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Edição 37 - Janeiro de 2003
Conteúdo básico
CORRENDO PELA
25ª VEZ
Tarek é o protótipo da
Volkswagen para correr no Rally
Dakar 2003
A Volkswagen vai competir pela primeira vez em sua história
no Rally Dakar, que começou em primeiro de janeiro.
Na edição 2003, que marca os 25 anos de existência
da prova, a Volkswagen correrá com o protótipo
chamado Tarek. Com chassi tubular, amplo uso de fibra de
carbono e motor de 218 cv, o Tarek marca, também,
a primeira participação da Volkswagen em uma
prova off-road de longa duração. O Rally Dakar
tem a largada em Marselha, sul da França, e chegada
em Sharm El Sheikh, no Egito.
O protótipo foi desenvolvido em parceria pela Volkswagen
e Italdesign, empresa do projetista Giorgetto Giugiaro.
A apresentação foi feita no início
de dezembro, durante o Salão de Essen, na Alemanha.
O chassi do protótipo utiliza tubos em fibra de
carbono, mesmo material da carroceria. O motor é
um TDI (Turbo Diesel), que tem quatro cilindros em linha
e desenvolve 218 cv. O carro tem 4,60 metros e pesa 1.180
kg. Nos primeiros testes, realizados no Marrocos, o veículo
mostrou-se bastante competitivo.
Com o Tarek, a VW pretende adquirir experiência
em competições off-road internacionais de
longa duração. Não vamos estabelecer
previsões quanto aos nossos resultados no Rally Dakar,
mas estou convencido de que podemos nos destacar. Será
um enorme aprendizado, afirmou Rudolf-Helmut Strozyk,
diretor da Volkswagen Racing.
A equipe VW será composta por três duplas:
a alemã Jutta Kleinschmidt (primeira mulher a vencer
uma etapa do Rally Dakar) e a italiana Fabrizia Pons (vice-campeã
do Mundial de Rali em 1982 como navegadora), o belga Stéphane
Henrard e o irlandês Bobby Willis (ambos com grande
experiência em provas de longa duração)
e os alemães Dieter Depping (estreante no Rally Dakar)
e Walter Bachhuber (ex-piloto de motos e navegador experiente).
Mais informações sobre a participação
da VW no Rally Dakar podem ser obtidas no site www.touareg-dakar.com.
NOVAS TECNOLOGIAS
Ford avança na tecnologia de diagnóstico
dos automóveis
A tecnologia dos automóveis evoluiu muito nos últimos
anos, principalmente com o avanço da eletrônica
embarcada, cada vez mais integrada aos componentes mecânicos.
Nos veículos mais modernos, módulos eletrônicos
comandam desde os sistemas de injeção e ignição
do motor, a transmissão automática e os freios
ABS até as bolsas infláveis (airbags), a carga
do alternador, o ar-condicionado e dispositivos de imobilização
e alarme antifurto.
Para o motorista, tudo isso se traduz em maior conforto,
segurança, eficiência e controle do automóvel.
No entanto, poucos se dão conta da verdadeira revolução
que a eletrônica vem promovendo debaixo do capô,
no momento de fazer a manutenção do seu carro.
A Ford, pioneira no desenvolvimento de várias tecnologias
que marcaram o avanço do automóvel, também
está na vanguarda nessa área. Os distribuidores
da marca no Brasil e no mundo são equipados com o
aparelho WDS (World Diagnostic System), sistema de diagnóstico
de última geração, semelhante a um
computador portátil, que se comunica com os diversos
módulos eletrônicos do veículo por meio
de conexões e sensores apropriados.
O WDS é hoje uma ferramenta tão importante
quanto a chave de fenda para nossos técnicos. Ele
permite diagnósticos muito mais rápidos e
precisos para identificar as condições de
funcionamento dos componentes e indica se algum deles necessita
de troca ou reparo, diz Ricardo Olivati, supervisor
de Treinamento de Serviço da Ford.

O WDS funciona com um software que é atualizado
a cada três meses e distribuído para a rede
de distribuidores na forma de CD. Para utilizá-lo,
os técnicos passam por um treinamento e também
são auxiliados pelas instruções passo-a-passo
fornecidas pelo programa. Os comandos são acionados
diretamente na tela, no sistema touch screen.
Ao ser conectado em um carro da Ford, o aparelho
reconhece automaticamente o modelo, suas características,
equipamentos, o local e data em que foi fabricado e busca
a programação de testes específica
para ele, explica Olivati. Ele varre os sistemas
elétricos e recolhe informações das
peças incluindo número de código
e data da última troca , comunicando-se com
os módulos eletrônicos de cada sistema. Além
disso, também verifica se os sistemas estão
integrados corretamente entre si.
O WDS permite realizar automaticamente uma série
de testes no motor, como: injeção, compressão,
equilíbrio de potência relativa, partida, código
de falha e ignição. E também checa
outros sistemas, como freios ABS, alarmes, airbags, painel
de instrumentos e ar-condicionado. Os testes começam
pelas verificações mais simples, como o exame
de conexões das peças, e vão evoluindo
até cercar todas as possíveis causas de falhas.
Além do português, o aparelho pode ser operado
em 20 idiomas diferentes, imprime relatórios dos
testes e registra todas as operações executadas
pelo técnico. O diagnóstico eletrônico
simplifica o trabalho na oficina e traz maior eficiência
e transparência nos serviços. O consumidor
pode conferir cada item da manutenção feita
no seu carro e também evitar eventuais problemas,
fazendo a manutenção preventiva de peças
que apresentem maior desgaste. É um poderoso aliado
para garantir a satisfação dos clientes Ford,
afirma Olivati.
LANÇAMENTOS
Parati Crossover chega para
desbravar terrenos, com elegância
e durabilidade
Crossover é o nome da mais nova versão da
Parati, que já está sendo comercializada em
todas as concessionárias VW do Brasil. O modelo chega
para oferecer ao consumidor brasileiro um automóvel
com conceitos de um todo terreno, baseada nas luxuosas SUVs
(Sporty Utillity Vehicles), de visual agressivo e imponente,
mas sem perder a essência de um carro de passeio.

Entre os principais destaques da Parati Crossover estão:
suspensão elevada (27 mm de relação
ao solo), detalhes cromados nos pára-choques e na
grade dianteira, ponteira de escape oval, faróis
duplos, luzes de neblina, roda exclusiva ANGRA 15
com pneus mais altos 195/55, lanternas traseiras fumês
e vidros escurecidos Super Tinted. O logotipo cromado Crossover
aparece na tampa traseira e nas duas portas dianteiras.
A versão é equipada com os motores 1.0 16V
Turbo e 2.0 litros. O modelo Turbo tem 112 cv de potência
a 5.500 rpm e torque de 15,8 kgfm a 2.000 rpm. O consumo
na cidade é de 11,3 km/l e na estrada 16,5 km/l.
Já o modelo 2.0 litros possui os mesmos 112 cv de
potência a 5.250 rpm e torque de 17,3 kgfm a 3.000
rpm. Faz de 0 a 100 km/h em 10,7, consome na cidade 10,2
km/l e na estrada15 km/l.
A Crossover traz alguns diferenciais em relação
à categoria de veículos de aventura, como
por exemplo, aceleração de 0 a 100 km/h em
9,8 s, modelo 16V Turbo, a mais rápida do segmento,
maior velocidade máxima, 191 km/h (16V Turbo) e 190
km/h (versão 2.0) e vidros elétricos nas quatro
portas.
De série, a Parati Crossover tem direção
hidráulica, ar-condicionado, banco do motorista com
regulagem de altura especial, travas elétricas nas
quatro portas, imobilizador eletrônico, alarme sonoro
de velocidade, alarme Keyless, brake-light e acabamento
interno Tear Fly Vermelho (exclusivo). O preço sugerido
para ambas as versões é o mesmo: R$ 34.950,00.
No leque de equipamentos opcionais são oferecidos,
airbag duplo, freios ABS, espelhos retrovisores externos
com controle elétrico, CD Player com quatro alto-falantes,
dois tweeters, teclas no volante e banco parcialmente em
couro Softline.
A Parati Crossover será oferecida nas cores Prata
Reflex, Preto Magic, Vermelho Merlot e Vermelho Crossover,
exclusiva para a série.
LANÇAMENTOS
Citroën lança o Xsara Picasso Etoile
Com uma campanha bem-humorada e alinhada ao momento da
transição política no País,
a Citroën iniciou a promoção Xsara Picasso
Etoile, limitada a 5 mil unidades e disponível para
as duas versões de acabamento, GLX e Exclusive.
O Xsara Picasso Etoile incorpora ao já excelente
pacote de conteúdos de série do modelo, bancos
de couro, CD Player frontal, rodas de liga leve e, para
a versão Exclusive, o inédito detector de
obstáculos traseiro (DOT).
Além disso, o modelo recebeu dois adesivos com o
logotipo "Etoile" (estrela, em francês),
posicionados no vidro e vigia traseiro. O Xsara Picasso
GLX Etoile será vendido por R$ 42.990,00 (mais frete
e pintura metálica), o que representa uma vantagem
a favor do consumidor de R$ 5.800,00 em comparação
aos preços do veículo básico mais os
itens da promoção.
Para o Xsara Picasso Etoile Exclusive, o preço sugerido
é de R$ 46.990,00 e a redução chega
a R$ 6.000,00.
A Citroën vai utilizar na campanha três filmes
e uma série de anúncios promocionais, criados
pela DuezT Euro RSCG, dos publicitários Duílio
Malfatti e Zuza Tupinambá, inspirados no momento
da mudança de governo. A campanha apresenta ao mercado
os itens da promoção e presta simpática
homenagem ao governo que toma posse em janeiro. "Esta
campanha simboliza o voto de confiança que a população
está dando ao novo presidente e o nome escolhido
não poderia ser mais sugestivo", explica Nívea
Morato, diretora de marketing da Citroën.
Mais segurança e conforto com o sistema DOT
O Xsara Picasso Etoile Exclusive passa a contar com o detector
de obstáculo traseiro (DOT), sistema que previne
o condutor sobre obstáculos na área traseira
do veículo, reduzindo o risco de colisões
e facilitando as manobras do dia a dia. No engate da marcha
à ré, dois sensores de proximidade no pára-choque
traseiro detectam, através de um sinal sonoro modulado,
a presença de obstáculos.
A medida que o veículo se aproxima, o sinal se torna
mais intenso, tornando-se contínuo quando o veículo
chega a uma distância de aproximadamente 25 cm. O
sistema se neutraliza automaticamente em caso de passagem
para ponto morto.
Além dos itens da promoção, o Xsara
Picasso Etoile incorpora a extensa lista de equipamentos
de série do produto, como direção hidráulica,
duplo sistema de ar condicionado, quatro air bags, painel
de instrumentos digital, computador de bordo, retrovisores
com comando elétrico, vidros elétricos nas
quatros portas, volante com regulagem em altura, entre outros.
O modelo é equipado com o motor 2.0 16V EW10J4, que
gera 118 cv de potência a 5.500 rpm e 19,8 kgm de
torque a 4.100 rpm, proporcionando excelente dirigibilidade
em todas as faixas de utilização.
LANÇAMENTOS
Fiat Strada agora com novo motor 1.8
Quando a Fiat Strada foi lançada no Brasil, em setembro
de 1998, as pick-ups representavam cerca de 29% das vendas
totais de veículos comerciais. Desde então,
essa participação não parou de crescer
e hoje atinge ao redor de 36%, graças, principalmente,
ao sucesso da Fiat Strada.
Ela tem sido a preferida dos motoristas que procuram uma
pick-up robusta, confiável e econômica no transporte
de cargas e dos que desejam um veículo compacto com
espírito jovem e descontraído. A Strada assumiu
a liderança no segmento em 2000 com 37% do mercado
e sua participação continuou crescendo e encerrou
o ano passado com 40%. Entre janeiro e outubro de 2002,
a Fiat Strada ficou com 41% deste mercado.

O bom desempenho da pick-up da Fiat é uma conseqüência,
entre outros fatores, da constante inovação
pela qual o modelo vem passando. A mais recente foi o lançamento,
em novembro, da Strada Fire 1.3, a versão de entrada
da linha. Agora é a vez da pick-up da Fiat ganhar
mais fôlego com a nova motorização 1.8
8 válvulas para as versões Working e Adventure
em substituição aos motores 1.5 e 1.6 16V.
Junto com os novos motores, as duas versões ganharam
também novos itens de série, como a janela
traseira corrediça na Adventure e a direção
hidráulica e o conta-giros na Strada Working.
Com a adoção do motor 1.8, a Strada apresenta
uma gama renovada e pronta a, mais uma vez, ditar a tendência
no segmento e atender a todos os perfis de consumidores:
desde quem precisa de um carro robusto para o trabalho,
aos clientes de gosto esportivo e amantes da vida fora-de-estrada,
servindo ainda como uma opção, em preço,
aos carros populares mais completos. O quadro abaixo mostra
o que muda na linha 2003 da Fiat Strada:
Strada Working: disposição para o serviço
pesado e para o lazer
A Fiat Strada Working é um modelo voltado para o
trabalho, para clientes jovens e para todos os que não
abrem mão de carros com bom desempenho. Oferecida
em versões de cabine normal ou estendida, a pick-up
ganhou um upgrade em desempenho com o motor 1.8 de oito
válvulas, produzido no Brasil e que substitui os
anteriores 1.5 e 1.6 16V.
Desenvolvido visando o fornecimento de um generoso torque
em baixas rotações, de fundamental importância
num veículo operacional como esse, o propulsor gera
103 cv de potência a 5.400 rpm e abundantes 17,0 kgm
de torque a apenas 2.800 giros. Porém, mais de 92%
desta força já está disponível
desde as 2.000 rpm. Toda essa elasticidade permite vigorosas
arrancadas, fôlego extra em subidas e ágeis
retomadas de velocidade, garantindo adicional segurança
nas ultrapassagens.
A Strada Working, com cabine normal ou estendida, acelera
de 0 a 100 km/h em 9,7 s e atinge a velocidade máxima
de 178 km/h. O consumo em cidade é de 11,3 km/l e
em estrada de 15,2 km/l, para todas as versões. Contribuem
para essa vitalidade o sistema de injeção
multiponto e sensor de detonação, que otimizam
o avanço da ignição em todas as condições
de carga e rotações do motor. Com a ajuda
deles, o propulsor responde com alto desempenho e eficiência
às mais variadas solicitações impostas
ao veículo. Também essencial para a agilidade
de respostas do motor é o uso do avançado
sistema de acelerador sem cabo drive-by-wire.
A tecnologia de ponta também está presente
no sistema VE.N.I.CE (siga em inglês para Rede Veicular
com Eletrônica de Controle Integrado), que controla
funções de três centrais eletrônicas:
body computer, controle do motor e do quadro de instrumentos.
Este sofisticado recurso reduz em 23% a utilização
de "chicotes", terminais e conexões, além
de garantir maior confiabilidade do sistema elétrico.
Entre as funções do VE.N.ICE estão
os sistemas Fiat Code e Follow Me Home, gestão inteligente
dos limpadores de pára-brisa, temporização
de desligamento das luzes internas e sistema one touch de
abertura do vidro elétrico do motorista.
Conforto otimizado
Além da melhora no desempenho, a linha 2003 da
Strada Working ganhou novos itens de série que reforçam
o conforto do interior moderno e prático. Além
da nova padronagem de tecidos, a pick-up traz agora de série
direção hidráulica, painel com conta-giros
e regulagem de altura para os cintos de segurança.
Esses novos equipamentos vêm reforçar uma lista
que já contava com vidros verdes, sistema anti-furto
Fiat Code e o Follow me home, recurso que permite manter
os faróis acesos por alguns instantes, para iluminar
a área próxima ao carro após ele ter
sido desligado. Como opcionais, a Strada Working pode ser
equipada com ar condicionado, rádio/CD player, janela
traseira corrediça e acionamento elétrico
para travas e vidros.
Externamente, a pick-up da Fiat traz de série estribo
traseiro, capota marítima e protetor interno da caçamba,
que tem a maior capacidade de carga da categoria. A boa
distância entre-eixos de 2.718 mm permite que o compartimento
de carga da Strada transportar um volume de 1.100 litros
e 705 kg na versão com cabine simples e 800 litros
e 685 kg na estendida. A Working também ganhou pneus
maiores, 175/80 R14, no lugar dos anteriores 175/70 R14
das versões 1.5, e podem ser combinados com rodas
de liga leve opcionais. Já a boa distância
livre em relação ao solo de 165 cm, com o
veículo carregado, se manteve, o que facilita a transposição
dos mais diversos tipos de obstáculos e buracos.
Carroceria robusta
Com design externo do aclamado estilista Giorgetto Giugiaro,
a Strada foi desenvolvida seguindo os rigorosos padrões
de importantes organismos europeus, como o EuroNCAP. A carroceria
da pick-up oferece maior rigidez torcional e regiões
de deformação controlada, barras de proteção
nas portas, célula de sobrevivência para os
ocupantes e capô retrátil com dobradiças
de segurança.
No interior, a Strada apresenta de série bancos
com assento que dificulta o escorregamento do ocupante por
baixo do cinto (anti-submarining), volante com absorção
de energia, coluna de direção articulada,
sistema FPS (Fire Prevention System) de prevenção
de incêndio com válvula inercial e outros importantes
itens de segurança. Opcionalmente, pode vir com duplo
air bag de última geração e freios
ABS.
Strada Adventure: visual agressivo e espírito
de liberdade
A Strada Adventure, desde 2001, tem sido a preferida dos
motoristas de espírito jovem e esportivo apreciadores
de uma vida alternativa ao ar livre. Agora, a versão,
que responde por 35% das vendas da pick-up da Fiat, também
tem sua atratividade revigorada com o novo motor 1.8 Powertrain.
Na linha 2003, a Strada Adventure, disponível com
cabine estendida, ganha como item de série a janela
traseira corrediça, que vem complementar a lista
de equipamentos de série que já conta com
itens como direção hidráulica, conta-giros,
acionamento elétrico de travas e vidros. Como novo
opcional, a versão Adventure ganhou o acionamento
elétrico dos retrovisores que veio se juntar a opcionais
como freios ABS, duplo airbag, ar condicionado, capota marítima,
rádio CD player, teto solar, rodas de liga leve e
volante com regulagem de altura. Em relação
aos demais modelos da gama de pick-ups Fiat, a versão
esportiva traz painel com grafismo mais esportivo e a inscrição
Adventure no quadro de instrumentos.
Por fora, o visual fora-de-estrada é reforçado
por equipamentos como quebra-mato, pneus de perfil alto
do tipo cidade/campo e suspensão elevada, que garante
165 mm de vão livre em relação ao solo.
Isso é conseguido também graças ao
projeto da suspensão traseira com molas parabólicas
longitudinais e eixo rígido em formato ômega,
elevado no centro, que diminui os riscos de raspar o fundo
do carro no piso em estradas irregulares e esburacadas.
Outra vantagem desta arquitetura é não roubar
espaço dentro da caçamba, que fica assim com
maior área livre para transportar grandes objetos
como pranchas de surfe, motos, bicicletas, jet-skis etc.
No interior, a cabine estendida da Adventure ainda reserva
espaço adicional atrás dos bancos para guardar
pacotes, bolsas, pastas e outros objetos.
Strada Fire: a versão de entrada da gama
Lançada no início de novembro, a Strada Fire
1.3 é o novo modelo de entrada da gama, também
com opções de cabine simples e estendida.
Ela traz o mesmo conceito de interior do Palio Fire, que
resgata o desenho interno do modelo anterior e permitiu
à pick-up ser uma das melhores relações
custo-benefício do segmento. Como o próprio
nome diz, ela vem equipada com o motor Fire 1.3 8v, utilizado
também no Palio EX 1.3, que traz excelente torque
em baixas rotações. São 11,1 kgm a
apenas 2.250 rpm, sendo que 85% desse valor já está
disponível a partir de 1.500 giros.
Essa é uma característica indispensável
para pick-ups, por permitir melhores arrancadas, maior capacidade
de subida e ultrapassagens mais rápidas e seguras.
O melhor torque favorece ainda um menor consumo de gasolina,
por não exigir uso de altas rotações,
com reflexos positivos também na vida útil
do propulsor. Sua potência atinge 67 cv a 5.250 rpm.
EM DESTAQUE,
O QUE FOI DESTAQUE EM 2002
Lançamentos que marcaram 2002
Reestilizações também foram
algumas das novidades das montadoras
Grandes lançamentos marcaram o ano de 2002. Mas
não foram apenas os veículos novos que fizeram
a diferença, alguns modelos ganharam novos desenhos,
chamaram a atenção e garantiram clientes dando
mais fôlego para as montadoras.
Podemos dizer que a mais ousada foi a General Motors, que
trouxe cinco lançamentos em um só ano. A reestilização
do Vectra ainda não veio, mas ganharam cara totalmente
nova o Corsa nas versões hatch e sedã. O Astra
também mudou com novos faróis e pára-choques
além de ganhar quatro portas na versão hatch.
O Celta 2003 chega num modelo mais potente e agora com a
opção quatro portas.

Mas a grande novidade da montadora foi o monovolume Meriva.
O novo modelo além de traços bem delineados
conta com um preço para amedrontar a concorrência.
O sucesso é tanto que o modelo em apenas dois meses
de comercialização já é líder
de vendas do seu segmento.
A Volkswagen veio com o Polo hacth e depois com a versão
sedã. O primeiro ainda conta com o motor 1.0, mas
devido às mudanças na redução
do IPI, é quase impossível de vê-la
nas ruas.
Por isso, a montadora abandonou a idéia de equipar
o modelo sedã com o motor popular. No entanto, o
hatch 1.6 e 1.8 já conquistou compradores. Até
o sedã, lançando a menos de um mês,
já pode ser visto nas ruas.
A Fiat trouxe como grande novidade o Stilo. Concorrente
do Golf, Focus, A3, o modelo já conquistou vários
prêmios como o melhor carro do ano. Apesar do desenho
conservador, o veículo chega com inúmeras
inovações tecnológicas ainda não
oferecidas pela concorrência. É sem dúvida
um divisor de águas para os veículos nacionais.
Mas fôlego novo ganhou a Ford com o novo Fiesta. O
carro também foi bastante premiado como o popular
de 2002.
Dentre os modelos importados, destaque para a perfeição
do Alfa 147. Seu câmbio Selespeed, opção
de troca de marchas no volante, dá ao motorista um
ar de piloto de Fórmula 1. A alta do dólar
foi o único fator que ofuscou o brilho do veículo.
Estrelas brilham no Salão de São Paulo
O Salão Internacional do Automóvel em São
Paulo foi a oportunidade de ratificar a importância
do mercado automobilístico brasileiro. Dois lançamentos
mundiais confirmam essa afirmação: o Polo
sedã e o utilitário da Ford Ecosport. Além
dos lançamentos, o da Ford ficou para 2003, o Brasil
se firmou como produtor de carros até então
importados. Entram para a lista o X-Terra da Nissan, o C3
da Citroën, o Fit da Honda, entre outros.
Mas não dá para falar de Salão do
Automóvel sem falar de Ferrari. A Enzo, o carro mais
caro do mundo encantou o freqüentadores do evento e
sem dúvida foi o estande mais freqüentado. US$
1.500 milhão separam qualquer mortal da máquina
italiana. Dois modelos devem vir para o Brasil, mas a compra
não foi confirmada pela Ferrari. No total foram construídos
399 modelos para todo o mundo. Dentre os compradores o cantor
Eric Clapton e o lutador Mike Tyson.
Imposto causa grandes mudanças no setor
A modificação na cobrança de um imposto
fez uma verdadeira reviravolta no mercado de automóveis
do País mexendo com o mix de produção
e revendo lançamentos. O Imposto sobre Produtos Industrializados
(IPI) sofreu uma redução para os carros com
motores acima de 1.0 até 2.0. Hoje, esses veículos
têm um incidência do Imposto de 15% gasolina
e 14% álcool, bem diferente dos 25% cobrados anteriormente.
Já os carros com mais de 2000 cilindradas, continuaram
com 25% de IPI, ao contrário desses mesmos carros
movidos a álcool, que caíram de 25% para 20%.
Os populares sofreram uma pequena queda de 10% para 9%.
Mas o que a redução do IPI trouxe de novo
para o mercado de carros? Tudo. A participação
dos carros populares que antes beirava os 75% hoje caiu
para 56%. Isso aconteceu porque os preços dos veículos
mais beneficiados com a redução do IPI (acima
de 1.0 até 2.0)ficaram bem próximos dos carros
populares e com isso ganhou o consumidor que agora passou
a ter poder de escolha. Para se ter uma idéia, um
modelo 1.6 chegou a ter uma diferença de apenas R$
600 para o seu irmão 1.0.
Assim, as montadoras passaram a rever sua produção
e começaram a colocar novamente no mercado veículos
até então esquecido. O Gol e a Parati 1.6,
chegou o Palio 1.3, o Vectra 2.0, até o Polo sedã
que abandonou o projeto de possuir motorização
popular.

Polo Sedan foi destaque em São Paulo
LANÇAMENTOS
Novos motores e equipamentos na pick-up Ranger
A Ford introduziu uma série de novidades na linha
2003 da Ranger, que ampliam ainda mais os atrativos de desempenho
e preço da pick-up, eleita recentemente a campeã
de satisfação dos consumidores no segmento.
Para começar, todas as versões da Ford Ranger
XL a Diesel agora dispõem de uma nova configuração
do motor 2.8 L Power Stroke, com turbo convencional, que
além de oferecer o melhor torque da categoria permite
um reposicionamento de preços mais competitivo na
faixa de entrada do mercado de pick-ups médias à
Diesel .
Todos os modelos a Diesel da Ford Ranger receberam ainda
novo eixo traseiro, com mudanças na relação
do diferencial e da transmissão, que melhoram a dirigibilidade
e o conforto do veículo, e a versão com motor
2.3 L a gasolina recebeu aprimoramentos que elevaram sua
potência para 145 cv.
Além disso, a Ford Ranger passou por um realinhamento
de catálogos para simplificar o processo de comercialização
e a escolha por parte do consumidor, reforçando a
oferta de equipamentos nos modelos mais procurados.
Todas as mudanças foram realizadas com base
em pesquisas com os consumidores. O cliente de pick-ups
está cada vez mais exigente, não só
quanto à robustez e desempenho, mas, principalmente,
ao nível de conforto oferecido pelo veículo,
diz Herivelto Sousa, gerente de Marketing de Pick-ups da
Ford. O recente lançamento da Ranger Limited, modelo
de luxo com cabine dupla, motor Turbo Diesel Power Stroke
2.8 L, tração 4x4, bancos de couro e outros
requintes, segue esse conceito.
A Ford Ranger com motor Turbo Diesel Power Stroke 2.8
L, lançada este ano, trouxe a tecnologia inovadora
do turbo de geometria variável (TGV) para o segmento
de pick-ups médias. Agora, a linha também
passa a dispor, nas suas versões XL, desse avançado
motor Diesel com turbo convencional. Sua principal vantagem
é o preço mais acessível, que aumenta
a competitividade da pick-up na faixa de entrada do segmento
a Diesel, o mais disputado da categoria.
A Ford Ranger turbodiesel é hoje líder do
segmento em termos de torque e potência, em todas
as configurações. O motor 2.8 L Power Stroke
com turbo de geometria variável, disponível
nas versões XLT e Limited, fornece 135 cv (a 3.800
rpm) e torque de 38,2 kgfm (a 1.400 rpm), enquanto a versão
com turbo convencional, disponível nas versões
XL, desenvolve 132 cv (a 3.800 rpm) e torque de 36,2 kgfm
(a 1. 600 rpm).
Outra novidade introduzida em todos os modelos da Ford
Ranger com motorização a Diesel é a
adoção de um novo eixo traseiro, com relação
de redução do diferencial de 3,73:1. Essa
mudança, feita em conjunto com a alteração
das relações da transmissão, permitiu
a redução da rotação do eixo
cardã, o que melhora a dirigibilidade e o conforto
da pick-up, sem alterar o seu desempenho.
Como resultado, o conjunto motriz transmite menor vibração
e nível de ruído à cabine, proporcionando
menor esforço mecânico e um dirigir mais suave.
Além disso, a temperatura do óleo da caixa
de transmissão é reduzida, o que aumenta a
durabilidade do equipamento e reduz o custo de manutenção.
O motor 2.3 L a gasolina da Ford Ranger, o primeiro do
segmento de pick-ups médias no País com bloco,
cárter e cabeçote de alumínio e 16
válvulas, recebeu novos aprimoramentos que ampliam
a superioridade de seu desempenho em relação
aos concorrentes.
A abertura das válvulas e a programação
do módulo de comando foram recalibradas, o que possibilitou
um ganho de 8 cv. Sua potência aumentou de 137 cv
(a 5.050 rpm) para 145 cv (a 5.250 rpm) e o torque passou
de 21,2 kgfm (a 3.750 rpm) para 21,3 kgfm. É o motor
de quatro cilindros a gasolina mais potente do segmento.
As novidades da linha Ford Ranger 2003 se completam com
o realinhamento de catálogos. O número de
versões foi reduzido de 17 para 10, para concentrar
o foco nas configurações de maior demanda,
ou seja, com cabine dupla, motor Diesel e tração
4x4. Com essa mudança, passamos a oferecer
maior número de opções nas versões
mais procuradas pelos consumidores. O modelo XL, por exemplo,
passou a dispor de trio elétrico, atendendo à
solicitação dos clientes, explica Herivelto
Sousa.
A linha Ford Ranger oferece ainda o modelo com motor 4.0
L a gasolina, de seis cilindros em V, bloco de ferro fundido
e comando de válvulas nos cabeçotes, com potência
de 210 cv, resultado da aplicação de uma avançada
tecnologia que estabeleceu novos conceitos no projeto de
motores de elevado rendimento.
LANÇAMENTOS
Golf Trip já está a venda nas concessionárias
Volkswagen
A Volkswagen começou a vender desde dezembro o Golf
Trip. Uma série especial feita em parceria com a
revista Trip, que traz além de um visual diferenciado,
itens exclusivos de acabamento e um pacote de brindes contendo
rack, suporte e uma bicicleta Caloi, especialmente desenvolvidos
para a série.
De aparência jovem e esportiva, o Golf Trip traz
um pacote de equipamentos que ressaltam a exclusividade
da série especial, são eles: vidros escurecidos
Super Tinted, lanternas traseira fumê, rodas de liga
leve 15 e nova padronagem de bancos.

Entre os itens de conforto, o modelo traz de série
ar-condicionado, vidros elétricos (com acionamento
one touch para o motorista), coluna de direção
com ajuste de altura e de profundidade, limpador do pára-brisas
com 4 velocidades, travamento central elétrico, espelhos
retrovisores elétricos com aquecimento que evita
o embaçamento, além de rádio CD Player
com 4 alto-falantes e 4 tweeters.
O Golf Trip também tem disponível vários
itens de segurança, como imobilizador eletrônico;
cintos de segurança com pré-tensionador, sendo
os dianteiros e laterais traseiros com regulagem de altura;
alarme com acionamento à distância; freios
ABS e airbag dianteiro para motorista e passageiros, esses
dois últimos disponíveis como opcionais.
A série especial Trip vem equipada com motor 1.6,
com potência máxima de 101 cv a 5.500 rpm e
torque de 14,3 kgfm a 3250 rpm. Acelera de 0 a 100 km em
11,7 segundos e atinge a velocidade máxima de 184
km/h. Consome na estrada 16,9 quilômetros por litro
e na cidade, 11,7.
Brindes exclusivos - O rack de teto e o suporte
de bicicleta foram importadas da Alemanha especialmente
para equipar a série. Além do visual atraente,
possui excelente nível de qualidade. A bicicleta
também foi desenvolvida com exclusividade e tem como
características principais: quadro em alumínio
pintado na cor preta, garfo e guidão em aço
carbono, seletor de marchas na manopla, alavanca e câmbio
dianteiro Sunrace, câmbio traseiro Shimano de 7 velocidades
e roda livre indexada. Número total de marchas: 21
velocidades.
A série é personalizada com logotipos Trip
nas colunas traseiras. O Golf Trip está disponível
nas cores preto Ninja, vermelho Tornado, prata Reflex e
cinza Urban. Serão produzidas cerca de 4 mil unidades
do modelos até março de 2003.
TECNOLOGIA
Um ar de conforto e segurança
O desempenho e a segurança de um carro dependem
muitas vezes de os pneus serem mantidos com a pressão
correta. Pressão muito baixa, que é o mais
comum, faz com que aumentem a resistência à
rodagem e, em conseqüência, o consumo de combustível
e o desgaste dos pneus.
Para evitar o problema, e também para maior comodidade,
os A8 e S8 passam a oferecer como opcional um exclusivo
sistema eletrônico de leitura de pressão dos
pneus, que poderá mais adiante ser estendido aos
demais modelos Audi.
Com esse sistema, pode-se dar adeus à tediosa tarefa
de remoção de tampinhas de válvula
e conexão e desconexão de tubos toda vez que
se pára num posto de serviços para averiguar
a pressão dos pneus.
Acima de tudo, porém, sua função é
alertar o motorista sobre qualquer situação
de perigo que possa ocorrer, por exemplo, ao se passar por
um prego ou objeto cortante, e que normalmente não
seria notada até que fosse tarde demais.

O leitor aponta diferenças de 0,2 bar ou de 0,4 bar,
situação que exige a
parada imediata do veículo.
O sistema atua constantemente, esteja o carro parado ou
em movimento. Por meio de um display no painel central,
o motorista é avisado em dois níveis sobre
qualquer queda significativa de pressão de um ou
mais pneus.
Identificado por um símbolo amarelo, o nível
1 aponta queda de pressão acima de 0,2 bar. O motorista
deve então providenciar a correção
na primeira oportunidade. Já o nível 2, identificado
por um símbolo vermelho, aponta queda de pressão
de 0,4 bar ou mais e se essa queda se deu repentinamente,
caracterizando uma situação de perigo. O motorista
deve parar imediatamente.
Dessa forma, o sistema registra tanto as perdas naturais
e graduais de pressão, decorrentes da difusão
do ar, como as repentinas, provocadas por danos nos pneus.
Quando apenas um pneu é afetado, sua posição
também é assinalada no display por
exemplo, pneu traseiro esquerdo.
Para facilitar ainda mais, o sistema Audi memoriza a pressão
dos pneus, depois de devidamente calibrados, e, por um fator
de compensação, ajusta sua leitura às
variações de temperatura. Foi projetado para
operar sob temperaturas de 40oC negativos a 120oC positivos
e suportar velocidades de mais de 300 km/h.
AS PRIMEIRAS
NOVIDADES EM 2003
Detroit mostra as novidades para 2003 em diante
Salão da Capital Mundial do Automóvel
abriu as portas com as principais novidades da indústria
automotiva mundial
A cidade, que abriga o segundo evento mais importante do
planeta desde 1907, é sede da General Motors e da
Ford, os dois maiores conglomerados da indústria
automobilística mundial. Como anfitriões,
essas montadoras mostraram suas surpresas. Só a GM,
trouxe em seu estande cinco protótipos e quatro modelos
produzidos em série.
A Ford aproveitou a festa e comemorou o seu centésimo
aniversário com a apresentação de mais
de 15 novos automóveis. Além disso, estiveram
expostos 94 veículos que fazem parte da história
da montadora. Um dos destaques é o novo Mustang,
ainda em fase conceitual, que traz linhas inspiradas no
modelo de 1964 que chamou bastante a atenção.
Os outros emblemas que fazem parte do grupo também
levaram seus lançamentos. A Jaguar com oito automóveis,
Lincon e Mazda outros dez e a Land Rover com seis modelos.
Os ingleses da Aston Martin não ficam de fora e
mostraram o projeto AM305, que talvez se chame DB5, como
o antigo carro de James Bond e a BMW, que teve como atração
o compacto X3, com plataforma da Série 3. As picapes
também tiveram presença e as montadoras apresentaram
seus sucessores, como o Colorado, da Chevrolet que irá
substituir a S10.

O evento também foi repleto de estréias.
A Nissan aproveitou a oportunidade para lançar sua
primeira picape grande, a minivan Quest e o novo e belo
Maxima. O Beetle Cabriolet também fez sua primeira
aparição pública.
Assim como outras surpresas, como o sedã de US$
220 mil, da Rolls-Royce, agora controlada pela BMW e o conceito
Studio E, da Honda, que mais parece uma discoteca. O carro
dotado de uma mesa de som giratória, desenvolvido
por engenheiros japoneses, é o sonho de qualquer
DJ.
GM - A montadora confirmou a presença do conceito
Journey, misto de perua e utilitário esporte desenvolvido
pela subsidiária do Brasil. Na mesma linha de uso
misto, também apresentou o Buick Centurion, que pretende
combinar o melhor de sedãs e utilitários.
A marca ainda trouxe a picape de grande porte Cheyenne,
segmento mais vendido nos EUA, e o Chevrolet SS, que irá
deixar com água na boca os admiradores dos muscle-cars
da década de 60.
CADILLAC - Apresentou o SRX, utilitário com base
em automóvel, a versão normal do roadster
XLR e um sedã conceitual de motor V12. O SRX é
um veículo de luxo que será lançado
como modelo 2004. A marca pretende colocá-lo num
plano entre seus sedãs e os utilitários maiores
da série Escalade. O comprador poderá optar
entre cinco e sete lugares. Os motores serão o Northstar
V8 de 4.6 litros e um V6 de 3.6 litros. Neiman Marcus Edition
XLR é o nome da série especial de apenas 101
unidades, das quais duas serão utilizadas em programas
beneficentes e as restantes serão vendidas pelo catálogo.
Esse conversível de dois lugares e linhas angulosas
será produzido no estado de Kentucky e competirá
com modelos de prestígio como LexusSC 430, Jaguar
XK8 e de certa forma, Porsche 911 Cabriolet, além
do SL.
PONTIAC - Anunciado como conceito, no Salão de Chicago,
o Grand Prix G-Force serviu de base para a nova geração
do sedã Grand Prix, que foi revelado e apresentado
como modelo 2004. As linhas determinadas marcam o abandono
do excesso de frisos, molduras e ornamentos que vinham saturando
o estilo da montadora. As versões GT e GTP vêm
com o conhecido V6 de 3.8 litros, como o nosso Omega, com
compressor e potência de 200 (GT) ou 250 cv (GTP).
Além disso, a marca também expõe o
seu conceito G6, um quatro portas, com ar esportivo de um
cupê e motor V6 com compressor.
MERCEDES - Além do lançamento do conversível
SL 600, o modelo topo de linha do esportivo alemão,
a marca trouxe o suntuoso Maybach. O novo modelo será
produzido na fábrica de Sindelfingen, onde será
possível realizar os sonhos e desejos exclusivos
de cada comprador. Eles poderão acompanhar a produção
do futuro carro e sugerir adequações e soluções
conforme suas preferências. Sua carroceria, de mais
de seis metros (para quem acha grande é disponibilizado
uma com 5,72 metros), possui um desenho que lembra um pouco
um Mercedes alongado, onde predominam linhas suaves e o
duplo conjunto ótico. O desempenho em um veículo
tão pesado foi garantido com a adoção
de um motor V12. Tudo isso será disponibilizado por
cerca de 300.000 euros (US$ 405.000).
AUDI - Uma das atrações da Audi foi o protótipo
de seis lugares Crossover, feito com base no modelo conceitual
VW Magellan. O carro é combinação do
utilitário-esportivo Touareg com o sedã de
luxo da Audi A8. A grade do radiador é a mesma da
versão equipada com motor V12 do A8. O Crossover
terá seis lugares e contará com uma secção
totalmente reformulada e será ponto de partida para
um modelo que a marca alemã irá lançar
em 2004.
MITSUBISH - A montadora teve duas estrelas em seu estande.
O protótipo conversível Tarmac Spyder, inspirado
no bem recebido CZ-3 Tarmac, promete ser a vedete da marca.
O carro terá mais performancee aparência esportiva
e deverá inspirar o Smart, que será fabricado
no Brasil em 2005. O outro destaque foi o Endeavor, um pequeno
SUV desenhado e construído nos EUA. Este modelo será
equipado com um propulsor V6, com variante de tração
dianteira ou integral. Tem como concorrentes o Toyota Highlander,
Honda Pilot e o Nissan Murano.
TOYOTA - A lexus, divisão de luxo da Toyota, apresentou
oficialmente o RX 330, concorrente do BMW X5. As novidades
em relação ao anterior, o RX 300, ficam por
conta do novo propulsor e da estética. O carro recebeu
o logotipo RX 330 devido ao motor de 3.3 litros V6, e 235
cv. Externamente, o veículo deve apresentar design
de teto mais estilizado e zonas envidraçadas mais
amplas.
LANÇAMENTOS
Mercado recebe o Doblò 2003
Após um ano de grande sucesso, ocupando desde
seu lançamento a liderança de vendas em seu
segmento, o Fiat Doblò modelo 2003 chega ao mercado.
Primeiro colocado no ranking, o Fiat Doblò praticamente
triplicou as vendas de seu segmento, com uma participação
hoje de mais de 70% - de janeiro a dezembro, foram 7.731
unidades do Doblò para um total do segmento comercializado
no atacado de aproximadamente 11.000 veículos/ano.
Primeiro modelo nacional de sua categoria e também
o único com opção de sete lugares,
o Fiat Doblò traz como principais características
avaliadas pelos seus compradores o grande espaço
interno, o conforto ao dirigir e o design arrojado.
O modelo 2003, que acaba de chegar às concessionárias,
ficou ainda mais competitivo. Nas versões para passageiros
(EX e ELX), ele ganhou novas cores e mais itens de série,
como espelhos de cortesia no pára-sol, tanto no lado
do motorista como no do passageiro, novos apoios de cabeça
no banco traseiro, proporcionando melhor visibilidade ao
motorista, e cintos de segurança de três pontos
nos bancos opcionais para o sexto e o sétimo passageiros.
A configuração de sete lugares é um
dos grandes sucesso do Fiat Doblò, representando
mais de 70% de suas vendas. Por este motivo, todas as versões
do Fiat Doblò vêm com pré-disposição
para sete lugares e passam a ter de série porta traseira
bi-partida com abertura horizontal, facilitando o acesso
para entrar no veículo.
Com uma gama bem completa, o Fiat Doblò tem excelentes
opções de compra tanto para o transporte de
passageiros como para o de carga. Todas muito bem equipadas,
oferecendo excelente qualidade de vida a bordo para todos
os seus ocupantes.
A versão Fiat Dobló EX, equipada com motor
Fire 1.3 16V, possui de série, além dos novos
itens agregados ao modelo 2003, computador de bordo, direção
hidráulica, calotas integrais, banco traseiro rebatível,
Fiat Code, Follow Me Home (os faróis permanecem acesos
por um período após o desligamento do veículo),
vidro traseiro térmico temporizado com limpador e
lavador, conta-giros, espelhos retrovisores externos com
comando interno, vidros climatizados verdes, entre outros.
Já o Fiat Doblò ELX, equipado com o motor
1.6 16V, sai de fábrica com todos os itens de série
da versão EX mais: painéis de portas com porta-objetos,
barras longitudinais no teto, tomada 12V no painel, frisos
protetores laterais e retrovisores externos pintados na
cor da carroceria. Trata-se, portanto, de um veículo
completo, que oferece um altíssimo nível de
conforto para todos os ocupantes.
Como opcionais o Fiat Doblò oferece equipamentos
como freios com ABS, air-bag duplo, banco do motorista com
regulagem lombar, faróis de neblina, rádio
CD player com RDS e os exclusivos bancos opcionais para
seis e sete lugares.
LANÇAMENTOS
Linha 2003 do Fiat Ducato ganha nova
versão e itens de segurança e de comodidade
A linha 2003 do Fiat Ducato chega ao mercado com uma nova
versão de carga intermediária e ganha equipamentos
que reforçam a segurança, o conforto e a praticidade
do modelo.
O novo furgão da linha de comerciais leves da Fiat
é uma versão mais longa do modelo 15, que
agora se chama Cargo e continua na linha. O Cargo Longo
tem distância entre-eixos 350 mm maior (3.200 mm),
que confere ao veículo um compartimento de carga
de 9,0 m³ contra os 7,5 m³ da versão mais
curta.
Além do novo nome do modelo 15, as outras versões
de carga do Ducato também foram renomeadas: a 15
Vetrato, utililizada para transformações nas
principais empresas de beneficiamento, passa a se chamar
Multi e a Maxi é denominada agora Maxicargo.
O Fiat Ducato oferece uma ampla gama de opções
para todo tipo de utilização, que passam a
ser: o Cargo, o Cargo Longo e o Maxicargo, destinados ao
transporte de cargas; as versões Multi Teto baixo
e Teto Alto são destinados a transformações
realizadas por empresas de beneficiamento enquanto o Combinato,
com dez lugares mais espaço para bagagem, e o Minibus,
com 16 lugares, são destinados ao transporte de passageiros.
Externamente outras novidades do Ducato 2003 são
maçanetas com melhor ergonomia e novos retrovisores
com espelhos duplos, que aumentam o campo de visão
da parte traseira.
As lanternas também tiveram seu desenho reformulado
e trazem agora válvulas de saída de ar, que
facilitam o fechamento da porta lateral corrediça.
Internamente, a maior mudança ficou por conta de
uma nova proteção opcional do piso das versões
de carga.
Ela não só aumenta a proteção
do compartimento de carga, como transforma o pavimento em
um plano liso, facilitando ainda mais a carga e descarga
de mercadorias. Já em termos de segurança,
a eficiência dos freios a disco nas quatro rodas,
que já era disponível para o Maxicargo, foi
estendida a toda a linha Ducato.
O primeiro tacógrafo totalmente eletrônico
do mercado
A partir do primeiro trimestre de 2003, o Ducato Minibus
ganha um equipamento inédito no seu segmento: ele
é o primeiro do mercado a vir com tacógrafo
totalmente eletrônico. O aparelho, que é opcional
para as demais versões, fica localizado no painel,
o que facilita a visualização e o manuseio.
Por ser totalmente eletrônico, o tacógrafo
do Ducato dispensa o uso de discos marcadores, geralmente
adotados em equipamentos analógicos.
O registro das informações é feito
em uma mini CPU interna ao tacógrafo e pode ser descarregada
através de um cartão do tipo smart card com
assinatura eletrônica, que permite também o
controle do ponto de cada motorista. O tacógrafo
do Ducato traz uma impressora incorporada que, além
das últimas 24 horas obrigatórias por lei,
permite a impressão de outros relatórios mais
específicos sobre cada motorista, um determinado
período ou viagem. Os dados coletados podem ser armazenados
por mais de dez anos. Além disso, o tacógrafo
digital possui um sensor que alerta com sinais visuais e
sonoros quando o veículo alcança uma velocidade
pré-determinada, recurso útil para evitar
multas.
Ótimo desempenho em vendas
Com os novos itens, o comercial leve da Fiat ganha uma
relação custo/benefício ainda melhor
para continuar agradando o exigente consumidor deste segmento.
O bom desempenho em vendas registrado nos últimos
meses ajudou a Fiat a alcançar a liderança
no mercado de comerciais leves. A expectativa é de
que o segmento de furgões grandes de carga e de passageiros
feche 2002 com 15 mil unidades vendidas.
Desse total, a Fiat espera participar com mais de 22%.
Já entre janeiro e outubro deste ano, o Ducato foi
responsável por 21,5% do segmento com 2.707 unidades
comercializadas. Deste total, 1.613 unidades foram de versões
de carga, o que credencia o modelo da Fiat como líder
do nicho específico de furgões para transporte
de mercadorias com 47% de participação.
Além do sucesso no mercado interno, o Fiat Ducato,
fabricado em Sete Lagoas, Minas Gerais, é exportado
para diversos países da América Latina, como
Argentina, Venezuela, Uruguai e Paraguai.
SEGURANÇA E CONFORTO APURADOS
Além da adoção dos freios a disco
na quatro rodas em toda a linha, no Ducato a segurança
dos ocupantes sempre recebeu máxima atenção.
O modelo conta com todos os itens Fiat de segurança
como sistema de proteção antiincêndio
(FPS), volante com absorção de energia (EAS),
carroceria com deformação progressiva, e,
entre os opcionais, oferece ABS (sistema antitravamento
dos freios) e air-bag para o motorista.
O motorista dispõe de diversos itens para ampliar
seu conforto e tranqüilidade. De série, o Fiat
Ducato traz direção hidráulica, ar
quente, regulagem de altura dos faróis, conta-giros
e vidros climatizados verdes. Entre os opcionais, banco
do motorista com regulagem de altura, ar-condicionado, travas
elétricas nas portas, vidros dianteiros com acionamento
elétrico e espelhos retrovisores externos com controle
elétrico e aquecimento.
MOTORIZAÇÃO MODERNA E EFICIENTE
O Fiat Ducato pode ser equipado com duas opções
do robusto e econômico motor 2.8 diesel produzido
em Sete Lagoas (MG). Uma delas é a turbodiesel com
potência de 103,3 cv e torque de 24,5 kgm a 1.900
rpm. O outro propulsor é o turbodiesel com intercooler,
que gera 122 cv de potência e torque de 29,1 kgm a
1.800 rpm.
Os dois motores têm componentes avançados
como cabeçote de alumínio e pistões
refrigerados a óleo. Tão importante quanto
essas características é o baixo custo de manutenção
dos dois motores - item fundamental em veículos com
perfil utilitário.
AMPLA REDE DE ASSISTÊNCIA
O Fiat Ducato conta com uma ampla rede de 101 concessionários
espalhados por todo o território nacional. Além
disso, o modelo da Fiat conta com garantia de 12 meses,
sem limite de quilometragem, e com a assistência 24
horas do Confiat.
LANÇAMENTOS
Fiesta Street Sedan com novo visual
A Ford começa o ano com o lançamento da Linha
2003 do Fiesta Street Sedan, que chega com visual modernizado
na traseira para conquistar o consumidor que busca um sedã
compacto bem equipado de série por um preço
atrativo.
As mudanças reforçam os atrativos da linha,
e em especial do modelo 1.6 L, aproveitando a nova tabela
do IPI, com um produto de preço acessível,
ótima dirigibilidade e desempenho, design moderno,
econômico e com amplo espaço para passageiros
e bagagem, que surpreende também pelo padrão
superior de acabamento e conforto.

Além da nova lanterna traseira, com lentes de cor
branca nos piscas, o Ford Fiesta Street Sedan 2003 incorpora
luz elevada de freio como item de série. Internamente,
o carro ganhou novo revestimento, com tecido padrão
"Ocean". A eficiência da motorização
Zetec RoCam, 1.0 L (de 65 cv) ou 1.6 L (de 95 cv), é
outra vantagem do sedã da Ford.
O modelo, sucesso em vários países, é
produzido atualmente na Índia (com o nome Ikon),
na África do Sul e no México, e será
lançado em breve também na China, com as mesmas
características da linha 2003 apresentada agora no
Brasil. O traço marcante do Fiesta Street Sedan continua
a ser o visual da traseira.
O espaçoso porta-malas de 400 litros, além
da praticidade para transportar a bagagem, confere ao sedã
um ar robusto e imponente. Junto com as novas lanternas,
de desenho bonito e moderno, acompanhando os recortes angulares
da carroceria, ele dá ao modelo a aparência
de carro de segmento superior. Os pára-choques, envolventes,
são da cor do veículo, complementados por
molduras laterais de desenho aerodinâmico.
O espaço interno é outro diferencial importante
do Fiesta Street Sedan, principalmente no conforto proporcionado
para as pernas dos passageiros que viajam no banco de trás.
Isso se deve à sua distância entreeixos de
2.486 milímetros, superior aos concorrentes categoria.
Desempenho, economia e segurança
A principal característica dos motores Zetec RoCam
1.0 e 1.6 L, produzidos pela Ford em Taubaté, assim
como a transmissão IB-5, de cinco velocidades, é
o alto torque em baixas rotações - responsável
pela sensação de maior potência na condução
na cidade. Seu sistema de oito válvulas, com trem
de balancins roletados, garante ao mesmo tempo economia,
robustez e simplicidade na manutenção.
O Ford Fiesta Street Sedan com motor 1.0 L, de 65 cv, atinge
a velocidade máxima de 152 km/h. O modelo 1.6 L,
de 95 cv, acelera de 0 a 100 km/h em 10,8 segundos e alcança
velocidade máxima de 177 km/h. Ao volante, esses
números se traduzem em um veículo de respostas
rápidas, gostoso de dirigir, que transmite a sensação
de potência e segurança quando é exigido,
principalmente em ultrapassagens e subidas, sem deixar de
lado a economia de combustível e de manutenção,
qualidades já conhecidas da família Ford Fiesta
Street.
O carro destaca-se, ainda, pelo alto nível de segurança
e conforto. Todas as versões do Fiesta Street Sedan
possuem barra estabilizadora frontal, que contribui para
o seu padrão superior de dirigibilidade, trava para
crianças nas portas traseiras, freios de circuito
duplo diagonal, barras de proteção lateral,
cintos de segurança de três pontos e carroceria
concebida dentro do conceito de "célula de sobrevivência",
com áreas de deformação programada.
Bem equipado
O preço do Ford Fiesta Street Sedan foi posicionado
para garantir o melhor custo-benefício em sua faixa
de mercado. "O objetivo é oferecer a melhor
alternativa no segmento de entrada de sedãs, com
um automóvel de preço acessível e bem
equipado desde a versão básica", diz
Oswaldo Ramos, gerente de Marketing de Carros da Ford.
O Ford Fiesta Street Sedan 1.0 L traz, como itens de série:
ar-condicionado, direção hidráulica,
trava elétrica das portas e banco traseiro bipartido
(60/40), além de acendedor de cigarros, alça
de segurança dianteira, aquecedor com comandos iluminados,
rodas de aço raio 13" e pneus 175/70, calotas
integrais, cintos de segurança dianteiros com ajuste
de altura, cintos de segurança traseiros de três
pontos retráteis, trava para crianças nas
portas traseiras, jogo de chave/cilindro antifurto, desembaçador
do vidro traseiro, pára-sol do motorista e passageiro
biarticulado com espelho de cortesia, espelhos retrovisores
com controle manual interno, pára-choques e moldura
da grade do radiador na cor da carroceria, luz direcional
lateral transparente, preparação para instalação
de rádio com dois alto-falantes e antena, painel
com indicador do nível de temperatura e luz de advertência
de reserva de combustível, relógio digital,
limpador do pára-brisas com temporizador, painel
de portas com acabamento em tecido e vidros verdes plus.
O Ford Fiesta Street Sedan 1.6 L vem equipado, também,
com vidro elétrico, sistema antifurto PATS, rodas
de alumínio aro 14" e pneus 175/65. A linha
é produzida em seis cores: branco Ártico e
preto Ebony (sólidas), prata Geada e cinza Trancoso
(metálicas), e vermelho Luxor e azul Mônaco
(perolizadas).
SALÃO
DE DETROIT
Mercedes-Benz apresenta três modelos inéditos
e novas tecnologias para o automóvel do futuro
· Classe E: lançamento mundial da nova Touring
da Classe E
· Roadster SL: novo SL 600 com motor V12 bi-turbo
de 500 cv
· Classe C e Classe S: tração nas quatro
rodas 4MATIC em modelos de seis e oito cilindros
· Classe S: sistema PRE-SAFE protege os ocupantes
antes da colisão
· Classe A: Modelos "Fuel Cell" submetidos
a testes práticos
A Mercedes-Benz inicia o ano de 2003 com três lançamentos
mundiais e duas apresentações nos Estados
Unidos, no North American International Auto Show. O Salão
de Detroit marca o lançamento da nova Classe E Touring,
o conversível esportivo SL 600 de 12 cilindros e
de um veículo "F-Cell" motorizado com célula
combustível. Além disso, os novos modelos
Classe C e Classe S 4MATIC estão estreando na América
do Norte.
Tecnologia de ponta, design cativante, especificações
de alta qualidade e interior com praticidade inteligente
características excepcionais da Classe E Touring,
que comemora o lançamento mundial em Detroit. Dinâmica
e elegante, a versão Touring completa a linha do
Mercedes-Benz Classe E. Após o sucesso do lançamento
da versão sedã em 2002, a nova Touring, que
chega ao mercado europeu em março, representa a exclusividade
tecnológica no mais alto nível.
A lista de equipamentos da Touring traz os principais avanços
da tecnologia automotiva, incluindo: Sistema de Frenagem
Sensotronic (SBC) o sistema de frenagem eletrohidráulico,
que incorpora novas funções de conveniência
tais como suspensão traseira adaptável à
carga e auto-niveladora, airbags frontais adaptáveis,
cintos de segurança com limitadores de força
em dois estágios e windowbags, para citar apenas
algumas das mais de vinte inovações que fazem
parte do novo modelo.
Entre os destaques que marcam a estréia da nova
Classe E Touring estão os faróis duplos de
xenon com Sistema de Luz Ativa que acompanha os movimentos
da direção e, assim sendo, melhoram substancialmente
o campo de visão do condutor nas curvas bem
como a nova porta traseira EASY-PACK, com acionamento hidráulico,
para fácil abertura e fechamento, e um compartimento
de carga com piso que pode ser estendido para trás
com o mero toque de um botão.
Um novo nível de praticidade e variabilidade
- O sistema EASY-PACK é a resposta da Mercedes-Benz
à necessidade de gerenciamento inteligente do compartimento
de carga, compreendendo toda uma gama de soluções
que melhoram substancialmente a variabilidade, a praticidade
e a segurança da nova Touring. Os destaques do sistema
EASY-PACK incluem um recém desenvolvido banco traseiro
dobrável que pode ser totalmente rebatido para frente
com poucos movimentos.
A capacidade do compartimento de carga está entre
690 e 1.950 litros (pelo método de medição
VDA), dependendo do arranjo dos assentos traseiros. Se for
utilizado o compartimento de carga da caixa do estepe, o
novo Classe E é capaz de transportar até 90
litros (15 por cento) mais que o seu predecessor.
Inicialmente três motores a gasolina e três
motores diesel CDI estarão disponíveis para
a nova Classe E Touring, com potências variando de
150 cv a 204 cv.
Novo SL 600 desenvolve 500 cavalos de potência
- A Mercedes-Benz está lançando o modelo
SL 600 em nível mundial. Equipado com dois turbo-compressores,
um intercooler ar/água, três válvulas
por cilindro, ignição com vela dupla e outras
inovações de alta tecnologia, a nova unidade
de força de doze cilindros sob o capô é
um dos mais avançados motores de automóvel
do mundo. O motor V12 tem uma potência de 368 kW/500
cv e um torque máximo de 800 Nm, permitindo que o
SL 600 acelere de 0 a 100 km/h em apenas 4,7 segundos e
faça a retomada dos 60 aos 120 km/h em 4,9 segundos.
A velocidade máxima é limitada eletronicamente
a 250 km/h.
A unidade de doze cilindros combina desempenho impressionante
com suavidade exemplar e operação extremamente
silenciosa condições ideais para uma
experiência de rodagem refinada e extremamente agradável.
O novo Roadster SL vem com um nível excepcionalmente
elevado de equipamentos, como por exemplo o Sistema COMAND,
CD changer, sistema de som e auxílio a estacionamento
PARKTRONIC.
Estréia nos Estados Unidos da Classe S com PRE-SAFE
- O potente motor V12 está disponível
também para o Mercedes-Benz Classe S. A versão
do modelo para o ano 2003 apresenta inovações
pioneiras que reforçam ainda mais a posição
do automóvel como indicador de tendências para
todo o setor de tecnologias de veículos de passageiros.
Encabeçando a lista de novas tecnologias está
o sistema PRE-SAFE de proteção dos ocupantes
antes de eventual colisão.
O PRE-SAFE pode detectar uma colisão eminente e
ativar medidas de proteção pré-colisão
destinadas a garantir uma melhor postura dos ocupantes antes
de uma colisão, de modo que os airbags possam funcionar
da forma mais eficiente possível.
Esse sistema de proteção dos ocupantes é
baseado em sensores pertencentes ao Programa Eletrônico
de Estabilidade ESP, cuja função é
reconhecer frenagens de emergência ou situações
críticas quando o veículo começa
a derrapar, por exemplo em um estágio antecipado.
Numa fração de segundo, as informações
necessárias são transmitidas para a unidade
de controle PRE-SAFE que, por sua vez, ativa as medidas
de proteção dos ocupantes antes da colisão.
Essas medidas incluem o tensionamento automático
antecipado dos cintos de segurança. Se necessário,
o PRE-SAFE ajusta também o assento do passageiro
da frente e os bancos individuais traseiros com ajuste elétrico,
e fecha automaticamente o teto solar, se o veículo
começar a derrapar. A situação dos
componentes do sistema é reversível. Em outras
palavras: se o acidente for evitado, o tensionamento antecipado
do cinto de segurança é automaticamente liberado
e os ocupantes poderão restabelecer as posições
dos assentos e do teto solar. O PRE-SAFE está, então,
novamente pronto para entrar imediatamente em operação,
se necessário.
O Classe A "Fuel Cell" será colocado
em teste prático por clientes da Mercedes-Benz -
A partir de 2003, a DaimlerChrysler fornecerá
uma frota de 60 veículos Classe A equipados com células
combustível de tecnologia de ponta, a clientes nos
EUA, Europa, Japão e Singapura, onde os veículos
serão submetidos a um extenso programa de testes
práticos. Esses carros compactos "Fuel Cell"
funcionam com hidrogênio puro, que o sistema de célula
combustível transforma em energia elétrica
para acionar um motor elétrico de 65 kW. O Classe
A "Fuel Cell" é um veículo com emissão
zero, com velocidade máxima de 140 km/h e autonomia
de aproximadamente 150 km com o tanque cheio.
A DaimlerChrysler pretende utilizar esses testes reais
para pesquisar e otimizar a praticidade diária desse
sofisticado sistema de acionamento. A montadora sediada
em Stuttgart apresentou o seu primeiro veículo movido
a fuel cell em 1994 e é pioneira nessa área
específica de tecnologia de propulsão.
Tração nas quatro rodas 4MATIC, agora
disponível também nos Classe S e Classe C
- O sistema 4 MATIC, que está disponível
como opcional para os modelos Classe C e Classe S de seis
e oito cilindros, é capaz de interagir perfeitamente
com o Programa Eletrônico de Estabilidade ESP®
e com o auxílio eletrônico de tração
4ETS, o sistema permanente de tração nas quatro
rodas que auxilia o condutor a controlar o automóvel
em situações críticas com segurança
e confiança.
Sob condições climáticas desfavoráveis
tais como gelo, neve ou chuva, e também nas acelerações
e saídas de pavimentos de má qualidade, os
novos modelos Classe C e Classe S 4MATIC conseguem tração
ainda melhor e dirigibilidade mais dinâmica.
RÁPIDA
TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIA
Direto das pistas
A transferência de tecnologia
da Fórmula 1 para os carros esportivos é,
agora, instantânea
Para um seleto grupo de ricaços espalhados ao redor
do mundo, 2003 pode começar a 350 quilômetros
por hora. Essa é a velocidade máxima do novo
modelo da Ferrari, o Enzo, que começará a
ser distribuído nos primeiros dias de janeiro.
Fabricado em edição limitada de 399 unidades
ao preço de 680.000 dólares, o novo superesportivo
é uma homenagem ao criador da empresa, Enzo Ferrari,
morto em 1988, faz parte da nova geração de
carrões em que a transferência de tecnologia
da Fórmula 1 para as ruas é praticamente imediata.
Para
gerar essa máquina com motor de 12 cilindros com
660 cavalos, o presidente da Ferrari, Luca di Montezemolo,
exigiu que um número inédito de técnicos
e engenheiros de sua equipe de Fórmula 1 participasse
do projeto.
O modelo leva pneus desenvolvidos exclusivamente pela
Bridgestone. A Brembo, outra fornecedora da Ferrari nas
pistas, adaptou os freios usados nos carros de corrida para
o esportivo.
O modelo competição da Enzo possui um controle
de tração igual ao dos carros dirigidos por
Rubens Barrichello. Isso permite segurar o carro no freio
para aumentar as rotações do motor e só
entrar em movimento com a melhor aceleração
possível, como se fosse a largada de um grande prêmio.
A fase de testes do Enzo ficou a cargo de ninguém
menos que o pentacampeão Michael Schumacher. "Automóveis
como esse estão mais próximos de um Fórmula
1 que de um carro comum", afirma André Beer,
consultor da indústria automobilística.
A história dos carros está repleta de exemplos
de adaptação de tecnologias desenvolvidas
para aviões ou para um Fórmula 1. A diferença
agora é a velocidade da transferência.
Esse era um processo que levava alguns anos para efetivar-se.
A suspensão eletrônica surgiu pela primeira
vez em 1987, com a Lotus 99T de Ayrton Senna. A tecnologia,
que consiste no ajuste eletrônico da suspensão
conforme as variações do terreno pelo qual
trafega o carro, foi transferida para os carros de passeio
somente em 1989, com o lançamento do Citroën
XM.
Assim como o Enzo, outros modelos têm chegado ao
mercado para tentar satisfazer os que sonham com as emoções
das pistas de corrida. Um deles é o Murciélago,
da Lamborghini, lançado em 2002.
Lamborghini Murciélago, lançado em
2002: de zero a 100 quilômetros em 3,8 segundos
Ele custa 273.000 dólares e é capaz de acelerar
de zero a 100 quilômetros por hora em apenas 3,8 segundos
quase um Fórmula 1. Atinge a velocidade máxima
de 330 quilômetros por hora. O universo de potenciais
compradores de carros superluxuosos à prova de recessão
é reduzidíssimo. Estima-se que apenas cerca
de 8.000 pessoas em todo o mundo possam adquirir um Enzo
ou um Murciélago independentemente da conjuntura
econômica.
Texto base: Adriana Carvalho
ÁLCOOL
OU GASOLINA???
Fábricas brasileiras já detêm
a
tecnologia do carro que roda com os dois combustíveis
Os postos de serviço do Brasil oferecem dois tipos
de combustível para carros de passeio, a gasolina
e o álcool. Como queimam de modo diferente dentro
do motor e requerem regulagens próprias, trocar um
produto pelo outro causaria sérias avarias ao automóvel.
Esta é, pelo menos, a regra atual. Uma nova categoria
de motores, batizada de flex-fuel (do inglês
flexible fuel, ou flexibilidade de combustível),
pode rodar com gasolina ou álcool, ou qualquer mistura
dos dois, sem problemas. A diferença básica
está num sensor eletrônico que identifica o
combustível e ajusta a injeção eletrônica
na regulagem correta.
A Ford já mostrou um Fiesta Flex-Fuel 1.6. A Volks
já havia apresentado um Gol parecido, em 2000, e
a GM um Omega, em 1998. Um carro desses é uma opção
interessante para os brasileiros. O consumidor teria maior
chance de se defender das altas no preço do petróleo
e de eventuais quebras na safra de cana-de-açúcar.
Estima-se que nos Estados Unidos estejam rodando 2,3 milhões
de veículos flex-fuel. Há dezesseis modelos,
de quatro fabricantes Ford, GM, DaimlerChrysler e
Mazda. Mas não podem ser simplesmente importados
para cá, pois o tipo de álcool dos americanos
é diferente do brasileiro.
O americano é feito de milho e leva 15% de gasolina
em sua composição. Aqui, o álcool é
do tipo hidratado, ou seja, leva na mistura 4% de água.
Os carros capazes de rodar com gasolina e álcool
fazem parte da renovação tecnológica
que também gerou os automóveis híbridos,
movidos pela combinação de dois motores, um
a gasolina e outro a eletricidade. Atualmente existem dois
modelos comercializados nos Estados Unidos, o Toyota Prius
e o Honda Civic.
Em 2001 foram vendidos 20.000 automóveis híbridos
nos Estados Unidos, mas alguns especialistas calculam que
até 2006 esse número chegue a 500 000 por
ano. É pouco quando comparado aos 17 milhões
de veículos comercializados anualmente nos EUA
mas os híbridos já se tornaram objeto de desejo
entre os ricos e famosos.
A atriz Cameron Diaz, por exemplo, tem um Prius que custa
20.000 dólares. Leonardo DiCaprio comprou três
para ele, para sua mãe e para seu pai. Os
carros híbridos começam a fazer sucesso nos
Estados Unidos, mas dificilmente vão chegar ao Brasil.
São muito caros e requerem tecnologia extremamente
complexa.
Toyota Prius (motor elétrico e motor a gasolina)
O problema: o motor elétrico tem pouca autonomia
A solução: o motor a gasolina dá maior
potência e recarrega as baterias do elétrico
Fiesta Flex-Fuel (álcool e gasolina no mesmo
tanque)
O problema: cada combustível exige regulagem específica
do motor
A solução: um sistema eletrônico detecta
a mistura de combustíveis e regula o motor
TENDÊNCIA
General Motors do Brasil credencia empresa para
conversão do Astra a álcool para gás
natural veicular
Carro a gás tem custo menor por quilômetro
rodado
A Chevrolet oferece uma alternativa aos clientes que desejam
ter um veículo para funcionar com dois combustíveis,
o álcool e o GNV. Trata-se do modelo Astra Sedã
equipado com motor 1.8 litro a álcool, que pode,
a partir de agora, ser convertido para o GNV sem perder
a garantia.
A empresa Rodagás, de São Paulo, é
a primeira no país a ser credenciada pela GM do Brasil
para a realização do serviço. Em breve
outras oficinas da empresa, distribuídas pelo país,
também serão credenciadas.
O veículo convertido pela Rodagás mantém
a garantia Chevrolet de um ano. A manutenção
necessária será feita nas concessionárias
da Rede Chevrolet, com apoio das oficinas Rodagás.
O Astra bicombustível possui um sistema de injeção
seqüencial que permite, por meio do acionamento de
uma chave comutadora instalada no painel do veículo,
o funcionamento do motor tanto com álcool quanto
com GNV. Em qualquer momento o proprietário do veículo
pode mudar a chave, optando por um ou por outro.
As vantagens da conversão
O carro convertido para o GNV oferece redução
de despesas com combustível na comparação
com a gasolina e o álcool, menor custo de manutenção
devido a maior durabilidade do motor, menor freqüência
de troca de óleo lubrificante, filtros de óleo
e combustível e velas de ignição.
A conversão para o GNV é feita de forma a
garantir total segurança ao veículo e aos
ocupantes. Os cilindros e os kits de conversão carregados
nos veículos são projetados para resistir
a choques, colisões e altas temperaturas.
O Astra oferece como vantagem o fato de que os cilindros,
instalados pela Rodagás, são de pequeno porte
e não comprometem a capacidade total do porta-malas.
Com a conversão para o GNV, o motor do Astra 1.8
gera 99 cv a 5.290 rpm e torque de 13,9 mkgf a 2.450 rpm.
A capacidade mínima de abastecimento dos dois cilindros
é de 16 Nm_ (Normais metros cúbicos).
A novidade da marca Chevrolet se destina principalmente
para os taxistas, que representam o mercado de maior potencial
devido a isenção de IPI e de ICMS para os
carros a álcool.
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