a ação sem falar
com o usuário e comunica a uma empresa terceirizada
de segurança, que aciona a polícia.
5. No caso da opção resgate ser contratada,
um helicóptero localiza o veículo.
Motoqueiros podem ser acionados para acompanhar discretamente
o veículo, sem interferir, até que a polícia
entre em ação, de acordo com as coordenadas
de rastreamento e localização fornecidas pela
central Sascar.
LOCALIZAÇÃO DE VEÍCULOS
1. Por meio de uma aproximação de sinais do
celular com a estação Rádio Base de
transmissão e recepção de ondas omini-direcionais
sem GPS, o sistema localiza o veículo.
2. Na central, uma carta vetorizada da cidade é aberta
e os pontos descritos pelos sinais são mapeados em
AVL, ou seja, uma fotografia "em zoom" com as
coordenadas de latitude/longitude e a distância do
ponto.
3. A central inicia os procedimentos para recuperação
do veículo.
Para maiores informações, entre em contato
com a TecTran, através do telefone 0xx 11 5548 0666.
Tarcisio Dias & Lide Comunicações
LANÇAMENTO
Volvo Automóveis começa
a aceitar pedidos para o XC90
Interessados podem ver o carro na Marina do Glória,
em visita guiada por Robert Scheidt.
Com o lançamento de um hot site do XC90 a Volvo
Automóveis começa a aceitar os pedidos dos
interessados em comprar o primeiro utilitário-esportivo
da marca sueca, que chega ao mercado brasileiro em novembro.
Com duas versões de motor, o 2.4T de 210hp eT5
de 272hp, o XC90 estará na mesma faixa de preço
dos seus concorrentes. Quem quiser já reservar seu
carro pode acessar a página www.volvocars.com.br/XC90
e se cadastrar.
Estas pessoas terão seus dados encaminhados para
a revenda Volvo mais próxima ao seu endereço,
que fará uma lista de espera. Quando as primeiras
unidades começarem a chegar às lojas em novembro,
esses clientes serão chamados para efetivar a compra.
Quem não quiser esperar até novembro, pode
ver já o carro de perto, agendado pelo site também,
uma visita à Marina da Glória, onde O Volvo
XC90 estará exposto, aproveitando a parada da regata
Volvo Ocean Race (www.VolvoOceanRace.org), de 19 de fevereiro
a 09 de março.
O guia será Robert Scheidt, pentacampeão
mundial de vela e eleito melhor iatista de 2001 pela Federação
Internacional de Vela (ISAF), além de duas medalhas
em Olimpíadas. É preciso escolher dia e horário
para a visita sugeridos na página.
Um vendedor de plantão no estande fará a
reserva do XC90 se o cliente preferir, agilizando o processo.
O carro teve sua estréia mundial há um mês
no Salão de Detroit e o Brasil é o segundo
país a conhecer o novo modelo da Volvo Car Corporation.
Em seguida, o XC90 será exibido no Salão de
Genebra, em março.
Mais informações sobre o Volvo XC90 podem
ser adquiridas no site da Volvo Automóveis: www.volvocars.com.br.
Mecânica Online
TECNOLOGIA
Scénic ganha motor mais
potente e novo câmbio automático
Mudanças melhoram desempenho da Scénic e facilitam
dirigibilidade
Menos de seis meses após o lançamento no
Brasil da segunda geração da minivan Scénic,
a Renault passa a oferecer o modelo com motor mais potente
e câmbio automático Proactive, que se adapta
ao modo de dirigir de cada motorista, com nove diferentes
programas de condução. A versão RXE
com câmbio automático, top de linha.
Substituindo o antigo 2.0 8V, de 115 cv, que equipava a
versão anterior desse modelo, o novo motor da Scénic
é um 2.0 16V, agora com 140 cv de potência.
A razoável diferença de 25 cavalos tornou
esse monovolume mais vigoroso nas acelerações
e retomadas de velocidade, importantes para garantir melhores
desempenhos, tanto na cidade quanto na estrada.
Como os demais modelos desse segmento, o Renault Scénic
foi projetado para atender famílias. Como tal, prioriza
o espaço e conforto internos, oferecendo o máximo
de funcionalidade. De cara nova desde abril
deste ano, quando foi lançado no mercado brasileiro,
além de um design mais arrojado e expressivo, o carro
ganhou maior quantidade de equipamentos de série.
Além das mesinhas reclináveis, tipo avião,
nas costas dos bancos dianteiros, o novo Scénic oferece
novos espaços do tipo porta-objetos,
como a gaveta embaixo do banco do passageiro. Esses novos
espaços complementam os anteriores, distribuídos
nas laterais das portas e da área de bagagens. Mas
o útil espaço localizado à frente da
alavanca de câmbio (nas versões com câmbio
manual) não está mais disponível na
versão com câmbio automático, e o porta-luvas
só serve mesmo para o que propõe o nome: guardar
um (talvez dois) par de luvas.
Batizado de Proactive, o câmbio automático
de quatro marchas que a Renault está utilizando no
novo Scénic é auto-adaptável, ou seja,
modela-se ao estilo de condução do motorista.
Enquanto uma caixa automática tradicional possui
geralmente apenas duas programações para troca
de marchas (normalmente classificadas de modo econômico
ou modo esportivo), a caixa Proactive dispõe
de nove programas diferentes.
Um calculador inteligente avalia qual a melhor
marcha para determinada situação ou o melhor
momento para a troca de marchas, em função
do estilo de condução de cada motorista. Esse
calculador trabalha com base em uma série de parâmetros,
como rotação do motor, posição
e velocidade de acionamento do pedal do acelerador, velocidade
do carro e carga do veículo.
O novo motor 2.0 16V que equipa o novo Scénic é
o mais potente da categoria. Desenvolve 140 cv de potência
a 5.500 rpm e 19,2 mkgf de torque máximo a 3.750
rpm. O cabeçote é produzido em liga leve de
alumínio, tem distribuição variável
de torque, e utiliza uma série de inovações
técnicas para otimizar o desempenho e o consumo.
Com um desenho mais expressivo e harmonioso, o Scénic
mudou para atrair uma clientela mais masculina, além
do público familiar já conquistado. As maiores
mudanças no design do Novo Scénic foram realizadas
na dianteira do veículo, que foi totalmente redesenhada.
O capô ficou mais arredondado e menos inclinado, o
que deu ao veículo uma aparência mais musculosa,
forte e arrojada. Os faróis, de grande dimensão,
são formados por um conjunto duplo óptico
de plástico liso, que reforçam a modernidade
do veículo. Outros destaques ficam por conta de novos
pára-lamas, pára-choques e a grade frontal
com duas entradas de ar em formato de colmeia de abelha,
que valoriza o losango Renault.
Mecânica Online
DICA DE PORTUGUÊS - NÚMERO
1
De caras e focinhos
Morreu
o sósia de Mário Covas. Plínio Augusto
de Camargo tinha 61 anos. Foi o principal destaque da
Ala Amigos de Covas, da Escola de Samba Leandro de Itaquera.
Na passarela, recebeu aplausos a torto e a direito.
Emocionou-se. Passou mal. E, como dizem
por aí, dormiu e acordou morto. No mundo nada se
perde. Tudo se aproveita. De Plínio Augusto fica
uma palavra. Sósia é ter a cara de um e
o focinho do outro. No começo, sósia dava
nome a uma pessoa. Era personagem da comédia Anfitrião,
de Plauto. Na peça, Mercúrio e Júpiter
vêm ao mundo com a cara de Sósia. Os dois
papéis são representados pelo mesmo ator.
Na versão, sobrevive o personagem. Aí, sósia
virou substantivo comum.
"O livro é a única
imortalidade." Rufus Choate
Praga
Está lá, no bloco J da
SQN 206. Um cartaz anuncia: "Favor identificar-se
junto à portaria". Cruz-credo! Junto a virou
curinga. No recall, as montadoras pedem aos clientes "marcar
hora junto à gerência". Os jornais dizem
que a Argentina "negocia empréstimo junto
ao FMI". Xô! A locução junto
a gosta de ser usada com significado físico. Joga
no time de ao lado de, em companhia de: Parou junto ao
portão. Estava no cinema junto aos irmãos.
Não é isso? Vire-se. Busque a preposição
adequada: Favor identificar-se na portaria. Os clientes
devem marcar hora na gerência. A Argentina negocia
empréstimo com o FMI.
Variedade 1
Bruno Câmara mora em Olinda. Ele
tem várias qualidades. Uma delas: quando fala,
olha fundo nos olhos da pessoa. Com o tempo, se deu conta
de que existem poucos olhos iguais. Há mil e uma
nuances que diferenciam uns de outros. Surgiu, então,
uma dúvida. Por que, no plural dos adjetivos indicadores
de cor, só claro e escuro se flexionam? As outras
indicações de tonalidade ficam invariáveis.
O mistério tem um porquê? Tem. É a
velha história dos adjetivos compostos. Quando
os dois elementos são adjetivos, o primeiro apela
pra lei do menor esforço. Acomoda-se. Deixa a dureza
com o segundo: olhos castanho-claros, olhos azul-escuros,
olhos verde-claros.
Variedade 2
Às vezes, quem responde
pela diferença é um substantivo. É
o caso de verde-mar, castanho-avelã, azul-bebê,
verde-canário. Ora, mar, avelã, bebê
e canário são substantivos. Não indicam
cores. Então, a língua recorre a um truque.
Deixa subentendida a expressão da cor de. Com ela,
o substantivo não tem saída. Fica sempre
no singular: olhos verde-(da cor do) mar, olhos castanho-
(da cor da) avelã, olhos verde-(da cor do) canário.
Variedade 3
Ultravioleta e infravermelho não
são adjetivos compostos. Mas jogam no time dos
duplos. Violeta é substantivo. Não se flexiona.
Vermelho é adjetivo. Varia: raios ultravioleta,
raios infravermelhos.
Ser prudente é...
Inspirar-se no mineiro que está
à beira da morte. Antes de lhe dar a extrema unção,
o padre diz:
n Para descansar em paz, você deve
reafirmar sua fé em Cristo e renegar o demônio.
Repita comigo: "Eu renego o demônio".
O velhinho olha para o padre, mas fica
calado.
n Vamos, meu amigo, repita comigo: "Eu
renego o demônio".
O velhinho continua calado. E o padre:
n Por que você não quer renegar
o demônio?
O velhinho olha para o sacerdote e, com
voz trêmula, murmura:
n Enquanto eu não souber para onde
vou, não quero me comprometer com ninguém.
Interessa?
Sabe qual o coletivo de baleia? A dúvida
desafiou o João Luís. Procura daqui, pesquisa
dali, eureca! É baleal.
Leitor pergunta
Acredite se quiser. Até hoje tenho dúvida
no emprego do lhe. Pode me dar umas dicas? Monika Souza,
lugar incerto
O pronome lhe tem duas funções:
1. Objeto indireto. No caso, complementa
o verbo transitivo indireto. Lembra-se dele? É
o que quer distância do objeto. Entre ele e o complemento,
aparece sempre uma preposição:
n Dei o livro a Maria. Dei-lhe o livro.
n Ofereci o livro a João. Ofereci-lhe
o livro.
n Obedeço ao diretor. Obedeço-lhe.
2. Adjunto adnominal. Aí, substitui
o pronome 'dele' e o possessivo 'seu': n Luís quebrou
a asa do pássaro (asa dele). Luís lhe quebrou
a asa.
n Mudou a mentalidade do chefe (mentalidade
dele). Mudou-lhe a mentalidade. *Fiz seu trabalho. Fiz-lhe
o trabalho.
Dad Squarisi - dad@cbdata.com.br
Dica de Português
é uma coluna semanal do Diário de Pernambuco
- Pernambuco.com
Mensalmente você encontrará na atualização
da seção Engenharia um novo texto.
SALÃO DE DETROIT
Protótipos antecipam tendências da indústria
Grande número de carros conceituais exibidos no
Salão de Detroit confirma a tradição
dos anos anteriores
A grande diferença do Salão
de Detroit para eventos do mesmo gênero é
a quantidade de carros conceituais apresentados na feira,
este ano, estimados em cerca de 700. Mantendo a tradição
dos anos anteriores, todas as montadoras revelaram seus
protótipos no gigantesco pavilhão do Cobo
Hall, antecipando as tendências que irão
nortear o futuro da indústria automobilística
mundial.
No estande da alemã Mercedes-Benz
(pertencente à Daimler Chrisler), quem brilhou
foi o protótipo híbrido Vision GST, que
mistura elementos variados e possui um formato inédito.
Voltado à família, o veículo transporta
seis passageiros com folga e é equipado com acessórios
e itens luxuosos, tais como painéis em alumínio
e vidro escuro, DVD, CD e videogame. O estilo do Vision
GST causa impacto, tanto pelas suas linhas futuristas,
quanto pelas portas em formato borboleta, que se abrem
em direção oposta ao convencional.
A Daimler Chrisler aposta também
na sua nova linha Jeep exibida no salão. O mais
novo representante da marca atende pelo nome de Compass,
que adotou a proposta de reestilização da
companhia para a série, cuja característica
são os faróis redondos e a grade tracejada,
além do luxo do acabamento interno em couro verde
e Gore Tex, material sintético de fácil
limpeza. Construído sobre a plataforma do Liberty,
o jipe de teto rígido e três portas é
adaptado para todo tipo de terreno, possuindo tração
4x4 e motor V6 de 3.7 litros.
Razor - Em mais uma marca da DaimlerChrisler,
a Dodge, a estrela é o conceitual Razor, inspirado
nos modelos esportivos europeus da década de 60
(principalmente o Super 8 Hemi) e que utiliza o nome de
um tradicional fabricante americano de ciclomotores e
bicicletas. Destinado aos consumidores mais jovens, o
automóvel (sic) não traz estepe; no lugar
entram dois scooters que, acreditam os projetistas da
máquina, servem para locomoção, caso
fure um pneu.
A Volkswagen mantém o perfil de
lançar pelo menos um carro-conceito anualmente
em Detroit. Em 2000, foi a picape AAC, seguida pela nova
Kombi. Para este ano, a montadora reservou o híbrido
Magellan, que se situa na fronteira entre minivan e utilitário
esportivo e tem capacidade para transitar em diferentes
condições. O protótipo foi configurado
com três fileiras de assentos, sendo que o banco
traseiro é retrátil e pode ser acoplado
ao assoalho, e seu desenho externo em nada lembra o estilo
sóbrio dos modelos atuais da montadora.
MELHOR CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA
DO BRASIL - PROVÃO 2001
O ITA é o melhor curso de Engenharia Mecânica
Com a melhor colocação entre as instituições
avaliadas no provão 2001, O ITA mostra os diferenciais
de uma instituição que possui o melhor curso
de Engenharia Mecânica do Brasil
O êxito de uma instituição
depende da existência de um conjunto de ideais básicos
que a identifiquem, da livre adesão e consciente
manutenção desses ideais e da presteza com
que seus profissionais corrijam e adaptem objetivos táticos
e operativos, ante às imposições
de um mundo continuamente em evolução. É
nesses termos, possivelmente, que se explique a duradoura
credibilidade do ITA como instituição.
O Instituto Tecnológico de Aeronáutica
(ITA) foi criado pelo Decreto no 27.695, de 16 de janeiro
de 1950 e definido pela Lei no 2.165 de 05 de janeiro
de 1954 como órgão de ensino superior do
Ministério da Aeronáutica - hoje, Comando
da Aeronáutica - , tendo por finalidade formar
profissionais de alto nível de concepção,
realizar pesquisas e realizar atividades de extensão
universitária, no campo da tecnologia avançada,
prioritariamente de interesse aeroespacial.
Sediado em São José dos
Campos (SP), o ITA faz parte do Centro Técnico
Aeroespacial (CTA), que é uma instituição
científica de ensino, pesquisa e fomento do Ministério
da Aeronáutica - hoje, Comando da Aeronáutica
- , ao qual está vinculado administrativamente.
Atualmente, o ITA é responsável
pela formação de engenheiros de alto nível
nas especialidades de Engenharia Aeronáutica, Engenharia
Eletrônica, Engenharia Mecânica-Aeronáutica,
Engenharia de Infra-Estrutura Aeronáutica e Engenharia
de Computação.
Desde suas origens, o ITA mantém
características peculiares, destacando-se, dentre
outras: estrutura em Departamentos; permanente contato
aluno-professor; professores em regime de dedicação
exclusiva; turmas reduzidas de alunos; sistema de aconselhamento;
organização semestral de cursos e ensino
de matérias não técnicas. O Curso
de Graduação tem a duração
de 5 anos, dos quais os 2 primeiros constituem o Curso
Fundamental - comum a todos os alunos, e os 3 últimos,
o Curso Profissional - específico a cada especialidade
de Engenharia.
O ITA é, portanto, um dos elementos
importantes para o desen-volvimento do Complexo Científico-Tecnológico
Aeroespacial. Por Lei, o ITA é a instituição
responsável pela formação de engenheiros
destinados ao Quadro de Oficiais Engenheiros da Aeronáutica
(QOEng), assim como pela formação da Reserva
Técnica da Aeronáutica, complementando as
necessidades de recursos humanos para o Setor Aeroespacial.
Graduação
Curso Fundamental
O Curso Fundamental corresponde aos dois primeiros anos
do Curso de Engenharia, que é composto de 05 anos.
O objetivo do Curso Fundamental é estender e aprofundar
a base científica, teórica e experimental
do aluno que ingressa no Curso de Engenharia, capacitando-o
a completar com sucesso, no Ciclo Profissional, um curso
de Engenharia de alto nível.
Curso de Engenharia Mecânica-Aeronáutica
Forma engenheiros qualificados para atuarem nas áreas
de sistemas térmicos, dinâmica dos fluidos,
projeto de máquinas, instrumentação
e controle, ciência dos materiais, processos de
fabricação, materiais conjugados e organização
e administração industrial.
Desde o início de seu funcionamento,
o ITA incumbiu Departamentos - e não cátedras
- das atividades de ensino, pesquisa, desenvolvimento
e administração acadêmica. Filia-se
a um mesmo Departamento disciplinas afins que, dessa forma,
podem ser eliminadas, transformadas ou acrescidas com
grande facilidade, assegurando-se flexibilidade aos currículos
que são anualmente revistos e eventualmente modificados,
tendo em vista as exigências do mercado de trabalho.
Cada um dispõe de seu próprio
Corpo Docente, assessorado pelo Corpo Administrativo e,
quando caiba, por um Corpo Técnico. Distribuem-se
os professores por uma carreira que abrange as classes
de Professores Assistentes, Adjuntos e Titulares, fazendo-se
a passagem de uma para outra com base em títulos
acadêmicos e realizações de caráter
científico, técnico e pedagógico,
exceção feita para os Professores Titulares
que prestam concurso público.
Grande Contato
Professor-Aluno
O contato Professor-Aluno em classe (aulas de teoria,
laboratórios, de projetos e oficinas) é
de 30 horas semanais em média, dosando-se a matéria
ministrada de sorte que os alunos devam dedicar cerca
de 20 a 30 horas de estudo semanal em seus apartamentos
(preparo de trabalhos, séries de exercícios,
relatórios e estudo para as avaliações
em classe).
Vivendo alunos e professores no mesmo
Campus, amiúdam-se as oportunidades de contato
(nos escritórios dos professores, em suas residências,
nos apartamentos dos alunos, em viagens de estudos, em
atividades sociais, culturais e desportivas).
Assim, cria-se um ambiente propício
ao funcionamento de um sistema de disciplina consciente,
visando o desenvolvimento do espírito de responsabilidade
e camaradagem entre colegas. Afinal, professores e alunos
são colegas de trabalho.
Além das funções
docentes, cabe ao professor a função de
conselheiro de um grupo de alunos, incumbindo lhe assisti-los
na solução dos problemas acadêmicos,
extracurriculares ou pessoais, que os aconselhados lhe
confiem.
Ensino Básico, Intensivo e de
Caráter Experimental
No ITA dá-se ênfase ao ensino de disciplinas
fundamentais. Durante os dois primeiros anos, os alunos
dedicam-se ao estudo de Matemática, Física,
Química, Português, Inglês, etc. Dá-se
importância também a trabalhos práticos
de laboratório que, em alguns semestres, chega
a corresponder a até 40 % do trabalho acadêmico
do estudante.
No último ano, os alunos devem
apresentar um "Trabalho de Graduação"
(TG), que demonstra a capacidade do aluno em resolver
problemas de engenharia.
Ensino de Matérias Não-Técnicas
O ITA mantém um Departamento de Humanidades, encarregado
de completar a formação técnica dos
estudantes através de cursos como Inglês,
Português, Direito.
Organização Semestral
dos Cursos
O ano letivo estende-se por dois períodos , compreendendo
cada um dezesseis semanas efetivas de aulas e uma semana
de exames finais. Cada período de aula é
dividido em dois semi-períodos de oito semanas,
separados por uma semana de descanso. Os períodos
letivos iniciam geralmente na primeira segunda-feira útil
dos meses de março e agosto.
Tendo concluído com aproveitamento
os dois anos do Curso Fundamental, o aluno ingressa no
Curso Profissional pelo qual optou ao se matricular no
ITA. Após os três anos do referido Curso,
o estudante é declarado engenheiro.
O ITA é hoje uma escola de renome
nacional, que se orgulha de ter ex-alunos em posições
de destaque. Toda essa história de sucesso deveu-se
a idealistas no passado e a muito esforço e competência
de profissionais que fizeram dessa escola suas próprias
vidas. Cabe a nós, futuros ex-iteanos, darmos nossa
contribuição para que o sonho de Casimiro
Montenegro Filho tenha um futuro digno de seu passado.
Mecânica Online
ENGENHARIA
O melhor curso de Engenharia Mecânica do Brasil
Qual
o melhor curso de Engenharia Mecânica do Brasil?
O provão 2001, divulgado pelo Ministério
da Educação, mostra a situação
dos principais cursos de engenharia mecânica das
universidades brasileiras.
As universidades, de acordo com o MEC,
são avaliadas e recebem os conceitos A, B, C, D
e E de acordo com o desempenho dos graduandos nas provas
e também pela administração e desenvolvimento
do departamento.
Ao todo, 66 universidades foram avaliadas
pelo provão, onde 12 obteram o conceito A, e 14
o conceito mais baixo, o E. Em nossa análise para
determinar o melhor curso de Engenharia Mecânica
do Brasil ano 2001, consideramos os últimos 3 anos
de provão (1999, 2000 e 2001), aplicando pontos
de acordo com o conceito da universidade, de forma que
conceito A valia 1 ponto e o conceito E valiam cinco pontos.
Dessa forma, ao final teríamos grupos de universidades
que compreenderiam a escala mínima de 3 a 15 pontos
máximos. Na situação de empate nas
seis primeiras instituições com melhores
cursos, foram considerados o conceito de evolução,
e a porcentagem de acertos entre 75-100% das questões
do provão 2001.
Assim como em 2001, quando a Mecânica
Online também realizou esse levantamento, a Universidade
Estadual do Maranhão (UEMA) figurou entre as últimas
posições do provão, empatada com
a Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG). Esse
ano apenas houve uma mudança de posição,
onde a UEMG ficou com a última colocação,
tendo obtido o conceito E nos três últimos
provões realizados.
Entre as 07 melhores do provão
anterior, apenas o CEFET/PR deixou de figurar novamente
entre as que obtiveram três conceitos A, pois obteve
conceito B no provão 2001. O melhor curso de 2001,
realizado pela Universidade de Brasília, manteve
o padrão, mas perdeu sua posição
para o Instituto Tecnológico de Aeronáutica
(ITA), que possue o melhor curso de Engenharia Mecânica
do Brasil, com três conceitos A seguidos, uma evolução
de 13,4%, sendo que 87,5% dos seus alunos acertaram entre
75 e 100% das questões do provão 2001.
O curso de Engenharia Mecânica do
ITA, consta de 140 docentes, distribuídos de forma
que 68,6% são doutores e 24,3% mestres. Desses
docentes, 92,1% possui uma jornada de trabalho de 40 horas
semanais. Enquanto isso em Minas Gerais, na Universidade
do Estado de Minas Gerais (UEMG), existem apenas 21 docentes,
distribuídos de forma que 23,8% são doutores
e 38,1% possuem especialização. No provão
nenhum aluno alcançou os 75% de acerto nas provas,
enquanto 73,1% acertaram entre 0 e 25% da prova. Apesar
dos poucos docentes, na UEMG, apenas 14,3% dos docentes
possui jornada de trabalho igual a 40 horas semanais.
Os dados mostram o quanto temos que melhorar
para termos uma formação mais uniforme para
toda a comunidade acadêmica das graduações
em Engenharia Mecânica desenvolvidas no Brasil.
Assim como na área social, fica mais caracterizada
as diferenças entre as instituições
e sua localização.
Mecânica Online -
Tarcisio Dias
MECATRÔNICA ONLINE - NÚMERO
1
Mecatrônica: da teoria à prática
Vemos
milhares de coisas no dia a dia, mas por falta de informações
e orientações acabamos deixando de fazer
coisas, que poderiam resultar em projetos inovadores.
Existem muitas alternativas criadoras
no ar, ou sejam pessoas que transitam, ficam a observarem
tudo que se passa, quando muitas informações
passam-lhes, mas não notam.
As imaginações daqueles
que vagam por aí, e então acabam sem querer
tendo uma "idéia" inovadora, que no momento
em que colocam em prática, começa a gerar
lucros, são os "gênios" ou pessoas
de "sorte", que possuem visão apurada,
de algo que todos com certeza vão querer, pois
atende necessidades de outrem.
Quando alguém objetiva chegar
num evento! Que culminará na vitória! Através
justamente do modo o qual foi orientado para obter a vitória,
poderá ou não chegar a vitória! Esta,
tratada aqui de forma abstrata, quando na vida real, pode
ser um campeonato, um certame, um concurso, um projeto,
aonde o objetivo é sempre o mesmo: vençer.
Cobiçando e objetivando são
as palavras mais adequadas? Para se atinjir a taça
da vitória! Melhor elucidação do
caso, pode ser através citamos do caso de um pernilongo.
Este quando vem a picar, vem sempre naquele momento em
que a pessoa está desatenta! Por que, neste instante
a pessoa exala uma química, o qual o pernilongo
presente, e deste modo ataca sem ser banido do local do
ataque. Química eis a questão! Quem saberia
desta coisas? E, por aí se vai, aconteçem
cada uma! Nós nunca percebemos o que realmente
nos cercam!
Quanto aos gladiadores que se enfrentão
numa luta, suas químicas já foram orientadas
para vençerem, assim encontram-se preparados para
atingir seus objetivos. O autor vem a exemplicar, para
que voce leitor, possa comprender em como chega-se a ocorrer
a "prática inovadora". As "idéias
mirambolantes", seria o enfoque resuntantes de situações
adversas, quando também nascem em momentos, em
que, as pessoas se encontram descontraídas, pareçe
incrivil, mas o é. Lembra-se como foi a descoberta
do microondas?
Dizem, que alguém pesquisava no
laboratório, quando percebeu que o transformador
de uma máquina por liberar calor, era um ponto
interessante para esquentar seu lanche! Porém,
aconteçeu mais, quando veio a perceber este fato,
notou que seu lanche chegou a ficar quase torrado! Veio
a analisar o ocorrido, quando descobriu o que o esquentou!
Não foi o calor, mas sim raios - nasceu o microondas,
por acaso.
Na mecânica, o que tem
tudo a ver com isto? Muitas coisas, que se passam
a todos os instantes na cabeça de quem vive querendo
inventar, assim com certeza, por condicionamento, treinamentos
acaba-se achando "idéias", que atenderão
a seus objetivos.
Jovens estudantes que teêm a oportunidade
de serem bem orientados, podem chegar a por em prática
suas ações, quando bem direcionados, seus
reflexos são melhor dirigidos. Assim, podemos dizer
que, existem mecanismos em que um mestre usa para atingir
seus objetivos? Sim, deste modo é colocado aqui
uma questão que culminou em sucesso para uma minoria
de estudantes, que resolveram atender os preceitos e principios
de seu mestre. Por ocasião de um evento, o qual
foi televisionado, pode-se ver a agilidade do equipamento
no clássico evento de "Guerra de Robôs".
A prática inovadora foi colocada
em prática? Sim, seguindo-se as idéias aqui
citadas, através de uma metodologia simples, coerente
e organizada, todos atingiram seus objetivos, quando mostraram
a mídia, que existem potencial, que depende de
uma boa orientação de um mestre nesta modalidade
da mecatrônica: automação e robótica.
O autor, descreve e relata fatos, situações
e pontos em que a percepção quando bem trabalhada
e bem direcionada! Pode buscar lá no fundo das
"idéias", pontos que fazem com a participação
passa a ser ousada, fervorosa com a vitalidade desejada;
para se atingir a vitória, aliando a química
em que se usa para se combater e derrotar seus inimigos.
Outro exemplo clássico neste tipo de ação
e reação é a tão conheçida
situação de abordagem, que pela má
impressão facial ao inimigo, este passa-se ser
vitima, ou por outras vezes por indiferença, acaba
nocauteando inimigos numa verdadeira "guerra fria".
Assim, a prática inovadora esta
associada a questões de buscas de recursos apropriados
para uma dada questão, no qual no caso citado de
"Guerra de Robôs", os integrantes da equipe
vencedora foram orientados para construir um armamento
realmente imbatível, o que foi demonstrado no evento
ter sido o melhor artefato bélico até então
visto neste evento nacional.
Existem outros pontos a serem destacados,
e assim, para aqueles que queiram entrar em contato, o
façam, pois poderão receber diretrizes em
como devem ser o comportamento social e técnico,
para se alcançar o sucesso, com ética, organização
e com o mais: prática inovadora.
Pastore, Paulo Luporini
Professor em Robótica - Escola Federal de Engenharia
de Itajubá - EFEI
Coordenador do CROBOLAB - Construtores de Robôs
de Laboratório
GAII - Grupo de Automação e Informática
Industrial
ENGENHARIA
O melhor curso de Engenharia Mecânica do Brasil
Classificação Completa
Confira
como ficou a Classificação de cada instituição
Ao todo, 66 universidades
foram avaliadas pelo provão, onde 12 obteram o
conceito A, e 14 o conceito mais baixo, o E.
Em nossa análise para
determinar o melhor curso de Engenharia Mecânica
do Brasil ano 2001, consideramos os últimos 3 anos
de provão (1999, 2000 e 2001), aplicando pontos
de acordo com o conceito da universidade, de forma que
conceito A valia 1 ponto e o conceito E valiam cinco pontos.
Dessa forma, ao final teríamos grupos de universidades
que compreenderiam a escala mínima de 3 a 15 pontos
máximos.
Na situação
de empate nas seis primeiras instituições
com melhores cursos, foram considerados o conceito de
evolução, e a porcentagem de acertos entre
75-100% das questões do provão 2001.
Critério Mecânica
Online A=1; B=2; C=3; D=4; E=5
Grupo de Elite
3 conceitos A consecutivos - Pontuação Mecânica
Online = 3 pontos
1 - INSTITUTO TECNOLÓGICO DE AERONÁUTICA
(ITA)
Estabelecimento Isolado - Federal
UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA (UNB) Universidade - Federal
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO (USP) Universidade -
Estadual
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS (UNICAMP) Universidade
- Estadual
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA (UFSC) Universidade
- Federal
6 - PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO
RIO DE JANEIRO (PUC RIO) Universidade Privada
Pontuação Mecânica
Online = 4 pontos - AAB ABA BAA
7 - INSTITUTO MILITAR DE ENGENHARIA (IME) Estabelecimento
Isolado - Federal
8 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA
DO PARANÁ (CEFET/PR)
Pontuação Mecânica
Online = 5 pontos
9 - FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO
GRANDE (FURG)
Universidade - Federal
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO (UFRJ) Universidade
- Federal
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL (UFRGS) Universidade
- Federal
12 - UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE (UFF) Universidade
- Federal
Pontuação Mecânica
Online = 6 pontos
13 - FACULDADE DE ENGENHARIA INDUSTRIAL DE SÃO
BERNARDO DO CAMPO (FEI) Estabelecimento Isolado - Privada
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS (UFMG) Universidade
- Federal
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO (UFPE) Universidade
- Federal
UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA (UFU) Universidade
- Federal
17 - UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO (UFES)
Universidade - Federal
Pontuação Mecânica
Online = 7 pontos
18 - CENTRO UNIVERSITÁRIO DO INSTITUTO MAUÁ
DE TECNOLOGIA Centro Universitário - Privada
ESCOLA FEDERAL DE ENGENHARIA DE ITAJUBÁ (EFEI)
Estabelecimento Isolado - Federal
UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA
FILHO - UNESP (UNESP) Universidade - Estadual
19 - UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ (UFPR) Universidade
- Federal
Pontuação Mecânica
Online = 8 pontos
20 - PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO
PARANÁ (PUC-PR) Universidade - Privada
UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ (UFC) Universidade
- Federal
22 - UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE (UFRN)
Universidade - Federal
Pontuação Mecânica
Online = 9 pontos
23 - FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DO ESTADO DE
SANTA CATARINA (UDESC) Universidade - Estadual
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS
GERAIS (PUC/MG) Universidade - Privada
UNIVERSIDADE DE CAXIAS DO SUL (UCS) Universidade - Privada
UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO (UPE) Universidade - Estadual
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO (UERJ) Universidade
- Estadual
UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA (UFBA) Universidade - Federal
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA (UFPB) Universidade
- Federal
UNIVERSIDADE REGIONAL DO NOROESTE DO ESTADO DO RIO GRANDE
DO SUL (UNIJUI) Universidade - Privada
31 - UNIVERSIDADE SÃO JUDAS TADEU (USJT) Universidade
- Privada
Pontuação Mecânica
Online = 10 pontos
32 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA
CELSO SUCKOW DA FONSECA (CEFET/RJ) Estabelecimento Isolado
- Federal
ESCOLA DE ENGENHARIA INDUSTRIAL DE SÃO JOSÉ
DOS CAMPOS (EEI) Estabelecimento Isolado - Privada
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO
GRANDE DO SUL (PUC/RS) Universidade - Privada
UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES (UMC) Universidade - Privada
UNIVERSIDADE DO OESTE DE SANTA CATARINA (UNOESC) Universidade
- Privada
UNIVERSIDADE DO VALE DO RIO DOS SINOS (UNISINOS) Universidade
- Privada
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (UFSM) Universidade
- Federal
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS
MISSÕES (URI) Universidade - Privada
UNIVERSIDADE SANTA CECÍLIA (UNISANTA) Universidade
- Privada
41 - UNIVERSIDADE SEVERINO SOMBRA (USS) Universidade -
Privada
Pontuação Mecânica
Online = 11 pontos
42 - ESCOLA DE ENGENHARIA DE PIRACICABA (EEP) Estabelecimento
Isolado - Municipal
FACULDADE DE ENGENHARIA DA FUNDAÇÃO ARMANDO
ALVARES PENTEADO - FAAP (FEFAAP) Estabelecimento Isolado
- Privada
FUNDAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DE SÃO
JOÃO DEL REI (FUNREI) Estabelecimento Isolado -
Federal
UNIVERSIDADE DE ITAÚNA (UI) Universidade - Privada
UNIVERSIDADE DE PASSO FUNDO (UPF) Universidade - Privada
UNIVERSIDADE DE TAUBATÉ (UNITAU) Universidade -
Municipal
UNIVERSIDADE GAMA FILHO (UGF) Universidade - Privada
49 - UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE (MACKENZIE)
Universidade - Privada
Pontuação Mecânica
Online = 12 pontos
50 - UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PETRÓPOLIS
(UCP) Universidade - Privada
51 - UNIVERSIDADE SÃO FRANCISCO (USF) Universidade
- Privada
Pontuação Mecânica
Online = 13 pontos
52 - UNIVERSIDADE BRAZ CUBAS (UBC) Universidade - Privada
UNIVERSIDADE METODISTA DE PIRACICABA (UNIMEP) Universidade
- Privada
54 - UNIVERSIDADE VALE DO RIO DOCE (UNIVALE) Universidade
- Privada
Pontuação Mecânica
Online = 14 pontos - EDD DED DDE
55 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA
DE MINAS GERAIS (CEFET/MG)
CENTRO UNIVERSITÁRIO DO LESTE DE MINAS GERAIS (ICMG)
Centro Universitário - Privada
FACULDADE DE ENGENHARIA SOUZA MARQUES (FTESM) Estabelecimento
Isolado - Privada
INSTITUTO DE TECNOLOGIA DA AMAZÔNIA (UTAM) Estabelecimento
Isolado - Estadual
UNIVERSIDADE DE FORTALEZA (UNIFOR) Universidade - Privada
60 - UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ (UFPA) Universidade
- Federal
Pontuação Mecânica
Online = 15 pontos - Equivale a três conceitos 'E'
consecutivos - E E E
61 - UNIVERSIDADE ESTADUAL DO MARANHÃO (UEMA) Universidade
- Estadual
62 - UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MINAS GERAIS (UEMG)
Universidade - Estadual
Grupo Extra - Nesse Grupo Universidades
que não realizaram em algum dos anos analisado
o provão:
UNIVERSIDADE CRUZEIRO DO SUL (UNICSUL) Universidade -
Privada 2000C - 2001D
UNIVERSIDADE DO GRANDE ABC (UniABC) Universidade - Privada
2000C - 2001E
UNIVERSIDADE PAULISTA (UNIP) Universidade - Privada 2000C
- 2001C
UNIVERSIDADE SANTA ÚRSULA (USU) Universidade -
Privada 1999E - 2001D
Mecânica Online -
Tarcisio Dias
PROVÃO 2001
Cursos apresentam desempenho satisfatório no Provão
Das 20 áreas avaliadas este ano, em 15 houve uma
concentração maior de cursos com conceito
A do que com conceito E
Os resultados do Provão 2001 mostram
que há um significativo conjunto de cursos de graduação
com desempenho satisfatório na avaliação
realizada pelo Ministério da Educação.
Os dados revelam uma maior concentração
de cursos com conceitos A do que E.
Das 20 áreas avaliadas, em 15 o
percentual de cursos na mais alta faixa de desempenho
é maior do que os que obtiveram os piores resultados.
De acordo com o relatório, 14,3% dos cursos tiveram
conceito A e 11,4%, conceito E.
O maior percentual de conceitos A foi
identificado em Medicina Veterinária. Nessa área,
20,3% dos cursos ficaram no patamar mais alto da avaliação.
O menor foi registrado em Jornalismo, onde 7,1% alcançaram
a faixa de melhor desempenho.
A carreira de Engenharia Química
teve o maior percentual de conceitos E, com 20,8% dos
cursos posicionados no pior nível. A menor concentração
nessa faixa de desempenho foi em Matemática: 3,1%.
Dos 3.668 cursos avaliados pelo Provão
deste ano, 2.514 (68%) obtiveram conceitos A, B ou C.
Os outros 32% ficaram com conceitos D ou E, considerados
como baixo desempenho e que podem levar o curso a perder
a sua autorização de funcionamento. Trinta
e três cursos ficaram sem conceito, pois apenas
um aluno fez a prova ou não houve comparecimento
dos graduandos.
Os dados do Exame Nacional de Cursos de
2001 foram divulgados pelo ministro Paulo Renato Souza
e pela presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas
Educacionais (Inep/MEC), Maria Helena Guimarães
de Castro.
Participaram da avaliação
os cursos de Agronomia, Administração, Biologia,
Direito, Economia, Engenharia Civil, Engenharia Elétrica,
Engenharia Mecânica, Engenharia Química,
Farmácia, Física, Jornalismo, Letras, Matemática,
Medicina, Medicina Veterinária, Odontologia, Pedagogia,
Psicologia e Química.
Mudança na avaliação
flexibiliza resultados
O Provão 2001 apresenta uma flexibilização
dos resultados devido à mudança na sistemática
de distribuição dos conceitos. A partir
deste ano, o desempenho de cada um dos cursos depende
exclusivamente da distância da média do curso
em relação à média geral da
área.
Antes, a distribuição era
pré-fixada. Aos 12% com desempenho mais alto atribuía-se
o conceito A; aos 18% seguintes, o conceito B; aos 40%
a seguir, com desempenho médio, o conceito C; e
os conceitos D e E aos 18% e aos 12% com desempenhos mais
baixos, respectivamente.
O ponto de partida do novo critério
é a média geral de cada área. A partir
dela é calculada a dispersão das médias
dos cursos, o chamado desvio-padrão, que permite
a construção de faixas de valores para a
distribuição dos desempenhos dos cursos.
A média de cada curso estará, sempre, dentro
de um dos intervalos determinados e cada um desses intervalos
corresponde a um conceito (A, B, C, D ou E). A nova metodologia
visa aumentar a nitidez da fotografia do sistema e, com
isso, captar com mais precisão a evolução
no desempenho dos cursos.
Com base na média geral e no desvio
padrão, a classificação dos cursos
ficará da seguinte forma:
- Conceito C - cursos que tiverem seu
desempenho no intervalo de meio desvio-padrão em
torno da média geral;
- Conceito B - cursos com desempenho
entre meio (inclusive) e um desvio-padrão acima
da média geral;
- Conceito A - cursos com desempenho acima
de um desvio-padrão (inclusive) da média
geral;
- Conceito D - cursos cujo desempenho
estiver no intervalo entre um e meio desvio-padrão
(inclusive) abaixo da média geral;
- Conceito E - cursos com desempenho abaixo
de um desvio-padrão (inclusive) da média
geral.
Em Engenharia Elétrica, por exemplo,
cuja média geral da área, em 2001, é
igual a 42,3 e o desvio padrão é de 10,8,
a distribuição dos conceitos dos cursos
é a seguinte:
Conceito A - Acima de 53,1 (inclusive)
Conceito B - Entre 53,1 e 47,7 (inclusive)
Conceito C - Entre 47,7 e 36,9
Conceito D - Entre 36,9 (inclusive) e
31,5
Conceito E - Abaixo de 31,5 (inclusive)
Mecânica Online
PROVÃO 2001
Regiões Sul e Centro-Oeste têm bom desempenho
Duas regiões se destacam das demais
na distribuição dos conceitos do Provão.
No Centro-Oeste, quatro áreas (Engenharia Mecânica,
Farmácia, Medicina e Odontologia) tiveram a maioria
dos seus cursos com conceitos A ou B, sendo que em Engenharia
Elétrica apenas um curso foi avaliado. Já
no Sul o mesmo ocorre em três áreas (Jornalismo,
Medicina e Odontologia).
No Nordeste, a soma de conceitos A e B
dos cursos de Engenharia Elétrica alcançou
55,6% do total. Na região Sudeste existe uma distribuição
mais homogênea de notas e, em nenhuma área,
registrou-se concentração de notas mais
altas.
O desempenho no Provão dos cursos
oferecidos na região Norte do País pode
ser considerado fraco.
Em 12 áreas, nenhum curso alcançou
notas A ou B. Em 10 áreas pelo menos a metade dos
cursos avaliados apresentou conceitos D ou E.
Mecânica Online
PROVÃO 2001
Maioria das instituições federais obtêm
conceitos A e B
O desempenho das instituições
federais no Provão mostra que, em 15 áreas,
a soma de conceitos A e B foi igual ou superior a 50%
do total de cursos avaliados. Agronomia, Economia, Jornalismo,
Medicina e Química não alcançaram
esses níveis de desempenho mas, mesmo assim, em
nenhuma dessas áreas a soma dos dois patamares
mais elevados é inferior ao total de conceitos
D e E.
Os cursos de Direito oferecidos pelas
instituições federais tiveram, no seu conjunto,
a melhor performance no Provão: 73,2% tiveram A
ou B. Em Medicina, 36,4% alcançaram os dois melhores
resultados, o menor índice entre as 20 áreas.
Nessa área também foram registrados 39,4%
de C e 24,2% de D ou E. Em Engenharia Civil, nenhum curso
das federais ficou nos últimos níveis de
desempenho.
Nas instituições estaduais
de Educação superior oito áreas conseguiram
metade ou mais de conceitos A e B. São elas: Agronomia,
Engenharia Civil, Engenharia Elétrica, Engenharia
Mecânica, Engenharia Química, Farmácia,
Medicina e Medicina Veterinária. O melhor desempenho
ficou por conta no conjunto dos cursos de Farmácia,
com 75% nos dois níveis mais elevados.
Na rede privada, três áreas
avaliadas conseguiram ter um percentual de cursos A e
B maior ou igual à soma de conceitos D e E. Os
cursos de Jornalismo foram os que mais se destacaram,
com 39,7% de A e B. Esse cenário se repete em Pedagogia
e Medicina.
PROVÃO 2001
Estudante do Mato Grosso do Sul é o único
a tirar 100
Participaram do Provão 271.421
alunos de 3.701 cursos de 20 áreas. Apenas um tirou
100, a nota máxima do Exame. O estudante Markus
Samuel Rebmann cursa Engenharia Civil na Universidade
Federal de Mato Grosso do Sul e autorizou o Inep a divulgar
a sua colocação no Exame.
Na última segunda-feira, 10, o
Inep enviou aos alunos participantes do Provão
o Boletim de Desempenho do Graduando. Nesse documento,
consta a média geral do estudante e suas notas
nas provas de múltipla escolha e discursiva. Para
efeito de comparação, ele vai receber essas
mesmas informações sobre o desempenho dos
alunos do Brasil, da região, do estado e da instituição
onde concluiu seu curso.
Os estudantes com as melhores médias
em cada área avaliada pelo Provão terão
direito à bolsa para mestrado ou doutorado da Coordenação
de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
(Capes/MEC). O objetivo do Ministério da Educação
é reconhecer o esforço dos alunos que, pela
dedicação aos estudos, alcançarem
as maiores notas na avaliação.
PROVÃO 2001
Regiões Sul e Centro-Oeste têm bom desempenho
Duas regiões se destacam das demais
na distribuição dos conceitos do Provão.
No Centro-Oeste, quatro áreas (Engenharia Mecânica,
Farmácia, Medicina e Odontologia) tiveram a maioria
dos seus cursos com conceitos A ou B, sendo que em Engenharia
Elétrica apenas um curso foi avaliado. Já
no Sul o mesmo ocorre em três áreas (Jornalismo,
Medicina e Odontologia).
No Nordeste, a soma de conceitos A e B
dos cursos de Engenharia Elétrica alcançou
55,6% do total. Na região Sudeste existe uma distribuição
mais homogênea de notas e, em nenhuma área,
registrou-se concentração de notas mais
altas.
O desempenho no Provão dos cursos
oferecidos na região Norte do País pode
ser considerado fraco.
Em 12 áreas, nenhum curso alcançou
notas A ou B. Em 10 áreas pelo menos a metade dos
cursos avaliados apresentou conceitos D ou E.
PIOR CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA
DO BRASIL - PROVÃO 2001
Curso oferecido na UEMG fica em último no provão
Empatada
com a Universidade Estadual do Maranhão (UEMA),
a Universidade Estadual de Minas Gerais, seleciona no
campus de Varginha, o pior curso de Engenharia Mecânica
analisado pelo provão, tendo obtido três
conceitos 'E' consecutivos.
O curso
Além das disciplinas básicas
de engenharia, o aluno assiste a aulas de termodinâmica
e mecânica dos fluidos. Há muita atividade
em laboratórios, aparelhados para ensaios e desenvolvimento
de protótipos, estudos de combustíveis alternativos
e de tecnologia de ponta. O curso participa do Projeto
Mini Baja entre outros.
Modalidade: Bacharelado
Horário de Funcionamento: Noturno
Número de Vagas: 60
Duração: 05 (cinco) anos
Regime: Semestral
Índice Candidato/Vaga em 1999:
1,07
Caracterização: este
curso permite ao profissional atuar em duas áreas:
mecânica pesada e de produção em série.
O Profissional: o Engenheiro Mecânico
estará capacitado para exercer atividades como
projetos, instalações, operações
e manutenções nas indústrias mecânicas,
automobilísticas, têxteis, em setores específicos
como engenharia mecânica em geral, armamentos, energia
nuclear, calefação, ventilação
e refrigeração.
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