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Online
Seu Automóvel
Edição 44 - Agosto de 2003
Conteúdo básico
PAPO DE CORAÇÃO
Amor sobre quatro rodas
Para os apaixonados, interior dos carros é
lugar ideal para o namoro
Os apaixonados mais ousados garantem que quem vê
o carro como um simples meio de transporte não sabe
o que está perdendo. Por fetiche, curiosidade ou
necessidade, o namoro nos carros já virou tradição
e as histórias infantis mostram que existe desde
os tempos das carruagens.
Para muitos o melhor momento é quando o trânsito
está parado. Apesar das películas dificultarem
um pouco, a paquera pode rolar e quem sabe a troca de celulares
não acontece?
Além de dar uma forcinha no namoro, os carros também
são o local preferido de alguns casais para os famosos
"amassos". "O carro é um lugar ótimo
para ficar juntinho. É quentinho e aconchegante,
mas hoje em dia está perigoso e evito ficar no carro
por muito tempo", diz Roberta Magalhães, 22,
que namora Gustavo Leite, 27, há três anos.
Ela diz ser uma pena não poder ficar aproveitando
a vista e namorando na avenida Boa Viagem por conta da violência.
"É um programa delicioso, mas não dá
para ficar de bobeira," explica.
A saudade venceu a responsabilidade no caso do casal Pedro
de Sá e Luísa Braga, nomes fictícios
pois não quiseram se identificar, juntos há
mais de quatro anos. "Tivemos uma briga e quando reatamos
preferimos ficar um tempo escondido. Não podíamos
ficar em casa, então ficávamos no carro mesmo.
A película escura nos dava privacidade", conta
Luísa. Os lugares procurados eram os mais desertos
e perigosos. "Uma ruazinha escura e deserta era o lugar
perfeito. Conhecíamos os riscos, mas não nos
controlávamos e às vezes ficávamos
nos estacionamentos dos shoppings", lembra Pedro.
Os adeptos dos "amassos" nos carros dizem que
alguns modelos são mais indicados, como os compactos
onde os bancos podem ser parcial ou totalmente rebatidos.
Nesse quesito os mais propícios são o Renault
Scénic, Citroën C3, Honda Fit, Fiat Stilo e
Ford EcoSport. Mas quem não pode contar com bancos
grandes e confortáveis não deixa de se virar
com o que tem, um Celta, Palio... Tem até a desculpa
de quanto menor, mais apertadinho fica, o que é melhor.
Júlia Kacowicz - Pernambuco.com
VIOLÊNCIA
NO TRÂNSITO
Blindagem e vidro
antivandalismo: alternativas e mercados diferenciados
Para quem não pode blindar, vidro antivandalismo
pode ser o começo
A violência que atinge o país levou ao desenvolvimento
de diferentes formas de proteção, especialmente
por parte da classe média, que também passou
a ser vítima da violência no trânsito.
A blindagem de carros populares e o uso do vidro antivandalismo
estão entre as opções. Nem todos, no
entanto, são devidamente informados das enormes diferenças
entre as duas alternativas. Peso, preço, praticidade
e nível de segurança são algumas delas.
"A principal diferença está em que o
vidro antivandalismo (AV-Plus) foi desenvolvido para resistir
a golpes de armas brancas. Para resistir a balas, são
fabricados vidros blindados", afirma José Freire
de Sena, diretor da Vitrotec Vidros de Segurança.
A Vitrotec é a única empresa brasileira que
fabrica os dois tipos. "Acreditamos que a venda de
um produto reforçará a venda do outro. Cada
um tem seu mercado específico. O pai que blinda seu
carro pode adquirir um kit de AV-Plus para proteger sua
mulher e seus filhos dos ataques de ladrões nas esquinas
da cidade."
A blindagem é mais conhecida, já que é
produzida e utilizada há mais tempo. De 1995 a 2001,
a produção/ano de carros blindados no país
teve um crescimento de 1.106%, segundo dados da Associação
Brasileira de Blindagem (Abrablin). Pulou de 388 para 4.681
veículos. Em 2002, no entanto, foram produzidos apenas
4.136 veículos blindados, uma queda de 11,65% em
relação ao ano anterior.
Para se blindar um carro, não basta colocar vidros
com resistência balística. Toda a parte não
transparente do carro deve ser protegida por aço
e mantas de aramida. Além do mais, o Exército,
que regulamenta o setor, não permite que sejam vendidos
carros "blindados" com a proteção
apenas nos vidros.
De acordo com a Abrablin, o custo médio de uma blindagem
é de R$ 50 mil. Uma das alternativas encontrada pela
classe média ao alto custo é a blindagem de
carros populares. Essa alternativa pode trazer dois benefícios
para a segurança: a própria blindagem e o
fato de não chamar a atenção. Dois
pontos negativos: o preço da blindagem pode sair
mais caro do que o preço do carro, já que
para o cálculo do custo não se leva em conta
o carro e sim a área a ser protegida; pelo motor
fraco e freios projetados para pouca carga, o desempenho
dos carros populares blindados, tanto em aceleração
como em frenagem, fica prejudicado.
A utilização de vidros antivandalismo AV-Plus
é uma alternativa mais barata sobretudo quando se
constata que cerca de 95% dos ataques se dão com
a utilização de armas brancas. Ações
de bandidos com armas de fogo são muito menos numerosas.
O vidro antivandalismo constitui-se em solução
prática (simples troca dos vidros do carro na concessionária
ou oficina especializada). O preço é convidativo
e financiável em até 24 meses com elevada
vantagem na relação custo-benefício.
Com um dispêndio de cerca de R$ 4.000,00, pagável
em dois anos, a família estará defendida assim
como o seu o patrimônio, isto é, o carro e
seus acessórios de valor. A substituição
do vidro comum pelo AV-Plus demora cerca de duas horas,
enquanto uma blindagem leva cerca de trinta dias.
"As vendas do AV-Plus são progressivamente
crescentes e, a partir de agosto, quando o kit estiver disponível
nos pontos de venda da rede de concessionárias filiadas
à Fenabrave, as vendas deverão disparar, para
tranqüilidade das famílias que o adquirirem,
afirma José Freire de Sena, diretor da Vitrotec.
SUSPENSÃO,
FREIOS, MOTOR E TRANSMISSÃO
Dana lança catálogo
eletrônico de peças em cd e internet
Para facilitar a busca de informações sobre
os componentes que comercializa no mercado de reposição,
a Dana colocou em seu portal na Internet (http://www.dana.com.br)
o catálogo eletrônico de peças, que
inclui as quatro linhas de produtos oferecidas pela empresa
- Suspensão, Freios, Motor e Transmissão.
Voltado para distribuidores, lojas de autopeças
e mecânicos, o catálogo on-line é utilizado
na identificação dos componentes Dana na hora
da compra, venda e no momento da aplicação
da peça no veículo.
O catálogo eletrônico apresenta quatro diferentes
formas de busca. Para encontrar o componente desejado, o
cliente pode pesquisar pela aplicação (montadora
e veículo), pelo código Dana ou pelo número
da peça original. É possível também
fazer a pesquisa pelo código de uma peça fabricada
por concorrente, pois o sistema faz uma busca pelo componente
Dana equivalente.
Outra vantagem do catálogo eletrônico é
que o usuário não precisa baixar nenhum programa
para seu computador. O banco de dados é totalmente
on-line e está sempre atualizado (é o mesmo
utilizado para os catálogos impressos) com os novos
lançamentos de veículos e produtos.
O cliente consegue visualizar especificações
dos componentes e dos kits, como medidas e ilustrações
bem detalhadas. O catálogo da Dana também
é um dos mais completos do mercado. Na linha de Cardans,
por exemplo, estão disponíveis dados sobre
o eixo e todos os outros componentes que complementam a
família.
São 24 catálogos on-line: amortecedores
Nakata, bandejas Nakata, bombas d'água Urba, bombas
de combustível Brosol, bombas de combustível
Carter, bombas de óleo Brosol, bombas elétricas
de combustível Brosol, camisas de cilindro Perfect
Circle, carburadores Brosol, cardans Spicer, elastômeros
Spicer, eixos diferenciais Spicer, filtros Wix, freios Nakata,
juntas de motor Victor Reinz, juntas homocinéticas
Spicer, kits de motor Perfect Circle, kits de reparo para
amortecedor Nakata, kits de reparo para juntas homocinéticas
Spicer, mancais Spicer, molas Nakata, suspensão agrícola
Nakata, suspensão leve Nakata e suspensão
pesada Nakata.
Também em CD
Além da Internet e dos tradicionais catálogos
impressos, outra nova opção para os clientes
Dana é o catálogo de peças em CD. Com
este formato, os clientes têm acesso ao banco de dados
de peças Dana sem a necessidade de se conectar à
Internet.
A redação da Mecânica Online recebeu
um catálogo da Dana em cd-rom. O conteúdo
é bem ilustrado e todas as informações
são fáceis de serem encontradas. Com essas
implementações com certeza a Dana facilita
o acesso da informação mais rapidamente.
ECONOMIA
Seu carro pode durar muito
mais
Fazer revisões nos prazos indicados pelas montadoras
e tomar alguns cuidados ao volante ajuda a diminuir os custos
com a oficina
O uso diário do carro acarreta um
desgaste natural das peças, o que é inevitável.
Minimizar o prejuízo nas oficinas e prolongar a vida
útil dos componentes depende muito da maneira de
conduzir do motorista. Separamos 16 dicas dadas pelos técnicos
da Volkswagen, para preservar não só bom funcionamento
e a performance do veículo como o bolso do motorista,
evitando consertos e trocas de peças antes dos prazos
estabelecidos pelos fabricantes.

1 - O mais importante: realize as revisões periódicas
de acordo com os prazos e quilometragens estabelecidos no
manual do veículo. Também siga fielmente as
instruções do manual para a limpeza da carroceria,
lavagem do vão do motor, abastecimento de fluidos
e troca de óleo.
2 - Mesmo com as baixas temperaturas do inverno, não
é preciso acelerar o veículo para esquentar
o motor, antes de sair da garagem. Seguindo este hábito,
o motorista gasta combustível à toa e aquece
apenas o motor, enquanto os demais componentes permanecem
frios. Em dias de baixa temperatura, coloque o veículo
em movimento aumentando a velocidade gradativamente, para
que todo o conjunto mecânico se aqueça aos
poucos.
3 - Faça a troca de marcha dentro da rotação
adequada, marcada no conta-giros e indicada no manual do
carro. A troca deve ser suave. Se for preciso fazer força
para trocar a marcha, é preciso averiguar o problema.
4 - Não descanse o pé no pedal da embreagem.
Isso provoca desgaste precoce das peças que formam
o conjunto da embreagem, principalmente do rolamento.
5 - Conserve o motor limpo para manter a boa refrigeração
deste componente, mas evite usar produtos químicos
que atacam peças metálicas e plásticas.
A princípio, lave o motor apenas com água
e, no máximo, use detergentes neutros quando tiver
enfrentado pisos com areia ou lama. Quando necessário,
espere o motor esfriar para lavá-lo, evitando choque
térmico.
Rodas e pneus
6 - Quando houver desgaste visível dos pneus da frente,
recomenda-se a troca dos pneus traseiros pelos dianteiros,
mantendo o mesmo sentido de giro (os do lado esquerdo permanecem
no lado esquerdo e os do direito permanecem no lado direito).
Deste modo, os quatro pneus atingirão aproximadamente
a mesma duração. No caso de certos sinais
de desgaste, a troca cruzada (em X) poderá ser vantajosa.
Em caso de dúvidas, consulte a assistência
técnica ou o manual de instruções do
carro.
7 - A duração dos pneus depende da calibragem,
do modo de conduzir e do equilíbrio das rodas. Siga
as instruções de calibragem para o modelo
do seu carro. Fazer curvas em grande velocidade, acelerar
e frear bruscamente aumentam o desgaste dos pneus.
8 - O desequilíbrio das rodas se manifesta geralmente
por vibrações no volante, portanto fique atento.
Este desequilíbrio, além de afetar rodas e
pneus, provoca desgastes na direção e na suspensão.
Freios
9 - Em uma descida, não freie bruscamente. Engrene
uma marcha inferior para aproveitar a força retentiva
do motor e aliviar os freios. Se for preciso frear, não
faça de forma brusca, mas aos poucos.
10 - O desgaste dos freios depende muito das condições
de tráfego e do estilo de conduzir. Para aqueles
que enfrentam diariamente o trânsito urbano ou trajetos
curtos (ou ainda motoristas que gostam de dirigir esportivamente),
é recomendado checar os freios antes do previsto
no plano de assistência técnica.
11 - Quando sentir o nível do pedal de freio baixar,
necessitando que se pise mais fundo no freio para obter
o mesmo resultado alcançado em níveis normais
no pedal, procure a assistência técnica. Chiado
nas pastilhas de freio também indica algum tipo de
problema, que deve ser sanado imediatamente.
Combustível e fluidos
12 - Abasteça sempre num posto de gasolina de
sua confiança. Combustíveis de má qualidade
prejudicam todo o sistema de alimentação do
motor.
13 - Fique atento ao consumo de combustível e fluidos
como os de freio, óleo e água.
14 - Cheque os níveis dos fluidos periodicamente.
Fluido de arrefecimento (água) deve ser abastecido
com o motor frio.
15 - Cheque sempre o piso sob o veículo, para constatar
eventuais vazamentos em tempo.
16 - Use somente o tipo de óleo indicado no manual
do veículo. Para quem quer saber mais sobre o assunto,
a montadora oferece o curso Mecânica Volkswagen para
Amadores, dirigido ao usuário comum de veículos.
O curso, ministrado pelas concessionárias VW, dão
dicas sobre o funcionamento dos automóveis, operação
e condução econômica e até orientações
do tipo faça você mesmo, no tocante
à manutenção do carro.
Paulo Cruz - Correio do Estado/MS
FIM DE PRODUÇÃO
Chega ao final a linha de produção
do Fusca
Fim da produção do Fusca encerra a
trajetória de 70 anos
do carro mais popular da história
Durante muitos anos, uma velha e machista piada brasileira
dizia que todo indivíduo um dia na vida teve ou teria
uma mulher feia e um Fusca. Pelo menos a segunda parte desta
"afirmação" não se pode ser
considerada exagero.
As gerações atuais não devem conhecer
bem o modelo, mas o Fusca fez parte do cotidiano nacional
entre as décadas de 1950 e 1990.
Durante anos, foi sinônimo de um carro legitimamente
popular - só no mercado brasileiro somou 3 milhões
de unidades comercializadas. Fabricado por aqui até
1986, com um curto "revival" na década
de 90, o Fusca só tinha como único refúgio
no mundo: o México.
Mas a Volkswagen acaba de anunciar o fim da produção
do carrinho até o término do ano, em função
de uma forte queda nas vendas por lá. O golpe de
misericórdia foi a nova legislação
mexicana, que obriga aos táxis a terem quatro portas.
Foi o encerramento lacônico de uma longa trajetória
de sucesso.
A
história toda começou na Alemanha, mais especificamente
em Stuttgart. O ano era 1932 e Ferdinand Porsche esboçou
pela primeira vez aquele que seria um carro marcante na
história da indústria automobilística
mundial. Na verdade, Porsche estava desenvolvendo um carro
popular a pedido de Adolf Hitler, numa época em que
imperavam carros de luxo.
O primeiro protótipo do modelo surgiria apenas quatro
anos mais tarde, sob a alcunha de Volksauto VW-3 e equipado
com um motor dois cilindros refrigerado a ar. O péssimo
desempenho nos testes fez com que fosse adotado um propulsor
traseiro, também refrigerado a ar, só que
com quatro cilindros opostos dois a dois - chamado de "boxer".
Podia-se dizer, sem problemas, que o Fusca era um carro
ousado, já que naquela época os automóveis
tinham motores refrigerados a água e suspensão
geralmente em feixe de molas.
O modelo da Volks, agora com o estranho nome de Kdf-Wagen,
saía com suspensão dianteira independente
e barras de torção. A fábrica que iria
abrigar a produção do Fusca foi inaugurada
em 39, ano do início da Segunda Guerra Mundial, e
o modelo acabou sendo adaptado para uso militar, nascendo
versões de carros anfíbios e de jipes. Com
a fábrica praticamente destruída pelos aliados,
a produção do Fusca só foi retomada
em 46.
Beetle
A partir daí, começou a ascensão do
modelo e a produção atingiu 46 mil unidades
na Alemanha. Em 1949, o Fusca debutou nos Estados Unidos
e depois recebeu o apelido de beetle - besouro em inglês.
Mas o início na terra do Tio Sam foi difícil
e apenas três unidades do carro foram comercializadas.
No Brasil, porém, a história foi diferente.
As 30 unidades do primeiro lote importado para cá
foram rapidamente vendidas, com o pomposo nome de Volkswagen
Sedã 1.200 e motor de 26 cv. Na época, o modelo
não tinha quebra-vento e vinha com o vidro traseiro
bipartido. Três anos mais tarde, mais precisamente
em 23 de março de 1953, a Volks começou a
montar - no que seria uma espécie de sistema CKD
da época - o Fusca em um pequeno armazém no
bairro paulistano do Ipiranga. O modelo já com quebra-vento
e vidro traseiro inteiriço.
Em
57, a montadora inaugurou a fábrica de São
Bernardo do Campo. Em 58, com a presença do presidente
bossa-nova Juscelino Kubitscheck, inaugurou a linha do Fusca
nacional, que chegou às lojas em 3 de janeiro de
59.
O carro, desde então, passou por diversas modificações.
Em 67, o modelo ganhou motor 1.3 e, no ano seguinte, o carro
adotou um sistema elétrico de 12 volts em substituição
ao de 6 volts. O apelido Fuscão chegou quando o carro
recebeu um motor 1.5 de 52 cv e alavanca de câmbio
mais curta. Por fora, o veículo ganhou entradas de
ar no capô e novas lanternas.
Antes do fim da produção, em 1986, o carro
ainda seria equipado com um motor 1.6 de 65 cv, ganharia
as famosas lanternas "Fafá", além
de pistões e cilindros redesenhados. Tudo para manter
acesa a legião de fãs do "besouro".
Legião que, em 1994, contava até com a apreciação
do então Presidente Itamar Franco, que solicitou
à Volks que retomasse a produção. O
"remake" do Fusca durou dois anos, rendeu 40 mil
unidades e mais lamentações saudosistas pela
segunda despedida carrinho.
Volkswagen encerra a produção do Fusca
e traz 15 unidades da "Última Edición"
para o Brasil
No dia 30 de julho de 2003, exatamente às 9h05 no
horário local (12h05 em Brasília), a linha
de montagem da Volkswagen em Puebla, no México, encerrou
a produção do último exemplar da série
exclusiva "Última Edición", que
marca a despedida do Fusca. Trata-se da unidade nº
21.529.464 de um dos maiores mitos da indústria automobilística
mundial em todos os tempos, manufaturado em mais de 20 países
durante quase 70 anos.
Para celebrar o acontecimento, a Volkswagen vai atender
um número muito pequeno de colecionadores e fãs
brasileiros com a importação de apenas 15
unidades da série exclusiva (composta por 3 mil unidades).
O carro, exclusivamente na cor Bege Lunar, será comercializado
pelo sistema de venda direta pela Internet. Cada unidade
vai custar U$ 13,5 mil.
O último Fusca
A série exclusiva apresenta o Fusca em suas
características mais marcantes. O design é
clássico, com destaque para os frisos cromados. A
cor Bege Lunar realça as formas únicas e remete
à fase áurea do modelo. Os bancos revestidos
em tecido preto são a expressão do conforto
Volkswagen. O motor, 1.6 de 4 cilindros, é o mesmo
que fez do Fusca um símbolo de eficiência e
resistência em sua categoria em todos os tempos.
A síntese da história do modelo -- criado
por Ferdinand Porsche e lançado comercialmente em
1945 -- está representada na manopla de abertura
do capô dianteiro, onde se encontra o emblema de Wolfsburg,
numa homenagem à cidade-sede da fábrica matriz
da Volkswagen que o projetou para o mundo. Entre os itens
de série, o Fusca "Última Edición"
possui componentes e equipamentos como alarme sonoro e visual,
antena, calotas parciais cromadas, carpete no assoalho,
cintos dianteiros de 3 pontos, cintos traseiros subabdominais,
detalhes no painel na cor do veículo, emblema "Última
Edición" no porta-luvas, faróis halógenos,
faróis e lanternas com molduras cromadas, friso cromado
nos estribos laterais, frisos cromados nas laterais, imobilizador,
limpador de pára-brisa de duas velocidades, material
anti-ruído, pára-choques cromados, ponteira
cromada do escapamento, porta-mapas na lateral da porta
do lado esquerdo, rádio CD Player com 4 alto-falantes
e retrovisores externos cromados.
O último Fusca produzido no mundo -- na cor Azul
Aquarius -- foi saudado com flores e música típica
do México pelos trabalhadores da fábrica de
Puebla. O modelo seguirá para a Alemanha, onde será
incorporado ao Museu da Volkswagen.
Instantâneas
- Desde o início da fabricação,
o Fusca já teve mais de 21 milhões de unidades
produzidas em todo o mundo.
- O modelo anfíbio fabricado pela Volkswagen para
o "esforço de guerra" da Alemanha nazista
se chamava Schwimmwagen - "carro nadador" - e
atualmente há três exemplares desta versão
do Fusca - uma no Brasil.
- A linha de montagem dos primeiros Fuscas no início
da década de 50 no Brasil tinha 12 empregados.
- O carrinho já foi até protagonista de filme.
Em 1969, os estúdios Walt Disney produziram "Herbie
- Se Meu Fusca Falasse", onde o carro da Volks tem
vida própria.
- No Brasil, um modelo dourado do Fusca era o meio de transporte
do atrapalhado Mário Fofoca, interpretado por Luiz
Gustavo na novela global "Elas por Elas", de 1983.
Depois, o personagem até ganhou um seriado de vida
curta, onde continuava pilotando o Fusquinha dourado.
- O ano de 1974 foi o melhor da história do Fusca
no país. Naquele ano, 239.393 unidades do carro deixaram
a linha de montagem em São Bernardo do Campo. Nunca
mais o Fusca alcançou tamanha escala de produção
no país até sua despedida.
- As últimas 1.500 unidades fabricadas do Fusca
nacional, em 1996, receberam a versão Ouro, que trazia
estofamento especial, desembaçador traseiro, faróis
de neblina, painel com fundo branco e vidros verdes.
APROVADO
Pesquisa revela satisfação
com o Fiat Stilo
Pesquisa realizada com os primeiros compradores do
Fiat Stilo revela altíssimo índice de satisfação
com o modelo: 98%. Este grau de satisfação
mostra o encantamento do cliente com o Fiat Stilo, que também
é confirmado pelo alto índice (94%) de recomendação
do carro a amigos.
Todas as inovações que o Fiat Stilo trouxe
para o mercado visaram uma única finalidade: aumentar
a comodidade e o prazer de quem convive com ele. E esta
pesquisa mostra que ele alcançou seu objetivo. A
modernidade do design, o conforto e a tecnologia de ponta
são os atributos mais fortes citados pelos usuários
do Fiat Stilo.
As linhas externas arrojadas tornam o Fiat Stilo, na pesquisa,
um veículo de forte impacto visual e com um estilo
diferenciado. Já o alto grau de satisfação
de conforto é representado pelos atributos espaço
e acabamento interno. Com o conceito NGI (Next Generation
Interior), o generoso habitáculo do Fiat Stilo foi
planejado para aproveitar o espaço de forma inteligente,
o que implica grande flexibilidade no arranjo dos bancos,
nichos estrategicamente posicionados para acondicionar objetos
e outros recursos que transformam o modelo excepcionalmente
funcional, versátil e muito confortável.
Os recursos e dispositivos inovadores do Fiat Stilo resultaram
no alto grau de satisfação com a tecnologia
do carro. O My Car Stilo, que permite ao motorista personalizar
os comandos de acordo com suas preferências, e o computador
de bordo são de série em todas as versões.
O Fiat Stilo também foi o primeiro carro produzido
no Brasil a oferecer itens como o teto solar Sky Window
(com cinco lâminas de vidro), oito air bags e o ar-condicionado
Dual Temp, que permite regulagem de temperaturas distintas
para o lado direito e esquerdo.

A dirigibilidade é outro fator com bastante força
dentro da pesquisa. De acordo com os usuários do
Fiat Stilo a leveza da direção elétrica
facilita muito as manobras, que aliado ao conforto proporciona
um ótimo prazer ao dirigir. Esse benefício
se deve ao sistema de direção elétrica
Dual Drive, que só o Fiat Stilo oferece ao mercado,
que torna a condução extremamente leve nas
manobras, demandando pouquíssimo esforço do
motorista.
O resultado da pesquisa dos primeiros compradores do Fiat
Stilo também mostra uma forte fidelidade com a Fiat.
Dos entrevistados, 59% declararam que seu veículo
anterior pertencia à marca Fiat, e o grau de satisfação
com o veículo anterior encontra-se em um patamar
bastante positivo, de 92%.
FAÇA VOCÊ
MESMO
Faça você mesmo
a inspeção veicular do seu veículo
Ao contrário do que se pode pensar, a inspeção
veicular não é um bicho de sete cabeças.
Especialista afirma que os próprios motoristas podem
identificar itens em mau estado de conservação,
a partir de um olhar atento sobre o carro e assim, prevenir
acidentes.
Segundo o Instituto Nacional de Segurança no Trânsito,
cerca de 27% dos acidentes têm origem na falta de
manutenção adequada do veículo. "Sistema
de iluminação irregular, amortecedores gastos,
folgas na direção, e problemas nos freios
são os principais problemas encontrados em inspeções
veiculares", afirma o engenheiro Mário Ferro,
que é gerente de Inspeção Veicular
da Linces Vistorias.
Mario Ferro explica que uma vistoria profissional verifica
mais de cem itens no veículo, em um processo que
consome apenas 20 minutos, mas que pode salvar vidas ou
eliminar gastos posteriores bem maiores. Entretanto, ainda
de acordo com o técnico, os próprios motoristas
podem garantir sua segurança ao volante se observarem
regularmente algumas partes dos automóveis.
Além disso, uma inspeção pode evitar
muitas dores de cabeça na hora de comprar um automóvel
ou antes de uma viagem. Pneus, freios, cintos de segurança
e faróis são peças-chave e fáceis
de serem verificadas. (Veja abaixo as dicas de Inspeção
Veicular do especialista).
Dicas de Inspeção Veicular
Essas ações devem ser realizadas diariamente,
ou pelo menos uma vez por semana:
1
- Verificar sempre a pressão dos pneus, de preferência
com o pneu frio, colocando a pressão conforme a recomendação
do fabricante do veículo. Pneus descalibrados diminuem
a segurança.
2 Examinar o estado dos pneus. Desgaste excessivo
na banda de rodagem, rasgos ou bolhas nas laterais, podem
causar sérios acidentes. Substitua o pneu e faça
uma revisão nos sistemas de suspensão e direção.
3
- Verificar se todas as luzes estão acendendo (setas,
lanternas, faróis etc). Luzes queimadas podem provocar
acidentes.
4 - Verificar os freios. Se ao frear o carro não
mantiver a trajetória e desviar para um dos lados,
é sinal de que existe problema nos freios.
Se ao pressionar o pedal do freio você sentir que
ele afundou mais da metade do curso, algo está errado.
O pedal do freio deve descer até o meio e então
oferecer alguma resistência, como se alcançasse
um obstáculo. Tanto o afundamento total quanto a
sensação de estar apertando uma esponja são
sinais de defeito. Faça uma revisão urgente.
5 - Teste rápido dos amortecedores. Balance o carro
para cima e para baixo, fortemente (você pode fazer
isso pressionando acima de cada roda). Se os amortecedores
estiverem bons, o carro só balançará
uma vez e parará. Se o carro balançar duas
ou mais vezes, os amortecedores podem estar com pouca ação.
É hora de trocá-los.
Mário Ferro
CRASH TEST
Kia Sorento ganha cinco estrelas
em impacto lateral
Kia aparece ao lado de Mercedes e Volvo na posição
mais elevada do teste
Seul O sport utility médio
Kia Sorento, modelo 2003, acaba de ser indicado como o veículo
mais seguro em novo crash test de impacto lateral. O Sorento
recebeu cinco estrelas tanto na colisões laterais
no banco do motorista quanto dos ocupantes do banco de trás,
de acordo com as informações da NHTSA
National Highway Traffic Safety administration.
O Sorento foi o único dos três novos modelos
testados recentemente pela NHTSA a receber cinco estrelas
na classificação na proteção
de impacto lateral. Os outros dois modelos testados foram
a Mercedes C240 e o Volvo XC90. Uma classificação
cinco estrelas indica risco de ferimento sério de
5% ou menos.
O crash test lateral faz parte do Programa de Tributação
de Carros Novos, da NHTSA. Esse programa fornece aos consumidores
informações de segurança veicular,
em especial sobre a relação ferimento-causa
dos impactos. A NHTSA testou o Sorento, modelo 2003, com
motor de 3.5 litros, V6, em simulação com
"barreira" de 1.368 Kg, em uma velocidade de 62
Km/h.
"A classificação cinco estrelas do Sorento
em colisões laterais é clara evidência
do compromisso da Kia com a segurança", diz
Yong-hwan Kim, COO da Kia Motors. Desde o início
de seu lançamento em fevereiro de 2002, o Sorento
tem sido um campeão de vendas para a Kia Motors,
com mais de 150 mil unidades vendidas em todo o mundo.

UTILIDADE
Atributos da motocicleta
a transformam em ferramenta de trabalho
Versatilidade, praticidade e economia abriram caminho
para a utilização crescente do veículo,
hoje indispensável tanto nas capitais quanto no interior
do País
Nos últimos anos, a motocicleta vem se firmando
como importante alternativa de transporte e de obtenção
de renda no Brasil, graças a características
como praticidade, versatilidade, agilidade e economia.
Segundo a Abraciclo (Associação Brasileira
dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas
e Bicicletas), cerca de 22% dos consumidores a utilizam
principalmente como ferramenta de trabalho no País.
Reflexo disso é o surgimento de profissões
relacionadas ao uso da motocicleta e a popularização
de serviços como motofrete, delivery e mototáxi,
que estão ganhando as ruas das grandes cidades brasileiras.
Dados do Sindicato das Transportadoras de Carga do Estado
de São Paulo (Setcesp) mostram que, apenas na Grande
São Paulo, existem hoje 4 mil empresas especializadas
em motofrete, empregando cerca de 300 mil motociclistas
na região. A agilidade e rapidez proporcionadas por
essa atividade são as principais causas do enorme
crescimento registrado no setor nos últimos anos,
fenômeno presente também em outras capitais.
Os serviços de entrega sobre duas rodas se difundiram
tão rapidamente no País, facilitando o dia-a-dia
das pessoas, que se tornaram um meio indispensável
para o envio dos mais variados tipos de encomendas documentos,
correspondências, refeições, flores,
entre outros.
Já no interior do País e na zona rural, sobretudo
em regiões onde faltam opções de transporte
e as vias são de difícil acesso, o segmento
de mototáxi vem conquistando um espaço bastante
significativo, representando mais oportunidades para os
motociclistas e levando praticidade à vida dos usuários
locais.

Os atributos da motocicleta explicam porque uma parcela
cada vez maior de consumidores adota essas atividades como
forma de obter uma fonte de renda. O veículo reúne
baixo custo de manutenção, robustez, versatilidade
e durabilidade, que permitem enfrentar diversos tipos de
terrenos, além de proporcionar agilidade nos deslocamentos
e excelente economia de combustível. Dessa forma,
a motocicleta demonstra ser uma ferramenta eficiente para
o trabalho do dia-a-dia e uma ótima opção
para o lazer nos finais de semana.
Facilidades
Atenta às necessidades desse público, a
Honda oferece algumas facilidades para quem deseja adquirir
uma motocicleta da marca. Uma delas é o Consórcio
Nacional Honda (CNH), que é líder no segmento
no Brasil, com mais de 1 milhão de bens entregues,
e tem opções de planos com prazos entre 12
e 72 meses. Por exemplo, para adquirir uma CG 125 Titan
KS (versão com partida a pedal e freios a tambor),
o consumidor pode pagar 72 parcelas mensais de apenas R$
79,76.
Outra linha de crédito que facilita a aquisição
de motocicletas novas de até 125 cc é o Programa
de Geração de Emprego e Renda (Proger), convênio
firmado entre a Honda e o Banco do Brasil. A parceria possibilita
financiamentos especiais e com juros baixos, utilizando
recursos provenientes do Fundo de Amparo ao Trabalhador
(FAT) do Ministério do Trabalho e do Emprego.
Dessa maneira, disponibilizando produtos que aliam qualidade,
preços acessíveis e alta tecnologia, a Honda
oferece alternativas para a aquisição de motocicletas
aos consumidores que buscam a independência financeira
ou até mesmo ingressar no mercado de trabalho, cada
vez mais competitivo.
ARTIGO
Não Venda Produtos.
Venda Sonhos
Luiz Renato Roble*
Há algum tempo quando participava de um evento,
fiquei impressionado ouvindo a apresentação
de um homem que falava sobre sua profissão: Eu
vendo o melhor produto do mundo. O sonho de qualquer pessoa,
pois quem já possui um, gostaria de ter outro: Eu
vendo imóveis.
Era notável como aquele senhor falava de seu trabalho,
pois ele respirava vendas. O que mais chamou minha atenção
foi justamente sua colocação inicial, valorizando
sua profissão e seu produto, tornando vendas e locações
de imóveis, o que a princípio pode nos soar
como ser algo aborrecido, em um ícone do sonho de
consumo da sociedade contemporânea.
Profissionais que pensam assim têm razão.
Na verdade, as pessoas estudam, batalham e trabalham duro
para vencer e progredir, desejando melhorar seu padrão
de vida, ter conforto e principalmente adquirir bens que
as satisfaçam. Lutam para realizar seus sonhos e
o verbo comprar, invariavelmente, está relacionado
com essas conquistas.
Para que uma compra seja um sonho não é preciso
que se trate de uma casa na praia ou de um apartamento maior.
A indústria da publicidade sabe muito bem disso.
O simples ato de estar em um supermercado comprando uma
margarina pode estar, indiretamente, relacionado ao desejo
de uma feliz manhã de sábado junto à
família.
Ao comprar uma calça, por exemplo, uma jovem pode
estar, indiretamente, conquistando aquela silhueta que ela
não tem, mas que deseja ter. E quando compra um carro
novo, uma pessoa pode estar adquirindo, também, uma
idade ou um status que imagina para si.
O importante é saber que não estamos apenas
vendendo ou comprando produtos ou serviços. É
um pouco além disso. Vendemos sim, um conceito, uma
miragem, um sonho que, com certeza, é muito mais
forte do que o próprio produto.
Quem trabalha no comércio deve acordar e trabalhar
para que permita às pessoas concretizarem seus sonhos,
seja lá qual forem eles. Na verdade, depois que as
pessoas saem de casa, enfrentam um trânsito, normalmente
complicado, encontram uma vaga no, sempre difícil,
estacionamento de um shopping, caminham, olhando vitrines
e, finalmente, decidem entrar em uma loja, a intenção
de compra já está lá, presente no íntimo
delas. Basta saber concretizar a venda. Realizar seus sonhos.
O engraçado é que a maioria das pessoas não
se dá conta disto, nem os lojistas e nem quem se
dispõem a criar um país da alegria e dos sonhos.
Estive recentemente em um famoso parque de diversões
no interior de São Paulo. O lugar tem tudo para dar
certo. Ainda não deu. Não existe respeito
para com os visitantes, desde a falta de sinalização
na estrada. Quando finalmente se consegue chegar e entrar,
descobre-se que nenhuma informação é
colocada com clareza no interior do parque, fazendo com
que as pessoas se sintam perdidas, desorientadas e desconfortáveis.
A construção do encantamento e da alegria
é constantemente interrompida, pois o atendimento
é péssimo. A maioria dos atendentes não
olha na cara dos visitantes e o preço da alimentação
é um assombro. O visual do parque é interessante,
mas as diversas atrações, por falta de manutenção
ou de um pessoal treinado e uniformizado de acordo com o
tema, não contribuem para que se crie realmente um
clima de sonho aos visitantes, como era de se esperar de
uma terra da alegria.
Assim como um parque de diversões, valorizar as
pessoas no ponto-de-venda é fundamental para que
elas viajem durante o atendimento. Ele precisa estar envolto
em uma nuvem de magia e sedução para que o
mais simples ou o mais sublime dos sonhos seja ali realizado.
Isto pode e deve ser obtido por meio de um bom design aplicado
na ambientação e na comunicação
e de um atendimento profissional e surpreendente, não
se esquecendo, é claro, da qualidade dos produtos
e serviços ali oferecidos.
Luiz Renato Roble é designer e diretor de Criação
da DATAMAKER DESIGNERS.
E-mail: criacao@datamaker.com.br
SOM AUTOMOTIVO
Até oito horas de som
em seu carro
Mp3 invade de vez o som automotivo
A nova linha de áudio Siemens VDO Automotive
CD Players 2703 e 2803 permite que você reproduza
no seu carro CDs gravados em MP3. Isso significa que você
pode gravar seus próprios CDs e escutá-los
no trânsito, a caminho de casa, em viagens ou qualquer
outra ocasião, criando sua programação
musical. É como ter o seu próprio DJ a bordo.
Num CD-Rom comum pode-se armazenar até uma hora
e vinte minutos de músicas; se elas estiverem gravadas
em MP3, a capacidade sobe para oito horas. Você pode
baixar músicas em MP3 pela Internet ou então
preparar seleções dos seus próprios
CDs, utilizando um simples computador doméstico equipado
com gravador de CD.
A nova linha de áudio da Siemens VDO Automotive
traz também aparelhos com desenho moderno e display
multicolorido, que combinam com o painel e o estilo dos
carros vendidos no País. Além disso, oferece
opcionais que facilitam o uso do aparelho, principalmente
para o motorista: controle remoto de cartão e de
volante, disqueteira com capacidade para 6 CDs e kit viva-voz
para telefone celular.
Os modelos contam também com sistema flipdown
a entrada do CD fica escondida atrás da frente removível.
Além disso, os aparelhos controlam o volume automaticamente,
de acordo com a velocidade do veículo, colocando
fim à agonia de abaixar o volume quando se pára
num farol, por exemplo.

A nova linha de áudio Siemens VDO Automotive é
fabricada no Brasil e possui garantia de um ano. O preço
sugerido dos aparelhos é de R$ 800,00 a R$ 1 mil.
ORIENTAÇÃO
Conserto de um veículo
defeituoso
pode ser feito depois do prazo estipulado pela montadora
Recall é gratuito a qualquer tempo - Do total
de donos de automóveis convocados, 35% não
respondem ao chamamento para a inspeção
Quando uma montadora anuncia a realização
de um recall inspeção e conserto gratuito
de um carro com defeito sempre é divulgado
que existe um prazo limite para a realização
do serviço. Mas, na realidade, este "chamamento"
não tem prazo para acabar. Ou seja, o reparo pode
ser feito a qualquer momento e sempre gratuitamente.
Segundo Cláudio Peret, coordenador geral de Assuntos
Jurídicos do Departamento de Proteção
e Defesa do Consumidor (DPDC) do Ministério da Justiça,
este prazo é, na realidade, uma forma de pressionar
o dono do carro a atender imediatamente o chamado. "Entretanto,
pela lei, o consumidor tem direito a fazer o recall a qualquer
momento", garante ele. E essa "pressão"
tem uma certa justificativa. Segundo projeções
do DPDC baseadas em dados fornecidos pelas montadoras
do total de pessoas convocadas no recall, 35% não
respondem ao chamamento para a inspeção de
seus carros.
Quem for a uma concessionária após o prazo
estabelecido para o recall e não conseguir realizá-lo
gratuitamente, não deve pensar duas vezes em procurar
seus direitos. O caminho, orienta Peret, é procurar
o Procon da cidade para que seja feita a denúncia.
O órgão irá abrir um processo administrativo
para buscar um acordo com a montadora e, caso não
se chegue a um entendimento, irá orientar o proprietário
do veículo a buscar seus direitos na Justiça.
E mesmo que o automóvel já tenha sido vendido
para uma outra pessoa, permanece o direito deste novo proprietário
de fazer o recall grátis. "O Código de
Defesa do Consumidor estende esta garantia já que
muitas vezes o primeiro proprietário do carro não
foi informado da necessidade do reparo", observa o
coordenador geral de Assuntos Jurídicos do DPDC.
Peret esclarece ainda que, mesmo tendo promovido o recall,
a montadora não fica isenta da responsabilidade por
problemas que ocorram após a convocação
para o reparo do defeito de fabricação. A
afirmação está baseada também
no Código de Defesa do Consumidor, que prevê
que o fabricante responde, independentemente da existência
de culpa, pela reparação dos danos causados
aos consumidores por defeitos decorrentes de projeto, fabricação,
construção e montagem.
O coordenador geral de Assuntos Jurídicos do DPDC
lembra que as montadoras têm a obrigação
de comunicar imediatamente aos consumidores quando detectar
que colocou no mercado um carro com defeito de fabricação.
E as punições previstas em lei poderão
mexer com o caixa das montadoras. Em 2001, o DPDC aplicou
uma multa de R$ 3,2 milhões contra a GM porque a
empresa omitiu dos consumidores um defeito grave no cinto
de segurança do modelos Corsa e Tigra, que a própria
montadora admitiu que conhecia desde 1999.
Peret salienta que o DPDC tem fiscalizado para garantir
a qualidade da informação prestada pelas montadoras
aos clientes. "O consumidor precisa saber de forma
clara, precisa e objetiva exatamente o que está ocorrendo
com o carro e quais os riscos envolvidos. Assim, ele saberá
da importância de atender ao chamado para reparar
o defeito", completa.
Lista
Para quem quiser saber se o carro foi incluído ou
não num recall, o DPDC disponibiliza para os consumidores
uma banco de dados. A lista, a partir de 2000, pode ser
conferida através do site (www.mj.gov.br/dpdc/).
Na página eletrônica, é possível
obter ainda informações sobre o que estabelece
o Código do Consumidor (lei 8.078/90) sobre o recall.
As montadoras, através de seus telefones 0800, também
são obrigadas a informar os carros que passaram por
recall.
Roberto Couto
MECÂNICA
EM DIAS - AGOSTO 2003
Manter os amortecedores em dia
é questão de segurança
TARCISIO DIAS
Desgaste
prematuro dos pneus, risco de aquaplanagem, perda de estabilidade
em curvas, balanço excessivo do carro, ruídos
na suspensão, automóvel com mais de 50 mil
quilômetros e maior distância para frenagem
são sinais de que a vida útil do amortecedor
está comprometida.
A Monroe, líder mundial no desenvolvimento e fabricação
de amortecedores, recomenda aos proprietários de
veículos realizarem uma revisão freqüente
do equipamento para evitar desconfortos tanto na cidade
como nas estradas, principalmente no mês de julho,
período em que muitas famílias fazem viagem
de férias.
A boa condição dos amortecedores é
fundamental para garantir a segurança de quem está
a bordo do automóvel. O equipamento é responsável
por manter o contato permanente entre o pneu e o solo. Se
a peça apresentar qualquer anormalidade não
vai desempenhar a sua função corretamente
e, consequentemente, colocará o veículo e
seus ocupantes em risco. Por este motivo, a Monroe recomenda
que a primeira revisão dos amortecedores aconteça
após 40 mil quilômetros e a troca preventiva
ocorra depois dos 50 mil quilômetros, explica
Ivo Izidoro da Silva, gerente de Treinamento e Eventos da
Monroe.
Em uma estrada, os amortecedores se comprimem, em média,
2.625 vezes a cada quilômetro percorrido, o que corresponde
a 105 milhões de ações estabilizadoras
a cada 40 mil quilômetros. O tipo de piso e
as condições de uso do amortecedor influenciam
no estado de conservação do equipamento. Se
o veículo for muito utilizado em estradas de terra,
por exemplo, sua vida útil será reduzida em
aproximadamente 15%, finaliza Silva.
Segurança
Estudos da Polícia Rodoviária Federal apontam
que dos 106.399 ocorridos em 2002, 3.821 foram por problemas
mecânicos no veículo. Para que o motorista
não passe por nenhuma situação de risco
nas estradas, a Monroe realiza constantemente diversos pit
stops, que mostram as condições dos quatros
amortecedores do carro.
O consumidor também pode fazer essa checagem, gratuitamente,
em qualquer revendedor Monroe Club. Para mais informações
sobre a localização das lojas e locais de
pit stop, é só ligar no telefone 0800-166004
(ligação gratuita).
Audi produz 100.000 A6 na China - A Audi acaba de
atingir outro marco histórico na China: a produção
do Audi A6 de número 100.000 na planta de Changchun.
O veículo foi o primeiro sedan de luxo a ser produzido
no país, desde setembro de 1999. O sucesso do Audi
A6, comprovado pela contínua demanda anual, é
uma contribuição essencial para a posição
de liderança da Audi no mercado chinês de automóveis
premium. Em maio, a Audi atingiu um recorde e entregou 6.000
unidades. Até esta data, a Audi já comercializou
23.500 carros na China, um crescimento de 92% em relação
ao ano interior.
Audi cria site para compra de usado - Pensando em
facilitar ainda mais a vida de seus clientes, a Audi acaba
de criar um site exclusivo para atender os compradores de
modelos usados com a garantia Qualified. Como se sabe, todo
modelo colocado à venda com essa chancela tem as
mesmas vantagens de um zero-quilômetro, asseguradas
por escrito.
O
site tem indicações detalhadas sobre o carro,
como placa, quilometragem, preço de venda, nome,
endereço e telefone do concessionário. Tudo
às claras, bem transparente, como manda a cultura
Audi, diz o gerente de seminovos da Audi, Marco Borrs,
acrescentando que, se o cliente estiver interessado em determinado
modelo, pode marcar hora para conhecê-lo na concessionária
ou pedir que o levem até ele.
Ao acessar www.audi.com.br, clique em Seminovos, depois
em Qualified. Informe-se sobre o Programa Qualified e, então,
clique em Estoque. Nessa página, a tela permite escolher
marca, modelo, cor, mecânica, número de portas,
ano/modelo. A página seguinte relaciona os carros
em estoque. Clicando em um deles, surge a tela com preço,
quilometragem, placa, dados do concessionário. Havendo
interesse, é só ligar e marcar hora para conhecê-lo.
Unidade Bosch São Paulo conquista certificação
IS0 14.001
A Unidade fabril da Robert Bosch em São Paulo é
uma das mais novas fábricas com a certificação
ISO 14.001. Localizada no bairro de Santo Amaro, a planta
já possuía processos internos de gestão
ambiental, fundamentados no Sistema de Ecogestão
e Auditoria SEGA, desenvolvido mundialmente pela empresa,
e que garantiram a base necessária para a conquista
da certificação da ISO 14.001.
A Unidade São Paulo abriga a produção
de motores elétricos para acionamento de vidro limpador
de pára-brisa, motor de arrefecimento, máquinas
de embalagem e remanufatura de alternadores. Integrada à
comunidade local, esta planta promoveu ao longo dos anos
mudanças em suas instalações e em seus
processos fabris com o objetivo de não provocar impactos
de ruído, vibração ou emissões
no ambiente.
Citroën apresenta bons resultados no primeiro semestre
de 2003
Registrando
um novo recorde de vendas pelo sexto ano consecutivo em
2002, com 1.312.000 unidades comercializadas mundialmente,
a Citroën continua fortalecendo sua posição
nos principais mercados nos primeiros seis meses de 2003.
A marca vendeu 726.000 veículos de janeiro a junho
deste ano, com um crescimento de 10,7% sobre o mesmo período
do ano passado.
Na Europa Ocidental, a Citroën aumentou sua participação
nos emplacamentos de carros de passeio e veículos
comerciais leves em 7,4% num mercado que registrou queda
de 2,8%. Nos demais mercados internacionais, apesar de contingências
econômicas que foram freqüentemente desfavoráveis
para o setor automotivo, a Citroën demonstrou sua força
com vendas em crescimento de 29,2%.
No Brasil, a marca comercializou 1.805 unidades em junho,
conquistando uma participação de 13,54% no
segmento VP-B (veículos de passeio menos populares).
No acumulado do ano, a Citroën já registrou
9.843 unidades, com 9,54% de participação
no segmento VP-B.
O monovolume Xsara Picasso é líder de vendas
em seu segmento, com 6.457 unidades comercializadas e 40,33%
de participação. O top C5 também mantém
a liderança em seu segmento: 446 unidades registradas
e 16,51% de participação. Em pouco mais de
dois meses de comercialização, o compacto
C3 já apresentou vendas superiores a 1.500 unidades.
Resultados que confirmam a força da marca também
no mercado brasileiro.
Esso quer garantia na qualidade do combustível
- Os crescentes índices de adulteração
de combustíveis denunciados pela Imprensa e registrados
pela Agência Nacional de Petróleo em todo o
país, levaram a Esso a intensificar e ampliar as
ações destinadas a garantir junto aos consumidores
a qualidade dos seus produtos. A coleta de amostras de gasolina
nos postos, para posterior exame nos laboratórios
da companhia, antes limitada a 1.000 operações
mensais, mais do que triplicará passando para 3.600
por mês.
Rally dos Sertões - Doblò
Adventure
Nas trilhas do sucesso dos modelos Palio Adventure e Strada
Adventure e se preparando para a entrada do mais novo membro
desta família, o Doblò Adventure, que será
lançado neste segundo semestre, a Fiat Automóveis
sai em busca de uma nova aventura participando do 11º
Rally Internacional dos Sertões no período
de 23 de julho a 2 de agosto com a Equipe Fiat Adventure.
100.000
Unidades do Novo Fiesta - A Ford comemorou a produção
de 100.000 unidades do Novo Fiesta no Complexo Industrial
Ford Nordeste, em Camaçari, na Bahia. Esse volume,
atingido um ano após o lançamento público,
feito em junho de 2002, é mais um marco na trajetória
de sucesso do veículo, que lidera o segmento de compactos
Premium e ocupa a posição de sexto modelo
mais vendido no mercado brasileiro. Do total produzido,
66.500 unidades foram vendidas no mercado interno e 33.500
destinadas à exportação, para o México,
Chile e Argentina.
Crescimento - A Ford somou no primeiro semestre
de 2003 a venda de acumulada de 71.758 veículos e
apresentou um crescimento de 22% sobre igual período
do ano passado. Em junho, também foi a marca que
obteve o melhor desempenho entre as líderes do mercado
automobilístico, com 12.214 unidades emplacadas,
um crescimento de 2,6% em relação a maio.
Esse resultado elevou a sua participação para
12,2%, que equivale a um aumento de 1,1 ponto percentual
sobre o mês anterior e de 3,2 pontos percentuais em
relação a junho de 2002.
O grande destaque da Ford em junho foi o segmento de comerciais
leves, no qual somou 3.961 unidades emplacadas, um aumento
de 19,2% sobre o mês anterior, enquanto as vendas
totais do segmento recuaram 4,4%. Esse avanço garantiu
à marca a participação recorde de 29,6%
na categoria, 5,9 pontos percentuais acima da registrada
em maio, e teve como principal responsável o EcoSport.
O novo utilitário esportivo foi o veículo
que mais cresceu entre os líderes de vendas do mercado.
Registrou 2.865 emplacamentos em junho um aumento
de 28,6% , que o colocam na liderança do segmento,
com 1.269 unidades à frente do segundo colocado,
e na posição de oitavo carro mais vendido
do mercado brasileiro. A pick-up Ranger também teve
uma contribuição importante para esse resultado,
com uma evolução de 23,3%.
Chevrolet S10
A Chevrolet manteve a liderança absoluta no segmento
de picapes médias no primeiro semestre do ano. Foram
emplacadas 6.645 unidades da picape S10, com 35,2% de participação,
contra 4.233 unidades do segundo colocado, que ficou com
22,4% de participação. A S10, líder
de vendas desde o seu lançamento, em 1995, registrou
no mês de junho 1.110 unidades emplacadas, o que representa
34,5% de participação no segmento, contra
728 unidades da segunda colocada, que fechou com 22,6% de
participação.
Segue o ranking das picapes médias mais emplacadas
no primeiro semestre:
1º) Chevrolet S10 6.645 unidades, com 35,2%
de participação
2º) Mitsubishi L200 4.233 unidades, com 22,4%
de participação
3º) Nissan Frontier 3.292 unidades, com 17,4%
de participação
4º) Ford Ranger 2.559 unidades, com 13,6% de
participação
5º) Toyota Hilux 2.143 unidades, com 11,4% de
participação
Tarcisio Dias é gerente de conteúdo
da Mecânica Online
VISÃO DE
MERCADO
Confira as primeiras
impressões de Paulo Poydo com o Gol Total Flex
PAULO POYDO
Nem tudo que parece fácil é. Depois de andar
em alguns veículos "transformados" via
chip bons, alguns poucos muito bons e, em sua grande maioria,
veículos horríveis em dirigibilidade, consumo
e emissões de poluentes, eis que chega ao mercado
o veículo bicombustível (bi, pois só
queima álcool, gasolina ou uma mistura de ambos)
de fábrica. Grande expectativa e dificuldade para
dar uma voltinha em um desses novos modelos.
Nesta semana pude desfrutar de um teste em trânsito
urbano com o modelo da VW do Brasil, o Gol 1,6 litros TotalFlex.
Bom preço (custa aproximadamente uns R$ 1000,00
a mais do que o similar a gasolina) e facilidade de manutenção
serão os aliados para reduzir os esforços
de venda e certamente será um produto que vai mexer
com o mercado.
Os componentes internos estão adequadamente ajustados
para o uso do álcool, em tese, teremos um veículo
com vida útil similar aos monocombustíveis.
Aproveitei o contato e perguntei como foram os testes de
campo e percebi que não há previsões
de como o veículo vai se comportar depois de muitos
quilômetros e diversos tipos de mistura.
Saí com uma mistura de 60-40 de álcool etílico
hidratado e gasolina, respectivamente, no tanque. Chave
no contato, motor operando em marcha lenta sem sustos, trepidações
ou dificuldades em fazê-lo funcionar. Andando, nada
que lembre os modelos de outrora, nada de engasgos e hesitações.
A injeção eletrônica superou todos os
pontos negativos dos modelos alcoólicos dos anos
80.
Removendo a emoção do quadro e olhando diretamente
para o fundo do bolso, rodar somente com o álcool
não é a melhor opção (financeiramente
falando), pois o maior consumo joga contra a novidade...
Creio que a melhor opção é a que se
encontrava no interior do tanque, pois proporcionou bons
índices de economia e desempenho (levando em conta
a quantidade de álcool no interior do tanque).
Sugeri uma rodagem somente com álcool e para minha
decepção o desempenho ficou abaixo das minhas
expectativas, fruto da taxa de compressão de um clássico
motor movido a gasolina. Já andei em veículos
chipados/transformados com melhor desempenho que o "transformado
de fábrica". Cheguei à seguinte conclusão:
com esta fórmula não dá pra tirar dez
no quesito desempenho e tampouco no quesito consumo. Achei
o resultado inferior rodando com qualquer mistura ou mesmo
com apenas álcool ou gasolina no tanque.
Para tirar a má impressão, nada mais justo
do que uma volta somente com gasolina. Aí pude observar
um detalhe curioso: o bom e velho AP 1600 também
anda mal com o combustível fóssil... Valerá
a pena? Só o mercado vai dizer.
Os ajustes no motor e a calibração da injeção
deixaram o excelente motor AP chocho, fraco (dava a nítida
impressão de estar "atrasado") e gastador...
Resumindo: andou mal com gasolina e com álcool...
Com uma taxa de compressão de 10:1 certamente ficaria
capenga andando com o combustível de cana... Achei
o produto inteligente, mas esperava muito mais; a eletrônica
poderia ter sido muito mais explorada e alguns ajustes mecânicos
poderiam trazer um pouco mais de esperteza ao carrinho.
Agora é esperar pela oportunidade de andar com o
Corsa da GM.
Eu volto na próxima!
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