EDIÇÃO 109 | JANEIRO | 2009 | TECNOVIDADE
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Pneus
Verdes: compromisso com o desenvolvimento sustentável
Desde 1896, a Michelin trabalha para desenvolver
produtos que apresentem um equilíbrio de performance:
segurança, conforto, durabilidade e resistência
à rodagem
Desde
1896, a Michelin trabalha para desenvolver produtos que
apresentem um equilíbrio de performance: segurança,
conforto, durabilidade e resistência à rodagem.
112 anos após, a Michelin mantém o pioneirismo
e a liderança neste campo, investindo e desenvolvendo
pneus que consumam menos combustível e, consequentemente,
que tenham menor impacto ambiental, preservando todas as
demais características do pneu: segurança,
conforto e durabilidade.
Segundo dados do World Business Council for Sustainable
Development (WBCSD), até 2030 haverá um crescimento
de 47% no consumo mundial de petróleo e de 75% na
emissão de CO2 no mundo. Além disso, no mesmo
período, a frota mundial de veículos irá
dobrar, chegando a cerca de 1,5 bilhão de veículos.
O papel dos pneus e a resistência à
rodagem:
20% do consumo de combustível de um veículo
acontece devido à resistência à rodagem
dos pneus, o que corresponde a 4% de todas as emissões
de CO2 no mundo. Com estes números, verifica-se que
a contribuição dos pneus é muito importante.
Tecnicamente isso ocorre porque sempre que a roda gira
sob o efeito da carga, o pneu se deforma para adaptar-se
à estrada. Isto faz com que os materiais do pneu
se aqueçam e dissipem energia, gerando mais consumo
de combustível.
Por isso, reduzir a resistência à rodagem
dos pneus permite reduzir o consumo de combustível
e, assim, as emissões de gases de efeito estufa,
como o CO2.
Ciente de seu papel neste contexto, o desafio da Michelin
consiste em desenvolver soluções (produtos
e serviços) que tenham o melhor custo benefício
(menor consumo de combustível e maior durabilidade
e segurança) e que ofereçam também
um benefício coletivo à sociedade (diminuição
das emissões de CO2).
Os benefícios individuais e coletivos: ganham
o consumidor e a sociedade - Um pneu novo de graça,
dois tanques de combustível economizados e oito novas
árvores plantadas são os ganhos de um consumidor
ao longo da vida útil de seus pneus verdes. Uma equação
simples que fala diretamente ao bolso do consumidor e que,
se multiplicada por toda a frota de veículos do Brasil
(28 milhões – fonte: Sindipeças), por
exemplo, gera um benefício coletivo interessante:
mais de 500 milhões de litros de combustível
economizados por ano, o equivalente ao consumo de toda a
frota de carros da cidade de Porto Alegre (5ª maior
do Brasil) neste mesmo período.
Linha de Pneus Verdes Michelin no Brasil - O
compromisso da Michelin é: desenvolver produtos e
serviços que promovam a mobilidade sustentável,
atendendo às necessidades do indivíduo e da
sociedade no que se refere a uma locomoção
livre e segura de pessoas e mercadorias, permitindo comunicação,
negócios e relacionamentos, sem sacrificar valores
humanos e ecológicos essenciais. A nova geração
de pneus Energia Verde chega ao Brasil, fazendo com que
os pneus de baixa resistência à rodagem passem
a representar 70% das vendas da marca Michelin no Brasil.
Energy XM1+ completa a linha Energy para carros
de passeio - Para ampliar a oferta de Pneus Verdes
Michelin no País, em novembro chega às revendas
o Energy XM1+, desenvolvido especialmente para atender às
exigências do segmento de automóveis de média
potência e maior desempenho.
O novo produto oferece uma redução de até
1,7% no consumo de combustível em relação
aos principais concorrentes do mercado. Conseqüentemente,
cerca de 23 Kg de CO2 deixam de ser emitidos para o meio
ambiente por veículo ao ano.
Isso representa uma redução de 1,5 grama
do gás por quilômetro rodado. Se toda a frota
nacional de veículos de média potência
passasse a usar pneus Energy XM1+, a quantidade de gases
poluentes que deixaria de ser emitida seria equivalente
à absorção anual de CO2 de 4 milhões
de árvores.
O Energy XM1+ é considerado ainda o pneu mais durável
do segmento: apresenta uma vida útil 37% superior
à média dos principais concorrentes, e oferece
ainda a maior segurança de frenagem em piso molhado,
cerca de 2 metros de diferença com relação
à distância registrada pelos pneus disponíveis
no mercado.
Também da linha Energy, o pneu Energy XM1, lançado
em 2007, foi desenvolvido para equipar veículos de
passeio compactos, médios e monovolumes de baixa
potência. A baixa resistência à rodagem
do produto permite ao consumidor poupar até 1% de
combustível durante a vida útil. A cada 70
mil quilômetros rodados com pneus Energy XM1, um valor
equivalente a um pneu novo é economizado. Este valor,
multiplicado por toda a frota do segmento em circulação
no País, representa uma economia de mais de 300 milhões
de litros de combustível anualmente.
Além disso, o produto é mais durável
e seguro. Testes realizados pela Michelin provaram que o
pneu Energy XM1 dura 40% a mais em quilômetros rodados
do que a média dos principais concorrentes do segmento,
e oferece também a menor distância de frenagem:
constatou-se uma redução de 1,85 metro na
distância de frenagem em pista seca e, em pista molhada,
a distância registrada foi de 1,6 metro a menos.
Os pneus Energy XM1+ e XM1 apresentam excelente comportamento
e estabilidade graças à escultura assimétrica,
que garante maior superfície de contato com o solo.
A superior resistência a choques e cortes é
assegurada pelo cinturão de poliamida adicionado
para cobrir as lonas metálicas dos pneus até
os ombros e pela carcaça em poliéster de alta
resistência.
No Brasil, o Energy XM1 já está disponível
em dez dimensões diferentes, cujas larguras variam
de 165 a 185 milímetros. As séries podem ser
60, 65 e 70, e os aros vão de 13 a 15 polegadas.
A partir de novembro, o Energy XM1+ estará à
disposição dos clientes nos aros 14 e 15,
séries 60, 65 e 70 e larguras 175 e 195.
Energy Saver: redução de CO2 em 4
gramas por quilômetro - O Michelin Energy
Saver completa a linha de Pneus Verdes para o segmento de
veículos de média potência. O produto
concilia três desempenhos do mais alto nível:
segurança, durabilidade e redução no
consumo de combustível. As economias proporcionadas
pelo Energy Saver compensam, a cada 45.000 quilômetros
rodados, o valor pago em um pneu.
Segundo testes realizados pelo instituto alemão
TÜV SÜD Automotive em 2007, aproximadamente 0,2
litro de combustível são poupados em carros
equipados com o Energy Saver a cada 100 quilômetros,
em comparação com pneus de primeira linha
encontrados no mercado. Isso significa uma redução
nas emissões de CO2 na ordem de 4 gramas por quilômetro.
A durabilidade do Energy Saver também é superior:
o produto chega a rodar 40% a mais quando comparado à
média dos produtos disponíveis no mercado
atual. Por exemplo, enquanto o concorrente atinge um limite
máximo de 50 mil quilômetros, o Energy Saver
percorre, nas mesmas condições de uso, mais
de 70 mil quilômetros.
A redução no consumo de combustível
e o aumento na durabilidade são garantidos, mantendo
o alto nível de segurança. O pneu apresenta
uma ótima resposta em aderência, pois esquenta
pouco enquanto roda, mas é capaz de aquecer rápida
e pontualmente durante a frenagem.
A distância de frenagem do produto é 3 metros
menor que a apresentada pelo pneu da geração
anterior (efetuada a partir de 80 km/h em pista molhada),
melhor marca registrada entre a média de pneus concorrentes
avaliados.
O Energy Saver é fabricado na Europa e já
está disponível no Brasil na dimensão
215/65 R 15. Outras seis dimensões, nos aros 14 e
15, larguras de 175 a 215 e séries 60, 65 e 70, chegarão
ao Brasil a partir de janeiro.
Latitude Tour HP: maior durabilidade para veículos
4x4 - O Latitude Tour HP foi desenvolvido pela
Michelin especialmente para aplicação em veículos
4x4 de alto desempenho e uso preferencial on-road. O produto
oferece o equilíbrio perfeito entre aderência
e durabilidade, rodando até 35% mais sem perder em
desempenho.
Um estudo realizado pelo TÜV SÜD Automotive concluiu
que o Latitude Tour HP dura 33% a mais do que a média
dos seus concorrentes.
Isto significa que, nas mesmas condições
de uso, enquanto os pneus da concorrência rodam em
média três anos, o Latitude Tour HP roda um
ano a mais.
Somada ao ganho em durabilidade, alcançado por conta
dos melhores resultados em resistência à rodagem,
ocorre também uma economia média de combustível
de 0,2 litro por quilômetro. Quantitativamente, isso
representa uma redução nas emissões
atmosféricas de C02 da ordem de 5,7 gramas por quilômetro.
O Latitude Tour HP conta com uma composição
de borracha similar à utilizada nos pneus de mineração
e terraplenagem, gerando alta resistência à
abrasão, que é intensificada no uso em terreno
acidentado ou sob carga. Os recortes transversais da banda
de rodagem oferecem maior conforto sonoro e segurança,
aspecto que contribui para um comportamento mais seguro
do veículo, inclusive durante situações
de alto desempenho, proporcionando, simultaneamente, mais
conforto aos passageiros.
No Brasil, a gama Latitude Tour HP está disponível
em 15 dimensões, dos aros 15 ao 19.
Novo Michelin Agilis: solução verde
para veículos comerciais - Projetado para
aplicação em veículos comerciais, como
vans, furgões e caminhões leves de última
geração, o Agilis une as tecnologias implantadas
com sucesso pela Michelin nos segmentos de passeio e de
caminhões. O modelo oferece melhor aderência,
mais robustez e durabilidade, além de reduzir o consumo
de combustível.
A superfície de contato é quadrada, o que
permite o melhor controle da pressão nos tacos de
borracha em condições de cargas e pressões
elevadas. Essa característica proporciona menos fricções
com o piso, gerando uma economia de combustível na
ordem de 2% em relação ao seu antecessor,
o Michelin Agilis 81. Isso pode ser traduzido em 370 Kg
a menos de CO2 emitido por veículo ao longo da vida
útil do pneu.
Quanto à durabilidade do produto, testes realizados
pela Michelin comprovaram que o novo Michelin Agilis é
até 30% mais durável que a geração
anterior. Estes aspectos acarretam uma redução
de 3% em média no orçamento do frotista para
pneus e combustível, garantindo ao modelo o menor
custo quilométrico.
O Novo Agilis estará disponível em nove dimensões,
dos aros 14 ao 16, larguras de 185 a 225 mm, e séries
de 70 a 80.
Michelin: em busca da melhor mobilidade - Desenvolver
a mobilidade sustentável. Com este objetivo, a Michelin
se empenha continuamente em ampliar seu papel de empresa
responsável, investindo seus recursos e tecnologias
para a melhor mobilidade, sempre comprometida social e ambientalmente.
Além de incorporar melhorias na performance de seus
produtos, o foco da Michelin em meio ambiente engloba todo
o processo de fabricação até a atuação
da empresa junto à comunidade.
Cada unidade da Michelin possui uma política ambiental
que garante o compromisso com a preservação
do meio ambiente. As fábricas no Brasil estão
certificadas pela norma de gestão ambiental ISO 14001.
No mundo todo, 99% dos pneus do Grupo Michelin já
são produzidos em unidades sob esta certificação.
Atualmente, a meta da Michelin é reduzir em 20%
o impacto ambiental de suas plantas no mundo até
2011. Para isso, o Grupo definiu um indicador de progresso
do desempenho ambiental de suas plantas, denominado Michelin
site Environmental Footprint (MEF), onde constam os objetivos
de progresso que deverão ser atingidos.

Projeto Ouro Verde Bahia - Lançado
pela Michelin em 2003, nas Plantações Michelin
da Bahia, a 200 km de Salvador, o Projeto Ouro Verde Bahia
é o maior programa mundial da empresa ligado à
sustentabilidade. Composto por ações que visam
à garantia da atividade econômica do local,
à pesquisa agronômica de ponta e à preservação
da Mata Atlântica, o trabalho do Projeto gira em torno
de três grandes eixos: econômico, social e ambiental.
No plano econômico, a Michelin dividiu 5 mil hectares
de suas plantações em 12 médias propriedades.
Assim, ex-funcionários tornaram-se proprietários
das terras, o que permitiu a renovação do
seringal e a diversificação de culturas. A
Michelin compromete-se a comprar o látex produzido,
mas sem exclusividade, isto é, se os produtores quiserem,
podem vender a outros clientes. E hoje eles cultivam também
cacau e banana, gerando emprego e renda em uma das regiões
mais pobres do País. Desde a implantação
do Projeto Ouro Verde, já foram criados mais de 400
novos postos de trabalho diretos e foram plantados 1.300
hectares de seringueira e 1.500 de cacau.
Ainda no eixo econômico, a Michelin é fonte
de pesquisa de novas variações de seringueiras
resistentes ao mal das folhas, causado por um fungo que
atinge este tipo de plantação em climas úmidos
como o da região. Doença esta que, se chegar
à Ásia, pode comprometer a oferta de borracha
natural, já que este continente é responsável
por mais de 85% da produção mundial.
Nos laboratórios de suas plantações,
a Michelin recebe pesquisadores do mundo inteiro. Ao mesmo
tempo, produz e vende, a preço de custo, mudas resistentes
e com elevado potencial de produção aos pequenos
e médios agricultores da região.
A Michelin também mantém uma usina de beneficiamento,
que produz cerca de 12 mil toneladas de borracha natural
por ano (aumento de 50%).
No plano social, a Michelin desenvolve, com apoio do Banco
do Nordeste, da Empresa Baiana de Desenvolvimento Agropecuário
(EBDA) e da Comissão Executiva do Plano da Lavoura
Cacaueira (CEPLAC), um programa de agricultura familiar
que já beneficiou mais de 1.000 famílias.
Neste eixo há também a implantação
de um loteamento, o Projeto Nova Igrapiúna, financiado
junto à Caixa Econômica Federal, que prevê
a construção de 260 novas casas para os trabalhadores,
além de instalações de tratamento de
água, postos médicos e escolas.
Em parceria com a Fundação Odebrecht, a Michelin
mantém ainda a Casa Familiar Rural para a formação
de jovens filhos de agricultores familiares e apóia
a prefeitura de Igrapiúna na melhoria e construção
de mais de 200 km de estradas no interior do município.
Já no eixo ambiental, a Michelin criou uma reserva
ecológica, com 3.000 hectares, assegurando a proteção
e o enriquecimento da biodiversidade da área. Atualmente,
26 pesquisas, com o apoio da Michelin, estão em andamento
na reserva por meio de parcerias com universidades da Bahia
e de outros países.
Numa região pobre e com alto índice de desemprego,
o Projeto Ouro Verde Bahia é um modelo para o Estado
da Bahia e para o Brasil, que pôde ser viabilizado,
também, graças às várias parcerias
criadas pela Michelin com autoridades locais, ONGs, associações
locais e sindicatos, além de bancos e autoridades
federais.
Michelin Challenge Bibendum - Considerado
um dos principais eventos do mundo para o avanço
da indústria automotiva, o Michelin Challenge Bibendum,
fórum de debates para apresentar, discutir e testar
as melhores tecnologias ecologicamente corretas no campo
da mobilidade sustentável, foi criado pelo Grupo
Michelin, em 1998, para comemorar o centenário do
Bibendum – o boneco da Michelin, que é símbolo
da marca
Entre suas principais contribuições está
o incentivo à pesquisa e ao desenvolvimento de novas
fontes de energia “limpas”, que evitam o desperdício
dos combustíveis minerais.
A próxima edição do evento mundial
Michelin Challenge Bibendum será realizada pela primeira
vez no continente sul-americano. O Rio de Janeiro (RJ),
cidade escolhida para sediar os debates sobre os desafios
da mobilidade rodoviária, receberá, de 26
a 29 de abril de 2009, representantes da classe política,
empresários, dirigentes industriais, pesquisadores
e jornalistas do mundo inteiro.
A 10ª edição do evento, no Brasil, oferece
uma oportunidade de continuar o debate sobre os desafios
enfrentados pelo setor do transporte rodoviário no
século XXI e de promover a transferência de
conhecimento sobre as particularidades do continente sul-americano,
sem descuidar do compromisso com a evolução
limpa, econômica e segura do transporte rodoviário
em nível mundial.
Pressão Certa - O Pressão
Certa é uma ação global, desenvolvida
pela Michelin em mais de 20 países, inclusive no
Brasil. Durante a ação, uma equipe especializada
Michelin vistoria e calibra gratuitamente a pressão
dos pneus dos veículos do público. Em seguida,
os técnicos entregam um relatório ao motorista
com a situação dos pneus de seu automóvel
e os cuidados necessários para garantir a sua segurança.
Pesquisas feitas na Europa mostraram que 66% dos motoristas
que passaram por um controle de pressão de seus pneus
rodavam com baixa pressão. Nos Estados Unidos, o
Departamento dos Transportes publicou uma pesquisa indicando
que 27% dos carros circulando nas estradas americanas rodavam
com pelo menos um dos pneus com baixa pressão.
Além de contribuir para a diminuição
dos acidentes, a pressão correta dos pneus também
interfere no consumo de combustível. Estimativa divulgada
na França calcula que se todos os automóveis
do país trafegassem com pneus corretamente calibrados
seriam economizados 2% do consumo anual de combustível
(cerca de 500 milhões de litros).
Os cuidados com a pressão certa dos pneus se refletem
ainda no meio ambiente, pois a baixa pressão dos
pneus provoca diminuição em sua vida útil,
que pode ter seu rendimento quilométrico diminuído
em até 30%. Com isso, os pneus devem ser trocados
com mais frequência e, consequentemente, mais carcaças
serão descartadas.
Projeto Mobilidade Sustentável do World
Business - Council for Sustainable Development (WBCSD) -
A Michelin não se preocupa apenas em criar
novos produtos e serviços. O Grupo também
se engaja em vários projetos que visam a desenvolver
a mobilidade sustentável.
Assim, o Grupo Michelin participa do World Business Council
for Sustainable Development (WBCSD), uma associação
sediada em Genebra, que reúne cerca de 200 empresas
internacionais comprometidas com o desenvolvimento sustentável.
Entre os projetos com apoio da empresa está o Tire
Industry Project, que conta com a participação
dos principais fabricantes de pneus e busca desenvolver
uma base de conhecimento em comum sobre os impactos das
partículas de desgaste e dos materiais utilizados
na fabricação dos produtos.
O WBCSD conta também com apoio da Michelin no projeto
Mobility for Development, que visa a avaliar a contribuição
da mobilidade no desenvolvimento econômico dos países
emergentes. Em maio deste ano, foi realizada em São
Paulo uma jornada de diálogo e conscientização
sobre o tema com os representantes do governo e do setor
privado. A jornada anterior havia acontecido na abertura
do Michelin Challenge Bibendum, em novembro de 2007, em
Xangai, na China.
Global Road Safety Partnership (GRSP) para segurança
no trânsito - Ao lado de 11 empresas do setor
de transportes, a Michelin é membro ativo do Global
Road Safety Partnership (GRSP) desde 2003, e atualmente
ocupa a sua presidência. Esta associação
reúne governos, organizações internacionais,
ONGs e empresas multinacionais.
O GRSP tem participação ativa em países
emergentes, como Brasil, China, Costa Rica, Gana, Hungria,
Índia, Namíbia, Polônia, Romênia
e Rússia, nos quais oferece apoio aos programas de
segurança rodoviária: melhoria na infra-estrutura
das estradas, novas normas e regulamentações,
treinamentos especializados e programas educativos.
Em 2005, a Michelin, em conjunto com mais seis empresas,
investiu US$ 10 milhões para iniciar o Global Road
Safety Initiative (GRSI), e escolheram o GRSP para implementá-lo.
Esta iniciativa tem foco no Brasil, China e Asean (Associação
das Nações do Sudeste Asiático). O
objetivo da ação é aproveitar o conhecimento
global para trabalhar em conjunto com experts locais em
cada uma das regiões.
No Brasil desde 2000, o GRSP desenvolveu ainda uma estratégia
de sucesso chamada Proactive Partnership Strategy (PPS),
que visa à redução do número
de acidentes de trânsito em cidades entre 100 mil
e 600 mil habitantes, por meio de parcerias com o governo
local, setor privado e ONGs. Jundiaí, no Estado de
São Paulo, e Resende, no Estado do Rio de Janeiro,
são algumas das cidades que obtiveram os melhores
resultados até o momento.
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