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2005 l MARÇO
l LANÇAMENTOS
Motor diesel eletrônico na linha 2005 do Master Furgão
A
Renault do Brasil inicia a última fase da adequação
da sua linha de veículos utilitários à
nova legislação de emissão de poluentes,
ao apresentar para o consumidor brasileiro a gama Master,
nas carrocerias Furgão e Chassi Cabine, equipada
com o novo motor diesel 2.5 dCi 16V (Common Rail). A versão
Minibus 16 lugares já roda com o novo propulsor desde
novembro do ano passado.
Esta nova motorização, que substitui os propulsores
2.8D (aspirado) e 2.8 dTi (turbo) utilizados até
então, traz uma série de benefícios
para os clientes da linha Master, tais como: redução
no consumo de combustível, maior torque, baixo índice
de emissão de poluentes e diminuição
do nível de ruídos.
Visando a adequação da linha de utilitários
Master à nova legislação de emissão
de poluentes, Proconve P5 (Programa de Controle da Poluição
do Ar por Veículos Automotores), a Renault do Brasil
passou a equipar os modelos com o propulsor diesel 2.5 litros
dCi 16 válvulas (Common Rail), com gerenciamento
eletrônico e injeção direta de combustível.
Finalizando o processo de implantação do
motor 2.5 dCi 16V no utilitário Master, a Renault
do Brasil passa a equipar com o novo propulsor as versões
Master Furgão (L1H1 8m³, L1H2 9,1m³, L2H2
10,8m³ e L3H2 12,6m³) e Master Chassi Cabine,
em substituição aos propulsores 2.8 diesel
aspirado e 2.8 Turbo Diesel Intercooler utilizados anteriormente
nesses modelos.
Na nomenclatura interna da Renault, “L” se
refere a distância entre os eixos
(L1 = curto, L2 = médio e L3 = longo) e “H”
está relacionado a altura da carroceria (H1 é
teto baixo e H2 corresponde a teto alto).
Além da redução da emissão
de poluentes, o novo motor 2.5 dCi 16V permitirá
às versões furgão e Chassi Cabine,
a exemplo do que já ocorre com o Master Minibus,
ampliar ainda mais os já reduzidos níveis
de ruídos e de consumo de combustível, além
de possibilitar um ganho de, aproximadamente, 40 kg na capacidade
de carga útil desses modelos.
Com a unificação do novo motor 2.5 litros
dCi 16 válvulas (Common Rail), todas as versões
da linha de utilitários Master desenvolverão
115 cv de potência a 3.500 rpm e torque de 29,6 mkgf
(290 Nm) a 1.600 rpm, o que significa um ganho de 11% em
relação ao propulsor antigo 2.8 dTi (26,5
mkgf a 1.800 rpm).
A exemplo do que aconteceu quando do lançamento
da versão Minibus 16 lugares equipada com o novo
motor, a Renault não fez mudanças nas listas
de equipamentos de série e opcional, sendo que a
única alteração realizada foi a mudança
do logotipo instalado nas faixas laterais de proteção
das portas dianteiras, que passaram a ostentar a inscrição
“dCi 120”, em referência à nova
motorização.
A Renault do Brasil tem como objetivo para este ano comercializar
2.800 unidades da linha Master, o que representa um crescimento
de, aproximadamente, 15% em relação ao volume
vendido no ano passado (2.430 veículos). Do total
de vendas previsto para 2005, 1.600 unidades serão
da versão Minibus, enquanto 1.070 na configuração
Furgão e 130 veículos na carroceria Chassi
Cabine.
Novos padrões de qualidade - Desde que foi lançada
no mercado nacional, em maio de 2002, a família de
veículos utilitários Master, produzida na
Fábrica de Veículos Utilitários, situada
no Complexo Ayrton Senna, em São José dos
Pinhais (PR), estabeleceu novos parâmetros de conforto,
segurança, comodidade e desempenho no segmento de
mercado no qual compete.
Os aspectos do Master que mais se destacam frente aos seus
concorrentes diretos são:
Excelente nível de acabamento interno e amplo pacote
de equipamentos de série, que inclui: posto de direção
otimizado com banco de encosto reclinável, apoio
lombar e assento regulável em altura; direção
hidráulica; painel ergonômico e de fácil
leitura, entre outros;
Comodidade e conforto nas operações de carga
e descarga, graças a baixa altura do piso de carga
e pelas dimensões das portas, tanto a lateral deslizante
como as duas da traseira. Além disso, essa facilidade
no acesso do compartimento de carga permite a utilização
de paletes, tendo em vista as dimensões padrão
do Brasil, de 1,20 x 1,00 m;
O furgão de teto baixo tem altura interna livre de
1.670 mm, enquanto o de teto alto tem 1.912 mm, mais do
que suficiente para que a maioria dos motoristas e ajudantes
possam movimentar as cargas sem qualquer problema;
A segurança passiva e ativa do Master é baseada
em um conjunto de medidas para reduzir ao máximo
as situações de risco e proteger da melhor
maneira possível a integridade física dos
ocupantes. Por isso, o Master é equipado de série
com freios a disco nas quatro rodas, estrutura de deformação
programada, sistema antiintrusão das rodas dianteiras
no fosso dos pés, barras laterais, grade tubular
de proteção do motorista contra deslocamentos
de cargas em colisões ou frenagens de emergência,
cintos de segurança de três pontos e apoio
de cabeça nos três bancos com altura regulável
dos cintos para os bancos dianteiros. Opcionalmente, o Master
pode, ainda, vir equipado com air bag de 45 litros para
o motorista, freios ABS, ar-condicionado, entre outros equipamentos.

Motor 2.5 dCi 16V - preservando o meio-ambiente
e ampliando a dirigibilidade - Entre as principais
inovações do motor diesel 2.5 litros 16 válvulas
Common Rail está a adoção de um calculador
eletrônico do motor, semelhante aos utilizados nos
veículos de passeio.
A função dessa espécie de “microcomputador”
é a de recolher os principais parâmetros de
funcionamento (temperatura do líquido de arrefecimento,
velocidade do veículo, acionamento do ar-condicionado,
entre outros) e, com base nessas informações,
otimizar o rendimento do motor, a fim de proporcionar um
bom desempenho com o menor nível de consumo de combustível.

Este motor também conta com as vantagens do acelerador
eletrônico, onde sensores eletrônicos comandam
a aceleração do veículo, tornando-a
mais ágil e suave, além de ampliar a dirigibilidade
do Master. O cabeçote do 2.5 dCi 16V é produzido
em alumínio e conta com duplo comando de válvulas,
tuchos hidráulicos e balancins roletados, que diminuem
significativamente os atritos de distribuição.
Além disso, este cabeçote possui uma tecnologia
exclusiva, desenvolvida pela equipe de engenharia da Renault.
No interior do cabeçote, cada cilindro conta com
dois dutos de admissão de ar. O primeiro duto conduz
o ar para o interior do cilindro de forma vertical em relação
à posição da primeira válvula
de admissão, enquanto o segundo leva o ar em um fluxo
horizontal em relação a outra válvula
de admissão. Com isso, cria-se um movimento de turbilhão
no ar admitido no cilindro, denominado efeito “SWIRL”,
que otimiza a mistura ar/combustível, resultando
em uma melhor combustão e menor emissão de
gases poluentes.
Outro diferencial do motor 2.5 dCi 16V em relação
aos usados anteriormente é o fato dele valer-se do
sistema Common Rail, que além de contribuir para
a redução da emissão de poluentes,
proporciona torques elevados desde as rotações
mais baixas e auxilia na diminuição do nível
de ruídos do motor.
Nos motores mecânicos, a duração da
injeção (abertura dos bicos injetores) de
diesel nos cilindros ocorre em função da quantidade
e da pressão de combustível enviado pela bomba
injetora aos bicos, que acontece de acordo com o nível
de aceleração solicitado pelo motorista.
Já nos propulsores eletrônicos com sistema
Common Rail, como o 2.5 dCi 16V, a duração
da injeção e a pressão do combustível
no bico, além da quantidade a ser injetada e o avanço
do motor, são comandados eletronicamente pelo calculador
do motor, com base em diversos parâmetros, entre os
quais a posição do pedal do acelerador e o
regime de rotação do motor.
Com isso, a bomba injetora passa a ter a função
de enviar diesel, em quantidade e pressão sempre
constantes, para um duto comum (Common Rail) ligado aos
bicos, o que reduz tanto o consumo de combustível
como a emissão de poluentes.
Vale a pena destacar que a injeção de diesel
na câmara de combustão ocorre sempre em dois
estágios – uma quantidade de combustível
é despejada no cilindro no início da compressão
e outra quando está próximo de ocorrer o momento
da combustão -, proporcionando uma queima mais homogênea
da mistura ar/combustível. Isso também elimina
a possibilidade do diesel não queimado sair pelo
escapamento, entrando em contato com o meio externo.
Para adequar o novo motor 2.5 dCi 16V ao padrão
do diesel comercializado nos postos brasileiros, a equipe
de engenharia da Renault desenvolveu um novo filtro de combustível.
Este novo equipamento conta com um elemento filtrante composto
por uma malha mais fina, retendo todas as partículas
de sujeira presentes no combustível.
Renault Empresas e pós-venda - Com
um completo pacote de serviços de atendimento e pós-venda,
a Renault do Brasil proporciona aos clientes de veículos
utilitários da marca um atendimento diferenciado,
que prioriza qualidade, segurança, agilidade e preços
competitivos.
O programa “Renault Empresas”, desenvolvido
em parceria com a rede de concessionárias da marca,
tem como principal objetivo o de oferecer um serviço
personalizado e de qualidade, assegurando uma maior mobilidade
da frota dos clientes.
Por isso, as concessionárias participantes do programa
“Renault Empresas” contam com um sistema de
comercialização especializado no atendimento
de clientes profissionais de pequenas, médias ou
grandes empresas, seja na área de pós-venda,
de adaptações complementares ou de financiamento.
Atualmente, 16 concessionárias da marca, instaladas
nas cidades de São Paulo (SP), Ribeirão Preto
(SP), Florianópolis (SC), Belo Horizonte (MG), Brasília
(DF), Aracajú (SE), Vitória (ES), Campo Grande
(MS), Goiânia (GO), Salvador (BA), Maceió (AL),
Joinville (SC), São Gonçalo (RJ) e Curitiba
(PR) disponibilizam o atendimento diferenciado do “Renault
Empresas”.
Quem utiliza o automóvel como ferramenta de trabalho
sabe a importância de manter seu veículo funcionando
em bom estado, sem que isso represente grandes gastos. Por
isso, a Renault do Brasil desenvolveu uma série de
ações que visam diminuir ao máximo
o tempo de imobilização do veículo
para a realização de reparos, além
de reduzir os preços sugeridos de peças e
serviços.
Um exemplo disso é o programa “Revisão
Preço Fechado”, que disponibiliza pacotes de
manutenção com preços fixos, que incluem
os valores de peças e mão-de-obra para a realização
dos serviços, incluindo as revisões preconizadas
no programa de manutenção preventiva dos veículos
Renault.
Seguindo os mesmos moldes do “Revisão Preço
Fechado”, a Renault lançou o “Pacote
de Serviços e de Peças Instaladas”.
Este programa permite ao proprietário de um veículo
utilitário da marca realizar a substituição
dos principais componentes de desgaste e manutenção,
que não estão previstas no plano de manutenção
(pastilhas de freio, silencioso, amortecedores, etc.), a
preços promocionais, que incluem os valores de peças
e mão-de-obra.
Complementando a gama de serviços e programas oferecidos
pelo Pós-Venda da Renault do Brasil está o
“Renault Assistance”. Implantado de forma pioneira
no País, o “Renault Assistance” é
um serviço de assistência técnica gratuita
e de socorro mecânico, com atendimento 24 horas, sete
dias por semana, que providencia um técnico para
conserto no local e, nos casos em que não for possível
o reparo, a remoção do veículo do cliente
para a concessionária mais próxima. Este programa
é oferecido por dois anos, de forma gratuita, aos
clientes que adquirem um Renault 0Km, podendo ser renovado
anualmente por mais três anos.
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