Edição 61

Combustível | Carro vira "tetra" e GNV ganha turbo

GNV | Carros convertidos precisam de manutenção especial

Alta | Motorista gastou 11,3% a mais para andar de carro em 2004

Alta 2 | Venda de carros no Brasil cresce 11% em 2004

Recall | Veículos convocados já passam de 5 milhões - Audi convoca modelos A3

Guerra? | Fique esperto na hora de comprar um blindado usado

Película | O que pode e o que não pode

Pneus | Esportivos de alta performance chegam em fevereiro

Alarme | O que é preciso saber sobre as travas elétricas?

Audi A6 | É eleito o carro executivo mais seguro da Europa

C4 e C5 | Citroën também ganha 5 estrelas em segurança

Na frente | GM assume a liderança geral do mercado brasileiro pela primeira vez em sua história

Meio ambiente | Honda é premiada

Prêmio | Motor da Nissan é um dos 10 melhores do mundo

No mundo | Renault registra crescimento de 4,2% em suas vendas

Dúvida | Sistema interativo recebe sua dúvida e envia a resposta diretamente ao seu e-mail

2005 | JANEIRO l DENTRO DOS PADRÕES
Película automotiva: o que pode e o que não pode
Ela já foi proibida, atualmente está liberada, mas sempre foi alvo de muita polêmica. Desde 1998, a resolução 73/98 D.O.U. 20/11/98 legalizou a utilização da película. Mas com ressalvas.

O vidro dianteiro – o pára-brisas – só pode ter a película numa pequena faixa na parte superior, numa espécie de degradê. Na área restante não é permitido o uso do insulfilm, pois é necessário manter 75% de visibilidade, que já é preenchida pela transparência do vidro verde que vem da fábrica. Já nas portas dianteiras pode-se escurecer 5% ou seja, 70% de transmissão de luminosidade, e nas portas traseiras e vidros traseiros , 50% de transmissão de luminosidade. A resolução obriga também que toda a película colada esteja acompanhada de uma marca d´água que indique a transparência do filme.

E, depois de colocada, a película, que – vale ressaltar – não protege o vidro em caso de colisões, requer poucos cuidados especiais: para sua limpeza, apenas uma flanela e produto neutro. E imediatamente depois da colocação, o vidro deve permanecer fechado por, no mínimo, 12 horas.

A dica é dada pela Abravauto (Associação Brasileira de Revendedores de Vidros Automotivos), que alerta ainda o proprietário a procurar um prestador de serviço que ofereça garantia no produto, já que, no mercado, existem muitas versões falsificadas, que se soltam ou descolorem facilmente.

Vidros colados colaboram para mais de 30% da resistência estrutural de um carro
Troca e reparo realizados de maneira correta devolve a resistência original ao vidro

Fato desconhecido da maioria das pessoas, o vidro do pára-brisa, os laterais e traseiro podem influenciar diretamente na segurança de um veículo. Mais de 30% da resistência estrutural de um carro estão ligadas a estes vidros, que podem salvar o condutor e os passageiros em caso de uma capotagem, impacto frontal ou atropelamento ou ainda garantir o correto funcionamento dos air-bags, que se apóiam diretamente no pára-brisa, quando acionados.

“Por estes motivos é imprescindível que os vidros veiculares sejam instalados de acordo com os padrões internacionais de segurança, utilizando-se produtos apropriados para a colagem em conformidade com outras normas técnicas”, comentou Milton Bissoli, diretor comercial da Carglass, empresa líder mundial em reparo e troca de vidros automotivos.

Há oito anos no mercado de vidros automotivos no Brasil, a Carglass oferece uma gama completa de serviços para os problemas com os vidros de um veículo, seja na troca ou reparo do pára-brisa ou na substituição de retrovisores, vidros laterais e traseiro, faróis e lanternas, através de um serviço exclusivo de contact center 24hs, e prestação de serviços, inclusive com atendimento em domicílio ou em sua rede de cerca de 500 pontos espalhados em todo Brasil.

A substituição dos vidros é, muitas vezes, desnecessária - Danos nos vidros do carro, como lascas e pequenas trincas, acontecem com muita freqüência. O que poucas pessoas sabem é que, muitas vezes, é possível realizar o reparo do vidro danificado, uma alternativa de qualidade, econômica e eficaz, descartando a troca total do vidro.

A Carglass realiza reparos de diversos tipos de trincas em pára-brisas dos carros O reparo é realizado, em menos de 30 minutos, de acordo com as normas internacionais de segurança automotiva, onde se estabelecem as áreas e os tamanhos permitidos para a realização do serviço. Um técnico especializado em reparo remove o ar e a umidade do local danificado reconstituindo o vidro através da aplicação de uma resina especial. Isso devolve a resistência original ao vidro e impede que o dano se espalhe.

“É importante ressaltar a importância do reparo. Um vidro de pára-brisa danificado compromete a estrutura e a segurança do veículo e deve ser reparado o mais rápido possível”, comentou Bissoli.

Quando não é possível realizar o reparo, a Carglass faz a correta substituição do vidro, com equipamentos de alta tecnologia e profissionais treinados para o serviço. A empresa só utiliza vidros originais, produzidos pelas mesmas fábricas que fornecem às montadoras, bem como adota procedimentos de instalação recomendados pelas montadoras, garantindo assim, uma instalação tão perfeita quanto a original de fábrica.

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