| Mecânica
Online
Edição 31 - Julho de 2002
Conteúdo básico
FIQUE ESPERTO
Defenda-se do mecânico
desonesto Pessoas
mal-intencionadas, infelizmente, estão em todo lugar.
Pior ainda, as milhares de oficina País afora são
um dos esconderijos preferidos dessa turma, que ainda hoje
consegue levar vantagem graças à ignorância
alheia. Como a maioria das pessoas não conhece nada
de mecânica básica, fica fácil ser lesado
depois de uma breve conversa em mecaniquês.
Mesmo assim, não é necessário ser
um expert para se defender da maioria desses pequenos golpes.
Alguns poucos conhecimentos básicos já são
suficientes para pegar o malfeitor e evitar os consertos
desnecessários. Todo o cuidado é pouco, pois
não só o bolso sai perdendo. Em alguns casos,
certos golpes podem até detonar problemas sérios
no automóvel.
Dicas
Trocar peças por outras recondicionadas
Os casos mais comuns são velas, amortecedores e
rolamentos. É interessante exigir de volta os componentes
que foram trocados, assim como a garantia das peças
Trocar peças desnecessárias antes do tempo
Discos de freio podem ser recondicionados e as peças
da embreagem podem ser trocadas separadamente. Além
disso, a maioria dos câmbios dispensam troca de óleo,
e os lubrificantes podem ser usados até os 30 mil
km. Observe a programação no manual do proprietário
Colocar óleo no coletor de escapamento para simular
superaquecimento
Essa é muito comum. Para escapar, basta prestar
atenção na cor da fumaça. A do superaquecimento,
um vapor d'água, é branca. A do óleo
é azulada
Usar papelão e durepóxi em serviços
de funilaria
A popular massa, que engana muita gente, não resiste
ao teste da atração magnética. Basta
usar um imã para saber se o que está debaixo
da tinta é chapa ou massa
Obstruir o escapamento para impedir que o motor funcione
O objetivo, nesse caso, é forçar a troca
da bateria ou do módulo eletrônico do motor.
Verifique se há algum objeto impedindo a saída
dos gases de escape Alterar o nível de óleo
limpando a vareta
Peça para a medição ser feita na sua
frente, ou faça-a você mesmo
É preciso soldar o silencioso do escapamento A solda
não resolve se o o silencioso estiver realmente furado.
Troque a peça É preciso completar o nível
do fluido de freio
Se o mecânico vier com esse papo, peça-lhe
para verificar onde está o vazamento, pois a simples
reposição do fluido não resolve o problema
Furar câmaras de ar ou oferecer câmaras de
tamanho diferente do pneu
Na hora de procurar pelo furo geralmente em uma banheira
cheia de água, o borracheiro pode fazer mais furos
na câmara sob a água turva. Evite os estabelecimentos
sem mínimas condições de higiene, e
não aceite câmaras de tamanho incompatível
com o do pneu.
FIQUE ESPERTO
II
Motoristas também precisam de revisão
Saúde da visão é
importante e deve ser tratada como prioridade pelos condutores
de automóveis
Algumas pessoas só descobrem deficiências
visuais no trânsito. Não pense que dirigindo
você pode fazer o mesmo gesto utilizado na leitura.
Quando as letras começam a embaralhar, a solução
costuma ser aproximar (miopia) ou afastar o papel (hipermetropia).
Porém, o ato de dirigir exige reações
rápidas e, antes de se certificar da distância
de outro carro, um motorista com problemas de visão
já poderá ter causado um acidente.
Só para se ter uma idéia, a 60 km/h, um
motorista emétrope (de visão perfeita)
consegue avistar um obstáculo a 20 metros de distância.
Espaço suficiente para dar tempo de colocar o pé
no freio e parar. Com apenas um grau de miopia, a pessoa
poderá não garantir a reação
necessária.
Se o defeito for hereditário, menos ruim, já
que a pessoa deve ter conhecimento de causa. É difícil
identificar a chegada de um defeito de visão. Ele
surge aos poucos e se agrava num ritmo tão lento
que a pessoa acaba se acostumando com a desfocalização,
sem se dar conta do inconveniente.
O condutor também não percebe a deficiência
caso enxergue bem apenas com um olho ou se tiver estrabismo.
Apesar de parecer clara, a visão fica prejudicada,
mas não totalmente. "O cérebro trabalha
deixando de lado a ajuda do olho prejudicado, como se ele
não existisse. Neses casos, a pessoa continua tendo
o direito de dirigir", diz a oftalmologista Ana Catarina
de Souza.
Deficiência - Segundo Ana Catarina, o condutor
consegue ler placas de sinalização normalmente,
mas passa a ter uma vaga noção de profundidade.
Numa ultrapassagem, por exemplo, fica difícil saber
que tipo de veículo se aproxima e qual é a
sua distância. Entretanto, esses motoristas não
podem ser enquadrados na classe profissional. Isso por causa
da deficiência da visão.
Os portadores de catarata (nível adiantado) têm
visão desfocada em qualquer distância, como
se olhassem através de um vidro embassado. O problema
ainda é pior em estradas, quando a velocidade é
maior e as placas e obstáculos surgem mais depressa.
Como a média de aceleração nas rodoviasfica
em torno dos100 km/h, o motorista é forçado
a planejar com mais antecedência suas ações
no trânsito.
Exame é uma inspeção clínica
A aprovação no exame do Departamento de Trânsito
não garante 100% de visão saudável.
Segundo o oftalmologista credenciado ao Detran, Antônio
Carlos Marques, o teste não substitui o exame de
vista que deve ser feito anualmente. "O Detran instrui
os médicos a clinicarem de acordo com os pré-requisitos
da boa dirigibilidade". O Detran exige uma inspeção
clínica geral e não apenas visual.
Além do carro, os motoristas têm que se preocupar
com sua saúde e ficar atento às revisões.
Os olhos refletem a saúde da pessoa. "Doenças
como diabetes ou hipertensão, se forem mal controladas,
podem trazer graves lesões à visão",
diz Antônio Carlos.
A inspeção acompanhou o rigor das leis de
trânsito a partir da sua reformulação
em 1997. "O número de reprovações
por deficiência visual diminuiu, já que as
pessoas têm se preocupado em fazer exames antes de
ir ao Detran. Além da qualidade do atendimento ter
melhorado: agora atendemos apenas três pessoas por
hora, o que dá margem para uma análise mais
detalhada", afirma. Asrevisões oficiais devem
ser feitas a cada 5 anos durante o período da renovação
da carteira de motorista. A partir de 65 anos, o prazo diminui,
fazendo-se necessário a cada 3 anos, ou dependendo
da deficiência de cada um.
Os analfabetos estão fora da lista dos motoristas
brasileiros portadores da carteira de habilitação
regulamentada. Isso porque eles não leêm placas
informativas, e não são instruídos
no trânsito, podendo vir a causar algum acidente.
Um daltônico enxerga bem, entretanto costuma confundir
as cores verde e vermelho. Como a posição
dos semáforos não segue um padrão internacional,
na Lei de Trânsito Brasileira, o daltônico está
impedido de dirigir, porque ele não distingue a hora
certa de seguir ou parar diante de um semáforo.
SEUS DIREITOS
Recall, palavra da língua inglesa,
se torna freqüente nas conversas dos brasileiros
Uma palavra em inglês está
se tornando muito freqüente nas conversas dos brasileiros.
Mesmo para os que desconhecem o significado exato do termo
recall.
Poucas pessoas estão familiarizados com o significado
da palavra "recall", que vem do inglês e
pode ser traduzida como chamamento. "Quando uma empresa
fabrica alguma coisa com defeito e chama os consumidores
para trocar as peças", explica o professor Leonardo
Vila Verde.
Os casos mais comuns são os da indústria
automobilística. Todas as grandes montadoras já
fizeram recall.Audi, Chrysler, Fiat, Ford, General Motors,
Honda, Mitsubishi, Peugeot, Renault, Toyota e Volkswagem.
No ano passado, foram quase 20 casos de recall. Este ano,
até agora, passaram dos dez.
"Se é recall é porque está havendo
algum tipo de preocupação com a possibilidade
de se evitar danos mais graves. O que é preciso é
verificar se o recall está acontecendo no momento
adequado e na forma como deveria ser", diz Amanda de
Oliveira, diretora do Departamento de Proteção
e Defesa do Consumidor.
Esta preocupação fez o Ministério
da Justiça baixar, em 2001, uma portaria que determina
que as empresas devem detalhar o defeito e os riscos que
o produto apresenta; informar as medidas adotadas para resolver
o defeito; apresentar às autoridades e aos procons
relatórios sobre o andamento do recall; e ficam obrigadas
a reparar ou substituir o produto mesmo quando o recall
for encerrado.
A regulamentação do recall pelo Ministério
da Justiça foi um passo importante para melhorar
as relações entre as empresas e seus clientes.
E os consumidores começam a perceber que esta prática
não se limita a automóveis. Nos últimos
três anos, já foram registrados nove casos
de recall pela indústria farmacêutica. Empresas
de eletrodomésticos também já chamaram
clientes para a troca de peças.
ELETRÔNICA AUTOMOTIVA
Vale do Silício se reúne
com 'Gasoline Alley' na Convergence
2002 em Detroit de 21 a 23 de outubro
AUBURN HILLS, Michigan, Convergence 2002, a primeira
conferência global de eletrônica automotiva,
será realizada de 21 a 23 de outubro de 2002 no Cobo
Center em Detroit.
O tema deste ano, Eletrônica de Transportes = Negócios
+ Tecnologia + Processo, trata de três aspectos importantes
da eletrônica automotiva - o produto, o processo e
o negócio. "Além de oferecer uma lista
de palestrantes do mais alto nível das companhias
automotivas e eletrônicas mais proeminentes do mundo,
o nosso enfoque visa a importância das fortes estratégias
comerciais e a lucratividade da eletrônica automotiva
no futuro", disse Bernard I. Robertson, vice-presidente
sênior da DaimlerChrysler e presidente da Convergence
2002.
"Ao reunir estes executivos importantes da indústria
em um mesmo lugar para discutir a respeito dos desafios
e soluções quanto a negócios, parcerias
e fabricações, nós revelaremos os próximos
passos a serem dados no desenvolvimento de novos produtos".
Além de Robertson, que inaugurará a conferência,
outros palestrantes da Convergence 2002 incluem:
* Dick Brass, vice-presidente de Desenvolvimento Tecnológico
da Microsoft Corporation, a líder mundial em software,
serviços e tecnologias da Internet para a computação
pessoal e comercial, é apresentado como o orador
convidado de abertura na segunda-feira, dia 21 de outubro,
às 9:00.
* Wolfgang Dehen, presidente & CEO da Siemens VDO Automotive
AG, um dos fornecedores líderes mundiais de produtos
eletrônicos, elétricos e mecânicos/eletrônicos
(mechatronics) para a indústria automotiva, falará
logo após o Sr. Brass na segunda-feira, às
9:45.
* Dr. Wolfgang Ziebart, vice-presidente do Conselho de
Administração da Continental AG, uma companhia
global especializada no desenvolvimento e na produção
de sistemas potenciais nas áreas de tecnologia de
freios, controle da dinâmica do veículo, gerenciamento
de pneus e energia, será apresentado como orador
convidado da tarde, às 13:30.
* Chris Galvin, CEO da Motorola, líder global no
fornecimento de soluções em comunicações
integradas e eletrônicas incorporadas, abrirá
a sessão na terça-feira, 22 de outubro, com
um discurso programático matutino, às 8:30.
* Thierry Morin, CEO da Valeo, um dos fornecedores mais
importantes do mundo de componentes, sistemas integrados
e módulos, iniciará a sessão de quarta-feira,
23 de outubro, com um discurso programático matutino,
começando às 8:30.
* Alex Lidow, CEO da International Rectifier, uma líder
mundial em tecnologia de gerenciamento de potência,
que melhora a funcionalidade, a velocidade, a solidez e
a portabilidade na tecnologia de informação
e outros produtos finais, será apresentado como o
orador convidado da tarde de quarta-feira, às 13:30.
* Dr. Dieter Zetsche, presidente & CEO do Chrysler
Group em DaimlerChrysler, concluirá a Convergence
2002, como orador convidado do banquete de encerramento
na noite de quarta-feira.
Outros dignitários da indústria automotiva
programados para falar durante o desenrolar da conferência
incluem: J.T. Battenberg III, diretor, CEO & Presidente
da Delphi; Keith Crain, presidente da Crain Communications;
Dr. C.K. Prahalad, Harvey C. Fruehauf, professor de Estratégia
Corporativa da University of Michigan Business School; Paul
Hansen, editor do Relatório Hansen sobre Eletrônica
Automotiva (The Hansen Report on Automotive Electronics);
e Trevor O. Jones, fundador da Convergence.
Com a DaimlerChrysler como anfitriã deste ano, a
conferência também incluirá debates
em três painéis, com destacados expertos das
indústrias automotivas e eletrônicas e mais
de 75 publicações técnicas tratando
de assuntos tecnológicos, sociais e comerciais, que
afetam a aplicação da eletrônica nos
automóveis.
* O Blue Ribbon Panel (Painel da Fita Azul) foi criado
para discutir sobre o futuro da eletrônica de transportes,
com uma atenção especial dedicada aos desafios
da invenção de novos sistemas e designs que
pouco a pouco integram as características e funções
eletrônicas.
* O Moderated Panel (Painel Moderado) reunirá um
foro de engenheiros elétricos importantes de fabricantes
de automóveis, para debater e discutir tendências
e demandas no mercado em tecnologias eletrônicas para
automóveis.
* A Super Session (Sessão Superior) reunirá
participantes chave de cada setor relacionado à eletrônica
automotiva -- incluindo software e indústrias eletrônicas
- para explorar a maneira de atingir uma rentabilidade maior
no crescente mercado do consumidor.
Outras sessões explorarão uma ampla variedade
de assuntos que abrangerão desde as linhas imprecisas
entre a mecânica tradicional e sistemas elétricos,
como resultado da tecnologia híbrida, até
a pesquisa de como os padrões, regras, regulamentações,
leis e litígios de segurança influenciam o
desenvolvimento e a introdução de novas tecnologias
de segurança automotiva.
A Convergence 2000 atraiu a mais de 9.000 participantes
e 250 representantes da mídia do mundo inteiro. O
espaço de exibição para a conferência
de 2002 teve um aumento de 35 por cento e apresentará
mais de 180 exibidores de última geração,
ocupando dois salões nas instalações
Cobo.
Os Patrocinadores Gold (de Ouro) da Convergence 2002 são
DaimlerChrysler, Robert Bosch Corporation, Delphi, DENSO
Corporation, Ford Motor Company, General Motors Corporation,
Motorola, Toyota Motor Corporation, Visteon Corporation
e Yazaki North America. A Convergence Transportation Electronics
Association (CTEA) (Associação Convergence
de Eletrônica em Transportes), que fundou a conferência
há mais de 25 anos, e a Society of Automotive Engineers
(SAE) (Sociedade de Engenheiros Automotivos) serão
co-patrocinadores da Convergence 2002. A receita da conferência
beneficiará a Convergence Education Foundation (CEF)
(Fundação Convergence de Educação),
uma organização sem fins lucrativos, dedicada
a desenvolver o interesse pela matemática e pela
ciência em crianças em idade escolar. Para
informações gerais sobre a conferência,
entre em contato com Denise ("denny") Freitag
no 248-944-0975. Para inscrever-se on-line, visite o website
da Convergence 2002 no www.convergence2002.org . FONTE Convergence
2002.
Adaptação: Tarcisio Dias -
Mecânica Online
VEM AÍ
Carro dos Jetsons chega em 2003
Aeronave revolucionária tem cara de automóvel
mas decola e pousa como se fosse um helicóptero
É impossível deixar de comparar o Skycar
M400 aos veículos voadores pilotados pela família
Jetson na série de desenhos animados. Vermelho como
uma Ferrari ou um Mustang 1967, a aeronave transporta quatro
passageiros. Decola e pousa verticalmente como um caça
Harrier britânico, paira no ar como um helicóptero
e voa à velocidade máxima atingida é
de 630 km/h. As comparações com o carro-voador
familiar da ficção param por aí.
O Skycar não tem nada de classe média. Será
uma aeronave cara, sofisticada e ao alcance apenas dos altos
executivos e dos aviadores milionários. Projeto da
Moller International, de Davis, Califórnia, o Skycar
ou carro dos céus pode decolar comercialmente em
2003. O que falta é a aprovação da
FAA. A agência de aviação civil dos
EUA está submetendo o modelo a uma tremenda bateria
de testes de vôo, navegabilidade, desempenho e segurança.
O Skycar é impulsionado por oito turbo-hélices
de 120 hp cada. Enquanto um jogo de quatro propulsores se
encarrega do deslocamento vertical da aeronave durante as
operações de decolagem e pouso, as outras
quatro impulsionam à frente a nave de 5,4 m e 1.100
kg.
A velocidade de cruzeiro é de 560 km/h, com consumo
de 6,37 km/l de combustível e autonomia para voar
1.450 km. Por ser pressurizado, o Skycar poderá operar
num teto de 9.000 m de altitude. Em caso de pane total durante
o vôo, dois pára-quedas abrem automaticamente,
assegurando uma aterrissagem de emergência.
A Moller já investiu US$ 100 milhões no projeto.
Tão logo receba o sinal verde do FAA, começa
a subir uma fábrica com capacidade de produção
de 500 unidades/ano. Nestas condições, cada
Skycar sairá por US$ 500 mil - o mesmo que uma Ferrari
ou um Rolls-Royce.
Com um aumento expressivo de produção, executivos
estimam que o preço unitário possa cair para
algo entre US$ 60 mil e US$ 80 mil, o mesmo que um carro
de luxo importado como um Audi ou um Mercedes. Quando e
se isso um dia ocorrer, ainda assim será preciso
ter brevê para pilotar um Skycar. Mas não para
taxiá-lo do hangar até o heliponto. Pra isso
basta carteira de motorista.
PETER MOON
TECNOLOGIA
Faróis giratórios
chegam para garantir mais segurança
Mercedes-Benz apresenta novo sistema de faróis giratórios
A Mercedes-Benz está finalizando o desenvolvimento
de um sistema ativo de faróis giratórios,
que será capaz de aumentar a segurança de
quem dirige à noite. Os faróis giratórios
seguem os movimentos do volante e quase instantaneamente
giram na direção correspondente à da
curva, ampliando a iluminação na estrada em
até 90%. Ou seja, enquanto o facho baixo dos faróis
convencionais gera iluminação de até
30 metros de distância ao entrar numa curva de 190
metros de raio, o facho baixo dos novos faróis giratórios,
nas mesmas condições de estrada, ilumina 55
metros da curva, ou seja, amplia a visibilidade em mais
25 metros.
Como a distribuição de luz acompanha o ângulo
de esterçamento, o motorista consegue ver logo o
início da curva e, assim, pode adaptar seu estilo
de dirigir ao trajeto que será percorrido. Ao desenvolver
esta inovadora tecnologia, a Mercedes-Benz oferece um sistema
ativo de iluminação, que aumenta a segurança
em qualquer situação de trânsito.
O sistema ativo de faróis giratórios constantemente
se adapta à velocidade do carro: em altas velocidades,
os faróis seguem o ângulo de esterçamento
rapidamente, já quando o automóvel está
andando mais devagar, o mecanismo de giro opera da mesma
forma, ou seja, o novo sistema sempre garante que o motorista
se adapte às mudanças de configuração
do facho de luz.
Motores elétricos giram os faróis de acordo
com o ângulo de esterçamento
Os faróis do sistema ativo de giro são baseados
no conjunto usado na Mercedes-Benz Classe E e operam tanto
no facho baixo quanto no alto. O microcomputador que controla
o sistema é integrado à rede eletrônica
de dados do sedã, e recebe informações
em tempo real dos sensores de ângulo do volante de
direção e da velocidade do veículo.
Cada módulo bi-xenônio está equipado
com sua própria unidade eletrônica e com um
motor elétrico que gira o farol horizontalmente.
O ajuste dinâmico do alcance dos faróis -
equipamento de série dos modelos Mercedes-Benz equipados
com faróis bi-xenônio - também funciona
com o novo sistema, impedindo que os motoristas que vêm
em sentido contrário sejam ofuscados.
Controlado por sensores, o sistema detecta todos os movimentos
da carroçaria do veículo e ajusta o posicionamento
dos faróis da forma mais adequada.
Início de uma nova era na tecnologia dos faróis
O sistema giratório dos faróis em curvas
marca o começo de uma nova era na tecnologia dos
faróis, que passam a ter múltiplas funções
de iluminação e se adaptam às situações
momentâneas do tráfego. Por enquanto a nova
tecnologia está sendo avaliada em veículos
de teste, embora o sistema possa ser incluído nos
automóveis da marca Mercedes-Benz no futuro próximo.
Novos faróis aumentam significativamente
a segurança durante a noite
Iluminação nas curvas melhora em até
90%
Faróis bi-xenônio seguem os movimentos
do motorista
Sistema inicia uma nova era na tecnologia dos faróis
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