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Tecnovidade
Edição 43 - Julho de 2003
Conteúdo básico

LANÇAMENTOS DO PRIMEIRO SEMESTRE
BMW faz sucesso desde 1961 com a Série 5
A linhagem da Série 5 nasceu para ser diferente e empolgar o motorista. O primeiro deles, o BMW 1500, era equipado com motor de 80 cv e conforto para cinco pessoas. O novo S5, que chega no mês que vem à Europa, tem o que há de mais moderno no mundo automotivo e continua encantando os fãs da marca.

A década de 60 trouxe importantes mudanças nos automóveis. A tecnologia começava a despontar e motores mais fortes eram estrelas de um mundo ainda longe da crise do petróleo.

Na Alemanha, onde Volkswagen e Mercedes reinavam, a BMW lançava a Série 5, que se tornaria célebre e deixaria uma grande família futura, chegando ao belo modelo 2003. A idéia da montadora era desenvolver um modelo diferente, inovador, fora dos padrões da época.

Um carro elegante, de quatro portas de tamanho médio, vocação esportiva e motor poderoso. Que fosse suficientemente confortável para cinco passageiros e suficientemente ágil para uma condução mais rápida. Os executivos da BMW lhe deram o nome de “A Nova Classe”. Em 1961, nascia o BMW 1500.

O projeto da Nova Classe não era conservador nem era influenciado pelo estilo americano. Ao contrário. Era mais inspirado nas linhas italianas, afinal de contas o projetista italiano Michelotti de Giovanni encabeçava o projeto. O motor em linha de 4 cilindros contava com uma potência máxima de 80 cv a 5700 rpm, levando o BMW 1500 a uma velocidade superior a 150 km/h.

A supensão McPherson, bastante avançada à época, era um de seus destaques, garantindo um rodar firme e confortável. O BMW 1500 teve uma resposta muito positiva da imprensa especializada. Um ano depois, em 1962, começava a sua produção. O modelo ganhou motor 1.8 e 90 cv, passando a chamar-se BMW 1800. Em 1964 e 1966, respectivamente, surgiram o BMW 1600 e 2000.

E em 1969 o modelo superior da Nova Classe apareceu na forma do BMW 2000 Tii, o primeiro da BMW a ter um sistema de injeção de combustível. Até o fim da produção em 1972, a Nova Classe tinha se tornado o BMW mais bem-sucedido, com 329.626 carros produzidos. A BMW finalmente tinha se tornado um grande produtor de automóveis.

O novo Série 5 Com previsão de chegar ao mercado europeu no mês que vem, o novo BMW Série 5 reúne o que há de mais moderno em tecnologa veicular, além de um novo visual, misturando as linhas esportivas com as clássicas. Serão três versões de motorização, todas com seis cilindros: duas a gasolina, com 170 e 231 cv de potência, e outra a diesel, com 218 cv.

De série, o modelo já terá controle de tração, frenagem e estabilidade, suspensão ativa, que garante uma maior estabilidade em curvas mais fortes, pneus com sistema “run flat”, que permite rodar a até 80 km/h mesmo com o pneu furado. Por dentro, luxo como bancos de couro com regulagem elétrica, ar-condicionado automático e volante multifuncional, que permite o controle de diversos sistemas.

Opcionalmente, o motorista pode contar com uma tela que projeta informações no pára-brisa, evitando que o motorista tenha que desviar os olhos da estrada. No final do ano chega uma versão mais apimentada com motor de 333 cv de potência.

Paulo Cruz - Correio do Estado - MS

LANÇAMENTOS DO PRIMEIRO SEMESTRE
Maserati Trofeo
Na Europa, 26 carros fazem a temporada 2003 em 7 etapas. No Brasil, 25 gentlemen drivers vão disputar de 7 a 10 provas em 2004.

Com o objetivo de cumprir mais uma etapa da estratégia de resgate da marca italiana, a Maserati do Brasil apresentou, no Autódromo José Carlos Pace (Interlagos), em São Paulo, o carro Maserati Trofeo, com o qual pretende-se lançar – em 2004 – uma nova categoria de competições no País. A proposta é reunir 25 carros Maserati Trofeo e realizar de 7 a 10 etapas em circuitos nacionais.

Maserati Trofeo foi lançado em setembro do ano passado, durante o Salão de Paris. Portanto, após exatos 45 anos, a Maserati retorna às pistas. Em 1957, ano em que o piloto argentino Juan Manuel Fangio, com o modelo 250F, conquistou o campeonato mundial de Fórmula 1, também a Maserati retirou-se das competições de F-1.

Antes do lançamento oficial da competição e do carro, no entanto, em junho de 2002, foi constituída a Ufficio Maserati Corse, sob o comando de Claudio Berro e Giorgio Ascanelli, ambos com larga experiência em F-1, responsável pela idealização e coordenação do campeonato Maserati Trofeo na Europa.

Ainda no primeiro semestre de 2002, foram iniciados exaustivos testes com o Maserati Trofeo, um carro de competição derivado do modelo Maserati Coupè Cambiocorsa, com o mesmo motor V8, aspirado, de 4,2 litros, mas com 413 cavalos de potência, mais leve (1.370 Kg contra 1.580 Kg) e com introdução de kits de sistema aerodinâmico, de frenagem, de segurança e de suspensão. A velocidade final chega a 285 Km/h.

O primeiro teste, aliás, foi feito pelo piloto brasileiro Luciano Burti, em Fiorano. Seguiram-se as avaliações de Luca Badoer, Fabrizio Giovanardi, Fábio Babini, Rubens Barrichello, Michael Schumacher e Felipe Massa, em circuitos como Ímola, Mugello, Vallelunga, Nürburgring e Varano de Mellegari.

Destinada a gentlemen drivers, na Europa, a competição ganhou adesão de 26 participantes, de 5 países (Alemanha, França, Inglaterra, Itália e Suíça), ainda no último trimestre de 2002. Assim, independente do calendário europeu, foi possível realizar uma première na Austrália, em março deste ano, com todos os carros inscritos.

Até o momento, três etapas da Trofeo Vodafone Maserati foram cumpridas: Barcelona, Magny Cours e Nürburgring. Restam ainda as provas em Lausitzring, Silverstone, Monza e Mugello, sendo duas delas – Silverstone e Monza – preliminares do Grande Prêmio da Inglaterra e da Itália de Fórmula 1. E a prova final será em Mugello, no dia 19 de outubro, na "Finali Ferrari & Maserati", em conjunto com a competição Ferrari Challenge.

Também no Brasil, a Maserati Trofeo será destinada a gentlemen drivers. "Pretendemos reunir 25 carros que, na temporada 2004, vão realizar de 7 a 10 corridas em diferentes circuitos nacionais", informa Francisco Longo, presidente da Maserati do Brasil, "e teremos ainda mais 5 carros-reserva como suporte técnico para cada etapa".

A exemplo da Europa, onde o campeonato se chama Trofeo Vodafone Maserati, também no País o nome da competição poderá ter o da patrocinadora master, em fase inicial de negociação.

Segundo Francisco Longo, Maserati Trofeo será uma competição diferenciada. "Teremos pessoas apaixonadas por velocidade que sabem se divertir com as máquinas", sustenta. Quanto ao regulamento esportivo e técnico, Maserati Trofeo seguirá as regras do campeonato europeu, em concordância com as normas da Confederação Brasileira de Automobilismo. A gestão brasileira, com apoio integral da Ufficio Maserati Corse, será da Maserati do Brasil; enquanto as negociações com a organizadora, a promotora e a comissão técnica estão em fase avançada, cuja definição será anunciada nos próximos dois meses.
Também será de responsabilidade da Maserati do Brasil todo o trâmite de venda dos veículos e das peças originais de reposição.

Os carros da Maserati Trofeo serão entregues aos pilotos em regime de admissão temporária e a cota de participação será de US$ 150 mil, mais um "kit-temporada", desenvolvido em conjunto com a Maserati Itália, que contempla jogos de rodas e de pneus, freios, amortecedores, entre outros componentes.

De acordo com Francisco Longo, os circuitos brasileiros serão definidos tão logo seja firmada a parceria com a organizadora. Com uma competição por mês, na média, a Maserati Trofeo brasileira vai ocupar o final de semana completo dos pilotos. No sábado, pela manhã, haverá treinos livres; à tarde, treino classificatório; e no domingo, a prova.

A seriedade e a credibilidade da Maserati Trofeo serão lastreadas com um importante investimento da gestora Maserati do Brasil, que vai ter 5 carros-reserva por temporada como suporte em caso de reparos circunstanciais no final de semana da competição. "Vamos criar um Departamento de Competições, com estrutura independente, com equipamentos, estoque de peças, logística e técnicos da Maserati do Brasil", complementa.

Na apresentação técnica dos dois Maserati Trofeo, no Autódromo José Carlos Pace – Interlagos, a gasolina Podium, de altíssima octanagem e baixíssimo teor de enxofre, sem álcool, foi fornecida pela Petrobras. Trata-se do mesmo projeto para a gasolina Super Plus européia. Assim como os pneus slick foram fornecidos pela Pirelli.

Maserati e competições – A Maserati foi fundada em 1914, com a Officina Alfieri Maserati, na cidade de Bologna, na região norte da Itália. Em 1939, foi inaugurada a sua fábrica na cidade de Modena, onde ficam as atuais instalações da marca.

As competições sempre foram muito importantes na história da Maserati. Entre 1926 e 1957, a Maserati teve intensa participação em competições automobilísticas: foram conquistados 23 títulos em diferentes campeonatos; foram 32 grandes prêmios de Fórmula 1; 2 vitórias consecutivas nas 500 Milhas de Indianápolis.

Em 1957, o piloto Juan Manuel Fangio conquistou o título do Campeonato Mundial de Fórmula 1, guiando uma Maserati 250F. Mas também foi o ano em que a Maserati retirou-se das pistas. Em épocas de ouro das competições, excepcionais pilotos como Moss, Gurney e outros fizeram sucesso nos Estados Unidos e Europa, com carros Maserati.

Em 1939 e 1940, Wilbur Shaw dirigiu uma Maserati em suas duas vitórias consecutivas na Indianápolis 500. A Maserati é o primeiro e único carro italiano a conquistar o título "The World´s Most Famous Race". Esse carro está exposto no "The Hall of Fame", do Museu de Indianápolis.

LANÇAMENTOS DO PRIMEIRO SEMESTRE
Honda Fit: conceitos inovadores e duas velas por cilindro
Idealizado para ajustar-se aos mais diferentes estilos de vida, o Honda Fit tem atributos inéditos que vão surpreender os consumidores

A modernidade do design, a praticidade das soluções, a dirigibilidade e a economia fizeram do Honda Fit um dos mais significativos lançamentos da indústria automobilística mundial nos últimos anos. O modelo é um monovolume compacto para quem valoriza estilo, conforto, espaço interno amplo e flexível, agilidade e segurança no mesmo veículo, ou seja, o máximo de prazer ao dirigir um automóvel.

Desenvolvido sob o conceito “o máximo para o homem, o mínimo para a máquina”, o Honda Fit possui tanque de combustível centralizado sob os bancos dianteiros, o que quebra os paradigmas da engenharia mecânica e garante um habitáculo espaçoso, apto a acomodar cinco passageiros confortavelmente.

Além disso, o sistema de configuração dos bancos permite uma flexibilidade surpreendente e uma perfeita adequação às necessidades do usuário. Para completar, a agilidade do avançado motor i-DSI (Intelligent Dual and Sequential Ignition – Ignição dupla sequencial inteligente) 1.4 litro de 80cv de potência, leve, compacto e que oferece performance com economia.

Lançado em junho de 2001 no Japão, o Honda Fit obteve um feito inédito para a Honda: foi o automóvel mais vendido naquele país no ano passado, com 250.790 unidades, confirmando sua popularidade em um dos mercados mais competitivos do mundo.

No acumulado de junho de 2001 a dezembro de 2002, o modelo soma 355.088 unidades vendidas e no primeiro trimestre de 2003 continua na liderança em vendas, com 65.481 unidades comercializadas no Japão. Exportado para a Europa com o nome de Jazz, o Honda Fit foi apresentado em setembro de 2001, chegando às concessionárias européias da marca no início de 2002, com o mesmo destaque do país de origem.

Comercializado em 60 países, o Honda Fit superou todas as expectativas desde o lançamento e deve repetir o sucesso em vendas também no Brasil, País que, a partir de agora, será o primeiro a fabricá-lo, além do Japão. O compacto terá um índice de nacionalização de 80% e dividirá a linha de produção da unidade de Sumaré (SP) com o Honda Civic, o primeiro automóvel nacional da marca, que conquistou posição expressiva no segmento dos sedãs médios com sua qualidade e seus diferenciais. Ao iniciar a fabricação do seu segundo modelo nacional, a Honda aposta mais uma vez no potencial do mercado brasileiro.

No total, foram investidos mais de US$ 150 milhões no lançamento do modelo, do desenvolvimento à ampliação da área coberta da fábrica em aproximadamente 50%, além da aquisição de equipamentos e adaptações na linha de produção. A expectativa de vendas para o Honda Fit no mercado interno é de 30 mil unidades nos próximos 12 meses, período em que a Honda planeja dar início às exportações para países da América do Sul, tais como: Argentina, Peru, Chile, Bolívia, Paraguai, Uruguai, Venezuela, Colômbia e Equador.

Desde 1992, quando começou a importar automóveis para o Brasil, e a partir de 1997, com a inauguração da fábrica no País, a Honda vem trabalhando para consolidar-se gradativamente, formando uma rede de concessionárias diferenciada, preparada para oferecer um atendimento eficiente a seus clientes, com técnicos altamente treinados e um completo estoque de peças de reposição, o que tem garantido altíssimos índices de satisfação dos consumidores. Para manter a qualidade do atendimento, a rede será ampliada das atuais 58 para 85 concessionárias em todo o Brasil, até o final deste ano.

Sistema ULT de configuração dos bancos: simples, flexível e inteligente - O Honda Fit possui um conjunto de bancos flexível, proporcionando uma ampla gama de possibilidades: mais de dez combinações de bancos, sem a necessidade de remoção. A capacidade de carga, com os bancos na posição normal, é de 353 litros com a tampa do porta-malas e de 380 litros sem a tampa. Rebatendo o banco traseiro, é possível acondicionar 1.321 litros.

Fácil de usar, o sistema ULT (sigla que reúne as palavras “utilitário”, “longo” e “alto”, em inglês) não exige esforço na operação. O mecanismo de retração inclui em média três procedimentos simples e, ao contrário de modelos concorrentes, não é preciso retirar os bancos ou os encostos de cabeça. O sistema prevê três configurações básicas para os assentos:

Modo“Utility” – Para carregar volumes maiores, primeiro o banco dianteiro é empurrado para a frente por meio de uma alavanca localizada próximo ao encosto de cabeça. O banco traseiro é rebatido, por meio de outra alavanca, sem a remoção dos encostos de cabeça e, finalmente, o banco dianteiro é movido para trás, voltando à posição original. O resultado é um assoalho totalmente plano e sem protuberâncias, formando um ângulo de 90°em relação ao banco dianteiro, com um comprimento de 1.700 mm e capaz de acomodar objetos tão largos quanto duas bicicletas mountain bike.

Modo“Long” – Se o objetivo for acomodar objetos longos, inclinando totalmente o encosto do passageiro é possível aproveitar uma área de 2.400 mm de comprimento. Para retornar os bancos à posição original, o dianteiro simplesmente desliza para a frente e o encosto traseiro é levantado para trás. Nesse momento, a base do assento traseiro fica travada automaticamente ao encosto, sendo liberada puxando-se o suporte inferior. A base do assento traseiro é então dobrada para baixo e o banco dianteiro desliza para trás novamente.

Modo“Tall” – Outra inovação está no procedimento inverso ao anterior. A base do assento pode ser levantada e travada contra o encosto do banco traseiro, criando uma área entre as fileiras de bancos capaz de armazenar uma grande variedade de objetos. A medida do espaço resulta em 1.280 mm de altura total, suficiente para acomodar objetos de dimensões pouco convencionais, até uma mountain bike, sem a roda dianteira.

As possibilidades são infinitas: o espaço pode ser usado como alternativa para a circulação quando o acesso traseiro é limitado, no caso de estacionamentos apertados; como área para as crianças trocarem a roupa molhada na praia; para carregar uma cadeira de rodas ou ainda guardar objetos sujos ou molhados, protegendo os assentos traseiros da sujeira.

Motor i-DSI: leveza, economia e desempenho - Especialmente desenvolvido para o Honda Fit, o revolucionário motor SOHC i-DSI (Intelligent Dual Sequential Ignition – Ignição dupla sequencial inteligente) caracteriza-se pela economia de combustível, tamanho reduzido, leveza, torque máximo em baixas rotações e baixo nível de emissão de poluentes.

O motor 1.4 litro 8V tem potência de 80 cv (cavalos) a 5.700 rpm e torque máximo de 11,8 kgfm a 2.800 rpm, favorecendo o uso urbano, em que o veículo é mais exigido em faixas de rotação baixas.

Em termos de tecnologia, outro destaque é a ignição diferenciada. As velas, dispostas em pares, ficam em posições diametralmente opostas, visando reduzir o tempo e a velocidade de combustão. Além disso, a ignição não é simultânea, isto é, a defasagem do tempo de ignição entre as velas é variável, sendo controlada por um módulo eletrônico que constantemente monitora as condições de carga impostas ao motor, ajustando o melhor momento para a ignição em cada vela individualmente.

Esse mecanismo permite acelerar e elevar o pico de potência, melhorando a eficiência da combustão. O momento de ignição (defasagem do tempo de ignição das duas velas) varia de acordo com o regime de rotação do motor e o vigor com que o motorista pisa no acelerador. O dispositivo sempre procura o melhor ponto de ignição, comandando individualmente cada vela.

Utilizando o exclusivo sistema i-DSI, de duas velas por cilindro, o controle de ignição, normalmente feito por uma vela em cada cilindro, é efetuado por duas velas em cada cilindro, totalizando oito pontos de ignição no caso de motores de quatro cilindros. Isso aumenta ainda mais a eficiência de combustão do motor.

O par de velas reduz o percurso da chama dentro da câmara de combustão (distância percorrida pela chama após a ignição), o que gera uma combustão mais rápida (combustão dos gases em menor tempo), transformando a energia de combustão em potência com maior pressão do que os motores aspirados tradicionais. A câmara de combustão compacta permitiu uma taxa de compressão de 10,4:1, com o menor ângulo das válvulas, que passam a ter convergência de 30°.

Outra característica desse projeto foi a redução do peso e do tamanho do motor. Para tanto, a dimensão básica que define o tamanho do motor, que é o espaçamento entre os centros dos cilindros, foi reduzido de 84 mm para 80 mm, como na maioria dos automóveis leves. Também foram empregados outros recursos. O coletor de admissão, de plástico, é compacto e leve.

O comprimento longitudinal foi reduzido, com o corpo da borboleta posicionado na parte superior do motor, sem deixar de reservar espaço para o comprimento do duto do coletor de admissão, voltado para cima. Além disso, a fixação de dispositivos complementares (alternador, bomba de água e compressor do ar-condicionado) foi feita diretamente no bloco do motor, sem o uso de suportes, e o acionamento é realizado por correia única pelo sistema de serpentina, o que liberou espaço dentro do compartimento do motor.

A baixa emissão de gases poluentes é garantida pelo sistema de exaustão traseiro, em que a distância até o catalisador foi diminuída para agilizar o processo e melhorar o desempenho da purificação a frio, além da instalação do catalisador de conversor de fluxo oblíquo: os gases entram diagonalmente no catalisador e fluem uniformemente.

Transmissão - A transmissão manual de 5 velocidades, disponível para as duas versões do Honda Fit, foi projetada visando a condução esportiva, com engates curtos e precisos.

Os maiores desafios ficaram para o desenvolvimento de uma transmissão automática que proporcionasse a sensação de linearidade, para acompanhar a sensibilidade do motorista e, ao mesmo tempo, economizar combustível.

Assim, foi desenvolvida a transmissão automática com relações variáveis, que realiza constantemente a seleção da melhor relação de marchas: a transmissão automática Honda CVT (Continuously Variable Transmission).

Nela, o sistema monitora diversos parâmetros do automóvel, visando a relação de transmissão mais adequada, conforme a necessidade do condutor, aproveitando ao máximo a potência e o torque do motor.

A manopla da transmissão automática CVT tem seis posições: “P”, para quando o veículo está estacionado; “R”, para quando há a necessidade de marcha à ré; “N”, para movimentar o veículo com o motor desligado; “D”, modo “Drive”; “S”, modo “Sport” (Esporte) e “L”, modo “Low” (Reduzido).

Durante a condução, a aceleração é monitorada permanentemente. Quando o acionamento do pedal do acelerador em um determinado espaço de tempo supera o programado, a informação é transferida automaticamente para o mapa, que passa a utilizar faixas mais altas de rotação de motor.

Na posição “D”, que significa “drive” (dirigir, em inglês) o mapa adequado é selecionado automaticamente a partir de três opções: modo “D1”, que privilegia o baixo consumo de combustível; modo “D2”, para percursos urbanos, e modo “RS”, para aceleração total. Na posição “S”, há duas opções de mapa: modo “S1”, para condução esportiva, e “S2”, para estradas sinuosas. Na posição “L”, o CVT seleciona as relações mais curtas possíveis, em subidas íngremes ou para utilização máxima do freio-motor em descidas acentuadas.

A transmissão automática CVT também melhora o consumo de combustível, pois, além de existir o comando hidráulico independente para a polia motora/movida, o pistão que comanda a polia do lado motriz foi aumentado, para segurar a correia com força menor e reduzir o trabalho da bomba de óleo, aumentando dessa forma a eficiência e, consequentemente, anulando o esforço negativo no consumo de combustível.

Foi adotado no CVT o volante de massa única, contribuindo para a redução do peso e quantidade de componentes. Por sua vez, a bomba de óleo foi colocada sobre o eixo primário, o que contribuiu também para reduzir o número de peças.

Além disso, o corpo de comando foi fixado sobre a caixa, e o solenóide linear, que tradicionalmente era independente, constitui agora um corpo único e foi eliminada a bandeja de óleo da caixa de transmissão de comando. Todas essas medidas contribuíram para a redução de peso.

LANÇAMENTOS
DaimlerChrysler lança
edição limitada do Jeep® Wrangler Rubicon

Com a estréia nos Estados Unidos, em julho, do novo filme "Lara Croft Tomb Raider: O Berço da Vida", a marca Jeep estará lançando simultaneamente uma edição limitada do Jeep® Wrangler Rubicon, denominada Tomb Raider. O modelo é baseado na versão personalizada que é dirigida no filme pela heroína dos jogos virtuais Lara Croft, papel interpretado por Angelina Jolie.

"O Jeep® Wrangler Rubicon é o modelo mais robusto já construído, portanto o ambiente heróico e extremo em que Lara Croft usa o seu veículo personalizado em Tomb Raider é perfeito," diz Jeff Bell, responsável pela marca Jeep® no Grupo Chrysler. Segundo Bell, esta ação é mais do que apenas a colocação de um produto. Foi criada uma campanha de marketing integrada de 360 graus em torno do filme e do lançamento do modelo Wrangler Rubicon Tomb Raider.

"No filme, este veículo será demonstrado em muitas situações duras e extremas, destacando as principais forças da marca Jeep® de uma maneira nova e emocionante," diz Bell. "O público verá o Wrangler Rubicon Tomb Raider atravessando o deserto e florestas sem qualquer dificuldade – a verdadeira capacidade Jeep®.", completa.

Destinado a ser um veículo de colecionador, a edição limitada, de pouco mais de 1.000 veículos, estará disponível no início de julho nas revendas dos Estados Unidos. Para demonstrar a capacidade e a autenticidade do Jeep®, a marca está criando anúncios de 30 e 60 segundos, que incluem cenas do filme, bem como cenas em que Jolie aparece como Lara Croft. Em junho, a divulgação do modelo estará sendo feita em anúncios impressos e propaganda de TV nos Estados Unidos.

O primeiro filme Tomb Raider foi um sucesso absoluto, arrecadando US$47,7 milhões no final de semana de estréia, a maior de todos os tempos para um filme com uma estrela feminina. No mundo, o filme chegou a quase US$300 milhões em sua temporada. Lara Croft e Tomb Raider são marcas registradas da Core Design Ltd. O Berço da Vida é uma marca registrada da Paramount.

Jeep® Wrangler Rubicon Tomb Raider 2003

Baseado na versão que foi projetada e criada especialmente para o filme, o modelo Wrangler Rubicon Tomb Raider destaca a imbatível capacidade do Wrangler Rubicon em condições extremas. A edição limitada possui características exteriores únicas: rodas de alumínio forjado de 16 polegadas, logotipo Tomb Raider e acessórios Mopar, incluindo uma barra de iluminação superior, lâmpadas sinalizadoras de pára-lamas especiais, quebra-mato dianteiro tubular, protetores contra impactos laterais, farol de neblina e protetores das luzes traseiras.

No interior do Wrangler Rubicon Tomb Raider destacam-se singulares assentos em tecido cinza escuro com detalhes de tom vermelho no centro, friso prateado envolvente em torno do painel de instrumentos, cintos de segurança vermelhos e um logotipo Tomb Raider com um número de série. Como no veículo personalizado no filme, todos os modelos Wrangler Rubicon Tomb Raider são oferecidos na cor Prata Brilhante.

A equipe de Estilo Jeep® do Grupo Chrysler, em colaboração com Kirk Petruccelli e Graham Kelly da equipe de produção do Tomb Raider da Paramount, projetaram e construíram o Jeep® Wrangler Rubicon personalizado apresentado no filme. O mesmo estilo do modelo do filme foi aplicado à edição limitada.

Por baixo do capô, o modelo Tomb Raider é baseado no Jeep® Wrangler Rubicon. Como todos os modelos Wrangler Rubicon, inclui diferenciais de travamento dianteiro e traseiro Tru-Lok™ acionados pelo motorista, eixos dianteiro e traseiro Dana modelo 44, freios a disco nas quatro rodas, caixa de transferência de baixa capacidade Rock-Trac™ 4:1 e pneus reforçados de máxima tração de 31" de altura com padrão de desenho para situações extremas de off-road.

SOM AUTOMOTIVO
JVC apresenta linha 2004 de CD players

O que há de mais atual em som automotivo foi apresentado pela JVC na capital pernambucana. Para você que gosta de filmes, Mais Velozes, Mais Furiosos reforça a tendência do primeiro filme, que é a personalização do automóvel. Pensando nisso a JVC apresentou como principal novidade o painel mutável, que permite a personalização do aparelho de acordo com o gosto do consumidor.

O modelo KD-S800, por exemplo, já vem com quatro opções de estampa e o usuário pode ainda personalizar escolhendo entre as mais de 100 figuras disponíveis no site da empresa (www.jvc.co.jp/jvccar) ou imprimir qualquer outra imagem na frente do aparelho. O preço do KD-S800 é de R$ 899.


KD-S800

Ainda na linha de importados, há o modelo KD-LH3150 com conceito Pict, que oferece 1.728 possibilidades de cor, além da inserção de até 90 imagens estáticas ou de até 3 segundos de imagens em movimento. O aparelho é compatível com CD, CD-R, CD-RW e MP3, possui potência de 200W, controlador de disqueteira, CD de texto, registro do nome do disco, display de gráficos 3D, moldura iluminada e painel flip down (que abaixa a frente para inserir o CD). O preço? R$ 1.799.


KD-LH 3150

O mais sofisticado da linha 2004 da marca é o KD-SH 9750, que agrega as funções do LH3150 e reproduz o WMA (sistema de decodificação de áudio desenvolvido pela Microsoft para compressão de dados em um CD). Um CD gravado com o formato WMA comporta dados equivalente a 20 CDs convencionais. Custando R$ 2.199, o modelo é também o mais caro da linha automotiva da JVC.


KD-SH 9750

São três os modelos produzidos no Brasil: O CD Receiver KD-S797UR, KD-S597UR e KD-S598UR. O primeiro possui painel flip dow, display multicolorido, compatibilidade com CD, CD-R e CD-RW, potência de 200W, controle remoto (de série em toda a linha) e custa R$ 549. O KD-S597 e o KD598 possuem as mesmas características, com diferença para o painel que pode ser na cor prata ou preta. A potência é de 180W. A mudança em relação a linha 2002 está no display azul e na reprodução de CD-R. Ambos têm preço sugerido de R$ 499. A JVC manteve o CD player camaleão, um dos mais vendidos. Ele ganhou esse nome porque esconde a frente quando desligado, dificultando sua identificação.


Linha popular: KD-S797UR

Na linha de DVDs automotivos, a novidade é o KD-DV5000, que funciona como CD e DVD e tem a opção de dois modelos de monitores – de 9 polegadas (de teto) e de 6,5 polegadas para instalação no encosto dos bancos dianteiros. O modelo é compatível com MP3 (incluindo a reprodução de arquivos), possui saída digital para 2 canais, potência de 200W, display de gráficos 3D, controle remoto, entre outros itens. O aparelho custa R$ 3.499, o monitor de 9 polegadas sai por R$ 4.599 e o de 6,5 polegadas, por R$ 3.199.

Tarcisio Dias

LANÇAMENTOS DO PRIMEIRO SEMESTRE
Honda CR-V 2003 chega às concessionárias de todo o Brasil
Modelo, que manteve a versatilidade, o conforto e a alta tecnologia, traz agora de série piloto automático e sistema de áudio com código de segurança

Um dos automóveis de maior destaque em sua categoria nos mercados norte-americano e europeu, o sport utility Honda CR-V 2003 chega à rede de concessionárias de todo o Brasil mantendo atributos como dirigibilidade, beleza, desempenho e alta tecnologia, valorizados pelos consumidores que buscam as vantagens de um veículo off-road, mas não abrem mão do conforto de um automóvel de passeio.

Importado do Japão, o modelo passa a oferecer entre os itens de série piloto automático e sistema de áudio com CD-player, dotado de código de segurança antifurto.

Na sigla CR-V (Comfortable Runabout Vehicle), “Runabout” significa “correr para todos os lados” e para este modelo tem o sentido específico de versatilidade, desde as condições e finalidades de uso até o estilo de vida de seus usuários. De um lado pode tornar-se funcional, prático e econômico, de outro aventureiro, arrojado e divertido.

Trata-se de um automóvel para uso diário, mas que pode enfrentar condições adversas de piso, devido à sua estabilidade e controle, seja em ruas, rodovias ou estradas rurais. O consumidor conta com um veículo ideal para todos os momentos: trabalho, compras, passeio, campo, praia, entre outros.

Além disso, pesquisas realizadas pela Honda para avaliar o nível de satisfação dos consumidores com a marca e o produto revelam que o Honda CR-V, comercializado no País desde março de 2000, tem 100% de aprovação entre os proprietários, prova de que o veículo conquistou os brasileiros com seus diferenciais inéditos no segmento.

O Honda CR-V é equipado com o motor 2.4 litros, de 4 cilindros e 16 válvulas DOHC (Double Over Head Camshaft – duplo comando de válvulas no cabeçote) i-VTEC, que desenvolve 156 cv de potência a 6.000 rpm e possui torque de 22 kgfm a 3.600 rpm. O i-VTEC é um avançado sistema de controle de válvulas desenvolvido pela Honda, em busca de desempenho, eficiência e menores índices de emissão de poluentes.

O i-VTEC (“i” significa inteligente) combina o VTC (Variable Timing Control – Controle de Sincronização Variável), que ajusta de forma contínua o momento de abertura das válvulas pela árvore de comando, com o VTEC, que atua mais especificamente na abertura e na duração da abertura.

O CR-V utiliza a suspensão dianteira McPherson, que possui controle de convergência e oferece respostas rápidas, maximizando o contato dos pneus com o solo, em todo o curso da suspensão, resultando em maior aderência e estabilidade. Já na traseira, o modelo Honda vem equipado com o sistema Double Wishbone, resultando em maior conforto e espaço para bagagens.

Além disso, a articulação reativa controla a suspensão para manter a convergência apropriada, em frenagens severas, e a segurança em curvas acentuadas. Nas quatro rodas, o conjunto de amortecedores leva batentes de alta densidade e resistência para absorver pequenas vibrações e controlar com firmeza movimentos mais amplos.

O veículo conta ainda com o inovador sistema de tração inteligente nas quatro rodas, denominado Real Time, acionado automaticamente quando necessário. A suspensão reforçada, o projeto da carroceria e os ângulos de ataque (29°) e de saída (27°) facilitam o acesso a terrenos acidentados, assim como o diâmetro de giro, de 10,6 m, beneficia a dirigibilidade.

Os freios com sistema ABS (antitravamento) e EBD (distribuição da carga de frenagem) proporcionam segurança, com respostas ao mínimo toque, enquanto a transmissão automática Grade Logic Control gerencia as mudanças de marcha de acordo com a situação, permitindo um rodar suave nas mais variadas situações. Rodas de liga leve aro “15” contribuem para aumentar o desempenho e a estabilidade do modelo.

Como em todos os modelos da marca, a segurança também foi priorizada no sport utility. No ano passado, o Honda CR-V obteve nos Estados Unidos a nota máxima em segurança na avaliação dos testes de impacto frontais e laterais (crash-tests) realizados pela National Highway Traffic Safety Administration (NHTSA), o departamento nacional de administração de segurança no trânsito daquele país.

A versão testada – com airbags frontais para motorista e passageiro, cintos de segurança com pré-tensionadores e, no banco traseiro, cintos de três pontos e apoios de cabeça para os passageiros das laterais e cinto abdominal para o passageiro central – é semelhante à disponível no mercado brasileiro e recebeu cinco estrelas nas provas.

Equipado com direção hidráulica, ar-condicionado, CD-player estéreo com código de segurança antifurto, airbag duplo, freios ABS com EBD (Electronic Brake Force Distribution), vidros, travas e espelhos elétricos, piloto automático, entre outros itens de série, o Honda CR-V 2003 chega ao Brasil na versão com transmissão automática e nas cores preta perolizada (Nighthawk Black) e prata metálica (Satin Silver).

O sport utility tem 2 anos de garantia, sem limite de quilometragem, e seu preço público sugerido é de R$ 116.945,41, não inclusas as despesas com seguro e frete. Os clientes interessados podem adquirir informações sobre a concessionária mais próxima através do 0800 701 3432.

LANÇAMENTOS
Edição comemorativa e
limitada dos 100 anos: Ford Ranger Centennial

A Ford lança em julho no mercado brasileiro a Ranger Centennial, série especial da pick-up, limitada a 300 unidades, que comemora os 100 anos da empresa. O modelo foi escolhido para marcar a data histórica na América do Sul, único mercado do mundo onde estará disponível.

A Ford Ranger Centennial tem cabine dupla, motor Turbo Diesel Power Stroke 2.8 L, tração 4x4 e é produzida na cor preta, com adesivação especial. Ela também traz como diferencial diversos equipamentos de conforto, requinte e segurança, que incluem bancos e revestimentos em couro bicolor, ar-condicionado, direção hidráulica, CD player com viva-voz para celular, bolsas infláveis para motorista e passageiro, freio traseiro ABS e volante com altura ajustável, além de espelhos, vidros dianteiros e travas com acionamento elétrico.

“A Ranger Centennial é uma pick-up diferenciada e marcante, que une luxo e esportividade para comemorar essa data especial. Ela é feita para pessoas que apreciam a aventura, o alto desempenho e o conforto e gostam de se destacar pela qualidade e estilo personalizado”, diz Herivelto Sousa, gerente de Marketing de Pick-ups da Ford.

Externamente, a pick-up chama a atenção pela profusão de itens cromados – incluindo a grade do radiador, pára-choques, espelhos retrovisores, santo-antônio, estribos laterais e maçanetas. Ela vem também com faróis de neblina, faróis de halogênio, rodas de alumínio 15x7, pneus radiais 235/75 R 15, ganchos dianteiro e traseiro para reboque, janela traseira corrediça, ganchos internos para fixação de carga, iluminação da caçamba, luz elevada de freio e vidros verdes.

Na cabine, diversos equipamentos contribuem para ampliar o conforto do motorista e passageiros. O painel inclui conta-giros, aquecedor e porta-luvas iluminado. As portas dianteiras possuem porta-mapas e as luzes de cortesia incorporam luz de leitura. O espelho retrovisor interno tem dispositivo dia e noite. O console longo traz acendedor de cigarro e tomada de força 12 volts e o assoalho é revestido em carpete, coberto por tapetes com o logotipo Centennial.

Todos os bancos, da frente e de trás, são dotados de encostos de cabeça, com cinto de segurança de três pontos – sendo os dianteiros com ajuste de altura – e alça de segurança no teto para o passageiro. Entre os equipamentos de segurança, a Ford Ranger Centennial inclui ainda eixo traseiro antiderrapante, barras estabilizadoras dianteira e traseira, alarme sonoro e protetor de cárter.

O motor 2.8 L Power Stroke, de 135 cavalos, tem o maior torque e potência da categoria e é o primeiro no Brasil a utilizar a tecnologia TGV (turbocompressor de geometria variável), sistema com turbo de palhetas móveis que otimiza o rendimento do motor em todas as faixas de rotação, com economia de combustível.

Esse ganho de desempenho é sentido no torque, principalmente em baixas rotações e na retomada de velocidade em todas as marchas. Em quinta marcha, a Ford Ranger Power Stroke vai de 40 a 80 km/h em 14,3 segundos, e de 40 a 100 km/h em 20,6 segundos. Atinge a velocidade máxima de 165 km/h e acelera de 0 a 100 km/h em 13,8 segundos.

Além disso, a Ford Ranger tem o nível mais baixo de ruído entre os veículos a diesel. Os diversos aprimoramentos incorporados aos sistemas de transmissão, suspensão e direção fazem com que o motorista e passageiros sintam na pick-up a mesma dirigibilidade e conforto de um automóvel, seja rodando no asfalto ou em trilhas fora-de-estrada.

LANÇAMENTOS DO PRIMEIRO SEMESTRE
Mondeo Ghia: bancos de couro e muito luxo
A Ford lança no mercado brasileiro a linha 2003 do Mondeo, com novos atrativos que fazem desse modelo uma das melhores opções de sua categoria no chamado segmento C/D de carros de luxo. Além do design moderno e elegante, o carro tem alto nível de equipamentos, passando a incluir, como itens de série, bancos de couro nas suas duas versões e piloto automático no modelo equipado com câmbio automático.

“O Mondeo Ghia 2003 confirma o compromisso da Ford de exceder as expectativas do consumidor, para pessoas que valorizam o conforto, o estilo e o prazer de dirigir. É um carro de classe mundial, com conteúdo marcante e refinado que tem como proposta conquistar pela qualidade”, diz Michael Toomajian, gerente de Marketing de Carros da Ford.

O Ford Mondeo 2003 é disponível no Brasil na versão Ghia de quatro portas, equipada com motor Duratec HE 2.0 L de 16 válvulas, com 143 cavalos de potência. Tem opções de transmissão manual, de cinco marchas, e automática, de quatro velocidades, que levam o veículo à velocidade máxima de 214 e 190 km/h, respectivamente, com elevado padrão de maciez e silêncio.

Traz ainda como atributos importantes em sua categoria o espaço, o conforto, a dirigibilidade e a segurança oferecidos. Entre os equipamentos de série, conta também com computador de bordo, controle do rádio na coluna de direção, teto solar elétrico com controle remoto, rodas de liga leve de 16 polegadas, volante revestido em couro, espelho retrovisor interno fotocromático com clareamento automático ao engate da ré, ar-condicionado com controle eletrônico e regulagem elétrica da altura dos faróis, do banco do motorista e dos espelhos retrovisores.

O sedã de luxo da Ford é disponível em duas cores: a metálica prata Quebec e a perolizada preto Indy. O revestimento interno, em couro, segue o padrão preto “Midnight”.

Total conforto
O espaço interno do Mondeo Ghia 2003 é um dos maiores do segmento, tanto para os passageiros na cabine quanto no porta-malas. Seus itens de conforto incluem abertura interna do porta-malas e da tampa de combustível, coluna de direção ajustável em altura e profundidade, direção hidráulica, vidros verdes e acionamento elétrico do teto solar e dos vidros com um toque para cima e para baixo, incluindo dispositivo antiesmagamento e abertura e fechamento automático por controle remoto.

O carro oferece ainda diversos equipamentos de conveniência, como aviso sonoro de faróis acesos, CD-player, relógio analógico, tacômetro, cinzeiro iluminado, temporizador do limpador do pára-brisa com seis velocidades, controle temporizado do desembaçador do vidro traseiro e dos espelhos retrovisores, luz de leitura bidirecional, luz de cortesia com temporizador dimmerizado e luz de cortesia no porta-luvas e no porta-malas.

Motor Duratec
O excepcional comportamento dinâmico e a dirigibilidade estão entre os principais pontos que destacam o Ford Mondeo em relação aos concorrentes. O desempenho do motor Ford Duratec HE 2.0 L de 16 válvulas, construído com bloco de alumínio leve, garante uma direção agradável, segura e confiável. O modelo com transmissão manual acelera de 0 a 100 km/h em 10,9 segundos. Com a transmissão automática, o carro vai de 0 a 100 km/h em 13,2 segundos.

A suspensão dianteira, do tipo McPherson, com barra estabilizadora, molas helicoidais e amortecedores hidráulicos pressurizados, incorpora um subchassi com “offset” zero e braços em L, que ampliam o campo de movimento do conjunto e reduzem o nível de ruídos, vibrações e asperezas em qualquer tipo de piso. A suspensão traseira é do tipo Multilink, com barra estabilizadora, braços inferiores, molas helicoidais e amortecedores hidráulicos pressurizados.

O Ford Mondeo 2003 dispõe também do conteúdo mais abrangente de segurança ativa e passiva da categoria, com carroceria estruturada em aço de alta resistência e zonas controladas de absorção de impactos. Ele inclui bolsas infláveis para motorista e passageiro, bolsas infláveis laterais, freio a disco nas quatro rodas com sistema antitravamento (ABS), banco traseiro com encostos de cabeça reguláveis individuais, faróis de neblina, luz elevada de freio, imobilizador eletrônico do motor de última geração (PATS) e alarme antifurto com acionamento por radiofreqüência.

O conjunto se completa com um sistema avançado de detecção – o Sistema de Proteção Inteligente (IPS) –, que avalia a severidade de impactos frontais, a posição do motorista e se o assento do passageiro está ocupado para comandar o acionamento das bolsas infláveis de duplo estágio, junto com o sistema de limitação de carga e os pré-tensionadores dos cintos de segurança. Tudo isso faz do Ford Mondeo um carro familiar extremamente seguro.

LANÇAMENTOS DO PRIMEIRO SEMESTRE
Gol III ganha versão 2 portas
O novo Gol vai custar R$ xx,sss e aumenta as opções da Volkswagen

Próximo de completar 4 milhões de unidades produzidas, o Gol continua sendo um fenômeno de vendas. Desde fevereiro, a participação do Gol entre os seus principais concorrentes diretos cresceu de 21,8% para 25,8% em maio, uma alta de 4 pontos percentuais, o que mostra que a reestruturação da linha Gol promovida pela Volkswagen no início do ano deu certo.

No total do segmento de carros de passeio, a participação também aumentou: de 13,3% em fevereiro para 16,3% em maio, elevação de 3 pontos percentuais. Somente a nova versão, o Gol Special Geração III, 4 portas, foi responsável por 6,4% das vendas totais do segmento de carros no país.

Para completar a reestruturação da linha Gol, a Volkswagen está lançando este mês o novo Gol Special Geração III, 2 portas. A nova versão traz as mesmas características do novo Gol Special Geração III, 4 portas, entre eles, motor RSH de 65 cv, acelerador eletrônico E-GAS, imobilizador eletrônico, calotas e pára-choques preto ou cinza, dependendo da cor da pintura externa.

LANÇAMENTOS DO PRIMEIRO SEMESTRE
Corsa 1.8 ganha esportividade
Com uma aparência mais jovem, o Corsa 1.8 é oferecido na cor vermelho Lyra equipado com acessórios esportivos

A GM do Brasil está relançando no mercado brasileiro o Corsa na versão "hatchback" com motor 1.8 litro na cor vermelho Lyra. O objetivo da marca Chevrolet é oferecer um veículo com um visual exclusivo e apelo esportivo, a um preço competitivo.

O consumidor pode equipar o Corsa 1.8 nas concessionárias Chevrolet com acessórios esportivos, como saias laterais, "spoilers" traseiro e dianteiro, ponteira no escapamento cromada, rodas de liga leve e aerofólio, sinônimos de agilidade, desempenho, potência e esportividade,

No primeiro quadrimestre do ano foram emplacadas 1.589 unidades do Corsa na versão "hatchback" 1.8 (números do Renavam). Em abril, as vendas do modelo aumentaram 23,3% comparado com o mês de janeiro.

Para José Carlos Pinheiro Neto, vice-presidente da GM do Brasil, o principal desafio da GM do Brasil é manter a preferência e a confiança do consumidor brasileiro em relação à marca Chevrolet. "Estamos ampliando o nosso leque de opções, para agradar os consumidores mais exigentes".

"O Corsa é muito versátil, além disso oferece estilo, performance e confiabilidade. Foi por isso que a Chevrolet decidiu surpreender com este apelo esportivo, uma característica que agrada em cheio o consumidor jovem", destaca Santiago Chamorro, diretor de Marketing da GM do Brasil.

Tecnologia avançada - O motor 1.8 litro SOHC de 8 válvulas oferece potência de 102 cavalos a 5.200 rpm e torque de 16,8 mkgf a 2.800 rpm. Sua taxa de compressão é de 9,4:1. O veículo acelera de 0 a 100 km/h em 10s9 e tem velocidade máxima de 179 km/h.

O Corsa 1.8 litro, além do desempenho, tem como um dos pontos fortes o consumo. Na cidade, por exemplo, o modelo faz 11 km/l e na estrada 16,5 km/l.

O motor conta com cárter estrutural em alumínio, fixado diretamente à carcaça de transmissão, reduzindo a vibração do conjunto transmitida para o interior do veículo, com maior conforto ao usuário.

Os pistões e anéis também são de baixo atrito, condição obtida em função da pequena altura dos anéis de compressão. Isto proporciona uma melhoria significativa no atrito das peças giratórias e menores níveis de ruídos e vibrações.

O Novo Corsa, lançado em março de 2002, inaugurou o segmento dos compactos "premium" no Brasil, trazendo novidades tecnológicas de ponta como a suspensão dianteira totalmente montada sobre a plataforma denominada de "subframe". O sistema permite que os esforços provenientes do contato pneu-solo sejam transferidos para os outros sistemas do veículo, minimizando assim, impactos, vibrações e ruídos.

LANÇAMENTOS DO PRIMEIRO SEMESTRE
Flex Power, o bebe tudo da GM
BICOMBUSTÍVEL – O dispositivo que permite ao modelo usar álcool ou gasolina misturados no tanque é de série e equipará todas as versões 1.8 do Corsa

A primeira montadora a lançar um carro com motor bi-combustível foi a Volkswagen. Em março, ela apresentou o Gol Total Flex com motor 1.6 de 8 válvulas. A Ford, em maio de 2002, durante o lançamento do Novo Fiesta, mostrou um modelo equipado com motor Zetec RoCam 1.6 Flex Fluel, com base no motor a álcool – o lançamento está previsto para o ano que vem. Em maio passado, a Fiat mostrou o Palio 1.3 Flex Fuel e está esperando a virada do ano para lançar oficialmente seu carro bicombustível.

Agora chegou a vez de a Chevrolet lançar seu carro bicombustível. À venda desde o final de junho, o Corsa 1.8 Flex Power foi avaliado pelo Correio Veículos numa viagem da capital paulista à cidade de Ribeirão Preto, num percurso de 330 quilômetros, onde foram utilizadas três combinações de combustível no tanque.

Nos primeiros 100 km utilizamos álcool e o torque do combustível verde, principalmente durante as ultrapassagens, deu um empurrãozinho a mais. Abastecemos com gasolina e a mistura do tanque passou a ser 50% álcool e 50% gasolina. Lembrando que a gasolina tem entre 22% e 26% de álcool, isso fez com que o torque do hatchback caísse um pouco.

Nos últimos 130 quilômetros abastecemos somente com gasolina e foi observado que o funcionamento do motor Flex Power permaneceu inalterado, graças ao sistema eletrônico Multifuel, desenvolvido pela Delphi, em parceria com a Powertrain.

A nova motorização do Corsa Flex Power é baseada na família I, com 1.8 litro. A potência máxima varia de 109 cavalos com o uso exclusivo do álcool a 105 cavalos com gasolina. Para funcionar com os dois combustíveis simultaneamente, algumas mudanças foram feitas.

A principal alteração foi a taxa de compressão, que no motor a gasolina é de 9,4:1 e no álcool de 12,6:1, no Flex Power ficou 10,5:1. O funcionamento é simples: basta abastecer com gasolina, álcool ou a mistura dos dois, no mesmo tanque e em qualquer proporção. A bóia do tanque identifica que o seu conteúdo foi alterado e o módulo central eletrônico (ECM) entra em funcionamento. Durante a queima da nova mistura, um sinal do sensor de oxigênio (sonda lambda) é enviado para o ECM, que determina qual é a nova mistura de combustível existente no tanque.

Com isso a quantidade e o tempo de injeção de combustível são acertados instantaneamente. “O maior desafio para a engenharia de motores foi desenvolver uma tecnologia que proporcionasse ao usuário a flexibilidade de escolha”, destaca Vicente Lourenço, diretor de engenharia de motores da Powertrain.

Se o desempenho é ligeiramente inferior com o uso da gasolina, nos números de consumo as posições se invertem. Segundo a fábrica, utilizando apenas gasolina, o Corsa 1.8 Flex Power faz 11 km/l na cidade e 16,3 km/l na estrada. Quando abastecido com álcool, o consumo cai para 7,6 km/l na cidade e 11 km/l na estrada. “Oficializamos o rabo-de-galo”, brincou o vice-presidente da montadora, José Carlos Pinheiro Neto, que é feito por motoristas, enchendo o tanque do carro com gasolina e álcool meio a meio.

Capricho no visual

A Chevrolet coloca à disposição do consumidor mais de 50 opcionais para a personalização do Corsa 1.8 Flex Power e tanto o modelo hatchback, como o sedan podem receber os acessórios que vão desde o módulo de som que vem com rádio e CD player conjugados e inibe a possibilidade de furto, até cadeira de segurança para criança.

O novo Corsa hatchback 4 portas, modelo 2004, versão básica sai por R$ 27.525,00 e sedan R$ 29.770,00. Com todos os opcionais, o carro ultrapassa os R$ 42 mil. Vale lembrar que o sistema bicombustível equipará toda a linha Corsa 1.8, incluindo a nova picape, derivado do modelo, que está no forno, pronta para ser lançada e virá com uma versão cabine estendida para brigar com a Fiat Strada.

Caderno Veículos - Correio do Estado - MS

LANÇAMENTOS DO PRIMEIRO SEMESTRE
Mercedes-Benz apresenta a linha Classe A 2004

O Mercedes-Benz Classe A 2004, que está sendo apresentado ao público no espaço da DaimlerChrysler em Campos do Jordão, traz mais uma inovação ao mercado: agora, todas as versões do modelo vêm com os pisca-piscas integrados aos espelhos retrovisores.

A versão Classic passa a contar ainda com os faróis em policarbonato transparente e novas lanternas traseiras com detalhes brilhantes. Já no Elegance foram incorporadas novas rodas de liga-leve, que realçam sua sofisticação.

Com as mudanças o Classe A 2004 passa a estar mais integrado à família de automóveis da marca, oferecendo ainda mais segurança para os motoristas e mostrando novamente seu pioneirismo: é o primeiro carro nacional a vir com os piscas instalados nessa posição.

Piscas integrados aos espelhos retrovisores aumentam a segurança

Com os novos piscas nos retrovisores a linha Classe A 2004 fica mais moderna e segura. Os sinalizadores de direção, com o novo posicionamento, passam a oferecer uma melhor visibilidade para os motoristas. Mesmo durante uma ultrapassagem, os piscas nas extremidades dos espelhos permanecem visíveis.

Além de melhorar a visibilidade para os condutores durante o trânsito, os novos pisca-piscas estão localizados numa posição mais elevada em relação ao solo e têm uma área iluminada três vezes maior que a versão anterior do modelo.

Os sinalizadores também estão mais externos em relação à carroceria do automóvel, oferecem um maior ângulo de visão e possuem lâmpadas com maior potência. Todas essas características reunidas fazem com que os novos piscas se integrem ao conceito de segurança, tecnologia e modernidade do Classe A.

Classe A oferece três tipos de câmbio e duas motorizações diferentes

O Mercedes-Benz Classe A está disponível em três versões de acabamento, Classic, Elegance e Avantgarde, duas motorizações (1.6 de 102 cavalos ou 1.9 com 125 cavalos de potência) e três tipos de câmbio: manual, semi-automático ou automático seqüencial de cinco velocidades.

O modelo vem ainda com dois anos de garantia e uma extensa lista de equipamentos de série como, por exemplo, ar-condicionado, direção hidráulica eletrônica, air-bag duplo, ABS, ASR, BAS, EBD e ESP (Programa Eletrônico de Estabilidade). Com esse pacote, o Classe A 2004 se consolida no mercado nacional como o automóvel com a melhor relação custo-benefício em seu segmento.

Toda a linha Classe A 2004 já está exposta nos concessionários da marca e em Campos do Jordão, no espaço das marcas Mercedes-Benz, Chrysler, Jeep e Dodge, que abre todas às sextas-feiras e sábados, das 11 hs às 19 hs, e aos domingos das 10 hs às 18 hs, até o dia 03 de agosto. Endereço: Rua Renato Ribeiro, 52, na entrada do Bairro de Capivari, em Campos do Jordão (SP).

Classe A: um automóvel pioneiro

Desde seu lançamento no Brasil, em 1999, o Classe A vem ditando tendências e se transformando em uma referência de segurança, inovação e modernidade. Com alto padrão de qualidade e recursos que representam uma revolução em tecnologia, o Classe A vem conquistando os consumidores brasileiros, que demonstram altos índices de satisfação com o automóvel.

Também segundo pesquisas realizadas pela empresa, o Classe A é o carro nacional mais recomendado por seus proprietários, além de ser considerado uma das compras mais inteligentes da atualidade.

Além do pacote completo de equipamentos, o Classe A 2004 tem uma taxa de seguro muito inferior a de seus concorrentes diretos do mercado. Isso acontece por causa da facilidade de manutenção, da confiabilidade do produto e dos equipamentos.

Tempomat e Speedtronic: mais uma exclusividade do Classe A

O Classe A 2004 também continua sendo o único automóvel nacional a vir equipado com limitador variável de velocidade, o Speedtronic, e piloto automático, o Tempomat. O primeiro recurso possibilita ao motorista escolher a velocidade máxima livremente, já com o Tempomat o motorista pode manter constante a velocidade de sua preferência.

Ambos os equipamentos, disponíveis para as versões Elegance e Avantgarde, este equipado com câmbio mecânico, estão localizados em uma alavanca de dupla função, localizada ao lado esquerdo do volante, acima da alavanca das setas de direção.

Classe A vem com motor 1.6 ou 1.9

O Classe A 190 está equipado com um motor de 125 cavalos de potência. Com esta motorização e a transmissão mecânica, o modelo atinge os 190 km/h de velocidade máxima e acelera de 0 a 100 km/h em apenas 9,4 segundos.

O modelo conta com uma excelente relação peso x potência, de 8,7 kg/cv, que o torna um dos mais rápidos de seu segmento, com um desempenho comparável ao de modelos equipados com motorizações maiores.

Já o Classe A 160 traz um motor de 102 cavalos de potência. Com essa motorização, o A 160 chega aos 180 km/h de velocidade e vai de 0 a 100 km/h em 11,3 segundos.

Em ambas as versões a potência máxima é obtida em baixas faixas de rotação, proporcionando ao motorista um excelente desempenho com ótimas retomadas de velocidade.

Câmbio automático seqüencial de cinco velocidades

O Classe A 190 Elegance 2004 continua sendo o único automóvel do mercado a vir equipado com câmbio automático seqüencial de cinco marchas. Com esse câmbio, as marchas podem ser trocadas automaticamente ou conforme o desejo do motorista, com apenas um toque na alavanca. Além da trilha, com as tradicionais posições P - R - N - D, na posição D, a alavanca pode ser deslocada para direita e para a esquerda, entre os sinais de + e -, selecionando as marchas uma a uma.

Essa transmissão agrega ainda as funções S (Standard) e C (Confort), que podem ser selecionadas através de um botão localizado ao lado da alavanca do câmbio. Quando se aciona a função C, a programação é alterada, com o câmbio passando a trocar as marchas em rotações mais baixas, proporcionando maior suavidade.

Com tecnologia derivada dos carros da equipe McLaren-Mercedes de Fórmula 1, sua construção é leve e compacta. O sistema também é capaz de analisar e memorizar a forma de dirigir do motorista, passando a realizar as trocas de acordo com o estilo de condução.

Garantia de dois anos para os automóveis novos da Mercedes-Benz

Todos os automóveis novos da Mercedes-Benz, ou seja, o Classe A e os importados, têm dois anos de garantia, sem limite de quilometragem. A medida mostra a confiança da DaimlerChrysler do Brasil na qualidade de seus produtos e faz com que o Classe A 2004 tenha uma vantagem ainda maior em relação à concorrência, deixando a nova linha ainda mais atraente aos consumidores.

Tecnologia de ponta, em todas as versões

Não é só pelo design ousado que o Classe A é reconhecido. Sua tecnologia estabeleceu novos referenciais de mercado e essa virtude do modelo está diretamente relacionada ao projeto revolucionário, com o duplo chassi e o motor Silitec, e a extensa lista de equipamentos de série, com inovações totalmente indisponíveis em outros carros nacionais.

Essas inovações incluem o exclusivo Programa Eletrônico de Estabilidade (ESP), o Brake Assist (BAS), os freios com ABS e EBD, o controle de tração ASR, o duplo air-bag, os cintos de segurança com tensionadores e limitadores de força, a direção hidráulica eletrônica, o câmbio semi-automático (AKS), a transmissão automática seqüencial, com tecnologia dos carros da equipe McLaren-Mercedes de Fórmula 1, o piloto automático, o limitador de velocidade, o acelerador sem cabo (drive-by-wire) e o gerenciador eletrônico de revisões ASSYST, para ficar só entre os principais recursos.

Graças à tecnologia que possui, o Classe A é um dos carros mais seguros do mundo. Sua construção e os inúmeros recursos de segurança ativa e passiva o tornam um veículo que dificilmente se envolve em acidentes e, se isso ocorrer, os danos tendem a ser mínimos. Seus pára-choques e pára-lamas de polímero flexíveis, por exemplo, resistem a pequenos choques e, se necessário, são fáceis de reparar.

A tecnologia é uma aliada também no controle da manutenção. As revisões são controladas pelo sistema ASSYST, que avisa a época de visitar a oficina. E as eventuais falhas no funcionamento do carro são identificadas pelo sistema Star Diagnosis, o qual localiza o problema e informa como corrigi-lo, evitando falhas humanas no diagnóstico. Como resultado o Classe A é um carro valorizado pelo consumidor e alcança um ótimo preço de revenda no mercado.

Grande por dentro, compacto por fora

À primeira vista, o que mais impressiona no Classe A é o seu conceito inovador. Monovolume por definição, o modelo oferece um grande espaço interno em contraste com as dimensões compactas de sua carroceria.

Para conseguir esse espaço e conforto, o Classe A foi construída com um chassi duplo, de camadas sobrepostas, o que possibilitou a instalação inclinada do motor e da caixa de marchas na dianteira, ocupando menos espaço. Mas o chamado "chassi inteligente", não trouxe só esse ganho para o projeto.

Graças a ele, o Classe A oferece maior segurança aos passageiros porque, em caso de batidas frontais violentas, o motor e a caixa de câmbio deslocam-se para debaixo do carro sem invadir o habitáculo e, além disso, em choques laterais, o piso elevado mantém os ocupantes fora da área de colisão com os outros veículos.

Outro destaque do Classe A é o caráter funcional de seu interior. Com a posição de dirigir elevada, o motorista consegue ter uma visibilidade privilegiada do trânsito, facilitando ainda mais a condução do automóvel. Todos os instrumentos estão à mão e o acesso ao interior é facilitado pela ampla abertura das portas, inclusive para os ocupantes do banco traseiro.

Eletrônica reduz tempo e custo de manutenção

O Mercedes-Benz Classe A prova que um automóvel tecnologicamente avançado e sofisticado não é necessariamente um carro com altos custos de manutenção. Desde a tarefa mais simples, como a troca de óleo, até o serviço mais complexo, como uma pane de um sistema importante, a Classe A registra e avisa o motorista, tornando o reparo mais fácil e barato.

O avançado sistema ASSYST é o primeiro aliado do motorista quando o assunto é economia. Esse sistema monitora todas as funções do motor e avalia a necessidade da manutenção. O ASSYST trabalha com vários sensores espalhados pelo motor, conferindo a temperatura da água, a qualidade do óleo e até o número de partidas dadas pelo motorista. Assim, ele pode avisar a época correta da parada para a manutenção.

Star Diagnosis

A economia não pára por aí, porém. Um computador registra todas as informações de funcionamento de todos os sistemas da Classe A o que o torna um veículo muito simples de ser revisado e, em caso de alguma falha, de ser consertado. Esse computador conectado a um outro aparelho em uma oficina Mercedes-Benz informa todo o histórico do carro, como se fosse uma "caixa-preta".

O Star Diagnosis, esse aparelho exclusivo das revendas da marca, "conversa" com o carro e é capaz de localizar qualquer anomalia em seu funcionamento. Achado o defeito, o computador orienta o mecânico a fazer o conserto, indicando o tipo de falha, a solução e até que ferramenta usar.

O Star Diagnosis evita os erros humanos no diagnóstico do problema, o que, para o proprietário do veículo é muito bom. Graças a ele, o carro fica menos tempo na oficina e, conseqüentemente, o serviço sai mais barato.

LANÇAMENTOS
Nova Classe E Touring: mais espaço, conforto e tecnologia

A nova versão Touring da Mercedes-Benz Classe E, que foi apresentada em janeiro, durante o Salão de Detroit, também marcará presença pela primeira vez no Brasil durante o evento em Campos do Jordão.

Com seu design moderno e interior prático e espaçoso, a nova Classe E Touring representa a exclusividade tecnológica no mais alto nível. Sua lista de equipamentos traz o que há de mais avançado em tecnologia automotiva: Sensotronic Brake Control (SBC™) - o sistema de frenagem eletrohidráulico, que agora incorpora funções de conveniência tais como Tailback Assist e Anti-stall Assist - bem como suspensão traseira adaptável à carga e auto-niveladora, airbags frontais adaptáveis, cintos de segurança com limitadores de força em dois estágios e windowbags, para citar apenas algumas das mais de vinte inovações do modelo.

Entre os destaques que marcam a estréia da nova Touring estão os faróis duplos de xenon com Sistema de Luz Ativa - que acompanha os movimentos da direção e, assim sendo, ampliam substancialmente o campo de visão do condutor nas curvas - bem como a nova porta traseira EASY-PACK, com acionamento hidráulico, para fácil abertura e fechamento com o toque de um botão.

LANÇAMENTOS DO PRIMEIRO SEMESTRE
Nova CLK Cabriolet
também aparece pela primeira vez no Brasil

Tecnologia de ponta, estilo marcante e prazer único para quatro ocupantes: essas são algumas das características da nova CLK Cabriolet, que foi apresentada ao mundo em março, durante o Salão de Genebra, e estará presente em Campos do Jordão, no espaço da DaimlerChrysler.

A nova CLK Cabriolet traz, além do novo design, um maior espaço no porta-malas (390 litros) e uma carroçaria mais aerodinâmica, com Cx de 0,30. Na área de segurança dos passageiros, a Mercedes-Benz continua evoluindo com a utilização de uma estrutura de alta resistência na carroçaria, tensionadores nos cintos de segurança em todos os assentos, airbags laterais, que protegem a cabeça e o tórax dos ocupantes, e airbags frontais, que se adaptam ao motorista e passageiro dianteiro.

O conforto é um dos pontos altos do novo conversível, que oferece um interior espaçoso e sofisticado. O novo teto de múltiplas camadas têxteis, projetado para diminuir ao máximo os ruídos externos, pode ser aberto e fechado automaticamente ao toque de um botão ou por controle remoto. Já a potência dos motores de seis e oito cilindros para a nova CLK Cabriolet varia de 218 a 306 cavalos de potência.

LANÇAMENTOS DO PRIMEIRO SEMESTRE
Citroën apresenta a linha Jumper 2003
Modelo, agora produzido no Brasil, recebe nova motorização que o torna ainda mais potente e seguro

A linha Jumper 2003 chega ao mercado oferecendo ainda mais desempenho, conforto e versatilidade. Produzido agora no Brasil, no município de Sete Lagoas (MG), o modelo passa a ser equipado com o moderno motor 2.8 turbodiesel com injeção direta, garantindo maior desempenho e economia.

Oferecido em duas versões de acabamento, Minibus (passageiros) e 35MH (carga), o modelo continua a ser a melhor opção no segmento de furgões médios, apresentando grande confiabilidade e excelente relação custo-benefício.

Além disso, os clientes do modelo, formado em sua maioria por empresas privadas e órgãos públicos, contam com o atendimento diferenciado e personalizado da rede de concessionárias Citroën, em todo o país. “Sabemos que os consumidores da linha Jumper possuem necessidades específicas e, por isso, nossa rede tem investido muito para oferecer um atendimento cada vez mais rápido e competitivo”, afirma Domingos Boragina Neto, diretor comercial da Citroën do Brasil.

Isso se traduz na criação de áreas de atendimento específico, treinamento constante de mão de obra, instalação e aquisição de ferramental adequado, disponibilidade de grande sortimento de peças de reposição, linhas de financiamento especiais, entre outros.

Linha Jumper 2003: Mais potência e desempenho

A linha Jumper 2003 passa a ser equipada com o moderno motor 2.8 turbodiesel com injeção direta, assegurando mais desempenho e economia. Suas principais características são:

Ser compacto e leve;
Posicionado transversalmente, o que garante excelente habitabilidade, menor ruído e vibração;
Alto desempenho: são 103,3 cv a 3.600 rpm, com torque de 24,5 kgfm a 1.900 rpm;
Economia de combustível;
Baixo custo de manutenção;
Durabilidade;
Alta tecnologia: cabeçote de alumínio, injeção direta, pistões refrigerados a óleo etc.

O modelo recebeu também um novo alternador de 120 A, permitindo cargas elétricas extras, normalmente utilizadas nas transformações e adaptações. Outras novidades são as maçanetas com melhor ergonomia, que facilitam a abertura e o fechamento das portas, e novos retrovisores com espelhos duplos, que aumentam o campo de visão da parte traseira. As lanternas também tiveram seu desenho reformulado e trazem agora válvulas de saída de ar, que facilitam o fechamento da porta lateral corrediça.

Em termos de segurança, a linha Jumper 2003 passa a contar com discos de freios dianteiros com novas pinças e com a inclusão de discos de freios também nas rodas traseiras, o que aumenta a confiabilidade do sistema e reduz as distâncias de frenagem. O modelo já vem equipado com corretor de frenagem de série.

Um projeto vencedor - Desde que foi lançado no mercado brasileiro, em agosto de 2000, o Citroën Jumper conquistou os brasileiros por seus atributos inquestionáveis: versatilidade, funcionalidade, confiabilidade mecânica, excelente capacidade de carga e espaço interno de sobra para garantir conforto para motorista e passageiros.

Devido à ausência do eixo cardan, as duas versões têm piso mais baixo, facilitando o acesso ao interior do veículo. Na versão 35MH, isso se traduz em maior espaço e facilidade de acomodação de volumes.

A tração dianteira é outro destaque, permitindo excelente dirigibilidade e manobrabilidade, oferecendo total conforto ao motorista. A porta lateral corrediça é uma das maiores da categoria (1265,0 mm), facilitando o acesso ao habitáculo/vão de carga.

A suspensão dianteira é do tipo McPherson, com braços triangulares inferiores, molas helicoidais e amortecedores hidráulicos. Já a traseira conta com eixo rígido, molas longitudinais e amortecedores hidráulicos, que garantem conforto e segurança tanto em longos percursos quanto no trânsito urbano.

O Citroën Jumper é equipado com alavanca de câmbio instalada no painel. Isso significa menor esforço para motorista, permitindo também que um terceiro passageiro viaje com conforto no banco da frente. Os faróis, com regulagem de altura, proporcionam ótima iluminação e permitem direcionar o facho, de acordo com o peso transportado.

Duas versões adequadas às necessidades do dia a dia
A linha do Citroën Jumper foi desenvolvida para atender as solicitações do transporte de passageiros e carga. São duas versões:

Jumper Minibus
Desenvolvido especialmente para o transporte de passageiros, o Citroën Jumper Minibus é um veículo versátil e moderno, com espaço e conforto para o transporte de até 16 pessoas. É o veículo ideal para empresas de turismo, hotéis, empresas aéreas, locadoras, traslado em aeroportos, entre outros.

A versão vem equipada de série com direção hidráulica, tacógrafo, sistema antiincêndio, relógio digital, banco do motorista com regulagem de altura, bancos traseiros individuais com apoio de cabeça, ar quente, vidros traseiros térmicos, acendedor de cigarros, faróis com regulagem de altura, entre outros. O ar condicionado opcional completa a lista de equipamentos do Citroën Jumper Minibus.

Jumper 35MH
Já o Jumper 35MH é o veículo ideal para o transporte de carga nos grandes centros urbanos. Suas dimensões permitem cargas de até 10 m3. É o veículo sob medida para atacadistas, panificadoras, supermercados, órgãos públicos, emissoras de tv a cabo, oficinas volantes, prestadoras de serviço, assistência técnica, bufês, tinturarias, hospitais/clínicas, gráficas, indústria farmacêutica, entre outros.

A versão 35MH vem equipada de série com direção hidráulica, porta lateral corrediça, porta objetos no painel, sistema antiincêndio sob o banco do passageiro, banco dianteiro biposto (1/3 e 2/3), banco do motorista com regulagem de altura, odômetro total e parcial, relógio digital, regulagem de altura dos faróis e parede divisória fixa, entre outros.

LANÇAMENTOS DO PRIMEIRO SEMESTRE
A Citroën entra em nova fase. Com o pequeno C3,
ingressa no time das grandes montadoras do Brasil

Se você observar o tipo de sujeito que compra os carros fabricados pela Citroën no Brasil chegará à seguinte descrição: idade média de 42 anos, casado, com filhos e um ou dois carros a mais na garagem. Sua renda é suficiente para pagar algo entre R$ 45 mil e R$ 55 mil por um X-Sara ou um Picasso.

Agora, compare esse perfil com o universo de consumidores no Brasil. Um não combina com o outro. Mais de 70% dos carros vendidos no País são equipados com motor 1.0, com impostos, e preços, mais baixos.

Resultado: sem atuar nesse setor, a Citroën, possui hoje menos de 2% do mercado nacional. Por isso, o lançamento do C3 torna-se um marco na curta trajetória da marca francesa em território brasileiro.

Com o novo modelo, um carro pequeno com acabamento caprichado e acessórios sofisticados, a empresa pretende ganhar escala na produção brasileira, conquistar um novo tipo de consumidor e, mais importante, aumentar seus volumes de venda – na verdade a meta é, dentro de dois anos, saltar das atuais 20 mil unidades para cerca de 50 mil e, assim, entrar para o time das montadoras de grandes vo-lumes. “Estamos descendo na escala alimentar”, brinca Sérgio Habib, presidente da Citroën no Brasil.

Com o lançamento, que consumiu R$ 200 milhões, a companhia dá mais um empurrão em um segmento recém nascido do setor automobilístico. São modelos como o Meriva, da General Motors, o Fit, da Honda, e o EcoSport, o jipinho da Ford, cujos preços situam-se principalmente na faixa entre R$ 30 mil e R$ 40 mil.

Todos têm como alvo jovens consumidores, em particular as “mulheres independentes” (um termo que as montadoras adoram). Essa tribo prefere carros pequenos, mas não querem 1.0. Até agora, sem opções, comprava os chamados seminovos, veículos de categoria média com um a dois anos de uso. Estima-se que há 400 mil potenciais consumidores nesse grupo.

Para atrai-los, a Citroën incorporou ao C3 alguns itens raramente encontrados em veículos desse nível. Todos saem da fábrica equipados com freios ABS. Há também uma tal de direção elétrica, que torna o volante ainda mais “leve” do que no caso do tradicional sistema hidráulico.

As duas versões lançadas agora são movidas com motor 1.6 16 V. Em uma delas, a Exclusive, os encostos dos bancos dianteiros possuem bandejas retráteis com espaço para caneta, copo e gancho para sacos plásticos. No segundo semestre, um terceiro modelo, com motor 1.4, chegará às concessionárias. Seu preço ficará em torno de R$ 30 mil, contra R$ 32,3 mil e 36,5 mil das outras.

O preço encontra-se no mesmo patamar dos concorrentes. Mas a Citroën tem obstáculos pela frente. O índice de nacionalização do C3 é baixo, cerca de 60%. Em outras palavras, a Citroën ainda precisa importar muitas peças para montar o veículo num momento em que o dólar é desfavorável para compras externas. A escala também não ajuda na redução de custos.

O C3 é o terceiro carro a ser produzido na fábrica brasileira da PSA, o grupo francês dono das marcas Citroën e Peugeot. Mais: o novo modelo chega às ruas em um quadro de retração do mercado. Nos primeiros quatro meses do ano, as vendas internas caíram 7% em relação ao mesmo período de 2002, ano considerado sofrível pelos fabricantes. “Não tenho ilusão de melhoria nessa situação”, garante Habib. “A renda per capita não cresce, e a taxa de juros continua inviabilizando o crédito.” Ou seja, as montadoras terão de roubar clientes umas das outras para aumentar a participação de mercado.

O alento para Habib vem dos números referentes ao C3 na Europa. Lá, a montadora estimava colocar nas ruas 150 mil unidades em 2002. Vendeu 185 mil. Habib também aposta na capacidade de venda de sua rede de distribuidores. “Essa foi a grande força para o sucesso comercial do Picasso”, diz ele. Segundo seus cálculos, cada loja Citroën vendeu 20 unidades desse modelo em 2002. No caso de um dos concorrentes diretos, a Zafira, da GM, a média não superou 1,5 unidade. “Somos especializados nesse tipo de consumidor. As revendas GM sabem vender Celta”, provoca ele. “Nunca teremos carros 1.0, pois não é nossa vocação.”

Aos 45 anos, Habib, um filho de franceses nascido no Brasil, costuma dizer que sempre apostou naquilo que não é óbvio. Há mais de 10 anos, desembarcou em Paris para uma reunião com executivos da PSA. Tinha a seu favor um domínio completo do idioma francês e planos de se tornar o importador da Citroën para o Brasil. No final do encontro, os franceses o desestimularam. “Nossos carros não se adaptarão ao combustível brasileiro”, disseram. Habib sabia da restrição e respondeu. “Trouxe 5 mil litros de gasolina do Brasil e já estão no pátio da fábrica. É só testar.” Meses depois, Habib acompanhava no porto de Santos o desembarque dos primeiros veículos Citroën em terras brasileiras.

LANÇAMENTOS DO PRIMEIRO SEMESTRE
Mitsubishi Airtrek: um novo conceito para uma nova era

É com satisfação que a Mitsubishi Motors do Brasil dá início à comercialização do Airtrek, a mais recente e inteligente geração de veículos de múltipla utilização. O carro foi concebido e desenvolvido em torno de um atualíssimo conceito, que junta características de SUV - Sport Utility Vehicle, com as de um sedã de passeio.

Desta forma, ele engloba um amplo espectro de utilidade que vem ao encontro dos mais variados estilos de vida. A junção dessas duas características resulta em um veículo multiuso denominado all-wheel drive.

O Mitsubishi Airtrek representa, dentro da marca, mais uma significativa alternativa. É um carro que proporciona ao motorista e aos seus ocupantes uma agradável sensação de prazer e segurança ao ser dirigido. Qualquer que seja o tipo de situação: piso seco, molhado ou mesmo estradas de terra.

A flexibilidade de espaço interno oferece o máximo de conforto tanto para o dia-a-dia quanto para as viagens. O alto nível de equipamentos de conveniência é complementado por uma performance veicular de nível superior. Seu estilo arrojado e inovador oferece um visual que também sugere esportividade além da simples utilização.

Dois carros em um só

O Airtrek é um automóvel afeito a quase todo o tipo de superfície. Como um legítimo all-wheel drive, ele tem a vantagem da tração permanente nas quatro rodas com diferencial central de acoplamento viscoso e excelente vão livre do solo, para que se possa explorar melhor vários tipos de piso.

Como um sedã, ele proporciona um comportamento seguro e esportivo com superior estabilidade nas curvas. O estilo combina uma carroceria elegante, aliada à resistência de um veículo que pode enfrentar com tranquilidade determinados tipos de obstáculos.

O Airtrek foi construído com a mais recente tecnologia no que diz respeito a integridade e segurança. Sua estrutura de grande rigidez maximiza o comportamento das suspensões para oferecer um rodar silencioso e confortável, além de proporcionar excelente dirigibilidade.

A avançada técnica construtiva prevê zonas de deformação programadas, para manter a integridade do habitáculo e dos ocupantes em eventuais choques. A engenhosidade do seu desenho resultou num compartimento de motor que garante excelentes resultados nas avaliações de segurança dos testes de impacto frontal.

Também tem dimensões e conceitos tecnológicos que garantem boa dirigibilidade em qualquer situação de rodagem. Essa nova geração de veículos all-wheel drive foi desenvolvida para oferecer espaço e variáveis de utilização acima da média, tanto no caso das station wagon similares de mesma categoria, quanto no caso das minivans com duas fileiras de bancos e cinco lugares. Isso, sem levar em consideração sua nítida superioridade de performance em terrenos acidentados e com pouca aderência.

Uma das características de destaque do Airtrek são os 2.625 mm de distância entreeixos - o maior da categoria -, o que proporciona excelente espaço interno para os ocupantes. Outros pontos positivos são as rodas de aro de 16 polegadas e os pneus 215/60 R 16, com características esportivas, além dos significativos 205 mm de vão livre do solo, que permitem um grande potencial dinâmico. Apesar da grande medida de vão livre do solo, o Airtrek tem baixo centro de gravidade e excelente estabilidade.

As suspensões foram programadas para oferecer o máximo de conforto, segurança e estabilidade durante curvas, em linha reta ou em altas velocidades. Elas são independentes nas quatro rodas, com estrutura McPherson na dianteira e Mult-link na traseira.

Motor, transmissão e freios.

O Airtrek vem equipado com um motor de 2,4 litros, de 16 válvulas, com injeção de combustível ECI-MULTI de 136 cv a 5.000 rpm e torque de 20,9 kgf.m a 2.500 rpm. A transmissão é a automática INVECS-II, com sistema seqüencial Sports Mode, de quatro marchas.

Ela tanto pode ser usada da forma automática, a mais confortável possível, quanto ser operada pelo sistema Sports Mode. Essa segunda modalidade oferece ao usuário a opção das mudanças serem feitas manualmente de forma seqüencial. Pode-se desta forma desfrutar de uma condução mais esportiva, seja para enfrentar longos trechos de terreno precário ou simplesmente acelerar quando as condições o permitam.

O Airtrek, all-wheel drive, utiliza sistema de diferencial central VCU-fitted, que equipa o Lancer Evolution, o que é garantia de resistência e qualidade acima da média. Esse é o mesmo sistema que a Mitsubishi utiliza nos carros que participam das provas do WRC - Campeonato Mundial de Rally. A tração é 4x4 em tempo integral e oferece a melhor performance qualquer que seja o tipo de superfície em que o carro esteja circulando - asfalto molhado, lama, areia, neve -, proporcionando sempre uma característica neutra e segura de dirigibilidade.

Os freios são a disco, ventilados nas rodas dianteiras e a tambor nas traseiras. A tarefa de imobilizar o Airtrek com toda a segurança é complementada por um sistema ABS de quatro canais com EBD - Eletronic Brake-force Distribution -, distribuição eletrônica de força dos freios.

Design inovador, interior funcional.

Tudo foi pensado para resultar num estilo que permita ao Airtrek transmitir ao usuário o máximo de sensação de liberdade de espírito, porém aliado a uma performance superior. Suas linhas resultam num misto de esportividade e elegância, mas que sugerem o ineditismo da criatividade das formas de um "carro conceito".

Nessa nova geração all-wheel drive, o desenho foi definido procurando criar uma silhueta que transmita a sensação de desempenho tanto no asfalto quanto em terrenos de menor aderência. As rodas de grande diâmetro ajudam a compor a estética e proporcionam melhor desempenho no fora-de-estrada.

Elaborado para acomodar e proteger seus ocupantes da melhor maneira possível, é motivo de destaque a qualidade e o tratamento dos materiais internos. O desenho do painel e a sua conformação nas cores preto e prata remetem a uma sugestão futurística das versões esportivas dos anos 60, evocando um senso de nostalgia ao dirigir. Sobressaem os cuidados com o desenho do relógio de horas análogo e as saídas de ar de ventilação interna.

A instrumentação tem apelo esportivo e a sua inclinação e a boa legibilidade do grafismo, tanto os alfanuméricos quanto os de cristal líquido, oferecem excelente visualização. Em sua extensão central, o console acomoda, entre outros itens, o sistema de ar-condicionado, CD Player e ponto de energia de 12 volts.

O conforto dos bancos é ampliado pela forração de couro em dois tons de cinza (opcionais) e pela presença do apoio central de braços. As laterais das portas vêm equipadas com porta-mapas. O banco traseiro é bipartido na configuração 60% / 40%. Os encostos podem ser reclinados em cinco posições diferentes, o que permite a melhor acomodação para os ocupantes. O espaço para as pernas dos passageiros é acima da média para veículos dessa categoria. Com os encostos rebatidos se obtém um generoso espaço para transportar volumes com até 240 cm de comprimento. Uma cobertura escamoteável impede que os objetos transportados fiquem à vista.

Alto nível de equipamentos de série

O Airtrek se destaca por ser um carro que proporciona um alto nível de conforto e segurança para os seus ocupantes. No tocante à sua aparência externa ficam evidentes os cuidados com seu aspecto e funcionalidade. Tem spoiler traseiro com brake light incorporado, vidros acionados eletricamente, faróis de neblina e um rack de teto em alumínio.

No que se refere à segurança: airbag frontal duplo, bloqueio de portas centralizado, travamento e destravamento das portas por meio de controle remoto, ABS, cintos de três pontos de fixação com pré-tensionadores e limitadores de força. As travas de segurança nas portas traseiras, para o caso de crianças, são apenas mais um entre os inúmeros itens que compõem o carro.

Internamente tudo foi pensado para garantir o bem-estar durante sua utilização. Ar-condicionado, direção hidráulica, coluna de direção com regulagem de altura, indicação de posição de marchas no painel, console central com descansa braço, bancos forrados de couro (opcionais), CD player, bancos traseiros com apoio de braços central, banco do motorista com regulagem lombar e de altura e pontos de energia de 12 volts no compartimento de carga destacam-se entre os equipamentos normais.

Pensado para ser eficiente

O Airtrek foi concebido, principalmente, pensando em uma grande praticidade de utilização. A sua altura (1.600 mm), apesar de reduzida, facilita o transporte de grandes volumes e proporciona uma melhor postura interna dos ocupantes. Os assentos dos passageiros estão posicionados a 650 mm de altura, isso significa que estão mais próximos da altura dos seus quadris. Ou seja, o acesso e a saída do interior do Airtrek podem ser feitos sem que se tenha que subir ou descer do carro.

O ponto de visão do motorista está localizado cerca de 100 mm mais alto do que o dos motoristas das station wagons normais. Isso garante melhor visibilidade periférica ao dirigir e durante manobras em ambientes restritos. O grande vão livre do solo - 205 mm - propicia maior mobilidade do veículo nos terrenos acidentados. Finalmente, os 2.400 mm de comprimento, dentro do habitáculo dos passageiros, também facilitam o transporte de volumes que tenham grandes dimensões ou formatos pouco usuais.

Uma completa gama de acessórios

O bem-estar do usuário sempre foi uma das grandes preocupações da Mitsubishi. Não bastasse um carro extremamente completo com itens de série, a empresa desenvolveu uma extensa gama de acessórios que estará à venda simultaneamente ao lançamento do Airtrek. Além de aumentar consideravelmente o conforto e a praticidade de utilização, esses itens adicionais agregam valor ao carro.

Mesmo sendo muito bem servido no que diz respeito à capacidade de transporte de volumes, ainda existe a possibilidade da instalação de travessas próprias para a acomodação de bagagens sobre sua capota. Para os adeptos do ciclismo foi desenvolvido um prático suporte para o transporte de bicicletas.

Nas longas e cansativas viagens, a presença do controlador automático de velocidade passa a ser um item quase que obrigatório. Assim como o DVD, que pode ser extremamente útil quando o assunto é entreter as crianças acomodadas no banco traseiro. Somados a esses acessórios, alguns outros estão à disposição do consumidor mais exigente.

O Airtrek ainda pode vir equipado com engate (com bola removível), tapetes protetores, rede para evitar que a carga fique solta no compartimento de bagagens, sensor de estacionamento (marcha à ré) e pára-barro. Ele estará disponível, inicialmente, em três cores diferentes (preto, prata e grafite).

LANÇAMENTOS DO PRIMEIRO SEMESTRE
O novo BMW X3 está chegando

Ao introduzir um novo veículo dinâmico e versátil, a BMW está expandindo a bem sucedida família X: o novo BMW X3 combina a notável agilidade de um típico BMW com a ampla gama de usos oferecida por um veículo do tipo SAV (Sports Activity Vehicle - Veículo para Atividades Esportivas). Ele representa a primeira oferta premium na classe de SAVs abaixo do X5 e chega ao mercado para conquistar todos os tipos de estrada ao redor do mundo.


O novo BMW X3 fará sua estréia em setembro deste
ano na Feira de Automóveis de Frankfurt.

O BMW X3 combina as proporções características de um SAV com as clássicas e novas características de design da BMW. A moderna linguagem do design, com superfícies côncavas e convexas interagindo, dá ao X3 uma aparência jovem e inovadora.

Sua posição exclusiva dentro da série de modelos da BMW é reforçada por uma ampla gama de recursos característicos tais como o recém interpretado e clássico "Hofmeister kink" nas janelas traseiras laterais, a recém projetada grade dupla reniforme (em formato de rim), assim como os faróis dianteiros e traseiros. A grande distância entre os eixos com pequenas saliências e a linha inclinada do teto acentuam o aspecto dinâmico e o desempenho deste SAV desde o início.

Os arcos das rodas salientes e a incrível seção dianteira enfatizam a personalidade auto confiante deste recém chegado, que causa uma impressão positiva em todos os ambientes.

O desempenho dinâmico é garantido pelos motores de 3.0 litros e seis cilindros em linha a gasolina e diesel da BMW, amplamente elogiados por seu refinamento e desempenho verdadeiramente notáveis. Desenvolvendo uma potência máxima de 170 kW (231 bhp), o ágil X3 3.0i atinge uma velocidade máxima de até 210 km/h ou 130 mph na configuração padrão e pode chegar a 224 km/h ou 139 mph com a opcional configuração de alta velocidade (disponível com o Sports Package).

O recém introduzido motor turbo a diesel com seis cilindros em linha e tecnologia de segunda geração common rail de injeção direta desenvolve uma potência máxima de 150 kW (204 bhp) no X3 e impulsiona este notável SAV com um incrível torque máximo de 410 Nm. Mais uma vez, a velocidade máxima padrão é de 210 km/h ou 130 mph e pode atingir até 218 km/h ou 135 mph na configuração de alta velocidade (disponível com o Sports Package).

Ambos os modelos vêm de fábrica com transmissão manual de seis velocidades, sendo que uma transmissão automática de cinco velocidades está disponível como opcional. Outras variantes de motor virão em seguida.

Um destaque especial do BMW X3 é o recém desenvolvido sistema inteligente xDrive de tração nas quatro rodas que define novos padrões de agilidade para veículos desta categoria. O xDrive permite uma distribuição de torque entre a dianteira e a traseira com ajustes infinitos e totalmente variável.

O sistema reconhece imediatamente qualquer necessidade de mudança na distribuição de potência e responde de forma bastante rápida na estrada, geralmente antes que as rodas comecem a perder aderência. Como resultado, o X3 é capaz de fornecer um torque ótimo ao eixo respectivo a qualquer momento durante uma curva acentuada, reduzindo significativamente a tendência de o veículo girar mais ou menos do que o pretendido pelo motorista no processo (fenômeno conhecido como oversteer e understeer respectivamente).

Portanto na estrada o xDrive oferece uma melhoria significativa em termos de agilidade e prazer de dirigir e, ao mesmo tempo, segurança. Sistemas de gerenciamento de estabilidade como o DSC podem intervir em um momento posterior do processo em comparação com os sistemas convencionais de tração nas quatro rodas.

O xDrive também garante uma melhor aderência e tração em terreno escorregadio ou irregular, transmitindo potência o mais rápido possível às rodas quando eles poderiam começar a girar em vazio e desta forma eventualmente interromper o fluxo de tração.

A versatilidade do novo BMW X3 não é de modo algum limitada à ampla gama de condições de estrada e terreno nos quais este SAV demonstra sua agilidade e desempenho dinâmico. Também o interior e a grande variedade de equipamentos disponíveis fazem dele o BMW ideal para pessoas ativas e versáteis. Da posição de comando a posição alta e característica do assento em um SAV da BMW os ocupantes não apenas vêem o que está ao seu redor de uma perspectiva agradável e clara, mas também desfrutam um interior muito espaçoso e moderno.

A elegância e estética típicas da BMW estão acompanhadas de uma ampla gama de detalhes práticos e uma aparência esportiva bastante jovem e apropriada ao caráter do veículo. Uma variedade também ampla de materiais e cores, tanto clássicas quanto esportivas e modernas, oferece possibilidades únicas para personalizar o interior do novo X3. No cockpit os dois painéis circulares estão agrupados em um estilo típico e elegante da BMW. E bem no meio do painel de instrumentos, o motorista encontrará o monitor colorido 16 x 9 opcional do sistema de navegação, que abre automaticamente sempre que necessário.

Existe bastante espaço no amplo e conveniente compartimento traseiro, muito espaço para todos os tipos de equipamentos esportivos tais como mountain bikes e naturalmente muitas outras coisas. Numerosos compartimentos de armazenamento completam a ótima funcionalidade do X3, e para aqueles que desejam transportar equipamentos esportivos ainda maiores, o exclusivo controle de estabilidade de trailer da BMW oferece um reboque mais seguro de barcos e outros tipos de equipamentos. Esta extensão do sistema de controle de estabilidade DSC vem naturalmente como equipamento padrão, assim como o HDC automático (Hill Descent Control Controle para Descer Ladeiras) que possibilita uma descida segura mesmo em superfícies escorregadias ou lisas.

Ao desenvolver o X3, a BMW também concentrou-se na segurança ativa e passiva do mais alto padrão. O princípio de engenharia dos SAVs da BMW o eixo frontal estendendo-se através do cárter dá ao X3 um centro de gravidade muito baixo e reduz o rolamento da estrutura neste processo. A distribuição inteligente de torque do xDrive ajuda a manter o X3 muito estável e aderente mesmo em curvas rápidas, de modo a evitar muitas situações críticas logo de início. E caso elas venham a ocorrer mesmo assim, o sistema de controle de estabilidade DSC intervirá e ajudará a estabilizar o veículo.


O novo BMW X3 estará disponível na Europa e América do Norte
a partir do início de 2004. Outros mercados virão em seguida.

COLECIONE - NÚMERO 5 E 6
Os mais inovadores do mundo
Continuando sua coleção mais dois veículos da coleção os mais inovadores do mundo

Fiat 500 Topolino (1936-1948)


A democratização do automóvel

Um automóvel em miniatura. O objetivo do Fiat 500 Topolino era o de colocar a Itália sobre rodas. Seu preço era muito baixo. cerca de 10.000 liras. Técnicas nunca antes utilizadas em veículos populares contribuíram para seu reduzido peso: na frente um único elemento servia de apoio para o motor de quatro cilindros e 596 cilindradas, além de coluna de direção e suspensão.

VW "Carocha" (1938-1998)


Aposta no espaço, conforto e preço

A Fiat queria a Itália sobre rodas. Já a Alemanha através de Adolf Hitler que teve o desafio de criar o carro do povo. Projetado por Ferdinad Porsche com quatro grandes objetivos: espaço para toda família, conforto, potência para subir as montanhas e um chassi polivalente, que pudesse ser adaptado para diversos tipos de carrocerias. Para comprar o automóvel, o projeto tinha como linha de financiamento uma poupança onde as famílias iamn pagando antecipadamente seu futuro automóvel.

Com a guerra, parecia que a Volkswagen não seria a mesma, mas com o término das batalhas os britânicos recuperaram a fábrica de Wolfsburg onde o "Carocha" foi produzido até 1975. A marca ainda manteve a linha de produção no Brasil e no México até 1998, alcançando uma marca de 22 milhões de exemplares ao longos dos seus 60 anos de existência.

COLECIONE - NÚMEROS 5 E 6
Os mais rápidos do mundo
Continuando sua coleção mais dois veículos da coleção os mais rápidos do mundo

Porsche 911 Carrera GT2

A versão mais esportiva da família 911 é a GT2. Desenvolvido tomando por base o 911 Turbo, o modelo foi apresentado no Salão de Detroit de 2001, para no meio do respectivo ano entrar na linha de produção. O motor é de 3,6 litros de cilindrada que desenvolve uma potência de 462 cv, superando em 42 cavalos o 911 Turbo.

O carro conta apenas com tração traseira, o que favorece na diminuição do peso final do veículo e obtenção de 315 km/h de velocidade máxima e 4,1 segundos para chegar aos 100 km por hora.

Velocidade máxima: 315 km/h
Aceleração 0 a 100 km/h: 4,1 s
Potência: 462 cv
Peso: 1440kg
Relação peso/potência: 3,1kg/cv

Ferrari 456 GT

Nada como pegar a família para passear e colocar uma velocidade final de 300 km/h. Isso é que é uma família de alta velocidade! Mas é isso mesmo. O coupé 456 GT é o modelo familiar da Ferrari. Lançado no Salão de Paris em 1992, foi passando por mudanças ao passar dos anos, até que em 1998 doi reestilizado, ganhando um visual mais agressivo e moderno.

Entre as modificações uma nova suspensão que garante mais conforto. A propulsão fica por conta do motor 5,4 de 12 cilindros distribuídos em V que resulta em 442 cavalos de potência.

Velocidade máxima: 300 km/h
Aceleração 0 a 100 km/h: 5,2 s
Potência: 442 cv
Peso: 1790 kg
Relação peso/potência: 4,04 kg/cv

C O L E C I O N E
5 - PORSCHE 911
6 - FERRARI 456
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LANÇAMENTOS DO PRIMEIRO SEMESTRE
Xterra chega pronto para aventura!

O autêntico utilitário esportivo. Com esse slogan a Nissan do Brasil colocou no mercado seu terceiro veículo produzido no Brasil. O índice de nacionalização é de 47% e será comercializado em duas versões de acabamento. Inicialmente disponível na versão SE, com motor 2.8 litros turbo diesel intercooler e tração 4x4. A versão XE estará disponível no segundo semestre.

POSICIONAMENTO - PÚBLICO ALVO - Com um design ousado e agressivo, o Nissan Xterra (pronuncia-se "eks terra") foi desenvolvido para oferecer força, estilo, robustez, tração 4X4, modularidade e espaço interno, no melhor estilo original SUV.

Seu nome foi escolhido com a intenção de reforçar a conecção com a terra e o aventureiro estilo de vida de seu público alvo. Ele sugere uma imagem de atividade, energia e excitação.

Diferente estilo da picape Nissan Frontier no qual o herói é o próprio veículo, o Xterra tem em seu estilo o usuário como o herói. Ele é autêntico, odeia aparecer, mas é social. É entusiasta outdoor, sai todo final de semana. É confiante, não quer se mostrar, vive de bem com a vida, ousado, sabe o que quer, tem espírito jovem, é aventureiro e se identifica com esportes outdoor. Entre suas necessidades, busca capacidade offroad, segurança, design ousado, resistência e conforto. Como imagem gosta de offroad em lugares diferentes, como montanhas, rios, florestas , praias dunas ,etc.

Entre as principais razões de compra de um utilitário esportivo, seus usuários procuram bom espaço interno, motor a diesel pelo baixo consumo, confiabilidade e segurança, conforto, design e capacidade de bagagem.

ESTRUTURA - A estrutura do Xterra nacional, preserva a robustez e a resistência características da picape Frontier. O utilitário esportivo possui o mesmo chassi da versão cabine simples da picape, que é mais curto do que a versão cabine dupla, porém o entre-eixos é menor.

Ele é montado em chassi de aço, composto por duas longarinas longitudinais e cinco barras transversais. As cinco barras unem as longarinas, aumentando a resistência da estrutura onde é fixada a carroceria.

Como um diferencial entre os concorrentes no mercado, as longarinas do Xterra possuem perfil fechado (tipo duplo "U") por toda a sua extensão, razão pela qual apresenta excepcional performance nos terrenos mais difíceis e excede a qualidade e durabilidade do segmento, fatores essenciais de seu uso.

Além de reforçado, o chassi com perfil duplo "U" apresenta a máxima rigidez, a mínima flexão e a redução de vibração e ruídos como principais vantagens.

MOTOR - TRANSMISSÃO - O desempenho eficiente é um dos atributos do Nissan Xterra que está equipado com o potente motor 2.8 litros, turbo-diesel intercooler - MWM Sprint. O propulsor, que também equipa a picape Frontier, fica alojado em disposição longitudinal, tem quatro cilindros em linha, 2.798 cm3 de cilindrada e gera potência máxima de 132cv @ 3.600 rpm (ISO-ABNT). Como característica o motor atinge sua capacidade máxima de torque; 34,7 kgf.m (ISO-ABNT), em baixa rotação, 1.800 rpm, transmitindo força, agilidade e segurança em seu uso diário, esteja o Xterra com ou sem carga.

Produzido em São Paulo, o motor tem bloco em ferro fundido, apresenta estrutura reforçada e peso seco de 213kg, considerado baixo para um motor deste porte.

Num trabalho conjunto, os engenheiros da Nissan e da MWM, acrescentaram características únicas para esse motor, inserindo o "DNA" Nissan. As mais significativas alterações foram no sistema de intercooler, que passou a contar com entrada de ar pelo capô, na mudança do sistema de lubrificação utilizado na transmissão, e no reescalonamento das engrenagens de marchas. Com isso foi possível reduzir vibrações e ruídos do motor, e conseqüentemente do interior da picape. O coletor de admissão desacoplado, também permitiu a diminuição do nível de ruídos.

Equipado com sistema de injeção de combustível direta, bomba rotativa e intercooler, o motor turbo-diesel do Xterra, que atende a norma de emissões EURO II, possui comando de válvulas no cabeçote, acionamento direto das válvulas e três válvulas por cilindro, sendo duas para admissão e uma para escape.

Com tudo isso é possível ter uma combustão otimizada, respostas mais rápidas, maior confiabilidade e menores perdas por atrito. Com o cabeçote tipo cross flow (fluxo cruzado), foi possível melhorar o escoamento dos gases, produzir baixos níveis de emissões e aumentar a economia de combustível.

Para um motor 2.8 litros, turbo-diesel, sua performance é surpreendente. Na cidade o condutor chega aos 11,4 km/l e na estrada faz 14,6 km/l. O Nissan Xterra acelera da 0 a 100 km/h em 14,3s e atinge 164 km/l de velocidade máxima.

A transmissão EATON FS0-2405, também nacional, é manual de cinco velocidades com acionamento hidráulico de embreagem. As marchas são todas sincronizadas, incluindo à ré. Aliado a sincronização, o EFMII (material em fibra de carbono), proporciona engates suaves e precisos, transmitindo confiança e segurança ao condutor.

O comando de engates da transmissão FS0-2405 tem um sistema interno com quatro varões de nylon nas pontas do garfo deste sistema de controle, que tem por objetivo a melhoria da qualidade do engate. As engrenagens, além de terem resistência mecânica, são projetadas para produzirem um nível de ruído baixo ou inexistente. Carcaças e garfos são em alumínio, acarretando menor peso final do conjunto motriz e conseqüentemente do veículo, contribuindo para o menor consumo de combustível, que gera um melhor custo/benefício ao proprietário do autêntico utilitário esportivo.

DIREÇÃO - SUSPENSÃO - FREIOS - Com acionamento hidráulico na direção de série, o Xterra oferece ao condutor total segurança no controle do veículo e maior conforto ao dirigir, além de facilitar as manobras. A direção possui esferas recirculantes que servem para ampliar a resistência nas mais severas condições de uso.

A suspensão dianteira, independente, possui braço triangular duplo, barra estabilizadora, barra de torção e amortecedores telescópicos. As rodas dianteiras reagem independente à mudanças de superfície, gerando um rodar macio e um melhor controle na condução do veículo.

A suspensão traseira é formada por eixo rígido, amortecedores telescópicos, barra estabilizadora e feixes de mola semi-elípticos, que são montados em linha com as longarinas do chassi, gerando rigidez adicional e proporcionando controle superior da carga.

A localização e a concepção das barras estabilizadoras ajudam a manter a estabilidade do veículo durante curvas e mudanças laterais repentinas, facilitando a dirigibilidade e aumentando segurança, esteja o veículo carregado ou não.

A concepção da suspensão, tanto dianteira quanto traseira, gera um rodar seguro e confortável ao condutor.

O sistema de freio está bem dimensionado, permitindo total controle e ótima frenagem. Possui discos ventilados nas rodas dianteiras e tambor com ajuste automático nas rodas traseiras.

A combinação - disco/tambor - do sistema de freios hidráulico resulta em menor esforço por parte do condutor e produz eficiência na frenagem.

Para aumentar sua segurança e seu controle, o Nissan Xterra conta, de série, com sistema ABS nas 4 rodas.

O ABS ajusta eletronicamente a pressão do fluido de freio de cada roda, evitando seu travamento, permitindo o desvio do obstáculo e garantindo o controle da picape. Este sistema conta com o sensor G, que mede a taxa de desaceleração do veículo e interage com a unidade de controle do ABS para modular o sistema dependendo da superfície da estrada (piso seco, molhado, lama ou neve).

Em virtude da mudança de carga sobre os eixos dianteiro e traseiro ser sensível quando se freia o veículo, as rodas traseiras tendem a perder contato com o solo e travar mais facilmente. A frenagem é mais otimizada, não depende das condições de rodagem e transmite segurança, confiança, conforto e tranqüilidade.

As rodas são de liga na versão SE, aro 15 e contam com pneus 265/70 R15 desenvolvidos pela Bridgestone exclusivamente para os Nissan Xterra e Frontier. São apropriados para o uso com ou sem carga.

Com todas essas características, o Xterra apresenta ótimas condições de desempenho e conforto ao seu usuário.

SEGURANÇA - PROTEÇÃO
Ativa:
A versão de lançamento do utilitário esportivo, SE, apresenta de série ABS nas 4 rodas terceira luz de freio (brake light), aviso luminoso e sonoro de portas abertas, trava de segurança nas portas traseiras, desembaçador do vidro traseiro, e faróis de neblina como equipamentos de segurança ativa.
Passiva:
Apesar de possuir uma estrutura composta por chassi e carroceria, o Xterra conta com zona de deformação programada semelhante a de um veículo de passeio. A parte frontal da carroceria e o chassi, foram projetados e desenvolvidos para se deformarem progressivamente em caso de colisão frontal, amortecendo o choque.
Ele está equipado ainda com barras de proteção lateral nas quatro portas, duplo air bag com alívio programado de segunda geração. Este dispositivo amortece o choque do corpo contra a bolsa de ar de acordo com o impacto, ou seja, quanto maior for o peso do corpo e a desaceleração do veículo durante o choque, maior será o alívio de gás através da bolsa. Os bancos do Xterra possuem a característica "anti-mergulho", na qual os assentos são projetados para assegurar que o corpo não deslize sob os cintos de segurança durante o choque.

EXTERIOR - DESIGN (Autêntico) - EQUIPAMENTOS
Com estilo único e excitante, altamente emocional, o design do Xterra foi desenvolvido no NDA - Nissan Design América, La Jolla - Califórnia. Bruce Campbell - Diretor de design, Douglas Wilson - Chefe de design e Robert Bauer - Designer foram os responsáveis pelo seu desenho e o projetaram para pessoas que se identificam com o estilo de vida outdoor, que querem desfrutar da liberdade de ir e vir. Os entusiastas das atividades outdoor pensarão no Xterra como parte essencial de seu equipamento.

O exterior do Xterra foi inspirando no "toolbox", uma típica caixa de metal amarela para guardar ferramentas e outros objetos domésticos, muito utilizada nos EUA, que representa robustez. Já o interior, que segue no próximo tópico, eles utilizaram o conceito de um canivete suíço, com a finalidade de ser útil, prático e ter o essencial ao seu usuário.

O Xterra permitirá aos seus usuários desfrutar de sua paixão pelo outdoor com segurança, praticidade e conforto. Prova disso são os equipamentos funcionais que o veículo apresenta de série: rack tubular de alumínio no teto na cor prata com exclusiva tipografia Xterra, para carregar equipamentos esportivos ou domésticos; barras transversais do rack removíveis para atender a necessidade do usuário; cesto removível exclusivo fixado no rack para carregar equipamentos ou materiais molhados e estribos laterais.

O Xterra possui ainda protetor frontal inferior no pára-choque, grade exclusiva na cor do protetor frontal inferior que se destaca com a "capa" do conjunto ótico exclusivo e agressivo e também com o pára-choque na cor preta.

No capô existe, como na Frontier, uma abertura para a entrada de ar para o intercooler, o que torna a frente do veículo mais agressiva e robusta. No pára-choque traseiro existe nas pontas próximo às polainas laterais, refletores traseiros. No pára-choque dianteiro eles estão colocados nas laterais da polainas, bem abaixo do paralamas.

Ao ser lançado em 2000 nos EUA, o Xterra recebeu da Revista Motor Trend o título de utilitário esportivo do ano.

INTERIOR - EQUIPAMENTOS - Como planejaram os designers do Nissan Design América, o interior do Xterra, claramente coloca a utilidade de volta aos utilitários esportivos. É espaçoso sem ornamentações e funcional sem "frescuras". Projetado com inspiração no conceito do canivete suíço, a utilidade dos equipamentos é o essencial, tudo está à mão e sem muita sofisticação, mas nunca deixando o conforto de lado. O prazer ao dirigir é perceptível em todos os detalhes a bordo: no desenho do painel, nas linhas dos instrumentos, nas formas dos botões de comando e no material empregado, que exploram um visual esportivo e moderno.

O condutor conta com um ótimo campo visual. Além da visão frontal pelo pára-brisa dianteiro ele tem excelente visão traseira, seja pelo amplo vidro traseiro ou pelos espelhos retrovisores laterais. Uma característica exclusiva do Nissan Xterra é a posição do assento traseiro mais elevado, o que proporciona, além de todo conforto para os passageiros, uma visão "estádio", ou seja, eles conseguem enxergar acima da altura do motorista e do passageiro dianteiro. Os bancos traseiros possuem o encosto bipartidos e rebatíveis, facilitando a acomodação no porta-malas e ampliando o tipo de carga.

O porta-malas possui cobertura com cortina enrolável de fácil manuseio; encaixe personalizado para ferramentas abaixo do tapete do porta-malas; porta objetos nas laterais do porta-malas e também nos painéis das portas; 10 ganchos no teto e no assoalho do porta-malas, garantindo fácil amarração das bagagens e objetos além de servirem para fixar acessórios como o porta bicicletas. As bagagens ficam bem acomodadas internamente e contam com redes para fixação com a finalidade de não deixar a carga rolando no porta-malas.

Possui moderno e prático sistema de áudio de 100W, equipado com rádio toca-fitas e CD-player dianteiro com capacidade para 6 cd's frontal tendo quatro caixas de som e dois tweets; bancos em couro; display digital com bússola, relógio e temperatura externa acima do espelho retrovisor fixada no teto; kit de primeiros socorros com 14 itens dentro de uma bolsa de neoprene; uma tomada 12v no painel, duas tomadas 12v no console central e uma tomada 12v na lateral traseira esquerda do porta-malas; quatro porta-copos e vidros, travas e retrovisores elétricos.

Para proporcionar todo o conforto aos seus passageiros espaço interno é que não falta ao Xterra.

ACESSÓRIOS - O Nissan Xterra dispõe também de acessórios exclusivos como a capa para bancos à prova d'água e o porta bicicleta interno, desenvolvido no Brasil, que permite acomodar até três bicicletas no interior do Xterra com o banco rebatido.

PREÇO - Custo / benefício - O Xterra produzido no Brasil chega ao mercado com preço totalmente adequado e competitivo em seu segmento. A versão 4x4 XE chega por 99 mil reais, enquanto a versão 4x4 SE sai por 103 mil, com banco de couro fica por 105 mil.

CONCORRÊNCIA
Considerando os equipamentos disponíveis e a potência do motor, os concorrentes diretos do Nissan Xterra são Chevrolet Blazer e Mitsubishi Pajero Sport.

MERCADO BRASILEIRO
Em 2002 foram comercializados no Brasil 1.400.580 veículos. Deste total 1,24%, ou 17.429 unidades foram de utilitários esportivos.

Dentro do mercado de utilitários esportivos, 54% dos produtos vendidos pertenciam ao segmento médio e 60% estavam equipados com motor a diesel.

Os utilitários esportivos de fabricação nacional no segmento médio, tiveram uma participação de 58% em 2002. A tração 4x4 representou 90% do segmento SUV médio, e o motor a diesel encerrou 2002 em crescimento, obtendo uma participação de 53% deste mercado. Os dois maiores concorrentes do Xterra (Blazer e Pajero Sport) tiveram participação de 49.4% e 28,7% respectivamente no acumulado de 2002.

A Nissan pretende fechar 2003 com 8.800 unidades de sua gama comercializadas no país, atingindo com o Xterra uma participação de 9,9% dentro do segmento médio de utilitário esportivo 4x4 a diesel, que equivale a aproximadamente 1.800 veículos.

LANÇAMENTO - O lançamento do Xterra não deixou nada a desejar quanto ao público alvo que esse carro se destina. Na cidade de Brotas em São Paulo foi realizado um teste drive de 136,5 Km em um roteiro repleto de trechos de terra, serras, cascalho, areia, passando por matas de encosta, cerrado e fazendas que cultivam cana de acúcar, laranja e eucalipto.

Nessas condições foi possível analisar realmente o que é capaz de enfrentar esse importante lançamento da Nissan num mercado restrito, mas potencializado por clientes que gostam de aventura no final de semana.

Tarcisio Dias

LANÇAMENTOS DO PRIMEIRO SEMESTRE
Chevrolet Tracker 2003, chega com preço especial
Modelo completo, em versão única, com tração 4x4 passa a custar R$ 75.000

A linha 2003 do utilitário esportivo Chevrolet Tracker já está disponível nas concessionárias em todo o país. O modelo passou por um reposicionamento de preço que o tornou muito mais competitivo diante da concorrência, o preço agora é de R$ 75.000 em uma versão única com todos os itens incluídos no preço.

"A Chevrolet oferece produtos que vão de encontro com as reais necessidades do consumidor brasileiro. No caso do Tracker, a força e o estilo, aliados à robustez, são os grandes diferenciais, características que agradam plenamente quem procura um utilitário esportivo compacto", destaca José Carlos Pinheiro Neto, vice-presidente da GM do Brasil.

O modelo tem design moderno e arrojado e está equipado com pára-choques dianteiro e traseiro na cor do veículo, molduras de proteção nas laterais e nas aberturas de porta, também, na cor do veículo. Além disso, o Tracker possui rack estilizado sobre o teto e roda reserva fixada na tampa traseira, que contribuem para o estilo esportivo. As rodas são de alumínio 16x7 (inclusive o estepe), calçadas com pneus radiais 235/60 R16 de uso misto.

Desempenho - O Tracker oferece ao consumidor a melhor motorização no segmento. Trata-se do motor turbodiesel intercooler SOHC de 2.0 litros de capacidade volumétrica, com quatro cilindros em linha e 8 válvulas, com sistema eletrônico de injeção de combustível. Ele propicia uma potência de 108 cavalos a 4.000 rotações por minuto (rpm) e torque máximo líquido de 25,5 mkgf a 1.750 rpm.

Com uma autonomia média de 1.000 km, o Tracker é um veículo econômico, consumindo na cidade 12,5 km/l e na estrada 17,2 km/l. A aceleração de 0 a 100 km/h é feita em 13s0 e a velocidade máxima de 163,2 km/h. A retomada dos 40 km/h aos 80 km/h é obtida no tempo de 9s0. O tanque de combustível tem capacidade para 66 litros.

O Tracker, com transmissão manual e tração 4x4 seletiva, sai de fábrica em versão única totalmente equipado.

Segurança - O modelo possui o sistema de imobilização do motor por meio de chave eletrônica o "Immobilizer System", ou seja, a chave do veículo compartilha um código com o sistema de acionamento, de modo que se torna impossível ligar o veículo sem a chave original.

O sistema de airbags dianteiros estão presentes para o motorista e o passageiro.

O Tracker conta com sistema central de travas elétricas das portas e porta-malas e travas de segurança suplementar nas portas traseiras, para maior proteção das crianças.

A versão 2003 do Chevrolet Tracker é equipado também com o sistema anti-blocante de freios, o "ABS", nas quatro rodas (disco na dianteira e tambor na traseira), com função EDB (sistema de distribuição eletrônico de frenagem).

Conforto e Conveniência - Como itens de conforto o motorista conta com ar-condicionado integrado frio e quente, controle remoto elétrico dos espelhos retrovisores externos, desembaçador elétrico do vidro traseiro com luz de advertência no painel de instrumentos, porta-copos no console central, porta-luvas com chave, volante de direção acolchoado de dois raios, direção hidráulica com regulagem de altura, além de teto solar elétrico, único do segmento.

Além disso, conta também com rádio AM/FM estéreo com CD player, sintonia eletrônica e painel destacável.

Nova Cor - Uma nova cor foi incluída na linha, o azul Cepheus (perolizada), que segue as mais recentes tendências do mercado. A nova opção soma-se às atuais , cinza Nobre (metálica) e prata Escuna (metálica).

LANÇAMENTOS DO PRIMEIRO SEMESTRE
Toyota lança o Land Cruiser Prado no mercado brasileiro

A Toyota lança no Brasil um dos seus mais modernos e luxuosos utilitários esportivos: o Land Cruiser Prado. Importado do Japão este 4X4 com tração permanente, conta com um rodar dos mais confortáveis entre os veículos fora-de-estrada. Além disso, o modelo vem equipado com um silencioso e potente motor turbodiesel com intercooler, e é o único veículo da categoria no Brasil a dispor de oito lugares.

Como nas gerações anteriores da família Land Cruiser, iniciada em 1951, e que já vendeu mais de quatro milhões de unidades no mundo inteiro, o modelo dispõe de uma total capacidade off-road e, devido às novas exigências do mercado, agrega também uma incrível dirigibilidade no asfalto, além de criar novos parâmetros de qualidade e conforto.

Design - O novo Land Cruiser Prado impressiona pela beleza e imponência. Desenvolvido no centro de design europeu da Toyota (ED2), localizado no sul da França, o modelo é o primeiro Land Cruiser a ter as linhas externas criadas fora do Japão.

O resultado é um SUV que segue as últimas tendências de design, com faróis grandes (e lentes de policarbonato), lanternas elevadas e aspecto esportivo. Para valorizar a robustez, a carroceria possui contornos e vincos marcantes. Na traseira, o estepe colocado na tampa do porta-malas confirma a vocação off-road do veículo.

No conjunto um legítimo SUV, e nos pormenores, as características de requinte Toyota. Itens como maçanetas, pára-choques e molduras laterais são pintados na cor do veículo. Já os retrovisores externos são cromados.

As belas rodas de liga-leve de 17 polegadas vêm equipadas com pneus 265/65 R17, formando um conjunto resistente e que absorve bem as irregularidades do terreno, garantindo maior conforto aos passageiros.

A área envidraçada é ampla, fornecendo ótima visibilidade para todos os lados, inclusive para trás. Para facilitar o acesso ao interior, o Prado vem com estribos laterais, úteis em carros com grande altura livre do solo. No teto, um rack com barras longitudinais amplia a capacidade de carga do modelo.

O novo Toyota estará disponível nas cores preto, prata, bege e vermelha. O interior é cinza em todos os modelos, menos no bege, que tem acabamento interno também bege.

Motorização - O novo Land Cruiser Prado é equipado com o motor turbodiesel Intercooler (Toyota 1KZ-TE) de 3.0 litros, quatro cilindros em linha e duas válvulas por cilindro. O intercooler otimiza a queima de combustível melhorando a performance do motor que desenvolve 131 cv de potência a 3.600 rpm e um torque máximo de 35 kgfm a somente 2.000 rpm.

O motor é equipado com acelerador eletrônico (drive-by-wire), que elimina o vínculo mecânico entre o pedal do acelerador e a bomba injetora. E para melhorar o consumo e diminuir o ruído e as vibrações, ele recebeu o sistema EFI de injeção indireta de combustível, com bomba injetora rotativa controlada eletronicamente.

Uma característica marcante do modelo é a suavidade e o silêncio com os quais o propulsor trabalha - surpreendente para um carro a diesel. Outro destaque é o torque do motor cuja força é notável desde os primeiros regimes de rotações, o que garante melhor dirigibilidade tanto na cidade quanto em trechos off-road.

Transmissão - São duas as opções de transmissão para o Land Cruiser Prado: manual de cinco marchas ou automática de quatro velocidades com controle eletrônico (ECT), que monitora o modo de dirigir do motorista e adapta as trocas de marcha para uma tocada mais esportiva (efetuando as mudanças com a rotação mais alta) ou econômica (efetuando as mudanças em rotações intermediárias).

A transmissão automática oferece também um controle de partida em 2a marcha, para sair em terrenos arenosos ou com lama. Quando o botão 2nd STRT é acionado com a alavanca de mudança em "D" ou "3", o veículo partirá em segunda marcha e em seguida subirá automaticamente as marchas. Caso esteja em "2", a transmissão continuará operando na 2a marcha.

A tração 4x4 é permanente, com três diferenciais (dianteiro, central e traseiro), sendo o central e o traseiro de deslizamento limitado (LSD - Limited Sliped Diferencial). Ou seja, por meio de um sistema de multi-embreagens, a força do motor é transferida de acordo com a necessidade: para o eixo com melhor aderência ao solo (no caso do diferencial central) e para a roda com melhor contato com o solo (no caso do diferencial traseiro).

Em condições normais de rodagem, o torque do motor é enviado 60% para o eixo traseiro e 40% para o eixo dianteiro. No caso de patinagem de uma ou mais rodas em um dos eixos, a força será automaticamente transferida para as rodas do eixo oposto.

O Prado conta com alavanca no console para selecionar o tipo de tração, com três modos:
H - Tração 4x4 permanente, para condições normais de rodagem no asfalto.
HL- Bloqueio do diferencial central. Indicado para trechos molhados ou de terra, este recurso divide o torque em 50% para cada eixo.
LL - Reduzida. Para casos de off-road mais pesado, como lama e subidas e descidas inclinadas. Com esse modo engatado, automaticamente o bloqueio do diferencial central mantém-se ativado.

Suspensão - Uma das preocupações dos engenheiros no desenvolvimento da suspensão de um 4x4 é conciliar, no mesmo conjunto, conforto para os passageiros e robustez para enfrentar as mais ousadas aventuras. No caso do novo Land Cruiser, a Toyota utilizou uma suspensão dianteira independente com braços duplos triangulares (double wishbone), mola helicoidal e barra estabilizadora. Na traseira, adotou o clássico e resistente eixo rígido com quatro pontos de fixação, braço de arraste (tirante) e mola helicoidal.

Desenvolvido para oferecer a melhor solução em ítens como conforto, estabilidade e resistência, este conjunto possibilita uma grande absorção de impactos no off-road, propiciando aos ocupantes que as imperfeições do solo, seja qual for o terreno, passem praticamente despercebidas.

Outro destaque é o longo curso da suspensão, que trabalha de forma a sempre manter as rodas em contato com o solo, permitindo grande mobilidade no fora-de-estrada.

Conforto: Ergonomia Inteligente - Mesmo com toda sua capacidade off-road, o Land Cruiser Prado traz uma grande oferta de equipamentos e é o único modelo do segmento a dispor de capacidade para oito passageiros, acomodados em três fileiras de assentos.

O banco intermediário acomoda três pessoas com muito conforto, tendo ótimo espaço para as pernas, joelhos e cabeça. Além disso, os passageiros de trás dispõem de apoio de braço com porta-copos embutido. No terceiro banco há cintos de três pontos e encostos de cabeça para os três ocupantes. Os assentos da segunda e terceira fileira são bi-partidos, rebatíveis e removíveis, possibilitando diversas configurações internas.

O motorista conta com oito ajustes manuais do banco e também com regulagem elétrica lombar. O volante pode ser ajustado em altura e profundidade. No console entre os bancos dianteiros encontra-se porta-copos, porta-objetos e descança-braço. No teto, há um porta-óculos.

O painel se destaca pelo esmero no acabamento, com detalhes padrão aço escovado e madeira, que também se estendem às portas. O ambiente interno é moderno e os instrumentos têm fácil visualização e alcance.

O rádio com CD Changer para seis discos, por exemplo, está localizado em posição alta e possui botões grandes, para que o motorista desvie o mínimo de atenção possível do transito. Além do aparelho, o modelo conta com quatro alto-falantes e dois tweeters estrategicamente dispostos para otimizar a acústica.

Entre os equipamentos, o Prado vem com travamento/destravamento das portas por controle remoto na própria chave, conjunto elétrico, retrovisores externos com recolhimento elétrico e comando de um toque de abertura para a janela do motorista.

Para garantir maior conforto e conveniência para todos os ocupantes, o sistema de ar-condicionado digital dispõe de regulagem de temperatura individual para o motorista e passageiro, além de controle e difusores de ar exclusivos para os passageiros dos bancos traseiros.

Outro destaque é o computador de bordo com 10 funções. Em um display digital com iluminação optitron, ele fornece relógio, temperatura externa, barômetro (que mede a pressão do ar), bússola, altímetro, consumo médio e instantâneo de combustível, autonomia, velocidade média e tempo de viagem. Por falar em viagem, o Prado traz ainda um controlador automático de velocidade (cruise control).

Segurança - Desenvolvido conforme as últimas normas européias de segurança, o Land Cruiser Prado é equipado com barras de proteção laterais, air-bag frontal de dois estágios para motorista (com sensor que detecta a intensidade da colisão e a posição do assento) e para passageiro (com sensor de presença e de intensidade da colisão), bancos traseiros com sistema de fixação para cadeiras de crianças Isofix e cintos de três pontos e encostos de cabeça para os oito passageiros.

Os freios são a disco nas quatro rodas e contam com sistema antitravamento ABS, sistema de distribuição eletrônica de força de frenagem EBD (que divide a força de frenagem entre os eixos e as rodas de cada eixo) e o BA (Brake assist), um recurso que detecta uma frenagem de emergência e aplica força máxima nos freios para reduzir o espaço até a parada. Completa o pacote de segurança a terceira luz de freio na traseira (brake light).

Off-road - Descendente da família Toyota Land Cruiser, um dos fora-de-estrada mais conceituados do mundo, o Prado não foge à regra e oferece uma performance digna dos melhores 4x4, sem por isso descuidar do conforto, tão exigido pelos consumidores desta categoria de veículos.

A vocação off-road começa já pela elevada altura em relação ao solo, de 220 mm, que permite ultrapassar diversos obstáculos sem que estes atinjam a parte inferior do veículo. Outro destaque está na tração 4x4 permanente, com três diferenciais, sendo o central bloqueável por meio de alavanca. Tanto o diferencial central quanto o traseiro são de deslizamento limitado (LSD). Para casos de off-road extremo, o Prado dispõe também de reduzida, que amplia a força do transmitida para as rodas.

O Land Cruiser Prado conta com ótimos ângulos de entrada e saída (32º e 27º, respectivamente), mantendo os pára-choques longe dos barrancos e pedras. Além disso, o modelo é apto a vencer ladeiras de até 42º de inclinação e inclinações laterais também de 42º. Isso sem falar na incrível capacidade de atravessar trechos alagados de até 700 mm, uma marca superior a de muitos off-road clássicos. Além disso, o carro possui um tanque com capacidade para 87 litros de diesel, o que permite uma grande autonomia - importante em veículos 4x4 pela utilização muitas vezes longe dos postos de combustível.

Em condições fora-de-estrada, o comportamento do Prado é surpreendente. Com a reduzida acionada, ele encara mesmo os obstáculos mais difíceis com muita valentia e segurança. Um outro recurso muito útil é o botão de partida em segunda marcha (mais suave) na versão com transmissão automática, para trechos de areia ou lama, onde as condições de aderência são precárias. Já a suspensão tem longo curso e trabalha para garantir aos ocupantes o máximo conforto na estrada, ou totalmente fora dela.

História - Líder mundial em 4x4, a Toyota comercializa o Land Cruiser desde 1951. Nascido como um jipe para o trabalho, ele foi crescendo em tamanho e sofisticação nesses 52 anos de desenvolvimento contínuo, que culminaram na apresentação do novo Land Cruiser Prado. Até hoje, já foram vendidos mais de quatro milhões de unidades do modelo no mundo inteiro.

No Brasil, a família Land Cruiser sempre foi muito bem representada pelos jipes Bandeirante durante décadas. Foram eles os grandes responsáveis pela posição de destaque da Toyota como fabricante de carros resistentes, robustos e feitos para durar.

O Prado, embora caçula da linhagem Land Cruiser, mantém as características de durabilidade e vocação off-road da família trazendo contudo, novos níveis de conforto e sofisticação sobre um 4x4.

LANÇAMENTOS DO PRIMEIRO SEMESTRE
T4-M, um jipe militar brasileiro

A Troller Veículos Especiais S.A. lança o Troller T4-M, um jipe militar com motor MWM 2.8 turbodiesel, potência líquida de 114 cavalos, e tração 4x4. Enquadrado na categoria classificada pelas Forças Armadas como um VTNE (Veículo de Transporte Não Especializado), é, principalmente, adequado para conduzir tropas em regiões de difícil acesso.

Pode também ser utilizado como veículo de reconhecimento e, em determinadas circunstâncias, como veículo de combate. Por ter um perfil bastante baixo quando retirada a capota e rebatido o pára-brisa, pode ser transportado em porões de navio ou por helicópteros. Por ter capacidade de travessia de água - de até 80 cm de profundidade, ou um metro, se equipado com snorkel - está apto a desembarcar em locais que impliquem submersão do veículo.

O investimento da Troller nesse jipe militar é parte de sua estratégia de produzir veículos especiais, expressa em sua própria razão social. Nesse caso, para atender às necessidades do Exército Brasileiro e, a partir disso, atender ao mercado mundial.

“O Exército Brasileiro, especificamente, detém uma frota de veículos que precisa ser renovada, e o jipe T4-M é o primeiro veículo que a Troller produz para responder a essa necessidade. Depois dele, deveremos estar trabalhando em uma picape militar, e em um veículo 4X4 blindado para uso em combate”, afirma Clécio Eloy, diretor de negócios da montadora brasileira.

Teste de 30 mil quilômetros
Com recursos próprios, a indústria trabalhou um ano e meio na elaboração desse projeto, que utiliza a mesma plataforma do Troller T4 Diesel. O Troller T4-M foi desenvolvido a partir das condições estabelecidas pelos Requisitos Operacionais 88/92 VTNE 1/2 T, 4X4 CAT A e 01/95 VTNE 1/2 T, 4X4, e VOP 2 do Exército Brasileiro.

Para homologação do veículo serão realizados testes conduzidos pelo Exército Brasileiro no período de maio a junho próximos. O jipe militar rodará cerca de 30 mil quilômetros, em todo tipo de terreno. O certificado de adequação às normas por parte do Exército Brasileiro servirá também para as demais Forças Armadas.

“É um atestado de qualidade bastante significativo para os nossos planos de exportação, já que o Exército Brasileiro é reconhecidamente um dos mais exigentes do mundo nesse tipo de atividade”, observa Eloy. Uma vez homologado, o jipe Troller T4-M poderá ser adquirido pelas Forças Armadas através de licitações públicas ou aquisições diretas por notória especialidade.

O Troller T4-M poderá ser vendido também para pessoas físicas, sob encomenda. Seu preço ainda não está definido, mas deve girar em torno dos R$ 62.960,00 hoje cobrados pelo Troller T4 Diesel 2003, o modelo de linha da montadora, completo, com capota rígida. O modelo militar tem as mesmas dimensões e peso do T4 Diesel (veja ficha técnica abaixo), diferenciando-se por possuir um tanque extra para 20 litros de combustível.

Vendas locais e exportação
Além de exportar e vender o jipe militar às Forças Armadas Brasileiras, a Troller visa também atender às Secretarias de Segurança Pública de todos os Estados, assim como instituições que atuam em terrenos difíceis, como o IBAMA e Polícia Florestal, por exemplo, e ainda à Polícia Federal, para o uso em patrulhamento de fronteiras. Atualmente, as Polícias Militares do Ceará e de Minas Gerais já contam com diversos veículos Troller T4 Diesel 2003 em suas frotas, além de diversas superintendências da Polícia Federal.

“A nossa intenção é vender 500 unidades desse veículo no primeiro ano, e 800 unidades no segundo e terceiro anos. Metade da nossa produção deve ser exportada. Já temos negociações com alguns países da África e da América do Sul nesse sentido. Para o Exército Brasileiro, nosso plano é vender mil unidades nos próximos três anos”, informa o diretor de negócios da Troller.

“Não temos detalhes sobre o mercado externo. Apenas entendemos que esse é um produto usado por todas as Forças Armadas no mundo inteiro, e que, por questões óbvias, todos os países estão voltando a se preocupar com o aparelhamento das suas forças de segurança”, comenta o executivo.

Ele estima que o Troller T4-M venha a ser responsável por um terço das vendas da montadora a partir de 2004. “Não tenho como precisar quanto representará em 2003, pois o ano já está em curso e as negociações com as Forças Armadas são normalmente demoradas”, justifica Eloy.

Perfil do mercado
Para chegar ao jipe militar que o Exército Brasileiro irá testar, a Troller fez cinco protótipos e está com sua linha de montagem preparada para produção imediata. “A notícia que temos é que as Forças Armadas do Brasil dispõem de seis mil unidades de jipes com características similares ao nosso. A grande maioria ainda é dos antigos Jeeps Willys. Têm também uma pequena quantidade de Toyotas Bandeirantes e uma quantidade ainda menor de JPX e Land Rovers. Esses dados, entretanto, são frutos de estimativas e comentários, pois não os recebemos de maneira oficial das Forças Armadas”, ele explica.

A Troller não tem notícia de outras empresas produzindo veículos militares no Brasil atualmente. “Sabemos apenas que a Land Rover tem adaptado alguns dos seus veículos de linha para venda ao Exército. Também temos notícias de alguns projetos em desenvolvimento, mas não realizados por fábricas já estabelecidas. Temos informações de que dois ex-engenheiros da Engesa têm desenvolvido um veículo da mesma espécie, mas apenas como protótipo, não havendo nenhuma sistematização ou infra-estruturação para produção repetida”, informa Clécio Eloy.

Picape, quatro portas e blindado
Paralelamente aos planos com o Troller T4-M e a família de veículos militares que será desenvolvida a partir dele, a Troller estará lançando sua picape no final de 2003. No primeiro semestre de 2004, colocará no mercado a versão quatro portas do Troller T4 Diesel. No segundo semestre de 2004, lançará as versões blindadas do T4 Diesel e do T4-M.

Atualmente com 20 revendedores em todo o Brasil, a montadora deve encerrar 2003 com 30. Paralelamente aos aprimoramentos aplicados ao T4 Diesel para uso urbano nos últimos anos, a Troller oferece aos seus clientes opções de lazer, com a promoção de passeios, realizados pela fábrica e por diversos de seus concessionários. E agora também de motorsport.

Rally, laboratório e vitrine
A montadora prepara-se para iniciar a Copa Troller, um rally de regularidade que já conta com cerca de 100 inscrições - em alimentos não perecíveis para doação às comunidades locais - e será disputado por seus clientes, a partir de maio, no Campeonato Nordeste, com cinco provas entre Ceará, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Bahia, e no Campeonato Sudeste, com seis provas nos Estados de São Paulo e Minas Gerais.

Campeã Mundial de Rally Cross Country de 2001, título até então inédito para o Brasil, na categoria T 3.2 Diesel e Campeã Brasileira de Rally Cross Country de 2002, além de Campeã da Copa Baja Brasil de 2002, as duas principais competições off-road nacionais, com sua equipe oficial, a empresa retirou-se das disputas neste ano, para concentrar-se nos novos projetos. Continua indiretamente representada por concessionários e clientes que correm com seu jipe e encerraram a primeira etapa do Brasileiro e da Copa Baja, disputada em fevereiro passado, com excelentes resultados.

“Nossa tradição é utilizar os rallies como laboratório de desenvolvimento e vitrine. Foi assim com o Troller T4 Diesel e será assim com nossos novos veículos”, conclui Clécio Eloy, diretor de negócios da montadora. “Esse ano, todavia, toda a nossa engenharia estará voltada para o desenvolvimento dos novos produtos. Nos rallies, já provamos do que somos capazes.”

LANÇAMENTOS DO PRIMEIRO SEMESTRE
Novo Peugeot 206 Techno: moderno, bonito e inteligente

O 206 Techno oferece o que há de mais moderno na indústria automobilística. Inova no segmento B, incluindo itens de série inéditos como: limpador do pára-brisa com sensor de chuva e faróis com acendimento automático. E acessórios originais da marca como sensor de obstáculo para auxiliar nas manobras de estacionamento.

Para construir o 206 Techno, a Peugeot ouviu mais de 1000 proprietários de veículos dos segmentos B e M1, em pesquisas específicas para o desenvolvimento deste novo produto. O 206 Techno é produzido na fábrica de Porto Real (RJ) e é uma versão exclusiva para o Brasil.

"Construímos um carro para atender às necessidades e desejos do consumidor brasileiro. O resultado tem tudo para agradar o exigente mercado nacional. A nova versão reúne beleza, modernidade, esportividade, inteligência, e muita inovação tecnológica" afirma Guillaume Couzy, diretor de Marketing da Marca Peugeot no Brasil.

Com cinco portas e motorizações 1.0 e 1.6 litros, o 206 Techno incorpora equipamentos que não são encontrados nem mesmo como opcionais em alguns veículos da mesma categoria, como limpador do pára-brisa com sensor de chuva e faróis com acendimento automático. Estes itens não são comuns nem mesmo em segmentos superiores.

Ao caírem os primeiros pingos de chuva, um sensor colocado na parte superior do pára-brisa, aciona o limpador automaticamente onde a velocidade da varredura é medida pela intensidade da chuva.

O mesmo sensor mede a intensidade de iluminação. Com esta informação os faróis acendem automaticamente, oferecendo mais segurança aos ocupantes e aos outros motoristas. Ao anoitecer ou mesmo quando o veículo passa por túneis ou garagem, o sensor acende os faróis baixos. Ao atingir o nível de luminosidade pré-determinado como padrão, eles são desligados.

A nova versão também oferece de série direção hidráulica, travas das portas e do porta-malas com telecomando na chave e vidros com acionamento elétrico.

Tem ainda retrovisores com controle elétrico, Rádio AM/FM com CD player e comando no volante. No painel central uma tela multifunção fornece as informações do computador de bordo e do Rádio CD.

O air bag é de série para motorista e passageiro na versão com motor 1.6 e é opcional na versão com motor 1 litro. De série nas duas versões, os cintos de segurança dianteiros são retráteis com pré-tensionadores pirotécnicos, bloqueio de folga e regulagem de altura. Os cintos traseiros são de três pontos com bloqueio de folga.

O 206 Techno oferece também acessórios originais da marca como o sensor de obstáculo para auxiliar nas manobras de estacionamento. Muito útil, o sistema compreende sensores integrados ao pára-choque traseiro que emitem ultra-sons detectando eventuais obstáculos (muretas, guias, objetos não visíveis desde o habitáculo). Um alerta sonoro com variações em função da proximidade do obstáculo, possibilita estacionar com toda segurança.

Visual esportivo - O estilo do 206 Techno é marcante como em todas as versões 206. O carro é bonito e moderno. O "look" é esportivo. O pára-choque dianteiro tem entrada de ar mais larga e vem com farol de neblina, os faróis têm lentes lisas, a capa dos retrovisores são pintadas na cor da carroçaria e as rodas são feitas em Liga Leve. As cores oferecidas são as mesmas apresentadas hoje na gama 206: Seis cores metálicas e três sólidas.

Internamente o carro também é bastante esportivo. Os bancos têm novo acabamento e são revestidos com tecido "Natice", exclusiva desta versão ( na cor preta e cinza), e a manopla do Câmbio tem detalhe em alumínio.

Motorizações - O 206 Techno vai ser comercializado em duas motorizações : 1.6 litro 16 válvulas, que rende 110 cavalos de potência alcançada a 5750 rpm, uma das melhores marcas de seu segmento e na versão com motor 1.0 litro, que desenvolve potência máxima de 70 cavalos a 5.500 rpm.

O motor 1.6 é o TU5JP4, produzido no Brasil desde 2002. Montado transversalmente, este quatro cilindros em linha possui cabeçote forjado em alumínio, 16 válvulas duplo comando e injeção eletrônica do tipo multiponto seqüencial. O torque máximo é de 15 mkgf a 4.000 rpm e o conjunto conta, ainda, com acelerador eletrônico, que utiliza sensores no lugar de cabos. Essa tecnologia garante respostas mais rápidas, sem oscilações de aceleração, proporcionando uma condução mais regular com melhores níveis de consumo de combustível.

O câmbio manual de cinco velocidades completa o trem de força, fazendo com que o carro acelere de 0 a 100 Km/h em 10,5 segundos. A velocidade máxima é de 198 Km/h. O 206 Techno 1.6 dispõe de freios a disco nas quatro rodas, sendo os dianteiros ventilados e pneus 185/65R14. No 1.0, os freios a disco são mantidos nas rodas dianteiras e o pneu é 175/65.

O motor 1.0 litro é montado transversalmente, dotado de 4 cilindros em linha e apresenta um torque de 9,3 mkgf a 4.200 rpm, possibilitando aceleração de 0 a 100 Km/h em 14s4 e atinge a velocidade máxima de 160 Km/h.

A versão 1.0 vem equipada com a moderna caixa de câmbio BE4/5n, de cinco velocidades sincronizadas à frente e mais a ré. Assim, como em todos os câmbios utilizados nos automóveis da Marca, esta transmissão conta, também, com lubrificação interna que elimina a necessidade de troca de óleo do câmbio.

Multiplexagem - O 206 Techno incorpora, ainda, o sistema Multiplex. Essa tecnologia possibilita a redução no número de fios e conectores elétricos, permitindo agilidade na transmissão de dados, melhorando o desempenho do fluxo de informações. Itens como: computador de bordo, Rádio AM/FM com CD player e comando no volante, limpador do pára-brisa com sensor de chuva e faróis com acendimento automático, e o sensor de obstáculo para auxiliar nas manobras de estacionamento só são possíveis graças ao sistema de Multiplexagem.

"A adoção da multiplexagem possibilita a introdução de recursos de conforto e segurança no veículo. Tornando o 206 Techno um carro extremamente inteligente e moderno. Do jeito que o cliente brasileiro gosta", afirma Guillaume Couzy.

Peugeot quer vender 3 mil unidades da nova versão 206 Techno
Nova versão do 206 chega neste final de semana nas concessionárias da Rede em todo o Brasil

O novo 206 Techno está sendo produzido em Porto Real no Rio de Janeiro, onde são fabricadas as outras versões do 206. Para construir o 206 Techno, a Peugeot ouviu mais de 1000 proprietários de veículos dos segmentos B e M1, em pesquisas específicas para o desenvolvimento deste produto exclusivo para o Brasil. O resultado é um carro bonito e inovador que reúne o que existe de mais moderno na indústria automobilística.

O 206 Techno será comercializado, com cinco portas, nas motorizações 1.6 e 1.0 litro, e vem enriquecer ainda mais a linha de ofertas na família 206, que atualmente tem cinco versões com motor 1.6 16 V: Selection, Soleil, Quiksilver, Passion e Rallye, e conta também com 4 versões com motorização 1.0 16v: Selection, Selection Pack, Soleil e Quiksilver.

De janeiro a maio deste ano, a Peugeot já vendeu cerca de 14 mil unidades do 206, o que dá uma média de 2.800 veículos 206 por mês. O modelo é sucesso da Marca no Brasil e no Mundo. Desde que foi lançado no Brasil em Março de 1999, na época era importado da França, até hoje, já foram vendidos mais de 96 mil unidades do 206 no Brasil, entre carros importados e nacionais. Em todo mundo já passam de 3,5 milhões de unidades vendidas do 206, sendo o carro mais vendido da Europa por dois anos consecutivos em seu segmento.

No Brasil, o modelo ganhou 11 prêmios da imprensa especializada, sendo considerado "O melhor carro nacional", "O melhor carro pequeno compacto do Brasil", "O melhor carro importado" e "O melhor carro com motor 1.0 nacional", entre outros.

O 206 passou a ser nacional em junho de 2001, logo após a inauguração do Centro de Produção de Porto Real (RJ). Inicialmente o 206 começou a ser produzido no Brasil com motor 1.0 16v. No ano passado, com a construção da Fábrica de motores 1.6, em Porto Real, a Peugeot passou a fabricar também no Brasil o 206 com motor 1.6 16V, com 110 cavalos de potência.

Há um ano, para comemorar um ano de produção nacional, a Peugeot lançou a versão Quiksilver, que vem fazendo muito sucesso, com mais de 4500 unidades comercializadas.

Para a nova versão 206 Techno, a Peugeot tem grandes expectativas de sucesso para o modelo. A Marca pretende vender só este ano, cerca de 3.000 unidades da nova versão 206 Techno.

Tecnologia com seu toque pessoal - O lançamento da nova versão Techno do 206, oferece também a possibilidade de o cliente personalizar o seu veículo, ampliando as opções de conforto e estética com equipamentos testados, homologados e garantidos pela Marca.

Além dos itens já conhecidos de muitos proprietários de Peugeot 206, como jogo de tapetes em carpete ou borracha, bandeja protetora do porta-malas, soleiras em alumínio ou pvc, manopla esportiva para o câmbio, tampa do tanque de combustível em alumínio, barras de teto e porcas anti-roubo para as rodas de liga leve, outros acessórios foram desenvolvidos para o motorista explorar ainda mais a tecnologia presente no veículo.

Um sensor traseiro de auxílio no estacionamento, que informa, através de um sinal sonoro, a proximidade com obstáculos ou outro veículo; um porta CD embutido no porta-luvas, alargador de paralama, aerofólio, rodas de liga leve de 14" ou 15". Esta linha de acessórios é encontrada em todas as concessionárias da Marca e possuem a mesma garantia de fábrica para a tranqüilidade do consumidor.

LANÇAMENTOS DO PRIMEIRO SEMESTRE
Mercedes-Benz apresenta SL “Mille Miglia”,
versão exclusiva e limitada do esportivo

A Mercedes-Benz apresenta uma nova versão do SL 350 inspirada na lendária corrida italiana, a Mille Miglia. O modelo, batizado SL Mille Miglia, será oferecido em uma exclusiva série de produção, limitada em doze unidades.

A SL 350 Mille Miglia traz uma série de características que enfatizam a esportividade e sofisticação do esportivo: vem com uma pintura metálica especial “Flecha de Prata”, frisos laterais de alumínio com brilho fosco, rodas de liga leve de 18 polegadas e o logo “Mille Miglia” nas grades frontal e na tampa do porta-malas.

Uma versão de vidro do inovador teto dobrável, que transforma a SL de um esportivo conversível em um coupé em apenas 16 segundos ao toque de um botão, é montada nessa edição especial do modelo, permitindo que os passageiros desfrutem de uma privilegiada vista panorâmica.

Detalhes em couro de dois tons de alta qualidade são um dos pontos marcantes do interior da SL 350 Mille Miglia. Os bancos vêm em vermelho clássico, uma das características dos lendário esportivos SL dos anos 50. Já os elementos de acabamento do console central e das portas são revestidos por alumínio com um brilho fosco.

Os projetistas usaram uma inovadora tecnologia a laser para incorporar tanto o logo “Mille Miglia” como uma representação da rota da corrida nos encostos de cabeça dos bancos, criando mais uma particularidade para essa exclusiva edição especial da SL. Ao abrir a porta o motorista verá os painéis de batente em aço inoxidável iluminados com a inscrição “Mille Miglia Edition 2003”, que também está presente na alavanca do câmbio automático.

O novo modelo é equipado com uma ampla lista de equipamentos de série e vem com um motor V6 de 245 cavalos de potência. Com essa motorização, a SL 350 Mille Miglia vai de 0 a 100 km/h em 7,2 segundos e atinge a velocidade máxima de 250 km/h.

A Mille Miglia começou em 1927 e 23 edições adicionais da corrida se seguiram até 1957. A Mercedes-Benz competiu na corrida pela primeira vez em 1952, com Karl Kling dirigindo seu 300 SL, chegando em segundo na classificação geral. Em 1955, Stirling Moss e Denis Jenkinson venceram em um 300 SLR, com Juan Manuel Fangio seguindo-os até a linha de chegada em segundo lugar.

LANÇAMENTOS DO PRIMEIRO SEMESTRE
Omega 2003 chega totalmente novo
A General Motors do Brasil está lançando o Omega 2003, o modelo topo da linha Chevrolet e líder no segmento dos sedãs grandes.

O Omega, importado da Austrália desde 1998, vai além de todas as expectativas. Com um design novo, diferente de tudo já visto na sua categoria. Suas linhas muito mais fortes, mais refinadas, mais modernas, de proporções harmoniosas, que transmitem status, o verdadeiro perfil do executivo brasileiro, e que, ao mesmo tempo, mantêm a imagem da marca.

"O Chevrolet Omega 2003 é o segundo lançamento da marca no Brasil este ano, e reafirma o empenho da General Motors do Brasil em atender o consumidor brasileiro com a maior e melhor gama de modelos de toda a indústria", destaca Walter Wieland, presidente da GM do Brasil.

Design externo: linhas mais angulares
O desenho do Omega 2003 ganhou linhas mais angulares e robustas. O perfil retilíneo acentuou o ângulo mais baixo da dianteira, o que melhorou o coeficiente aerodinâmico, passando o Cx de 0,34 para 0,319. O design é todo voltado para a grade trapezoidal, estabelecendo um visual marcante e de forte caráter.

Na traseira, o destaque fica por conta das novas lanternas em formato triangular que avançam pela lateral. A tampa do porta-malas foi modificada para acompanhar a modernidade do modelo. O símbolo dourado da Chevrolet arremata com estilo e classe o visual.

O requinte da evolução das linhas do novo Omega 2003 chega até ao renovado desenho dos espelhos que, além de ficarem mais bonitos, foram preparados para diminuir o ruído do vento, bem como reduzir o arrasto aerodinâmico do veículo.

Mudanças nas superfícies da frente e traseira do veículo dão ao sedã uma aparência mais agressiva. O novo design contribui para aumentar sua performance e desempenho.

"Além de ganhar linhas mais robustas e modernas, o Chevrolet Omega CD continua se destacando pelo perfeito equilíbrio e harmonia com seu interior, uma mescla das escolas européia, norte-americana e japonesa, simples porém inteligente, que salta aos olhos", acrescenta Carlos Barba, Diretor Geral de Design.

Além do já disponível preto Phantom, o Omega será comercializado com duas cores novas, o cinza Storm e o prata Silver. As três cores são metálicas.

Total requinte interno
O visual interno do Omega foi totalmente transformado, sendo enfatizada a sensação de um cockpit, devido aos novos desenhos do painel de instrumentos, console central e volante de direção.

O modelo recebeu acabamento em prata acetinado no console, câmbio, freio de mão, volante e nas saídas do ar condicionado resultando num ambiente moderno e requintado.

O design do painel também valoriza o acabamento, com os instrumentos posicionados para permitir leitura perfeita. Nele destaca-se o computador de bordo composto por três mostradores de cristal líquido, com 12 funções, várias delas totalmente programáveis, isto tudo em português, o que o torna um dos mais completos em toda a indústria automobilística mundial. O conforto dos excelentes bancos de couro são valorizados pelo acionamento elétrico das oito funções de regulagem dos bancos dianteiros.

Discretamente nas laterais do console central encontram-se dois porta-copos escamoteáveis. O sistema de som é um capítulo à parte. Totalmente integrado ao painel, é composto de um rádio AM/FM, tape-deck e CD-changer para seis discos no próprio aparelho, acionando 10 alto-falantes, totalizando 260 W de potência.

O sistema de ar condicionado possui controles digitais, com possibilidade de controles de temperatura independentes para o motorista e o passageiro, além de saídas para o banco traseiro.

Outra novidade é a adoção do Rear Park Assist, um dispositivo que auxilia o motorista em manobras, sendo automaticamente acionado sempre que se engata a marcha ré. Por meio de quatro sensores ultrasônicos montados no pára-choque traseiro que emitem sons gradativos de acordo com a aproximação dos obstáculos evitando, assim, pequenos acidentes.

Desempenho
Confiável e potente, assim podemos definir, o motor V6 de 3.8 litros, capaz de desenvolver 200 cavalos de potência a 5.200 rpm que oferece um torque de 31 mkgf a 4000 rpm. A motorização é acoplada a uma transmissão automática de quatro marchas, com três programas, sendo um econômico, um para terrenos de pouca aderência e o esportivo que faz o modelo atingir os 100 km/h partindo do zero em 10 segundos.

"O resultado final do trabalho de desenvolvimento do Omega para o Brasil é motivo de orgulho para todos nós. O projeto foi adequado perfeitamente às condições de rodagem de nossas vias e na exata medida da preferência do consumidor brasileiro em termos de performance, estilo e conforto", destaca Pedro Manuchakian, diretor executivo de Engenharia LAAM (Latin America, Africa and Middle East).

Outro aspecto importante na determinação das características de rodagem do veículo são as novas rodas de 16 polegadas de diâmetro calçadas com pneus 215/60 R 16V, que conciliam grande capacidade de tração, mas sem perder o conforto.

A suspensão foi recalibrada e rendeu benefícios em conforto, que garantem um excepcional comportamento dinâmico em qualquer condição de piso, em todas as situações de tráfego.

A calibração da suspensão foi baseada nas condições brasileiras de rodagem e comportamento dinâmico para determinar e assegurar uma perfeita condição de uso no Brasil.

O novo Omega 2003 traz uma sensação de dirigir que não guarda nenhuma relação com as suas dimensões. O veículo reage sempre favoravelmente à vontade do seu motorista.

As mudanças na calibração do sistema de direção proporcionaram um aumento na dirigibilidade, melhorando a sensibilidade e controle do motorista em todas as situações e velocidades.

Segurança em primeiro lugar - A segurança é um ponto forte no Chevrolet Omega 2003, tanto nos itens ativos, que reduzem o risco de acidentes, quanto nos itens passivos, que diminuem as conseqüências de um acidente.

Na segurança passiva temos os air bags frontais e laterais, alojados nos encostos dos bancos dianteiros. A carroceria foi desenvolvida com áreas de deformação para melhor absorver a energia do impacto em diferentes ângulos. O novo Chevrolet Omega 2003 possui módulo de emergência que é acionado automaticamente depois de 10 segundos do disparo do pré-tensionador do cinto de segurança – seu sistema computadorizado corta o funcionamento do motor e da bomba de gasolina, destrava as portas e acende a luz interna do veículo.

Na parte de segurança ativa temos o sistema de freios anti-blocante (ABS) de 5a geração, com distribuição eletrônica de frenagem (EBD). E o controle de tração (TC) que, no caso de um dos sensores detectar um destracionamento das rodas traseiras, o motor tem o seu torque reduzido. Se apenas uma das rodas estiver patinando, o freio é acionado somente nesta roda para transferir o torque para aquela com melhor tração.

A bateria também possui um circuito de proteção que impede sua descarga total caso algum equipamento elétrico tenha sido deixado ligado.

Líder de vendas desde 1992 - A Chevrolet mantém a liderança no segmento dos sedãs grandes desde setembro de 1992, ano de lançamento do Omega no Brasil. Em julho de 1998 foi produzida a última unidade do modelo no país e em outubro do mesmo ano passou a ser importado da Austrália.

"O Omega é um símbolo da tradição, requinte, sofisticação, segurança e conforto que a nossa marca Chevrolet construiu e consolidou em seus 78 anos no Brasil. Ele já era o modelo preferido dos executivos e, agora, ainda mais moderno, certamente ampliará sua participação no mercado", destaca José Carlos Pinheiro Neto, vice-presidente da GM do Brasil.

LANÇAMENTOS DO PRIMEIRO SEMESTRE
Renault apresenta o Novo Clio 2 Portas

Visando competir no segmento de automóveis com preços até R$ 20.000,00, a Renault do Brasil inicia a comercialização da versão de duas portas do Novo Clio, primeiro modelo da gama 2004. Além do preço competitivo, pacote de equipamentos superior aos carros do mesmo segmento e interior confortável, o Novo Clio 2p apresenta uma aparência ainda mais esportiva.

O modelo passa a ser a versão de entrada da linha Renault e chega ao mercado custando R$ 1.400,00 menos na versão 1.0 8V e R$ 1.300,00 menos na 1.0 16V, em relação ao modelo quatro portas.

O Novo Clio 2p é o mais recente produto da Renault do Brasil para competir no concorrido segmento de carros pequenos, que representou em 2002 aproximadamente 78% do mercado de automóveis, com cerca de 988 mil unidades vendidas.

Comercializado em uma única versão de acabamento (Authentique), o Novo Clio 2p chega ao mercado com preço sugerido de R$ 17.990,00 (internet) na versão equipada com motor 1.0 8V, e de R$ 19.690,00 (internet) para motorização 1.0 16V.

"O lançamento do Novo Clio 2p terá papel decisivo na estratégia de aumentar as vendas do modelo no mercado brasileiro", explica Dominique Maciet, Vice-presidente Comercial da Renault do Brasil e Mercosul. O objetivo é comercializar 42.000 unidades do Novo Clio em 2003. A versão de duas portas deverá representar 20% (8.400 unidades) deste volume. O Novo Clio 2p terá como principais concorrentes o Peugeot 206, Fiat Palio e Volkswagen Gol.

Durante o período de desenvolvimento do Novo Clio 2p, a equipe de engenharia da Renault do Brasil concentrou-se na missão de criar um modelo de personalidade marcante, que transmitisse a imagem de robustez e esportividade, sem que isso significasse comprometer o acesso ao interior do habitáculo.

A frente do Novo Clio 2p, a exemplo de toda linha do Novo Clio, invoca robustez, modernidade e dinamismo. O losango Renault em destaque na grade central e faróis de generosas dimensões, que mesclam linhas curvas com ângulos, reforçam a personalidade marcante do modelo.

Na lateral, a eliminação de duas portas deu uma aparência mais esportiva ao Novo Clio. As portas de acesso ao habitáculo são inteiramente novas. Medindo 21 cm a mais em termos de comprimento, se comparadas as instaladas na versão quatro portas, elas possuem um amplo ângulo de abertura de 60,2º, o que torna fácil e confortável o acesso ao interior do habitáculo e aos bancos traseiro.

Com esse aumento de tamanho, as portas sofreram, conseqüentemente, um acréscimo de peso. Para compensar o esforço que é necessário se empregar para abri-la ou fechá-la, a Renault instalou um novo conjunto de dobradiças, desenvolvidas exclusivamente para este modelo. Com a nova peça, este esforço foi reduzido, igualando-se ao empregado na versão de quatro portas.

Ainda por conta do maior comprimento das duas portas laterais, a coluna central do Novo Clio 2p foi recuada em relação ao eixo central do veículo, sem que isso significasse alterações na distribuição de peso ou nos pontos de deformação programada.

Além das barras de proteção lateral, disponibilizadas como itens de série, as laterais do Novo Clio 2p contam com inúmeras travessas internas soldadas às duas chapas que moldam o desenho interno e externo da lateral. Essas travessas aumentam a rigidez da lateral, contribuindo para a segurança dos ocupantes do banco traseiro.

O vidro traseiro lateral é fixo e colado à carroceria. De grande dimensões, estes vidros laterais contribuem para a luminosidade interna do habitáculo e a harmonia do desenho externo do veículo.

Os engenheiros da Renault desenvolveram um novo teto para a versão duas portas, cuja área é menor em relação à versão hatch quatro portas (2,021 m2 no modelo 4p ante 1,952m2 no 2p). Isto deve-se à localização dos pontos de solda que ligam a parte posterior do teto à lateral. Na versão de quatro portas estes pontos são cobertos pelas portas traseiras, enquanto no modelo com duas portas, os mesmos são protegidos por uma chapa metálica, pintada na mesma cor do veículo, que ocupa uma pequena área da parte superior do teto.

Versão única de acabamento - Inicialmente, o Novo Clio 2p será comercializado em uma única versão de acabamento, denominada Authentique. Modelo de entrada da linha Novo Clio, a versão Authentique foi criada para os clientes que procuram um veículo funcional, prático e acessível.

No interior da versão Authentique, nota-se a combinação de materiais de qualidade e ótimo acabamento. O revestimento dos bancos em tecido "Voile Gris" de cores e tons claros, cria um ambiente agradável, superior em relação à média do segmento.

Além do farol de duplo óptico e pára-choque na cor da carroceria, a versão Authentique conta com alarme sonoro de advertência de luzes acesas, que impede o motorista de esquecer os faróis ligados ao sair do carro.

Outros equipamentos que compõem a versão Authentique para o modelo Novo Clio 2p são: Airbag duplo (de série na versão 1.0 16V e opcional na 1.0 8V), ar quente, calotas integrais do tipo "ursa", apoio de cabeça nos bancos dianteiros e traseiros; cintos de segurança dianteiros retráteis de três pontos com limitador de esforço integrado e regulagem de altura; fechadura inviolável; indicador de temperatura de água e nível do combustível; desembaçador do vidro traseiro; porta-luvas com tampa; vidros verdes; painel de instrumentos com relógio digital embutido; hodômetro total e parcial digitais; banco traseiro rebatível e pneus 165/70 R14 (175/65 R14 para 1.0 16V).

Ar-condicionado, direção hidráulica (somente para motorização 1.0 16V) e pintura metálica são disponibilizados como equipamentos opcionais na versão Authentique. Os clientes poderão contar, ainda, com a comodidade oferecida pelos vidros dianteiros elétricos e travas elétricas, que são oferecidos como itens acessórios, podendo ser adquiridos em qualquer concessionária Renault.

O Novo Clio 2p conta com novos bancos dianteiros, que, ao terem o encosto rebatido, deslizam-se para frente do habitáculo, facilitando o acesso dos passageiros ao assento traseiro.

Além disso, o banco do motorista conta com "memória" do ajuste do assento. Ou seja, ao retornar o assento do motorista para trás, o mesmo volta para a posição em que se encontrava antes de ser rebatido, mantendo assim, a regulagem feita anteriormente pelo condutor.

No quesito acabamento interno, o Novo Clio 2p mantém o mesmo padrão e características de conforto, luminosidade e ergonomia presente em toda gama Novo Clio. Porém, a forração interna das portas dianteiras e as laterais internas traseiras foram projetadas especialmente para o modelo duas portas, devido ao aumento do comprimento das portas dianteiras e a ausência das portas traseiras.

Outra peça interna de acabamento que teve que ser projetada especialmente para o Novo Clio 2p foi o forro do teto. Isso deve-se ao fato da mudança dos pontos de fixação da peça à carroceria, que foram alterados por conta da ausência das portas traseiras.

Duas opções de motor - O Novo Clio 2p chega ao mercado brasileiro em duas opções de motorização 1.0 litro, com 8 ou 16 válvulas. O motor 1.0 8V, denominado D7D, desenvolve 58 cv de potência a 5.500 rpm e torque máximo de 8,3 mkgf a 4.250 rpm, permitindo ao Novo Clio 2p atingir a velocidade máxima de 144 km/h e acelerar de 0 a 100 km/h em 18,2 segundos.

Além do ótimo desempenho, outra característica do motor D7D é a economia de combustível. Na cidade, este propulsor atinge média de 13,39 km/l, enquanto no ciclo rodoviário (vazio e sem ar-condicionado) o consumo alcança a marca de 18,52 km/l.

A exemplo do ocorrido quando do lançamento da linha Novo Clio, em fevereiro deste ano, o propulsor 1.0 litro de 16 válvulas, batizado de D4D, passou por uma evolução na calibração do calculador do sistema de injeção eletrônica do motor. Com isso, este propulsor de 999 cm³ de cilindrada, teve um acréscimo de 2 cv na potência, passando a desenvolver 70 cv a 5.500 rpm, e torque de 9,5 mkgf a 4.250 rpm, sendo que 90% deste valor está disponível nas faixas de maior utilização, ou seja, a partir de 2.700 rpm.

Com este motor, o Novo Clio 2p atinge a velocidade máxima de 162 km/h e acelera de 0 a 100 Km/h em 14,5 segundos. Já no quesito consumo de combustível, o D4D posiciona o Novo Clio 2p entre os mais econômicos da sua categoria, pois na cidade, ele atinge média de 13,4 km/l, enquanto no ciclo rodoviário (vazio e sem ar-condicionado) o consumo é de 19,7 km/l.

A caixa de câmbio do Novo Clio 2p é mecânica, de cinco marchas, posicionada transversalmente no compartimento do motor. Dotada de embreagem de assistência mecânica, seus engates são fáceis e precisos. As relações de marchas e do diferencial, foram escalonadas de forma a proporcionar maior agilidade no trânsito urbano, vindo ao encontro do modo de condução do motorista brasileiro, além de favorecer o desempenho nas arrancadas e ultrapassagem, sem comprometimento dos níveis de consumo de combustível.

Equipada com sistema independente na dianteira e semi-independente na traseira, auxiliados por amortecedores hidráulicos, molas helicoidais e barras estabilizadoras, a suspensão do Novo Clio 2p é, ao mesmo tempo, firme e confortável, garantindo excelente estabilidade nas curvas e em pisos irregulares.

Os pontos de fixação dos braços da suspensão à carroceria são dotados de buchas que, além de contribuírem para o isolamento acústico, auxiliam na estabilidade direcional do Novo Clio 2p, mantendo o apoio e a rigidez ideais para cada tipo de curva.

O sistema de freios do Novo Clio 2p pode ser considerado superdimensionado para o seu peso. De ação instantânea, os freios do Novo Clio são compostos por duplo circuito hidráulico, em forma de "X", além de discos ventilados nas rodas dianteiras (238 mm diâmetro) e tambores nas traseiras (203 mm).

LANÇAMENTOS DO PRIMEIRO SEMESTRE
Renault amplia a linha Master e lança as versões
Chassi Cabine e furgão L1H1 com motor 2.8 turbodiesel
A partir de julho, a Renault do Brasil inicia a comercialização de dois novos modelos da linha de veículos utilitários Master, Chassi Cabine e furgão L1H1 com a opção do motor 2.8 litros turbodiesel, que vêm somar-se às versões L1H1, L2H2 e Master Minibus 16 lugares, já existentes no mercado.

Com estes lançamentos, a Renault amplia o leque de versões da linha Master, que ainda tem prevista a chegada de mais duas novas versões neste ano (Furgões L1H2 e L3H2, ambos equipados com motor 2.8 turbodiesel).

Comercializado a partir de maio do ano passado, o Master fechou 2002 com 576 veículos vendidos. Para este ano, a previsão é de que sejam comercializadas 1.400 unidades deste modelo.

Nos cinco meses deste ano, o utilitário da Renault já registra a venda de 462 unidades, o que representa uma participação de 22,4% no segmento de furgões de grande porte

A linha de veículos utilitários Renault Master vem alavancando o crescimento das vendas da empresa neste segmento. Nos primeiros cinco meses deste ano, a Renault do Brasil vendeu 1.261 utilitários, o que representa um crescimento de 117,8% em relação ao mesmo período de 2002, quando foram comercializadas 579 unidades. Com isso, a participação da Renault neste segmento aumentou de 0,8% para 2,3%.

Baseada na versão L2H1 (chassi médio com teto baixo), com 5.388 mm de comprimento e 2.252 mm de altura (cabine), o Renault Master Chassi Cabine chega como uma nova opção no segmento de utilitários destinados à utilização especiais, sendo para isso, necessária a utilização de carrocerias específicas (caçamba ou baú).

Com uma ampla capacidade de carga útil, 1.827 kg, uma das maiores do seu segmento, o Renault Master Chassi Cabine está sendo comercializado a um preço bastante competitivo - R$ 52.690,00. Os principais concorrentes do Master Chassi Cabine serão: Ford F-350, Mercedes-Benz Sprinter 311CDI, Iveco Daily 35.10, Kia Bongo K2700 e Hyundai H100 Porter.

Segundo Ricardo Gondo, diretor de Veículos Utilitários da Renault do Brasil, a empresa está trabalhando em parceria com diversos fabricantes de carrocerias, visando oferecer ao cliente que adquirir um Master Chassi Cabine, um complemento que possua o padrão de qualidade Renault, além de atender a necessidade específica do cliente.

Ainda segundo o executivo, cerca de 40% das 100 unidades do modelo Master Chassi Cabine comercializados em 2003, serão adaptadas para utilizarem carroceria aberta de madeira, enquanto 18 % utilizarão carroceria aberta produzida em material metálico, e 37% montadas com baú fechado. Já os 5 % restantes, serão adaptadas com outros tipos de carrocerias, para uso específicos.

O habitáculo do Chassi Cabine proporciona, tanto para o motorista como para o passageiro, um nível ímpar de conforto neste segmento, semelhante ao de um automóvel de passeio. Este conforto começa pelo acesso ao interior do habitáculo, facilitado por uma ampla porta, com um significativo ângulo de abertura.

O motorista tem à sua disposição uma série de recursos de série, como assento regulável em altura com encosto reclinável e apoio lombar, direção hidráulica, painel ergonômico com instrumentos corretamente posicionados, pára-brisa de grandes dimensões, freios a disco nas quatro rodas e espelhos retrovisores articulados com dupla inclinação. Opcionalmente, o Chassi Cabine poderá vir equipado com travamento central das portas através de comando rádio-freqüência instalado na chave, vidros e retrovisores elétricos, ar condicionado, Air bag para o condutor, sistema de freios ABS e alternador reforçado de 54 Amperes.

No habitáculo do Master Chassi Cabine há um compartimento sobre o pára-brisa, ideal para guardar bolsas, documentos e mapas. Já nos painéis de porta, a Renault desenvolveu espaço suficiente para um porta-mapas, porta-copos e uma pequena garrafa térmica.

O quadro do chassi é do tipo estrela, com longarinas e travessas soldadas, de seção em "U". Na parte do chassi destinada à montagem da carroceria, quatro travessas, instaladas transversalmente às longarinas, ajudam a gerar alta resistência a torções e flexões, além de contribuírem para a fixação da caçamba ou baú ao chassi.

Além da ampla resistência, o chassi do Master foi projetado visando proporcionar um acesso simples e rápido aos diversos componentes mecânicos e elétricos instalados sobre ele. Com isso, o tempo de imobilização para a realização de reparos é extremamente curto, um ponto extremamente positivo para o proprietário de um veículo utilitário.

O estepe fica instalado na parte inferior do chassi, próximo ao pára-choque traseiro do Master Chassi Cabine, o que facilita o acesso à peça, além de evitar alterações no projeto ou na instalação de caçamba ou baú.

O Renault Master Chassi Cabine vem equipado com um motor 2.8 litros turbodiesel com intercooler e injeção direta, capaz de desenvolver 114,3 cv de potência a 3.600 rpm, e torque de 26,5 mkgf a 1.800 rpm. Este propulsor, o mesmo que equipa as versões L2H2 e Minibus, permite ao Chassi Cabine alcançar excelente desempenho e retomadas rápidas, sem comprometer os resultados de consumo de combustível e os níveis de emissão de poluentes.

No quesito segurança, o Master Chassis Cabine também se destaca. Ele vem equipado de série com freios a disco nas quatro rodas, com circuitos separados para os eixos dianteiro e traseiro, acrescidos de servo-freio e discos dianteiros ventilados. O ângulo horizontal total de visão dianteira e lateral é de 205,4 graus, o vertical é superior a 38 graus e os retrovisores laterais panorâmicos, com espelhos duplos, eliminam os ângulos mortos.

A segurança passiva é baseada num conjunto amplo de medidas: estrutura da carroceria com deformação programada, sistema anti-intrusão das rodas dianteiras no fosso dos pés, barras laterais, cintos de segurança de três pontos e apoio de cabeça nos assentos da frente, altura regulável dos cintos para os bancos dianteiros e air bag de 45 litros opcional para o motorista.

L1H1 2.8 litros Turbodiesel

Paralelamente ao lançamento do Master Chassi Cabine, a Renault do Brasil amplia o leque de versões comercializadas da linha Master, iniciando a venda da versão L1H1 (chassi curto com teto baixo) equipada com motor 2.8 turbodiesel com intercooler e injeção direta, denominado S9Wt.

"A ampliação da gama Master visa atender um importante segmento do mercado nacional, cujos compradores são profissionais com necessidades e exigências muito específicas, e isto implica a oferta de uma linha completa e variada de versões", explica Ricardo Gondo.

A partir de agora, o Furgão L1H1 é disponibilizado, opcionalmente, com motor 2.8 turbodiesel de 114,3 cv de potência, denominado S9Wt. Este propulsor já equipa as versões L2H2, Minibus e Chassi Cabine. Além desse motor turbodiesel, o L1H1 também é comercializado com propulsor 2.8 l aspirado, de 85,7 cv a 3.800 rpm.

O Master Furgão L1H1 equipado com motor 2.8 Turbodiesel, estará sendo comercializado com preço a partir de R$ 55.690,00.

LANÇAMENTOS DO PRIMEIRO SEMESTRE
Mercedes-Benz apresenta
SL 55 AMG baseada no modelo Safety Car da Fórmula 1

A tecnologia de competição chega às ruas: com o novo kit desenvolvido pela AMG, o Mercedes-Benz SL 55 oferece um desempenho ainda mais esportivo. Desenvolvido pela Mercedes-AMG, que é a divisão da marca responsável pela preparação de modelos superesportivos, a nova versão do roadster é um modelo que reúne a força e a tecnologia derivada do Safety Car oficial da FIA, utilizado nas provas da temporada de Fórmula 1 do ano passado.

O SL 55 AMG com o novo pacote esportivo teve suas características melhoradas com uma extensa linha de revisões em sua carroçaria, sistema de refrigeração do motor, freios e suspensão. O desenho do pára-choque dianteiro, que domina a frente do veículo, foi inspirado no modelo da Fórmula 1.

Com as maiores entradas de ar para a refrigeração do motor, a Mercedes-AMG manteve a temperatura ideal para a condução esportiva do automóvel, que vem equipado com um motor V8 AMG de 500 cavalos de potência.

Sistema de freios e ajustes do chassi iguais ao Safety Car da Fórmula 1

Para aumentar o desempenho e resistência dos freios, as rodas dianteiras do SL 55 AMG com o novo kit são equipadas com um sistema de freios de aço composto. Medindo 380 mm de diâmetro (em comparação com os 360 mm da versão normal), os discos de ferro fundido ventilados e perfurados passaram a suportar temperaturas ainda mais elevadas.

Todos os sistemas eletrônicos, associados ao Sensotronic Brake Control, o SBC, foram aperfeiçoados para trabalhar em harmonia com o novo sistema de freios. Juntas, todas essas tecnologias herdadas do Safety Car da Fórmula 1 garantem mais segurança em qualquer situação, mesmo sob condições extremas.

O SL 55 AMG com o novo pacote também se baseia no Safety Car da Fórmula 1 quando se trata de ajustes do chassi e na escolha de rodas e pneus: os engenheiros da Mercedes-AMG tomaram como referência a configuração utilizada pelo piloto Bernd Mayländer, que conduz o carro de segurança oficial da FIA em todos os circuitos da F1.

Novos braços de suspensão, com ajustes mais firmes, e novas molas e amortecedores para o Active Body Control, o ABC, proporcionam uma experiência de direção ainda melhor. Juntamente com a nova configuração da suspensão, a SL 55 AMG traz rodas de 19 polegadas. As rodas dianteiras de 8.5 x 19", utilizam pneus 255/35 ZR 19, enquanto as rodas traseiras de 9.5 x 19" são equipadas com pneus 285/30 ZR 19. A nova versão da Mercedes-Benz SL 55 AMG estará disponível sob encomenda para o mercado brasileiro.

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