Mecânica Online
Engenharia
Edição 43 - Julho de 2003
Conteúdo básico

A TERCEIRA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL
O início da mais nova revolução industrial

"O que vem a ser sistemas mecânicos?
Sob o ponto de vista de um mecatrônico!, Podemos enumerar várias formas
de como transformar idéias em sistemas mecânicos"

Tudo se iniciou em abril de 2000, quando no Brasil um mecatrônico percebeu que a melhor ferramenta seria entender a Internet, primeiro! Passou a observar o comportamento dos usuários (internautas), dentre eles adolescentes que montavam programas em html para visualizar suas visões de sonhos juvenis.

Assim embuído por esta iniciativa lúdica por parte destes adolescentes, resolveu arregaçar as mangas e por em prática suas teorias, vindo primeiramente a fazer contatos com as universidades, e em paralelo estudando por conta html, para montar um site voltado para projeto social, aonde poderia reciclar brinquedos usados e doar nos finais de anos, para crianças carentes em bairros pobres.

Numa das pesquisas se defrontou com o depoimento de um profissional idoso, que tinha sentido que já não conseguiria um novo emprego! Devido a idade avançada. Mas, enganou-se por ter tido a arrojada idéia de se atirar no mundo cibernético, obteve um novo emprego, estando empregado até hoje.

Perante este acontecimento deste profissional idoso, por que não também tentar utilizar a Internet para dinamizar sua área de mecatrônica, assim como encontrar alguma empresa que pudesse investir e dar continuidade a seus trabalhos, colocando em práticas algumas aplicações em automação e robótica! Guardados a sete chaves desde 1983, hein!

Um dos fatos que lhe chamou atenção foi que este profissional idoso conseguiu jogar a primeira pedra no Brasil, para quebrar o tabu que idosos são à partir dos 40 anos descartáveis. Assim teve propósitos para se atirar também, confiante na globalização e, isto iremos comentar aqui, o por que de se entender a parte humana em recursos humanos, como pré-requisitos para se chegar a imaginar como se possa criar idéias e transformá-las em sistemas mecânicos, por sua vez em automação e robótica?

Um dos propósitos neste artigo é mostrar que houveram recentemente grandes mudanças sócio-econômicas e que muitos "head-hunter", mudaram seus pontos de vistas, em que se retratam a contratações de profissionais, ou seja mudaram conceitos, estes os quais iremos descrever aqui, para que você leitor possa compreender a analogia por uma metodologia implantada por um professor em robótica em 2001, que deu certo atingindo uma outra finalidade a de engajar jovens potenciais para mostrar na mídia que no Brasil existem muitos, que se empenham em buscar novos horizontes, dentre eles como partir do senso comum até se construir sistemas mecânicos.

É, necessário ser demagogo no Brasil, em vista que muitos não aceitam determinadas mudanças! Assim como o que iremos descrever aqui servirá para abrir um pouco o campo de visão de muitos empresários, governantes e agentes em recursos humanos que possuem um conhecimento distorcido dos fatos e que muitos profissionais em mecatrônica são na verdade mal empregados, por existirem falhas também na legislação a que trata quem é quem em campos que envolvem mecânicos, técnicos, engenheiros, especializados, pós-graduados, professores e formandos dos cursos de tecnologias mecânicas, eletrônicas, eletrotecnicas, engenharias de automação e controle, mecatrônica, computação, ciências da computação, mecânica fina, etc.

Uma questão muito em voga é no que se refere ao conceito de quem seja um engenheiro mecatrônico? Pois bem, antes de tudo é bom lembrar que para muitos antes de se opinar e publicar em jornais anúncios de empregados procurados, para tais finalidades, seria bom consultar as universidades da UNICAMP, principalmente aonde se concentram grandes cientistas, engenheiros da área de mecatrônica, professores famosos e averiguarem primeiro quem é quem no mundo mecatrônico.

Tem sido veiculado em jornais, anúncios de engenheiros mecatrônicos, de forma que se misturaram conceitos de formação em engenharia elétrica, como se atribui-se que o engenheiro mecatrônico seja um engenheiro elétrico! Engano se cometem no dia-a-dia, quando temos a oportunidade de lermos anúncios mal formulados. Assim sem um verdadeiro conceito fica difícil definir como chegar-se a construir sistemas mecânicos, por quem?

Numa sala virtual se pronunciaram diversos profissionais que sempre os elétricos possam agir como engenheiros mecatrônicos, dando a entender que a legislação pende para a engenharia elétrica somente, mas quanto aos engenheiros mecânicos, nada cabem!!! E, aos eletrônicos, e agora para os novos em engenharia de controle e automação, aos engenheiros mecatrônicos, foram relegados a segundo plano, por falta de uma legislação adequada!

Desta forma, não restou outra alternativa e o professor em robótica teve que entrar na sala e apresentar argumentos a quem de direito assinar projetos de automação! Pois não se pode perceber se eles conseguiram definir quem poderia ou não assinar projetos de automação? Tamanha a falta de disseminação de informações neste país, praticado pelos órgãos responsáveis, que se digam o MEC, o CREA, que nestes últimos anos, ou décadas, desde que a mecatrônica foi introduzida no Brasil na década de 80, ao que se fizeram para enquadrar mecatrônicos!!!

A TERCEIRA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL - PÁGINA 2
A Mudança

O que mudou para se empregar "velhos" e não jovens? Ou, o que se mudou para aceitar tecnologias daqui de dentro, sem ter que ir buscar lá fora? Simplesmente, nada! Por quê?

Por que através de artigos como este se procura alertar a todos sobre novas mudanças ainda seqüelas da globalização, que se irradiou no Brasil por volta da década de 90, mas praticamente por causa dos sistemas patronais se mantém aos moldes da velha II Revolução Industrial, aonde temos muitos, mas muitos empresários, ou até mesmo profissionais, que ainda não entenderam o novo milênio e se prendem a conceitos ultrapassados, dentre eles, por exemplo, ao se dirigir a uma empresa a fim de se cotar determinado projeto, quando se evidencia tratar-se de uma única matriz, a resposta comum ainda é um grande "não", ou o mais característico o menosprezo.

Todos acostumados a economia antiga, aonde se pensava e pensam ainda em produção em larga escala, tendo num pedido de cotação de um projeto a idéia do superfaturamento com um valor de investimento de milhões de dólares, assim nos moldes da III Revolução Industrial (novo milênio), este tipo de pensamento levou a muitas empresas a concordata e falência, pois seus administradores não se atualizaram para o custo Brasil, e se prendem ainda ao custo "euro", deste modo dificilmente o Brasil tenderá a crescer, haja vista a recente superlotação dos pátios da empresas automobilísticas anunciadas nos jornais e, que estão demitindo empregados devido ao mercado não estar absorvendo seus produtos, isto é fatídico a acontecer sempre, enquanto não houver uma metodologia impar.

Entre estas mudanças percebeu-se que os agentes em recursos humanos começaram a entender, quando rejeitavam "velhos", agora sentem a grande diferença em ter alguém com experiências a ter que contratar recém-formados, que irão nos próximos dez anos trilhar uma carreira e depois são jogados na rua, pois a demanda não atendem novos investimentos em cima de pessoal novo, mas sim agora aproveitando quem já acumula experiências, assim tem sido a atenção de alguns órgãos isolados no país, que souberam investir em microempresários, enquanto que grandes empresas vêem para o Brasil, com uma estrutura já montada, mas ainda mantém seus agentes em recursos humanos ultrapassados em conceitos, principalmente quando se pretendem contratar técnicos, estes infelizes passam por um triagem, sem contudo passarem nas mãos de técnicos especializados.

No Brasil não existem especializados, deste modo o crescimento e o investimento que poderia migrar para o Brasil tende a decair, por falta de uma melhor disseminação entre técnicos, que se diga, que no Brasil o RH ainda poderia ser melhor, sob o ponto de vista de técnicos deveria ser o chefe do RH um técnico, mas não o é! Se concentra na mão de um administrador de empresas, que tendem a implantar metodologias ultrapassadas e não a globalizada?

Então o mecatrônico seria o elo, pois existem uma interação entre áreas, pelo menos o conceito trivial de mecatrônico o compele a ocupar cargos de chefia para gerenciar outros profissionais e, não jamais substituir um engenheiro elétrico, ou um eletrônico, ou um mecânico, assim os conceitos devem ser melhor apurados antes de se contratar um engenheiro mecatrônico, ou um de controle e automação, ou um de mecânica fina, etc.

A TERCEIRA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL - PÁGINA 3
Antes da Mecatrônica:
Sistemas Mecânicos, Automação e Robótica.

Estas mudanças em jovens ou de "velhos" são resultantes do crescimento natural na ciências tecnológicas a que um país como o Brasil teve sedimentado, agora refloresce graças nos novos conceitos introduzidos por um professor em robótica, autor do artigo "Guerra de Robôs", que teve a consagração do primeiro lugar em 2001, que de forma indireta tornou uma cidade do sul de Minas Gerais maior ênfase no campo de tecnologias a qual se empenhavam os munícipes para divulgar.

Tais acontecimentos vieram num momento histórico para a nação brasileira, mas o reconhecimento por este ilustrado professor foi em vão, justamente por que a legislação apresenta falhas, assim a universidade ficou com o mérito e, simplesmente não citam quem é quem no mundo mecatrônico.

É difícil opinar, mas quando se falam de méritos quem vê e presente tais fatos são os estudantes, que divulgam quem é quem no mundo mecatrônico, por sentirem necessidade de terem um líder como foi o professor em robótica introdutor de uma metodologia impar, que veio a dar o empurrão na roda, que está hoje rolou e cresce vertigiosamente, graças a estudantes que souberam abraçar a causa desta metodologia utilizam até hoje, porém com orientações de outros professores, mas que não são oriundos do mundo mecatrônico, apenas engenheiros de outras formações, que assim concentraram e foi dito na sala virtual que o engenheiro elétrico é um engenheiro mecatrônico!!!

Como dito, no Brasil ainda existem muitos que confudem conceitos, deste modo o objetivo deste artigo é justamente esclarecer alguns pontos e de forma indireta cutucar a onça com vara curta, para que possamos realmente enquadrar as áreas e quem é quem?

Em nome de elevarmos o ensino superior principalmente, que apresentou alto índice de desprestigio nas últimas décadas. Imagine com tantas confusões, daqui dez anos como estará o ensino superior e os que se formaram em determinadas áreas entregues ao abandono, como foi a mecatrônica introduzida no Brasil na década de 80, até 2000 se manteve esquecida.

A mídia televisiva e escrita souberam e vieram a transmitir em forma de seus trabalhos publicitários a façanha deste professor em robótica, deste modo ficou caracterizado quem seria um dos precurssores da mecatrônica no Brasil.

Assim tais fatos culminaram para o estopim no mundo mecatrônico, em 2001, principalmente por ter havido o envolvimento de jovens, a sociedade industrial, aonde todos os tipos de cidadões acabaram se envolvendo direta ou de forma indireta, tal foi a repercurssão nacional e que foi declarado a este professor em robótica por duas universidades a do ITA e da UNICAMP, que introduziu uma metodologia impar, bem diferenciada e jamais vista. Assim convidado publicou na revista eletrônica Mecatrônica Fácil de janeiro de 2002, o assunto "Guerra de Robôs" no Brasil.

Passados 2001, 2002 e neste corrente ano de 2003, este professor teve sua "autopromoção" pela repercurssão nacional como resultante que aderiu em abril de 2000, a iniciar-se no mundo Internet, quando acreditava que mudanças só aconteciam se trabalhássemos sem depender de recursos financeiros dos outros, o que normalmente acontece, ainda e infelizmente tem sido notado, que aqueles que necessitam de algum tipo de construção por falta de uma metodologia em administração de materiais não obtém o sucesso e acabam arquivando seus projetos, quando acreditam que o patrocínio é o único caminho, assim fadados ao fracasso na primeria instância.

Desta forma a metodologia do professor em robótica, eis que ao denotar professor em robótica, seja um profissional competente com experiências em empresas, ou se diga um prático e menos teórico, pois assim tem como superar suas limitações e construir sistemas mecânicos de acordo com sua capacidade própria, o que difere hoje quando se abrem concursos públicos para profissionais ocuparem cargos de professor em robótica, não haverem os devidos requisitos para investidura do cargo.

Este assunto de investidura de cargo, é algo sério e real hoje nas universidades brasileiras, as quais o melhor método de medição da qualidade de ensino é através da escola do futuro, aonde o professor que foi empossado sem contudo possuir as devidas qualificações estar fadado ao insucesso, havendo o denegrimento do ensino superior, pois os formandos que o digam quando forem aplicar conceitos mal formados em salas de aulas, terão no final de mês ao invès de um holerith sim uma demissão por imcompetência e quem seriam os responsáveis por isto? Aqueles professores que fizeram parte de uma banca e aprovaram candidatos desqualificados, neste caso da robótica.

Tanto é o quadro caótico, que se pode comprovar em dois concursos públicos em duas universidades brasileiras, as quais foram consultadas o por que de tais requisitos? E, como resposta veio que foi consultado apenas o MEC e um órgão financiador para a pesquisas. Assim comprovou-se o empobrecimento da falta de conhecimento por parte dos organizadores, que poderiam ter consultados órgãos colegiados capazes que se encontram em grandes universidades brasileiras, mas nenhuma delas foi dirigida esta questão. Acredita-se que já existam empossados por aí, professores de robótica não adequados ao cargo e como serão evidenciados!

Sistemas Mecatrônicos 1983-2001

Podemos dizer, que não só este professor em robótica esteve e esteja se esmerando a dar continuidade a sua metodologia, hoje conhecida e derivada dos conceitos da robótica educacional e da escola do futuro, que muitos outros professores e profissionais de outras áreas também estão relutando para trazer a sociedade brasileira melhorias em qualidade de vida, este é o objetivo do autor deste artigo e de todos brasileiros neste novo milênio.

Mas como fazer? Escrever artigos como iniciar-se de idéias virtuais para sistemas mecânicos! Expondo ao público brasileiro como se empregam uma metodologia fugindo do escopo apregoado por conceitos obsoletos resultantes da II Revolução Industrial e sim aos moldes da atual III Revolução Industrial?

Enfim, pode este autor (professor mecatrônico), com palavras escritas trazer ao leitor um pouco de sua sabedoria acumulada e comprovada experimentalmente em laboratórios de universidades e de empresas nacionais, multinacionais e transacionais! Aonde empregou da teoria à prática e resultou na mídia uma metodologia rápida, eficaz e surpreendente, pois em poucos meses (abril de 2001 a setembro de 2001) fez o que muitos professores com 10, 20, 30 anos ou mais de casa, não conseguiram realizar, por quê?

Respostas globalizadas seriam então! Ou, pelo fato de ser um remanescente mecatrônico de formação em 1983, em que naquela época os governantes estavam preocupados com a "Química Fina", que representava maiores divisas ao país, que poderiam trazer novos investimentos, que a "Mecânica Fina" ficou esquecida até 2001, ou que se possa apregoar até hoje!!!

 

A TERCEIRA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL - PÁGINA 4
III Revolução Industrial

Passados todos estes anos (1982 - 2002), a mídia e os governantes perceberam que a mecatrônica ficou em segundo plano e deste modo estão se preparando para atualizar este conceito perdido, através da participação direta e pelo novo governo, em termos um presidente de origem metalúrgica, isto é de importância nacional e histórico, para a área de ciências tecnológicas, que tanto se perdeu ao longo dos últimos anos.

Quando se falam de defasagem histórica é bom salientar em quantos anos o Brasil se encontra atrasado em relação a Europa! Que se diga resultante às pesquisas deste professor em robótica desde 1983, pode-se atribuir que estejamos em pelo menos um século e três décadas, quando sim, existem milhares de projetos arquivados por parte da comunidade científica, dentre eles pode ser visto o trabalho de mestrado deste professor em robótica, um instrumento inédito para a área de medições aerodinâmicas (primeiro), mas que ninguém se importou!

Tomamos como exemplo este trabalho comprovado em laboratório na teoria e na prática, porém nunca ou jamais foi interesse de se investir num projeto isolado? Assim temos como reflexo milhões de projetos de pós-graduados esquecidos e, que se fossem realmente aplicados poderia reverter o atraso do Brasil!

Considerando a "Guerra de Robôs" de 2001, estopim, estaríamos em crescimento, quando puderam mostrar os potenciais nas mãos de universitários, os quais muitos hoje são orientados via Internet via e-mails, pois assim foi resultante aos moldes da III Revolução Industrial. Como ser um prático?

O que se medem além de ser técnicos não é abordarem e abraçarem sua área profissional, mas sim questionarem outros tipos de profissionais, por exemplo imaginarmos como um produto nasce dentro de uma empresa! Você leitor saberia listar como um produto nasce? Como seria os caminhos de manufaturados dentro de uma empresa! Quem são as pessoas envolvidas em todos os departamentos? E, por que devem existir diferentes profissões dentro de uma empresa?

Pois bem, tudo é necessário ser analisado e isto pela III Revolução Industrial caberia a um engenheiro mecatrônico, pois reúne conhecimentos básicos de todas as áreas, assim se diga ser um novo supervisor, diretor, assistente, para dirigir uma empresa, aos dias de hoje.

Relegado ao plano mais alto, sim. Por que tem a visão classicista e mecanicista, devido a sua formação anterior em nível médio em mecânica, e da graduação em mecatrônica, e o que mais se possa atribuir com pós-graduações em automação e robótica, confere a um engenheiro mecatrônico original todas as atribuições para ser sim um dirigente industrial ou até um assistente de reitoria de qualquer universidade e não como está sendo hoje direcionado à substituir outros engenheiros, o que se possa dizer um erro da legislação que permitiu a perda da originalidade e autenticidade de um engenheiro mecatrônico.

Por outro lado fere a legislação que em 1994 por portaria foi criada o engenheiro de controle e automação, este sim, tudo bem poderia ser escamoteável para substituir outros engenheiros? Mas, mesmo assim deveria existir uma legislação a altura para colocá-lo, uma vez que existe confusão em quem é um engenheiro mecatrônico ou um engenheiro de controle e automação! Ou, pelas confusões se atribuem que ambos são um só! Pelo menos foi o que se pode perceber nos anúncios de procura de empregados. Não saberem distinguir quem é quem?

Robôs Ambulantes

Conclusivamente se possa dizer que este professor em robótica seria o centro de informações, por ter vindo a enunciar os conceitos para mecânica fina, mecatrônica, mecânica de precisão, quando no Brasil muitos professores universitários são leigos nestes assuntos, com raras exceções.

Por quê tanta demagogia? Justamente por que ainda temos nada construído no Brasil, quando tomamos por exemplo robôs de soldagem, as grandes empresas que o utilizam trouxeram de fora, ou foram montados aqui no Brasil! Assim aonde estariam os jovens formados em mecatrônica, quer sejam de nível médio, quer sejam de nível superior, com certeza trabalhando com outros tipos de sistemas mecânicos! Ou, construindo robôs nacionais?

Uma das questões de ser demagogo é mostrar que a demagogia parte por aqueles que detém um certo domínio ou monopólio industrial e este profissional na maior parte das vezes é um engenheiro elétrico, o qual se proclama conhecedor de todas as áreas e que por ventura poderia ser considerado um mecatrônico, isto foi comprovado numa sala virtual, a qual participaram uma gama de profissionais que se auto elegeram competentes para assinarem projetos de automação.

Deste modo, surgiu o motivo de estar vindo aqui escrever este artigo um tanto longo, para que as classes de profissionais possam realmente enquadrarem quem é quem no mercado de trabalho e não ficarem se delegando tarefas de outro profissionais com o intuito de fechar o mercado em mãos não adequadas.

Uma das características marcantes para exemplificar este monopólio é o estatuto do CREA - Conselho Regional de Engenharia e de Arquitetura, no qual quando se constroe um prédio, quem assina é o engenheiro civil, nada cabendo ao engenheiro mecânico, que pode fazer e construir partes metálicas, então o CREA deveria ser um órgão apenas para engenheiros civis e arquitetos, enquanto que o mecânico deveria ter outro órgão de classe, para poder digladiar a quem direitos sobre projetos. Para complicar esta demagogia, citamos a domótica, que é automação predial, a quem então caberia assinar projetos de domótica?

Pode-se perceber perante o exposto artigo que temos que tomarmos medidas urgentes para selecionar, triar e classificar quem é um engenheiro, sua classe, quem deve impelir para regulamentações das profissões, etc.

Um dos pontos notados a que se levou a chamar por robôs ambulantes, são os professores que vão para as salas de aulas apenas para ministrar a sacra aula, nunca relegando aos estudantes os novos conceitos de escola do futuro, principalmente.

Assim pode-se dizer que o ensino superior, o médio estariam ainda presos aos moldes antigos e obsoletos, dentre eles aos preceitos industriais da II Revolução Industrial, que de certo modo colaborou para haverem mudanças no ensino, pois como podemos verificar nos feudos, o proletariado se aglomeravam em volta do castelo do senhor feudal, para supri-lo de todas seus desejos, assim originou-se o comércio popular entre artesões, foi quando idealizaram robôs imaginários para substituir o homem, assim um deles foi Leonardo da Vinci que idealizou alguns projetos mecânicos, dentre eles o helicóptero, a máquina de escavar túneis, etc.

Na mecânica fina, podemos dizer que teve seu início na Europa, quando artesões manufaturavam peças médicas entre outras, que foi uma nova ciência dos pequenos materiais a ser utilizado entre o proletariado, assim no Brasil torna-se necessário olhar o passado, para conformar a quem determinada área?

A TERCEIRA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL - PÁGINA 5
Visão Mecanicista

No mundo mecanicista para se passar idéias para o papel e depois construir sistemas mecânicos é necessário conhecer outras áreas além da exatas, para poder evidenciar em como as mudanças acontecem! E, isto para muitos profissionais é impossível por serem meros técnicos não conseguem transpor outras áreas, mas devido a globalização e aos novos conceitos quanto a forma de se empregar serviçais, estaríamos presenciando novas tendências mercadológicas.

Um dos acontecimentos que vem a marcar estas novas tendências foi com o aparecimento da revista "Mecatrônica Fácil" e a de "Atual" em setembro de 2001, a qual começaram a mostrar como é o mundo mecatrônico: automação e robótica.

Desta forma, podemos dizer que esta publicação veio em momento oportuno a fim de se enquadrar então quem seria ou não um engenherio mecatrônico, o de engenharia de controle e automação, o de computação, o de ciências da computação, por fim as outras áreas se juntaram numa mesma revista, isto foi excelente sob o prisma cultural e científico para um país emergente, sair da linha da pobreza tecnológica.

Outra divulgação maciça também, porém virtual, trata-se do site http://http://www.mecanicaonline.com.br, a qual traz inúmeros assuntos correlacionados para a área automobilística, mas também por diversos trabalhos de excelentes profissionais em novas tecnologias.

Enfim, existe e estão surgindo novas frentes, que de certo modo estão contribuindo para pormos os pingos nos i, para que cada profissional seja reconhecido no seu posto de trabalho, concomitantemente se evolue a qualidade de vida de todos os cidadões brasileiros.

Conclusão - Torna-se necessário para uma maior divulgação e engrandecimento desta área de mecatrônica, que leitores possam opinar, ou seja vir a sugerir qual assunto gostaria de abordar. Deste modo entrem em contato com a editora para que possam haver esclarecimentos, isto é o que importa para valorizarmos os profissionais e seus trabalhos no Brasil e digamos "não" a estrangeiros que com visto de turistas estão ocupando lugares de brasileiros em postos de trabalhos.

Na Europa se você for para lá trabalhar, por ser latino é barrado e não aceito, deste modo vamos criar nossas metodologias e participarmos de outros assuntos para o engradecimento de nosso vultuoso país.

*Pastore, P. L., ex-professor em robótica, engenheiro mecânico especializado em projetos da mecânica fina pela EESC/USP em 1983.

LANÇAMENTO
Tem novo termovisor na área
O novo Thermoview Ti30 mostra a imagem témica e a temperatura medida permitindo a qualquer profissional de manutenção de plantas industriais fazer o donwload dos dados com a qualidade e quantidade de informações necessárias para gerar relatórios para análise. - O Thermoview Ti30, uma nova classe de produto no mercado de termovisores.

A Raytek® Corporation, líder mundial em termometria infravermelha lança o ThermoView™ Ti30, um novo termovisor que, pela primeira vez, permite aos profissionais de manutenção da planta com simples treinamento conduzir um produto de custo efetivo, para inspeções de manutenção preditiva com alta precisão e também detectar falhas e problemas.

O Thermoview - um termovisor de alta performance, foi projetado para maximizar a manutenção preditiva e oferecer um retorno de investimento nas inspeções em instalações farmacêuticas, petroquímicas, processamento de papel e celulose e outras aplicações preocupadas com segurança, produtividade, controle de qualidade e reduzir tempo de paradas.

O Thermoview é fácil de utilizar e faz com que o custo e a freqüência da manutenção preditiva sejam diminuídos consideravelmente, além disso, possui um custo imbatível se comparado com outros produtos no mercado.

"Esta á primeira vez que teremos um produto que pode fazer com que o custo da manutenção preditiva baseada em inspeções termográficas possa ser baixo e com retorno garantido. Agora é possível estabilizar programas de manutenção e ver o custo efetivo disso., diz Ricardo Damasco, Gerente Distribuição."Qualquer um pode facilmente começar um programa manutenção preditiva, analisar e reportar os dados."

As empresas que comprarem o Thermoview terão direito ao treinamento especial sobre como utilizar o produto e aprende a realizar uma inspeção termográfica.

As características do ThermoView Ti30 são:
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· Range de Medição: 0 a 250°C
· Emissividade Ajustável e Compensação da Temperatura Refletida
· Range do Cumprimento do Espectro da onda: 7-14 microns
· Precisão: +/- 2% ou +/-2°C
· Repetibilidade: +/- 1% ou + -1°C,
· Resolução Ótica: 90:1
· Mira: single dot laser, type L2
· Capacidade de armazenamento: 100 imagens de temperatura e dados
· A Estação Docking oferece comunicação livre com computadores e recarregamento de baterias.

AUMENTANDO AS EXPORTAÇÕES
Máquinas e equipamentos
caminham para o equilíbrio na balança comercial

Com o mercado interno contraído, o faturamento do setor de bens de capital mecânicos continua em expansão graças ao aumento expressivo das exportações, da ordem de 31% . Esta é a avaliação do presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), Luiz Carlos Delben Leite, ao analisar os indicadores econômicos dos primeiros cinco meses deste ano, em relação a idêntico período do ano anterior.

No acumulado até maio, o crescimento de 7,8% do faturamento nominal foi impulsionado pelas vendas externas, que passaram a ter mais de 40% de participação no movimento do setor, enquanto no mesmo período do ano passado a participação era de 26%. O setor de bens de capital mecânicos faturou um total de R$ 13,8 bilhões no período de 2003, contra R$ 12,8 bilhões em 2002, enquanto as vendas externas alcançaram US$ 1,8 bilhão de janeiro a maio de 2003, contra US$ 1,4 bilhão nesse período de 2002.

Ao mesmo tempo, as importações brasileiras caíram 11,8%, passando de US$ 2,6 bilhões, de janeiro a maio de 2002, para US$ 2,3 bilhões no mesmo período de 2003. Nesse sentido, o item máquinas e equipamentos reduz pela primeira vez o déficit na balança comercial, que está em US$ 483 milhões, contra US$ 1,2 bilhão em igual período do ano passado.

"Com o aumento das exportações e a queda das importações brasileiras de máquinas e equipamentos no período, comportamento que tem sido constante nos últimos meses, podemos afirmar que o item máquinas e equipamentos caminha para o equilíbrio na balança comercial", disse o dirigente empresarial.

A Argentina mantém o terceiro lugar no ranking do mercado externo, com um aumento de 192% nas vendas no período em relação ao ano passado. A balança comercial com os Estados Unidos também tende a ser superavitária, uma vez que foram importados US$ 617 milhões desse país e exportados US$ 607 milhões de máquinas e equipamentos para o mercado norte-americano.

Os pedidos em carteira continuam apresentando queda no período (-2,9%), enquanto o nível de utilização da capacidade instalada de 76,26% está com uma variação de 1,5% inferior à média do ano passado.

"Os dados do setor indicam que ainda estamos com queda nos pedidos em carteira. Mas já era esperado que isso acontecesse, em face da turbulência verificada no final do ano passado e começo deste ano. Contudo, acreditamos que a expectativa de um novo panorama da economia brasileira deverá contribuir para a reversão desse quadro", afirma Delben Leite.

Na opinião de Delben Leite, a reversão das expectativas da economia brasileira somente será possível com o estímulo aos investimentos, "de forma bastante agressiva, para que se crie um ambiente de crescimento econômico. As diretrizes de políticas econômicas anunciadas pelo governo precisam – segundo o presidente da Abimaq - ser transformadas em propostas definitivas e com isso o País ganha condições de voltar a crescer de forma saudável. O crescimento do investimento é a única maneira de promover o crescimento do consumo sem a criação de tensões inflacionárias", explica Delben Leite.

Os indicadores da Abimaq apontam ainda que o número de empregados mantém-se estável, uma vez que o setor empregou até maio de 2003 um total de 178.041 trabalhadores contra 177.928 trabalhadores no mesmo período de 2002, o que representa uma ligeira elevação de 0,1%.

NOVOS RUMOS
Participação brasileira na Automechanika México é recorde
A mostra, em sua quinta edição, acontece de 16 a 18 de julho, na Cidade do México, no Centro de Exposições e Convenções Las Américas.

A participação brasileira na PAACE Automechanika México 2003 - Feira Internacional de Autopeças e Serviços Automotivos, que acontece no período de 16 a 18 de julho, no Centro de Exposições e Convenções Las Américas, na Cidade do México, será recorde: 19 expositores.

"Esta participação recorde de empresas brasileiras pode ser atribuída a diferentes fatores. Os principais são o equilíbrio do câmbio e a estabilidade do Real, que motivaram e viabilizaram o investimento na feira. Acordos recentemente formalizados entre os setores automobilísticos brasileiro e mexicano também atraíram as empresas brasileiras", explica Alexandre Brigagão, Diretor de Negócios Internacionais da Messe Frankfurt do Brasil.

Na edição anterior, em 2002, a feira ocupou 5.562 m2 de área útil do moderno Centro de Exposições e Convenções Las Américas. Lá estiveram reunidos 423 expositores, de 19 países, que receberam a visita de 11.500 profissionais provenientes de 35 países. É neste mesmo local, pela segunda vez consecutiva, que será realizada a mostra deste ano, que é considerada a porta de entrada para negócios do setor nas Américas do Norte e Central.

O Brasil, cada vez mais, vem estreitando o seu relacionamento com o México. Um exemplo claro deste fato é o acordo comercial recentemente firmado entre os dois países - a principal resolução estabelece que haverá uma redução anual de tarifas até se chegar a uma realidade de área de livre comércio em 2005. Trata-se de uma parceria que tem tudo para se consolidar, principalmente pelo fato de que a frota de veículos mexicana é muito similar a do Brasil.

A subsidiária brasileira da Messe Frankfurt - organizadora da feira - está intensificando os seus trabalhos neste momento, junto aos 19 expositores brasileiros que estarão participando do evento, oferecendo todo o suporte necessário na preparação da feira. "Nosso objetivo é contribuir para que eles tenham bastante sucesso, pois ao atingirem os seus objetivos no evento, com certeza programarão o retorno à edição de 2004", destaca o diretor de negócios internacionais da Messe Frankfurt do Brasil.

Congresso Internacional da Indústria Automotiva do México - Contando com o apoio do Ministério da Economia do México e do INA (Indústria Nacional de Autopeças), será realizado de 15 a 18 de julho, no mesmo local da PAACE Automechanika México 2003 o Congresso Internacional da Indústria Automotiva do México. O evento, também organizado pela Messe Frankfurt, terá uma série de painéis de discussões e seminários que serão conduzidos por líderes industriais do setor, como também por representantes oficiais dos governos do México e dos Estados Unidos. Entre os tópicos que serão discutidos, destacam-se o meio ambiente e a segurança nas indústrias automotivas das Américas do Norte, Central e Sul.

Automechanika Istambul 2003 - A Automechanika Istambul 2003, realizada no período de 10 a 13 de abril, foi um grande sucesso. Esta edição da mostra marcou recordes de número de expositores e de público. Estiveram presentes 407 expositores, que receberam 19.200 visitantes, em uma área de 20 mil m2 de exposição.

Dez feiras no mundo - A Automechanika México integra o grupo de 10 edições anuais e bienais das feiras Automechanika, organizadas pela Messe Frankfurt. Considerada a mais importante rede de feiras do setor automotivo do mundo, versões da Automechanika acontecem em Frankfurt, São Petersburgo, Istambul, Cairo, Singapura, Guangzhov (China), Nova Delhi, Beijing, Buenos Aires e Cidade do México.

As Automechanikas atendem a toda a cadeia da indústria automotiva e são divididas em oito grupos de produtos: Autorepair, Autocare, Autocolor, Autobusiness, Autotronic/OEM, Autoparts/OEM, Autoaccessories/OEM e Autoenvironment. Uma série de eventos paralelos, como congressos, seminários e workshops, é preparada a cada edição, com as últimas novidades do setor e peculiaridades da indústria local.

SAINDO NA FRENTE
EXPO 2005 estará
apresentando sistemas futurísticos de trânsito

A Associação Japonesa para a Exposição Mundial de 2005 (The Japan Association for the 2005 World Exposition) e a Toyota Motor Corporation (TMC) anunciaram ter ingressado num projeto conjunto para oferecer transporte no local para a Exposição Mundial de 2005 (2005 World Exposition) em Aichi no Japão, utilizando avançadas tecnologias de transporte.

A movimentação dos visitantes dentro da área de Nagakute da EXPO 2005 será facilitada pelo Sistema Inteligente de Trânsito Diversificado (Intelligent Multimode Transit System - IMTS) da TMC, que apresenta veículos não acoplados mecanicamente movimentando-se em grupos. Enquanto isso, os ônibus híbridos de célula de combustível acionada por hidrogênio, desenvolvidos pela TMC auxiliarão na movimentação entre as áreas de Nagakute e Seto.

Através do acordo, a TMC desenvolverá e fornecerá os veículos, enquanto que a Associação desenvolverá a infra-estrutura relacionada, operando e administrando o sistema. Devido o projeto envolver a primeira operação em escala total do IMTS sem trilhos, mas semelhante ao trem, a Associação obteve permissão do governo japonês para operação de veículo em estrada de ferro.

Como o objetivo da EXPO 2005, a ser realizada de 25 de março a 25 de setembro de 2005, é de propor um novo modelo social global para o século vinte e um, a Associação tem estudado sistemas futurísticos de trânsito, em concordância com a ecologia, que fossem seguros, confortáveis e agradáveis para viajar.

Enquanto isso, a TMC foi perspicaz em oferecer as pessoas uma experiência em primeira mão do IMTS como um sistema de trânsito urbano da próxima geração e da eficiência e potencial de veículos com célula de combustível.

Com o trabalho em andamento através da companhia Aichi Rapid Transit Co., Ltd. para iniciar o primeiro serviço linear de carro a motor em levitação magnética do Japão (Transporte de Superfície em Alta Velocidade) (High Speed Surface Transport, ou "Linimo") como um meio de acesso à área de Nagakute, a utilização do IMTS e dos ônibus híbridos de célula de combustível possibilitarão que os visitantes da EXPO 2005 experimentem sistemas futurísticos de trânsito em massa viajando para, entre, e dentro das áreas de exposição do evento.

O IMTS está baseado na mais avançada tecnologia de Sistemas Inteligentes de Transporte (Intelligent Transport Systems) e permite uma operação automática, não tripulada, e operação em grupos (diversas unidades movimentando-se em formação de fila em velocidades unificadas) de ônibus em estradas dedicadas, ou então uma operação manual em estradas comuns.

O sistema agrupa a pontualidade, velocidade e capacidade de trens com a eficiência econômica e a flexibilidade do ônibus. O ônibus híbrido de célula de combustível opera em motores acionados por células de combustível supridas por hidrogênio em alta pressão e uma bateria híbrida secundária de níquel-metal.

Diferente dos veículos abastecidos com gasolina e diesel, este sistema não emite dióxido de carbono ou outras substancias tóxicas, possuindo uma elevada eficiência em energia, e é super quieto.

FONTE: Japan Association for the 2005 World Exposition

EM DESENVOLVIMENTO
Fechado acordo para fabricação do carro a ar comprimido

Recentemente foi acordado em Nice, França, uma licença de fabricação de automóveis com motor de ar comprimido MDI para os países da Colômbia, Peru, Equador e Panamá.

A empresa com a qual chegamos a acordo é a MDI Andina S.A., e é composta por vários empresários de nacionalidade colombiana vinculados a entidades públicas e governamentais do país.

Depois de uma exaustiva verificação, tanto dos aspectos técnicos, como financeiros do negócio, os novos associados realizaram uma viajem prévia por Espanha para conhecer pessoalmente todos os espanhóis que já acordaram as licenças de fabricação do MDI.

Uma vez realizadas todas as comprovações e retiradas todas as duvidas, os representantes da MDI Andina S.A. negociaram em Barcelona os pontos finais do contrato com os representantes oficiais da marca, acompanhando-os a França para a assinatura final do acordo.

Com mais esta são 50 as licenças de fabricação acordadas para todo o mundo, de um total de 400 disponíveis. Alguns dos países que já acordaram licenças de fabricação foram Fran ça, Israel, Espanha, Portugal, Itália Nova Zelândia, República da África do Sul, México, etc.

Sendo que a cessão de direitos por país para a fabricação e venda dos automóveis é a única fonte de financiamento do inventor, o Sr. Guy Nègre. Por esta razão este novo contrato, de quase 10 Milhões de Euros, permite dar um grande passo adiante para o lançamento no mercado mundial do veiculo não contaminante MDI.

Dois anos de atraso

Sem dúvida que a pergunta mais recebida na nossa página de Internet, www.motordeaire.com, é, "Quando será lançado o Automóvel?". Nos meios de comunicação anunciaram-se metas que o MDI não pôde cumprir. No entanto as coisas não têm sido fáceis para iniciar a fabricação dos automóveis em série, propondo uma mudança tecnológica tão grande, sem haver qualquer apoio econômico, a não ser apenas o financiamento próprio.

Até agora nenhuma das instituições a quem foi apresentado o projecto quis investir na fase inicial, se bem que se tenham mostrado disponíveis fazê-lo quando o automóvel estiver lançado. A ausência de ajuda é só por si o maior entrave. Esta falta de apoio económico por parte das instituições públicas tem obrigado a MDI a recorrer à iniciativa privada, o que tem provocado atrasos no desenvolvimento da sua tecnologia.

No entanto o projecto tem conseguido avançar. Comercialmente falando, o automóvel foi apresentado em Londres, contando na assistência com o Ministro do Meio Ambiente do Reino Unido, em São Paulo, tendo mais de 600 assistentes tendo-se aberto negociações com numerosos investidores dos 5 continentes. Por outro lado, em Nice na França, prosseguem as obras para a construção da primeira fábrica de automóveis em série, tendo entretanto o Sr. Guy Nègre voltado a surpreender com o seu novo modelo, o "MiniCAT´s", e com a aplicação da sua tecnologia ao transporte público e de mercadorias.

NOVOS MODELOS, NOVAS APLICAÇÕES - Na anterior edição do Salão Mundial do Automóvel de Paris 2002, Guy Nègre apresentou o seu novo protótipo, o MiniCAT´s. Este modelo tem as mesmas características de consumo e ecológicas que os seus anteriores modelos, pode atingir 200 Km dentro de uma cidade com um consumo de 2 euros, emitindo pelo seu tubo ar limpo a - 20 Graus. Mas a sua inovação principal é que, com apenas 2,65 metros de largura, possui três lugares (com o do condutor ao centro) e um porta bagagens tão grande como um comercial convencional.

Ao mesmo tempo o Sr. Nègre concebeu um veiculo bio-energético para grandes trajectos. Preparado para funcionar só com ar comprimido na cidade e com ar comprimido+gasolina, fora desta, o RoadCAT´s consegue uma autonomia de mais d e 2.000 Km, com 100 m ³ de ar comprimido e 50 litros de gasolina. Desta forma o automóvel MDI, deixa de ser um veiculo exclusivamente urbano, podendo ser utilizado igualmente para grandes trajectos. Outras aplicações, da tecnologia MDI, são: área da náutica, os grupos electrógenos e todas aquelas em que se pode aplicar o ar comprimido como sistema de acumulação de energia.

A concepção dos MultiCAT´s como veículo de transporte urbano de contaminação zero inclui também importantes vantagens económicas. O mesmo consiste num módulo de pilotagem e vários módulos de transporte, tipo comboio com rodas pneumáticas, conseguindo transportar 135 pessoas com um custo energético de 2,5 Euros por cada 100 Km por módulo, podendo permitir as entidades públicas locais oferecer transporte praticamente gratuito aos seus cidadãos. Neste momento está a negociar-se a venda da primeira licença de fabricação dos MultiCAT´s, que será adquirida para Espanha e Portugal por um grupo composto pelos futuros fabricantes dos automó veis espanhóis e outras empresas no sector dos transportes e da energia.

PARA SABER MAIS:

FOTOS:

Assinatura em Nice da nova licença para o Pacto Andino:
http://www.motordeaire.com/Img/Firma.jpg

Apresentações dos automóveis em Barcelona, São Paulo e Londres:
http://www.todohotel.com/Comu/eventos.html

Estado actual da nova unidade de fabricação em série:
http://www.motordeaire.com/fabrica.html

O MiniCAT´s no Salão Mundial de Automóvel de Paris 2002:
http:// www.motordeaire.com/Img/SalonParis.jpg

A tecnologia MDI:
http://www.motordeaire.com/como.html

Os MultiCAT´s: um novo conceito de transporte urbano:
http://www.motordeaire.com/otras_aplicaciones.html

Outras aplicações e sistema de recarga:
http://www.motordeaire.com/estacion.html

PÁGINAS DA WEB:

http://www.motormdi.com (Português)
http://www.motordeaire.com (Espanhol)
http://www.theaircar.com (English)

CURIOSIDADE
Você sabe o que é um não tecido?
Cada vez mais utilizados no dia-a-dia do consumidor, os “nãotecidos” estão presentes em vários produtos e colaboram para que o mercado de tecidos técnicos movimente mais de US$ 1 bilhão por ano no Brasil.

“Nãotecido” é uma estrutura plana flexível e porosa constituída de véu ou manta de fibras ou filamentos, orientados direcionalmente ou ao acaso, consolidados por processo mecânico (fricção) e/ou químico (adesão) e/ou térmico (coesão) ou a combinação destes. Ou seja, as fibras não são tecidas pelo modo convencional através de tecelagem ou malharia.

Com produtos direcionados para diversas áreas e utilizações, como agricultura, decoração, ecologia, construção, indústria, embalagem, confecção, medicina, proteção, geotêxtil, transporte e esportes, entre outras, os “nãotecidos” já podem ser encontrados em vários produtos, desde forrações para urnas funerárias, passando por alto-falantes, fitas indicadoras de gravidez, panos de limpeza e roupas especiais e de segurança, até papéis de parede, travesseiros e fitas impressoras para máquinas, entre outras utilizações.

Para se ter uma idéia do potencial brasileiro, vale destacar que o Brasil, que detém 72% do faturamento e produção de “nãotecidos” na América do Sul, gerando US$ 365 milhões ao ano (33% do mercado de têxteis técnicos), produziu, no ano passado, o mesmo volume de fraldas descartáveis apontado no Japão, país que possui uma renda per capita muito superior à nossa.

Para divulgar novos produtos e tecnologias para os convertedores e transformadores, ou seja, empresas que utilizam tecidos técnicos e nãotecidos para a produção de produtos finais como fraldas, roupas de proteção, equipamentos e peças para automóveis, calçados e produtos de higiene, entre outros, será realizada em São Paulo, no período de 11 a 13 de novembro 2003, a Techtextil South America 2003, maior feira sul-americana do segmento organizada pela Guazzelli Messe Frankfurt e apoiada pela Abint – Associação Brasileira das Indústrias de NãoTecidos e Tecidos Técnicos.

Caso seja de seu interesse repercutir o assunto, demonstrando “o que é um nãotecido” e apresentando vários produtos confeccionados dentro desta inovadora tecnologia, poderemos disponibilizar técnicos, fabricantes e as últimas novidades lançadas pelo setor para ilustrar e complementar a matéria.

SEGURANÇA
Marca Loctite comemora 50 anos
Com a descoberta dos adesivos anaeróbicos, a tecnologia proporciona a seus clientes tempo e custo reduzidos

Há 50 anos, a simples fixação de um parafuso era um problema que os engenheiros tinham muita dificuldade em esolver. Nenhum método resistia à ação do tempo, com contínuas vibrações que soltavam a peça.

A partir disso, surgiu uma tecnologia revolucionária, denominada "adesivo anaeróbico", descoberta pelo fundador da tecnologia Loctite (hoje considerada marca da empresa Henkel), o professor de química Vernon Krieble. E tudo começou por acaso...

Em 1953, Vernon Krieble esqueceu um material com propriedades colantes em condições anaeróbicas na gaveta de seu laboratório, localizado no porão da Trinity College, EUA. Depois de um certo período, ele percebeu que o material estava fixado na gaveta. O poder de adesão era grande, e Vernon Krieble notou que o adesivo somente se solidificava na ausência do ar e em contato com metais.

O produto, se aplicado em parafusos, preencheria totalmente os espaços entre as roscas, expulsando o ar e endurecendo, garantindo não só a fixação, mas também a vedação perfeita.

Hoje, a Henkel, através de sua Divisão de Adesivos de Engenharia Marca Loctite, oferece diferentes tipos de adesivos anaeróbicos para travamento de parafusos, vedação de flanges e fixação de eixos, rolamentos e buchas. Com apenas uma gota de adesivo, substituem-se métodos complexos de fixação mecânica.

O mercado de adesivos anaeróbicos movimenta milhões em todo o mundo, onde a marca Loctite, da Henkel, lidera na participação de mercado.

No decorrer de seus 50 anos, a marca apresentou outras inovações, como o lançamento do Super Bonder, silicones que não oxidam metal e epóxis que, ao endurecerem, adquirem propriedades similares às do metal e da borracha.

Após sua aquisição pela Henkel, em 1997, a Marca Loctite conta hoje com 300 diferentes tipos de produtos, ampliando sua linha de soluções em adesivos.

"Para 2003 reservamos uma surpresa especial: um lançamento que irá novamente revolucionar a manutenção industrial. Mas isso é para o segundo semestre" - afirma Wander Machado, gerente de marketing da Henkel, da Divisão de Adesivos de Engenharia Marca Loctite.

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