2006 l AGOSTO l ESPECIAL l EFICIÊNCIA ENERGÉTICA
Universidade Federal de Minas Gerais e FEI
são as grandes vencedoras da 3ª Maratona de Eficiência Energética
A 3ª. Maratona Energética terminou com um novo recorde na categoria gasolina, batido pela Universidade Federal de Minas Gerais. A marca obtida foi de 598,856km/l, contra 396,5km/l em 2005 e 151 km/l em 2005.

                  Com um protótipo pensando 35 kg, o “CEA M2, da UFMG fez o percurso de 4.340m com uma média de 24,22 km/h. “Esse foi o resultado do trabalho de 20 pessoas. Colocamos em prática o bom senso da engenharia. Usamos o conceito multidisciplinar, como aeronáutica, eletrônica para desenvolver o nosso veículo” explica o professor Paulo Iscold da universidade.

Já a FEI (SP), que concorreu com três veículos foi a campeã na categoria elétrica, com o “X-17” ao fazer um percurso de 29,139 km, com a marca de 135 km/W.h. As duas universidades vencedoras ganharam veículos Chevrolet, utilizados em testes e doados pela General Motors, o Celta.

Melhor projeto
Em paralelo, aconteceu a premiação dos melhores projetos, julgadas por uma comissão formada por engenheiros. Na categoria gasolina, a FEI levou a primeira e a segunda colocação com os protótipos X18 e X17, respectivamente.

E o vencedor da elétrica foi a Universidade de Design de Mauá (FADIM) com o veículo FIO. Utilizando materiais como Spectar da família do acrílico, transparente, o FIO foi construído em 10 meses, inclusive o capacete que foi desenvolvido com fibra de carbono.

Vencedores 3ª. Maratona – Categoria Gasolina
Colocação
Veículo
Universidade
Km/l
CEA-M2 UFMG 598,856
ECO MACK Mackenzie 200,342
ÉRRRBA Anhembi Morumbi 199,128

Vencedores 3ª. Maratona – Categoria Elétrico
Colocação
Veículo
Universidade
Km/l
X-17 FEI 135
Sinergia FAAP 107
Solution Mackenzie 96

Pela terceira vez consecutiva no Brasil, o Campo de Provas de Cruz Alta, local onde todos os veículos da General Motors do Brasil são testados, em Indaiatuba (SP) foi palco da maratona energética, que reuniu diversas equipes de 13 universidades brasileiras, com protótipos de veículos automotores, desenvolvidos conforme regulamento registrado na CBA – Confederação Brasileira de Automobilismo, que também é responsável pela supervisão da competição.

Maratona Energética reuniu alunos de 13 universidades - A 3ª. Maratona Energética terminou com um novo recorde na categoria gasolina, batido pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). A marca obtida foi de 598,85 km/l, contra 396,5 km/l em 2005 e 151 km/l em 2004.

O evento tem como objetivo pesquisar o rendimento energético com motores a combustão e ainda incentivar a criatividade dos futuros engenheiros automotivos para engendrarem novos conceitos de economia de combustível.

"A General Motors do Brasil dentro de seu plano de desenvolvimento de engenharia, design e tecnologia apóia e incentiva iniciativas como esta junto às universidades brasileiras, cedendo as suas instalações em Indaiatuba em São Paulo", destaca Ray Young, presidente da General Motors do Brasil e Mercosul.

Com um protótipo pesando 35 kg, o CEA-M2, da UFMG fez o percurso de 4.340 m com uma média de 24,22 km/h. "Esse foi o resultado do trabalho de 20 pessoas. Colocamos em prática o bom senso da engenharia. Usamos o conceito multidisciplinar, como aeronáutica e eletrônica para desenvolver o nosso veículo" explica o professor Paulo Iscold da universidade de Minas Gerais.

Já a FEI (SP), que concorreu com três veículos, foi a campeã na categoria elétrico, com o "X-17" ao fazer um percurso de 29,139 km, com a marca de 135 km/W.h. As duas universidades vencedoras ganharam veículos Chevrolet, utilizados em testes e doados pela General Motors para auxiliar no aprendizado e na pesquisa das universidades.

Em paralelo, aconteceu a premiação dos melhores projetos, julgados por uma comissão de engenheiros. Na categoria gasolina, a FEI levou a primeira e a segunda colocações com os protótipos X18 e X17, respectivamente. Na categoria elétrico, o vencedor foi a Universidade de Design de Mauá (FADIM) com o veículo FIO.

Como funciona a maratona - Na categoria gasolina, os participantes receberam da organização um kit composto de tanque de gasolina com capacidade para até 250 ml, mangueira de alimentação, aro e pneus. Foram permitidos apenas motores de ciclo Otto a gasolina. Sob a supervisão da CBA, cada veículo teve direito a três tentativas de cumprir o percurso regulamentar de quatro voltas na pista circular totalizando 17,2 km.

Em cada tentativa regulamentar, eles são pesados antes e depois, sempre sob a fiscalização de um comissário da CBA. Na mensuração do consumo, a temperatura ambiente também é levada em consideração, já que em situações de elevação, há expansão do volume de gasolina e assim pode influenciar diretamente no resultado. Portanto, no final do percurso, a quantidade de gasolina restante é aferida, considerando-se o seu peso e não a quantidade, em comparação com a marca inicial. Em seguida, aplicando uma regra de três, calcula-se o número de quilômetros que o carro percorreu com um litro de combustível.

Para a categoria elétrico, os concorrentes também receberam um kit composto de aros, pneus e um motor Bosch elétrico de 300W (este motor é utilizado na ventilação forçada do radiador de caminhão). Durante a competição as equipes recebem uma bateria lacrada de 12V e 6Ah para cada tentativa de realizar o seu percurso. Durante as mesmas quatro horas de pista liberada, as equipes puderam realizar até três tentativas para percorrer a maior distância com cada uma das três baterias a que tem direito, vence a equipe que percorrer a maior distância dentre todas as tentativas validadas neste período da competição.

A prova foi realizada no Campo de Provas da Cruz Alta, na moderna pista circular, única no hemisfério sul, que simula uma "reta sem fim", permitindo o monitoramento de testes de alta velocidade e acúmulo de quilometragem dos veículos em menor espaço de tempo.

Localizado no município de Indaiatuba, a 110 quilômetros da capital paulista, o Campo de Provas da Cruz Alta, da General Motors do Brasil, é o maior da América Latina e do hemisfério Sul e o terceiro mais importante entre os centros de desenvolvimento de novos veículos da General Motors Corporation.

Com uma área de 11.272 milhões de metros quadrados e com cerca de 40 quilômetros de pistas, o CPCA é um verdadeiro e grande laboratório a céu aberto, onde os veículos são exaustivamente testados e também os novos modelos em fase de desenvolvimento pela Engenharia de Produtos, que é o setor responsável pela administração do campo de provas.

Meio-ambiente preservado - No complexo de pistas do CPCA, engenheiros e motoristas/mecânicos rodam mais de 8 milhões de quilômetros por ano, o equivalente a onze viagens de ida e volta entre a Terra e a Lua, considerando os mais variados testes lá realizados, cujos dados são captados por sofisticada instrumentação e minuciosamente analisados nos cinco laboratórios lá existentes.

O Campo de Provas atingiu um nível de excelência internacional, transformando-se em um centro mundial de testes e presta serviços para outras divisões da GM nos Estados Unidos e Europa. Para alcançar esse "status", a GM investe continuamente no CPCA e, desde sua implantação, foram destinados US$ 63 milhões na construção de pistas, laboratórios, oficinas e escritórios.


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2006 l AGOSTO l ESPECIAL l EFICIÊNCIA ENERGÉTICA
I Encontro Cientifico da Maratona Energética divulga os resultados
O I Encontro Científico em Prol da Mobilidade (ENEMOBI), que acontece junto com a 3ª. Maratona de Eficiência Energética, no Campo de Provas da GM, em Indaiatuba, acaba de divulgar as cinco monografias vencedoras. A premiação vai desde motores até veículos completos Chevrolet, utilizados em testes e doados pela General Motors para as universidades e também valores em dinheiro para os autores.

São eles:

• 1º. Lugar – Universidade Federal de Minas Gerais, com a monografia “Desenvolvimento de um motor multicombustível sobrealimentado, visando ganhos de torque e potência, sem prejuízo na eficiência energética original”, de José Guilherme Coelho Baeta, Ramon Molina Valle e José Eduardo Mautone Barros. A premiação: R$ 5 mil reais aos autores da monografia e um Astra à universidade

• 2º. Lugar – Universidade Luterana, com a monografia “Análise da Eficiência de Conversão de Combustível em Motor Ciclo Otto” de Rafael Antonio Camparsi Laranja, Luiz Carlos Gertz, Charles Rech e Rosa Leamar Dias Blanco. Premiação: R$ 4 mil reais aos autores e um Corsa para a universidade

• 3º. Lugar – Universidade Federal do Rio Grande Do Sul, com a monografia “Freio Regenerativo Pneumático”, de José Francisco Fleck Heck Britto, Eduardo Perondi, Ney Francisco Ferreira. Premiação: R$ 3 mil reais aos autores um Celta para a universidade

• 4º. Lugar – Universidade do Vale dos Sinos com a monografia “Desenvolvimento de um sistema de Injeção Eletrônica Programável para Motores de Combustão Interna”, de Diogo Borges, Walter Andrey Fontana. Premiação: R$ 2 mil reais aos autores e três motores diferentes da linha Chevrolet à universidade.

• 5º. Lugar – Universidade Luterana do Brasil, com a monografia “Sistema de Propulsão para Veículo Super Econômico”, de Rafael Antonio Camparsi Laranja, Luiz Carlos Gertz, Charles Rech e Rosa Leamar Dias Blanco. Premiação: R$ 1 mil reais aos autores e dois motores diferentes da linha Chevrolet à universidade.

Para o 1º. Colocado, Ramon Montina Valle, da Universidade Federal de Minas Gerais, participar deste encontro significa “trazer para a teoria, o que estamos fazendo na prática. Todo o projeto teórico foi apresentado com base no veículo a gasolina que estaremos disputando a maratona, neste sábado”.

2006 l AGOSTO l ESPECIAL l EFICIÊNCIA ENERGÉTICA
Maratona de Eficiência Energética e ENEMOBI
Acontecem no Campo de Provas da GM, de 27 a 29 de julho

                           A 3ª. Maratona de Eficiência Energética e o 1º. Encontro Científico de Eficiência Energética em Prol da Mobilidade (ENEMOBI) acontecem em paralelo nos dias 27, 28 e 29 de julho, no Campo de Prova da General Motors, em Indaiatuba (SP). Os dois eventos têm por objetivo incentivar e discutir o uso racional e eficiente de diferentes fontes de energia no transporte.

Com a realização das maratonas de eficiência energética nos anos anteriores (2004 e 2005) nasceu a necessidade de uma reflexão mais profunda sobre o uso de energia no transporte, já que a pressão mundial de preços do petróleo tem incentivado a busca constante de novas tecnologias e mudanças de hábito de consumo. Assim, a Projeto de Comunicação – organizadora do evento – está promovendo o 1º. ENEMOBI (Encontro Científico de Eficiência Energética) voltado para o meio acadêmico, visando maior integração das universidades e estudantes de engenharia sobre o tema energia em prol da mobilidade e, ainda, nortear e embasar novas categorias da maratona.

Como condição, os trabalhos deviam versar sobre Motores de Combustão Interna, Elétrico ou Híbrido; ou Aerodinâmica; Atrito; Eletrônica Embarcada; Transmissão; ou ainda sobre Sistemas Regenerativos

ENEMOBI – A avaliação
Dentre as monografias recebidas, a comissão julgadora formada por professores e doutores especializados selecionou cinco finalistas, que receberão prêmios em dinheiro e carros protótipos da Chevrolet. Na quinta-feira, dia 27, os universitários finalistas estarão apresentando os ensaios no auditório móvel da Petrobras, um caminhão especialmente preparado pelo CONPET (Programa Nacional de Racionalização do Uso dos Derivados de Petróleo e do Gás Natural), que estará estacionado no Campo de Provas da GM, especialmente para estas apresentações. Os resultados serão divulgados no mesmo dia (27), às 14h00.

ENEMOBI – Premiação
As universidades finalistas são: Universidade Federal de Minas Gerais; Universidade do Vale do Rio do Sinos (RS); UBRA – Universidade Luterana do Brasil, que concorre com dois trabalhos, em Canoas (RS) e Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

As premiações são:
1º. Lugar – R$ 5 mil reais ao autor da monografia e um Astra protótipo à universidade
2º. Lugar – R$ 4 mil reais ao autor e um Corsa protótipo para a universidade
3º. Lugar – R$ 3 mil reais ao autor e um Celta protótipo para a universidade
4º. Lugar – R$ 2 mil reais ao autor e três motores diferentes da linha Chevrolet
5º. Lugar – R$ 1 mil reais ao autor e dois motores diferentes da linha Chevrolet

24 equipes disputam a 3ª. Maratona Energética - A premiação para este ano será um veículo protótipo Celta para as escolas vencedoras em cada categoria. Da segunda a quinta colocada, os prêmios serão motores completos, licenças de softwares UGS, entre outros. Ao todo são 24 equipes participantes, sendo que 13 com protótipos da categoria elétrica e 11 com veículos a gasolina. Como nos dois anos anteriores, a prova será realizada na moderna pista circular do Campo de Provas da Cruz Alta da General Motors do Brasil, no município de Indaiatuba.

Em 2004 e 2005 a faculdade Mackenzie foi a grande campeã com a mesma equipe e obteve a marca de 151,2 km/l e 396 km/l, respectivamente. Foi também a terceira colocada, em 2005, com um protótipo feito com fibra de carbono.

2006 l AGOSTO l ESPECIAL l EFICIÊNCIA ENERGÉTICA
Maratona de Eficiência Energética encerra as inscrições
Com 23 equipes inscritas, a maior maratona de Economia de Combustível do Brasil, para carros projetados por estudantes de universidades e escolas superiores de engenharia, será realizada pelo terceiro ano consecutivo no Campo de Provas da Cruz Alta, da General Motors do Brasil, nos próximos dias 27, 28 e 29 de julho.

                   A terceira edição da Maratona de Eficiência Energética acaba de encerrar suas inscrições. Ao todo são 24 equipes participantes, sendo que 13 com protótipos da categoria elétrica e 11 com veículos a gasolina. Como nos dois anos anteriores, a prova será realizada na moderna pista circular do Campo de Provas da Cruz Alta da General Motors do Brasil, no município de Indaiatuba, a 110 quilômetros da capital paulista.

Reconhecida oficialmente pela Confederação Brasileira de Automobilismo – CBA, a maratona é uma excelente oportunidade de incentivar futuros engenheiros a buscar soluções para as questões ambientais e energia. "Despertamos neles o interesse pelo desenvolvimento de novas tecnologias e de formas mais aerodinâmicas, visando a redução do consumo de combustível e das emissões de poluentes", explica Alberto Andriolo, organizador do evento.

Categoria Gasolina - Na categoria gasolina, os participantes recebem da organização um kit composto de tanque de gasolina, mangueira de alimentação, aro e pneus. São permitidos apenas motores de ciclo Otto a gasolina Os minitanques utilizados têm capacidade para até 250 ml de gasolina. Sob a supervisão da CBA, cada veículo tem direito a três tentativas de cumprir o percurso regulamentar de quatro voltas na pista circular (17,2 km). Em cada tentativa regulamentar, eles são pesados antes e depois, sempre sob a fiscalização de um comissário da CBA. Na mensuração do consumo, a temperatura ambiente também é levada em consideração, já que em situações de elevação, há expansão do volume de gasolina e asim influenciar diretamente no resultado. Portanto, no final do percurso, a quantidade de gasolina restante é aferida, considerando-se o seu peso e não a quantidade, em comparação com a marca inicial. Em seguida, aplicando uma regra de três, calcula-se o número de quilômetros que o carro percorreu com um litro de combustível. A pista estará liberada por quatro horas, no sábado, dia 29 de julho para esta categoria.

Categoria Elétrica - Para a categoria elétrica, os concorrentes também recebem um kit composto de aros, pneus e um motor Bosch elétrico de 300W (este motor é utilizado na ventilação forçada do radiador de caminhão). Durante a competição as equipes recebem uma bateria lacrada de 12V e 6Ah para cada tentativa de realizar o seu percurso. Durante as mesmas quatro horas de pista liberada, as equipes poderão realizar até no máximo três tentativas para percorrer a maior distância com cada uma das três baterias a que tem direito, vence a equipe que percorrer a maior distância dentre todas as tentativas validadas neste período da competição. A prova também será no dia 29 de julho.

Universidades Participantes

1 - Anhembi / Morumbi (SP) com um protótipo da categoria gasolina
2 - Faculdade de Design Industrial - Mauá (SP) com quatro protótipos: dois elétricos e dois a gasolina
3 - FEI (SP) com três protótipos: um elétrico e dois a gasolina
4 - Mackenzie (SP) com dois protótipos: um elétrico e um a gasolina
5 - UNICAMP (SP) com dois protótipos: um elétrico e outro a gasolina
6 - Universidade Estadual de Maringá (PR) com dois protótipos: um elétrico e outro a gasolina
7- FAAP (SP) com dois protótipos: um elétrico e um a gasolina
8 - Universidade Federal de Minas Gerais (MG) com um protótipo a gasolina
9 - Universidade Estadual de Minas Gerais (MG) com um protótipo a gasolina
10 - Instituto Mauá com um protótipo a gasolina
11 - Universidade Luterana do Brasil – ULBRA –(RS) com dois protótipos: um a gasolina e um elétrico
12 - UNIFEI (MG), com um protótipo a gasolina
13 - Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro com um protótipo elétrico

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