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Engenharia
Edição 43 - Julho de 2003
Conteúdo básico
A TERCEIRA REVOLUÇÃO
INDUSTRIAL
O início da mais nova
revolução industrial
"O que vem a ser sistemas mecânicos?
Sob o ponto de vista de um mecatrônico!, Podemos enumerar
várias formas
de como transformar idéias em sistemas mecânicos"
Tudo se iniciou em abril de 2000, quando no Brasil um mecatrônico
percebeu que a melhor ferramenta seria entender a Internet,
primeiro! Passou a observar o comportamento dos usuários
(internautas), dentre eles adolescentes que montavam programas
em html para visualizar suas visões de sonhos juvenis.
Assim embuído por esta iniciativa lúdica
por parte destes adolescentes, resolveu arregaçar
as mangas e por em prática suas teorias, vindo primeiramente
a fazer contatos com as universidades, e em paralelo estudando
por conta html, para montar um site voltado para projeto
social, aonde poderia reciclar brinquedos usados e doar
nos finais de anos, para crianças carentes em bairros
pobres.
Numa das pesquisas se defrontou com o depoimento de um
profissional idoso, que tinha sentido que já não
conseguiria um novo emprego! Devido a idade avançada.
Mas, enganou-se por ter tido a arrojada idéia de
se atirar no mundo cibernético, obteve um novo emprego,
estando empregado até hoje.
Perante este acontecimento deste profissional idoso, por
que não também tentar utilizar a Internet
para dinamizar sua área de mecatrônica, assim
como encontrar alguma empresa que pudesse investir e dar
continuidade a seus trabalhos, colocando em práticas
algumas aplicações em automação
e robótica! Guardados a sete chaves desde 1983, hein!
Um dos fatos que lhe chamou atenção foi
que este profissional idoso conseguiu jogar a primeira pedra
no Brasil, para quebrar o tabu que idosos são à
partir dos 40 anos descartáveis. Assim teve propósitos
para se atirar também, confiante na globalização
e, isto iremos comentar aqui, o por que de se entender a
parte humana em recursos humanos, como pré-requisitos
para se chegar a imaginar como se possa criar idéias
e transformá-las em sistemas mecânicos, por
sua vez em automação e robótica?
Um dos propósitos neste artigo é mostrar
que houveram recentemente grandes mudanças sócio-econômicas
e que muitos "head-hunter", mudaram seus pontos
de vistas, em que se retratam a contratações
de profissionais, ou seja mudaram conceitos, estes os quais
iremos descrever aqui, para que você leitor possa
compreender a analogia por uma metodologia implantada por
um professor em robótica em 2001, que deu certo atingindo
uma outra finalidade a de engajar jovens potenciais para
mostrar na mídia que no Brasil existem muitos, que
se empenham em buscar novos horizontes, dentre eles como
partir do senso comum até se construir sistemas mecânicos.
É, necessário ser demagogo no Brasil, em
vista que muitos não aceitam determinadas mudanças!
Assim como o que iremos descrever aqui servirá para
abrir um pouco o campo de visão de muitos empresários,
governantes e agentes em recursos humanos que possuem um
conhecimento distorcido dos fatos e que muitos profissionais
em mecatrônica são na verdade mal empregados,
por existirem falhas também na legislação
a que trata quem é quem em campos que envolvem mecânicos,
técnicos, engenheiros, especializados, pós-graduados,
professores e formandos dos cursos de tecnologias mecânicas,
eletrônicas, eletrotecnicas, engenharias de automação
e controle, mecatrônica, computação,
ciências da computação, mecânica
fina, etc.
Uma questão muito em voga é no que se refere
ao conceito de quem seja um engenheiro mecatrônico?
Pois bem, antes de tudo é bom lembrar que para muitos
antes de se opinar e publicar em jornais anúncios
de empregados procurados, para tais finalidades, seria bom
consultar as universidades da UNICAMP, principalmente aonde
se concentram grandes cientistas, engenheiros da área
de mecatrônica, professores famosos e averiguarem
primeiro quem é quem no mundo mecatrônico.
Tem sido veiculado em jornais, anúncios de engenheiros
mecatrônicos, de forma que se misturaram conceitos
de formação em engenharia elétrica,
como se atribui-se que o engenheiro mecatrônico seja
um engenheiro elétrico! Engano se cometem no dia-a-dia,
quando temos a oportunidade de lermos anúncios mal
formulados. Assim sem um verdadeiro conceito fica difícil
definir como chegar-se a construir sistemas mecânicos,
por quem?
Numa sala virtual se pronunciaram diversos profissionais
que sempre os elétricos possam agir como engenheiros
mecatrônicos, dando a entender que a legislação
pende para a engenharia elétrica somente, mas quanto
aos engenheiros mecânicos, nada cabem!!! E, aos eletrônicos,
e agora para os novos em engenharia de controle e automação,
aos engenheiros mecatrônicos, foram relegados a segundo
plano, por falta de uma legislação adequada!

Desta forma, não restou outra alternativa e o professor
em robótica teve que entrar na sala e apresentar
argumentos a quem de direito assinar projetos de automação!
Pois não se pode perceber se eles conseguiram definir
quem poderia ou não assinar projetos de automação?
Tamanha a falta de disseminação de informações
neste país, praticado pelos órgãos
responsáveis, que se digam o MEC, o CREA, que nestes
últimos anos, ou décadas, desde que a mecatrônica
foi introduzida no Brasil na década de 80, ao que
se fizeram para enquadrar mecatrônicos!!!
A TERCEIRA REVOLUÇÃO
INDUSTRIAL - PÁGINA 2
A Mudança
O que mudou para se empregar "velhos" e não
jovens? Ou, o que se mudou para aceitar tecnologias daqui
de dentro, sem ter que ir buscar lá fora? Simplesmente,
nada! Por quê?
Por que através de artigos como este se procura
alertar a todos sobre novas mudanças ainda seqüelas
da globalização, que se irradiou no Brasil
por volta da década de 90, mas praticamente por causa
dos sistemas patronais se mantém aos moldes da velha
II Revolução Industrial, aonde temos muitos,
mas muitos empresários, ou até mesmo profissionais,
que ainda não entenderam o novo milênio e se
prendem a conceitos ultrapassados, dentre eles, por exemplo,
ao se dirigir a uma empresa a fim de se cotar determinado
projeto, quando se evidencia tratar-se de uma única
matriz, a resposta comum ainda é um grande "não",
ou o mais característico o menosprezo.
Todos acostumados a economia antiga, aonde se pensava e
pensam ainda em produção em larga escala,
tendo num pedido de cotação de um projeto
a idéia do superfaturamento com um valor de investimento
de milhões de dólares, assim nos moldes da
III Revolução Industrial (novo milênio),
este tipo de pensamento levou a muitas empresas a concordata
e falência, pois seus administradores não se
atualizaram para o custo Brasil, e se prendem ainda ao custo
"euro", deste modo dificilmente o Brasil tenderá
a crescer, haja vista a recente superlotação
dos pátios da empresas automobilísticas anunciadas
nos jornais e, que estão demitindo empregados devido
ao mercado não estar absorvendo seus produtos, isto
é fatídico a acontecer sempre, enquanto não
houver uma metodologia impar.
Entre estas mudanças percebeu-se que os agentes
em recursos humanos começaram a entender, quando
rejeitavam "velhos", agora sentem a grande diferença
em ter alguém com experiências a ter que contratar
recém-formados, que irão nos próximos
dez anos trilhar uma carreira e depois são jogados
na rua, pois a demanda não atendem novos investimentos
em cima de pessoal novo, mas sim agora aproveitando quem
já acumula experiências, assim tem sido a atenção
de alguns órgãos isolados no país,
que souberam investir em microempresários, enquanto
que grandes empresas vêem para o Brasil, com uma estrutura
já montada, mas ainda mantém seus agentes
em recursos humanos ultrapassados em conceitos, principalmente
quando se pretendem contratar técnicos, estes infelizes
passam por um triagem, sem contudo passarem nas mãos
de técnicos especializados.
No Brasil não existem especializados, deste modo
o crescimento e o investimento que poderia migrar para o
Brasil tende a decair, por falta de uma melhor disseminação
entre técnicos, que se diga, que no Brasil o RH ainda
poderia ser melhor, sob o ponto de vista de técnicos
deveria ser o chefe do RH um técnico, mas não
o é! Se concentra na mão de um administrador
de empresas, que tendem a implantar metodologias ultrapassadas
e não a globalizada?
Então o mecatrônico seria o elo, pois existem
uma interação entre áreas, pelo menos
o conceito trivial de mecatrônico o compele a ocupar
cargos de chefia para gerenciar outros profissionais e,
não jamais substituir um engenheiro elétrico,
ou um eletrônico, ou um mecânico, assim os conceitos
devem ser melhor apurados antes de se contratar um engenheiro
mecatrônico, ou um de controle e automação,
ou um de mecânica fina, etc.

A TERCEIRA REVOLUÇÃO
INDUSTRIAL - PÁGINA 3
Antes da Mecatrônica:
Sistemas Mecânicos, Automação e Robótica.
Estas mudanças em jovens ou de "velhos"
são resultantes do crescimento natural na ciências
tecnológicas a que um país como o Brasil teve
sedimentado, agora refloresce graças nos novos conceitos
introduzidos por um professor em robótica, autor
do artigo "Guerra de Robôs", que teve a
consagração do primeiro lugar em 2001, que
de forma indireta tornou uma cidade do sul de Minas Gerais
maior ênfase no campo de tecnologias a qual se empenhavam
os munícipes para divulgar.
Tais acontecimentos vieram num momento histórico
para a nação brasileira, mas o reconhecimento
por este ilustrado professor foi em vão, justamente
por que a legislação apresenta falhas, assim
a universidade ficou com o mérito e, simplesmente
não citam quem é quem no mundo mecatrônico.
É difícil opinar, mas quando se falam de
méritos quem vê e presente tais fatos são
os estudantes, que divulgam quem é quem no mundo
mecatrônico, por sentirem necessidade de terem um
líder como foi o professor em robótica introdutor
de uma metodologia impar, que veio a dar o empurrão
na roda, que está hoje rolou e cresce vertigiosamente,
graças a estudantes que souberam abraçar a
causa desta metodologia utilizam até hoje, porém
com orientações de outros professores, mas
que não são oriundos do mundo mecatrônico,
apenas engenheiros de outras formações, que
assim concentraram e foi dito na sala virtual que o engenheiro
elétrico é um engenheiro mecatrônico!!!
Como dito, no Brasil ainda existem muitos que confudem
conceitos, deste modo o objetivo deste artigo é justamente
esclarecer alguns pontos e de forma indireta cutucar a onça
com vara curta, para que possamos realmente enquadrar as
áreas e quem é quem?
Em nome de elevarmos o ensino superior principalmente,
que apresentou alto índice de desprestigio nas últimas
décadas. Imagine com tantas confusões, daqui
dez anos como estará o ensino superior e os que se
formaram em determinadas áreas entregues ao abandono,
como foi a mecatrônica introduzida no Brasil na década
de 80, até 2000 se manteve esquecida.
A mídia televisiva e escrita souberam e vieram
a transmitir em forma de seus trabalhos publicitários
a façanha deste professor em robótica, deste
modo ficou caracterizado quem seria um dos precurssores
da mecatrônica no Brasil.
Assim tais fatos culminaram para o estopim no mundo mecatrônico,
em 2001, principalmente por ter havido o envolvimento de
jovens, a sociedade industrial, aonde todos os tipos de
cidadões acabaram se envolvendo direta ou de forma
indireta, tal foi a repercurssão nacional e que foi
declarado a este professor em robótica por duas universidades
a do ITA e da UNICAMP, que introduziu uma metodologia impar,
bem diferenciada e jamais vista. Assim convidado publicou
na revista eletrônica Mecatrônica Fácil
de janeiro de 2002, o assunto "Guerra de Robôs"
no Brasil.
Passados 2001, 2002 e neste corrente ano de 2003, este
professor teve sua "autopromoção"
pela repercurssão nacional como resultante que aderiu
em abril de 2000, a iniciar-se no mundo Internet, quando
acreditava que mudanças só aconteciam se trabalhássemos
sem depender de recursos financeiros dos outros, o que normalmente
acontece, ainda e infelizmente tem sido notado, que aqueles
que necessitam de algum tipo de construção
por falta de uma metodologia em administração
de materiais não obtém o sucesso e acabam
arquivando seus projetos, quando acreditam que o patrocínio
é o único caminho, assim fadados ao fracasso
na primeria instância.
Desta forma a metodologia do professor em robótica,
eis que ao denotar professor em robótica, seja um
profissional competente com experiências em empresas,
ou se diga um prático e menos teórico, pois
assim tem como superar suas limitações e construir
sistemas mecânicos de acordo com sua capacidade própria,
o que difere hoje quando se abrem concursos públicos
para profissionais ocuparem cargos de professor em robótica,
não haverem os devidos requisitos para investidura
do cargo.
Este assunto de investidura de cargo, é algo sério
e real hoje nas universidades brasileiras, as quais o melhor
método de medição da qualidade de ensino
é através da escola do futuro, aonde o professor
que foi empossado sem contudo possuir as devidas qualificações
estar fadado ao insucesso, havendo o denegrimento do ensino
superior, pois os formandos que o digam quando forem aplicar
conceitos mal formados em salas de aulas, terão no
final de mês ao invès de um holerith sim uma
demissão por imcompetência e quem seriam os
responsáveis por isto? Aqueles professores que fizeram
parte de uma banca e aprovaram candidatos desqualificados,
neste caso da robótica.
Tanto é o quadro caótico, que se pode comprovar
em dois concursos públicos em duas universidades
brasileiras, as quais foram consultadas o por que de tais
requisitos? E, como resposta veio que foi consultado apenas
o MEC e um órgão financiador para a pesquisas.
Assim comprovou-se o empobrecimento da falta de conhecimento
por parte dos organizadores, que poderiam ter consultados
órgãos colegiados capazes que se encontram
em grandes universidades brasileiras, mas nenhuma delas
foi dirigida esta questão. Acredita-se que já
existam empossados por aí, professores de robótica
não adequados ao cargo e como serão evidenciados!
Sistemas Mecatrônicos 1983-2001
Podemos dizer, que não só este professor
em robótica esteve e esteja se esmerando a dar continuidade
a sua metodologia, hoje conhecida e derivada dos conceitos
da robótica educacional e da escola do futuro, que
muitos outros professores e profissionais de outras áreas
também estão relutando para trazer a sociedade
brasileira melhorias em qualidade de vida, este é
o objetivo do autor deste artigo e de todos brasileiros
neste novo milênio.
Mas como fazer? Escrever artigos como iniciar-se de idéias
virtuais para sistemas mecânicos! Expondo ao público
brasileiro como se empregam uma metodologia fugindo do escopo
apregoado por conceitos obsoletos resultantes da II Revolução
Industrial e sim aos moldes da atual III Revolução
Industrial?
Enfim, pode este autor (professor mecatrônico),
com palavras escritas trazer ao leitor um pouco de sua sabedoria
acumulada e comprovada experimentalmente em laboratórios
de universidades e de empresas nacionais, multinacionais
e transacionais! Aonde empregou da teoria à prática
e resultou na mídia uma metodologia rápida,
eficaz e surpreendente, pois em poucos meses (abril de 2001
a setembro de 2001) fez o que muitos professores com 10,
20, 30 anos ou mais de casa, não conseguiram realizar,
por quê?
Respostas globalizadas seriam então! Ou, pelo fato
de ser um remanescente mecatrônico de formação
em 1983, em que naquela época os governantes estavam
preocupados com a "Química Fina", que representava
maiores divisas ao país, que poderiam trazer novos
investimentos, que a "Mecânica Fina" ficou
esquecida até 2001, ou que se possa apregoar até
hoje!!!

A TERCEIRA REVOLUÇÃO
INDUSTRIAL - PÁGINA 4
III Revolução
Industrial
Passados todos estes anos (1982 - 2002), a mídia
e os governantes perceberam que a mecatrônica ficou
em segundo plano e deste modo estão se preparando
para atualizar este conceito perdido, através da
participação direta e pelo novo governo, em
termos um presidente de origem metalúrgica, isto
é de importância nacional e histórico,
para a área de ciências tecnológicas,
que tanto se perdeu ao longo dos últimos anos.
Quando se falam de defasagem histórica é
bom salientar em quantos anos o Brasil se encontra atrasado
em relação a Europa! Que se diga resultante
às pesquisas deste professor em robótica desde
1983, pode-se atribuir que estejamos em pelo menos um século
e três décadas, quando sim, existem milhares
de projetos arquivados por parte da comunidade científica,
dentre eles pode ser visto o trabalho de mestrado deste
professor em robótica, um instrumento inédito
para a área de medições aerodinâmicas
(primeiro), mas que ninguém se importou!
Tomamos como exemplo este trabalho comprovado em laboratório
na teoria e na prática, porém nunca ou jamais
foi interesse de se investir num projeto isolado? Assim
temos como reflexo milhões de projetos de pós-graduados
esquecidos e, que se fossem realmente aplicados poderia
reverter o atraso do Brasil!
Considerando a "Guerra de Robôs" de 2001,
estopim, estaríamos em crescimento, quando puderam
mostrar os potenciais nas mãos de universitários,
os quais muitos hoje são orientados via Internet
via e-mails, pois assim foi resultante aos moldes da III
Revolução Industrial. Como ser um prático?
O que se medem além de ser técnicos não
é abordarem e abraçarem sua área profissional,
mas sim questionarem outros tipos de profissionais, por
exemplo imaginarmos como um produto nasce dentro de uma
empresa! Você leitor saberia listar como um produto
nasce? Como seria os caminhos de manufaturados dentro de
uma empresa! Quem são as pessoas envolvidas em todos
os departamentos? E, por que devem existir diferentes profissões
dentro de uma empresa?

Pois bem, tudo é necessário ser analisado
e isto pela III Revolução Industrial caberia
a um engenheiro mecatrônico, pois reúne conhecimentos
básicos de todas as áreas, assim se diga ser
um novo supervisor, diretor, assistente, para dirigir uma
empresa, aos dias de hoje.
Relegado ao plano mais alto, sim. Por que tem a visão
classicista e mecanicista, devido a sua formação
anterior em nível médio em mecânica,
e da graduação em mecatrônica, e o que
mais se possa atribuir com pós-graduações
em automação e robótica, confere a
um engenheiro mecatrônico original todas as atribuições
para ser sim um dirigente industrial ou até um assistente
de reitoria de qualquer universidade e não como está
sendo hoje direcionado à substituir outros engenheiros,
o que se possa dizer um erro da legislação
que permitiu a perda da originalidade e autenticidade de
um engenheiro mecatrônico.
Por outro lado fere a legislação que em
1994 por portaria foi criada o engenheiro de controle e
automação, este sim, tudo bem poderia ser
escamoteável para substituir outros engenheiros?
Mas, mesmo assim deveria existir uma legislação
a altura para colocá-lo, uma vez que existe confusão
em quem é um engenheiro mecatrônico ou um engenheiro
de controle e automação! Ou, pelas confusões
se atribuem que ambos são um só! Pelo menos
foi o que se pode perceber nos anúncios de procura
de empregados. Não saberem distinguir quem é
quem?
Robôs Ambulantes
Conclusivamente se possa dizer que este professor em robótica
seria o centro de informações, por ter vindo
a enunciar os conceitos para mecânica fina, mecatrônica,
mecânica de precisão, quando no Brasil muitos
professores universitários são leigos nestes
assuntos, com raras exceções.
Por quê tanta demagogia? Justamente por que ainda
temos nada construído no Brasil, quando tomamos por
exemplo robôs de soldagem, as grandes empresas que
o utilizam trouxeram de fora, ou foram montados aqui no
Brasil! Assim aonde estariam os jovens formados em mecatrônica,
quer sejam de nível médio, quer sejam de nível
superior, com certeza trabalhando com outros tipos de sistemas
mecânicos! Ou, construindo robôs nacionais?
Uma das questões de ser demagogo é mostrar
que a demagogia parte por aqueles que detém um certo
domínio ou monopólio industrial e este profissional
na maior parte das vezes é um engenheiro elétrico,
o qual se proclama conhecedor de todas as áreas e
que por ventura poderia ser considerado um mecatrônico,
isto foi comprovado numa sala virtual, a qual participaram
uma gama de profissionais que se auto elegeram competentes
para assinarem projetos de automação.
Deste modo, surgiu o motivo de estar vindo aqui escrever
este artigo um tanto longo, para que as classes de profissionais
possam realmente enquadrarem quem é quem no mercado
de trabalho e não ficarem se delegando tarefas de
outro profissionais com o intuito de fechar o mercado em
mãos não adequadas.
Uma das características marcantes para exemplificar
este monopólio é o estatuto do CREA - Conselho
Regional de Engenharia e de Arquitetura, no qual quando
se constroe um prédio, quem assina é o engenheiro
civil, nada cabendo ao engenheiro mecânico, que pode
fazer e construir partes metálicas, então
o CREA deveria ser um órgão apenas para engenheiros
civis e arquitetos, enquanto que o mecânico deveria
ter outro órgão de classe, para poder digladiar
a quem direitos sobre projetos. Para complicar esta demagogia,
citamos a domótica, que é automação
predial, a quem então caberia assinar projetos de
domótica?
Pode-se perceber perante o exposto artigo que temos que
tomarmos medidas urgentes para selecionar, triar e classificar
quem é um engenheiro, sua classe, quem deve impelir
para regulamentações das profissões,
etc.
Um dos pontos notados a que se levou a chamar por robôs
ambulantes, são os professores que vão para
as salas de aulas apenas para ministrar a sacra aula, nunca
relegando aos estudantes os novos conceitos de escola do
futuro, principalmente.
Assim
pode-se dizer que o ensino superior, o médio estariam
ainda presos aos moldes antigos e obsoletos, dentre eles
aos preceitos industriais da II Revolução
Industrial, que de certo modo colaborou para haverem mudanças
no ensino, pois como podemos verificar nos feudos, o proletariado
se aglomeravam em volta do castelo do senhor feudal, para
supri-lo de todas seus desejos, assim originou-se o comércio
popular entre artesões, foi quando idealizaram robôs
imaginários para substituir o homem, assim um deles
foi Leonardo da Vinci que idealizou alguns projetos
mecânicos, dentre eles o helicóptero, a máquina
de escavar túneis, etc.
Na mecânica fina, podemos dizer que teve seu início
na Europa, quando artesões manufaturavam peças
médicas entre outras, que foi uma nova ciência
dos pequenos materiais a ser utilizado entre o proletariado,
assim no Brasil torna-se necessário olhar o passado,
para conformar a quem determinada área?
A TERCEIRA REVOLUÇÃO
INDUSTRIAL - PÁGINA 5
Visão Mecanicista
No mundo mecanicista para se passar idéias para
o papel e depois construir sistemas mecânicos é
necessário conhecer outras áreas além
da exatas, para poder evidenciar em como as mudanças
acontecem! E, isto para muitos profissionais é impossível
por serem meros técnicos não conseguem transpor
outras áreas, mas devido a globalização
e aos novos conceitos quanto a forma de se empregar serviçais,
estaríamos presenciando novas tendências mercadológicas.

Um dos acontecimentos que vem a marcar estas novas tendências
foi com o aparecimento da revista "Mecatrônica
Fácil" e a de "Atual" em setembro
de 2001, a qual começaram a mostrar como é
o mundo mecatrônico: automação e robótica.
Desta forma, podemos dizer que esta publicação
veio em momento oportuno a fim de se enquadrar então
quem seria ou não um engenherio mecatrônico,
o de engenharia de controle e automação, o
de computação, o de ciências da computação,
por fim as outras áreas se juntaram numa mesma revista,
isto foi excelente sob o prisma cultural e científico
para um país emergente, sair da linha da pobreza
tecnológica.
Outra divulgação maciça também,
porém virtual, trata-se do site http://http://www.mecanicaonline.com.br,
a qual traz inúmeros assuntos correlacionados para
a área automobilística, mas também
por diversos trabalhos de excelentes profissionais em novas
tecnologias.
Enfim, existe e estão surgindo novas frentes, que
de certo modo estão contribuindo para pormos os pingos
nos i, para que cada profissional seja reconhecido no seu
posto de trabalho, concomitantemente se evolue a qualidade
de vida de todos os cidadões brasileiros.
Conclusão - Torna-se necessário para
uma maior divulgação e engrandecimento desta
área de mecatrônica, que leitores possam opinar,
ou seja vir a sugerir qual assunto gostaria de abordar.
Deste modo entrem em contato com a editora para que possam
haver esclarecimentos, isto é o que importa para
valorizarmos os profissionais e seus trabalhos no Brasil
e digamos "não" a estrangeiros que com
visto de turistas estão ocupando lugares de brasileiros
em postos de trabalhos.
Na Europa se você for para lá trabalhar,
por ser latino é barrado e não aceito, deste
modo vamos criar nossas metodologias e participarmos de
outros assuntos para o engradecimento de nosso vultuoso
país.
*Pastore, P. L., ex-professor em robótica, engenheiro
mecânico especializado em projetos da mecânica
fina pela EESC/USP em 1983.
LANÇAMENTO
Tem novo termovisor na área
O novo Thermoview Ti30 mostra a imagem témica
e a temperatura medida permitindo a qualquer profissional
de manutenção de plantas industriais fazer
o donwload dos dados com a qualidade e quantidade de informações
necessárias para gerar relatórios para análise.
- O Thermoview Ti30, uma nova classe de produto no mercado
de termovisores.
A
Raytek® Corporation, líder mundial em termometria
infravermelha lança o ThermoView Ti30, um novo
termovisor que, pela primeira vez, permite aos profissionais
de manutenção da planta com simples treinamento
conduzir um produto de custo efetivo, para inspeções
de manutenção preditiva com alta precisão
e também detectar falhas e problemas.
O Thermoview - um termovisor de alta performance, foi projetado
para maximizar a manutenção preditiva e oferecer
um retorno de investimento nas inspeções em
instalações farmacêuticas, petroquímicas,
processamento de papel e celulose e outras aplicações
preocupadas com segurança, produtividade, controle
de qualidade e reduzir tempo de paradas.
O Thermoview é fácil de utilizar e faz com
que o custo e a freqüência da manutenção
preditiva sejam diminuídos consideravelmente, além
disso, possui um custo imbatível se comparado com
outros produtos no mercado.
"Esta á primeira vez que teremos um produto
que pode fazer com que o custo da manutenção
preditiva baseada em inspeções termográficas
possa ser baixo e com retorno garantido. Agora é
possível estabilizar programas de manutenção
e ver o custo efetivo disso., diz Ricardo Damasco, Gerente
Distribuição."Qualquer um pode facilmente
começar um programa manutenção preditiva,
analisar e reportar os dados."
As empresas que comprarem o Thermoview terão direito
ao treinamento especial sobre como utilizar o produto e
aprende a realizar uma inspeção termográfica.
As características do ThermoView Ti30 são:
· Detecção: uncooled microbolometers,
126 x 120 focal plane array
· Range de Medição: 0 a 250°C
· Emissividade Ajustável e Compensação
da Temperatura Refletida
· Range do Cumprimento do Espectro da onda: 7-14
microns
· Precisão: +/- 2% ou +/-2°C
· Repetibilidade: +/- 1% ou + -1°C,
· Resolução Ótica: 90:1
· Mira: single dot laser, type L2
· Capacidade de armazenamento: 100 imagens de temperatura
e dados
· A Estação Docking oferece comunicação
livre com computadores e recarregamento de baterias.
AUMENTANDO AS
EXPORTAÇÕES
Máquinas e equipamentos
caminham para o equilíbrio na balança comercial
Com o mercado interno contraído, o faturamento do
setor de bens de capital mecânicos continua em expansão
graças ao aumento expressivo das exportações,
da ordem de 31% . Esta é a avaliação
do presidente da Associação Brasileira da
Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq),
Luiz Carlos Delben Leite, ao analisar os indicadores econômicos
dos primeiros cinco meses deste ano, em relação
a idêntico período do ano anterior.
No acumulado até maio, o crescimento de 7,8% do
faturamento nominal foi impulsionado pelas vendas externas,
que passaram a ter mais de 40% de participação
no movimento do setor, enquanto no mesmo período
do ano passado a participação era de 26%.
O setor de bens de capital mecânicos faturou um total
de R$ 13,8 bilhões no período de 2003, contra
R$ 12,8 bilhões em 2002, enquanto as vendas externas
alcançaram US$ 1,8 bilhão de janeiro a maio
de 2003, contra US$ 1,4 bilhão nesse período
de 2002.
Ao mesmo tempo, as importações brasileiras
caíram 11,8%, passando de US$ 2,6 bilhões,
de janeiro a maio de 2002, para US$ 2,3 bilhões no
mesmo período de 2003. Nesse sentido, o item máquinas
e equipamentos reduz pela primeira vez o déficit
na balança comercial, que está em US$ 483
milhões, contra US$ 1,2 bilhão em igual período
do ano passado.
"Com o aumento das exportações e a queda
das importações brasileiras de máquinas
e equipamentos no período, comportamento que tem
sido constante nos últimos meses, podemos afirmar
que o item máquinas e equipamentos caminha para o
equilíbrio na balança comercial", disse
o dirigente empresarial.
A Argentina mantém o terceiro lugar no ranking do
mercado externo, com um aumento de 192% nas vendas no período
em relação ao ano passado. A balança
comercial com os Estados Unidos também tende a ser
superavitária, uma vez que foram importados US$ 617
milhões desse país e exportados US$ 607 milhões
de máquinas e equipamentos para o mercado norte-americano.
Os pedidos em carteira continuam apresentando queda no
período (-2,9%), enquanto o nível de utilização
da capacidade instalada de 76,26% está com uma variação
de 1,5% inferior à média do ano passado.
"Os dados do setor indicam que ainda estamos com queda
nos pedidos em carteira. Mas já era esperado que
isso acontecesse, em face da turbulência verificada
no final do ano passado e começo deste ano. Contudo,
acreditamos que a expectativa de um novo panorama da economia
brasileira deverá contribuir para a reversão
desse quadro", afirma Delben Leite.
Na opinião de Delben Leite, a reversão das
expectativas da economia brasileira somente será
possível com o estímulo aos investimentos,
"de forma bastante agressiva, para que se crie um ambiente
de crescimento econômico. As diretrizes de políticas
econômicas anunciadas pelo governo precisam
segundo o presidente da Abimaq - ser transformadas em propostas
definitivas e com isso o País ganha condições
de voltar a crescer de forma saudável. O crescimento
do investimento é a única maneira de promover
o crescimento do consumo sem a criação de
tensões inflacionárias", explica Delben
Leite.
Os indicadores da Abimaq apontam ainda que o número
de empregados mantém-se estável, uma vez que
o setor empregou até maio de 2003 um total de 178.041
trabalhadores contra 177.928 trabalhadores no mesmo período
de 2002, o que representa uma ligeira elevação
de 0,1%.
NOVOS RUMOS
Participação
brasileira na Automechanika México é recorde
A mostra, em sua quinta edição, acontece de
16 a 18 de julho, na Cidade do México, no Centro
de Exposições e Convenções Las
Américas.
A participação brasileira na PAACE Automechanika
México 2003 - Feira Internacional de Autopeças
e Serviços Automotivos, que acontece no período
de 16 a 18 de julho, no Centro de Exposições
e Convenções Las Américas, na Cidade
do México, será recorde: 19 expositores.
"Esta participação recorde de empresas
brasileiras pode ser atribuída a diferentes fatores.
Os principais são o equilíbrio do câmbio
e a estabilidade do Real, que motivaram e viabilizaram o
investimento na feira. Acordos recentemente formalizados
entre os setores automobilísticos brasileiro e mexicano
também atraíram as empresas brasileiras",
explica Alexandre Brigagão, Diretor de Negócios
Internacionais da Messe Frankfurt do Brasil.
Na edição anterior, em 2002, a feira ocupou
5.562 m2 de área útil do moderno Centro de
Exposições e Convenções Las
Américas. Lá estiveram reunidos 423 expositores,
de 19 países, que receberam a visita de 11.500 profissionais
provenientes de 35 países. É neste mesmo local,
pela segunda vez consecutiva, que será realizada
a mostra deste ano, que é considerada a porta de
entrada para negócios do setor nas Américas
do Norte e Central.
O Brasil, cada vez mais, vem estreitando o seu relacionamento
com o México. Um exemplo claro deste fato é
o acordo comercial recentemente firmado entre os dois países
- a principal resolução estabelece que haverá
uma redução anual de tarifas até se
chegar a uma realidade de área de livre comércio
em 2005. Trata-se de uma parceria que tem tudo para se consolidar,
principalmente pelo fato de que a frota de veículos
mexicana é muito similar a do Brasil.
A subsidiária brasileira da Messe Frankfurt - organizadora
da feira - está intensificando os seus trabalhos
neste momento, junto aos 19 expositores brasileiros que
estarão participando do evento, oferecendo todo o
suporte necessário na preparação da
feira. "Nosso objetivo é contribuir para que
eles tenham bastante sucesso, pois ao atingirem os seus
objetivos no evento, com certeza programarão o retorno
à edição de 2004", destaca o diretor
de negócios internacionais da Messe Frankfurt do
Brasil.
Congresso Internacional da Indústria Automotiva
do México - Contando com o apoio do Ministério
da Economia do México e do INA (Indústria
Nacional de Autopeças), será realizado de
15 a 18 de julho, no mesmo local da PAACE Automechanika
México 2003 o Congresso Internacional da Indústria
Automotiva do México. O evento, também organizado
pela Messe Frankfurt, terá uma série de painéis
de discussões e seminários que serão
conduzidos por líderes industriais do setor, como
também por representantes oficiais dos governos do
México e dos Estados Unidos. Entre os tópicos
que serão discutidos, destacam-se o meio ambiente
e a segurança nas indústrias automotivas das
Américas do Norte, Central e Sul.
Automechanika Istambul 2003 - A Automechanika Istambul
2003, realizada no período de 10 a 13 de abril, foi
um grande sucesso. Esta edição da mostra marcou
recordes de número de expositores e de público.
Estiveram presentes 407 expositores, que receberam 19.200
visitantes, em uma área de 20 mil m2 de exposição.
Dez feiras no mundo - A Automechanika México
integra o grupo de 10 edições anuais e bienais
das feiras Automechanika, organizadas pela Messe Frankfurt.
Considerada a mais importante rede de feiras do setor automotivo
do mundo, versões da Automechanika acontecem em Frankfurt,
São Petersburgo, Istambul, Cairo, Singapura, Guangzhov
(China), Nova Delhi, Beijing, Buenos Aires e Cidade do México.
As Automechanikas atendem a toda a cadeia da indústria
automotiva e são divididas em oito grupos de produtos:
Autorepair, Autocare, Autocolor, Autobusiness, Autotronic/OEM,
Autoparts/OEM, Autoaccessories/OEM e Autoenvironment. Uma
série de eventos paralelos, como congressos, seminários
e workshops, é preparada a cada edição,
com as últimas novidades do setor e peculiaridades
da indústria local.
SAINDO NA FRENTE
EXPO 2005 estará
apresentando sistemas futurísticos de trânsito
A Associação Japonesa para a Exposição
Mundial de 2005 (The Japan Association for the 2005 World
Exposition) e a Toyota Motor Corporation (TMC) anunciaram
ter ingressado num projeto conjunto para oferecer transporte
no local para a Exposição Mundial de 2005
(2005 World Exposition) em Aichi no Japão, utilizando
avançadas tecnologias de transporte.
A movimentação dos visitantes dentro da área
de Nagakute da EXPO 2005 será facilitada pelo Sistema
Inteligente de Trânsito Diversificado (Intelligent
Multimode Transit System - IMTS) da TMC, que apresenta veículos
não acoplados mecanicamente movimentando-se em grupos.
Enquanto isso, os ônibus híbridos de célula
de combustível acionada por hidrogênio, desenvolvidos
pela TMC auxiliarão na movimentação
entre as áreas de Nagakute e Seto.
Através do acordo, a TMC desenvolverá e fornecerá
os veículos, enquanto que a Associação
desenvolverá a infra-estrutura relacionada, operando
e administrando o sistema. Devido o projeto envolver a primeira
operação em escala total do IMTS sem trilhos,
mas semelhante ao trem, a Associação obteve
permissão do governo japonês para operação
de veículo em estrada de ferro.
Como o objetivo da EXPO 2005, a ser realizada de 25 de
março a 25 de setembro de 2005, é de propor
um novo modelo social global para o século vinte
e um, a Associação tem estudado sistemas futurísticos
de trânsito, em concordância com a ecologia,
que fossem seguros, confortáveis e agradáveis
para viajar.
Enquanto isso, a TMC foi perspicaz em oferecer as pessoas
uma experiência em primeira mão do IMTS como
um sistema de trânsito urbano da próxima geração
e da eficiência e potencial de veículos com
célula de combustível.
Com o trabalho em andamento através da companhia
Aichi Rapid Transit Co., Ltd. para iniciar o primeiro serviço
linear de carro a motor em levitação magnética
do Japão (Transporte de Superfície em Alta
Velocidade) (High Speed Surface Transport, ou "Linimo")
como um meio de acesso à área de Nagakute,
a utilização do IMTS e dos ônibus híbridos
de célula de combustível possibilitarão
que os visitantes da EXPO 2005 experimentem sistemas futurísticos
de trânsito em massa viajando para, entre, e dentro
das áreas de exposição do evento.
O IMTS está baseado na mais avançada tecnologia
de Sistemas Inteligentes de Transporte (Intelligent Transport
Systems) e permite uma operação automática,
não tripulada, e operação em grupos
(diversas unidades movimentando-se em formação
de fila em velocidades unificadas) de ônibus em estradas
dedicadas, ou então uma operação manual
em estradas comuns.
O sistema agrupa a pontualidade, velocidade e capacidade
de trens com a eficiência econômica e a flexibilidade
do ônibus. O ônibus híbrido de célula
de combustível opera em motores acionados por células
de combustível supridas por hidrogênio em alta
pressão e uma bateria híbrida secundária
de níquel-metal.
Diferente dos veículos abastecidos com gasolina
e diesel, este sistema não emite dióxido de
carbono ou outras substancias tóxicas, possuindo
uma elevada eficiência em energia, e é super
quieto.
FONTE: Japan Association for the 2005 World
Exposition
EM DESENVOLVIMENTO
Fechado acordo para fabricação
do carro a ar comprimido
Recentemente foi acordado em Nice, França, uma licença
de fabricação de automóveis com motor
de ar comprimido MDI para os países da Colômbia,
Peru, Equador e Panamá.
A empresa com a qual chegamos a acordo é a MDI Andina
S.A., e é composta por vários empresários
de nacionalidade colombiana vinculados a entidades públicas
e governamentais do país.
Depois de uma exaustiva verificação, tanto
dos aspectos técnicos, como financeiros do negócio,
os novos associados realizaram uma viajem prévia
por Espanha para conhecer pessoalmente todos os espanhóis
que já acordaram as licenças de fabricação
do MDI.
Uma vez realizadas todas as comprovações
e retiradas todas as duvidas, os representantes da MDI Andina
S.A. negociaram em Barcelona os pontos finais do contrato
com os representantes oficiais da marca, acompanhando-os
a França para a assinatura final do acordo.
Com mais esta são 50 as licenças de fabricação
acordadas para todo o mundo, de um total de 400 disponíveis.
Alguns dos países que já acordaram licenças
de fabricação foram Fran ça, Israel,
Espanha, Portugal, Itália Nova Zelândia, República
da África do Sul, México, etc.
Sendo que a cessão de direitos por país para
a fabricação e venda dos automóveis
é a única fonte de financiamento do inventor,
o Sr. Guy Nègre. Por esta razão este novo
contrato, de quase 10 Milhões de Euros, permite dar
um grande passo adiante para o lançamento no mercado
mundial do veiculo não contaminante MDI.
Dois anos de atraso
Sem dúvida que a pergunta mais recebida na nossa
página de Internet, www.motordeaire.com, é,
"Quando será lançado o Automóvel?".
Nos meios de comunicação anunciaram-se metas
que o MDI não pôde cumprir. No entanto as coisas
não têm sido fáceis para iniciar a fabricação
dos automóveis em série, propondo uma mudança
tecnológica tão grande, sem haver qualquer
apoio econômico, a não ser apenas o financiamento
próprio.
Até agora nenhuma das instituições
a quem foi apresentado o projecto quis investir na fase
inicial, se bem que se tenham mostrado disponíveis
fazê-lo quando o automóvel estiver lançado.
A ausência de ajuda é só por si o maior
entrave. Esta falta de apoio económico por parte
das instituições públicas tem obrigado
a MDI a recorrer à iniciativa privada, o que tem
provocado atrasos no desenvolvimento da sua tecnologia.
No entanto o projecto tem conseguido avançar. Comercialmente
falando, o automóvel foi apresentado em Londres,
contando na assistência com o Ministro do Meio Ambiente
do Reino Unido, em São Paulo, tendo mais de 600 assistentes
tendo-se aberto negociações com numerosos
investidores dos 5 continentes. Por outro lado, em Nice
na França, prosseguem as obras para a construção
da primeira fábrica de automóveis em série,
tendo entretanto o Sr. Guy Nègre voltado a surpreender
com o seu novo modelo, o "MiniCAT´s", e
com a aplicação da sua tecnologia ao transporte
público e de mercadorias.
NOVOS MODELOS, NOVAS APLICAÇÕES - Na
anterior edição do Salão Mundial do
Automóvel de Paris 2002, Guy Nègre apresentou
o seu novo protótipo, o MiniCAT´s. Este modelo
tem as mesmas características de consumo e ecológicas
que os seus anteriores modelos, pode atingir 200 Km dentro
de uma cidade com um consumo de 2 euros, emitindo pelo seu
tubo ar limpo a - 20 Graus. Mas a sua inovação
principal é que, com apenas 2,65 metros de largura,
possui três lugares (com o do condutor ao centro)
e um porta bagagens tão grande como um comercial
convencional.
Ao mesmo tempo o Sr. Nègre concebeu um veiculo bio-energético
para grandes trajectos. Preparado para funcionar só
com ar comprimido na cidade e com ar comprimido+gasolina,
fora desta, o RoadCAT´s consegue uma autonomia de
mais d e 2.000 Km, com 100 m ³ de ar comprimido e 50
litros de gasolina. Desta forma o automóvel MDI,
deixa de ser um veiculo exclusivamente urbano, podendo ser
utilizado igualmente para grandes trajectos. Outras aplicações,
da tecnologia MDI, são: área da náutica,
os grupos electrógenos e todas aquelas em que se
pode aplicar o ar comprimido como sistema de acumulação
de energia.
A concepção dos MultiCAT´s como veículo
de transporte urbano de contaminação zero
inclui também importantes vantagens económicas.
O mesmo consiste num módulo de pilotagem e vários
módulos de transporte, tipo comboio com rodas pneumáticas,
conseguindo transportar 135 pessoas com um custo energético
de 2,5 Euros por cada 100 Km por módulo, podendo
permitir as entidades públicas locais oferecer transporte
praticamente gratuito aos seus cidadãos. Neste momento
está a negociar-se a venda da primeira licença
de fabricação dos MultiCAT´s, que será
adquirida para Espanha e Portugal por um grupo composto
pelos futuros fabricantes dos automó veis espanhóis
e outras empresas no sector dos transportes e da energia.
PARA SABER MAIS:
FOTOS:
Assinatura em Nice da nova licença para o Pacto
Andino:
http://www.motordeaire.com/Img/Firma.jpg
Apresentações dos automóveis em Barcelona,
São Paulo e Londres:
http://www.todohotel.com/Comu/eventos.html
Estado actual da nova unidade de fabricação
em série:
http://www.motordeaire.com/fabrica.html
O MiniCAT´s no Salão Mundial de Automóvel
de Paris 2002:
http://
www.motordeaire.com/Img/SalonParis.jpg
A tecnologia MDI:
http://www.motordeaire.com/como.html
Os MultiCAT´s: um novo conceito de transporte urbano:
http://www.motordeaire.com/otras_aplicaciones.html
Outras aplicações e sistema de recarga:
http://www.motordeaire.com/estacion.html
PÁGINAS DA WEB:
http://www.motormdi.com
(Português)
http://www.motordeaire.com
(Espanhol)
http://www.theaircar.com
(English)
CURIOSIDADE
Você sabe o que é
um não tecido?
Cada vez mais utilizados no dia-a-dia do consumidor, os
nãotecidos estão presentes em
vários produtos e colaboram para que o mercado de
tecidos técnicos movimente mais de US$ 1 bilhão
por ano no Brasil.
Nãotecido é uma estrutura plana
flexível e porosa constituída de véu
ou manta de fibras ou filamentos, orientados direcionalmente
ou ao acaso, consolidados por processo mecânico (fricção)
e/ou químico (adesão) e/ou térmico
(coesão) ou a combinação destes. Ou
seja, as fibras não são tecidas pelo modo
convencional através de tecelagem ou malharia.
Com produtos direcionados para diversas áreas e
utilizações, como agricultura, decoração,
ecologia, construção, indústria, embalagem,
confecção, medicina, proteção,
geotêxtil, transporte e esportes, entre outras, os
nãotecidos já podem ser encontrados
em vários produtos, desde forrações
para urnas funerárias, passando por alto-falantes,
fitas indicadoras de gravidez, panos de limpeza e roupas
especiais e de segurança, até papéis
de parede, travesseiros e fitas impressoras para máquinas,
entre outras utilizações.
Para se ter uma idéia do potencial brasileiro, vale
destacar que o Brasil, que detém 72% do faturamento
e produção de nãotecidos
na América do Sul, gerando US$ 365 milhões
ao ano (33% do mercado de têxteis técnicos),
produziu, no ano passado, o mesmo volume de fraldas descartáveis
apontado no Japão, país que possui uma renda
per capita muito superior à nossa.
Para divulgar novos produtos e tecnologias para os convertedores
e transformadores, ou seja, empresas que utilizam tecidos
técnicos e nãotecidos para a produção
de produtos finais como fraldas, roupas de proteção,
equipamentos e peças para automóveis, calçados
e produtos de higiene, entre outros, será realizada
em São Paulo, no período de 11 a 13 de novembro
2003, a Techtextil South America 2003, maior feira sul-americana
do segmento organizada pela Guazzelli Messe Frankfurt e
apoiada pela Abint Associação Brasileira
das Indústrias de NãoTecidos e Tecidos Técnicos.
Caso seja de seu interesse repercutir o assunto, demonstrando
o que é um nãotecido e apresentando
vários produtos confeccionados dentro desta inovadora
tecnologia, poderemos disponibilizar técnicos, fabricantes
e as últimas novidades lançadas pelo setor
para ilustrar e complementar a matéria.
SEGURANÇA
Marca Loctite comemora 50 anos
Com a descoberta dos adesivos anaeróbicos, a tecnologia
proporciona a seus clientes tempo e custo reduzidos
Há 50 anos, a simples fixação de
um parafuso era um problema que os engenheiros tinham muita
dificuldade em esolver. Nenhum método resistia à
ação do tempo, com contínuas vibrações
que soltavam a peça.
A partir disso, surgiu uma tecnologia revolucionária,
denominada "adesivo anaeróbico", descoberta
pelo fundador da tecnologia Loctite (hoje considerada marca
da empresa Henkel), o professor de química Vernon
Krieble. E tudo começou por acaso...
Em 1953, Vernon Krieble esqueceu um material com propriedades
colantes em condições anaeróbicas na
gaveta de seu laboratório, localizado no porão
da Trinity College, EUA. Depois de um certo período,
ele percebeu que o material estava fixado na gaveta. O poder
de adesão era grande, e Vernon Krieble notou que
o adesivo somente se solidificava na ausência do ar
e em contato com metais.
O produto, se aplicado em parafusos, preencheria totalmente
os espaços entre as roscas, expulsando o ar e endurecendo,
garantindo não só a fixação,
mas também a vedação perfeita.
Hoje, a Henkel, através de sua Divisão de
Adesivos de Engenharia Marca Loctite, oferece diferentes
tipos de adesivos anaeróbicos para travamento de
parafusos, vedação de flanges e fixação
de eixos, rolamentos e buchas. Com apenas uma gota de adesivo,
substituem-se métodos complexos de fixação
mecânica.
O mercado de adesivos anaeróbicos movimenta milhões
em todo o mundo, onde a marca Loctite, da Henkel, lidera
na participação de mercado.
No decorrer de seus 50 anos, a marca apresentou outras
inovações, como o lançamento do Super
Bonder, silicones que não oxidam metal e epóxis
que, ao endurecerem, adquirem propriedades similares às
do metal e da borracha.
Após sua aquisição pela Henkel, em
1997, a Marca Loctite conta hoje com 300 diferentes tipos
de produtos, ampliando sua linha de soluções
em adesivos.
"Para 2003 reservamos uma surpresa especial: um lançamento
que irá novamente revolucionar a manutenção
industrial. Mas isso é para o segundo semestre"
- afirma Wander Machado, gerente de marketing da Henkel,
da Divisão de Adesivos de Engenharia Marca Loctite.
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