Volkswagen | Utilitário esportivo CrossFox é lançado

Volvo | Preciosidades e a segurança de sempre

Peugeot | Nova perua 206 SW se destaca

Chevrolet | Entre o clássico e o tradicional

Daimler-Chrysler | Dodge Ram 2500 e 300C

Fiat | Michael Schumacher lança Stilo com seu nome

Honda | Aproveitando o salão para vender

Toyota | Personal Mobility mostra o futuro

Mitsubishi | Nacionais e importados juntos

Ford | GT40, Mustang e linha 2005 completa

Renault | Mégane Sedan é a estrela do estande

Nissan | Sentra, Murano e Xtrail são as atrações

Mercedes-Benz | SLR Mclaren: 626 cv potência

Jaguar | Crescimento de 10% para 2005

Porsche | 911 e Boxster se destacam

Ferrari e Maserati | Novas Preciosidades

SsangYong | Ampliando o mercado

Citroën | C3 Pluriel e Tratamento VIP

Audi | Os carros mais velozes do salão

FEI | Carros conceitos são destaques

HPC | Veículos blindados com lança-chamas e pimenta

Beleza | Confira as modelos do salão

BRASIL l SALÃO INTERNACIONAL DO AUTOMÓVEL 2004
Abeiva faz balanço positivo do Salão

O presidente da Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores – Abeiva, André Müller Carioba, considerou extremamente positivo o resultado do XXIII Salão Internacional do Automóvel, encerrado no dia 31 de outubro, no Pavilhão de Exposições, Anhembi, em São Paulo. Na opinião de Carioba, diversos fatores concorreram para o sucesso do evento, a começar pela presença maciça do público visitante, estimado em cerca de 500 mil pessoas durante os 10 dias da mostra.

“O número de visitantes demonstra o interesse do consumidor em conhecer as últimas novidades do setor automobilístico e, ao mesmo tempo, influi diretamente nas ações dos fabricantes que visam colocar no mercado maior número de modelos ainda na reta final do ano de 2004”, explica o presidente da Abeiva. Outro ponto que destaca como muito importante foi a presença do Salão, como um todo, na mídia impressa e eletrônica de todo o País, o que representa uma forte alavanca de vendas.

Para André Carioba, os importados, não apenas das marcas filiadas à Abeiva, mas em geral de todas as montadoras, mais uma vez traduziram-se num capítulo à parte das atrações do Salão. Prova disso é que do total de 327 veículos expostos, 183 são importados e 144 nacionais. “Neste sentido, portanto, é inquestionável a importância dos modelos importados, como ponto de referência em relação à tecnologia e qualidade empregadas em seus processos de fabricação, fatores dos quais as próprias montadoras nacionais se utilizam para manter a competitividade de seus produtos em mercados internacionais. Vale lembrar que somente este ano a indústria automobilística brasileira prevê exportar cerca de 600 mil unidades. Sem competitividade tanto econômica como tecnológica isso não seria possível”, afirma Carioba.

O Salão do Automóvel também mostrou para o consumidor brasileiro várias novidades recém lançadas na Europa, entre elas, por exemplo, o Série 1, da BMW, e o novo Sportage, da Kia Motors, dois modelos mostrados pouco mais de um mês atrás no Salão de Paris.

Especificamente para a Abeiva, entretanto, o XXIII Salão do Automóvel teve um peso extra porque propicia para a entidade intensificar seu diálogo com representantes do governo federal e expor suas reivindicações. “A alíquota de importação de 35% continua representando uma carga excessivamente alta para a auto-sustentação do setor, agravada com o IPI de 25% para veículos com motor acima de 2.0 litros e o recente aumento do PIS/Cofins”, afirma Carioba. Neste contexto, a Abeiva continua depositando grande confiança na assinatura do acordo Mercosul-EU para que aconteça no próximo ano.

Além de todo esse reconhecido entrave aos importados, Carioba lembra que o comportamento do dólar e do euro, frente ao real, constitui-se em mais uma barreira efetiva de proteção natural ao produto nacional. “Ainda assim, permanece a expectativa por parte da Abeiva de que novos ventos de competitividade nos alcancem na busca desta auto-sustentação”, disse Carioba.

Para o presidente da Abeiva, taxa zero de importação não teria impacto significativo para o governo brasileiro, em razão do volume de veículos que seriam trazidos para o País. “Neste ano, foram importados cerca de 3.500 unidades, com taxa zero esse número não ultrapassaria a casa de 5.000 carros, portanto uma soma irrisória se comparada com as 600 mil que serão exportadas pela indústria nacional este ano”, afirma André Müller Carioba.

Ainda segundo o presidente da Abeiva, “vale lembrar ainda que, enquanto no Brasil a alíquota de importação praticada é de 35%, no México, com alíquota zero, o governo mexicano deixou de arrecadar o imposto, mas foi compensado com outras fontes de ingresso aos cofres do Estado como geração de empregos, além de movimentar setores de autopeças e serviços”, concluiu.

http://www.mecanicaonline.com.br capa capa créditos imprimir adicione aos favoritos fale conosco fale conosco