Edição 62 e 63

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Volvo | Dez anos de
bicombustível

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de avião

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Dez anos de Volvo bi-combustível
A tecnologia bi-combustível da Volvo (gasolina e metano)está no mercado há dez anos, inicialmente como um opcional a nível de revenda e desde 2001 como equipamento de linha. Desde então, mais de 12.000 unidades foram comercializadas na Europa, 7.500 delas a metano e 4.500 a LPG. Os maiores mercados para a empresa são Alemanha, Itália e Suécia.

Nos Volvo bi-fuel 2.4 de cinco cilindros, a gasolina entra como suplementar nos modelos S80, V70 e S60 e a potência máxima é a mesma, com gás ou gasolina: 140 hp. O metano é um gás combustível que pode ser obtido de duas maneiras, sob a forma de gás natural ou de refugo biológico - biogás. Suas emissões de dióxido de carbono, que contribuem para o efeito estufa, são 25% menores do que as de um motor a gasolina. Na Europa, existem hoje cerca de dois mil postos públicos de reabastecimento e esse número está crescendo rapidamente na Alemanha, Áustria, Itália, Suécia e Suíça. Na Alemanha, são abertos três novos postos por semana, na Itália já existem 400.000 veículos a gás e na Suíça o aumento anual do número de veículos é de 62% e o de postos de reabastecimento de mais de 80%.

O biogás ainda é produzido em pequena escala, mas o interesse vem aumentando. O país comercialmente mais avançado é a Suécia, que o gera a partir de lixo e o adiciona, sistematicamente, à rede de distribuição de gás natural.

Os governos locais estão fazendo muita força neste sentido, oferecendo, por exemplo, vantagens de estacionamento gratuito no centro de cidades, direito de circular pelas faixas de ônibus e isentando-os de restrições de tráfego em certos dias da semana e diminuindo taxas e impostos.

O custo de um motor a gás é ligeiramente superior ao de um a gasolina, mas em geral isso é compensado por custos operacionais mais baixos – de 20% a 60% em relação ao motor a gasolina e de 20% a 40% em relação ao motor a diesel.

O primeiro modelo Volvo a ser operado a gás foi a perua 850, que tinha o tanque no compartimento de bagagem. Desde 2001, porém, os tanques foram escondidos sob o painel de piso, deixando livre o mesmo espaço para carga disponível nos modelos a gasolina ou diesel. Um tanque de metano, porém, dá uma autonomia típica menor, de cerca de 250 a 300 quilômetros na estrada – mas o tanque de gasolina suplementar lhe dá outros 300 a 350 km.

Todos os carros com os tanques de gás sob o painel de piso são testados contra colisões traseiras em condições idênticas aos modelos a gasolina ou diesel.

Fonte: TechTalk

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