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99 | MARÇO | CONHEÇA
A REVISTA MULTIMÍDIA MECÂNICA ONLINE
Equipe
da USP São Carlos é a campeã
da XIV Competição Baja SAE BRASIL-PETROBRAS
Competição reuniu 59 bajas construídos
por estudantes de engenharia de vários estados do País,
além do DF
A
equipe Mitsubishi EESC USP 1, da Escola de Engenharia de
São Carlos da Universidade de São Paulo, consagrou-se
neste domingo (16) hexacampeã da XIV Competição
Baja SAE BRASIL-PETROBRAS, no Esporte Clube Piracicabano
de Automobilismo (ECPA), em Piracicaba/SP. A equipe obteve
936,34 pontos na competição de engenharia,
que apontou como segunda colocada a equipe Poli Arsenal,
da Escola Politécnica, também da USP, com
886,73 pontos.
Realizada pela SAE BRASIL e com 59 equipes presentes, de
um total de 70 inscritas, a competição teve
início no dia 13, com avaliações de
segurança, e terminou com o Enduro de Resistência
entre 46 carros, desenvolvidos e construídos por
estudantes de vários estados do País, além
de Brasília.
Com duas equipes inscritas na competição,
os estudantes da Escola de Engenharia de São Carlos
(EESC/USP) festejaram muito a vitória. “Desde
outubro as nossas equipes vinham se organizando e investindo
nos bajas, que vieram bem focados para vencer a competição”,
explicou o capitão da equipe Mitsubishi EESC USP
1, estudante de engenharia mecatrônica, Marcelo Queiroz.

Equipe Mitsubishi EESC USP 1, da Escola de Engenharia de
São Carlos da Universidade de São Paulo,
consagrou-se hexacampeã da XIV Competição
Baja SAE BRASIL-PETROBRAS
Futuros engenheiros comemoram a subida ao pódio,
USP São Carlos é hexacampeã da competição
O carro da equipe Mitsubishi EESC USP 1 ainda venceu o
Enduro de Resistência, ao completar 75 voltas em quatro
horas de prova, num difícil circuito de 1,35 km.
Marcelo Queiroz atribuiu a boa performance ao baixo peso
do carro: cerca de 150 kg.
Bastante emocionado, o estudante João Vítor,
capitão da equipe Poli Arsenal, chorou ao relatar
o longo tempo de espera na conquista de um bom resultado
na competição. “Lutamos desde 2004 e
o retorno veio aos poucos”, comemorou o aluno de Engenharia
Mecânica.

A equipe Poli Arsenal, da Escola Politécnica, também
da USP, conquistou a segunda colocação, com
886,73 pontos
Canadá - Como prêmio, as
equipes Mitsubishi EESC USP 1 e Poli Arsenal poderão
representar o Brasil na Baja SAE Montreal, competição
realizada pela SAE International, que acontecerá
entre 11 e 14 de junho, em Montreal, no Canadá. A
equipe FEI Baja 2, do Centro Universitário da FEI
(Fundação Educacional Inaciana), de São
Bernardo do Campo/SP e terceira colocada neste domingo em
Piracicaba, com 828,11 pontos, também participará
da competição no Canadá, porque venceu
a Competição Baja SAE RIT, realizada ano passado
em Nova York, nos EUA, pela SAE International.
A quarta colocada na XIV Competição Baja
SAE BRASIL-PETROBRAS foi a equipe Mitsubishi EESC USP 2,
seguida pela equipe Sinuelo-Fahor, da Faculdade Horizontina,
do Rio Grande do Sul. A competição premiou,
ainda, as 59 equipes em oito categorias:
Melhor Aceleração - equipe Poli Arsenal.
Melhor Velocidade Máxima – equipe Mangue Baja
1, da Universidade Federal de Pernambuco.
Melhor Tração – equipe Sinuelo-Fahor.
Melhor Manobrabilidade e Melhor Conforto do Operador –
equipe FEI Baja 1.
Melhor Relatório de Projeto – equipes Mitsubishi
EESC USP 1 e Baja UFMG 2, esta última da Universidade
Federal de Minas Gerais.
Melhor Apresentação de Projeto – equipe
FEI Baja 2.
Melhor Enduro de Resistência – equipe Mitsubishi
EESC USP 1.
De uma forma geral, os Baja SAE mostraram altíssimo
nível na parte mecânica e um grande avanço
no desenvolvimento de eletrônica embarcada. “Além
do uso do GPS, com câmeras ‘on board’
verificamos muitos carros com sistema de telemetria de dados,
que transmite dados do veículo como rotação
do motor, consumo de combustível e temperatura do
óleo, em tempo real, para os alunos que estão
nos boxes”, conta Rafael Fassina Marques, diretor
geral da competição. O evento registrou, entre
outras novidades, a presença da primeira representante
da região norte do País, a equipe Pará
Pai D’Égua, da Universidade Federal do Pará.
A apresentação dos projetos para uma banca
de juízes especializados, em substituição
às avaliações de produção
de massas, qualidade de execução, manutenção
e conformidade, foi outra inovação. Os Baja
SAE são veículos fora-de-estrada, com quatro
ou mais rodas, capazes de atravessar terrenos de terra acidentados
e que utilizam motor padrão de 10 HP.

A equipe FEI Baja 2, do Centro Universitário da FEI,
foi a terceira colocada, com 828,11 pontos
Vilmar Fistarol, presidente da SAE BRASIL, afirma que a
Competição Baja SAE BRASIL é importante
palco de descobertas de novos talentos da engenharia automotiva
brasileira. Além disso, a competição
vem ao encontro dos objetivos da associação.
“Por meio do Baja SAE BRASIL, incentivamos a pesquisa
estudantil e, com isso, aprimoramos o aprendizado dos futuros
engenheiros brasileiros”, afirma Fistarol. “Todos
os que participam da competição adquirem grandes
chances de se destacarem profissionalmente após concluírem
a graduação”, diz o presidente.

Das 70 equipes inscritas, 59 compareceram à disputa
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Poli - USP disputará
o mundial pela primeira vez
Depois de Tanque, Torpedo e Kamikaze, chegou a vez
do Arsenal fazer bonito
A
Escola Politécnica da USP, com a equipe Poli Arsenal
conquistou o segundo lugar do pódio da 14ª Competição
BAJA SAE BRASIL Petrobras, onde participaram cerca de 70
equipes de todo o Brasil. Esta é a melhor colocação
conquistada até hoje pela equipe que participa há
7 anos do evento que possui 14 anos de tradição.
Segundo os integrantes da equipe, alcançar as equipes
“top” não foi uma tarefa fácil.
Quando estreou na modalidade, a equipe ainda não
possuía o devido suporte financeiro ou institucional
dentro da faculdade, o que explicava sua classificação
entre as “lanterninhas”. A consolidação
de fato da equipe deu-se aos poucos, com o estabelecimento
de parcerias, conquista de maior espaço dentro da
faculdade e quando passaram-se a traçar metas para
a evolução da equipe, os resultados foram
melhorando.
 |
O nome do protótipo
2008, Poli Arsenal, que remete à
união de armas de guerra em um local, traduz
a união de metas passadas dos protótipos
anteriores que também possuíam temas bélicos:
- Poli Tanque, que foi o primeiro carro
da equipe a completar o enduro de resistência,
perseguindo a meta de durabilidade.
- Poli Torpedo que em 2006 e 2007 conquistou
a 5ª colocação geral, um projeto
dinamicamente bom nos quesitos de dirigibilidade e agilidade.
- Poli Kamikaze, o recordista de velocidade
em 2007, graças à significativa redução
de massa e aprimoramento do projeto de transmissão.
Além da segunda colocação, a Equipe
Poli foi campeã no quesito aceleração. |
Tudo isto foi resultado do trabalho de um ano de projeto
e do investimento pesado em tecnologia para melhoria de
performance do veículo, como por exemplo, o desenvolvimento
de discos de freio em fibra de carbono, que mereceram o
Prêmio Excelência 2007 da Revista do Plástico
Reforçado/ Composites.
Agora, a Equipe Poli levará seu Arsenal para a
batalha no exterior, ao disputar pela primeira vez o campeonato
mundial, que será realizado em Montreal, Canadá.
“O desafio atual é financiar a ida de cerca
de 25 estudantes ao Canadá, e todos já estão
a todo vapor no trabalho de busca de patrocínios
e parcerias”, afirma Marcelo Rebouças, piloto
da equipe e aluno do curso de Engenharia Mecatrônica.
Para as empresas inteligentes, esse é o momento certo
de motivar uma nova equipe de futuros engenheiros, tendo
como benefício não apenas agregar seu nome
ao projeto, mas também na realização
de mais uma conquista.
Mais informações sobre a Equipe Poli no
site: www.poli.usp.br/baja
ou por e-mail: equipepoli@gmail.com

Contribuição de Keren Dantas
Edição: Tarcisio Dias
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Estudantes da FEI buscam
manter título
Futuros engenheiros, que já são tetracampeões
nacionais e bi mundiais, apostam em dois carros off-road,
20% mais leves que o ano passado, para continuar no pódio
da disputa. Equipe também expõe o primeiro
Baja de dois lugares do País, construído para
despertar nos alunos de ensino médio o interesse
pela engenharia.
A receita do melhor Baja do mundo é brasileira. Com ela, a equipe do Centro Universitário da FEI (Fundação Educacional Inaciana), bicampeã mundial (2004 e 2007) e tetracampeã nacional da categoria (2001, 2002, 2005 e 2007), busca mais um título na 14ª Competição Baja SAE BRASIL-PETROBRAS, que acontece nesta semana, de 13 a 16 de março, em Piracicaba (SP). Os estudantes apostam na leveza e no conforto dos carros FEIBaja1, apelidado de Crocoloco, e FEIBaja2, o Dipton, totalmente projetados e construídos por eles, para enfrentar 68 equipes de 54 universidades do País. As duas primeiras equipes melhores classificadas representam o Brasil na disputa internacional, que este ano será em Quebec, no Canadá, de 11 a 14 de junho.
Mesmo com o bom histórico, a equipe da FEI, formada por 19 estudantes do curso de Engenharia Mecânica Automobilística e Engenharia Elétrica, não mede esforços para criar novas estratégias e tecnologias. “O desafio dos alunos é sempre buscar aprendizado, desde a resolução de problemas e convivência em equipe até o estudo de melhorias para os carros”, explica o professor Roberto Bortolussi, coordenador do curso de Engenharia Mecânica e também do projeto Baja FEI.
A redução de peso é uma das melhorias. Os bajas, 20% mais leves (165kg em 2007), prometem mais agilidade durante as provas, assim como menor consumo de combustível. Para garantir maior leveza, os alunos fizeram uma combinação estratégica: uso de materiais mais leves e resistentes, como o alumínio, que substituiu o aço da suspensão traseira, de partes da suspensão dianteira, caixa de transmissão e direção; otimização de peças e componentes; regulagem nos amortecedores, além de alterações no processo de solda dos tubos, que permitem melhor acabamento e evitam o desperdício de materiais.

Os estudantes apostam também em novas tecnologias para os carros. Além da telemetria, já utilizada em outros anos – sistema que gerencia e transfere ao box, em tempo real, informações como velocidade, rotação do motor e consumo - os bajas terão um inédito sistema de rastreamento por GPS (Global Positioning System), desenvolvido pelos próprios alunos, com apoio do IPEI (Instituto de Pesquisas e Estudos Industriais da FEI). A novidade ajudará a equipe principalmente durante o enduro, prova de resistência de quatro horas em pista de terra, que garante maior pontuação. “Se o carro parar, saberemos sua localização, via computador, e ganharemos tempo para recuperá-lo”, explica o capitão da equipe FEIBaja1, Fernando Alves Trujilo, 22, estudante do 9º ciclo de Engenharia Mecânica Automobilística. Confira os detalhes dos bajas:
Crocoloco (FEIBaja1), o campeão mundial – A receita de sucesso do carro inspirou os estudantes no desenvolvimento do novo chassi, já que, no ano passado, o FEIBaja1 conquistou o título da competição nacional e também da SAE Baja Rit (em Rochester, Nova York, EUA), após enfrentar 125 equipes de 9 países. As mudanças são voltadas ao design da gaiola e uso de materiais mais leves. O FEIBaja1 tem suspensão traseira de eixo rígido, ‘bi-shock’ (dois amortecedores), com barra estabilizadora de controle de torção, inspirada em carros de passeio e que ajuda a garantir melhorias na dinâmica do veículo. Além do uso do alumínio, os alunos optaram por materiais como honeycomb, fibra de carbono e fibra de vidro, aplicados ao banco, assoalho e partes da transmissão.
Dipton (FEIBaja2), o vice-campeão nacional – Para aprimorar o desempenho do carro e garantir mais conforto ao piloto, os estudantes optaram pela implementação de uma barra estabilizadora também na suspensão traseira do Dipton, que é independente. “Ganharemos em performance, principalmente durante as curvas”, afirma o capitão e piloto da equipe, Pedro Luiz de Souza Pinto Filho, 22, estudante do 9º ciclo de Engenharia Mecânica Automobilística. Outra melhoria foi a diminuição da caixa de transmissão do carro, que ajudou a reduzir o peso do veículo. No ano passado, o Dipton conquistou o segundo lugar da SAE BRASIL-PETROBRAS e foi o campeão da Baja SAE Sudeste, competição regional que aconteceu em outubro, em São Carlos (SP).

Os dois bajas têm transmissão CVT (Continuosly Variable Transmission), direção tipo pinhão/cremalheira, suspensão dianteira tipo duplo braço triangular, freios a disco nas quatro rodas e carroceria de policarbonato. Atingem, em média, 55 km/h de velocidade máxima. De acordo com o regulamento da competição, os carros devem utilizar motor padrão de 10 HP, monocilindro, além de ter quatro ou mais rodas e conseguir transportar uma pessoa com até 1,90m de altura e 113 quilos.
Durante os quatro dias de provas, os estudantes enfrentam provas estáticas – Inspeção Técnica e de Segurança, Verificação do Motor, Avaliação de Projeto (são analisados quesitos como Manutenção, Integridade Estrutural, Produção em Massa, Qualidade de Execução, Originalidade, Conformidade de Projeto, Conforto do Operador, Relatório de Projeto e Relatório de Custos) – e dinâmicas – Aceleração, Velocidade Máxima, Tração, Manobrabilidade, Subida de Rampa e Enduro.
Baja de dois lugares – Com a experiência de mais de 13 anos na construção de bajas, a equipe da FEI vai expor em Piracicaba o primeiro Baja de dois lugares do País, desenvolvido também pelos estudantes do Centro Universitário. A iniciativa faz parte do projeto ‘FEI JOVEM’ (Jornadas para Valorização das Engenharias no Ensino Médio na FEI), apoiado pela FINEP (Financiadora de Estudos e Projetos do Ministério da Ciência e Tecnologia), que tem o objetivo de despertar o interesse entre os alunos do ensino médio pela engenharia.
Em termos comparativos, os engenheiros no Brasil representam 10% dos profissionais graduados, enquanto nos Estados Unidos eles são mais de 25% do total. No ano passado, mais de 400 estudantes de quatro escolas da Grande SP tiveram a oportunidade de conhecer o ‘Bajão’ e dar uma volta no carro na pista de terra da própria FEI. “É uma maneira de mostrar aos jovens que a engenharia vai muito além dos cálculos”, explica o professor Roberto Bortolussi.
Conheça o histórico da equipe Baja FEI:
Competição Baja SAE BRASIL-PETROBRAS:
Ano de participação |
Nº de equipes inscritas |
Colocação da FEI |
1995/1ª edição |
8 |
3º lugar |
1996/2ª edição |
26 |
2º lugar |
1998/3ª edição |
59 |
28º e 29º lugares |
1999/4ª edição |
61 |
8º e 21º lugares |
2000/6ª edição |
64 |
2º lugar |
2001/7ª edição |
73 |
1º lugar |
2002/8ª edição |
83 |
1º e 2º lugares |
2003/9ª edição |
77 |
2º e 3º lugares |
2004/10ª edição |
79 |
2º e 3º lugares |
2005/11ª edição |
70 |
1º lugar |
2006/12ª edição |
68 |
23º e 24º lugares |
2007/13ª edição |
70 |
1º e 2º lugares |
Competição internacional, nos EUA:
Ano |
Colocação da FEI |
2000 |
8º lugar |
2001 |
5º lugar |
2002 |
3º e 6º lugares |
2003 |
15º lugar |
2004 |
1º lugar |
2005 |
11º lugar |
2007 |
1º lugar |

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Baja SAE BRASIL-PETROBRAS 2008
terá participação de 70 equipes do Brasil, Venezuela e Colômbia
Competição de carros off-road construídos por estudantes acontece de 13 a 16 de março, em Piracicaba, São Paulo
Dias e noites fechados na oficina da faculdade, finais de semana, férias e feriados gastos no projeto, construção e teste dos carros. Esta tem sido a rotina de cerca de 800 estudantes de engenharia de 14 estados brasileiros, Distrito Federal, Venezuela e Colômbia, que aceitaram o desafio de desenvolver carros off-road, conhecidos como Baja SAE, para a XIV Competição Baja SAE BRASIL-PETROBRAS. A competição será realizada de 13 a 16 de março, no Esporte Clube Piracicabano de Automobilismo (ECPA), em Piracicaba, interior de São Paulo.
Todo o esforço vale a pena. Realizada há 14 anos consecutivos pela SAE BRASIL (Sociedade de Engenheiros da Mobilidade), a Competição Baja SAE BRASIL-PETROBRAS é reconhecida pelas principais indústrias ligadas à mobilidade como celeiro de talentos. “Os estudantes que participam desta competição são muito disputados pelas empresas do setor, principalmente as montadoras e autopeças”, afirma Rafael Fassina Marques, diretor geral da competição.
Divididos em 70 equipes, os futuros engenheiros são responsáveis por projetar, buscar patrocínio, fabricar e testar os carros. Ao final das provas, as duas equipes melhores classificadas ganharão o direito de representar o Brasil na Baja SAE Montreal, competição internacional, que acontecerá entre 11 e 14 de junho, em Montreal, Quebec, no Canadá. Nos Estados Unidos, o Brasil é tricampeão na modalidade.
Do total de inscrições (ver a lista das equipes), São Paulo é o estado com o maior número de equipes: 13 equipes são do interior e 8 da Grande São Paulo. Rio Grande do Sul será representado por 9 equipes, Rio de Janeiro com 8 e os estados de Minas Gerais e Santa Catarina terão 6 equipes cada. Quatro equipes são de Pernambuco e três do Paraná. A Bahia tem duas equipes inscritas, assim como Paraíba, Ceará e Espírito Santo. Além de Brasília, Rio Grande do Norte e o Pará possuem uma equipe cada. A competição, que contou também com 70 equipes inscritas no ano passado, terá, ainda, a participação inédita de duas equipes da Venezuela e uma Colômbia.

COMPETIÇÃO - Durante três dias de provas, os Baja SAE serão submetidos a avaliações de segurança, aceleração, velocidade, manobrabilidade, tração e um enduro de resistência, com quatro horas de duração, realizado em pista de terra cheia de obstáculos. Além disso, a partir deste ano, as equipes deverão apresentar o projeto para uma banca de juízes, especialistas da indústria.
“Ao ouvir das equipes como os projetos foram desenvolvidos, será possível apontar de forma mais justa qual é, realmente, o melhor projeto”, observa Rafael Fassina Marques, ao destacar que isso incentiva os participantes a terem uma postura profissional.
Os Baja SAE são veículos fora-de-estrada, de estrutura tubular em aço, monoposto, projetados e construídos por estudantes de engenharia. Todos os veículos utilizam motor padrão de 10 HP e devem ter quatro ou mais rodas e conseguirem transportar pessoas com até 1,90m de altura e de até 113 quilos. Além disto, a fabricação deve ser feita com ferramental padrão da indústria, com pouca ou nenhuma mão-de-obra especializada.
Confira relação das equipes participantes:
14ª Competição Baja SAE BRASIL-PETROBRAS
Relação de equipes inscritas
(67 equipes brasileiras + 2 Venezuela + 1 Colômbia)
São Paulo (Interior) – 13 equipes / 12 universidades)
Escola de Engenharia de São Carlos da USP (EESC-USP) - equipes Mitsubishi EESC-USP 1 e Mitsubishi EESC-USP 2
Escola de Engenharia de Piracicaba – equipe Pirabaja
Faculdade de Engenharia de Sorocaba (Facens) – equipe Fase Racing
Faculdades Anhanguera – equipe Quadrilha B
Fatec (Sorocaba) – equipe Nitro Baja Racing
Unesp (Ilha Solteira) – equipe Tec-Ilha Baja
Unesp (Bauru) – equipe FEB-Unesp
Unesp (Guaratinguetá) – equipe Piratas do Vale
Unicamp – equipe Unicamp
Universidade de Taubaté (Unitau) – equipe Bajeca
Universidade Metodista de Piracicaba – equipe Unimep Baja
Universidade Federal de São Carlos – equipe Ufscar Baja 1
Grande São Paulo – 8 equipes / 5 universidades
Centro Universitário da FEI – equipes FEI Baja 1 e FEI Baja 2
Fatec São Paulo – equipe Fatecnólogos
Instituto Mauá de Tecnologia – equipes Mauá Atacama e Mauá Borneo
Escola Politécnica da USP – equipes Poli Arsenal e Poli Kamikase
Universidade Paulista (Unip) – equipe Baja Unip
Minas Gerais – (6 equipes / 4 universidades)
Centro Federal de Educação Tecnológica (Cefet-MG) – equipes Cefast 1 e Cefast 2
Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) – equipes Baja UFMG 1 e Baja UFMG 2
Universidade Federal de Itajubá (Unifei) – equipe Saci
Universidade Federal de Uberlândia (UFU) – equipe Cerrado
Espírito Santo (2 equipes / 1 universidade)
Universidade Federal do Espírito Santo – equipes Vitória Baja 1 e Vitória Baja 2
Rio de Janeiro (7 equipes /5 universidades)
Centro Federal de Educação Tecnológica do Rio de Janeiro (Cefet-RJ) – equipe B12C
Faculdade de Engenharia de Resende – equipe Aedbaja
Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) – equipes B.O.P.E. Baja e Beirute
Universidade Federal do Rio de Janeiro – equipe Minerva Minibaja
Universidade Federal Fluminense – equipes VR Baja e Tuffão Baja SAE
Pará (1 equipe / 1 universidade)
Universidade Federal do Pará – equipe Pará D’Égua
Distrito Federal (1 equipe / 1 universidade)
Universidade de Brasília – equipe Piratas do Cerrado
Santa Catarina (6 equipes / 4 universidades)
Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) – equipes Velociraptor INF 13 e Velociraptor 666
Universidade Federal de Santa Catarina – equipes UFSC Ilhéu e UFSC Uiraçu
Universidade da Região de Joinville (Univille) – equipe Ubaja
Instituto Superior Tupy – equipe Tupy Racing
Rio Grande do Sul (9 equipes / 8 universidades)
Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) – equipes Tchê-97T e Tchê-Bagual
Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos) – equipe Bajasinos
Universidade de Passo Fundo – equipe Mas Baja Tchê
Universidade de Caxias do Sul – equipe Chimango
Universidade Regional Integrada – equipe Uribaja-04
Faculdade Horizontina (Fahor) – equipe Sinuelo-Fahor
Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (Unijuí) – equipe Bugio Racing
Universidade Federal de Santa Maria – equipe Bombaja
Paraná (3 equipes / 3 universidades)
Universidade Federal do Paraná (UFPR) – equipe Piá de Baja
Universidade Tuiutí do Paraná – equipe Engmackers
Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) – equipe Javali
NORDESTE
Pernambuco (4 equipes / 2 universidades)
Escola Politécnica de Pernambuco (Poli) – equipes Corisco 1 e Corisco 2
Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) – equipes Mangue Baja 1 e Mangue Baja 2
Rio Grande do Norte (1 equipe / 1 universidade)
Universidade Federal do Rio Grande do Norte – equipe Car-Kará
Paraíba (2 equipes / 1 universidade)
Universidade Federal da Paraíba – equipes UFPBaja Indelével e UFPBaja Imprescindível
Ceará (2 equipes / 2 universidades)
Universidade Federal do Ceará (UFC) – equipe Siará
Universidade de Fortaleza (Unifor) – equipe Mangabaju Racing
Bahia (2 equipes / 1 universidade)
Universidade Federal da Bahia (UFBA) – equipe Carpoeira
Centro Federal de Educação Tecnológica da Bahia (Cefet-BA) – equipe Ó Pai, Ó
COLÔMBIA
Universidad Pontifícia Bolivariana – equipe UPB Baja SAE
VENEZUELA
La Universidad Del Zulia – equipe Baja SAE Luz
Universidad Simon Bolívar – equipe Baja SAE USB
SERVIÇO
14ª Competição Baja SAE BRASIL-PETROBRAS
Data: 13 a 16 de março de 2008
Local: ECPA (Esporte Clube Piracicabano de Automobilismo) – rodovia SP 135, km 13,5, bairro Tupi, Piracicaba, São Paulo. |