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2005 |
JANEIRO l EXEMPLO PARA O BRASIL - GRADIOSA E MUNDIAL
Companhia Vale do Rio Doce:
doces números para o país
Criada em 1942, com o objetivo de explorar minério
de ferro no estado de Minas Gerais, a Companhia Vale do
Rio Doce, privatizada em 1997, hoje é a maior companhia
de mineração diversificada das Américas,
a maior prestadora de serviços de logística
do Brasil, a que mais contribui com o balanço comercial
do país, líder mundial em produção
de minério de ferro e pelotas, segunda maior produtora
global de manganês, detentora da malha ferroviária
mais extensa do país e vários outros primeiros
títulos. Assim tem que ser a descrição
da CVRD, como seus funcionários e dirigentes a chamam,
sempre grandiosa e mundial.
Objetivo de duas das visitas técnicas realizadas
durante a 61ª SOEAA e do 5º CNP, a Companhia gera
cerca de 30 mil empregos diretos e indiretos, atuando em
13 estados brasileiros, 17 países, quatro continentes.
Só em 2004, já investiu mais de US$ 78 milhões
em pesquisa mineral para atingir seu objetivo de chegar
em 2010 entre as três primeiras empresas de mineração
do mundo – ocupa hoje a quinta posição.
“Mas somos uma empresa total e genuinamente brasileira”,
garante Job Veloso, anfitrião do grupo visitante
e engenheiro da gerência de Operações
Portuárias da empresa que tem 63% de seu controle
acionário privado.
Comprometida com o processo de desenvolvimento econômico
e social do país, a Vale realiza diversas ações
que contribuem para a melhoria da qualidade de vida do ser
humano, beneficiando mais de três milhões de
pessoas com seus projetos sociais. Só em 2003, 325
toneladas de alimentos foram transportadas pela logística
da Companhia em apoio ao programa Fome Zero, do Governo
Federal.
Alguns doces números de 2003:
Valor de mercado da CVRD US$ 21,762 bilhões
Prêmios nacionais de reconhecimento 14 no ano
Investimentos no país US$ 1,988 bilhão
Exportações líquidas US$ 3,422 bilhões
Minério de ferro e pelotas vendidos 187 milhões
de toneladas
Minério de manganês vendido 2,24 milhões
de toneladas
Minério de cobre vendido 690 mil toneladas
Faturamento dos serviços de logística R$ 2,134
bilhões
Alumar é modelo de atuação
na área social
Dos certificados ISO que recebeu – de qualidade,
meio-ambiente e saúde – o que provoca mais
orgulho a Alumar (Consórcio de Alumínio do
Maranhão) é o referente a Responsabilidade
Social.
“Temos dois mil funcionários, 1.300 estão
de alguma maneira envolvidos com ações sociais”,
informa Nilson Souza, um dos diretores da empresa, na manhã
da sexta-feira 3, durante palestra proferida nas dependências
do Sebrae MultiCenter e antes de coordenar a visita técnica
feita por participantes da SOEAA a Alumar.
“No Brasil, apenas 60 empresas receberam esse certificado.
Desse universo, cinco são metalúrgicas e uma
delas é a Alumar”, completa Souza. Ele explica
que o trabalho de cidadania é desenvolvido em escolas,
creches, asilos e hospitais. A empresa também se
envolve no patrocínio de projetos com ênfase
para os da área de educação.
Souza, reconhecendo a pouca participação
feminina na empresa – 94% dos funcionários
são homens, 140 deles engenheiros -, disse que “para
2005 está planejada a preferência pela contratação
de mulheres, principalmente engenheiras”.
Ocupando uma área de 5.300 hectares, a Alumar que
produz alumínio com a bauxita vinda de Trombetas
no Pará, energia elétrica de Tucurui, além
de matérias-primas, tem seus custos bancados pelas
empresas que compõem o consórcio: Alcoa, BHPBiliton
(dinamarquesa) Alcan e Abalco.
Empreendimento em franco crescimento, a Alumar tem um porto
com capacidade de 4.200 mil ton/ano e seu custo de construção
há 25 anos foi de US$ 274 milhões.
Do universo de empregados, 74% atuam na operação
da fábrica. 90% são maranhenses e 10% de outros
estados. A escolaridade registra 1% de funcionários
com ensino fundamental, 87% com ensino médio e 12%
universitário, o que corresponde a cerca de 240 pessoas.
A média etária dos empregados da Alumar também
chama a atenção. 2% deles têm mais de
51anos. 48% têm de 36 a 50 anos e 41% de 26 a 35 anos.
“Esse equilíbrio resulta em sensatez na tomada
de decisões”, afirma Souza que completa, “48%
dos funcionários têm 10 anos de casa”.
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