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2004 |
AGOSTO - FUEL INJECTOR
Limpeza garante durabilidade
dos bicos injetores
Economia com manutenção do carro pode chegar
a R$ 4 mil
O uso de combustível de má qualidade pode
destruir componentes do sistema de alimentação
e injeção de combustível. As gasolinas
conhecidas popularmente como “batizadas”, por
conterem solventes, água e até álcool
além da proporção permitida por lei,
contaminam os bicos injetores com resíduos, formando
gomas, vernizes e cristalizações no sistema.
Com isso, o carro gasta mais, polui mais e os bicos injetores
são danificados.
Para evitar esses problemas, o ideal é fazer a manutenção
preventiva com produtos STP, como o Fuel Injector. O limpador
concentrado, ao ser adicionado ao tanque de combustível,
dissolve as borras e sujeiras de todo o sistema de combustão,
sem agredir as partes plásticas e formando uma película
protetora nos componentes, para que não haja depósitos.
“Às vezes o motorista tem uma resposta imediata:
se o carro estava falhando por causa de alguma obstrução
nos bicos injetores, depois de adicionado o produto dá
para perceber a diferença”, explica Antonio
Carlos da Silva, consultor-técnico da STP. “O
uso do Fuel Injector restaura a potência, melhora
a resposta nas acelerações e ainda protege
o sistema contra corrosão e oxidação”,
destaca. Além do uso do produto, conhecer a procedência
da gasolina colocada no veículo também é
outro ponto importante para garantir a “saúde”
do automóvel.
Adotado pelas montadoras no fim da década de 80,
o sistema de injeção eletrônica foi
desenvolvido para reduzir a emissão de poluentes
na atmosfera. Uma unidade eletrônica chamada Eletronic
Control Module (ECM), o Módulo de Controle Eletrônico
funciona como o cérebro do sistema, calculando com
base nos dados recebidos dos sensores eletrônicos,
como a Sonda Lambda (sensor de oxigênio conectado
ao coletor de escape), a quantidade de combustível
que deve ser injetada a cada aceleração.
Mas, quando o sistema está contaminado, essa injeção
de combustível é alterada e o carro polui
mais e gasta mais combustível também. “O
motorista acaba pisando mais no acelerador para obter a
mesma resposta de aceleração”, diz Silva.
Sem a limpeza preventiva do sistema, os bicos injetores
podem até entupir e ficar danificados. Nesse caso,
o gasto com a oficina é alto. “Se não
limpar, os custos podem chegar a variar de R$ 2 mil a R$
4 mil para trocar bicos e bomba de injeção”,
declara.
Para finalizar, o consultor técnico dá uma
dica: “É preciso mudar o comportamento do consumidor
para que ele perceba que usando produtos como o Fuel Injector
ele vai ter menos gastos com a manutenção”.
O preço médio do Fuel Injector da STP é
de R$ 13. Mais informações no site www.stp.com.br
ou no SAC 0800-111787. |