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Edição 43 - Julho de 2003
Conteúdo básico
LANÇAMENTOS
DO PRIMEIRO SEMESTRE
BMW faz sucesso desde 1961 com
a Série 5
A linhagem da Série 5 nasceu para ser diferente
e empolgar o motorista. O primeiro deles, o BMW 1500, era
equipado com motor de 80 cv e conforto para cinco pessoas.
O novo S5, que chega no mês que vem à Europa,
tem o que há de mais moderno no mundo automotivo
e continua encantando os fãs da marca.
A década de 60 trouxe importantes
mudanças nos automóveis. A tecnologia começava
a despontar e motores mais fortes eram estrelas de um mundo
ainda longe da crise do petróleo.
Na Alemanha, onde Volkswagen e Mercedes reinavam,
a BMW lançava a Série 5, que se tornaria célebre
e deixaria uma grande família futura, chegando ao
belo modelo 2003. A idéia da montadora era desenvolver
um modelo diferente, inovador, fora dos padrões da
época.
Um carro elegante, de quatro portas de tamanho
médio, vocação esportiva e motor poderoso.
Que fosse suficientemente confortável para cinco
passageiros e suficientemente ágil para uma condução
mais rápida. Os executivos da BMW lhe deram o nome
de A Nova Classe. Em 1961, nascia o BMW 1500.
O projeto da Nova Classe não era conservador
nem era influenciado pelo estilo americano. Ao contrário.
Era mais inspirado nas linhas italianas, afinal de contas
o projetista italiano Michelotti de Giovanni encabeçava
o projeto. O motor em linha de 4 cilindros contava com uma
potência máxima de 80 cv a 5700 rpm, levando
o BMW 1500 a uma velocidade superior a 150 km/h.
A supensão McPherson, bastante avançada
à época, era um de seus destaques, garantindo
um rodar firme e confortável. O BMW 1500 teve uma
resposta muito positiva da imprensa especializada. Um ano
depois, em 1962, começava a sua produção.
O modelo ganhou motor 1.8 e 90 cv, passando a chamar-se
BMW 1800. Em 1964 e 1966, respectivamente, surgiram o BMW
1600 e 2000.
E em 1969 o modelo superior da Nova Classe
apareceu na forma do BMW 2000 Tii, o primeiro da BMW a ter
um sistema de injeção de combustível.
Até o fim da produção em 1972, a Nova
Classe tinha se tornado o BMW mais bem-sucedido, com 329.626
carros produzidos. A BMW finalmente tinha se tornado um
grande produtor de automóveis.
O novo Série 5 Com previsão de chegar ao
mercado europeu no mês que vem, o novo BMW Série
5 reúne o que há de mais moderno em tecnologa
veicular, além de um novo visual, misturando as linhas
esportivas com as clássicas. Serão três
versões de motorização, todas com seis
cilindros: duas a gasolina, com 170 e 231 cv de potência,
e outra a diesel, com 218 cv.

De série, o modelo já terá controle
de tração, frenagem e estabilidade, suspensão
ativa, que garante uma maior estabilidade em curvas mais
fortes, pneus com sistema run flat, que permite
rodar a até 80 km/h mesmo com o pneu furado. Por
dentro, luxo como bancos de couro com regulagem elétrica,
ar-condicionado automático e volante multifuncional,
que permite o controle de diversos sistemas.
Opcionalmente, o motorista pode contar com
uma tela que projeta informações no pára-brisa,
evitando que o motorista tenha que desviar os olhos da estrada.
No final do ano chega uma versão mais apimentada
com motor de 333 cv de potência.
Paulo Cruz - Correio do Estado - MS
LANÇAMENTOS
DO PRIMEIRO SEMESTRE
Maserati Trofeo
Na Europa, 26 carros fazem a temporada 2003 em 7
etapas. No Brasil, 25 gentlemen drivers vão disputar
de 7 a 10 provas em 2004.
Com o objetivo de cumprir mais uma etapa da estratégia
de resgate da marca italiana, a Maserati do Brasil apresentou,
no Autódromo José Carlos Pace (Interlagos),
em São Paulo, o carro Maserati Trofeo, com o qual
pretende-se lançar em 2004 uma nova
categoria de competições no País. A
proposta é reunir 25 carros Maserati Trofeo e realizar
de 7 a 10 etapas em circuitos nacionais.
Maserati Trofeo foi lançado em setembro do ano passado,
durante o Salão de Paris. Portanto, após exatos
45 anos, a Maserati retorna às pistas. Em 1957, ano
em que o piloto argentino Juan Manuel Fangio, com o modelo
250F, conquistou o campeonato mundial de Fórmula
1, também a Maserati retirou-se das competições
de F-1.
Antes do lançamento oficial da competição
e do carro, no entanto, em junho de 2002, foi constituída
a Ufficio Maserati Corse, sob o comando de Claudio Berro
e Giorgio Ascanelli, ambos com larga experiência em
F-1, responsável pela idealização e
coordenação do campeonato Maserati Trofeo
na Europa.
Ainda no primeiro semestre de 2002, foram iniciados exaustivos
testes com o Maserati Trofeo, um carro de competição
derivado do modelo Maserati Coupè Cambiocorsa, com
o mesmo motor V8, aspirado, de 4,2 litros, mas com 413 cavalos
de potência, mais leve (1.370 Kg contra 1.580 Kg)
e com introdução de kits de sistema aerodinâmico,
de frenagem, de segurança e de suspensão.
A velocidade final chega a 285 Km/h.
O primeiro teste, aliás, foi feito pelo piloto brasileiro
Luciano Burti, em Fiorano. Seguiram-se as avaliações
de Luca Badoer, Fabrizio Giovanardi, Fábio Babini,
Rubens Barrichello, Michael Schumacher e Felipe Massa, em
circuitos como Ímola, Mugello, Vallelunga, Nürburgring
e Varano de Mellegari.
Destinada a gentlemen drivers, na Europa, a competição
ganhou adesão de 26 participantes, de 5 países
(Alemanha, França, Inglaterra, Itália e Suíça),
ainda no último trimestre de 2002. Assim, independente
do calendário europeu, foi possível realizar
uma première na Austrália, em março
deste ano, com todos os carros inscritos.
Até o momento, três etapas da Trofeo Vodafone
Maserati foram cumpridas: Barcelona, Magny Cours e Nürburgring.
Restam ainda as provas em Lausitzring, Silverstone, Monza
e Mugello, sendo duas delas Silverstone e Monza
preliminares do Grande Prêmio da Inglaterra e da Itália
de Fórmula 1. E a prova final será em Mugello,
no dia 19 de outubro, na "Finali Ferrari & Maserati",
em conjunto com a competição Ferrari Challenge.
Também no Brasil, a Maserati Trofeo será destinada
a gentlemen drivers. "Pretendemos reunir 25 carros
que, na temporada 2004, vão realizar de 7 a 10 corridas
em diferentes circuitos nacionais", informa Francisco
Longo, presidente da Maserati do Brasil, "e teremos
ainda mais 5 carros-reserva como suporte técnico
para cada etapa".
A exemplo da Europa, onde o campeonato se chama Trofeo Vodafone
Maserati, também no País o nome da competição
poderá ter o da patrocinadora master, em fase inicial
de negociação.
Segundo Francisco Longo, Maserati Trofeo será uma
competição diferenciada. "Teremos pessoas
apaixonadas por velocidade que sabem se divertir com as
máquinas", sustenta. Quanto ao regulamento esportivo
e técnico, Maserati Trofeo seguirá as regras
do campeonato europeu, em concordância com as normas
da Confederação Brasileira de Automobilismo.
A gestão brasileira, com apoio integral da Ufficio
Maserati Corse, será da Maserati do Brasil; enquanto
as negociações com a organizadora, a promotora
e a comissão técnica estão em fase
avançada, cuja definição será
anunciada nos próximos dois meses.
Também será de responsabilidade da Maserati
do Brasil todo o trâmite de venda dos veículos
e das peças originais de reposição.
Os carros da Maserati Trofeo serão entregues aos
pilotos em regime de admissão temporária e
a cota de participação será de US$
150 mil, mais um "kit-temporada", desenvolvido
em conjunto com a Maserati Itália, que contempla
jogos de rodas e de pneus, freios, amortecedores, entre
outros componentes.
De acordo com Francisco Longo, os circuitos brasileiros
serão definidos tão logo seja firmada a parceria
com a organizadora. Com uma competição por
mês, na média, a Maserati Trofeo brasileira
vai ocupar o final de semana completo dos pilotos. No sábado,
pela manhã, haverá treinos livres; à
tarde, treino classificatório; e no domingo, a prova.
A seriedade e a credibilidade da Maserati Trofeo serão
lastreadas com um importante investimento da gestora Maserati
do Brasil, que vai ter 5 carros-reserva por temporada como
suporte em caso de reparos circunstanciais no final de semana
da competição. "Vamos criar um Departamento
de Competições, com estrutura independente,
com equipamentos, estoque de peças, logística
e técnicos da Maserati do Brasil", complementa.
Na apresentação técnica dos dois Maserati
Trofeo, no Autódromo José Carlos Pace
Interlagos, a gasolina Podium, de altíssima octanagem
e baixíssimo teor de enxofre, sem álcool,
foi fornecida pela Petrobras. Trata-se do mesmo projeto
para a gasolina Super Plus européia. Assim como os
pneus slick foram fornecidos pela Pirelli.
Maserati e competições A Maserati foi
fundada em 1914, com a Officina Alfieri Maserati, na cidade
de Bologna, na região norte da Itália. Em
1939, foi inaugurada a sua fábrica na cidade de Modena,
onde ficam as atuais instalações da marca.
As competições sempre foram muito importantes
na história da Maserati. Entre 1926 e 1957, a Maserati
teve intensa participação em competições
automobilísticas: foram conquistados 23 títulos
em diferentes campeonatos; foram 32 grandes prêmios
de Fórmula 1; 2 vitórias consecutivas nas
500 Milhas de Indianápolis.
Em 1957, o piloto Juan Manuel Fangio conquistou o título
do Campeonato Mundial de Fórmula 1, guiando uma Maserati
250F. Mas também foi o ano em que a Maserati retirou-se
das pistas. Em épocas de ouro das competições,
excepcionais pilotos como Moss, Gurney e outros fizeram
sucesso nos Estados Unidos e Europa, com carros Maserati.
Em 1939 e 1940, Wilbur Shaw dirigiu uma Maserati em suas
duas vitórias consecutivas na Indianápolis
500. A Maserati é o primeiro e único carro
italiano a conquistar o título "The World´s
Most Famous Race". Esse carro está exposto no
"The Hall of Fame", do Museu de Indianápolis.
LANÇAMENTOS
DO PRIMEIRO SEMESTRE
Honda Fit: conceitos inovadores
e duas velas por cilindro
Idealizado para ajustar-se aos mais diferentes estilos
de vida, o Honda Fit tem atributos inéditos que vão
surpreender os consumidores

A modernidade do design, a praticidade das soluções,
a dirigibilidade e a economia fizeram do Honda Fit um dos
mais significativos lançamentos da indústria
automobilística mundial nos últimos anos.
O modelo é um monovolume compacto para quem valoriza
estilo, conforto, espaço interno amplo e flexível,
agilidade e segurança no mesmo veículo, ou
seja, o máximo de prazer ao dirigir um automóvel.
Desenvolvido sob o conceito o máximo para
o homem, o mínimo para a máquina, o
Honda Fit possui tanque de combustível centralizado
sob os bancos dianteiros, o que quebra os paradigmas da
engenharia mecânica e garante um habitáculo
espaçoso, apto a acomodar cinco passageiros confortavelmente.
Além disso, o sistema de configuração
dos bancos permite uma flexibilidade surpreendente e uma
perfeita adequação às necessidades
do usuário. Para completar, a agilidade do avançado
motor i-DSI (Intelligent Dual and Sequential Ignition
Ignição dupla sequencial inteligente) 1.4
litro de 80cv de potência, leve, compacto e que oferece
performance com economia.
Lançado em junho de 2001 no Japão, o Honda
Fit obteve um feito inédito para a Honda: foi o automóvel
mais vendido naquele país no ano passado, com 250.790
unidades, confirmando sua popularidade em um dos mercados
mais competitivos do mundo.
No acumulado de junho de 2001 a dezembro de 2002, o modelo
soma 355.088 unidades vendidas e no primeiro trimestre de
2003 continua na liderança em vendas, com 65.481
unidades comercializadas no Japão. Exportado para
a Europa com o nome de Jazz, o Honda Fit foi apresentado
em setembro de 2001, chegando às concessionárias
européias da marca no início de 2002, com
o mesmo destaque do país de origem.
Comercializado em 60 países, o Honda Fit superou
todas as expectativas desde o lançamento e deve repetir
o sucesso em vendas também no Brasil, País
que, a partir de agora, será o primeiro a fabricá-lo,
além do Japão. O compacto terá um índice
de nacionalização de 80% e dividirá
a linha de produção da unidade de Sumaré
(SP) com o Honda Civic, o primeiro automóvel nacional
da marca, que conquistou posição expressiva
no segmento dos sedãs médios com sua qualidade
e seus diferenciais. Ao iniciar a fabricação
do seu segundo modelo nacional, a Honda aposta mais uma
vez no potencial do mercado brasileiro.
No total, foram investidos mais de US$ 150 milhões
no lançamento do modelo, do desenvolvimento à
ampliação da área coberta da fábrica
em aproximadamente 50%, além da aquisição
de equipamentos e adaptações na linha de produção.
A expectativa de vendas para o Honda Fit no mercado interno
é de 30 mil unidades nos próximos 12 meses,
período em que a Honda planeja dar início
às exportações para países da
América do Sul, tais como: Argentina, Peru, Chile,
Bolívia, Paraguai, Uruguai, Venezuela, Colômbia
e Equador.
Desde 1992, quando começou a importar automóveis
para o Brasil, e a partir de 1997, com a inauguração
da fábrica no País, a Honda vem trabalhando
para consolidar-se gradativamente, formando uma rede de
concessionárias diferenciada, preparada para oferecer
um atendimento eficiente a seus clientes, com técnicos
altamente treinados e um completo estoque de peças
de reposição, o que tem garantido altíssimos
índices de satisfação dos consumidores.
Para manter a qualidade do atendimento, a rede será
ampliada das atuais 58 para 85 concessionárias em
todo o Brasil, até o final deste ano.
Sistema ULT de configuração dos bancos:
simples, flexível e inteligente - O Honda Fit
possui um conjunto de bancos flexível, proporcionando
uma ampla gama de possibilidades: mais de dez combinações
de bancos, sem a necessidade de remoção. A
capacidade de carga, com os bancos na posição
normal, é de 353 litros com a tampa do porta-malas
e de 380 litros sem a tampa. Rebatendo o banco traseiro,
é possível acondicionar 1.321 litros.
Fácil de usar, o sistema ULT (sigla que reúne
as palavras utilitário, longo
e alto, em inglês) não exige esforço
na operação. O mecanismo de retração
inclui em média três procedimentos simples
e, ao contrário de modelos concorrentes, não
é preciso retirar os bancos ou os encostos de cabeça.
O sistema prevê três configurações
básicas para os assentos:
ModoUtility Para carregar volumes maiores,
primeiro o banco dianteiro é empurrado para a frente
por meio de uma alavanca localizada próximo ao encosto
de cabeça. O banco traseiro é rebatido, por
meio de outra alavanca, sem a remoção dos
encostos de cabeça e, finalmente, o banco dianteiro
é movido para trás, voltando à posição
original. O resultado é um assoalho totalmente plano
e sem protuberâncias, formando um ângulo de
90°em relação ao banco dianteiro, com
um comprimento de 1.700 mm e capaz de acomodar objetos tão
largos quanto duas bicicletas mountain bike.
ModoLong Se o objetivo for acomodar
objetos longos, inclinando totalmente o encosto do passageiro
é possível aproveitar uma área de 2.400
mm de comprimento. Para retornar os bancos à posição
original, o dianteiro simplesmente desliza para a frente
e o encosto traseiro é levantado para trás.
Nesse momento, a base do assento traseiro fica travada automaticamente
ao encosto, sendo liberada puxando-se o suporte inferior.
A base do assento traseiro é então dobrada
para baixo e o banco dianteiro desliza para trás
novamente.
ModoTall Outra inovação
está no procedimento inverso ao anterior. A base
do assento pode ser levantada e travada contra o encosto
do banco traseiro, criando uma área entre as fileiras
de bancos capaz de armazenar uma grande variedade de objetos.
A medida do espaço resulta em 1.280 mm de altura
total, suficiente para acomodar objetos de dimensões
pouco convencionais, até uma mountain bike, sem a
roda dianteira.
As possibilidades são infinitas: o espaço
pode ser usado como alternativa para a circulação
quando o acesso traseiro é limitado, no caso de estacionamentos
apertados; como área para as crianças trocarem
a roupa molhada na praia; para carregar uma cadeira de rodas
ou ainda guardar objetos sujos ou molhados, protegendo os
assentos traseiros da sujeira.
Motor
i-DSI: leveza, economia e desempenho - Especialmente
desenvolvido para o Honda Fit, o revolucionário motor
SOHC i-DSI (Intelligent Dual Sequential Ignition
Ignição dupla sequencial inteligente) caracteriza-se
pela economia de combustível, tamanho reduzido, leveza,
torque máximo em baixas rotações e
baixo nível de emissão de poluentes.
O motor 1.4 litro 8V tem potência de 80 cv (cavalos)
a 5.700 rpm e torque máximo de 11,8 kgfm a 2.800
rpm, favorecendo o uso urbano, em que o veículo é
mais exigido em faixas de rotação baixas.
Em termos de tecnologia, outro destaque é a ignição
diferenciada. As velas, dispostas em pares, ficam em posições
diametralmente opostas, visando reduzir o tempo e a velocidade
de combustão. Além disso, a ignição
não é simultânea, isto é, a defasagem
do tempo de ignição entre as velas é
variável, sendo controlada por um módulo eletrônico
que constantemente monitora as condições de
carga impostas ao motor, ajustando o melhor momento para
a ignição em cada vela individualmente.
Esse mecanismo permite acelerar e elevar o pico de potência,
melhorando a eficiência da combustão. O momento
de ignição (defasagem do tempo de ignição
das duas velas) varia de acordo com o regime de rotação
do motor e o vigor com que o motorista pisa no acelerador.
O dispositivo sempre procura o melhor ponto de ignição,
comandando individualmente cada vela.
Utilizando o exclusivo sistema i-DSI, de duas velas por
cilindro, o controle de ignição, normalmente
feito por uma vela em cada cilindro, é efetuado por
duas velas em cada cilindro, totalizando oito pontos de
ignição no caso de motores de quatro cilindros.
Isso aumenta ainda mais a eficiência de combustão
do motor.
O par de velas reduz o percurso da chama dentro da câmara
de combustão (distância percorrida pela chama
após a ignição), o que gera uma combustão
mais rápida (combustão dos gases em menor
tempo), transformando a energia de combustão em potência
com maior pressão do que os motores aspirados tradicionais.
A câmara de combustão compacta permitiu uma
taxa de compressão de 10,4:1, com o menor ângulo
das válvulas, que passam a ter convergência
de 30°.
Outra característica desse projeto foi a redução
do peso e do tamanho do motor. Para tanto, a dimensão
básica que define o tamanho do motor, que é
o espaçamento entre os centros dos cilindros, foi
reduzido de 84 mm para 80 mm, como na maioria dos automóveis
leves. Também foram empregados outros recursos. O
coletor de admissão, de plástico, é
compacto e leve.
O comprimento longitudinal foi reduzido, com o corpo da
borboleta posicionado na parte superior do motor, sem deixar
de reservar espaço para o comprimento do duto do
coletor de admissão, voltado para cima. Além
disso, a fixação de dispositivos complementares
(alternador, bomba de água e compressor do ar-condicionado)
foi feita diretamente no bloco do motor, sem o uso de suportes,
e o acionamento é realizado por correia única
pelo sistema de serpentina, o que liberou espaço
dentro do compartimento do motor.
A baixa emissão de gases poluentes é garantida
pelo sistema de exaustão traseiro, em que a distância
até o catalisador foi diminuída para agilizar
o processo e melhorar o desempenho da purificação
a frio, além da instalação do catalisador
de conversor de fluxo oblíquo: os gases entram diagonalmente
no catalisador e fluem uniformemente.
Transmissão
- A transmissão manual de 5 velocidades, disponível
para as duas versões do Honda Fit, foi projetada
visando a condução esportiva, com engates
curtos e precisos.
Os maiores desafios ficaram para o desenvolvimento de uma
transmissão automática que proporcionasse
a sensação de linearidade, para acompanhar
a sensibilidade do motorista e, ao mesmo tempo, economizar
combustível.
Assim, foi desenvolvida a transmissão automática
com relações variáveis, que realiza
constantemente a seleção da melhor relação
de marchas: a transmissão automática Honda
CVT (Continuously Variable Transmission).
Nela, o sistema monitora diversos parâmetros do automóvel,
visando a relação de transmissão mais
adequada, conforme a necessidade do condutor, aproveitando
ao máximo a potência e o torque do motor.
A manopla da transmissão automática CVT tem
seis posições: P, para quando
o veículo está estacionado; R,
para quando há a necessidade de marcha à ré;
N, para movimentar o veículo com o motor
desligado; D, modo Drive; S,
modo Sport (Esporte) e L, modo Low
(Reduzido).
Durante a condução, a aceleração
é monitorada permanentemente. Quando o acionamento
do pedal do acelerador em um determinado espaço de
tempo supera o programado, a informação é
transferida automaticamente para o mapa, que passa a utilizar
faixas mais altas de rotação de motor.
Na posição D, que significa drive
(dirigir, em inglês) o mapa adequado é selecionado
automaticamente a partir de três opções:
modo D1, que privilegia o baixo consumo de combustível;
modo D2, para percursos urbanos, e modo RS,
para aceleração total. Na posição
S, há duas opções de mapa:
modo S1, para condução esportiva,
e S2, para estradas sinuosas. Na posição
L, o CVT seleciona as relações
mais curtas possíveis, em subidas íngremes
ou para utilização máxima do freio-motor
em descidas acentuadas.
A transmissão automática CVT também
melhora o consumo de combustível, pois, além
de existir o comando hidráulico independente para
a polia motora/movida, o pistão que comanda a polia
do lado motriz foi aumentado, para segurar a correia com
força menor e reduzir o trabalho da bomba de óleo,
aumentando dessa forma a eficiência e, consequentemente,
anulando o esforço negativo no consumo de combustível.
Foi adotado no CVT o volante de massa única, contribuindo
para a redução do peso e quantidade de componentes.
Por sua vez, a bomba de óleo foi colocada sobre o
eixo primário, o que contribuiu também para
reduzir o número de peças.
Além disso, o corpo de comando foi fixado sobre
a caixa, e o solenóide linear, que tradicionalmente
era independente, constitui agora um corpo único
e foi eliminada a bandeja de óleo da caixa de transmissão
de comando. Todas essas medidas contribuíram para
a redução de peso.
LANÇAMENTOS
DaimlerChrysler lança
edição limitada do Jeep® Wrangler Rubicon
Com a estréia nos Estados Unidos, em julho, do novo
filme "Lara Croft Tomb Raider: O Berço da Vida",
a marca Jeep estará lançando simultaneamente
uma edição limitada do Jeep® Wrangler
Rubicon, denominada Tomb Raider. O modelo é baseado
na versão personalizada que é dirigida no
filme pela heroína dos jogos virtuais Lara Croft,
papel interpretado por Angelina Jolie.
"O Jeep® Wrangler Rubicon é o modelo mais
robusto já construído, portanto o ambiente
heróico e extremo em que Lara Croft usa o seu veículo
personalizado em Tomb Raider é perfeito," diz
Jeff Bell, responsável pela marca Jeep® no Grupo
Chrysler. Segundo Bell, esta ação é
mais do que apenas a colocação de um produto.
Foi criada uma campanha de marketing integrada de 360 graus
em torno do filme e do lançamento do modelo Wrangler
Rubicon Tomb Raider.
"No filme, este veículo será demonstrado
em muitas situações duras e extremas, destacando
as principais forças da marca Jeep® de uma maneira
nova e emocionante," diz Bell. "O público
verá o Wrangler Rubicon Tomb Raider atravessando
o deserto e florestas sem qualquer dificuldade a
verdadeira capacidade Jeep®.", completa.
Destinado a ser um veículo de colecionador, a edição
limitada, de pouco mais de 1.000 veículos, estará
disponível no início de julho nas revendas
dos Estados Unidos. Para demonstrar a capacidade e a autenticidade
do Jeep®, a marca está criando anúncios
de 30 e 60 segundos, que incluem cenas do filme, bem como
cenas em que Jolie aparece como Lara Croft. Em junho, a
divulgação do modelo estará sendo feita
em anúncios impressos e propaganda de TV nos Estados
Unidos.
O primeiro filme Tomb Raider foi um sucesso absoluto, arrecadando
US$47,7 milhões no final de semana de estréia,
a maior de todos os tempos para um filme com uma estrela
feminina. No mundo, o filme chegou a quase US$300 milhões
em sua temporada. Lara Croft e Tomb Raider são marcas
registradas da Core Design Ltd. O Berço da Vida é
uma marca registrada da Paramount.
Jeep® Wrangler Rubicon Tomb Raider 2003
Baseado na versão que foi projetada e criada especialmente
para o filme, o modelo Wrangler Rubicon Tomb Raider destaca
a imbatível capacidade do Wrangler Rubicon em condições
extremas. A edição limitada possui características
exteriores únicas: rodas de alumínio forjado
de 16 polegadas, logotipo Tomb Raider e acessórios
Mopar, incluindo uma barra de iluminação superior,
lâmpadas sinalizadoras de pára-lamas especiais,
quebra-mato dianteiro tubular, protetores contra impactos
laterais, farol de neblina e protetores das luzes traseiras.
No interior do Wrangler Rubicon Tomb Raider destacam-se
singulares assentos em tecido cinza escuro com detalhes
de tom vermelho no centro, friso prateado envolvente em
torno do painel de instrumentos, cintos de segurança
vermelhos e um logotipo Tomb Raider com um número
de série. Como no veículo personalizado no
filme, todos os modelos Wrangler Rubicon Tomb Raider são
oferecidos na cor Prata Brilhante.
A equipe de Estilo Jeep® do Grupo Chrysler, em colaboração
com Kirk Petruccelli e Graham Kelly da equipe de produção
do Tomb Raider da Paramount, projetaram e construíram
o Jeep® Wrangler Rubicon personalizado apresentado no
filme. O mesmo estilo do modelo do filme foi aplicado à
edição limitada.
Por baixo do capô, o modelo Tomb Raider é
baseado no Jeep® Wrangler Rubicon. Como todos os modelos
Wrangler Rubicon, inclui diferenciais de travamento dianteiro
e traseiro Tru-Lok acionados pelo motorista, eixos
dianteiro e traseiro Dana modelo 44, freios a disco nas
quatro rodas, caixa de transferência de baixa capacidade
Rock-Trac 4:1 e pneus reforçados de máxima
tração de 31" de altura com padrão
de desenho para situações extremas de off-road.
SOM AUTOMOTIVO
JVC apresenta linha 2004 de
CD players
O que há de mais atual em som automotivo
foi apresentado pela JVC na capital pernambucana. Para você
que gosta de filmes, Mais Velozes, Mais Furiosos reforça
a tendência do primeiro filme, que é a personalização
do automóvel. Pensando nisso a JVC apresentou como
principal novidade o painel mutável, que permite
a personalização do aparelho de acordo com
o gosto do consumidor.
O modelo KD-S800, por exemplo, já
vem com quatro opções de estampa e o usuário
pode ainda personalizar escolhendo entre as mais de 100
figuras disponíveis no site da empresa (www.jvc.co.jp/jvccar)
ou imprimir qualquer outra imagem na frente do aparelho.
O preço do KD-S800 é de R$ 899.
KD-S800
Ainda na linha de importados, há o modelo KD-LH3150
com conceito Pict, que oferece 1.728 possibilidades de cor,
além da inserção de até 90 imagens
estáticas ou de até 3 segundos de imagens
em movimento. O aparelho é compatível com
CD, CD-R, CD-RW e MP3, possui potência de 200W, controlador
de disqueteira, CD de texto, registro do nome do disco,
display de gráficos 3D, moldura iluminada e painel
flip down (que abaixa a frente para inserir o CD). O preço?
R$ 1.799.

KD-LH 3150
O mais sofisticado da linha 2004 da marca é o KD-SH
9750, que agrega as funções do LH3150 e reproduz
o WMA (sistema de decodificação de áudio
desenvolvido pela Microsoft para compressão de dados
em um CD). Um CD gravado com o formato WMA comporta dados
equivalente a 20 CDs convencionais. Custando R$ 2.199, o
modelo é também o mais caro da linha automotiva
da JVC.

KD-SH 9750
São três os modelos produzidos no Brasil:
O CD Receiver KD-S797UR, KD-S597UR e KD-S598UR. O primeiro
possui painel flip dow, display multicolorido, compatibilidade
com CD, CD-R e CD-RW, potência de 200W, controle remoto
(de série em toda a linha) e custa R$ 549. O KD-S597
e o KD598 possuem as mesmas características, com
diferença para o painel que pode ser na cor prata
ou preta. A potência é de 180W. A mudança
em relação a linha 2002 está no display
azul e na reprodução de CD-R. Ambos têm
preço sugerido de R$ 499. A JVC manteve o CD player
camaleão, um dos mais vendidos. Ele ganhou esse nome
porque esconde a frente quando desligado, dificultando sua
identificação.

Linha popular: KD-S797UR
Na linha de DVDs automotivos, a novidade é o KD-DV5000,
que funciona como CD e DVD e tem a opção de
dois modelos de monitores de 9 polegadas (de teto)
e de 6,5 polegadas para instalação no encosto
dos bancos dianteiros. O modelo é compatível
com MP3 (incluindo a reprodução de arquivos),
possui saída digital para 2 canais, potência
de 200W, display de gráficos 3D, controle remoto,
entre outros itens. O aparelho custa R$ 3.499, o monitor
de 9 polegadas sai por R$ 4.599 e o de 6,5 polegadas, por
R$ 3.199.
Tarcisio Dias
LANÇAMENTOS
DO PRIMEIRO SEMESTRE
Honda CR-V 2003 chega às
concessionárias de todo o Brasil
Modelo, que manteve a versatilidade, o conforto e
a alta tecnologia, traz agora de série piloto automático
e sistema de áudio com código de segurança
Um dos automóveis de maior destaque em sua categoria
nos mercados norte-americano e europeu, o sport utility
Honda CR-V 2003 chega à rede de concessionárias
de todo o Brasil mantendo atributos como dirigibilidade,
beleza, desempenho e alta tecnologia, valorizados pelos
consumidores que buscam as vantagens de um veículo
off-road, mas não abrem mão do conforto de
um automóvel de passeio.
Importado do Japão, o modelo passa a oferecer entre
os itens de série piloto automático e sistema
de áudio com CD-player, dotado de código de
segurança antifurto.
Na sigla CR-V (Comfortable Runabout Vehicle), Runabout
significa correr para todos os lados e para
este modelo tem o sentido específico de versatilidade,
desde as condições e finalidades de uso até
o estilo de vida de seus usuários. De um lado pode
tornar-se funcional, prático e econômico, de
outro aventureiro, arrojado e divertido.
Trata-se de um automóvel para uso diário,
mas que pode enfrentar condições adversas
de piso, devido à sua estabilidade e controle, seja
em ruas, rodovias ou estradas rurais. O consumidor conta
com um veículo ideal para todos os momentos: trabalho,
compras, passeio, campo, praia, entre outros.
Além disso, pesquisas realizadas pela Honda para
avaliar o nível de satisfação dos consumidores
com a marca e o produto revelam que o Honda CR-V, comercializado
no País desde março de 2000, tem 100% de aprovação
entre os proprietários, prova de que o veículo
conquistou os brasileiros com seus diferenciais inéditos
no segmento.
O Honda CR-V é equipado com o motor 2.4 litros,
de 4 cilindros e 16 válvulas DOHC (Double Over Head
Camshaft duplo comando de válvulas no cabeçote)
i-VTEC, que desenvolve 156 cv de potência a 6.000
rpm e possui torque de 22 kgfm a 3.600 rpm. O i-VTEC é
um avançado sistema de controle de válvulas
desenvolvido pela Honda, em busca de desempenho, eficiência
e menores índices de emissão de poluentes.
O i-VTEC (i significa inteligente) combina
o VTC (Variable Timing Control Controle de Sincronização
Variável), que ajusta de forma contínua o
momento de abertura das válvulas pela árvore
de comando, com o VTEC, que atua mais especificamente na
abertura e na duração da abertura.
O CR-V utiliza a suspensão dianteira McPherson,
que possui controle de convergência e oferece respostas
rápidas, maximizando o contato dos pneus com o solo,
em todo o curso da suspensão, resultando em maior
aderência e estabilidade. Já na traseira, o
modelo Honda vem equipado com o sistema Double Wishbone,
resultando em maior conforto e espaço para bagagens.
Além disso, a articulação reativa
controla a suspensão para manter a convergência
apropriada, em frenagens severas, e a segurança em
curvas acentuadas. Nas quatro rodas, o conjunto de amortecedores
leva batentes de alta densidade e resistência para
absorver pequenas vibrações e controlar com
firmeza movimentos mais amplos.

O veículo conta ainda com o inovador sistema de
tração inteligente nas quatro rodas, denominado
Real Time, acionado automaticamente quando necessário.
A suspensão reforçada, o projeto da carroceria
e os ângulos de ataque (29°) e de saída
(27°) facilitam o acesso a terrenos acidentados, assim
como o diâmetro de giro, de 10,6 m, beneficia a dirigibilidade.
Os freios com sistema ABS (antitravamento) e EBD (distribuição
da carga de frenagem) proporcionam segurança, com
respostas ao mínimo toque, enquanto a transmissão
automática Grade Logic Control gerencia as mudanças
de marcha de acordo com a situação, permitindo
um rodar suave nas mais variadas situações.
Rodas de liga leve aro 15 contribuem para aumentar
o desempenho e a estabilidade do modelo.
Como em todos os modelos da marca, a segurança também
foi priorizada no sport utility. No ano passado, o Honda
CR-V obteve nos Estados Unidos a nota máxima em segurança
na avaliação dos testes de impacto frontais
e laterais (crash-tests) realizados pela National Highway
Traffic Safety Administration (NHTSA), o departamento nacional
de administração de segurança no trânsito
daquele país.
A versão testada com airbags frontais para
motorista e passageiro, cintos de segurança com pré-tensionadores
e, no banco traseiro, cintos de três pontos e apoios
de cabeça para os passageiros das laterais e cinto
abdominal para o passageiro central é semelhante
à disponível no mercado brasileiro e recebeu
cinco estrelas nas provas.
Equipado com direção hidráulica, ar-condicionado,
CD-player estéreo com código de segurança
antifurto, airbag duplo, freios ABS com EBD (Electronic
Brake Force Distribution), vidros, travas e espelhos elétricos,
piloto automático, entre outros itens de série,
o Honda CR-V 2003 chega ao Brasil na versão com transmissão
automática e nas cores preta perolizada (Nighthawk
Black) e prata metálica (Satin Silver).
O sport utility tem 2 anos de garantia, sem limite de quilometragem,
e seu preço público sugerido é de R$
116.945,41, não inclusas as despesas com seguro e
frete. Os clientes interessados podem adquirir informações
sobre a concessionária mais próxima através
do 0800 701 3432.
LANÇAMENTOS
Edição comemorativa
e
limitada dos 100 anos: Ford Ranger Centennial
A Ford lança em julho no mercado brasileiro a Ranger
Centennial, série especial da pick-up, limitada a
300 unidades, que comemora os 100 anos da empresa. O modelo
foi escolhido para marcar a data histórica na América
do Sul, único mercado do mundo onde estará
disponível.
A Ford Ranger Centennial tem cabine dupla, motor Turbo
Diesel Power Stroke 2.8 L, tração 4x4 e é
produzida na cor preta, com adesivação especial.
Ela também traz como diferencial diversos equipamentos
de conforto, requinte e segurança, que incluem bancos
e revestimentos em couro bicolor, ar-condicionado, direção
hidráulica, CD player com viva-voz para celular,
bolsas infláveis para motorista e passageiro, freio
traseiro ABS e volante com altura ajustável, além
de espelhos, vidros dianteiros e travas com acionamento
elétrico.
A Ranger Centennial é uma pick-up diferenciada
e marcante, que une luxo e esportividade para comemorar
essa data especial. Ela é feita para pessoas que
apreciam a aventura, o alto desempenho e o conforto e gostam
de se destacar pela qualidade e estilo personalizado,
diz Herivelto Sousa, gerente de Marketing de Pick-ups da
Ford.
Externamente, a pick-up chama a atenção pela
profusão de itens cromados incluindo a grade
do radiador, pára-choques, espelhos retrovisores,
santo-antônio, estribos laterais e maçanetas.
Ela vem também com faróis de neblina, faróis
de halogênio, rodas de alumínio 15x7, pneus
radiais 235/75 R 15, ganchos dianteiro e traseiro para reboque,
janela traseira corrediça, ganchos internos para
fixação de carga, iluminação
da caçamba, luz elevada de freio e vidros verdes.
Na cabine, diversos equipamentos contribuem para ampliar
o conforto do motorista e passageiros. O painel inclui conta-giros,
aquecedor e porta-luvas iluminado. As portas dianteiras
possuem porta-mapas e as luzes de cortesia incorporam luz
de leitura. O espelho retrovisor interno tem dispositivo
dia e noite. O console longo traz acendedor de cigarro e
tomada de força 12 volts e o assoalho é revestido
em carpete, coberto por tapetes com o logotipo Centennial.
Todos os bancos, da frente e de trás, são
dotados de encostos de cabeça, com cinto de segurança
de três pontos sendo os dianteiros com ajuste
de altura e alça de segurança no teto
para o passageiro. Entre os equipamentos de segurança,
a Ford Ranger Centennial inclui ainda eixo traseiro antiderrapante,
barras estabilizadoras dianteira e traseira, alarme sonoro
e protetor de cárter.
O motor 2.8 L Power Stroke, de 135 cavalos, tem o maior
torque e potência da categoria e é o primeiro
no Brasil a utilizar a tecnologia TGV (turbocompressor de
geometria variável), sistema com turbo de palhetas
móveis que otimiza o rendimento do motor em todas
as faixas de rotação, com economia de combustível.
Esse ganho de desempenho é sentido no torque, principalmente
em baixas rotações e na retomada de velocidade
em todas as marchas. Em quinta marcha, a Ford Ranger Power
Stroke vai de 40 a 80 km/h em 14,3 segundos, e de 40 a 100
km/h em 20,6 segundos. Atinge a velocidade máxima
de 165 km/h e acelera de 0 a 100 km/h em 13,8 segundos.
Além disso, a Ford Ranger tem o nível mais
baixo de ruído entre os veículos a diesel.
Os diversos aprimoramentos incorporados aos sistemas de
transmissão, suspensão e direção
fazem com que o motorista e passageiros sintam na pick-up
a mesma dirigibilidade e conforto de um automóvel,
seja rodando no asfalto ou em trilhas fora-de-estrada.

LANÇAMENTOS
DO PRIMEIRO SEMESTRE
Mondeo Ghia: bancos de couro
e muito luxo
A Ford lança no mercado brasileiro a linha
2003 do Mondeo, com novos atrativos que fazem desse modelo
uma das melhores opções de sua categoria no
chamado segmento C/D de carros de luxo. Além do design
moderno e elegante, o carro tem alto nível de equipamentos,
passando a incluir, como itens de série, bancos de
couro nas suas duas versões e piloto automático
no modelo equipado com câmbio automático.

O Mondeo Ghia 2003 confirma o compromisso da Ford
de exceder as expectativas do consumidor, para pessoas que
valorizam o conforto, o estilo e o prazer de dirigir. É
um carro de classe mundial, com conteúdo marcante
e refinado que tem como proposta conquistar pela qualidade,
diz Michael Toomajian, gerente de Marketing de Carros da
Ford.
O Ford Mondeo 2003 é disponível no Brasil
na versão Ghia de quatro portas, equipada com motor
Duratec HE 2.0 L de 16 válvulas, com 143 cavalos
de potência. Tem opções de transmissão
manual, de cinco marchas, e automática, de quatro
velocidades, que levam o veículo à velocidade
máxima de 214 e 190 km/h, respectivamente, com elevado
padrão de maciez e silêncio.
Traz ainda como atributos importantes em sua categoria
o espaço, o conforto, a dirigibilidade e a segurança
oferecidos. Entre os equipamentos de série, conta
também com computador de bordo, controle do rádio
na coluna de direção, teto solar elétrico
com controle remoto, rodas de liga leve de 16 polegadas,
volante revestido em couro, espelho retrovisor interno fotocromático
com clareamento automático ao engate da ré,
ar-condicionado com controle eletrônico e regulagem
elétrica da altura dos faróis, do banco do
motorista e dos espelhos retrovisores.
O sedã de luxo da Ford é disponível
em duas cores: a metálica prata Quebec e a perolizada
preto Indy. O revestimento interno, em couro, segue o padrão
preto Midnight.
Total conforto
O espaço interno do Mondeo Ghia 2003 é
um dos maiores do segmento, tanto para os passageiros na
cabine quanto no porta-malas. Seus itens de conforto incluem
abertura interna do porta-malas e da tampa de combustível,
coluna de direção ajustável em altura
e profundidade, direção hidráulica,
vidros verdes e acionamento elétrico do teto solar
e dos vidros com um toque para cima e para baixo, incluindo
dispositivo antiesmagamento e abertura e fechamento automático
por controle remoto.
O carro oferece ainda diversos equipamentos de conveniência,
como aviso sonoro de faróis acesos, CD-player, relógio
analógico, tacômetro, cinzeiro iluminado, temporizador
do limpador do pára-brisa com seis velocidades, controle
temporizado do desembaçador do vidro traseiro e dos
espelhos retrovisores, luz de leitura bidirecional, luz
de cortesia com temporizador dimmerizado e luz de cortesia
no porta-luvas e no porta-malas.

Motor Duratec
O excepcional comportamento dinâmico e a dirigibilidade
estão entre os principais pontos que destacam o Ford
Mondeo em relação aos concorrentes. O desempenho
do motor Ford Duratec HE 2.0 L de 16 válvulas, construído
com bloco de alumínio leve, garante uma direção
agradável, segura e confiável. O modelo com
transmissão manual acelera de 0 a 100 km/h em 10,9
segundos. Com a transmissão automática, o
carro vai de 0 a 100 km/h em 13,2 segundos.
A suspensão dianteira, do tipo McPherson, com barra
estabilizadora, molas helicoidais e amortecedores hidráulicos
pressurizados, incorpora um subchassi com offset
zero e braços em L, que ampliam o campo de movimento
do conjunto e reduzem o nível de ruídos, vibrações
e asperezas em qualquer tipo de piso. A suspensão
traseira é do tipo Multilink, com barra estabilizadora,
braços inferiores, molas helicoidais e amortecedores
hidráulicos pressurizados.
O Ford Mondeo 2003 dispõe também do conteúdo
mais abrangente de segurança ativa e passiva da categoria,
com carroceria estruturada em aço de alta resistência
e zonas controladas de absorção de impactos.
Ele inclui bolsas infláveis para motorista e passageiro,
bolsas infláveis laterais, freio a disco nas quatro
rodas com sistema antitravamento (ABS), banco traseiro com
encostos de cabeça reguláveis individuais,
faróis de neblina, luz elevada de freio, imobilizador
eletrônico do motor de última geração
(PATS) e alarme antifurto com acionamento por radiofreqüência.
O conjunto se completa com um sistema avançado de
detecção o Sistema de Proteção
Inteligente (IPS) , que avalia a severidade de impactos
frontais, a posição do motorista e se o assento
do passageiro está ocupado para comandar o acionamento
das bolsas infláveis de duplo estágio, junto
com o sistema de limitação de carga e os pré-tensionadores
dos cintos de segurança. Tudo isso faz do Ford Mondeo
um carro familiar extremamente seguro.
LANÇAMENTOS
DO PRIMEIRO SEMESTRE
Gol III ganha versão
2 portas
O novo Gol vai custar R$ xx,sss e aumenta as opções
da Volkswagen
Próximo de completar 4 milhões
de unidades produzidas, o Gol continua sendo um fenômeno
de vendas. Desde fevereiro, a participação
do Gol entre os seus principais concorrentes diretos cresceu
de 21,8% para 25,8% em maio, uma alta de 4 pontos percentuais,
o que mostra que a reestruturação da linha
Gol promovida pela Volkswagen no início do ano deu
certo.
No total do segmento de carros de passeio,
a participação também aumentou: de
13,3% em fevereiro para 16,3% em maio, elevação
de 3 pontos percentuais. Somente a nova versão, o
Gol Special Geração III, 4 portas, foi responsável
por 6,4% das vendas totais do segmento de carros no país.
Para completar a reestruturação
da linha Gol, a Volkswagen está lançando este
mês o novo Gol Special Geração III,
2 portas. A nova versão traz as mesmas características
do novo Gol Special Geração III, 4 portas,
entre eles, motor RSH de 65 cv, acelerador eletrônico
E-GAS, imobilizador eletrônico, calotas e pára-choques
preto ou cinza, dependendo da cor da pintura externa.
LANÇAMENTOS
DO PRIMEIRO SEMESTRE
Corsa 1.8 ganha esportividade
Com uma aparência mais jovem, o Corsa 1.8
é oferecido na cor vermelho Lyra equipado com acessórios
esportivos
A GM do Brasil está relançando no mercado
brasileiro o Corsa na versão "hatchback"
com motor 1.8 litro na cor vermelho Lyra. O objetivo da
marca Chevrolet é oferecer um veículo com
um visual exclusivo e apelo esportivo, a um preço
competitivo.
O consumidor pode equipar o Corsa 1.8 nas concessionárias
Chevrolet com acessórios esportivos, como saias laterais,
"spoilers" traseiro e dianteiro, ponteira no escapamento
cromada, rodas de liga leve e aerofólio, sinônimos
de agilidade, desempenho, potência e esportividade,
No primeiro quadrimestre do ano foram emplacadas 1.589
unidades do Corsa na versão "hatchback"
1.8 (números do Renavam). Em abril, as vendas do
modelo aumentaram 23,3% comparado com o mês de janeiro.
Para José Carlos Pinheiro Neto, vice-presidente
da GM do Brasil, o principal desafio da GM do Brasil é
manter a preferência e a confiança do consumidor
brasileiro em relação à marca Chevrolet.
"Estamos ampliando o nosso leque de opções,
para agradar os consumidores mais exigentes".
"O Corsa é muito versátil, além
disso oferece estilo, performance e confiabilidade. Foi
por isso que a Chevrolet decidiu surpreender com este apelo
esportivo, uma característica que agrada em cheio
o consumidor jovem", destaca Santiago Chamorro, diretor
de Marketing da GM do Brasil.
Tecnologia avançada - O motor 1.8 litro SOHC
de 8 válvulas oferece potência de 102 cavalos
a 5.200 rpm e torque de 16,8 mkgf a 2.800 rpm. Sua taxa
de compressão é de 9,4:1. O veículo
acelera de 0 a 100 km/h em 10s9 e tem velocidade máxima
de 179 km/h.
O Corsa 1.8 litro, além do desempenho, tem como
um dos pontos fortes o consumo. Na cidade, por exemplo,
o modelo faz 11 km/l e na estrada 16,5 km/l.
O motor conta com cárter estrutural em alumínio,
fixado diretamente à carcaça de transmissão,
reduzindo a vibração do conjunto transmitida
para o interior do veículo, com maior conforto ao
usuário.
Os pistões e anéis também são
de baixo atrito, condição obtida em função
da pequena altura dos anéis de compressão.
Isto proporciona uma melhoria significativa no atrito das
peças giratórias e menores níveis de
ruídos e vibrações.
O Novo Corsa, lançado em março de 2002, inaugurou
o segmento dos compactos "premium" no Brasil,
trazendo novidades tecnológicas de ponta como a suspensão
dianteira totalmente montada sobre a plataforma denominada
de "subframe". O sistema permite que os esforços
provenientes do contato pneu-solo sejam transferidos para
os outros sistemas do veículo, minimizando assim,
impactos, vibrações e ruídos.
LANÇAMENTOS
DO PRIMEIRO SEMESTRE
Flex Power, o bebe tudo da GM
BICOMBUSTÍVEL O dispositivo que permite
ao modelo usar álcool ou gasolina misturados no tanque
é de série e equipará todas as versões
1.8 do Corsa
A primeira montadora a lançar um carro
com motor bi-combustível foi a Volkswagen. Em março,
ela apresentou o Gol Total Flex com motor 1.6 de 8 válvulas.
A Ford, em maio de 2002, durante o lançamento do
Novo Fiesta, mostrou um modelo equipado com motor Zetec
RoCam 1.6 Flex Fluel, com base no motor a álcool
o lançamento está previsto para o ano
que vem. Em maio passado, a Fiat mostrou o Palio 1.3 Flex
Fuel e está esperando a virada do ano para lançar
oficialmente seu carro bicombustível.

Agora chegou a vez de a Chevrolet lançar
seu carro bicombustível. À venda desde o final
de junho, o Corsa 1.8 Flex Power foi avaliado pelo Correio
Veículos numa viagem da capital paulista à
cidade de Ribeirão Preto, num percurso de 330 quilômetros,
onde foram utilizadas três combinações
de combustível no tanque.
Nos primeiros 100 km utilizamos álcool
e o torque do combustível verde, principalmente durante
as ultrapassagens, deu um empurrãozinho a mais. Abastecemos
com gasolina e a mistura do tanque passou a ser 50% álcool
e 50% gasolina. Lembrando que a gasolina tem entre 22% e
26% de álcool, isso fez com que o torque do hatchback
caísse um pouco.
Nos últimos 130 quilômetros
abastecemos somente com gasolina e foi observado que o funcionamento
do motor Flex Power permaneceu inalterado, graças
ao sistema eletrônico Multifuel, desenvolvido pela
Delphi, em parceria com a Powertrain.
A nova motorização do Corsa
Flex Power é baseada na família I, com 1.8
litro. A potência máxima varia de 109 cavalos
com o uso exclusivo do álcool a 105 cavalos com gasolina.
Para funcionar com os dois combustíveis simultaneamente,
algumas mudanças foram feitas.
A principal alteração foi a
taxa de compressão, que no motor a gasolina é
de 9,4:1 e no álcool de 12,6:1, no Flex Power ficou
10,5:1. O funcionamento é simples: basta abastecer
com gasolina, álcool ou a mistura dos dois, no mesmo
tanque e em qualquer proporção. A bóia
do tanque identifica que o seu conteúdo foi alterado
e o módulo central eletrônico (ECM) entra em
funcionamento. Durante a queima da nova mistura, um sinal
do sensor de oxigênio (sonda lambda) é enviado
para o ECM, que determina qual é a nova mistura de
combustível existente no tanque.
Com isso a quantidade e o tempo de injeção
de combustível são acertados instantaneamente.
O maior desafio para a engenharia de motores foi desenvolver
uma tecnologia que proporcionasse ao usuário a flexibilidade
de escolha, destaca Vicente Lourenço, diretor
de engenharia de motores da Powertrain.
Se o desempenho é ligeiramente inferior
com o uso da gasolina, nos números de consumo as
posições se invertem. Segundo a fábrica,
utilizando apenas gasolina, o Corsa 1.8 Flex Power faz 11
km/l na cidade e 16,3 km/l na estrada. Quando abastecido
com álcool, o consumo cai para 7,6 km/l na cidade
e 11 km/l na estrada. Oficializamos o rabo-de-galo,
brincou o vice-presidente da montadora, José Carlos
Pinheiro Neto, que é feito por motoristas, enchendo
o tanque do carro com gasolina e álcool meio a meio.
Capricho no visual

A Chevrolet coloca à disposição do
consumidor mais de 50 opcionais para a personalização
do Corsa 1.8 Flex Power e tanto o modelo hatchback, como
o sedan podem receber os acessórios que vão
desde o módulo de som que vem com rádio e
CD player conjugados e inibe a possibilidade de furto, até
cadeira de segurança para criança.
O novo Corsa hatchback 4 portas, modelo 2004, versão
básica sai por R$ 27.525,00 e sedan R$ 29.770,00.
Com todos os opcionais, o carro ultrapassa os R$ 42 mil.
Vale lembrar que o sistema bicombustível equipará
toda a linha Corsa 1.8, incluindo a nova picape, derivado
do modelo, que está no forno, pronta para ser lançada
e virá com uma versão cabine estendida para
brigar com a Fiat Strada.
Caderno Veículos - Correio do Estado
- MS
LANÇAMENTOS
DO PRIMEIRO SEMESTRE
Mercedes-Benz apresenta a linha
Classe A 2004
O Mercedes-Benz Classe A 2004, que está sendo apresentado
ao público no espaço da DaimlerChrysler em
Campos do Jordão, traz mais uma inovação
ao mercado: agora, todas as versões do modelo vêm
com os pisca-piscas integrados aos espelhos retrovisores.
A versão Classic passa a contar ainda com os faróis
em policarbonato transparente e novas lanternas traseiras
com detalhes brilhantes. Já no Elegance foram incorporadas
novas rodas de liga-leve, que realçam sua sofisticação.
Com as mudanças o Classe A 2004 passa a estar mais
integrado à família de automóveis da
marca, oferecendo ainda mais segurança para os motoristas
e mostrando novamente seu pioneirismo: é o primeiro
carro nacional a vir com os piscas instalados nessa posição.
Piscas integrados aos espelhos retrovisores aumentam
a segurança
Com os novos piscas nos retrovisores a linha Classe A 2004
fica mais moderna e segura. Os sinalizadores de direção,
com o novo posicionamento, passam a oferecer uma melhor
visibilidade para os motoristas. Mesmo durante uma ultrapassagem,
os piscas nas extremidades dos espelhos permanecem visíveis.
Além de melhorar a visibilidade para os condutores
durante o trânsito, os novos pisca-piscas estão
localizados numa posição mais elevada em relação
ao solo e têm uma área iluminada três
vezes maior que a versão anterior do modelo.
Os sinalizadores também estão mais externos
em relação à carroceria do automóvel,
oferecem um maior ângulo de visão e possuem
lâmpadas com maior potência. Todas essas características
reunidas fazem com que os novos piscas se integrem ao conceito
de segurança, tecnologia e modernidade do Classe
A.
Classe A oferece três tipos de câmbio e
duas motorizações diferentes
O Mercedes-Benz Classe A está disponível
em três versões de acabamento, Classic, Elegance
e Avantgarde, duas motorizações (1.6 de 102
cavalos ou 1.9 com 125 cavalos de potência) e três
tipos de câmbio: manual, semi-automático ou
automático seqüencial de cinco velocidades.
O modelo vem ainda com dois anos de garantia e uma extensa
lista de equipamentos de série como, por exemplo,
ar-condicionado, direção hidráulica
eletrônica, air-bag duplo, ABS, ASR, BAS, EBD e ESP
(Programa Eletrônico de Estabilidade). Com esse pacote,
o Classe A 2004 se consolida no mercado nacional como o
automóvel com a melhor relação custo-benefício
em seu segmento.
Toda a linha Classe A 2004 já está exposta
nos concessionários da marca e em Campos do Jordão,
no espaço das marcas Mercedes-Benz, Chrysler, Jeep
e Dodge, que abre todas às sextas-feiras e sábados,
das 11 hs às 19 hs, e aos domingos das 10 hs às
18 hs, até o dia 03 de agosto. Endereço: Rua
Renato Ribeiro, 52, na entrada do Bairro de Capivari, em
Campos do Jordão (SP).
Classe A: um automóvel pioneiro
Desde seu lançamento no Brasil, em 1999, o Classe
A vem ditando tendências e se transformando em uma
referência de segurança, inovação
e modernidade. Com alto padrão de qualidade e recursos
que representam uma revolução em tecnologia,
o Classe A vem conquistando os consumidores brasileiros,
que demonstram altos índices de satisfação
com o automóvel.
Também segundo pesquisas realizadas pela empresa,
o Classe A é o carro nacional mais recomendado por
seus proprietários, além de ser considerado
uma das compras mais inteligentes da atualidade.
Além do pacote completo de equipamentos, o Classe
A 2004 tem uma taxa de seguro muito inferior a de seus concorrentes
diretos do mercado. Isso acontece por causa da facilidade
de manutenção, da confiabilidade do produto
e dos equipamentos.
Tempomat e Speedtronic: mais uma exclusividade do Classe
A
O Classe A 2004 também continua sendo o único
automóvel nacional a vir equipado com limitador variável
de velocidade, o Speedtronic, e piloto automático,
o Tempomat. O primeiro recurso possibilita ao motorista
escolher a velocidade máxima livremente, já
com o Tempomat o motorista pode manter constante a velocidade
de sua preferência.
Ambos os equipamentos, disponíveis para as versões
Elegance e Avantgarde, este equipado com câmbio mecânico,
estão localizados em uma alavanca de dupla função,
localizada ao lado esquerdo do volante, acima da alavanca
das setas de direção.
Classe A vem com motor 1.6 ou 1.9
O Classe A 190 está equipado com um motor de 125
cavalos de potência. Com esta motorização
e a transmissão mecânica, o modelo atinge os
190 km/h de velocidade máxima e acelera de 0 a 100
km/h em apenas 9,4 segundos.
O modelo conta com uma excelente relação
peso x potência, de 8,7 kg/cv, que o torna um dos
mais rápidos de seu segmento, com um desempenho comparável
ao de modelos equipados com motorizações maiores.
Já o Classe A 160 traz um motor de 102 cavalos de
potência. Com essa motorização, o A
160 chega aos 180 km/h de velocidade e vai de 0 a 100 km/h
em 11,3 segundos.
Em ambas as versões a potência máxima
é obtida em baixas faixas de rotação,
proporcionando ao motorista um excelente desempenho com
ótimas retomadas de velocidade.
Câmbio automático seqüencial de cinco
velocidades
O Classe A 190 Elegance 2004 continua sendo o único
automóvel do mercado a vir equipado com câmbio
automático seqüencial de cinco marchas. Com
esse câmbio, as marchas podem ser trocadas automaticamente
ou conforme o desejo do motorista, com apenas um toque na
alavanca. Além da trilha, com as tradicionais posições
P - R - N - D, na posição D, a alavanca pode
ser deslocada para direita e para a esquerda, entre os sinais
de + e -, selecionando as marchas uma a uma.
Essa transmissão agrega ainda as funções
S (Standard) e C (Confort), que podem ser selecionadas através
de um botão localizado ao lado da alavanca do câmbio.
Quando se aciona a função C, a programação
é alterada, com o câmbio passando a trocar
as marchas em rotações mais baixas, proporcionando
maior suavidade.
Com tecnologia derivada dos carros da equipe McLaren-Mercedes
de Fórmula 1, sua construção é
leve e compacta. O sistema também é capaz
de analisar e memorizar a forma de dirigir do motorista,
passando a realizar as trocas de acordo com o estilo de
condução.
Garantia de dois anos para os automóveis novos
da Mercedes-Benz
Todos os automóveis novos da Mercedes-Benz, ou seja,
o Classe A e os importados, têm dois anos de garantia,
sem limite de quilometragem. A medida mostra a confiança
da DaimlerChrysler do Brasil na qualidade de seus produtos
e faz com que o Classe A 2004 tenha uma vantagem ainda maior
em relação à concorrência, deixando
a nova linha ainda mais atraente aos consumidores.
Tecnologia de ponta, em todas as versões
Não é só pelo design ousado que o
Classe A é reconhecido. Sua tecnologia estabeleceu
novos referenciais de mercado e essa virtude do modelo está
diretamente relacionada ao projeto revolucionário,
com o duplo chassi e o motor Silitec, e a extensa lista
de equipamentos de série, com inovações
totalmente indisponíveis em outros carros nacionais.
Essas inovações incluem o exclusivo Programa
Eletrônico de Estabilidade (ESP), o Brake Assist (BAS),
os freios com ABS e EBD, o controle de tração
ASR, o duplo air-bag, os cintos de segurança com
tensionadores e limitadores de força, a direção
hidráulica eletrônica, o câmbio semi-automático
(AKS), a transmissão automática seqüencial,
com tecnologia dos carros da equipe McLaren-Mercedes de
Fórmula 1, o piloto automático, o limitador
de velocidade, o acelerador sem cabo (drive-by-wire) e o
gerenciador eletrônico de revisões ASSYST,
para ficar só entre os principais recursos.
Graças à tecnologia que possui, o Classe
A é um dos carros mais seguros do mundo. Sua construção
e os inúmeros recursos de segurança ativa
e passiva o tornam um veículo que dificilmente se
envolve em acidentes e, se isso ocorrer, os danos tendem
a ser mínimos. Seus pára-choques e pára-lamas
de polímero flexíveis, por exemplo, resistem
a pequenos choques e, se necessário, são fáceis
de reparar.
A tecnologia é uma aliada também no controle
da manutenção. As revisões são
controladas pelo sistema ASSYST, que avisa a época
de visitar a oficina. E as eventuais falhas no funcionamento
do carro são identificadas pelo sistema Star Diagnosis,
o qual localiza o problema e informa como corrigi-lo, evitando
falhas humanas no diagnóstico. Como resultado o Classe
A é um carro valorizado pelo consumidor e alcança
um ótimo preço de revenda no mercado.
Grande por dentro, compacto por fora
À primeira vista, o que mais impressiona no Classe
A é o seu conceito inovador. Monovolume por definição,
o modelo oferece um grande espaço interno em contraste
com as dimensões compactas de sua carroceria.
Para conseguir esse espaço e conforto, o Classe
A foi construída com um chassi duplo, de camadas
sobrepostas, o que possibilitou a instalação
inclinada do motor e da caixa de marchas na dianteira, ocupando
menos espaço. Mas o chamado "chassi inteligente",
não trouxe só esse ganho para o projeto.
Graças a ele, o Classe A oferece maior segurança
aos passageiros porque, em caso de batidas frontais violentas,
o motor e a caixa de câmbio deslocam-se para debaixo
do carro sem invadir o habitáculo e, além
disso, em choques laterais, o piso elevado mantém
os ocupantes fora da área de colisão com os
outros veículos.
Outro destaque do Classe A é o caráter funcional
de seu interior. Com a posição de dirigir
elevada, o motorista consegue ter uma visibilidade privilegiada
do trânsito, facilitando ainda mais a condução
do automóvel. Todos os instrumentos estão
à mão e o acesso ao interior é facilitado
pela ampla abertura das portas, inclusive para os ocupantes
do banco traseiro.
Eletrônica reduz tempo e custo de manutenção
O Mercedes-Benz Classe A prova que um automóvel
tecnologicamente avançado e sofisticado não
é necessariamente um carro com altos custos de manutenção.
Desde a tarefa mais simples, como a troca de óleo,
até o serviço mais complexo, como uma pane
de um sistema importante, a Classe A registra e avisa o
motorista, tornando o reparo mais fácil e barato.
O avançado sistema ASSYST é o primeiro aliado
do motorista quando o assunto é economia. Esse sistema
monitora todas as funções do motor e avalia
a necessidade da manutenção. O ASSYST trabalha
com vários sensores espalhados pelo motor, conferindo
a temperatura da água, a qualidade do óleo
e até o número de partidas dadas pelo motorista.
Assim, ele pode avisar a época correta da parada
para a manutenção.
Star Diagnosis
A economia não pára por aí, porém.
Um computador registra todas as informações
de funcionamento de todos os sistemas da Classe A o que
o torna um veículo muito simples de ser revisado
e, em caso de alguma falha, de ser consertado. Esse computador
conectado a um outro aparelho em uma oficina Mercedes-Benz
informa todo o histórico do carro, como se fosse
uma "caixa-preta".
O Star Diagnosis, esse aparelho exclusivo das revendas
da marca, "conversa" com o carro e é capaz
de localizar qualquer anomalia em seu funcionamento. Achado
o defeito, o computador orienta o mecânico a fazer
o conserto, indicando o tipo de falha, a solução
e até que ferramenta usar.
O Star Diagnosis evita os erros humanos no diagnóstico
do problema, o que, para o proprietário do veículo
é muito bom. Graças a ele, o carro fica menos
tempo na oficina e, conseqüentemente, o serviço
sai mais barato.

LANÇAMENTOS
Nova Classe E Touring: mais
espaço, conforto e tecnologia
A nova versão Touring da Mercedes-Benz Classe E,
que foi apresentada em janeiro, durante o Salão de
Detroit, também marcará presença pela
primeira vez no Brasil durante o evento em Campos do Jordão.
Com seu design moderno e interior prático e espaçoso,
a nova Classe E Touring representa a exclusividade tecnológica
no mais alto nível. Sua lista de equipamentos traz
o que há de mais avançado em tecnologia automotiva:
Sensotronic Brake Control (SBC) - o sistema de frenagem
eletrohidráulico, que agora incorpora funções
de conveniência tais como Tailback Assist e Anti-stall
Assist - bem como suspensão traseira adaptável
à carga e auto-niveladora, airbags frontais adaptáveis,
cintos de segurança com limitadores de força
em dois estágios e windowbags, para citar apenas
algumas das mais de vinte inovações do modelo.
Entre os destaques que marcam a estréia da nova
Touring estão os faróis duplos de xenon com
Sistema de Luz Ativa - que acompanha os movimentos da direção
e, assim sendo, ampliam substancialmente o campo de visão
do condutor nas curvas - bem como a nova porta traseira
EASY-PACK, com acionamento hidráulico, para fácil
abertura e fechamento com o toque de um botão.
LANÇAMENTOS
DO PRIMEIRO SEMESTRE
Nova CLK Cabriolet
também aparece pela primeira vez no Brasil
Tecnologia de ponta, estilo marcante e prazer único
para quatro ocupantes: essas são algumas das características
da nova CLK Cabriolet, que foi apresentada ao mundo em março,
durante o Salão de Genebra, e estará presente
em Campos do Jordão, no espaço da DaimlerChrysler.
A nova CLK Cabriolet traz, além do novo design,
um maior espaço no porta-malas (390 litros) e uma
carroçaria mais aerodinâmica, com Cx de 0,30.
Na área de segurança dos passageiros, a Mercedes-Benz
continua evoluindo com a utilização de uma
estrutura de alta resistência na carroçaria,
tensionadores nos cintos de segurança em todos os
assentos, airbags laterais, que protegem a cabeça
e o tórax dos ocupantes, e airbags frontais, que
se adaptam ao motorista e passageiro dianteiro.
O conforto é um dos pontos altos do novo conversível,
que oferece um interior espaçoso e sofisticado. O
novo teto de múltiplas camadas têxteis, projetado
para diminuir ao máximo os ruídos externos,
pode ser aberto e fechado automaticamente ao toque de um
botão ou por controle remoto. Já a potência
dos motores de seis e oito cilindros para a nova CLK Cabriolet
varia de 218 a 306 cavalos de potência.
LANÇAMENTOS
DO PRIMEIRO SEMESTRE
Citroën apresenta a linha
Jumper 2003
Modelo, agora produzido no Brasil, recebe nova motorização
que o torna ainda mais potente e seguro
A linha Jumper 2003 chega ao mercado oferecendo ainda mais
desempenho, conforto e versatilidade. Produzido agora no
Brasil, no município de Sete Lagoas (MG), o modelo
passa a ser equipado com o moderno motor 2.8 turbodiesel
com injeção direta, garantindo maior desempenho
e economia.
Oferecido em duas versões de acabamento, Minibus
(passageiros) e 35MH (carga), o modelo continua a ser a
melhor opção no segmento de furgões
médios, apresentando grande confiabilidade e excelente
relação custo-benefício.
Além disso, os clientes do modelo, formado em sua
maioria por empresas privadas e órgãos públicos,
contam com o atendimento diferenciado e personalizado da
rede de concessionárias Citroën, em todo o país.
Sabemos que os consumidores da linha Jumper possuem
necessidades específicas e, por isso, nossa rede
tem investido muito para oferecer um atendimento cada vez
mais rápido e competitivo, afirma Domingos
Boragina Neto, diretor comercial da Citroën do Brasil.
Isso se traduz na criação de áreas
de atendimento específico, treinamento constante
de mão de obra, instalação e aquisição
de ferramental adequado, disponibilidade de grande sortimento
de peças de reposição, linhas de financiamento
especiais, entre outros.

Linha Jumper 2003: Mais potência e desempenho
A linha Jumper 2003 passa a ser equipada com o moderno
motor 2.8 turbodiesel com injeção direta,
assegurando mais desempenho e economia. Suas principais
características são:
Ser compacto e leve;
Posicionado transversalmente, o que garante excelente habitabilidade,
menor ruído e vibração;
Alto desempenho: são 103,3 cv a 3.600 rpm, com torque
de 24,5 kgfm a 1.900 rpm;
Economia de combustível;
Baixo custo de manutenção;
Durabilidade;
Alta tecnologia: cabeçote de alumínio, injeção
direta, pistões refrigerados a óleo etc.
O modelo recebeu também um novo alternador de 120
A, permitindo cargas elétricas extras, normalmente
utilizadas nas transformações e adaptações.
Outras novidades são as maçanetas com melhor
ergonomia, que facilitam a abertura e o fechamento das portas,
e novos retrovisores com espelhos duplos, que aumentam o
campo de visão da parte traseira. As lanternas também
tiveram seu desenho reformulado e trazem agora válvulas
de saída de ar, que facilitam o fechamento da porta
lateral corrediça.
Em termos de segurança, a linha Jumper 2003 passa
a contar com discos de freios dianteiros com novas pinças
e com a inclusão de discos de freios também
nas rodas traseiras, o que aumenta a confiabilidade do sistema
e reduz as distâncias de frenagem. O modelo já
vem equipado com corretor de frenagem de série.
Um projeto vencedor - Desde que foi lançado
no mercado brasileiro, em agosto de 2000, o Citroën
Jumper conquistou os brasileiros por seus atributos inquestionáveis:
versatilidade, funcionalidade, confiabilidade mecânica,
excelente capacidade de carga e espaço interno de
sobra para garantir conforto para motorista e passageiros.
Devido à ausência do eixo cardan, as duas
versões têm piso mais baixo, facilitando o
acesso ao interior do veículo. Na versão 35MH,
isso se traduz em maior espaço e facilidade de acomodação
de volumes.
A tração dianteira é outro destaque,
permitindo excelente dirigibilidade e manobrabilidade, oferecendo
total conforto ao motorista. A porta lateral corrediça
é uma das maiores da categoria (1265,0 mm), facilitando
o acesso ao habitáculo/vão de carga.
A suspensão dianteira é do tipo McPherson,
com braços triangulares inferiores, molas helicoidais
e amortecedores hidráulicos. Já a traseira
conta com eixo rígido, molas longitudinais e amortecedores
hidráulicos, que garantem conforto e segurança
tanto em longos percursos quanto no trânsito urbano.
O Citroën Jumper é equipado com alavanca de
câmbio instalada no painel. Isso significa menor esforço
para motorista, permitindo também que um terceiro
passageiro viaje com conforto no banco da frente. Os faróis,
com regulagem de altura, proporcionam ótima iluminação
e permitem direcionar o facho, de acordo com o peso transportado.
Duas versões adequadas às necessidades
do dia a dia
A linha do Citroën Jumper foi desenvolvida para
atender as solicitações do transporte de passageiros
e carga. São duas versões:
Jumper Minibus
Desenvolvido especialmente para o transporte de passageiros,
o Citroën Jumper Minibus é um veículo
versátil e moderno, com espaço e conforto
para o transporte de até 16 pessoas. É o veículo
ideal para empresas de turismo, hotéis, empresas
aéreas, locadoras, traslado em aeroportos, entre
outros.
A versão vem equipada de série com direção
hidráulica, tacógrafo, sistema antiincêndio,
relógio digital, banco do motorista com regulagem
de altura, bancos traseiros individuais com apoio de cabeça,
ar quente, vidros traseiros térmicos, acendedor de
cigarros, faróis com regulagem de altura, entre outros.
O ar condicionado opcional completa a lista de equipamentos
do Citroën Jumper Minibus.
Jumper 35MH
Já o Jumper 35MH é o veículo ideal
para o transporte de carga nos grandes centros urbanos.
Suas dimensões permitem cargas de até 10 m3.
É o veículo sob medida para atacadistas, panificadoras,
supermercados, órgãos públicos, emissoras
de tv a cabo, oficinas volantes, prestadoras de serviço,
assistência técnica, bufês, tinturarias,
hospitais/clínicas, gráficas, indústria
farmacêutica, entre outros.
A versão 35MH vem equipada de série com direção
hidráulica, porta lateral corrediça, porta
objetos no painel, sistema antiincêndio sob o banco
do passageiro, banco dianteiro biposto (1/3 e 2/3), banco
do motorista com regulagem de altura, odômetro total
e parcial, relógio digital, regulagem de altura dos
faróis e parede divisória fixa, entre outros.
LANÇAMENTOS
DO PRIMEIRO SEMESTRE
A Citroën entra em nova
fase. Com o pequeno C3,
ingressa no time das grandes montadoras do Brasil
Se você observar o tipo de sujeito que compra os
carros fabricados pela Citroën no Brasil chegará
à seguinte descrição: idade média
de 42 anos, casado, com filhos e um ou dois carros a mais
na garagem. Sua renda é suficiente para pagar algo
entre R$ 45 mil e R$ 55 mil por um X-Sara ou um Picasso.
Agora, compare esse perfil com o universo de consumidores
no Brasil. Um não combina com o outro. Mais de 70%
dos carros vendidos no País são equipados
com motor 1.0, com impostos, e preços, mais baixos.
Resultado: sem atuar nesse setor, a Citroën, possui
hoje menos de 2% do mercado nacional. Por isso, o lançamento
do C3 torna-se um marco na curta trajetória da marca
francesa em território brasileiro.

Com o novo modelo, um carro pequeno com acabamento caprichado
e acessórios sofisticados, a empresa pretende ganhar
escala na produção brasileira, conquistar
um novo tipo de consumidor e, mais importante, aumentar
seus volumes de venda na verdade a meta é,
dentro de dois anos, saltar das atuais 20 mil unidades para
cerca de 50 mil e, assim, entrar para o time das montadoras
de grandes vo-lumes. Estamos descendo na escala alimentar,
brinca Sérgio Habib, presidente da Citroën no
Brasil.
Com o lançamento, que consumiu R$ 200 milhões,
a companhia dá mais um empurrão em um segmento
recém nascido do setor automobilístico. São
modelos como o Meriva, da General Motors, o Fit, da Honda,
e o EcoSport, o jipinho da Ford, cujos preços situam-se
principalmente na faixa entre R$ 30 mil e R$ 40 mil.
Todos têm como alvo jovens consumidores, em particular
as mulheres independentes (um termo que as montadoras
adoram). Essa tribo prefere carros pequenos, mas não
querem 1.0. Até agora, sem opções,
comprava os chamados seminovos, veículos de categoria
média com um a dois anos de uso. Estima-se que há
400 mil potenciais consumidores nesse grupo.
Para atrai-los, a Citroën incorporou ao C3 alguns
itens raramente encontrados em veículos desse nível.
Todos saem da fábrica equipados com freios ABS. Há
também uma tal de direção elétrica,
que torna o volante ainda mais leve do que no
caso do tradicional sistema hidráulico.
As duas versões lançadas agora são
movidas com motor 1.6 16 V. Em uma delas, a Exclusive, os
encostos dos bancos dianteiros possuem bandejas retráteis
com espaço para caneta, copo e gancho para sacos
plásticos. No segundo semestre, um terceiro modelo,
com motor 1.4, chegará às concessionárias.
Seu preço ficará em torno de R$ 30 mil, contra
R$ 32,3 mil e 36,5 mil das outras.
O preço encontra-se no mesmo patamar dos concorrentes.
Mas a Citroën tem obstáculos pela frente. O
índice de nacionalização do C3 é
baixo, cerca de 60%. Em outras palavras, a Citroën
ainda precisa importar muitas peças para montar o
veículo num momento em que o dólar é
desfavorável para compras externas. A escala também
não ajuda na redução de custos.
O C3 é o terceiro carro a ser produzido na fábrica
brasileira da PSA, o grupo francês dono das marcas
Citroën e Peugeot. Mais: o novo modelo chega às
ruas em um quadro de retração do mercado.
Nos primeiros quatro meses do ano, as vendas internas caíram
7% em relação ao mesmo período de 2002,
ano considerado sofrível pelos fabricantes. Não
tenho ilusão de melhoria nessa situação,
garante Habib. A renda per capita não cresce,
e a taxa de juros continua inviabilizando o crédito.
Ou seja, as montadoras terão de roubar clientes umas
das outras para aumentar a participação de
mercado.
O alento para Habib vem dos números referentes ao
C3 na Europa. Lá, a montadora estimava colocar nas
ruas 150 mil unidades em 2002. Vendeu 185 mil. Habib também
aposta na capacidade de venda de sua rede de distribuidores.
Essa foi a grande força para o sucesso comercial
do Picasso, diz ele. Segundo seus cálculos,
cada loja Citroën vendeu 20 unidades desse modelo em
2002. No caso de um dos concorrentes diretos, a Zafira,
da GM, a média não superou 1,5 unidade. Somos
especializados nesse tipo de consumidor. As revendas GM
sabem vender Celta, provoca ele. Nunca teremos
carros 1.0, pois não é nossa vocação.
Aos 45 anos, Habib, um filho de franceses nascido no Brasil,
costuma dizer que sempre apostou naquilo que não
é óbvio. Há mais de 10 anos, desembarcou
em Paris para uma reunião com executivos da PSA.
Tinha a seu favor um domínio completo do idioma francês
e planos de se tornar o importador da Citroën para
o Brasil. No final do encontro, os franceses o desestimularam.
Nossos carros não se adaptarão ao combustível
brasileiro, disseram. Habib sabia da restrição
e respondeu. Trouxe 5 mil litros de gasolina do Brasil
e já estão no pátio da fábrica.
É só testar. Meses depois, Habib acompanhava
no porto de Santos o desembarque dos primeiros veículos
Citroën em terras brasileiras.
LANÇAMENTOS
DO PRIMEIRO SEMESTRE
Mitsubishi Airtrek: um novo
conceito para uma nova era
É com satisfação que a Mitsubishi
Motors do Brasil dá início à comercialização
do Airtrek, a mais recente e inteligente geração
de veículos de múltipla utilização.
O carro foi concebido e desenvolvido em torno de um atualíssimo
conceito, que junta características de SUV - Sport
Utility Vehicle, com as de um sedã de passeio.
Desta forma, ele engloba um amplo espectro de utilidade
que vem ao encontro dos mais variados estilos de vida. A
junção dessas duas características
resulta em um veículo multiuso denominado all-wheel
drive.
O Mitsubishi Airtrek representa, dentro da marca, mais
uma significativa alternativa. É um carro que proporciona
ao motorista e aos seus ocupantes uma agradável sensação
de prazer e segurança ao ser dirigido. Qualquer que
seja o tipo de situação: piso seco, molhado
ou mesmo estradas de terra.
A flexibilidade de espaço interno oferece o máximo
de conforto tanto para o dia-a-dia quanto para as viagens.
O alto nível de equipamentos de conveniência
é complementado por uma performance veicular de nível
superior. Seu estilo arrojado e inovador oferece um visual
que também sugere esportividade além da simples
utilização.
Dois carros em um só
O Airtrek é um automóvel afeito a quase todo
o tipo de superfície. Como um legítimo all-wheel
drive, ele tem a vantagem da tração permanente
nas quatro rodas com diferencial central de acoplamento
viscoso e excelente vão livre do solo, para que se
possa explorar melhor vários tipos de piso.
Como um sedã, ele proporciona um comportamento seguro
e esportivo com superior estabilidade nas curvas. O estilo
combina uma carroceria elegante, aliada à resistência
de um veículo que pode enfrentar com tranquilidade
determinados tipos de obstáculos.
O Airtrek foi construído com a mais recente tecnologia
no que diz respeito a integridade e segurança. Sua
estrutura de grande rigidez maximiza o comportamento das
suspensões para oferecer um rodar silencioso e confortável,
além de proporcionar excelente dirigibilidade.
A avançada técnica construtiva prevê
zonas de deformação programadas, para manter
a integridade do habitáculo e dos ocupantes em eventuais
choques. A engenhosidade do seu desenho resultou num compartimento
de motor que garante excelentes resultados nas avaliações
de segurança dos testes de impacto frontal.

Também tem dimensões e conceitos tecnológicos
que garantem boa dirigibilidade em qualquer situação
de rodagem. Essa nova geração de veículos
all-wheel drive foi desenvolvida para oferecer espaço
e variáveis de utilização acima da
média, tanto no caso das station wagon similares
de mesma categoria, quanto no caso das minivans com duas
fileiras de bancos e cinco lugares. Isso, sem levar em consideração
sua nítida superioridade de performance em terrenos
acidentados e com pouca aderência.
Uma das características de destaque do Airtrek
são os 2.625 mm de distância entreeixos - o
maior da categoria -, o que proporciona excelente espaço
interno para os ocupantes. Outros pontos positivos são
as rodas de aro de 16 polegadas e os pneus 215/60 R 16,
com características esportivas, além dos significativos
205 mm de vão livre do solo, que permitem um grande
potencial dinâmico. Apesar da grande medida de vão
livre do solo, o Airtrek tem baixo centro de gravidade e
excelente estabilidade.
As suspensões foram programadas para oferecer o
máximo de conforto, segurança e estabilidade
durante curvas, em linha reta ou em altas velocidades. Elas
são independentes nas quatro rodas, com estrutura
McPherson na dianteira e Mult-link na traseira.

Motor, transmissão e freios.
O Airtrek vem equipado com um motor de 2,4 litros, de 16
válvulas, com injeção de combustível
ECI-MULTI de 136 cv a 5.000 rpm e torque de 20,9 kgf.m a
2.500 rpm. A transmissão é a automática
INVECS-II, com sistema seqüencial Sports Mode, de quatro
marchas.
Ela tanto pode ser usada da forma automática, a
mais confortável possível, quanto ser operada
pelo sistema Sports Mode. Essa segunda modalidade oferece
ao usuário a opção das mudanças
serem feitas manualmente de forma seqüencial. Pode-se
desta forma desfrutar de uma condução mais
esportiva, seja para enfrentar longos trechos de terreno
precário ou simplesmente acelerar quando as condições
o permitam.
O Airtrek, all-wheel drive, utiliza sistema de diferencial
central VCU-fitted, que equipa o Lancer Evolution, o que
é garantia de resistência e qualidade acima
da média. Esse é o mesmo sistema que a Mitsubishi
utiliza nos carros que participam das provas do WRC - Campeonato
Mundial de Rally. A tração é 4x4 em
tempo integral e oferece a melhor performance qualquer que
seja o tipo de superfície em que o carro esteja circulando
- asfalto molhado, lama, areia, neve -, proporcionando sempre
uma característica neutra e segura de dirigibilidade.
Os freios são a disco, ventilados nas rodas dianteiras
e a tambor nas traseiras. A tarefa de imobilizar o Airtrek
com toda a segurança é complementada por um
sistema ABS de quatro canais com EBD - Eletronic Brake-force
Distribution -, distribuição eletrônica
de força dos freios.
Design inovador, interior funcional.
Tudo foi pensado para resultar num estilo que permita ao
Airtrek transmitir ao usuário o máximo de
sensação de liberdade de espírito,
porém aliado a uma performance superior. Suas linhas
resultam num misto de esportividade e elegância, mas
que sugerem o ineditismo da criatividade das formas de um
"carro conceito".
Nessa nova geração all-wheel drive, o desenho
foi definido procurando criar uma silhueta que transmita
a sensação de desempenho tanto no asfalto
quanto em terrenos de menor aderência. As rodas de
grande diâmetro ajudam a compor a estética
e proporcionam melhor desempenho no fora-de-estrada.
Elaborado para acomodar e proteger seus ocupantes da melhor
maneira possível, é motivo de destaque a qualidade
e o tratamento dos materiais internos. O desenho do painel
e a sua conformação nas cores preto e prata
remetem a uma sugestão futurística das versões
esportivas dos anos 60, evocando um senso de nostalgia ao
dirigir. Sobressaem os cuidados com o desenho do relógio
de horas análogo e as saídas de ar de ventilação
interna.
A instrumentação tem apelo esportivo e a
sua inclinação e a boa legibilidade do grafismo,
tanto os alfanuméricos quanto os de cristal líquido,
oferecem excelente visualização. Em sua extensão
central, o console acomoda, entre outros itens, o sistema
de ar-condicionado, CD Player e ponto de energia de 12 volts.
O conforto dos bancos é ampliado pela forração
de couro em dois tons de cinza (opcionais) e pela presença
do apoio central de braços. As laterais das portas
vêm equipadas com porta-mapas. O banco traseiro é
bipartido na configuração 60% / 40%. Os encostos
podem ser reclinados em cinco posições diferentes,
o que permite a melhor acomodação para os
ocupantes. O espaço para as pernas dos passageiros
é acima da média para veículos dessa
categoria. Com os encostos rebatidos se obtém um
generoso espaço para transportar volumes com até
240 cm de comprimento. Uma cobertura escamoteável
impede que os objetos transportados fiquem à vista.
Alto nível de equipamentos de série
O Airtrek se destaca por ser um carro que proporciona um
alto nível de conforto e segurança para os
seus ocupantes. No tocante à sua aparência
externa ficam evidentes os cuidados com seu aspecto e funcionalidade.
Tem spoiler traseiro com brake light incorporado, vidros
acionados eletricamente, faróis de neblina e um rack
de teto em alumínio.
No que se refere à segurança: airbag frontal
duplo, bloqueio de portas centralizado, travamento e destravamento
das portas por meio de controle remoto, ABS, cintos de três
pontos de fixação com pré-tensionadores
e limitadores de força. As travas de segurança
nas portas traseiras, para o caso de crianças, são
apenas mais um entre os inúmeros itens que compõem
o carro.
Internamente tudo foi pensado para garantir o bem-estar
durante sua utilização. Ar-condicionado, direção
hidráulica, coluna de direção com regulagem
de altura, indicação de posição
de marchas no painel, console central com descansa braço,
bancos forrados de couro (opcionais), CD player, bancos
traseiros com apoio de braços central, banco do motorista
com regulagem lombar e de altura e pontos de energia de
12 volts no compartimento de carga destacam-se entre os
equipamentos normais.
Pensado para ser eficiente
O Airtrek foi concebido, principalmente, pensando em uma
grande praticidade de utilização. A sua altura
(1.600 mm), apesar de reduzida, facilita o transporte de
grandes volumes e proporciona uma melhor postura interna
dos ocupantes. Os assentos dos passageiros estão
posicionados a 650 mm de altura, isso significa que estão
mais próximos da altura dos seus quadris. Ou seja,
o acesso e a saída do interior do Airtrek podem ser
feitos sem que se tenha que subir ou descer do carro.
O ponto de visão do motorista está localizado
cerca de 100 mm mais alto do que o dos motoristas das station
wagons normais. Isso garante melhor visibilidade periférica
ao dirigir e durante manobras em ambientes restritos. O
grande vão livre do solo - 205 mm - propicia maior
mobilidade do veículo nos terrenos acidentados. Finalmente,
os 2.400 mm de comprimento, dentro do habitáculo
dos passageiros, também facilitam o transporte de
volumes que tenham grandes dimensões ou formatos
pouco usuais.
Uma completa gama de acessórios
O bem-estar do usuário sempre foi uma das grandes
preocupações da Mitsubishi. Não bastasse
um carro extremamente completo com itens de série,
a empresa desenvolveu uma extensa gama de acessórios
que estará à venda simultaneamente ao lançamento
do Airtrek. Além de aumentar consideravelmente o
conforto e a praticidade de utilização, esses
itens adicionais agregam valor ao carro.
Mesmo sendo muito bem servido no que diz respeito à
capacidade de transporte de volumes, ainda existe a possibilidade
da instalação de travessas próprias
para a acomodação de bagagens sobre sua capota.
Para os adeptos do ciclismo foi desenvolvido um prático
suporte para o transporte de bicicletas.
Nas longas e cansativas viagens, a presença do
controlador automático de velocidade passa a ser
um item quase que obrigatório. Assim como o DVD,
que pode ser extremamente útil quando o assunto é
entreter as crianças acomodadas no banco traseiro.
Somados a esses acessórios, alguns outros estão
à disposição do consumidor mais exigente.
O Airtrek ainda pode vir equipado com engate (com bola
removível), tapetes protetores, rede para evitar
que a carga fique solta no compartimento de bagagens, sensor
de estacionamento (marcha à ré) e pára-barro.
Ele estará disponível, inicialmente, em três
cores diferentes (preto, prata e grafite).
LANÇAMENTOS
DO PRIMEIRO SEMESTRE
O novo BMW X3 está chegando
Ao introduzir um novo veículo dinâmico e
versátil, a BMW está expandindo a bem sucedida
família X: o novo BMW X3 combina a notável
agilidade de um típico BMW com a ampla gama de usos
oferecida por um veículo do tipo SAV (Sports Activity
Vehicle - Veículo para Atividades Esportivas). Ele
representa a primeira oferta premium na classe de SAVs abaixo
do X5 e chega ao mercado para conquistar todos os tipos
de estrada ao redor do mundo.

O novo BMW X3 fará sua estréia em setembro
deste
ano na Feira de Automóveis de Frankfurt.
O BMW X3 combina as proporções características
de um SAV com as clássicas e novas características
de design da BMW. A moderna linguagem do design, com superfícies
côncavas e convexas interagindo, dá ao X3 uma
aparência jovem e inovadora.
Sua posição exclusiva dentro da série
de modelos da BMW é reforçada por uma ampla
gama de recursos característicos tais como o recém
interpretado e clássico "Hofmeister kink"
nas janelas traseiras laterais, a recém projetada
grade dupla reniforme (em formato de rim), assim como os
faróis dianteiros e traseiros. A grande distância
entre os eixos com pequenas saliências e a linha inclinada
do teto acentuam o aspecto dinâmico e o desempenho
deste SAV desde o início.
Os arcos das rodas salientes e a incrível seção
dianteira enfatizam a personalidade auto confiante deste
recém chegado, que causa uma impressão positiva
em todos os ambientes.
O desempenho dinâmico é garantido pelos motores
de 3.0 litros e seis cilindros em linha a gasolina e diesel
da BMW, amplamente elogiados por seu refinamento e desempenho
verdadeiramente notáveis. Desenvolvendo uma potência
máxima de 170 kW (231 bhp), o ágil X3 3.0i
atinge uma velocidade máxima de até 210 km/h
ou 130 mph na configuração padrão e
pode chegar a 224 km/h ou 139 mph com a opcional configuração
de alta velocidade (disponível com o Sports Package).
O recém introduzido motor turbo a diesel com seis
cilindros em linha e tecnologia de segunda geração
common rail de injeção direta desenvolve uma
potência máxima de 150 kW (204 bhp) no X3 e
impulsiona este notável SAV com um incrível
torque máximo de 410 Nm. Mais uma vez, a velocidade
máxima padrão é de 210 km/h ou 130
mph e pode atingir até 218 km/h ou 135 mph na configuração
de alta velocidade (disponível com o Sports Package).
Ambos os modelos vêm de fábrica com transmissão
manual de seis velocidades, sendo que uma transmissão
automática de cinco velocidades está disponível
como opcional. Outras variantes de motor virão em
seguida.
Um destaque especial do BMW X3 é o recém
desenvolvido sistema inteligente xDrive de tração
nas quatro rodas que define novos padrões de agilidade
para veículos desta categoria. O xDrive permite uma
distribuição de torque entre a dianteira e
a traseira com ajustes infinitos e totalmente variável.
O sistema reconhece imediatamente qualquer necessidade
de mudança na distribuição de potência
e responde de forma bastante rápida na estrada, geralmente
antes que as rodas comecem a perder aderência. Como
resultado, o X3 é capaz de fornecer um torque ótimo
ao eixo respectivo a qualquer momento durante uma curva
acentuada, reduzindo significativamente a tendência
de o veículo girar mais ou menos do que o pretendido
pelo motorista no processo (fenômeno conhecido como
oversteer e understeer respectivamente).
Portanto na estrada o xDrive oferece uma melhoria significativa
em termos de agilidade e prazer de dirigir e, ao mesmo tempo,
segurança. Sistemas de gerenciamento de estabilidade
como o DSC podem intervir em um momento posterior do processo
em comparação com os sistemas convencionais
de tração nas quatro rodas.
O xDrive também garante uma melhor aderência
e tração em terreno escorregadio ou irregular,
transmitindo potência o mais rápido possível
às rodas quando eles poderiam começar a girar
em vazio e desta forma eventualmente interromper o fluxo
de tração.
A versatilidade do novo BMW X3 não é de modo
algum limitada à ampla gama de condições
de estrada e terreno nos quais este SAV demonstra sua agilidade
e desempenho dinâmico. Também o interior e
a grande variedade de equipamentos disponíveis fazem
dele o BMW ideal para pessoas ativas e versáteis.
Da posição de comando a posição
alta e característica do assento em um SAV da BMW
os ocupantes não apenas vêem o que está
ao seu redor de uma perspectiva agradável e clara,
mas também desfrutam um interior muito espaçoso
e moderno.
A elegância e estética típicas da BMW
estão acompanhadas de uma ampla gama de detalhes
práticos e uma aparência esportiva bastante
jovem e apropriada ao caráter do veículo.
Uma variedade também ampla de materiais e cores,
tanto clássicas quanto esportivas e modernas, oferece
possibilidades únicas para personalizar o interior
do novo X3. No cockpit os dois painéis circulares
estão agrupados em um estilo típico e elegante
da BMW. E bem no meio do painel de instrumentos, o motorista
encontrará o monitor colorido 16 x 9 opcional do
sistema de navegação, que abre automaticamente
sempre que necessário.
Existe bastante espaço no amplo e conveniente compartimento
traseiro, muito espaço para todos os tipos de equipamentos
esportivos tais como mountain bikes e naturalmente muitas
outras coisas. Numerosos compartimentos de armazenamento
completam a ótima funcionalidade do X3, e para aqueles
que desejam transportar equipamentos esportivos ainda maiores,
o exclusivo controle de estabilidade de trailer da BMW oferece
um reboque mais seguro de barcos e outros tipos de equipamentos.
Esta extensão do sistema de controle de estabilidade
DSC vem naturalmente como equipamento padrão, assim
como o HDC automático (Hill Descent Control Controle
para Descer Ladeiras) que possibilita uma descida segura
mesmo em superfícies escorregadias ou lisas.
Ao desenvolver o X3, a BMW também concentrou-se
na segurança ativa e passiva do mais alto padrão.
O princípio de engenharia dos SAVs da BMW o eixo
frontal estendendo-se através do cárter dá
ao X3 um centro de gravidade muito baixo e reduz o rolamento
da estrutura neste processo. A distribuição
inteligente de torque do xDrive ajuda a manter o X3 muito
estável e aderente mesmo em curvas rápidas,
de modo a evitar muitas situações críticas
logo de início. E caso elas venham a ocorrer mesmo
assim, o sistema de controle de estabilidade DSC intervirá
e ajudará a estabilizar o veículo.

O novo BMW X3 estará disponível na Europa
e América do Norte
a partir do início de 2004. Outros mercados virão
em seguida.
COLECIONE - NÚMERO
5 E 6
Os mais inovadores do mundo
Continuando sua coleção mais dois
veículos da coleção os mais inovadores
do mundo
Fiat
500 Topolino (1936-1948)

A democratização do automóvel
Um automóvel em miniatura. O objetivo do Fiat 500
Topolino era o de colocar a Itália sobre rodas. Seu
preço era muito baixo. cerca de 10.000 liras. Técnicas
nunca antes utilizadas em veículos populares contribuíram
para seu reduzido peso: na frente um único elemento
servia de apoio para o motor de quatro cilindros e 596 cilindradas,
além de coluna de direção e suspensão.
VW "Carocha"
(1938-1998)

Aposta no espaço, conforto e preço
A Fiat queria a Itália sobre rodas. Já a
Alemanha através de Adolf Hitler que teve o desafio
de criar o carro do povo. Projetado por Ferdinad Porsche
com quatro grandes objetivos: espaço para toda família,
conforto, potência para subir as montanhas e um chassi
polivalente, que pudesse ser adaptado para diversos tipos
de carrocerias. Para comprar o automóvel, o projeto
tinha como linha de financiamento uma poupança onde
as famílias iamn pagando antecipadamente seu futuro
automóvel.
Com a guerra, parecia que a Volkswagen não seria
a mesma, mas com o término das batalhas os britânicos
recuperaram a fábrica de Wolfsburg onde o "Carocha"
foi produzido até 1975. A marca ainda manteve a linha
de produção no Brasil e no México até
1998, alcançando uma marca de 22 milhões de
exemplares ao longos dos seus 60 anos de existência.
COLECIONE - NÚMEROS
5 E 6
Os mais rápidos do mundo
Continuando sua coleção mais dois
veículos da coleção os mais rápidos
do mundo
Porsche 911 Carrera
GT2

A versão mais esportiva da família
911 é a GT2. Desenvolvido tomando por base o 911
Turbo, o modelo foi apresentado no Salão de Detroit
de 2001, para no meio do respectivo ano entrar na linha
de produção. O motor é de 3,6 litros
de cilindrada que desenvolve uma potência de 462 cv,
superando em 42 cavalos o 911 Turbo.
O carro conta apenas com tração
traseira, o que favorece na diminuição do
peso final do veículo e obtenção de
315 km/h de velocidade máxima e 4,1 segundos para
chegar aos 100 km por hora.
Velocidade máxima: 315 km/h
Aceleração 0 a 100 km/h: 4,1 s
Potência: 462 cv
Peso: 1440kg
Relação peso/potência: 3,1kg/cv
Ferrari 456 GT

Nada como pegar a família para passear
e colocar uma velocidade final de 300 km/h. Isso é
que é uma família de alta velocidade! Mas
é isso mesmo. O coupé 456 GT é o modelo
familiar da Ferrari. Lançado no Salão de Paris
em 1992, foi passando por mudanças ao passar dos
anos, até que em 1998 doi reestilizado, ganhando
um visual mais agressivo e moderno.
Entre as modificações uma nova
suspensão que garante mais conforto. A propulsão
fica por conta do motor 5,4 de 12 cilindros distribuídos
em V que resulta em 442 cavalos de potência.
Velocidade máxima: 300 km/h
Aceleração 0 a 100 km/h: 5,2 s
Potência: 442 cv
Peso: 1790 kg
Relação peso/potência: 4,04 kg/cv
| C O L E C I O
N E |
| 5 - PORSCHE 911 |
6 - FERRARI 456 |
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| Para salvar o Wallpaper
como papel de parede em seu computador, clique na
opção desejada de tamanho de tela. Após
a abertura da tela, clique com o botão direito
sobre a nova figura e escolha a opção
Salvar como Papel de Parede |
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LANÇAMENTOS
DO PRIMEIRO SEMESTRE
Xterra chega pronto para aventura!
O autêntico utilitário esportivo.
Com esse slogan a Nissan do Brasil colocou no mercado seu
terceiro veículo produzido no Brasil. O índice
de nacionalização é de 47% e será
comercializado em duas versões de acabamento. Inicialmente
disponível na versão SE, com motor 2.8 litros
turbo diesel intercooler e tração 4x4. A versão
XE estará disponível no segundo semestre.
POSICIONAMENTO - PÚBLICO ALVO -
Com um design ousado e agressivo, o Nissan Xterra (pronuncia-se
"eks terra") foi desenvolvido para oferecer força,
estilo, robustez, tração 4X4, modularidade
e espaço interno, no melhor estilo original SUV.
Seu nome foi escolhido com a intenção
de reforçar a conecção com a terra
e o aventureiro estilo de vida de seu público alvo.
Ele sugere uma imagem de atividade, energia e excitação.
Diferente estilo da picape Nissan Frontier
no qual o herói é o próprio veículo,
o Xterra tem em seu estilo o usuário como o herói.
Ele é autêntico, odeia aparecer, mas é
social. É entusiasta outdoor, sai todo final de semana.
É confiante, não quer se mostrar, vive de
bem com a vida, ousado, sabe o que quer, tem espírito
jovem, é aventureiro e se identifica com esportes
outdoor. Entre suas necessidades, busca capacidade offroad,
segurança, design ousado, resistência e conforto.
Como imagem gosta de offroad em lugares diferentes, como
montanhas, rios, florestas , praias dunas ,etc.
Entre as principais razões de compra
de um utilitário esportivo, seus usuários
procuram bom espaço interno, motor a diesel pelo
baixo consumo, confiabilidade e segurança, conforto,
design e capacidade de bagagem.
ESTRUTURA - A estrutura do Xterra
nacional, preserva a robustez e a resistência características
da picape Frontier. O utilitário esportivo possui
o mesmo chassi da versão cabine simples da picape,
que é mais curto do que a versão cabine dupla,
porém o entre-eixos é menor.

Ele é montado em chassi de aço,
composto por duas longarinas longitudinais e cinco barras
transversais. As cinco barras unem as longarinas, aumentando
a resistência da estrutura onde é fixada a
carroceria.
Como um diferencial entre os concorrentes
no mercado, as longarinas do Xterra possuem perfil fechado
(tipo duplo "U") por toda a sua extensão,
razão pela qual apresenta excepcional performance
nos terrenos mais difíceis e excede a qualidade e
durabilidade do segmento, fatores essenciais de seu uso.
Além de reforçado, o chassi
com perfil duplo "U" apresenta a máxima
rigidez, a mínima flexão e a redução
de vibração e ruídos como principais
vantagens.
MOTOR - TRANSMISSÃO - O desempenho eficiente
é um dos atributos do Nissan Xterra que está
equipado com o potente motor 2.8 litros, turbo-diesel intercooler
- MWM Sprint. O propulsor, que também equipa a picape
Frontier, fica alojado em disposição longitudinal,
tem quatro cilindros em linha, 2.798 cm3 de cilindrada e
gera potência máxima de 132cv @ 3.600 rpm (ISO-ABNT).
Como característica o motor atinge sua capacidade
máxima de torque; 34,7 kgf.m (ISO-ABNT), em baixa
rotação, 1.800 rpm, transmitindo força,
agilidade e segurança em seu uso diário, esteja
o Xterra com ou sem carga.
Produzido em São Paulo, o motor tem bloco em ferro
fundido, apresenta estrutura reforçada e peso seco
de 213kg, considerado baixo para um motor deste porte.
Num trabalho conjunto, os engenheiros da Nissan e da MWM,
acrescentaram características únicas para
esse motor, inserindo o "DNA" Nissan. As mais
significativas alterações foram no sistema
de intercooler, que passou a contar com entrada de ar pelo
capô, na mudança do sistema de lubrificação
utilizado na transmissão, e no reescalonamento das
engrenagens de marchas. Com isso foi possível reduzir
vibrações e ruídos do motor, e conseqüentemente
do interior da picape. O coletor de admissão desacoplado,
também permitiu a diminuição do nível
de ruídos.
Equipado com sistema de injeção de combustível
direta, bomba rotativa e intercooler, o motor turbo-diesel
do Xterra, que atende a norma de emissões EURO II,
possui comando de válvulas no cabeçote, acionamento
direto das válvulas e três válvulas
por cilindro, sendo duas para admissão e uma para
escape.
Com tudo isso é possível ter uma combustão
otimizada, respostas mais rápidas, maior confiabilidade
e menores perdas por atrito. Com o cabeçote tipo
cross flow (fluxo cruzado), foi possível melhorar
o escoamento dos gases, produzir baixos níveis de
emissões e aumentar a economia de combustível.
Para um motor 2.8 litros, turbo-diesel, sua performance
é surpreendente. Na cidade o condutor chega aos 11,4
km/l e na estrada faz 14,6 km/l. O Nissan Xterra acelera
da 0 a 100 km/h em 14,3s e atinge 164 km/l de velocidade
máxima.
A transmissão EATON FS0-2405, também nacional,
é manual de cinco velocidades com acionamento hidráulico
de embreagem. As marchas são todas sincronizadas,
incluindo à ré. Aliado a sincronização,
o EFMII (material em fibra de carbono), proporciona engates
suaves e precisos, transmitindo confiança e segurança
ao condutor.
O comando de engates da transmissão FS0-2405 tem
um sistema interno com quatro varões de nylon nas
pontas do garfo deste sistema de controle, que tem por objetivo
a melhoria da qualidade do engate. As engrenagens, além
de terem resistência mecânica, são projetadas
para produzirem um nível de ruído baixo ou
inexistente. Carcaças e garfos são em alumínio,
acarretando menor peso final do conjunto motriz e conseqüentemente
do veículo, contribuindo para o menor consumo de
combustível, que gera um melhor custo/benefício
ao proprietário do autêntico utilitário
esportivo.
DIREÇÃO - SUSPENSÃO - FREIOS
- Com acionamento hidráulico na direção
de série, o Xterra oferece ao condutor total segurança
no controle do veículo e maior conforto ao dirigir,
além de facilitar as manobras. A direção
possui esferas recirculantes que servem para ampliar a resistência
nas mais severas condições de uso.
A suspensão dianteira, independente, possui braço
triangular duplo, barra estabilizadora, barra de torção
e amortecedores telescópicos. As rodas dianteiras
reagem independente à mudanças de superfície,
gerando um rodar macio e um melhor controle na condução
do veículo.
A
suspensão traseira é formada por eixo rígido,
amortecedores telescópicos, barra estabilizadora
e feixes de mola semi-elípticos, que são montados
em linha com as longarinas do chassi, gerando rigidez adicional
e proporcionando controle superior da carga.
A localização e a concepção
das barras estabilizadoras ajudam a manter a estabilidade
do veículo durante curvas e mudanças laterais
repentinas, facilitando a dirigibilidade e aumentando segurança,
esteja o veículo carregado ou não.
A concepção da suspensão, tanto dianteira
quanto traseira, gera um rodar seguro e confortável
ao condutor.
O sistema de freio está bem dimensionado, permitindo
total controle e ótima frenagem. Possui discos ventilados
nas rodas dianteiras e tambor com ajuste automático
nas rodas traseiras.
A combinação - disco/tambor - do sistema
de freios hidráulico resulta em menor esforço
por parte do condutor e produz eficiência na frenagem.
Para aumentar sua segurança e seu controle, o Nissan
Xterra conta, de série, com sistema ABS nas 4 rodas.
O ABS ajusta eletronicamente a pressão do fluido
de freio de cada roda, evitando seu travamento, permitindo
o desvio do obstáculo e garantindo o controle da
picape. Este sistema conta com o sensor G, que mede a taxa
de desaceleração do veículo e interage
com a unidade de controle do ABS para modular o sistema
dependendo da superfície da estrada (piso seco, molhado,
lama ou neve).
Em virtude da mudança de carga sobre os eixos dianteiro
e traseiro ser sensível quando se freia o veículo,
as rodas traseiras tendem a perder contato com o solo e
travar mais facilmente. A frenagem é mais otimizada,
não depende das condições de rodagem
e transmite segurança, confiança, conforto
e tranqüilidade.
As rodas são de liga na versão SE, aro 15
e contam com pneus 265/70 R15 desenvolvidos pela Bridgestone
exclusivamente para os Nissan Xterra e Frontier. São
apropriados para o uso com ou sem carga.
Com todas essas características, o Xterra apresenta
ótimas condições de desempenho e conforto
ao seu usuário.
SEGURANÇA - PROTEÇÃO
Ativa:
A versão de lançamento do utilitário
esportivo, SE, apresenta de série ABS nas 4 rodas
terceira luz de freio (brake light), aviso luminoso e sonoro
de portas abertas, trava de segurança nas portas
traseiras, desembaçador do vidro traseiro, e faróis
de neblina como equipamentos de segurança ativa.
Passiva:
Apesar de possuir uma estrutura composta por chassi e carroceria,
o Xterra conta com zona de deformação programada
semelhante a de um veículo de passeio. A parte frontal
da carroceria e o chassi, foram projetados e desenvolvidos
para se deformarem progressivamente em caso de colisão
frontal, amortecendo o choque.
Ele está equipado ainda com barras de proteção
lateral nas quatro portas, duplo air bag com alívio
programado de segunda geração. Este dispositivo
amortece o choque do corpo contra a bolsa de ar de acordo
com o impacto, ou seja, quanto maior for o peso do corpo
e a desaceleração do veículo durante
o choque, maior será o alívio de gás
através da bolsa. Os bancos do Xterra possuem a característica
"anti-mergulho", na qual os assentos são
projetados para assegurar que o corpo não deslize
sob os cintos de segurança durante o choque.

EXTERIOR - DESIGN (Autêntico) - EQUIPAMENTOS
Com estilo único e excitante, altamente emocional,
o design do Xterra foi desenvolvido no NDA - Nissan Design
América, La Jolla - Califórnia. Bruce Campbell
- Diretor de design, Douglas Wilson - Chefe de design e
Robert Bauer - Designer foram os responsáveis pelo
seu desenho e o projetaram para pessoas que se identificam
com o estilo de vida outdoor, que querem desfrutar da liberdade
de ir e vir. Os entusiastas das atividades outdoor pensarão
no Xterra como parte essencial de seu equipamento.
O exterior do Xterra foi inspirando no "toolbox",
uma típica caixa de metal amarela para guardar ferramentas
e outros objetos domésticos, muito utilizada nos
EUA, que representa robustez. Já o interior, que
segue no próximo tópico, eles utilizaram o
conceito de um canivete suíço, com a finalidade
de ser útil, prático e ter o essencial ao
seu usuário.
O Xterra permitirá aos seus usuários desfrutar
de sua paixão pelo outdoor com segurança,
praticidade e conforto. Prova disso são os equipamentos
funcionais que o veículo apresenta de série:
rack tubular de alumínio no teto na cor prata com
exclusiva tipografia Xterra, para carregar equipamentos
esportivos ou domésticos; barras transversais do
rack removíveis para atender a necessidade do usuário;
cesto removível exclusivo fixado no rack para carregar
equipamentos ou materiais molhados e estribos laterais.
O Xterra possui ainda protetor frontal inferior no pára-choque,
grade exclusiva na cor do protetor frontal inferior que
se destaca com a "capa" do conjunto ótico
exclusivo e agressivo e também com o pára-choque
na cor preta.
No capô existe, como na Frontier, uma abertura para
a entrada de ar para o intercooler, o que torna a frente
do veículo mais agressiva e robusta. No pára-choque
traseiro existe nas pontas próximo às polainas
laterais, refletores traseiros. No pára-choque dianteiro
eles estão colocados nas laterais da polainas, bem
abaixo do paralamas.
Ao ser lançado em 2000 nos EUA, o Xterra recebeu
da Revista Motor Trend o título de utilitário
esportivo do ano.
INTERIOR - EQUIPAMENTOS - Como planejaram os designers
do Nissan Design América, o interior do Xterra, claramente
coloca a utilidade de volta aos utilitários esportivos.
É espaçoso sem ornamentações
e funcional sem "frescuras". Projetado com inspiração
no conceito do canivete suíço, a utilidade
dos equipamentos é o essencial, tudo está
à mão e sem muita sofisticação,
mas nunca deixando o conforto de lado. O prazer ao dirigir
é perceptível em todos os detalhes a bordo:
no desenho do painel, nas linhas dos instrumentos, nas formas
dos botões de comando e no material empregado, que
exploram um visual esportivo e moderno.
O condutor conta com um ótimo campo visual. Além
da visão frontal pelo pára-brisa dianteiro
ele tem excelente visão traseira, seja pelo amplo
vidro traseiro ou pelos espelhos retrovisores laterais.
Uma característica exclusiva do Nissan Xterra é
a posição do assento traseiro mais elevado,
o que proporciona, além de todo conforto para os
passageiros, uma visão "estádio",
ou seja, eles conseguem enxergar acima da altura do motorista
e do passageiro dianteiro. Os bancos traseiros possuem o
encosto bipartidos e rebatíveis, facilitando a acomodação
no porta-malas e ampliando o tipo de carga.
O porta-malas possui cobertura com cortina enrolável
de fácil manuseio; encaixe personalizado para ferramentas
abaixo do tapete do porta-malas; porta objetos nas laterais
do porta-malas e também nos painéis das portas;
10 ganchos no teto e no assoalho do porta-malas, garantindo
fácil amarração das bagagens e objetos
além de servirem para fixar acessórios como
o porta bicicletas. As bagagens ficam bem acomodadas internamente
e contam com redes para fixação com a finalidade
de não deixar a carga rolando no porta-malas.
Possui moderno e prático sistema de áudio
de 100W, equipado com rádio toca-fitas e CD-player
dianteiro com capacidade para 6 cd's frontal tendo quatro
caixas de som e dois tweets; bancos em couro; display digital
com bússola, relógio e temperatura externa
acima do espelho retrovisor fixada no teto; kit de primeiros
socorros com 14 itens dentro de uma bolsa de neoprene; uma
tomada 12v no painel, duas tomadas 12v no console central
e uma tomada 12v na lateral traseira esquerda do porta-malas;
quatro porta-copos e vidros, travas e retrovisores elétricos.
Para proporcionar todo o conforto aos seus passageiros
espaço interno é que não falta ao Xterra.
ACESSÓRIOS - O Nissan Xterra dispõe
também de acessórios exclusivos como a capa
para bancos à prova d'água e o porta bicicleta
interno, desenvolvido no Brasil, que permite acomodar até
três bicicletas no interior do Xterra com o banco
rebatido.
PREÇO - Custo / benefício - O Xterra
produzido no Brasil chega ao mercado com preço totalmente
adequado e competitivo em seu segmento. A versão
4x4 XE chega por 99 mil reais, enquanto a versão
4x4 SE sai por 103 mil, com banco de couro fica por 105
mil.
CONCORRÊNCIA
Considerando os equipamentos disponíveis e a potência
do motor, os concorrentes diretos do Nissan Xterra são
Chevrolet Blazer e Mitsubishi Pajero Sport.
MERCADO BRASILEIRO
Em 2002 foram comercializados no Brasil 1.400.580 veículos.
Deste total 1,24%, ou 17.429 unidades foram de utilitários
esportivos.
Dentro do mercado de utilitários esportivos, 54%
dos produtos vendidos pertenciam ao segmento médio
e 60% estavam equipados com motor a diesel.
Os utilitários esportivos de fabricação
nacional no segmento médio, tiveram uma participação
de 58% em 2002. A tração 4x4 representou 90%
do segmento SUV médio, e o motor a diesel encerrou
2002 em crescimento, obtendo uma participação
de 53% deste mercado. Os dois maiores concorrentes do Xterra
(Blazer e Pajero Sport) tiveram participação
de 49.4% e 28,7% respectivamente no acumulado de 2002.
A Nissan pretende fechar 2003 com 8.800 unidades de sua
gama comercializadas no país, atingindo com o Xterra
uma participação de 9,9% dentro do segmento
médio de utilitário esportivo 4x4 a diesel,
que equivale a aproximadamente 1.800 veículos.
LANÇAMENTO - O lançamento do Xterra
não deixou nada a desejar quanto ao público
alvo que esse carro se destina. Na cidade de Brotas em São
Paulo foi realizado um teste drive de 136,5 Km em um roteiro
repleto de trechos de terra, serras, cascalho, areia, passando
por matas de encosta, cerrado e fazendas que cultivam cana
de acúcar, laranja e eucalipto.
Nessas condições foi possível analisar
realmente o que é capaz de enfrentar esse importante
lançamento da Nissan num mercado restrito, mas potencializado
por clientes que gostam de aventura no final de semana.
Tarcisio Dias
LANÇAMENTOS DO PRIMEIRO
SEMESTRE
Chevrolet Tracker 2003, chega
com preço especial
Modelo completo, em versão única, com
tração 4x4 passa a custar R$ 75.000
A linha 2003 do utilitário esportivo Chevrolet Tracker
já está disponível nas concessionárias
em todo o país. O modelo passou por um reposicionamento
de preço que o tornou muito mais competitivo diante
da concorrência, o preço agora é de
R$ 75.000 em uma versão única com todos os
itens incluídos no preço.
"A Chevrolet oferece produtos que vão de encontro
com as reais necessidades do consumidor brasileiro. No caso
do Tracker, a força e o estilo, aliados à
robustez, são os grandes diferenciais, características
que agradam plenamente quem procura um utilitário
esportivo compacto", destaca José Carlos Pinheiro
Neto, vice-presidente da GM do Brasil.
O modelo tem design moderno e arrojado e está equipado
com pára-choques dianteiro e traseiro na cor do veículo,
molduras de proteção nas laterais e nas aberturas
de porta, também, na cor do veículo. Além
disso, o Tracker possui rack estilizado sobre o teto e roda
reserva fixada na tampa traseira, que contribuem para o
estilo esportivo. As rodas são de alumínio
16x7 (inclusive o estepe), calçadas com pneus radiais
235/60 R16 de uso misto.
Desempenho - O Tracker oferece ao consumidor a melhor
motorização no segmento. Trata-se do motor
turbodiesel intercooler SOHC de 2.0 litros de capacidade
volumétrica, com quatro cilindros em linha e 8 válvulas,
com sistema eletrônico de injeção de
combustível. Ele propicia uma potência de 108
cavalos a 4.000 rotações por minuto (rpm)
e torque máximo líquido de 25,5 mkgf a 1.750
rpm.
Com uma autonomia média de 1.000 km, o Tracker é
um veículo econômico, consumindo na cidade
12,5 km/l e na estrada 17,2 km/l. A aceleração
de 0 a 100 km/h é feita em 13s0 e a velocidade máxima
de 163,2 km/h. A retomada dos 40 km/h aos 80 km/h é
obtida no tempo de 9s0. O tanque de combustível tem
capacidade para 66 litros.
O Tracker, com transmissão manual e tração
4x4 seletiva, sai de fábrica em versão única
totalmente equipado.
Segurança - O modelo possui o sistema de
imobilização do motor por meio de chave eletrônica
o "Immobilizer System", ou seja, a chave do veículo
compartilha um código com o sistema de acionamento,
de modo que se torna impossível ligar o veículo
sem a chave original.
O sistema de airbags dianteiros estão presentes
para o motorista e o passageiro.
O Tracker conta com sistema central de travas elétricas
das portas e porta-malas e travas de segurança suplementar
nas portas traseiras, para maior proteção
das crianças.
A versão 2003 do Chevrolet Tracker é equipado
também com o sistema anti-blocante de freios, o "ABS",
nas quatro rodas (disco na dianteira e tambor na traseira),
com função EDB (sistema de distribuição
eletrônico de frenagem).
Conforto e Conveniência - Como itens de conforto
o motorista conta com ar-condicionado integrado frio e quente,
controle remoto elétrico dos espelhos retrovisores
externos, desembaçador elétrico do vidro traseiro
com luz de advertência no painel de instrumentos,
porta-copos no console central, porta-luvas com chave, volante
de direção acolchoado de dois raios, direção
hidráulica com regulagem de altura, além de
teto solar elétrico, único do segmento.
Além disso, conta também com rádio
AM/FM estéreo com CD player, sintonia eletrônica
e painel destacável.
Nova Cor - Uma nova cor foi incluída na linha,
o azul Cepheus (perolizada), que segue as mais recentes
tendências do mercado. A nova opção
soma-se às atuais , cinza Nobre (metálica)
e prata Escuna (metálica).
LANÇAMENTOS
DO PRIMEIRO SEMESTRE
Toyota lança o Land Cruiser
Prado no mercado brasileiro
A Toyota lança no Brasil um dos seus mais modernos
e luxuosos utilitários esportivos: o Land Cruiser
Prado. Importado do Japão este 4X4 com tração
permanente, conta com um rodar dos mais confortáveis
entre os veículos fora-de-estrada. Além disso,
o modelo vem equipado com um silencioso e potente motor
turbodiesel com intercooler, e é o único veículo
da categoria no Brasil a dispor de oito lugares.
Como nas gerações anteriores da família
Land Cruiser, iniciada em 1951, e que já vendeu mais
de quatro milhões de unidades no mundo inteiro, o
modelo dispõe de uma total capacidade off-road e,
devido às novas exigências do mercado, agrega
também uma incrível dirigibilidade no asfalto,
além de criar novos parâmetros de qualidade
e conforto.
Design - O novo Land Cruiser Prado impressiona pela
beleza e imponência. Desenvolvido no centro de design
europeu da Toyota (ED2), localizado no sul da França,
o modelo é o primeiro Land Cruiser a ter as linhas
externas criadas fora do Japão.
O resultado é um SUV que segue as últimas
tendências de design, com faróis grandes (e
lentes de policarbonato), lanternas elevadas e aspecto esportivo.
Para valorizar a robustez, a carroceria possui contornos
e vincos marcantes. Na traseira, o estepe colocado na tampa
do porta-malas confirma a vocação off-road
do veículo.
No conjunto um legítimo SUV, e nos pormenores, as
características de requinte Toyota. Itens como maçanetas,
pára-choques e molduras laterais são pintados
na cor do veículo. Já os retrovisores externos
são cromados.
As belas rodas de liga-leve de 17 polegadas vêm equipadas
com pneus 265/65 R17, formando um conjunto resistente e
que absorve bem as irregularidades do terreno, garantindo
maior conforto aos passageiros.
A área envidraçada é ampla, fornecendo
ótima visibilidade para todos os lados, inclusive
para trás. Para facilitar o acesso ao interior, o
Prado vem com estribos laterais, úteis em carros
com grande altura livre do solo. No teto, um rack com barras
longitudinais amplia a capacidade de carga do modelo.
O novo Toyota estará disponível nas cores
preto, prata, bege e vermelha. O interior é cinza
em todos os modelos, menos no bege, que tem acabamento interno
também bege.
Motorização - O novo Land Cruiser
Prado é equipado com o motor turbodiesel Intercooler
(Toyota 1KZ-TE) de 3.0 litros, quatro cilindros em linha
e duas válvulas por cilindro. O intercooler otimiza
a queima de combustível melhorando a performance
do motor que desenvolve 131 cv de potência a 3.600
rpm e um torque máximo de 35 kgfm a somente 2.000
rpm.
O motor é equipado com acelerador eletrônico
(drive-by-wire), que elimina o vínculo mecânico
entre o pedal do acelerador e a bomba injetora. E para melhorar
o consumo e diminuir o ruído e as vibrações,
ele recebeu o sistema EFI de injeção indireta
de combustível, com bomba injetora rotativa controlada
eletronicamente.
Uma característica marcante do modelo é a
suavidade e o silêncio com os quais o propulsor trabalha
- surpreendente para um carro a diesel. Outro destaque é
o torque do motor cuja força é notável
desde os primeiros regimes de rotações, o
que garante melhor dirigibilidade tanto na cidade quanto
em trechos off-road.

Transmissão - São duas as opções
de transmissão para o Land Cruiser Prado: manual
de cinco marchas ou automática de quatro velocidades
com controle eletrônico (ECT), que monitora o modo
de dirigir do motorista e adapta as trocas de marcha para
uma tocada mais esportiva (efetuando as mudanças
com a rotação mais alta) ou econômica
(efetuando as mudanças em rotações
intermediárias).
A transmissão automática oferece também
um controle de partida em 2a marcha, para sair em terrenos
arenosos ou com lama. Quando o botão 2nd STRT é
acionado com a alavanca de mudança em "D"
ou "3", o veículo partirá em segunda
marcha e em seguida subirá automaticamente as marchas.
Caso esteja em "2", a transmissão continuará
operando na 2a marcha.
A tração 4x4 é permanente, com três
diferenciais (dianteiro, central e traseiro), sendo o central
e o traseiro de deslizamento limitado (LSD - Limited Sliped
Diferencial). Ou seja, por meio de um sistema de multi-embreagens,
a força do motor é transferida de acordo com
a necessidade: para o eixo com melhor aderência ao
solo (no caso do diferencial central) e para a roda com
melhor contato com o solo (no caso do diferencial traseiro).
Em condições normais de rodagem, o torque
do motor é enviado 60% para o eixo traseiro e 40%
para o eixo dianteiro. No caso de patinagem de uma ou mais
rodas em um dos eixos, a força será automaticamente
transferida para as rodas do eixo oposto.
O Prado conta com alavanca no console para selecionar o
tipo de tração, com três modos:
H - Tração 4x4 permanente, para condições
normais de rodagem no asfalto.
HL- Bloqueio do diferencial central. Indicado para trechos
molhados ou de terra, este recurso divide o torque em 50%
para cada eixo.
LL - Reduzida. Para casos de off-road mais pesado, como
lama e subidas e descidas inclinadas. Com esse modo engatado,
automaticamente o bloqueio do diferencial central mantém-se
ativado.
Suspensão - Uma das preocupações
dos engenheiros no desenvolvimento da suspensão de
um 4x4 é conciliar, no mesmo conjunto, conforto para
os passageiros e robustez para enfrentar as mais ousadas
aventuras. No caso do novo Land Cruiser, a Toyota utilizou
uma suspensão dianteira independente com braços
duplos triangulares (double wishbone), mola helicoidal e
barra estabilizadora. Na traseira, adotou o clássico
e resistente eixo rígido com quatro pontos de fixação,
braço de arraste (tirante) e mola helicoidal.
Desenvolvido para oferecer a melhor solução
em ítens como conforto, estabilidade e resistência,
este conjunto possibilita uma grande absorção
de impactos no off-road, propiciando aos ocupantes que as
imperfeições do solo, seja qual for o terreno,
passem praticamente despercebidas.
Outro destaque é o longo curso da suspensão,
que trabalha de forma a sempre manter as rodas em contato
com o solo, permitindo grande mobilidade no fora-de-estrada.
Conforto: Ergonomia Inteligente - Mesmo com toda
sua capacidade off-road, o Land Cruiser Prado traz uma grande
oferta de equipamentos e é o único modelo
do segmento a dispor de capacidade para oito passageiros,
acomodados em três fileiras de assentos.
O banco intermediário acomoda três pessoas
com muito conforto, tendo ótimo espaço para
as pernas, joelhos e cabeça. Além disso, os
passageiros de trás dispõem de apoio de braço
com porta-copos embutido. No terceiro banco há cintos
de três pontos e encostos de cabeça para os
três ocupantes. Os assentos da segunda e terceira
fileira são bi-partidos, rebatíveis e removíveis,
possibilitando diversas configurações internas.
O motorista conta com oito ajustes manuais do banco e também
com regulagem elétrica lombar. O volante pode ser
ajustado em altura e profundidade. No console entre os bancos
dianteiros encontra-se porta-copos, porta-objetos e descança-braço.
No teto, há um porta-óculos.
O painel se destaca pelo esmero no acabamento, com detalhes
padrão aço escovado e madeira, que também
se estendem às portas. O ambiente interno é
moderno e os instrumentos têm fácil visualização
e alcance.
O rádio com CD Changer para seis discos, por exemplo,
está localizado em posição alta e possui
botões grandes, para que o motorista desvie o mínimo
de atenção possível do transito. Além
do aparelho, o modelo conta com quatro alto-falantes e dois
tweeters estrategicamente dispostos para otimizar a acústica.
Entre os equipamentos, o Prado vem com travamento/destravamento
das portas por controle remoto na própria chave,
conjunto elétrico, retrovisores externos com recolhimento
elétrico e comando de um toque de abertura para a
janela do motorista.
Para garantir maior conforto e conveniência para
todos os ocupantes, o sistema de ar-condicionado digital
dispõe de regulagem de temperatura individual para
o motorista e passageiro, além de controle e difusores
de ar exclusivos para os passageiros dos bancos traseiros.
Outro destaque é o computador de bordo com 10 funções.
Em um display digital com iluminação optitron,
ele fornece relógio, temperatura externa, barômetro
(que mede a pressão do ar), bússola, altímetro,
consumo médio e instantâneo de combustível,
autonomia, velocidade média e tempo de viagem. Por
falar em viagem, o Prado traz ainda um controlador automático
de velocidade (cruise control).
Segurança - Desenvolvido conforme as últimas
normas européias de segurança, o Land Cruiser
Prado é equipado com barras de proteção
laterais, air-bag frontal de dois estágios para motorista
(com sensor que detecta a intensidade da colisão
e a posição do assento) e para passageiro
(com sensor de presença e de intensidade da colisão),
bancos traseiros com sistema de fixação para
cadeiras de crianças Isofix e cintos de três
pontos e encostos de cabeça para os oito passageiros.
Os freios são a disco nas quatro rodas e contam
com sistema antitravamento ABS, sistema de distribuição
eletrônica de força de frenagem EBD (que divide
a força de frenagem entre os eixos e as rodas de
cada eixo) e o BA (Brake assist), um recurso que detecta
uma frenagem de emergência e aplica força máxima
nos freios para reduzir o espaço até a parada.
Completa o pacote de segurança a terceira luz de
freio na traseira (brake light).
Off-road - Descendente da família Toyota
Land Cruiser, um dos fora-de-estrada mais conceituados do
mundo, o Prado não foge à regra e oferece
uma performance digna dos melhores 4x4, sem por isso descuidar
do conforto, tão exigido pelos consumidores desta
categoria de veículos.
A vocação off-road começa já
pela elevada altura em relação ao solo, de
220 mm, que permite ultrapassar diversos obstáculos
sem que estes atinjam a parte inferior do veículo.
Outro destaque está na tração 4x4 permanente,
com três diferenciais, sendo o central bloqueável
por meio de alavanca. Tanto o diferencial central quanto
o traseiro são de deslizamento limitado (LSD). Para
casos de off-road extremo, o Prado dispõe também
de reduzida, que amplia a força do transmitida para
as rodas.
O Land Cruiser Prado conta com ótimos ângulos
de entrada e saída (32º e 27º, respectivamente),
mantendo os pára-choques longe dos barrancos e pedras.
Além disso, o modelo é apto a vencer ladeiras
de até 42º de inclinação e inclinações
laterais também de 42º. Isso sem falar na incrível
capacidade de atravessar trechos alagados de até
700 mm, uma marca superior a de muitos off-road clássicos.
Além disso, o carro possui um tanque com capacidade
para 87 litros de diesel, o que permite uma grande autonomia
- importante em veículos 4x4 pela utilização
muitas vezes longe dos postos de combustível.
Em condições fora-de-estrada, o comportamento
do Prado é surpreendente. Com a reduzida acionada,
ele encara mesmo os obstáculos mais difíceis
com muita valentia e segurança. Um outro recurso
muito útil é o botão de partida em
segunda marcha (mais suave) na versão com transmissão
automática, para trechos de areia ou lama, onde as
condições de aderência são precárias.
Já a suspensão tem longo curso e trabalha
para garantir aos ocupantes o máximo conforto na
estrada, ou totalmente fora dela.
História - Líder mundial em 4x4, a
Toyota comercializa o Land Cruiser desde 1951. Nascido como
um jipe para o trabalho, ele foi crescendo em tamanho e
sofisticação nesses 52 anos de desenvolvimento
contínuo, que culminaram na apresentação
do novo Land Cruiser Prado. Até hoje, já foram
vendidos mais de quatro milhões de unidades do modelo
no mundo inteiro.
No Brasil, a família Land Cruiser sempre foi muito
bem representada pelos jipes Bandeirante durante décadas.
Foram eles os grandes responsáveis pela posição
de destaque da Toyota como fabricante de carros resistentes,
robustos e feitos para durar.
O Prado, embora caçula da linhagem Land Cruiser,
mantém as características de durabilidade
e vocação off-road da família trazendo
contudo, novos níveis de conforto e sofisticação
sobre um 4x4.
LANÇAMENTOS
DO PRIMEIRO SEMESTRE
T4-M, um jipe militar brasileiro
A Troller Veículos Especiais S.A. lança o
Troller T4-M, um jipe militar com motor MWM 2.8 turbodiesel,
potência líquida de 114 cavalos, e tração
4x4. Enquadrado na categoria classificada pelas Forças
Armadas como um VTNE (Veículo de Transporte Não
Especializado), é, principalmente, adequado para
conduzir tropas em regiões de difícil acesso.
Pode também ser utilizado como veículo de
reconhecimento e, em determinadas circunstâncias,
como veículo de combate. Por ter um perfil bastante
baixo quando retirada a capota e rebatido o pára-brisa,
pode ser transportado em porões de navio ou por helicópteros.
Por ter capacidade de travessia de água - de até
80 cm de profundidade, ou um metro, se equipado com snorkel
- está apto a desembarcar em locais que impliquem
submersão do veículo.

O investimento da Troller nesse jipe militar é parte
de sua estratégia de produzir veículos especiais,
expressa em sua própria razão social. Nesse
caso, para atender às necessidades do Exército
Brasileiro e, a partir disso, atender ao mercado mundial.
O Exército Brasileiro, especificamente, detém
uma frota de veículos que precisa ser renovada, e
o jipe T4-M é o primeiro veículo que a Troller
produz para responder a essa necessidade. Depois dele, deveremos
estar trabalhando em uma picape militar, e em um veículo
4X4 blindado para uso em combate, afirma Clécio
Eloy, diretor de negócios da montadora brasileira.
Teste de 30 mil quilômetros
Com recursos próprios, a indústria trabalhou
um ano e meio na elaboração desse projeto,
que utiliza a mesma plataforma do Troller T4 Diesel. O Troller
T4-M foi desenvolvido a partir das condições
estabelecidas pelos Requisitos Operacionais 88/92 VTNE 1/2
T, 4X4 CAT A e 01/95 VTNE 1/2 T, 4X4, e VOP 2 do Exército
Brasileiro.
Para homologação do veículo serão
realizados testes conduzidos pelo Exército Brasileiro
no período de maio a junho próximos. O jipe
militar rodará cerca de 30 mil quilômetros,
em todo tipo de terreno. O certificado de adequação
às normas por parte do Exército Brasileiro
servirá também para as demais Forças
Armadas.
É um atestado de qualidade bastante significativo
para os nossos planos de exportação, já
que o Exército Brasileiro é reconhecidamente
um dos mais exigentes do mundo nesse tipo de atividade,
observa Eloy. Uma vez homologado, o jipe Troller T4-M poderá
ser adquirido pelas Forças Armadas através
de licitações públicas ou aquisições
diretas por notória especialidade.
O Troller T4-M poderá ser vendido também
para pessoas físicas, sob encomenda. Seu preço
ainda não está definido, mas deve girar em
torno dos R$ 62.960,00 hoje cobrados pelo Troller T4 Diesel
2003, o modelo de linha da montadora, completo, com capota
rígida. O modelo militar tem as mesmas dimensões
e peso do T4 Diesel (veja ficha técnica abaixo),
diferenciando-se por possuir um tanque extra para 20 litros
de combustível.
Vendas locais e exportação
Além de exportar e vender o jipe militar às
Forças Armadas Brasileiras, a Troller visa também
atender às Secretarias de Segurança Pública
de todos os Estados, assim como instituições
que atuam em terrenos difíceis, como o IBAMA e Polícia
Florestal, por exemplo, e ainda à Polícia
Federal, para o uso em patrulhamento de fronteiras. Atualmente,
as Polícias Militares do Ceará e de Minas
Gerais já contam com diversos veículos Troller
T4 Diesel 2003 em suas frotas, além de diversas superintendências
da Polícia Federal.
A nossa intenção é vender 500
unidades desse veículo no primeiro ano, e 800 unidades
no segundo e terceiro anos. Metade da nossa produção
deve ser exportada. Já temos negociações
com alguns países da África e da América
do Sul nesse sentido. Para o Exército Brasileiro,
nosso plano é vender mil unidades nos próximos
três anos, informa o diretor de negócios
da Troller.
Não temos detalhes sobre o mercado externo.
Apenas entendemos que esse é um produto usado por
todas as Forças Armadas no mundo inteiro, e que,
por questões óbvias, todos os países
estão voltando a se preocupar com o aparelhamento
das suas forças de segurança, comenta
o executivo.
Ele estima que o Troller T4-M venha a ser responsável
por um terço das vendas da montadora a partir de
2004. Não tenho como precisar quanto representará
em 2003, pois o ano já está em curso e as
negociações com as Forças Armadas são
normalmente demoradas, justifica Eloy.
Perfil do mercado
Para chegar ao jipe militar que o Exército Brasileiro
irá testar, a Troller fez cinco protótipos
e está com sua linha de montagem preparada para produção
imediata. A notícia que temos é que
as Forças Armadas do Brasil dispõem de seis
mil unidades de jipes com características similares
ao nosso. A grande maioria ainda é dos antigos Jeeps
Willys. Têm também uma pequena quantidade de
Toyotas Bandeirantes e uma quantidade ainda menor de JPX
e Land Rovers. Esses dados, entretanto, são frutos
de estimativas e comentários, pois não os
recebemos de maneira oficial das Forças Armadas,
ele explica.
A Troller não tem notícia de outras empresas
produzindo veículos militares no Brasil atualmente.
Sabemos apenas que a Land Rover tem adaptado alguns
dos seus veículos de linha para venda ao Exército.
Também temos notícias de alguns projetos em
desenvolvimento, mas não realizados por fábricas
já estabelecidas. Temos informações
de que dois ex-engenheiros da Engesa têm desenvolvido
um veículo da mesma espécie, mas apenas como
protótipo, não havendo nenhuma sistematização
ou infra-estruturação para produção
repetida, informa Clécio Eloy.
Picape, quatro portas e blindado
Paralelamente aos planos com o Troller T4-M e a família
de veículos militares que será desenvolvida
a partir dele, a Troller estará lançando sua
picape no final de 2003. No primeiro semestre de 2004, colocará
no mercado a versão quatro portas do Troller T4 Diesel.
No segundo semestre de 2004, lançará as versões
blindadas do T4 Diesel e do T4-M.
Atualmente com 20 revendedores em todo o Brasil, a montadora
deve encerrar 2003 com 30. Paralelamente aos aprimoramentos
aplicados ao T4 Diesel para uso urbano nos últimos
anos, a Troller oferece aos seus clientes opções
de lazer, com a promoção de passeios, realizados
pela fábrica e por diversos de seus concessionários.
E agora também de motorsport.
Rally, laboratório e vitrine
A montadora prepara-se para iniciar a Copa Troller,
um rally de regularidade que já conta com cerca de
100 inscrições - em alimentos não perecíveis
para doação às comunidades locais -
e será disputado por seus clientes, a partir de maio,
no Campeonato Nordeste, com cinco provas entre Ceará,
Pernambuco, Rio Grande do Norte e Bahia, e no Campeonato
Sudeste, com seis provas nos Estados de São Paulo
e Minas Gerais.
Campeã Mundial de Rally Cross Country de 2001, título
até então inédito para o Brasil, na
categoria T 3.2 Diesel e Campeã Brasileira de Rally
Cross Country de 2002, além de Campeã da Copa
Baja Brasil de 2002, as duas principais competições
off-road nacionais, com sua equipe oficial, a empresa retirou-se
das disputas neste ano, para concentrar-se nos novos projetos.
Continua indiretamente representada por concessionários
e clientes que correm com seu jipe e encerraram a primeira
etapa do Brasileiro e da Copa Baja, disputada em fevereiro
passado, com excelentes resultados.
Nossa tradição é utilizar os
rallies como laboratório de desenvolvimento e vitrine.
Foi assim com o Troller T4 Diesel e será assim com
nossos novos veículos, conclui Clécio
Eloy, diretor de negócios da montadora. Esse
ano, todavia, toda a nossa engenharia estará voltada
para o desenvolvimento dos novos produtos. Nos rallies,
já provamos do que somos capazes.
LANÇAMENTOS
DO PRIMEIRO SEMESTRE
Novo Peugeot 206 Techno: moderno,
bonito e inteligente
O 206 Techno oferece o que há de mais moderno na
indústria automobilística. Inova no segmento
B, incluindo itens de série inéditos como:
limpador do pára-brisa com sensor de chuva e faróis
com acendimento automático. E acessórios originais
da marca como sensor de obstáculo para auxiliar nas
manobras de estacionamento.

Para construir o 206 Techno, a Peugeot ouviu mais de 1000
proprietários de veículos dos segmentos B
e M1, em pesquisas específicas para o desenvolvimento
deste novo produto. O 206 Techno é produzido na fábrica
de Porto Real (RJ) e é uma versão exclusiva
para o Brasil.
"Construímos um carro para atender às
necessidades e desejos do consumidor brasileiro. O resultado
tem tudo para agradar o exigente mercado nacional. A nova
versão reúne beleza, modernidade, esportividade,
inteligência, e muita inovação tecnológica"
afirma Guillaume Couzy, diretor de Marketing da Marca Peugeot
no Brasil.
Com cinco portas e motorizações 1.0 e 1.6
litros, o 206 Techno incorpora equipamentos que não
são encontrados nem mesmo como opcionais em alguns
veículos da mesma categoria, como limpador do pára-brisa
com sensor de chuva e faróis com acendimento automático.
Estes itens não são comuns nem mesmo em segmentos
superiores.
Ao caírem os primeiros pingos de chuva, um sensor
colocado na parte superior do pára-brisa, aciona
o limpador automaticamente onde a velocidade da varredura
é medida pela intensidade da chuva.
O mesmo sensor mede a intensidade de iluminação.
Com esta informação os faróis acendem
automaticamente, oferecendo mais segurança aos ocupantes
e aos outros motoristas. Ao anoitecer ou mesmo quando o
veículo passa por túneis ou garagem, o sensor
acende os faróis baixos. Ao atingir o nível
de luminosidade pré-determinado como padrão,
eles são desligados.
A nova versão também oferece de série
direção hidráulica, travas das portas
e do porta-malas com telecomando na chave e vidros com acionamento
elétrico.
Tem ainda retrovisores com controle elétrico, Rádio
AM/FM com CD player e comando no volante. No painel central
uma tela multifunção fornece as informações
do computador de bordo e do Rádio CD.
O air bag é de série para motorista e passageiro
na versão com motor 1.6 e é opcional na versão
com motor 1 litro. De série nas duas versões,
os cintos de segurança dianteiros são retráteis
com pré-tensionadores pirotécnicos, bloqueio
de folga e regulagem de altura. Os cintos traseiros são
de três pontos com bloqueio de folga.
O 206 Techno oferece também acessórios originais
da marca como o sensor de obstáculo para auxiliar
nas manobras de estacionamento. Muito útil, o sistema
compreende sensores integrados ao pára-choque traseiro
que emitem ultra-sons detectando eventuais obstáculos
(muretas, guias, objetos não visíveis desde
o habitáculo). Um alerta sonoro com variações
em função da proximidade do obstáculo,
possibilita estacionar com toda segurança.
Visual esportivo - O estilo do 206 Techno é marcante
como em todas as versões 206. O carro é bonito
e moderno. O "look" é esportivo. O pára-choque
dianteiro tem entrada de ar mais larga e vem com farol de
neblina, os faróis têm lentes lisas, a capa
dos retrovisores são pintadas na cor da carroçaria
e as rodas são feitas em Liga Leve. As cores oferecidas
são as mesmas apresentadas hoje na gama 206: Seis
cores metálicas e três sólidas.
Internamente o carro também é bastante esportivo.
Os bancos têm novo acabamento e são revestidos
com tecido "Natice", exclusiva desta versão
( na cor preta e cinza), e a manopla do Câmbio tem
detalhe em alumínio.

Motorizações - O 206 Techno vai ser
comercializado em duas motorizações : 1.6
litro 16 válvulas, que rende 110 cavalos de potência
alcançada a 5750 rpm, uma das melhores marcas de
seu segmento e na versão com motor 1.0 litro, que
desenvolve potência máxima de 70 cavalos a
5.500 rpm.
O motor 1.6 é o TU5JP4, produzido no Brasil desde
2002. Montado transversalmente, este quatro cilindros em
linha possui cabeçote forjado em alumínio,
16 válvulas duplo comando e injeção
eletrônica do tipo multiponto seqüencial. O torque
máximo é de 15 mkgf a 4.000 rpm e o conjunto
conta, ainda, com acelerador eletrônico, que utiliza
sensores no lugar de cabos. Essa tecnologia garante respostas
mais rápidas, sem oscilações de aceleração,
proporcionando uma condução mais regular com
melhores níveis de consumo de combustível.
O câmbio manual de cinco velocidades completa o trem
de força, fazendo com que o carro acelere de 0 a
100 Km/h em 10,5 segundos. A velocidade máxima é
de 198 Km/h. O 206 Techno 1.6 dispõe de freios a
disco nas quatro rodas, sendo os dianteiros ventilados e
pneus 185/65R14. No 1.0, os freios a disco são mantidos
nas rodas dianteiras e o pneu é 175/65.
O motor 1.0 litro é montado transversalmente, dotado
de 4 cilindros em linha e apresenta um torque de 9,3 mkgf
a 4.200 rpm, possibilitando aceleração de
0 a 100 Km/h em 14s4 e atinge a velocidade máxima
de 160 Km/h.
A versão 1.0 vem equipada com a moderna caixa de
câmbio BE4/5n, de cinco velocidades sincronizadas
à frente e mais a ré. Assim, como em todos
os câmbios utilizados nos automóveis da Marca,
esta transmissão conta, também, com lubrificação
interna que elimina a necessidade de troca de óleo
do câmbio.
Multiplexagem - O 206 Techno incorpora, ainda, o
sistema Multiplex. Essa tecnologia possibilita a redução
no número de fios e conectores elétricos,
permitindo agilidade na transmissão de dados, melhorando
o desempenho do fluxo de informações. Itens
como: computador de bordo, Rádio AM/FM com CD player
e comando no volante, limpador do pára-brisa com
sensor de chuva e faróis com acendimento automático,
e o sensor de obstáculo para auxiliar nas manobras
de estacionamento só são possíveis
graças ao sistema de Multiplexagem.
"A adoção da multiplexagem possibilita
a introdução de recursos de conforto e segurança
no veículo. Tornando o 206 Techno um carro extremamente
inteligente e moderno. Do jeito que o cliente brasileiro
gosta", afirma Guillaume Couzy.
Peugeot quer vender 3 mil unidades da nova versão
206 Techno
Nova versão do 206 chega neste final de semana
nas concessionárias da Rede em todo o Brasil
O novo 206 Techno está sendo produzido em Porto
Real no Rio de Janeiro, onde são fabricadas as outras
versões do 206. Para construir o 206 Techno, a Peugeot
ouviu mais de 1000 proprietários de veículos
dos segmentos B e M1, em pesquisas específicas para
o desenvolvimento deste produto exclusivo para o Brasil.
O resultado é um carro bonito e inovador que reúne
o que existe de mais moderno na indústria automobilística.
O 206 Techno será comercializado, com cinco portas,
nas motorizações 1.6 e 1.0 litro, e vem enriquecer
ainda mais a linha de ofertas na família 206, que
atualmente tem cinco versões com motor 1.6 16 V:
Selection, Soleil, Quiksilver, Passion e Rallye, e conta
também com 4 versões com motorização
1.0 16v: Selection, Selection Pack, Soleil e Quiksilver.
De janeiro a maio deste ano, a Peugeot já vendeu
cerca de 14 mil unidades do 206, o que dá uma média
de 2.800 veículos 206 por mês. O modelo é
sucesso da Marca no Brasil e no Mundo. Desde que foi lançado
no Brasil em Março de 1999, na época era importado
da França, até hoje, já foram vendidos
mais de 96 mil unidades do 206 no Brasil, entre carros importados
e nacionais. Em todo mundo já passam de 3,5 milhões
de unidades vendidas do 206, sendo o carro mais vendido
da Europa por dois anos consecutivos em seu segmento.
No Brasil, o modelo ganhou 11 prêmios da imprensa
especializada, sendo considerado "O melhor carro nacional",
"O melhor carro pequeno compacto do Brasil", "O
melhor carro importado" e "O melhor carro com
motor 1.0 nacional", entre outros.
O 206 passou a ser nacional em junho de 2001, logo após
a inauguração do Centro de Produção
de Porto Real (RJ). Inicialmente o 206 começou a
ser produzido no Brasil com motor 1.0 16v. No ano passado,
com a construção da Fábrica de motores
1.6, em Porto Real, a Peugeot passou a fabricar também
no Brasil o 206 com motor 1.6 16V, com 110 cavalos de potência.
Há um ano, para comemorar um ano de produção
nacional, a Peugeot lançou a versão Quiksilver,
que vem fazendo muito sucesso, com mais de 4500 unidades
comercializadas.
Para a nova versão 206 Techno, a Peugeot tem grandes
expectativas de sucesso para o modelo. A Marca pretende
vender só este ano, cerca de 3.000 unidades da nova
versão 206 Techno.
Tecnologia com seu toque pessoal - O lançamento
da nova versão Techno do 206, oferece também
a possibilidade de o cliente personalizar o seu veículo,
ampliando as opções de conforto e estética
com equipamentos testados, homologados e garantidos pela
Marca.
Além dos itens já conhecidos de muitos proprietários
de Peugeot 206, como jogo de tapetes em carpete ou borracha,
bandeja protetora do porta-malas, soleiras em alumínio
ou pvc, manopla esportiva para o câmbio, tampa do
tanque de combustível em alumínio, barras
de teto e porcas anti-roubo para as rodas de liga leve,
outros acessórios foram desenvolvidos para o motorista
explorar ainda mais a tecnologia presente no veículo.
Um sensor traseiro de auxílio no estacionamento,
que informa, através de um sinal sonoro, a proximidade
com obstáculos ou outro veículo; um porta
CD embutido no porta-luvas, alargador de paralama, aerofólio,
rodas de liga leve de 14" ou 15". Esta linha de
acessórios é encontrada em todas as concessionárias
da Marca e possuem a mesma garantia de fábrica para
a tranqüilidade do consumidor.
LANÇAMENTOS
DO PRIMEIRO SEMESTRE
Mercedes-Benz apresenta SL Mille
Miglia,
versão exclusiva e limitada do esportivo
A Mercedes-Benz apresenta uma nova versão do SL
350 inspirada na lendária corrida italiana, a Mille
Miglia. O modelo, batizado SL Mille Miglia, será
oferecido em uma exclusiva série de produção,
limitada em doze unidades.
A SL 350 Mille Miglia traz uma série de características
que enfatizam a esportividade e sofisticação
do esportivo: vem com uma pintura metálica especial
Flecha de Prata, frisos laterais de alumínio
com brilho fosco, rodas de liga leve de 18 polegadas e o
logo Mille Miglia nas grades frontal e na tampa
do porta-malas.
Uma versão de vidro do inovador teto dobrável,
que transforma a SL de um esportivo conversível em
um coupé em apenas 16 segundos ao toque de um botão,
é montada nessa edição especial do
modelo, permitindo que os passageiros desfrutem de uma privilegiada
vista panorâmica.
Detalhes em couro de dois tons de alta qualidade são
um dos pontos marcantes do interior da SL 350 Mille Miglia.
Os bancos vêm em vermelho clássico, uma das
características dos lendário esportivos SL
dos anos 50. Já os elementos de acabamento do console
central e das portas são revestidos por alumínio
com um brilho fosco.
Os projetistas usaram uma inovadora tecnologia a laser
para incorporar tanto o logo Mille Miglia como
uma representação da rota da corrida nos encostos
de cabeça dos bancos, criando mais uma particularidade
para essa exclusiva edição especial da SL.
Ao abrir a porta o motorista verá os painéis
de batente em aço inoxidável iluminados com
a inscrição Mille Miglia Edition 2003,
que também está presente na alavanca do câmbio
automático.
O novo modelo é equipado com uma ampla lista de
equipamentos de série e vem com um motor V6 de 245
cavalos de potência. Com essa motorização,
a SL 350 Mille Miglia vai de 0 a 100 km/h em 7,2 segundos
e atinge a velocidade máxima de 250 km/h.
A Mille Miglia começou em 1927 e 23 edições
adicionais da corrida se seguiram até 1957. A Mercedes-Benz
competiu na corrida pela primeira vez em 1952, com Karl
Kling dirigindo seu 300 SL, chegando em segundo na classificação
geral. Em 1955, Stirling Moss e Denis Jenkinson venceram
em um 300 SLR, com Juan Manuel Fangio seguindo-os até
a linha de chegada em segundo lugar.
LANÇAMENTOS
DO PRIMEIRO SEMESTRE
Omega 2003 chega totalmente
novo
A General Motors do Brasil está lançando
o Omega 2003, o modelo topo da linha Chevrolet e líder
no segmento dos sedãs grandes.
O Omega, importado da Austrália desde 1998, vai
além de todas as expectativas. Com um design novo,
diferente de tudo já visto na sua categoria. Suas
linhas muito mais fortes, mais refinadas, mais modernas,
de proporções harmoniosas, que transmitem
status, o verdadeiro perfil do executivo brasileiro, e que,
ao mesmo tempo, mantêm a imagem da marca.
"O Chevrolet Omega 2003 é o segundo lançamento
da marca no Brasil este ano, e reafirma o empenho da General
Motors do Brasil em atender o consumidor brasileiro com
a maior e melhor gama de modelos de toda a indústria",
destaca Walter Wieland, presidente da GM do Brasil.
Design externo: linhas mais angulares
O desenho do Omega 2003 ganhou linhas mais angulares
e robustas. O perfil retilíneo acentuou o ângulo
mais baixo da dianteira, o que melhorou o coeficiente aerodinâmico,
passando o Cx de 0,34 para 0,319. O design é todo
voltado para a grade trapezoidal, estabelecendo um visual
marcante e de forte caráter.
Na traseira, o destaque fica por conta das novas lanternas
em formato triangular que avançam pela lateral. A
tampa do porta-malas foi modificada para acompanhar a modernidade
do modelo. O símbolo dourado da Chevrolet arremata
com estilo e classe o visual.
O requinte da evolução das linhas do novo
Omega 2003 chega até ao renovado desenho dos espelhos
que, além de ficarem mais bonitos, foram preparados
para diminuir o ruído do vento, bem como reduzir
o arrasto aerodinâmico do veículo.
Mudanças nas superfícies da frente e traseira
do veículo dão ao sedã uma aparência
mais agressiva. O novo design contribui para aumentar sua
performance e desempenho.
"Além de ganhar linhas mais robustas e modernas,
o Chevrolet Omega CD continua se destacando pelo perfeito
equilíbrio e harmonia com seu interior, uma mescla
das escolas européia, norte-americana e japonesa,
simples porém inteligente, que salta aos olhos",
acrescenta Carlos Barba, Diretor Geral de Design.
Além do já disponível preto Phantom,
o Omega será comercializado com duas cores novas,
o cinza Storm e o prata Silver. As três cores são
metálicas.
Total requinte interno
O visual interno do Omega foi totalmente transformado,
sendo enfatizada a sensação de um cockpit,
devido aos novos desenhos do painel de instrumentos, console
central e volante de direção.
O modelo recebeu acabamento em prata acetinado no console,
câmbio, freio de mão, volante e nas saídas
do ar condicionado resultando num ambiente moderno e requintado.
O design do painel também valoriza o acabamento,
com os instrumentos posicionados para permitir leitura perfeita.
Nele destaca-se o computador de bordo composto por três
mostradores de cristal líquido, com 12 funções,
várias delas totalmente programáveis, isto
tudo em português, o que o torna um dos mais completos
em toda a indústria automobilística mundial.
O conforto dos excelentes bancos de couro são valorizados
pelo acionamento elétrico das oito funções
de regulagem dos bancos dianteiros.
Discretamente nas laterais do console central encontram-se
dois porta-copos escamoteáveis. O sistema de som
é um capítulo à parte. Totalmente integrado
ao painel, é composto de um rádio AM/FM, tape-deck
e CD-changer para seis discos no próprio aparelho,
acionando 10 alto-falantes, totalizando 260 W de potência.
O sistema de ar condicionado possui controles digitais,
com possibilidade de controles de temperatura independentes
para o motorista e o passageiro, além de saídas
para o banco traseiro.
Outra novidade é a adoção do Rear
Park Assist, um dispositivo que auxilia o motorista em manobras,
sendo automaticamente acionado sempre que se engata a marcha
ré. Por meio de quatro sensores ultrasônicos
montados no pára-choque traseiro que emitem sons
gradativos de acordo com a aproximação dos
obstáculos evitando, assim, pequenos acidentes.
Desempenho
Confiável e potente, assim podemos definir, o
motor V6 de 3.8 litros, capaz de desenvolver 200 cavalos
de potência a 5.200 rpm que oferece um torque de 31
mkgf a 4000 rpm. A motorização é acoplada
a uma transmissão automática de quatro marchas,
com três programas, sendo um econômico, um para
terrenos de pouca aderência e o esportivo que faz
o modelo atingir os 100 km/h partindo do zero em 10 segundos.
"O resultado final do trabalho de desenvolvimento
do Omega para o Brasil é motivo de orgulho para todos
nós. O projeto foi adequado perfeitamente às
condições de rodagem de nossas vias e na exata
medida da preferência do consumidor brasileiro em
termos de performance, estilo e conforto", destaca
Pedro Manuchakian, diretor executivo de Engenharia LAAM
(Latin America, Africa and Middle East).
Outro aspecto importante na determinação
das características de rodagem do veículo
são as novas rodas de 16 polegadas de diâmetro
calçadas com pneus 215/60 R 16V, que conciliam grande
capacidade de tração, mas sem perder o conforto.
A suspensão foi recalibrada e rendeu benefícios
em conforto, que garantem um excepcional comportamento dinâmico
em qualquer condição de piso, em todas as
situações de tráfego.
A calibração da suspensão foi baseada
nas condições brasileiras de rodagem e comportamento
dinâmico para determinar e assegurar uma perfeita
condição de uso no Brasil.
O novo Omega 2003 traz uma sensação de dirigir
que não guarda nenhuma relação com
as suas dimensões. O veículo reage sempre
favoravelmente à vontade do seu motorista.
As mudanças na calibração do sistema
de direção proporcionaram um aumento na dirigibilidade,
melhorando a sensibilidade e controle do motorista em todas
as situações e velocidades.
Segurança em primeiro lugar - A segurança
é um ponto forte no Chevrolet Omega 2003, tanto nos
itens ativos, que reduzem o risco de acidentes, quanto nos
itens passivos, que diminuem as conseqüências
de um acidente.
Na segurança passiva temos os air bags frontais
e laterais, alojados nos encostos dos bancos dianteiros.
A carroceria foi desenvolvida com áreas de deformação
para melhor absorver a energia do impacto em diferentes
ângulos. O novo Chevrolet Omega 2003 possui módulo
de emergência que é acionado automaticamente
depois de 10 segundos do disparo do pré-tensionador
do cinto de segurança seu sistema computadorizado
corta o funcionamento do motor e da bomba de gasolina, destrava
as portas e acende a luz interna do veículo.
Na parte de segurança ativa temos o sistema de freios
anti-blocante (ABS) de 5a geração, com distribuição
eletrônica de frenagem (EBD). E o controle de tração
(TC) que, no caso de um dos sensores detectar um destracionamento
das rodas traseiras, o motor tem o seu torque reduzido.
Se apenas uma das rodas estiver patinando, o freio é
acionado somente nesta roda para transferir o torque para
aquela com melhor tração.
A bateria também possui um circuito de proteção
que impede sua descarga total caso algum equipamento elétrico
tenha sido deixado ligado.
Líder de vendas desde 1992 - A Chevrolet
mantém a liderança no segmento dos sedãs
grandes desde setembro de 1992, ano de lançamento
do Omega no Brasil. Em julho de 1998 foi produzida a última
unidade do modelo no país e em outubro do mesmo ano
passou a ser importado da Austrália.
"O Omega é um símbolo da tradição,
requinte, sofisticação, segurança e
conforto que a nossa marca Chevrolet construiu e consolidou
em seus 78 anos no Brasil. Ele já era o modelo preferido
dos executivos e, agora, ainda mais moderno, certamente
ampliará sua participação no mercado",
destaca José Carlos Pinheiro Neto, vice-presidente
da GM do Brasil.
LANÇAMENTOS
DO PRIMEIRO SEMESTRE
Renault apresenta o Novo Clio
2 Portas
Visando competir no segmento de automóveis com preços
até R$ 20.000,00, a Renault do Brasil inicia a comercialização
da versão de duas portas do Novo Clio, primeiro modelo
da gama 2004. Além do preço competitivo, pacote
de equipamentos superior aos carros do mesmo segmento e
interior confortável, o Novo Clio 2p apresenta uma
aparência ainda mais esportiva.

O modelo passa a ser a versão de entrada da linha
Renault e chega ao mercado custando R$ 1.400,00 menos na
versão 1.0 8V e R$ 1.300,00 menos na 1.0 16V, em
relação ao modelo quatro portas.
O Novo Clio 2p é o mais recente produto da Renault
do Brasil para competir no concorrido segmento de carros
pequenos, que representou em 2002 aproximadamente 78% do
mercado de automóveis, com cerca de 988 mil unidades
vendidas.
Comercializado em uma única versão de acabamento
(Authentique), o Novo Clio 2p chega ao mercado com preço
sugerido de R$ 17.990,00 (internet) na versão equipada
com motor 1.0 8V, e de R$ 19.690,00 (internet) para motorização
1.0 16V.
"O lançamento do Novo Clio 2p terá papel
decisivo na estratégia de aumentar as vendas do modelo
no mercado brasileiro", explica Dominique Maciet, Vice-presidente
Comercial da Renault do Brasil e Mercosul. O objetivo é
comercializar 42.000 unidades do Novo Clio em 2003. A versão
de duas portas deverá representar 20% (8.400 unidades)
deste volume. O Novo Clio 2p terá como principais
concorrentes o Peugeot 206, Fiat Palio e Volkswagen Gol.
Durante o período de desenvolvimento do Novo Clio
2p, a equipe de engenharia da Renault do Brasil concentrou-se
na missão de criar um modelo de personalidade marcante,
que transmitisse a imagem de robustez e esportividade, sem
que isso significasse comprometer o acesso ao interior do
habitáculo.
A frente do Novo Clio 2p, a exemplo de toda linha do Novo
Clio, invoca robustez, modernidade e dinamismo. O losango
Renault em destaque na grade central e faróis de
generosas dimensões, que mesclam linhas curvas com
ângulos, reforçam a personalidade marcante
do modelo.
Na lateral, a eliminação de duas portas deu
uma aparência mais esportiva ao Novo Clio. As portas
de acesso ao habitáculo são inteiramente novas.
Medindo 21 cm a mais em termos de comprimento, se comparadas
as instaladas na versão quatro portas, elas possuem
um amplo ângulo de abertura de 60,2º, o que torna
fácil e confortável o acesso ao interior do
habitáculo e aos bancos traseiro.
Com esse aumento de tamanho, as portas sofreram, conseqüentemente,
um acréscimo de peso. Para compensar o esforço
que é necessário se empregar para abri-la
ou fechá-la, a Renault instalou um novo conjunto
de dobradiças, desenvolvidas exclusivamente para
este modelo. Com a nova peça, este esforço
foi reduzido, igualando-se ao empregado na versão
de quatro portas.
Ainda por conta do maior comprimento das duas portas laterais,
a coluna central do Novo Clio 2p foi recuada em relação
ao eixo central do veículo, sem que isso significasse
alterações na distribuição de
peso ou nos pontos de deformação programada.
Além das barras de proteção lateral,
disponibilizadas como itens de série, as laterais
do Novo Clio 2p contam com inúmeras travessas internas
soldadas às duas chapas que moldam o desenho interno
e externo da lateral. Essas travessas aumentam a rigidez
da lateral, contribuindo para a segurança dos ocupantes
do banco traseiro.
O vidro traseiro lateral é fixo e colado à
carroceria. De grande dimensões, estes vidros laterais
contribuem para a luminosidade interna do habitáculo
e a harmonia do desenho externo do veículo.
Os engenheiros da Renault desenvolveram um novo teto para
a versão duas portas, cuja área é menor
em relação à versão hatch quatro
portas (2,021 m2 no modelo 4p ante 1,952m2 no 2p). Isto
deve-se à localização dos pontos de
solda que ligam a parte posterior do teto à lateral.
Na versão de quatro portas estes pontos são
cobertos pelas portas traseiras, enquanto no modelo com
duas portas, os mesmos são protegidos por uma chapa
metálica, pintada na mesma cor do veículo,
que ocupa uma pequena área da parte superior do teto.
Versão única de acabamento - Inicialmente,
o Novo Clio 2p será comercializado em uma única
versão de acabamento, denominada Authentique. Modelo
de entrada da linha Novo Clio, a versão Authentique
foi criada para os clientes que procuram um veículo
funcional, prático e acessível.
No interior da versão Authentique, nota-se a combinação
de materiais de qualidade e ótimo acabamento. O revestimento
dos bancos em tecido "Voile Gris" de cores e tons
claros, cria um ambiente agradável, superior em relação
à média do segmento.
Além do farol de duplo óptico e pára-choque
na cor da carroceria, a versão Authentique conta
com alarme sonoro de advertência de luzes acesas,
que impede o motorista de esquecer os faróis ligados
ao sair do carro.
Outros equipamentos que compõem a versão
Authentique para o modelo Novo Clio 2p são: Airbag
duplo (de série na versão 1.0 16V e opcional
na 1.0 8V), ar quente, calotas integrais do tipo "ursa",
apoio de cabeça nos bancos dianteiros e traseiros;
cintos de segurança dianteiros retráteis de
três pontos com limitador de esforço integrado
e regulagem de altura; fechadura inviolável; indicador
de temperatura de água e nível do combustível;
desembaçador do vidro traseiro; porta-luvas com tampa;
vidros verdes; painel de instrumentos com relógio
digital embutido; hodômetro total e parcial digitais;
banco traseiro rebatível e pneus 165/70 R14 (175/65
R14 para 1.0 16V).
Ar-condicionado, direção hidráulica
(somente para motorização 1.0 16V) e pintura
metálica são disponibilizados como equipamentos
opcionais na versão Authentique. Os clientes poderão
contar, ainda, com a comodidade oferecida pelos vidros dianteiros
elétricos e travas elétricas, que são
oferecidos como itens acessórios, podendo ser adquiridos
em qualquer concessionária Renault.
O Novo Clio 2p conta com novos bancos dianteiros, que,
ao terem o encosto rebatido, deslizam-se para frente do
habitáculo, facilitando o acesso dos passageiros
ao assento traseiro.
Além disso, o banco do motorista conta com "memória"
do ajuste do assento. Ou seja, ao retornar o assento do
motorista para trás, o mesmo volta para a posição
em que se encontrava antes de ser rebatido, mantendo assim,
a regulagem feita anteriormente pelo condutor.
No quesito acabamento interno, o Novo Clio 2p mantém
o mesmo padrão e características de conforto,
luminosidade e ergonomia presente em toda gama Novo Clio.
Porém, a forração interna das portas
dianteiras e as laterais internas traseiras foram projetadas
especialmente para o modelo duas portas, devido ao aumento
do comprimento das portas dianteiras e a ausência
das portas traseiras.
Outra peça interna de acabamento que teve que ser
projetada especialmente para o Novo Clio 2p foi o forro
do teto. Isso deve-se ao fato da mudança dos pontos
de fixação da peça à carroceria,
que foram alterados por conta da ausência das portas
traseiras.
Duas
opções de motor - O Novo Clio 2p chega
ao mercado brasileiro em duas opções de motorização
1.0 litro, com 8 ou 16 válvulas. O motor 1.0 8V,
denominado D7D, desenvolve 58 cv de potência a 5.500
rpm e torque máximo de 8,3 mkgf a 4.250 rpm, permitindo
ao Novo Clio 2p atingir a velocidade máxima de 144
km/h e acelerar de 0 a 100 km/h em 18,2 segundos.
Além do ótimo desempenho, outra característica
do motor D7D é a economia de combustível.
Na cidade, este propulsor atinge média de 13,39 km/l,
enquanto no ciclo rodoviário (vazio e sem ar-condicionado)
o consumo alcança a marca de 18,52 km/l.
A exemplo do ocorrido quando do lançamento da linha
Novo Clio, em fevereiro deste ano, o propulsor 1.0 litro
de 16 válvulas, batizado de D4D, passou por uma evolução
na calibração do calculador do sistema de
injeção eletrônica do motor. Com isso,
este propulsor de 999 cm³ de cilindrada, teve um acréscimo
de 2 cv na potência, passando a desenvolver 70 cv
a 5.500 rpm, e torque de 9,5 mkgf a 4.250 rpm, sendo que
90% deste valor está disponível nas faixas
de maior utilização, ou seja, a partir de
2.700 rpm.
Com este motor, o Novo Clio 2p atinge a velocidade máxima
de 162 km/h e acelera de 0 a 100 Km/h em 14,5 segundos.
Já no quesito consumo de combustível, o D4D
posiciona o Novo Clio 2p entre os mais econômicos
da sua categoria, pois na cidade, ele atinge média
de 13,4 km/l, enquanto no ciclo rodoviário (vazio
e sem ar-condicionado) o consumo é de 19,7 km/l.
A caixa de câmbio do Novo Clio 2p é mecânica,
de cinco marchas, posicionada transversalmente no compartimento
do motor. Dotada de embreagem de assistência mecânica,
seus engates são fáceis e precisos. As relações
de marchas e do diferencial, foram escalonadas de forma
a proporcionar maior agilidade no trânsito urbano,
vindo ao encontro do modo de condução do motorista
brasileiro, além de favorecer o desempenho nas arrancadas
e ultrapassagem, sem comprometimento dos níveis de
consumo de combustível.
Equipada com sistema independente na dianteira e semi-independente
na traseira, auxiliados por amortecedores hidráulicos,
molas helicoidais e barras estabilizadoras, a suspensão
do Novo Clio 2p é, ao mesmo tempo, firme e confortável,
garantindo excelente estabilidade nas curvas e em pisos
irregulares.
Os pontos de fixação dos braços da
suspensão à carroceria são dotados
de buchas que, além de contribuírem para o
isolamento acústico, auxiliam na estabilidade direcional
do Novo Clio 2p, mantendo o apoio e a rigidez ideais para
cada tipo de curva.
O sistema de freios do Novo Clio 2p pode ser considerado
superdimensionado para o seu peso. De ação
instantânea, os freios do Novo Clio são compostos
por duplo circuito hidráulico, em forma de "X",
além de discos ventilados nas rodas dianteiras (238
mm diâmetro) e tambores nas traseiras (203 mm).
LANÇAMENTOS
DO PRIMEIRO SEMESTRE
Renault amplia a linha Master
e lança as versões
Chassi Cabine e furgão L1H1 com motor 2.8 turbodiesel
A partir de julho, a Renault do Brasil inicia a comercialização
de dois novos modelos da linha de veículos utilitários
Master, Chassi Cabine e furgão L1H1 com a opção
do motor 2.8 litros turbodiesel, que vêm somar-se
às versões L1H1, L2H2 e Master Minibus 16
lugares, já existentes no mercado.
Com estes lançamentos, a Renault amplia o leque
de versões da linha Master, que ainda tem prevista
a chegada de mais duas novas versões neste ano (Furgões
L1H2 e L3H2, ambos equipados com motor 2.8 turbodiesel).
Comercializado a partir de maio do ano passado, o Master
fechou 2002 com 576 veículos vendidos. Para este
ano, a previsão é de que sejam comercializadas
1.400 unidades deste modelo.
Nos cinco meses deste ano, o utilitário da Renault
já registra a venda de 462 unidades, o que representa
uma participação de 22,4% no segmento de furgões
de grande porte
A linha de veículos utilitários Renault Master
vem alavancando o crescimento das vendas da empresa neste
segmento. Nos primeiros cinco meses deste ano, a Renault
do Brasil vendeu 1.261 utilitários, o que representa
um crescimento de 117,8% em relação ao mesmo
período de 2002, quando foram comercializadas 579
unidades. Com isso, a participação da Renault
neste segmento aumentou de 0,8% para 2,3%.
Baseada na versão L2H1 (chassi médio com
teto baixo), com 5.388 mm de comprimento e 2.252 mm de altura
(cabine), o Renault Master Chassi Cabine chega como uma
nova opção no segmento de utilitários
destinados à utilização especiais,
sendo para isso, necessária a utilização
de carrocerias específicas (caçamba ou baú).

Com uma ampla capacidade de carga útil, 1.827 kg,
uma das maiores do seu segmento, o Renault Master Chassi
Cabine está sendo comercializado a um preço
bastante competitivo - R$ 52.690,00. Os principais concorrentes
do Master Chassi Cabine serão: Ford F-350, Mercedes-Benz
Sprinter 311CDI, Iveco Daily 35.10, Kia Bongo K2700 e Hyundai
H100 Porter.
Segundo Ricardo Gondo, diretor de Veículos Utilitários
da Renault do Brasil, a empresa está trabalhando
em parceria com diversos fabricantes de carrocerias, visando
oferecer ao cliente que adquirir um Master Chassi Cabine,
um complemento que possua o padrão de qualidade Renault,
além de atender a necessidade específica do
cliente.
Ainda segundo o executivo, cerca de 40% das 100 unidades
do modelo Master Chassi Cabine comercializados em 2003,
serão adaptadas para utilizarem carroceria aberta
de madeira, enquanto 18 % utilizarão carroceria aberta
produzida em material metálico, e 37% montadas com
baú fechado. Já os 5 % restantes, serão
adaptadas com outros tipos de carrocerias, para uso específicos.
O habitáculo do Chassi Cabine proporciona, tanto
para o motorista como para o passageiro, um nível
ímpar de conforto neste segmento, semelhante ao de
um automóvel de passeio. Este conforto começa
pelo acesso ao interior do habitáculo, facilitado
por uma ampla porta, com um significativo ângulo de
abertura.
O motorista tem à sua disposição uma
série de recursos de série, como assento regulável
em altura com encosto reclinável e apoio lombar,
direção hidráulica, painel ergonômico
com instrumentos corretamente posicionados, pára-brisa
de grandes dimensões, freios a disco nas quatro rodas
e espelhos retrovisores articulados com dupla inclinação.
Opcionalmente, o Chassi Cabine poderá vir equipado
com travamento central das portas através de comando
rádio-freqüência instalado na chave, vidros
e retrovisores elétricos, ar condicionado, Air bag
para o condutor, sistema de freios ABS e alternador reforçado
de 54 Amperes.
No habitáculo do Master Chassi Cabine há
um compartimento sobre o pára-brisa, ideal para guardar
bolsas, documentos e mapas. Já nos painéis
de porta, a Renault desenvolveu espaço suficiente
para um porta-mapas, porta-copos e uma pequena garrafa térmica.
O quadro do chassi é do tipo estrela, com longarinas
e travessas soldadas, de seção em "U".
Na parte do chassi destinada à montagem da carroceria,
quatro travessas, instaladas transversalmente às
longarinas, ajudam a gerar alta resistência a torções
e flexões, além de contribuírem para
a fixação da caçamba ou baú
ao chassi.
Além da ampla resistência, o chassi do Master
foi projetado visando proporcionar um acesso simples e rápido
aos diversos componentes mecânicos e elétricos
instalados sobre ele. Com isso, o tempo de imobilização
para a realização de reparos é extremamente
curto, um ponto extremamente positivo para o proprietário
de um veículo utilitário.
O estepe fica instalado na parte inferior do chassi, próximo
ao pára-choque traseiro do Master Chassi Cabine,
o que facilita o acesso à peça, além
de evitar alterações no projeto ou na instalação
de caçamba ou baú.
O Renault Master Chassi Cabine vem equipado com um motor
2.8 litros turbodiesel com intercooler e injeção
direta, capaz de desenvolver 114,3 cv de potência
a 3.600 rpm, e torque de 26,5 mkgf a 1.800 rpm. Este propulsor,
o mesmo que equipa as versões L2H2 e Minibus, permite
ao Chassi Cabine alcançar excelente desempenho e
retomadas rápidas, sem comprometer os resultados
de consumo de combustível e os níveis de emissão
de poluentes.
No quesito segurança, o Master Chassis Cabine também
se destaca. Ele vem equipado de série com freios
a disco nas quatro rodas, com circuitos separados para os
eixos dianteiro e traseiro, acrescidos de servo-freio e
discos dianteiros ventilados. O ângulo horizontal
total de visão dianteira e lateral é de 205,4
graus, o vertical é superior a 38 graus e os retrovisores
laterais panorâmicos, com espelhos duplos, eliminam
os ângulos mortos.
A segurança passiva é baseada num conjunto
amplo de medidas: estrutura da carroceria com deformação
programada, sistema anti-intrusão das rodas dianteiras
no fosso dos pés, barras laterais, cintos de segurança
de três pontos e apoio de cabeça nos assentos
da frente, altura regulável dos cintos para os bancos
dianteiros e air bag de 45 litros opcional para o motorista.
L1H1 2.8 litros Turbodiesel
Paralelamente ao lançamento do Master Chassi Cabine,
a Renault do Brasil amplia o leque de versões comercializadas
da linha Master, iniciando a venda da versão L1H1
(chassi curto com teto baixo) equipada com motor 2.8 turbodiesel
com intercooler e injeção direta, denominado
S9Wt.
"A ampliação da gama Master visa atender
um importante segmento do mercado nacional, cujos compradores
são profissionais com necessidades e exigências
muito específicas, e isto implica a oferta de uma
linha completa e variada de versões", explica
Ricardo Gondo.
A partir de agora, o Furgão L1H1 é disponibilizado,
opcionalmente, com motor 2.8 turbodiesel de 114,3 cv de
potência, denominado S9Wt. Este propulsor já
equipa as versões L2H2, Minibus e Chassi Cabine.
Além desse motor turbodiesel, o L1H1 também
é comercializado com propulsor 2.8 l aspirado, de
85,7 cv a 3.800 rpm.
O Master Furgão L1H1 equipado com motor 2.8 Turbodiesel,
estará sendo comercializado com preço a partir
de R$ 55.690,00.
LANÇAMENTOS
DO PRIMEIRO SEMESTRE
Mercedes-Benz apresenta
SL 55 AMG baseada no modelo Safety Car da Fórmula
1
A tecnologia de competição chega às
ruas: com o novo kit desenvolvido pela AMG, o Mercedes-Benz
SL 55 oferece um desempenho ainda mais esportivo. Desenvolvido
pela Mercedes-AMG, que é a divisão da marca
responsável pela preparação de modelos
superesportivos, a nova versão do roadster é
um modelo que reúne a força e a tecnologia
derivada do Safety Car oficial da FIA, utilizado nas provas
da temporada de Fórmula 1 do ano passado.
O SL 55 AMG com o novo pacote esportivo teve suas características
melhoradas com uma extensa linha de revisões em sua
carroçaria, sistema de refrigeração
do motor, freios e suspensão. O desenho do pára-choque
dianteiro, que domina a frente do veículo, foi inspirado
no modelo da Fórmula 1.
Com as maiores entradas de ar para a refrigeração
do motor, a Mercedes-AMG manteve a temperatura ideal para
a condução esportiva do automóvel,
que vem equipado com um motor V8 AMG de 500 cavalos de potência.
Sistema de freios e ajustes do chassi iguais ao Safety
Car da Fórmula 1
Para aumentar o desempenho e resistência dos freios,
as rodas dianteiras do SL 55 AMG com o novo kit são
equipadas com um sistema de freios de aço composto.
Medindo 380 mm de diâmetro (em comparação
com os 360 mm da versão normal), os discos de ferro
fundido ventilados e perfurados passaram a suportar temperaturas
ainda mais elevadas.
Todos os sistemas eletrônicos, associados ao Sensotronic
Brake Control, o SBC, foram aperfeiçoados para trabalhar
em harmonia com o novo sistema de freios. Juntas, todas
essas tecnologias herdadas do Safety Car da Fórmula
1 garantem mais segurança em qualquer situação,
mesmo sob condições extremas.
O SL 55 AMG com o novo pacote também se baseia no
Safety Car da Fórmula 1 quando se trata de ajustes
do chassi e na escolha de rodas e pneus: os engenheiros
da Mercedes-AMG tomaram como referência a configuração
utilizada pelo piloto Bernd Mayländer, que conduz o
carro de segurança oficial da FIA em todos os circuitos
da F1.
Novos braços de suspensão, com ajustes mais
firmes, e novas molas e amortecedores para o Active Body
Control, o ABC, proporcionam uma experiência de direção
ainda melhor. Juntamente com a nova configuração
da suspensão, a SL 55 AMG traz rodas de 19 polegadas.
As rodas dianteiras de 8.5 x 19", utilizam pneus 255/35
ZR 19, enquanto as rodas traseiras de 9.5 x 19" são
equipadas com pneus 285/30 ZR 19. A nova versão da
Mercedes-Benz SL 55 AMG estará disponível
sob encomenda para o mercado brasileiro.

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