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Edição 33 - Setembro de 2002
Conteúdo básico

Especial Salão de Paris 2002

ESPECIAL TECNOVIDADE: PARIS MOTOR
SHOW 2002
Bentley Continental GT: um
carro de rei
Os ingleses produzem dois carros de luxo mitológicos
o Rolls-Royce e o Bentley. Com mecânica e acabamento
de primeiríssima, ambos atingem preços dignos
de reis. Literalmente. Dos oito carros que a rainha Elizabeth
II tem para uso pessoal, cinco são Rolls-Royce e
um é Bentley, este último adicionado à
frota de sua majestade na comemoração de seu
cinqüentenário no trono, em junho.
A
Rolls-Royce, empresa que também produz turbinas de
aviões, foi dona da Bentley durante setenta anos.
Em 1998, atolada em prejuízos, vendeu as duas marcas.
A Rolls-Royce ficou com a BMW, fabricante alemã de
carros de luxo. A Bentley foi comprada pela Volks, também
alemã, mas especializada em veículos populares.
No Salão do Automóvel de Paris, finalmente
se viu o primeiro Bentley 100% Volkswagen o Continental
GT, um esportivo de motor turbinado, capaz de atingir 290
quilômetros por hora. Esqueça qualquer comparação
com os carros da Volks. Trata-se de um autêntico Bentley,
com requintes de luxo que se podem esperar num carro de
150.000 dólares.
O preço do Continental GT que importado com
a escandalosa taxa cambial da semana passada custaria o
valor estratosférico de 1,4 milhão de reais
pretende ser, digamos, uma barganha. O objetivo da
Volks foi oferecer um carro mais barato que os demais modelos
Bentley, mas ainda assim caro o suficiente para que a marca
continue sendo um símbolo de exclusividade.
O Bentley Arnage R, até então o mais barato,
custa 230.000 dólares. Com o dinheiro que se pagaria
para trazer um Bentley para o Brasil é possível
comprar aqui três Jaguar modelo XK8 conversível,
outro carrão esportivo feito na Inglaterra. O GT
é bastante diferente dos outros automóveis
da Bentley, como o Arnage, o Azure e o antigo Continental.
A intenção é que concorra com os superesportivos.
"É um carro que corre tanto quanto uma Ferrari,
mas com a classe, a elegância e o conforto de um carro
de luxo", diz o brasileiro Raul Pires, chefe de design
da Bentley e um dos responsáveis pelo projeto do
GT.
Há detalhes na fabricação de um Bentley
que explicam por que custa tão caro. Com produção
relativamente pequena e parcialmente artesanal, a fábrica
mantém 100 funcionários só para o controle
de qualidade dos estofamentos e do revestimento de couro.
A Volks tem planos ambiciosos para a Bentley.
Quer aumentar as vendas dos atuais 2.000 veículos
para 10.000 anuais até 2005 e, também, rejuvenescer
a freguesia, sem alterar o prestígio e a qualidade
dos carros. O comprador típico da Bentley tem em
torno de 50 anos e fortuna pessoal acima de 18 milhões
de dólares. A empresa espera ainda ampliar as vendas
às mulheres, que hoje representam menos de 5% dos
compradores.
Desde que comprou a Bentley, a Volks injetou 1,4 bilhão
de dólares na empresa. Modernizou a linha de montagem
e deu atenção a detalhes que demonstravam
decadência. Eram coisas como botões de plástico
no painel e um sistema de som que poderia ter sido instalado
na loja da esquina.
A nova linha do Arnage, lançada neste ano, mantém
a mesma carroceria classuda do modelo anterior, mas traz
inovações no painel, que agora só tem
couro, madeira e alumínio. O projeto do interior
do GT levou em conta as medidas de jogadores de basquete
com mais de 2 metros de altura.
O resultado é um carro confortável para pessoas
muito altas. É um trunfo e tanto. De modo geral,
os jogadores de basquete, que têm dinheiro e gosto
por carros caríssimos, viajam bem apertados nas Ferrari,
Maserati e Porsche, concorrentes diretos do Bentley Continental
GT.
ESPECIAL TECNOVIDADE: PARIS MOTOR
SHOW 2002
O carro-conceito ELLYPSE:
"uma bolha de otimismo na paisagem automotiva"
Última criação dos carros-conceito
Renault, o Ellypse dá início a uma relação
harmoniosa entre o veículo e o meio ambiente. Suas
formas suaves, estruturadas e desprovidas de qualquer agressividade,
conferem-lhe uma aparência simpática. Em seu
interior, voluntariamente minimalista, encontra-se um ambiente
suave e sereno. Veículo surpreendente, o Ellypse
propõe novas soluções para o automóvel
e confirma a tendência "Touch Design" para
estabelecer uma melhor relação entre o homem
e a máquina.
Este carro-conceito encarna também a preocupação
da Renault em conceber o veículo do futuro, dentro
de uma lógica de desenvolvimento durável.
O Ellypse foi criado para respeitar o meio ambiente: seu
desenho facilita a desmontagem e a reciclagem do veículo
no fim de sua vida útil e sua motorização
e arquitetura elétrica apresentam evoluções
que reduzem os níveis de consumo e de emissões
poluentes.
O
Ellypse é um automóvel compacto (3,90m de
comprimento) que expõe claramente seu lado simpático.
A forma de seu conjunto óptico, assim como a grade
frontal tratada de acordo com a nova identidade visual da
marca, conferem-lhe uma expressão jovial. Suas linhas
simples e desprovidas de qualquer agressividade, seu pára-brisa
envolvente e a forma arredondada de sua janela traseira,
fazem do Ellypse um veículo cativante. O carro-conceito
da Renault apresenta soluções interessantes,
como células solares distribuídas por toda
a extensão do teto transparente, que contribuem para
a boa distribuição do ar-condicionado na cabine.
A abertura das portas também revela um sistema original
e inovador: no lado direito, a porta traseira apresenta
um duplo sentido de abertura apesar da falta de coluna "B";
ela pode ser aberta como uma porta batente clássica
permitindo acesso apenas aos assentos traseiros, ou como
uma porta antagônica, da frente para trás.
Nesta segunda configuração, quando a porta
da frente também está aberta, fornece um acesso
completo à cabine, convidando a entrar no veículo.
Em resumo, o Ellypse é simples, acolhedor e caloroso.
"É uma bolha de otimismo na paisagem automotiva",
diz Patrick le Quément, diretor do Design Industrial
Renault.
Um interior simples e astucioso
A convivência agradável na cabine deve-se
ao uso da amarela, que combinada a um habitáculo
minimalista, transmite uma sensação suave
e serena. O longo teto transparente, associado a uma grande
superfície envidraçada, conferem ao carro
maior luminosidade e visibilidade externa. O movimento do
painel de instrumentos prolonga-se pelo assoalho, formando
uma leve onda que sustenta os quatro assentos.
O painel de instrumentos, constituído de mostradores
simples e puros, possui duas telas situadas no centro para
uma visualização sintética dos dados.
Uma destina-se ao motorista, para as informações
relacionadas à direção e a outra fornece
as informações destinadas aos passageiros,
sendo esta última escamoteável.
Integrado sob o painel de instrumentos, um comando central
multifunções, também escamoteável,
permite utilizar facilmente a maioria dos elementos de bordo:
ar-condicionado, rádio, sistema de navegação
GPS com informação sobre o trânsito
em tempo real, agenda pessoal de endereços, manual
de manutenção e diário de bordo, indicações
de manutenção personalizada do veículo,
etc.
Confirmando
a vontade da Renault de oferecer novas respostas em relação
à cabine do automóvel, o interior do Ellypse
beneficia-se da função "Touch Design"
já existente no Talisman, que permite ao homem utilizar-se
melhor e de forma simplificada da tecnologia. O tratamento
das interfaces, às vezes lúdico, favorece
a manipulação intuitiva, eficaz e agradável
de cada comando.
Seguindo a linhagem de seus primogênitos, este carro-conceito
dispõe de assentos de expessura mais fina, cuja adoção
aumenta o espaço interno. O conforto é garantido
por um tecido de espuma que alia maciez, elasticidade e
resistência a um toque superficial agradável.
A espuma, com "memória" de forma, adapta-se
ao corpo dos passageiros para dar-lhes total conforto.
O Ellypse desvenda também um conceito inédito
de "assentos engenhosos": uma cinemática
astuciosa permite aos assentos que passem da posição
"estrada" para a posição "repouso",
ficando embutidos no assoalho. Este movimento motorizado,
acionado por um botão localizado nas portas dianteiras,
é realizado em alguns segundos. Este sistema permite
que, após uma longa viagem, os passageiros possam
descansar, deitando-se no veículo. A curva do assoalho
acompanha, da melhor forma, o formato do corpo, e o travesseiro
ergonômico, previsto para sustentar a cabeça
nessa configuração, otimiza seu conforto.

Um veículo pensado para respeitar o ambiente
O Ellypse traduz a preocupação da Renault
- empresa cidadã - em inscrever o automóvel
do futuro em uma lógica de desenvolvimento durável.
Criado para respeitar o meio ambiente, o carro-conceito
inaugura uma nova forma de conceber e de desenvolver um
automóvel. O primeiro objetivo é de facilitar
a desmontagem e a escolha das peças para a reciclagem
no fim da vida útil do veículo.
A criatividade dos desenhistas foi orientada por um cuidado
de simplificação do desenho do veículo.
O número de peças foi voluntariamente limitado:
capô, pára-choque e grade frontal, por exemplo,
formam uma só peça. Os cortes simples e precisos
contribuem para a pureza do conjunto. Além disso,
os sistemas de fixação facilitam a desmontagem
dos elementos. As peças possuem uma marca que informa
seu material de origem, permitindo uma coleta rápida
e eficaz. Esta mesma filosofia foi adotada no interior do
veículo. O tecido que recobre os assentos e o painel
de instrumento pode facilmente ser retirado.
Dentro desta mesma lógica de respeito ao meio ambiente,
a escolha dos materiais beneficiou-se de uma pesquisa profunda
por parte dos criadores. O Ellypse é composto, na
sua maior parte, por materiais reciclados, recicláveis
ou renováveis. As portas laterais são em alumínio
reciclável. Além de suas propriedades recicláveis,
o alumínio torna o veículo mais leve, acarretando
um consumo menor de combustível. A estrutura é
um conjunto de alumínio e de aço, também
produzido a partir de ferragens recicladas. O capô,
os pára-lamas e a parte traseira do veículo
são de polipropileno, um material reciclado oriundo
de peças plásticas automotivas sobre o qual
foi colocada uma película tingida reciclável.
O revestimento do assoalho é confeccionado em "synderme",
um material natural e renovável, fabricado principalmente
a partir de restos de couro.
Os revestimentos anti-ruído são leves e eficientes,
produzidos com material composto por dois elementos reciclados
principais: fibras vegetais (essencialmente algodão),
oriundas da reciclagem de roupas, e fibras de poliéster,
provenientes das garrafas e embalagens recolhidas na coleta
seletiva de lixo.
Preservando a qualidade do ar
O Ellypse dispõe de um novo motor turbodiesel 1.2
litro 16V, que desenvolve 100 cv (72kW) e torque de 200Nm.
O sistema de injeção Common Rail evoluído,
baseia-se em injetores piezelétricos específicos,
dotados de 10 orifícios (ante quatro ou cinco nos
motores atuais), que permitem uma pressão de injeção
da ordem de 2.000 bars.
Para preservar a qualidade do ar, o sistema de despoluição
é completo e inédito: um catalisador de quatro
vias garante, simultaneamente, o tratamento dos óxidos
de carbono (CO), dos óxidos de azoto (Nox), dos hidrocarbonetos
não queimados (HC) e das partículas. O motorista
também tem à sua disposição
um sistema de diagnóstico embarcado, que não
somente o avisa dos desvios dos parâmetros de despoluição,
como também analisa, de forma permanente, a composição
fisico-química das emissões, fluidos e gases
presentes no veículo.
Esta motorização turbodiesel é assistida
por um alternador-motor de arranque de 12kW. Funcionando
como uma máquina elétrica, tem diferentes
funções: a de alternador, produzindo eletricidade
principalmente pela recuperação de energia
nas frenagens; de motor de arranque; e de motor elétrico
complementar, fornecendo um acréscimo de potência
ao motor ou podendo até mesmo impulsionar sozinho
o veículo em distâncias curtas. A transmissão
é feita graças a uma caixa de câmbio
robotizada, que otimiza o consumo do veículo de acordo
com a forma de dirigir.
A tecnologia evoluída de todo o grupo motopropulsor,
associada ao peso leve do veículo (980 kg), permite
que seja atingido bom nível de desempenho e baixo
nível de emissões.
Eletricidade e eletrônica também contribuem
para o meio ambiente
O Ellypse coloca uma arquitetura elétrica específica
a serviço do meio ambiente. Com uma tensão
de 42V (e não 14V, como de costume) na rede de bordo,
o alternador-motor de arranque permite, por um lado, um
rendimento elétrico global melhor e por outro lado,
o aumento do número de equipamentos que podem funcionar
com eletricidade, como o compressor do ar-condicionado,
por exemplo.
O carro-conceito da Renault também aposenta os circuitos
hidráulicos, ampliando o conceito "drive by
wire". Os freios, a direção e a caixa
de câmbio robotizada são acionados por dispositivos
elétricos. Os fluidos restantes (resfriamento do
motor e lubrificantes) são não-tóxicos
e biodegradáveis.
ESPECIAL TECNOVIDADE: PARIS MOTOR
SHOW 2002
BMW Z4:visual distinto com
curvatura suave
Caracterizado por superfícies convexas e côncavas,
extremidades próprias e curvatura suave, o Z4 é
a primeira produção da BMW a ser influenciado
fortemente pelo novo design que se viu no X-cupê e
conceitos de CS1.
A
dianteira e as linhas das portas definem os limites de um
tratamento muito escultural que enfatiza o distintivo da
BMW e incorpora o sinal graficamente. A interação
de linhas e superfícies cria transições
novas de luz e sombras de todos os lados, gerando para o
Z4 um caráter visual distintivo.
O Z4 tem todos os carimbos oficiais clássicos de
um cavalo estradeiro - um longo e poderosamente motor, uma
posição mais baixa para o 'piloto', criando
uma sensação propositada mais esportiva. O
espaço do porta-mala foi aumentado para a capacidade
de 260 litros, o que é o bastante para levar duas
sacolas de golfe.
O Z4 estará disponível com dois motores de
seis cilindros. Os 3.0i tem 231 bhp e uma velocidade máxima
de 155 mph e os 2.5i, 192 bhp e uma velocidade máxima
de 146 mph. O Z4 3.0i possui câmbio de seis velocidades.
A caixa de câmbio manual seqüente da BMW (SSG)
estará disponível como uma opção
em ambos os modelos de motorização.
O BMW Z4 foi projetado com um foco em agilidade e controle.
Caracterizando o eixo traseiro modificado do BMW Série
3, o Z4 novo tem 50/50 distribuição de peso
frente/traseira e alto desempenho de frenagem.
Novo para o Z4 é "Controle Dinâmico "
ou DDC que são ativados apertando um botão
no centro do console. O DDC permite para o Z4 a administração
de todo o sistema, além das respostas do motor serem
mais rápidas quando do aperto do pedal do acelerador,
possibilitando uma dirigibilidade mais esportiva, chegando
até mesmo a alternar o peso da direção
durante as curvas.
ESPECIAL TECNOVIDADE: PARIS MOTOR
SHOW 2002
Ford Ka Street: diversão
com elegância
Nos últimos 20 anos a Ford mostrou diversos
modelos baseados nos pequenos spiders, mas só agora,
dois anós depois de mostrar o Ghia, o Ka Street passa
de conceito para um carro de produção disponível.
O
Ford Ka transformado em Street necessitou de várias
modificações, principalmente no ambiente interno.
As portas e janelas foram modificadas e a visão externa
ficou ótima.
O Ford Ka Street possui um estilo sem igual com forte imagem.
Foram alargadas frente e traseiras ligeiramente acomodar
as rodas de liga maiores 16", generosamente com pneus
195/45 de perfil que especificamente foram desenvolvidos
para Ford.
O plano de chassi modificado significou reposicionamento
do tanque de gasolina. A capota de tecido é operada
manualmente, levando cerca de 30 segundo. O espaço
total para bagagem é de 180 litros, pequeno, mas
o carro compensa. Jpa imaginou você nas ruas do Brasil
com o Ka Street?!
A motorização do Ka Street é 1,6l
de 8 válvulas. "O Streetka é uma realização
em muitos níveis. Estende mais adiante nossa linha
para cima de excitar e modelos elegantes, demonstra como
derivado podem depressa e com precisão bater em atração
de cliente e é o exemplo mais tangível contudo
do compromisso da Ford em produzir diversão, carros
elegantes e disponíveis. Streetka é um vencedor
em todo senso", conclui Paul Thomas, o diretor da Ford
Motor Company.
ESPECIAL TECNOVIDADE: PARIS MOTOR
SHOW 2002
Kangoo Break'up, novo conceito
baseado no Kangoo
Desde seu lançamento em 1997, o Kangoo
desenvolveu uma polivalência que fez muito sucesso
junto a uma clientela que estava a procura de um veículo
funcional e prático. Por trás desta filosofia,
Renault expõe um conceito inédito: o Kangoo
Break'up, um conceito de veículo 4x4 que explora
a trilha dos veículos abertos e incentiva o lazer
ao ar livre.
Fruto das pesquisas de Renault em matéria de veículos
abertos, o Kangoo Break'up destina-se a uma utilização
de lazer, voltada para o ar livre e para a aventura (bicicletas
cross, esqui, prancha de surfe), ao mesmo tempo que conserva
o caráter familiar do Kangoo.
Com seu design simples e autêntico, o Break'up é
tão sedutor e simpático quanto o Kangoo. Apesar
de ser mais comprido, o Break'up conserva toda a maneabilidade
do Kangoo de série. Com uma motorização
a gasolina 1.6 16V com 110 cv de potência, e rodas
amplamente dimensionadas com aros de 17 polegadas, o Kangoo
Break'up possui uma direção precisa, que oferece
ao motorista a liberdade de explorar todos os tipos de caminhos.
A altura em relação ao solo e a transmissão
4x4 permanente, confirmam as qualidades de veículo
off-road. A associação do tom da carroceria
em Amarelo "bouton d'Or", especialmente concebido
para este conceito, e as proteções em volta
de toda a carroceria na cor Cinza Camaïeu (Camafeu),
dão um tom bicolor de intenso efeito visual. Com
tais proteções, a aventura torna-se quase
natural para Kangoo break'up.
Kangoo Break'up, Kangoo pick-up
Com o Kangoo, a Renault provou que a inovação
é a maior de suas preocupações. O conceito
Kangoo Break'up prossegue nesta direção, mostrando-se
particularmente funcional e astucioso. A parte de trás
do veículo é recortada (teto + laterais da
carroceria), oferecendo a funcionalidade de uma picape.
O Break'up reforça o aspecto prático e polivalente
do Kangoo, oferecendo uma zona de carregamento útil,
com muita imaginação. O transporte de objetos
volumosos, como bicicletas, pranchas de surfe, prancha com
vela e esquis, por exemplo, nunca foi tão simples.
A porção picape do Break'up fecha-se por
meio de portas batentes 50/50 do tipo "saloon",
que se abrem até 90º nos dois sentidos (para
fora ou para dentro), multiplicando as possibilidades de
transporte e permitindo a colocação de objetos
que ultrapassem o comprimento da "caçamba".
Um sistema de fixações multi-funcionais patenteado
pela Renault, composto de duas travas no assoalho da picape
e duas fixações situadas acima do vidro traseiro
da cabine, permitem, transportar bicicletas muito facilmente.
O Kangoo Break'up foi desenvolvido para ser utilizado para
o lazer ao ar livre. Para tanto, é apresentado com
uma bicicleta-conceito Renault Sport, assinada pela Renault
Design, que possui uma estrutura em carbo-titânio
que lhe dá uma linha tão dinâmica quanto
leve. Antes de ser utilizado em terra firme, ela se encaixa
naturalmente dentro da picape. O sistema Break'up para o
transporte de bicicletas não prejudica a visão
da placa do veículo. As laterais são de chapa
e vazadas, integrando os faróis traseiros para preservar
a silhueta de Kangoo. Essas partes vazadas das duas janelas
laterais traseiras oferecem vários porta-objetos.
Na lateral direita, o Kangoo Break'up dispõe de uma
mala removível, trancada a chave, para guardar pequenos
objetos com segurança.
O vidro traseiro, de acionamento elétrico, se abre
totalmente de cima para baixo, separando a cabine da caçamba
e oferecendo uma luminosidade interna complementar. Sob
este vidro, a caçamba tem um estepe com uma proteção
decorada com o logo Renault.
Uma cabine em harmonia com seu conceito
Pertencer à família Kangoo, é sinônimo
de simpatia. O conceito Kangoo Break'up propõe um
interior acolhedor e espaçoso que conserva, como
no Kangoo de série, os cinco assentos e as duas portas
laterais deslizantes. A diferença e novidade ficam
por conta do revestimento azul "canard" confeccionado
com um novo tipo de tecido particularmente resistente. Trata-se
de um tecido forrado com fibra, que proporciona aos passageiros
além de muito conforto, praticidade para limpar,
pois é lavável com uma esponja.
Para tirar proveito do céu azul, da natureza e das
paisagens encontradas durante os passeios, o Break'up oferece
um grande teto fixo de vidro. Dividido em duas partes, este
teto de vidro percorre o comprimento do veículo e
oferece uma grande superfície envidraçada.
Ele oferece muita luminosidade, reforçando a habitabilidade
do automóvel.
Devido a sua simplicidade e astúcia, a tecnologia
encontra naturalmente seu lugar no Break'up. Com um grande
monitor de navegação Carminat, localizado
no painel de instrumentos, é difícil perder-se.
O conceito Kangoo Break'up confirma a união sutil
e bem sucedida de características sofisticadas, com
detalhes funcionais. Graças a seu aspecto lúdico,
o Kangoo facilita este tipo de exercício e leva a
criatividade para o lazer e o aspecto prático. Tal
como Kangoo, o conceito Break'up é simples, astucioso
e polivalente.
ESPECIAL TECNOVIDADE: PARIS MOTOR
SHOW 2002
Mégane II mostra sua
personalidade
O Mégane II, disponível nas configurações
sedã e cupê, abre a porta para a renovação
completa da oferta da Renault no mais importante segmento
do volume de mercado automóvel europeu.
O programa X84, como é chamado internamente, incluirá
sete modelos, cada um com suas características bem
definidas. Inaugurando a nova plataforma C, comum a Aliança
Renault-Nissan, o Mégane II constitui a maior aposta
comercial, financeira e industrial na estratégia
de crescimento rentável da Renault.
Este
programa introduz uma oferta inédita na tradição
Renault: o sedã individual, que pode ser resumido
em três palavras: compacto, expressivo, dinâmico.
Seu design diferente, o torna um veículo de muita
personalidade.
Como sugere seu design, o Mégane II dá prazer
ao ser dirigido. Concebido para oferecer um nível
de excelência em segurança para todos os ocupantes,
o Mégane II beneficia-se também das inovações
em matéria de conforto e inteligência a bordo,
introduzidos pela Renault em segmentos superiores.
A qualidade também está no centro do projeto
Mégane II: a confiabilidade e a durabilidade são
as melhores do mercado e os critérios ambientais
foram levados em consideração desde o início
do desenvolvimento até o fim de vida do carro.
Competindo com o Volkswagen Golf, Audi A3, Peugeot 307
e Fiat Stilo, entre outros, o Mégane II inaugura
a plataforma C, segunda plataforma comum com a Nissan. Concebida
para receber os veículos do segmento médio
das duas marcas, ela representará mais de 25% da
produção da Aliança em 2006, ou seja,
aproximadamente 1,8 milhão de veículos.
O programa X84 desde seu início foi concebido como
um programa internacional. O Mégane II será
distribuído em 75 países. Na Europa, a Renault
visa 14% do segmento dos carros médios, com uma contribuição
equilibrada dos diversos veículos. A industrialização
dos sete modelos do programa X84 está programada
para um período reduzido: os seis primeiros lançamentos
serão realizados nos próximos doze meses.
A Renault investiu 2,1 bilhões de euros, a metade
sendo destinada aos investimentos industriais: Palencia,
na Espanha; Douai, na França; e Bursa, na Turquia
(que fabricará o Mégane sedã).
O design diferente do Mégane II
O
Mégane II deve sua personalidade à sua linha
dinâmica e estilizada. O design expressivo e musculoso
marca a versão cupê de três portas e
sedã de cinco portas. O Mégane II remete ao
design inovador do Avantime e do Vel Satis. O Mégane
II apresenta um conjunto diferenciado, em um segmento onde
muitos veículos se parecem: apela para as emoções,
sem sacrificar a funcionalidade e a praticidade. É
um veículo "enérgico", que não
esconde seu lado esportivo, principalmente na direção,
enquanto promove o prazer ao dirigir.
Longe de se conformar com os valores do seu segmento, o
Mégane II distingue-se por um design expressivo.
Patrick Le Quément, diretor do Design Industrial
de Renault, resume o carro. "A sobriedade do volume
de seu porta-malas, seus ombros serenamente abertos, marcados
sem serem incisivos, o arco de suas rodas torneadas: tantos
elementos formam um conjunto compacto, sugerindo agilidade
e controle".
Robusto, o Mégane II apresenta também um
acabamento excelente nos recortes e nos alinhamentos. A
bordo, tudo é modernidade, sobriedade e ergonomia.
A filosofia "Touch Design" criada pela Renault
aparece pela primeira vez num veículo de série,
atestando assim o cuidado com sua concepção.
O Mégane II responde à palavra de ordem "simplicidade
na utilização", presente durante o seu
desenvolvimento.
A Renault levou a noção de personalização
até seu último limite para dar aos clientes
uma grande liberdade de escolha, o que a empresa acredita
ser um fator decisivo de compra de veículo. As possibilidades
de combinações são quase ilimitadas
na escolha dos ambientes, das motorizações
e dos equipamentos aos quais são acrescentadas numerosas
opções.
Ágil e seguro, o Mégane II demonstra seu
dinamismo
Baseado
em uma plataforma inédita, o Mégane II dispõe
de novos eixos que associam precisão e poder elevado
de filtração de vibrações e
ruídos. O eixo dianteiro repousa sobre uma geometria
"pseudo" McPherson, associada a um braço
inferior retangular.
A suspensão traseira é constituída
por um eixo flexível com desvio programado, associado
a molas helicoidais. Apresentando um nível de dirigibilidade
excelente em qualquer circunstância, o comportamento
dinâmico do Mégane II atinge um alto nível
de eficiência.
Ele oferece conforto de suspensão associado ao rigor
na estabilidade. As rodas de dimensão generosa (15,
16 e 17 polegadas) otimizam o comportamento e a segurança,
ampliada pelo irrepreensível comportamento do sistema
de freios.
O Mégane II é o primeiro modelo a utilizar
uma nova geração do Controle Eletrônico
de Estabilidade (ESP), que integra um controle de derrapagem
- Understeer Control Logic (UCL). Este sistema atua mais
efetivamente nos casos de derrapagens severas ou perda de
aderência no eixo dianteiro. O controle atua nas duas
rodas do mesmo lado ou sobre todas as rodas ao mesmo tempo,
de acordo com a severidade da derrapagem. O controle de
tração completa as funções do
sistema ESP evitando patinagem das rodas na saída
da imobilidade ou em condições precárias
de aderência.
Além do sistema de freios ABS de última geração,
o Mégane II é equipado com uma assistência
à frenagem de emergência, que intervém
de acordo com a velocidade de frenagem. O Mégane
II dispõe também de um sistema de alerta ao
motorista em caso de pressão inadequada de um ou
vários pneus por meio de um sistema de vigilância
da pressão dos pneus. A direção elétrica
assistida variável reforça a precisão
da direção, com leis adaptadas para cada situação
de utilização. Quanto à ergonomia,
ela foi definida para que o motorista realmente se adapte
ao carro.
Conjugando um melhor rendimento luminoso a uma excelente
homogeneidade da iluminação, as lâmpadas
de xenônio ampliam os níveis da segurança
ativa. No Mégane II, a altura dos fachos dos faróis
se ajusta automaticamente à velocidade do veículo.
O Mégane II oferece uma vasta oferta de motores
a gasolina e diesel de alto desempenho, associados a transmissões
de nova geração. A linha movida a gasolina
é composta de três motorizações:
1.4 16V de 98 cv, 1.6 16V de 115 cv e 2.0 16V de 136CV,
os dois últimos equipados com novo eixo do comando
de válvulas, beneficiando o prazer da direção
e a economia de combustível. Todas as motorizações
a gasolina respeitam as normas de despoluição
Euro 3, (Euro 2000) e satisfazem os incentivos fiscais IF
Euro 4, de acordo com seus destinos. A linha turbodiesel
Common Rail do Mégane II terá, no início,
duas motorizações: 1.5 dCi de 80 cv (120g
de CO²/km) e 1.9 dCi de 120 cv. Durante o ano de 2003,
duas novas versões serão apresentadas: 1.5
dCi de 100 cv e 1.9dCi de 140 cv.
As transmissões do Mégane II foram desenvolvidas
para explorar todo o potencial das motorizações.
As motorizações gasolina 1.4 16V, 1.6 16V
e diesel 1.5 dCi beneficiam-se com uma nova geração
de caixas de câmbio manuais de cinco velocidades.
A nova caixa de câmbio manual de seis relações,
batizada de NDO, de origem Nissan, está associada
às motorizações mais potentes - 1.9
dCi e 2.0 16V. O Mégane II, num segundo estágio,
estará disponível com uma transmissão
automática associada às motorizações
2.0 16V e 1.6 16V: a caixa automática Proactive de
quatro velocidades, agora com um comando de impulsão.
Elemento maior do prazer de direção e de conforto
a bordo, o tratamento acústico de Mégane II
foi objeto de diversos estudos e aplicações
inovadoras.
Mégane II visa a excelência em matéria
de segurança
O conceito do Mégane II segue os passos do seu antecessor,
considerado "best in class" em seu segmento, e
do Laguna II, veículo que alcançou cinco estrelas
nos teste severos da EuroNCAP. A estrutura reforçada
de Mégane II, com zonas de deformação
programadas, garante uma perfeita absorção
dos choques. Em relação aos ocupantes, o Mégane
II dispõe de uma grande diversidade de equipamentos,
que oferecem uma proteção máxima para
todos os assentos.
O Mégane II na versão cupê apresenta
um novo avanço da Renault em matéria de segurança:
é o primeiro automóvel no mundo a dispôr
de um air bag anti-mergulho nos assentos dianteiros, oferecendo
assim o mesmo nível de segurança do sedã.
Num veiculo de três portas, o acesso aos assentos
traseiros não permite a instalação
do segundo pré-tensionador, posicionado na lateral
externa do assento. A solução foi colocar
um air bag dentro do assento, para que, em caso de choque,
os ocupantes permaneçam junto ao assento não
somente pela ação do pré-tensionador,
como também pelo acionamento do air bag anti-mergulho.
Os engenheiros da Renault pesquisaram a adequação
perfeita entre a capacidade de absorção da
estrutura e os meios de retenção. O Mégane
II está equipado com o Sistema Renault de Proteção
de terceira geração, (SRP3), inaugurado pelo
Laguna II. Este dispositivo, que combina air bags adaptativos
de dois volumes e cintos adaptativos, adota, pela primeira
vez, um duplo limitador de esforços e um duplo pré-tensionador
nos dois assentos dianteiros.
Além dos air bags frontais adaptativos, o Mégane
II (sedã e cupê) dispõe de dois air
bags laterais de tórax integrados aos assentos dianteiros
para os passageiros dianteiros e dois air bags de cortina
destinados à proteção da cabeça
dos passageiros do banco traseiro em caso de choque lateral.
Com isso, o Mégane II oferece uma grande diversidade
de airbags, que podem chegar a um total de oito para o sedã
e dez para o cupê.
Vida inteligente a bordo e conforto digno dos carros
de luxo
O Mégane II exprime toda a experiência Renault
em matéria de conforto e inteligência a bordo.
O carro foi objeto de novas escolhas arquiteturais, como
o duplo assoalho. Cada espaço livre foi transformado
em porta-objetos, totalizando uma capacidade de 44 litros
somando-se somente esses espaços.
O teto panorâmico fornece aos ocupantes uma abertura
excepcional para o exterior. A exemplo dos sistema proposto
por Avantime, ele é composto de dois painéis
nivelados, um móvel na frente e um fixo na parte
de trás. Com seus 1,32 m² de superfície
total, o vidro deste teto solar é o maior do segmento.
O Mégane II também é o primeiro carro
do seu segmento a aposentar a chave, evolução
que só havia sido incorporada aos automóveis
topo de linha. O cartão que substitui a chave destrava
as portas ao toque de um botão. Nas versões
mais completas, este cartão não somente abre
as portas do carro como oferece a função "mãos
livres", que destrava as portas quando se aproxima
o cartão ao veículo.
Incorporando todas as inovações oriundas
dos veículos dos segmentos superiores, o Mégane
II oferece uma série de equipamentos de ponta, como
o sistema de navegação por satélite
Carminat com monitor de 16 polegadas escamoteável,
além de controlador automático de velocidade
e sensores de chuva e de luminosidade, que reforçam
o conforto de direção.
A qualidade e o meio ambiente no centro do projeto
Mégane II
Concebido com cuidado em seus mínimos detalhes,
o Mégane II foi projetado para oferecer um nível
elevado de qualidade, confiabilidade e durabilidade, um
custo baixo de manutenção e a preservação
do valor de revenda. No Mégane II, o consumo de combustível
é reduzido e os períodos de manutenção
espaçados, com troca de óleo a cada 30.000
km e substituição das velas e do filtro de
ar só ocorrendo a cada 60.000 km.
O projeto Mégane II passou por rigorosos testes
de rodagem e durabilidade, que complementaram os cálculos
virtuais, realizados já no início do desenvolvimento.
Diversos avanços, como a confiabilidade elétrica
e eletrônica com a "multiplexagem", além
de sistemas de proteção anti-roubo e garantia
anti-corrosão de 12 anos, contribuem para a tranquilidade
na sua utilização.
O Mégane II é o primeiro projeto Renault
que leva em consideração os requisitos da
administração do meio ambiente, não
somente em relação à redução
de consumo e de emissões de poluentes, mas também
no que diz respeito ao ciclo de vida dos automóveis
e sua posterior reciclagem. Em termos de emissões
sonoras, Renault reafirma sua ambição em colocar
o Mégane II na frente de seu segmento, atingindo
o nível de 71 dB, 3 dB abaixo do que é exigido
pela legislação européia.
ESPECIAL TECNOVIDADE: PARIS MOTOR
SHOW 2002
Novo Clio V6, consagrado
à paixão automobilística e ao prazer
de dirigir
Veículo esportivo exclusivo que carrega a
grife Renault Sport, o Clio V6 adota o mesmo estilo que
o Clio última geração. Associando esportividade
e fluidez, seu design único contribui para a eficiência
do conjunto. Graças as numerosas evoluções,
o Novo Clio V6 alia prazer de dirigir e desempenho raro.
O carro acelera de 0 a 100 km/h em menos de 6 segundos.

O Clio V6 recebe um novo chassis associado a pneus de 18
polegadas. Equipado com um motor inédito - V6 de
3.0 litros 24V -, o Novo Clio V6 possui 255 cv de potência
a 7.150 rpm e 300 Nm a 4.650 rpm. A caixa de câmbio
de seis marchas beneficia-se de um desenvolvimento específico,
adotando relações curtas e uma alavanca de
câmbio com curso reduzido. Montado na Alpine, em Dieppe,
o Novo Clio V6 será comercializado na Europa no final
de 2002, com um alto nível de equipamentos e de qualidade.
Lançado com sucesso em junho de 2001, a nova geração
do Clio não pára de progredir e ocupa desde
agosto do ano passado o segundo lugar do segmento de carros
compactos na Europa Ocidental, e, desde janeiro de 2002,
o primeiro lugar no mercado francês. Veículo
que traduz a imagem da linha Renault e emblema da dimensão
passional da marca, o Clio V6, por sua vez, evolui profundamente.
Novo Clio V6 : objeto único, prazeres múltiplos
Com sua arquitetura de dois lugares com motor V6 na posição
transversal central traseira, o Novo Clio V6 é um
veículo esportivo exclusivo, destinado a oferecer
o máximo prazer: prazer de possuir um veículo
diferente e prazer de dirigir um novo chassi ágil
e seguro, que combina um motor expressivo de 255 cv com
uma caixa de câmbio esportiva.
Com um design único e distinto, o Novo Clio V6 apresenta
uma parte dianteira ainda mais incisiva, com a adoção
do estilo da última geração do Clio.
Pára-choque, grade frontal, capô e faróis
de óptica dupla, com lâmpada de xenônio.
Muito alongados, esses faróis se inserem em novos
pára-lamas dianteiros, agora mais largos, que recebem
pneus de 18 polegadas montados em rodas "Superturismo",
com acabamento brilhante. A distância entre os eixos
foi aumentada, o que afastou ainda mais as rodas para os
cantos do carro, o que reforça seu aspecto esportivo.
O design da parte traseira também evoluiu. A antena,
mais curta, é deslocada para a parte posterior do
teto e os faróis traseiros são do tipo "cristal".
O logotipo aparece no centro da tampa traseira e integra
a abertura do compartimento do motor. O novo aerofólio,
alongado e sobrelevado, prolonga a linha de fuga do teto.
Marca da grife Renault Sport, o escapamento duplo cromado
e as grades de entrada de ar, com uma grande malha, dão
um acabamento mais esportivo. Estas grades aumentam o fluxo
de ar para as novas conchas laterais com acabamento em Cinza
"Titane". A parte baixa do pára-lama, bastante
perfurada, otimiza o resfriamento do motor.
Além de seu caráter especial, este novo design
caracteriza-se por sua fluidez. O pára-lama liso,
com a parte inferior vertical prolongada por uma lâmina
rígida, permite melhorar o escoamento do fluxo de
ar. Unidos ao novo aerofólio da porta traseira, os
apoios aerodinâmicos foram ampliados para uma maior
eficiência.

Um novo chassis associado a um conjunto motriz expressivo
O novo chassis do Clio V6 beneficia-se de uma definição
mais esportiva, que associa rigidez e progressividade. A
bitola dianteira foi aumentada, e a barra estabilizadora,
com diâmetro maior, amplia a eficiência do conjunto.
A cinemática do eixo traseiro foi inteiramente reformulada,
adotando-se um novo berço. Graças aos novos
pontos de fixação e braços radiais
mais longos, a roda traseira foi recuada. O acréscimo
de uma barra estabilizadora, aumenta significativamente
a progressividade das reações em conduções
mais esportivas.
Uma distribuição equilibrada de carga entre
as rodas dianteiras e traseiras permitiu uma calibragem
perfeita das molas, garantindo o controle otimizado da carroceria.
Estas novas molas oferecem um bom nível de conforto
de rodagem associado a uma estabilidade exemplar.
Este novo chassis repousa sobre pneus Michelin Pilot Sport
de 18 polegadas, desenvolvidos especificamente para o Novo
Clio V6. Eles oferecem uma maior rigidez de direção
para uma maior precisão e uma melhor sensação
ao dirigir. Já utilizado no modelo anterior, o sistema
de frenagem ABS é beneficiado pelo potencial de aderência
superior desses novos pneus.
Graças ao novo berço traseiro, as novas regulagens
do eixo dianteiro e as rodas de 18 polegadas, a distância
entre os eixos foi aumentada. Estas novas dimensões,
maiores, aumentam de forma significativa o potencial de
passagem para a curva e a estabilidade de apoio. Junto com
os desenvolvimentos aerodinâmicos, eles também
otimizam a estabilidade na linha reta.
O motor V6 de 3.0 litros evoluiu muito para que seu caráter
esportivo fosse aumentado. Desenvolvendo 255 cv (87kW) de
potência a 7.150 rpm, este motor gosta de regimes
altos. Ele também é muito confortável
em regimes normais, com uma grande regularidade da curva
do torque e um valor máximo de 300 Nm em 4.650 rpm.
A parte alta do motor, da entrada do filtro de ar até
a câmara de combustão é nova, favorecendo
o enchimento em regimes médios e altos. Uma câmara
plena com válvulas integradas, repartidores com mecanismos
de condutores de admissão curtos e uma árvore
de cames de admissão, tipo eixo de comando, foram
desenvolvidos. Este eixo de comando dispõe de cortes
mais pontudos, que resultam numa elevação
maior e mais rápida das válvulas. As molas
das válvulas estão reforçadas para
um melhor controle da elevação. Os alteradores
de árvore de cames na admissão foram conservados.
A alimentação da gasolina foi modificada
por meio de uma nova rampa de injeção dupla,
com injetores de maior vazão. O funcionamento da
centralina de gerenciamento eletrônico do motor foi
otimizado e a nova calibragem caracteriza-se por uma gestão
mais fina das fases transitórias, com melhor controle
da resposta do acelerador.
O uso de novos catalisadores permite alcançar o
nível IF Euro 4, conservando-se a contra-pressão
e emissões acústicas de melhor nível.
No Novo Clio V6, a caixa de câmbio de seis velocidades
"PK6" teve um desenvolvimento específico
para o modelo. Uma alavanca de câmbio com curso reduzido
(engates mais próximos e precisos), aliada a um diferencial
mais curto e novas relações para a 1ª,
2ª e 3ª marchas, acentuam de forma significativa
o prazer de dirigir.
A acústica do Novo Clio V6 foi especialmente trabalhada,
resultando em uma sonoridade esportiva que acentua o prazer
de dirigir. O "ressonador" trata os ruídos
de admissão em regimes altos, e a adoção
de um pára-brisa isolante permite eliminar os zumbidos.
Generoso em equipamentos
Destinados a uma clientela de apaixonados, que seu antecessor
já tinha conquistado com 1.630 exemplares produzidos
em 20 meses, o Novo Clio V6 é montado em Alpine,
Dieppe, a partir de carrocerias provenientes de um departamento
específico da usina de Flins. O Novo Clio V6 beneficia-se
dos padrões de qualidade oriundos da produção
industrial Renault e da experiência dos funcionários
da Fábrica Alpine em Dieppe, com uma produção
diária de 12 veículos.
O conforto a bordo aumentou muito graças ao novo
painel de instrumentos revestido, com um design elegante
e dinâmico. A sensação produzida pelo
toque dos tecidos e dos comandos confirmam esta sensação.
Os assentos em couro com o logotipo Renault Sport bordado,
o volante de couro com apoio para os polegares, o acabamento
em alumínio para a manopla da alavanca de câmbio
e para os pedais, as novas soleiras com a grife Renault
Sport, dão personalidade ao ambiente interno. No
Novo Clio V6, o acabamento do volante, na cor da carroceria,
assim como as molduras do painel de instrumentos e da coluna
central, finalizam esta apresentação esportiva.
Novos equipamentos de segurança e de conforto a
bordo aparecem. Em matéria de segurança, o
Novo Clio V6 dispõe de reforços de estrutura
no Clio de última geração e uma variedade
completa de equipamentos de segurança ativa e proteção
aos ocupantes: freios ABS, faróis com lâmpada
de xeno, air bags duplos frontais adaptativos, associados
a cintos equipados com limitadores de esforços e
pré-tensionadores, air bags laterais cabeça-tórax.
Graças à "multiplexagem", o novo
Clio V6 recebe uma grande variedade de equipamentos de conforto
e conveniência, tais como um sensor de chuva acoplado
ao sensor de luminosidade ou ar-condicionado com visualização
digital. Um novo rádio topo de linha 4x 40W com CD
player e disqueteira para seis discos sob o banco do motorista,
encontra-se disponível.
O Novo Clio V6 será comercializado na Europa no
fim deste ano e estará disponível em três
cores de carroceria: cinza, azul e vermelho.
ESPECIAL TECNOVIDADE: PARIS MOTOR
SHOW 2002
C-Airdream: combinação
de luxo e sofisticação
Apresentado em Paris, o C-Airdream expressa a visão
da Citroën no desenvolvimento de um design de cupê
esportivo, com linhas correntes, contornos limpos, materiais
sofisticados e variações de espaço.
O C-Airdream combina um comprimento longo e frente também
longa com uma parte traseira curta para uma proporção
sem igual. O perfil do C-Airdream gera um ótimo design
aerodinâmico.

As linhas retrocedendo que convergem para a parte traseira
do veículo sugestionam movimento e fluidez, enquanto
a linha de meio e as asas proeminentes sugestionam estabilidade.
O capô fortemente curvado sugestiona poder oculto,
e é moldado através de faróis esbeltos
e distintivos.
A parte de superior completamente envidraçada do
veículo possibilita um campo visual muito bom para
os ocupantes, gerando a impressão de espaço
e luz, uma impressão sem igual para um cupê.
O
teto vítreo panorâmico difunde uma luz suave
que esquenta os tons sombrios do interior de veículo.
As linhas limpas, aéreas do consolo central enfatizam
a atmosfera amigável enquanto criando espaço
individual para cada ocupante.
Em qualquer lateral do console, assentos com um tato cetinoso
provocando a mistura sutil de escuridão, lustroso
e couro cobre o compartimento de passageiro.
Dois assentos dobradiços à oferta para a
traseira, possibilitando espaço generoso para bagagem,
uma característica que faz o veículo mais
versátil.
Os instrumentos e exibições de informação
estão sobre o eixo do volante que caracteriza um
centro central fixo. A navegação e informação
na tela de sistema no centro do painel é usando controlado
um mouse localizado ao término de um descanso para
braço que se estende em cima do console central.
O C-Airdream adota uma aproximação inovadora
ao ajuste da posição de dirigir, possibilitando
diversos ajustes para uma perfeita e agradável condução
do veículo.
C-Airdream é provido de umk motor 3.0i V6 que gera
150kW junto com uma caixa de câmbio automática
auto-adaptável com controles seqüentes no volante.
A suspensão Hydractive 3, provê conforto e
estabilidade. Duas configurações de suspensão
estão disponíveis.
ESPECIAL TECNOVIDADE: PARIS MOTOR
SHOW 2002
GM Hy-wire: um carro presente
no futuro
'Toda tecnologia em desenvolvimento num carro conceito
que promete ser uma revolução no mundo do
automóvel
O Hy-wire é resultado de uma cooperação
entre designers e engenheiros da GM nos Estados Unidos e
em Mainz-Kastel, na Alemanha, que integraram ao veículo
o sistema de propulsão por célula de combustível,
o mesmo projetado para o carro-conceito HydroGen 3
cuja velocidade máxima é de 160 km/h ,
baseado em uma Opel Zafira e mostrado pela primeira vez
em 2001 no Salão de Frankfurt, na Alemanha.
Segundo
o vice-presidente de Pesquisa, Desenvolvimento e Planejamento
da GM norte-americana, Larry Burns, a propulsão do
Hy-wire e todos seus sistemas de controle estão contidos
em um chassi no formato de uma tábua de skate com
11 polegadas de espessura.
Isso maximiza o espaço interior para cinco
ocupantes e suas bagagens. Não há motor visível,
nem pedais para se operar, mas simplesmente uma unidade
chamada X-drive que é facilmente acionada tanto para
a posição de direção direita
como esquerda, explica Burns.
O X-drive, que pode ser incorporado a sistemas de outros
veículos e controlá-los eletronicamente em
vez de mecanicamente, confere aos condutores grande liberdade.
Esse dispositivo contém botões com todos os
comandos para o motorista: acelerador, freio, volante, etc.
Por exemplo, para acelerar basta girar um botão.
O X-drive agrega também um monitor eletrônico
com as funções vitais do carro, dispostas
em uma barra horizontal que se estende por toda a largura
do carro.
Uma
porta de recepção proporciona a conexão
elétrica entre o chassi, feito todo de alumínio,
e a carroceria de fibra de vidro. A bateria da célula
de combustível, que produz uma energia contínua
de 94 kw, está instalada na parte traseira do chassi.
O motor elétrico, que comanda as rodas dianteiras,
está disposto de forma transversal entre elas. Três
tanques cilíndricos estão localizados no centro
do chassi. Requisitos passivos de segurança serão
preenchidos por meio do uso de elementos de absorção
de impactos, chamados de crash boxes (caixas de colisão),
em um futuro estágio de desenvolvimento do carro.
O Hy-wire pesa 1,9 mil quilos e tem pneus dianteiros de
20 polegadas e traseiros de 22 polegadas. Segundo a montadora,
o fato de todos os elementos técnicos estarem dentro
do chassi proporciona um baixo centro de gravidade, dando
à arquitetura altos níveis de segurança
e de potencial dinâmico de dirigibilidade.
Externamente,
o Hy-wire é um elegante e esportivo veículo
de quatro portas com linhas claras e definidas e extremidades
curtas. Segundo o diretor-executivo de Design para Arquiteturas
de Carroceria da montadora norte-americana, Ed Welburn,
o design do sedã é construído a partir
do fato de não existir compartimento de motor.
O veículo é muito aberto, desde a frente
até a traseira. Isso foi feito intencionalmente para
realçar a abertura no interior, afirma Welburn.
Os painéis dianteiro e traseiro são feitos
de vidro transparente, o que, aliado à ausência
de tampas, favorece a visibilidade das vias pelo motorista.
O fato de termos desenvolvido o Hy-wire como um veículo-conceito
em apenas oito meses (desde sua introdução
em Detroit) mostra nosso comprometimento com essa tecnologia
e a velocidade com que estamos avançando, diz
o presidente mundial da GM, Rick Wagoner. O Hy-wire
acelera nosso progresso com uma prova funcional de conceito
que reforça a confiança na nossa habilidade
de ganhar a aceitação do mercado de produção
de veículos com células de combustível,
diz Wagoner.
ESPECIAL TECNOVIDADE: PARIS MOTOR
SHOW 2002
A nova geração
da Audi: o Audi A8
No desenvolvimento do novo Audi A8 haviam quatro
áreas de prioridade: Projeto, construção
de peso leve, dinamismo e eletrônica. Essas quatro
áreas foram unidas em um único projeto - o
novo Audi A8.
Em outras palavras, uma melhor harmonia no design, facilidades
na aceleração e na condução
do veículo. A idéia é que um motorista
de um A8 não terá a impressão de dirigir
um carro da sua dimensão. Seu design é marca
sem igual. Superfícies longas, notadamente curvadas
são moldadas por precisas linhas. Um carro mais forte,
'musculoso', reforçam suas características
dinâmicas.
Dois motores V8 estão disponíveis nesse modelo.
Um com 4.2 litros desenvolve 246kW (335bhp) e um com 3.7
litro, versão que desenvolve 206 kW (280 bhp). Uma
característica nova no A8 é a transmissão
automática 6 velocidades tiptronic, que funciona
constantemente e assegura uma transição ótima
entre as várias fases de velocidade.
ESPECIAL TECNOVIDADE: PARIS MOTOR
SHOW 2002
C3 Pluriel: cinco carros em
um
A Citroën apresentou uma alternativa nova e
radical para o mercado de carro pequeno com o debute mundial
do C3 Pluriel no Paris Motor Show
Originalmente
desvendado no salão de Frankfurt em 1999 como um
modelo de conceito, o Pluriel é notável pelo
seu tipo variável de teto. Muitos carros conceito
propuseram este tipo de formato, mas nenhum chegou em produção
como o C3 Pluriel.
Efetivamente cinco carros em um, o C3 Pluriel é
totalmente sem igual oferecendo para os compradores um veículo
que compreende e satisfaz o dia-a-dia e as atividades de
lazer. É um carro configurável de acordo com
a sua necessidade.
Vejamos as possibilidades:
- C3 Pluriel Saloon: configuração mais básica,
com o teto completamente fechado
- C3 Pluriel Panorâmico: ao toque de um botão
toda visão ao seu alcance, sendo possível
até mesmo baixar as janelas. Sem colunas para atrapalhar
a visão.
- C3 Pluriel Cabriolet: Além do amplo espaço
do teto, descem o tecido, além de baixar a janela
traseira
- C3 Pluriel Spider: hora de assanhar os cabelos, os grandes
arcos do C3 Pluriel podem ser removidos e transformados
em um novo assento completamente aberto

-
C3 Pluriel Spider Pick-up: seu disfarce final, é
aberta a tampa da capota do C3 Pluriel para baixo e os assentos
traseiros dobram para criar o segundo assento Aumenta e
muito o espaço interno, podendo levar muito mais
coisas.
Embora o C3 Pluriel tenha sido desenvolvido ao mesmo tempo
que o hatchback C3 e retém seus essencialmente arredondamentos
e olhar atraente, não compartilha nenhum painel de
corpo exterior.
As portas mais longas são novas, com uma seção
arredondada simples e o protetor de lado montou abaixo à
base, enquanto à parte traseira.
Em contraste, o interior é levado basicamente em
cima da do hatchback C3. Toques somados vêem por todo
lado do carro, apoios para a cabeça e cintos com
assento integrados na parte de trás. Graças
ao uso do sistema elétrico de multiplexagem o C3
Pluriel oferece operação automática
dos faróis, ainda funções específicas
novas como administração do ar condicionado
e corrente de ar, e desativação do aquecedor
de janela traseiro foi introduzido.
Fabricado pelo sucesso do Peugeot 206CC, a Citroën
está planejando produzir 75,000 C3 Pluriel por ano
na planta de Villaverde na Espanha.
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