| 2007
l JANEIRO l ESPECIAL l FLEXPEDITION
Do Chuí ao Oiapoque, 35 dias,
10 mil quilômetros e muita história para contar
Depois de sair do Chuí, no dia 25 de agosto
de 2006, a expedição atravessou 18 dos 26
estados brasileiros, pela região costeira, cruzou
a metade do mundo (pela linha imaginária do Equador,
em Macapá) e chegou até a última fronteira
brasileira, no hemisfério Norte, o Oiapoque, na divisa
com a Guiana Francesa.
Concluída!
A missão da Chevrolet Flexpedition-ABS Experience,
de rodar do Chuí ao Oiapoque - para ver o Brasil
da janela de um Chevrolet - foi concluída, no final
de novembro de 2006, pra lá do meio do mundo, ou
seja, na cidade de Oiapoque, o ponto mais setentrional (ao
norte) do Brasil.
Foram 35 dias de estradas, nas mais imprevisíveis
condições de conservação, e
mais de 10 mil quilômetros, divididos em cinco etapas.
Dificuldades, estradas perigosas, calor equatorial insuportável,
maratonas de até 13 horas rodando num único
dia para cumprir os objetivos traçados, mas, também,
belas paisagens brasileiras, agradáveis descobertas
e a doce sensação de missão cumprida.
A expedição que saiu do Chuí chegou
ao Oiapoque. De Sul ao Norte do País em sete veículos
flexpower Chevrolet: uma Zafira, um Meriva, o premiado Prisma,
que saiu direto da fábrica, em Gravataí (RS),
para se juntar ao grupo, um Corsa, um Vectra, um Astra e
uma Montana
A agradável missão foi realizada por 53
expedicionários e jornalistas de várias regiões
do País, que se revezaram nas cinco etapas, conferindo
o que o Brasil tem de melhor.
Uma viagem inesquecível - A quinta e última
etapa, entre Belém do Pará e o Oiapoque, foi
vivenciada pelos expedicionários José Carlos
Pinheiro Neto (vice-presidente da General Motors do Brasil),
Humberto Gavinelli (gerente da Bosch do Brasil), pelos jornalistas
Chico Lelis, Ivan de Oliveira, Marco Gomes, Marcos Copetti,
João Mendes, Roberto Macedo, Luiz Eduardo Ribeiro
dos Santos, Genésio de Sousa, Victor Pinto, Antonio
Carlos Silva, Luiz Guerrero, Nereu Leme, Fabiano Mazzeo,
Renato Luti, Pedro Danthas, Fabio Freitas e o chefe da expedição,
Luiz Cezar Fanfa.
"Foi uma viagem inesquecível. Cheia de desafios
e agradáveis surpresas. Visitamos locais que pouca
gente conhece. Redescobrimos o Brasil a bordo de um Chevrolet
carros que, aliás, foram valentes e resistentes.
Não quebraram uma só vez", disse José
Carlos Pinheiro Neto, vice-presidente da General Motors
do Brasil, um entusiasta e defensor da expedição.
Tanto, que foi conferir suas qualidades pessoalmente e participar
ativamente da última etapa.

José Carlos Pinheiro Neto
Viajando pelo rio Amazonas - No dia 25 de novembro de 2006,
sábado, em Belém, capital do Pará,
começou a 5ª e última etapa da expedição,
com uma saborosa aventura de travessia da Baía de
Marajó, começando pelo rio Pará, circundando
a ilha de Marajó, até sair no rio Amazonas,
no porto de Santana, ao lado da cidade de Macapá.
Foram 24 horas seguidas, a bordo do navio São Francisco
de Paula.
O primeiro e o segundo dias dessa última etapa da
expedição foram dedicados a percorrer, durante
24 horas, 600 quilômetros dos rios Pará e Amazonas,
no navio São Francisco de Paula. Os expedicionários
ficaram das 12 horas de sábado (25) até as
12 horas de domingo (26) no navio, onde almoçaram,
jantaram e dormiram em cabinas ou redes penduradas no convés.
Na segunda-feira, dia 27, os 19 integrantes da expedição
saíram em direção ao objetivo final
da expedição, a cidade de Oiapoque, o ponto
mais setentrional (ao norte) do Brasil, marco também
reclamado por Monte Caburaí, localidade próxima.
A marca histórica, de rodar do Chuí (extremo
sul do País) até a cidade do Oiapoque (extremo
norte), foi alcançada depois que os viajantes rodaram
600 quilômetros pela BR-156, que está asfaltada
apenas até Tartarugalzinho (depois de cruzar o rio
Macari – que foi a divisa do Brasil até 1900),
cerca de 280 quilômetros. Depois, são mais
270 quilômetros de terra e outros 50 quilômetros
de asfalto, antes de chegar no Oiapoque.

De Macapá ao Oiapoque foram 10 horas de viagem,
nos sete carros Chevrolet Flexpower (um Vectra, uma Zafira,
um Meriva, um Astra, um Corsa e uma Montana) e o Prisma
que, valentemente, se juntou ao comboio em Belém,
vindo diretamente da fábrica da General Motors, em
Gavataí (RS). Do Oiapoque, a equipe retornou a Macapá,
e depois voltou para seus locais de origem, encerrando a
aventura da Chevrolet Flexpedition-ABS Experience 2006.
A equipe da expedição percorreu os estados
do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São
Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Bahia, Sergipe,
Alagoas, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte,
Ceará, Piauí, Maranhão, Pará
e Amapá, nas cinco etapas.
Boxes - Custos da viagem
- Uma viagem como a Flexpedition-ABS Experience, considerando
cinco semanas de deslocamentos, num total de 10.000 quilômetros
rodados, para duas pessoas, dividindo um quarto de hotel
ou pousada, teríamos os seguintes gastos:
Gasolina para os 10.000 km, com gasto médio de 8
km por litro, que daria um total de 1.250 litros ao preço
de 2,80 por litro, teríamos um total de R$ 3.500,00.
Hospedagem para 35 dias, com preço médio de
R$100 por diária, teríamos um total de R$
3.500,00. Alimentação para duas pessoas sairia
por volta de R$ 2.800,00. Transporte em balsas, mais passeios
e pedágios, outros R$ 1.800,00.
Tudo isso daria um total geral, sem qualquer imprevisto
como mecânicos e borracheiros, de R$ 11.600,00, mais
o retorno do veículo outros R$ 3.000,00.
Uma saborosa viagem fluvial - A ilha de Marajó é
uma ilha pertencente ao Estado do Pará localizada
na foz do rio Amazonas. Com uma área de aproximadamente
40.100 km², é a maior ilha fluviomarinha do
mundo. A maior ilha fluvial é a ilha do Bananal.
A cidade de Belém situa-se a sudeste do canal que
separa a ilha do continente.
A ilha se destaca como o lugar de maior rebanho de búfalos
do Brasil e por ter uma população ribeirinha
bem pobre e uma quantidade infinita de serrarias, legais
ou ilegais. A Flexpedition-ABS Experience contornou toda
a ilha de Marajó, desde a Baía de Marajó,
saindo de Belém, até o Porto de Santana, próximo
à cidade de Macapá, no Amapá.

O barco, ou melhor navio, usado pelos expedicionários
foi o São Francisco de Paula, pilotado pelo comandante
José da Silva Brito, de 44 anos. A diferença
entre barco e navio é que barco é feito de
madeira e navio de ferro. Mas, não era um navio grande.
Em seu convés couberam apertados três carros
da expedição: uma Zafira, um Meriva e o premiado
Prisma, que saiu direto da fábrica, em Gravataí
(RS), para se juntar ao grupo. Outros quatro carros (Corsa,
Vectra, um Astra e uma Montana) já haviam sido enviados
a Macapá em outro navio.
As primeiras informações que tínhamos
sobre o navio não eram muito auspiciosas. Seriam
24 horas de navegação e alguns expedicionários
teriam que dormir em redes, pois o navio tinha poucas cabines.
Aliás, o pessoal que viaja nesses navios paga R$
90,00 por uma cabine, com um beliche para duas pessoas ou
R$ 50,00 para dormir na rede. Cada um deve levar sua própria
rede e uma cordinha para amarrá-la nos ganchos do
convés, que fica parecendo um varal de roupas coloridas
estendidas para secar. Tem gente, como o sr. José
Augusto que, por falta de dinheiro, conseguiu um pequeno
desconto para dormir no chão (sem colchão)
com a mulher e uma filha. Outros dois filhos dividiram a
única rede da família.
Os navios entre Belém e Macapá têm,
no entanto, a concorrência das companhias aéreas.
Elas chegam a vender o bilhete por R$ 80,00. Só quem
tem muita bagagem, prefere o navio em função
do preço, como o mascate Erivan Machado Miranda,
de 23 anos e sua mãe Marisete. Eles compram roupas
em Belém e Fortaleza, para revender em Macapá:
"É a primeira vez que faço essa viagem
de navio. Levar todas essas trouxas de roupas no avião
fica mais caro", disse.
Viajar de navio pelos rios Pará e depois Amazonas,
contornando a ilha de Marajó, além do tempo
de viagem e do desconforto, tem lá seus perigos que
os tripulantes não admitem. O navio São Francisco
de Paula, por exemplo, tem seguranças que ficam acordados
a noite toda, enquanto os passageiros se enroscam nas redes,
para evitar o ataque de piratas que se escondem nas muitas
ilhas fluviais e mesmo na ilha de Marajó.
Além dos piratas, a região abriga muitas
serrarias e segundo os habitantes de Belém e Macapá,
a maioria ilegal.
Outro perigo no caminho do navio são os ribeirinhos
que seguem o navio em busca de comida ou presentes que os
tripulantes e passageiros jogam na água, dentro de
sacos plásticos. O comandante José da Silva
Brito disse que às vezes ocorrem afogamentos e atropelamentos
quando os pequenos barcos entram na frente do navio. Esses
barcos, geralmente, são tripulados por crianças
pequenas de cinco a seis anos, que desaparecem nas ondas
provocadas pela passagem do navio.
Para os turistas, como os expedicionários da Chevrolet
Flexpedition-ABS Experience, as 24 horas no navio são
um bom momento para não se fazer nada. Ficar largado
na rede ou matar o tempo batendo papo ou assistindo os DVDs
piratas das bandas de tecno-brega da região, que
a TV do navio exibe em seu convés.
A viagem foi iniciada no sábado ao meio-dia e já
no domingo, pela manhã, podia-se avistar o majestoso
rio Amazonas, que nasce na Cordilheira dos Andes, no lago
Lauri ou Lauricocha, no Peru e deságua no Oceano
Atlântico, junto à Ilha do Marajó. Ao
longo de seu percurso, o Amazonas recebe os nomes de Tunguragua,
Marañón, Ucayali, Solimões e finalmente
Amazonas.
Uma pesquisa recente revelou que o Amazonas tem de 6.868
quilômetros de comprimento e mais de mil afluentes,
portanto maior que o Nilo com seus 6.695 quilômetros
de extensão, e, assim, o mais longo rio do mundo.
Sua bacia hidrográfica é a maior do mundo,
com uma superfície de aproximadamente sete milhões
de quilômetros quadrados. O Amazonas é de longe
o rio mais caudaloso do mundo, com um volume de água
cerca de 56 vezes o do rio Nilo.
Em Macapá, o Amazonas forma uma praia fluvial durante
a vazão, ou maré baixa, onde os habitantes
jogam futebol. À noite, com a maré alta, a
água chega até um pier, onde os moradores
locais se encontram em bares e restaurantes.
Prisma, um valente expedicionário - Outro grande
destaque da expedição foi o valente Chevrolet
Prisma, recém-lançado pela General Motors
do Brasil em outubro deste ano e que já conquistou
quatro prêmios (Melhor Carro Nacional Abiauto, Melhor
Carro Abiauto, Melhor Carro Topcar TV e Melhor Motor Autoesporte).
Ele saiu diretamente da fábrica, em Gavataí
(RS) para se juntar aos expedicionários em Belém,
atravessar os rios Pará e Amazonas entre Belém
e Macapá, numa viagem de 24 horas de navio e depois
percorrer 600 quilômetros de estradas, parte delas
em péssimas condições de conservação,
para atingir o objetivo final da Chevrolet Flexpedition-ABS
Experience: atingir o ponto mais ao Norte do País,
a cidade do Oiapoque.
O Prisma conseguiu esse feito com méritos. Os jornalistas
que dirigiram o carro durante o trajeto de ida e volta ao
Oiapoque ficaram impressionados com sua rubostez, desempenho
do motor Econoflex 1.4 e sua economia de combustível.
Segundo Ivan de Oliveira, editor do caderno de veículos
do Jornal de Hoje, de Nova Iguaçu, Rio de Janeiro,
"o Prisma surpreendeu pela valentia, desempenho e conforto.
Viajamos em três, com bagagem no porta-malas e mesmo
assim o carro acompanhou toda a comitiva, formada por Vectra,
Zafira e Astra, entre outros", disse.
Também o jornalista-expedicionário João
Mendes, do programa Alta Rotação na TV Band
Esporte, que fez uma média de 135 km por hora num
dos trechos de estrada entre Oiapoque e Macapá, gostou
muito do rendimento do carro em alta velocidade: "Gostei
do rendimento do carro, que estava pesado, mas se comportou
em alta velocidade, nas curvas e nas retomadas. O Prisma
é bastante seguro e mesmo com a velocidade que imprimimos
num trecho de asfalto e com boas condições
de tráfego, o consumo foi muito bom", disse.
A largada - A primeira etapa da expedição
Chevrolet Flexpedition-ABS Experience, abrangendo os estados
do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná foi
concluída com sucesso, no dia 3 de setembro.
Durante 11 dias, 10 jornalistas do Sul do Brasil percorreram
mais de dois mil quilômetros de belíssimas
paisagens e agradáveis aventuras das cidades de Porto
Alegre, Chuí, Praia do Cassino, Parque Nacional do
Taim, Tramandaí e Torres, Parque Nacional do Taimbézinho,
Cambará do Sul e Bom Jesus e São Joaquim,
Garopaba, Guaratuba, Morretes e Curitiba, Petar, Apiaí,
Cananéia, Ilha Comprida, Iguape e São Paulo.
De Ubatuba até Salvador - A segunda
etapa da expedição Chevrolet Flexpedition-ABS
Experience foi marcada pelo tempo instável, nublado
e com muita chuva, desde Ubatuba (SP), até Salvador
(BA), depois de passar pelo Rio de Janeiro e Espírito
Santo.
A
equipe da expedição, usando seis carros Chevrolet
Flexpower (um Vectra, uma Zafira, um Meriva, um Corsa e
uma Montana), saiu de Campinas (SP), na sexta-feira, dia
6 de outubro, às 14h41, depois da inauguração
da pista de testes de frenagem da Bosch. Estavam presentes
à partida, o vice-presidente da General Motors do
Brasil, José Carlos Pinheiro Neto e o vice-presidente
da Bosch do Brasil, Besaliel Botelho.
Participaram dessa segunda etapa da Chevrolet Flexpedition-ABS
Experience os jornalistas Rubens Maximiano, Evandro Magnusson,
Heymar Nunes, Ivan de Oliveira, Valceir Almeida, Carolina
Vilanova, Fernando Siqueira, Fabiano Mazzeo, Pedro Dantas,
Fabio Freitas, Nereu Leme. Além dos jornalistas,
participou da segunda etapa, o coordenador da expedição,
Luiz Cezar Fanfa.
O tempo, que estava nublado pela manhã, melhorou
e à tarde fez sol. Com dia aberto e quente, a expedição
seguiu para São José dos Campos, a 176 quilômetros
de Campinas, pela rodovia D. Pedro I, passando pelas cidades
de Itatiba, Atibaia, Nazaré Paulista, Igaratá
(represa de Igaratá), Santa Isabel e Jacareí
(a cidade dos biscoitos), até a concessionária
Chevrolet Capricho, em São José dos Campos.
Às 18h30, os expedicionários saíram
em direção a Ubatuba, passando por Taubaté
e a cidade histórica de São Luís do
Paraitinga (onde nasceu Oswaldo Cruz), descendo a Serra
do Mar pela sinuosa rodovia Oswaldo Cruz. De São
José dos Campos até Ubatuba foram 149,9 quilômetros,
com chuva a partir da serra.

Em Ubatuba, a equipe, composta por 11 jornalistas, se hospedou
no Hotel e Restaurante Solar das Águas Cantantes,
na praia do Lázaro, na rodovia BR 101, Rio-Santos.
Apesar do nome pomposo, a pousada era simples, numa praia
linda que, infelizmente, por causa da chuva, os expedicionários
não puderam visitar. Foram mais 150 quilômetros,
completando 326 quilômetros rodados.
No segundo dia da viagem, desta segunda etapa (São
Paulo- Salvador), a expedição seguiu de Ubatuba
(SP) para Paraty e Angra dos Reis e depois, para o Recreio
dos Bandeirantes, as três já no Rio de Janeiro,
sempre debaixo de chuva.
Mesmo com tempo ruim, a equipe parou no Iate Clube de Ubatuba
e na Praia das Toninhas, para tirar fotos e observar o mar
e as praias e a famosa Ilha Anchieta, que já foi
presídio.
Patrimônio Histórico - Depois de 90 quilômetros,
os expedicionários foram experimentar a culinária
da histórica cidade de Parati e sua famosa cachaça.
Na cidade, conheceram o guardador de carros José
Teixeira Lopes, de 64 anos, cuja profissão, na sua
própria definição é “carrinho
de mão”. O chefe da expedição
Luiz Fanfa lhe deu uma gorgeta de R$ 10,00 e lhe pediu para
tirar uma velha capa de chuva, de plástico, para
que o Pedro Dantas pudesse fazer uma foto. José respondeu:
“por esse valor, eu tiro toda a roupa”.
Parati é um Patrimônio Histórico Nacional
desde 1966 e está pleiteando seu reconhecimento como
Patrimônio Cultural da Humanidade. Os habitantes originários
de Parati eram os índios guainás, que ocupavam
a região hoje compreendida por Mangaratiba, Angra
e Parati (RJ) e por Cananéia, Guaratinguetá
e Taubaté (SP). Uma trilha feita por eles, descia
o vale do Paraíba, vencia a Serra do Mar e chegava
à foz do rio Paratiguaçu (hoje Perequê-Açu),
por onde os moradores do interior atingiam o litoral para
pescar. O nome Parati, em tupi, quer dizer jazida do mar
ou golfo. Suas ruas são calçadas com pedras
e a circulação de veículos é
proibida no centro da cidade.
De passagem por Angra dos Reis, os jornalistas da Chevrolet
Flexpedition-ABS Experience visitaram a Usina Nuclear de
Angra, na Central Nuclear Almirante Álvaro Alberto,
onde assistiram a um filme educativo sobre energia nuclear.
Depois de almoçar no conhecido restaurante do Betinho,
em Coroa Grande (Mangaratiba-RJ), a equipe chegou ao Recreio
dos Bandeirantes (RJ), cortando caminho pela zona Oeste
da cidade do Rio de Janeiro, depois de rodar 259 quilômetros.
Todos hospedaram-se na pousada Mikonos.
No domingo, 8 de outubro, terceiro dia da viagem, os integrantes
da expedição almoçaram no restaurante
Porcão, da Barra da Tijuca, a convite do superintendente
de comunicação da Unimed Rio, Virgínio
Sanches e seguiram pela ponte Rio-Niterói em direção
a Cabo Frio.
Depois de 208 quilômetros, a equipe chegou à
pousada La Plage, na praia do Peró, em Cabo Frio,
sempre debaixo de chuva. Nesses três primeiros dias,
a Chevrolet Flexpedition-ABS Experience (que vai ver o Brasil
da janela de um Chevrolet, do Chuí ao Oiapoque),
já percorreu 684 quilômetros, usando gasolina
e álcool, com abastecimento feito em postos os mais
diversos possíveis, em todas as regiões visitadas
e rodando nas condições mais variadas possíveis.
No quarto dia da expedição, segunda-feira,
dia 9 de outubro, a equipe Chevrolet Flexpedition-ABS Experience
deixou o Rio de Janeiro, em direção ao Espírito
Santo, às 9h30 da manhã, passando por Armação
de Búzios, onde, até hoje, existe uma estátua
da atriz francesa Brigitte Bardot, que visitou a cidade,
no auge de sua fama, em 1960. Antiga vila de pescadores,
Búzios tornou-se o balneário mais sofisticado
do litoral fluminense.
A expedição passou em seguida por Rio das
Ostras e seguiu pela BR-101, deixando o litoral, em direção
a Campos dos Goitacazes e Cachoeiro do Itapemirim, cidade
natal do cantor Roberto Carlos, já no Espírito
Santo, no pé da Serra do Mar.
Nesse quarto dia de expedição, um dos raros
sem chuva, a equipe chegou a Vitória, capital do
Espírito Santo, depois de rodar 550 quilômetros
pela BR-101, conhecida nesse trecho como Rodovia do Sol.
A equipe, no entanto, só pegou chuva também
nesse trecho. À noite, os jornalistas foram ao restaurante
Pirão comer a famosa moqueca Capichaba.
Paneleiras de Goiabeiras - Em Vitória, saindo para
o quinto dia da viagem (terça-feira, dia 10 de outubro),
a Chevrolet Flexpedition-ABS Experience visitou a Associação
das Panelas de Goiabeiras, conhecida como Paneleiras de
Goiabeiras, onde 116 associados, a maioria trabalhando num
barracão de madeira (alguns em casa) produzem panelas
de barro para fazer moqueca capichaba, arroz, feijoada,
a preços que variam de R$ 1,00 (pimenteira sem tampa)
a R$ 30,00 uma moquequeira para 12 pessoas. As paneleiras
também recebem encomendas de todo o Brasil pelo telefone
(027) 3327-0519.
Nesse quinto dia, a equipe Flexpedition deixou o Espírito
Santo e entrou na Bahia, último estado a ser visitado
nessa segunda etapa da expedição do Chuí
ao Oiapoque, que está vendo o Brasil da janela de
um Chevrolet. No caminho, descobriram a entrada de um Mosteiro
Zen Budista e conseguiram ter um dia de sol, até
a cidade de São Mateus, onde os meninos da cidade
se exibem pulando de uma árvore, dentro do rio Itanhém.
Os expedicionários passaram por Teixeira de Freitas,
já na Bahia e se hospedaram na Pousada Canto do Rio,
na pequena Prado, uma cidade com 25 mil habitantes, que
foi uma agradável descoberta para os jornalistas
participantes da viagem.
Prado faz parte da Costa das Baleias, litoral baiano onde
é possível o avistamento de baleias Jubarte.
A cidade é toda plana, com casario antigo e ruas
calçadas com paralelepípedos, o que proporciona
passeios ciclísticos para todas as faixas etárias.
Com seus 84 quilômetros de praias ainda pouco exploradas,
em Prado pode-se observar lindas formações
de falésias. E, apesar de pequena e ainda pouco conhecida
das turistas, Prado tem até festival gastronômico.
Os jornalistas puderam provar o prato Budião Banana,
feito com um peixe típico da região, no restaurante
Banana da Terra. Prado fica a aproximadamente 475 quilômetros
de Vitória (ES) e a 215 de Porto Seguro (BA). Nesse
quinto dia, a expedição rodou 475 quilômetros.
O sexto dia da expedição, quarta-feira, 11
de outubro, foi o mais cansativo para todos os expedicionários.
Foram 782 quilômetros de estradas esburacadas e sem
sinalização, até o hotel Portal Rio
Unas, em Valença, que já estava reservado
com antecedência.
Aqui nasceu o Brasil - A equipe chegou às 23 horas,
depois de passar três horas em Porto Seguro, um tempo
necessário para conhecer o marco do descobrimento
do Brasil, onde ficam o Parque Nacional do Descobrimento
(infelizmente fechado à visitação)
e o Parque Nacional do Monte Pascoal. Aqui – diz a
placa – nasceu o Brasil, que foi visto da janela de
seis Chevrolets pelos jornalistas da Chevrolet Flexpedition-ABS
Experience.
No monumento ao descobrimento, em Porto Seguro, os expedicionários
conheceram a índia pataxó Sussuarana (que
significa onça), fazendo colar de contas para vender
aos turistas.
Depois de provar os quitutes baianos, num quiosque à
beira mar, os expedicionários enfrentaram as mal-conservadas
estradas do sul da Bahia, com muitos buracos, falta de sinalização
vertical e de solo e um tráfego pesado de caminhões,
onde a ultrapassagem é difícil e perigosa.
Aliás, depois do Rio de Janeiro a sinalização
das estradas é precária, quase inexistente,
e as poucas placas não indicam as distâncias
entre as cidades.
No sétimo e último dia da expedição
(nessa segunda etapa do Chuí ao Oiapoque), quinta-feira,
12 de outubro dia de Nossa Senhora Aparecida, padroeira
do Brasil (visto da janela de um Chevrolet), a equipe seguiu
de Valença até a Ilha de Itaparica, onde embarcou
num ferry boat até Salvador, capital baiana.
Pela segunda vez, nessa etapa da viagem, o dia estava ensolarado,
o que amenizou a estrada extremamente esburacada na altura
da cidade de Nazaré e Cacha-Pregos (essa cidade realmente
existe), ou Ponta Cacha-Pregos, na Ilha de Itaparica.
Até o ferry boat foram 106 quilômetros, mais
50 minutos de travessia da Bahia de Todos os Santos. Em
Salvador, os jornalistas visitaram o Mercado Modelo, o elevador
Lacerda e as praias de Amaralina, Itapuã e almoçaram
a famosa muqueca baiana no restaurante Yemanjá. O
almoço marcou o fim da segunda etapa da Chevrolet
Flexpedition-ABS Experience.
Da Bahia até o Rio Grande do Norte - Quando
Jorge Amado visitou sua prima, dona Sula, em Mangue Seco
(BA), se encantou com a cidadezinha e escreveu o romance
Tieta do Agreste, livro que foi lançado em 1977.
A história virou novela, em 1989 e filme, em 1996.
E agora, 30 anos depois, Mangue Seco foi visitada pelos
participantes da terceira etapa da Chevrolet Flexpedition-ABS
Experience.
Tieta do Agreste conta as aventuras amorosas da pastora
de cabras que escandalizaram a população e
fizeram seu pai expulsá-la da cidade. Ela volta,
26 anos depois, rica e poderosa, para transformar a vida
da pacata Mangue Seco. Hoje, a cidade, meio esquecida, ainda
conserva as mesmas belezas naturais. Mas, sua fase áurea
de cenário de novela acabou. As tietas também
não são mais as mesmas. Não se vê
pastoras de cabras pelas dunas, como no romance de Jorge
Amado.
As meninas, que circulam pela cidade, moram em Sergipe,
do outro lado do rio Rel, na pequena Pontal. Estudam e trabalham
como garçonetes na pousada Asa Branca, como Ceyle
Layanne (de 17 anos) e Vanessa Tavares (de 23), e suas amigas
Fabiana Vieira e Jocilene.
E, foi por lá que a Chevrolet Flexpedition-ABS Experience
iniciou a terceira etapa da viagem do Chuí ao Oiapoque,
para “Ver e Amar o Brasil”.
Antes de passar por Mangue Seco (BA) e Pontal (RE), a expedição
fez sua largada, numa segunda-feira, dia 23 de outubro,
em frente ao hotel Monte Pascoal, na av. Oceânica,
591, na Barra, em Salvador (BA), onde havia terminado a
segunda etapa. Em Salvador, visitou o Farol da Barra, onde
os expedicionários conheceram a baiana Abigail Rocha
e os capoeiristas Hélio Nascimento Lins, Valmir M.
dos Santos e Luiz Fernando da Silva Jr.
Depois de rodar 252 quilômetros pela Linha Verde
(ou Estrada do Côco), a expedição, em
seis carros Chevrolet Flexpower, chegou a Pontal (SE). Em
15 minutos, os 19 expedicionários (Flávio
Silveira, Josias Silveira, Silvio Porto, Mario Antonio Salgado
Pereira, Ana Cristina Lima Ferreira, Paulo Brandão,
Ricardo Vasconcelos, Fernando Siqueira, Eduardo Fonseca
da Rocha, Saulo Moreno, Selma Morais, Juvenal Evangelista,
Antonio Carlos Silva, Pedro Luiz, Flavio Vicentini, Pedro
Dantas, Fábio Freitas, Nereu Leme e Luiz Cezar Fanfa,
chefe da expedição) atravessaram o rio Real,
num pequeno barco a motor – que os habitantes locais
chamam de Tototo – para alcançar Mangue Seco,
de volta ao estado da Bahia.
Terra de Tieta - Mangue-Seco é uma pequena vila
de pescadores (a população não ultrapassa
200 habitantes), cuja característica são as
imensas dunas que com a força dos ventos vem cobrindo
ao longo dos tempos coqueiros, casas e até ruas.
A vila tornou-se famosa a partir do momento em que foram
gravados alguns capítulos da novela Tieta (TV Globo),
baseada no romance Tieta do Agreste, de Jorge Amado. Apesar
de famosa, a pequena vila cujo nome verdadeiro é
Santa Cruz da Bela Vista, tem na tranqüilidade do seu
dia-a-dia, na simplicidade das suas ruas de areia e na força
da natureza exuberante, suas principais atrações.
Mangue-Seco abriga diversos ecossistemas litorâneos
tais como dunas, restinga, foz, manguezais e praias. A fragilidade
e beleza destes ecossistemas fez com que esta área
fosse declarada, em 1994 APA - Área de Proteção
Ambiental. Portanto, toda e qualquer diversão em
Mangue-Seco deve levar em consideração a fragilidade
desses ecossistemas como também o respeito a esta
tranqüila comunidade de pescadores.
De volta a Pontal, cidade com cerca de mil habitantes,
a expedição seguiu rumo a Aracaju (SE), depois
de rodar outros 122 quilômetros, desta vez já
durante a noite e pegando chuva e estradas sem sinalização.
O Velho Chico - No segundo dia, dessa terceira etapa, terça-feira,
dia 24 de outubro, a expedição visitou os
mercados Thales Ferraz e Antonio Franco que, juntos, formam
o Mercado Municipal de Aracaju, com suas barracas típicas
e seus repentistas que distraem os consumidores. Depois,
seguiu em direção a Maceió.
Após rodar 126 quilômetros, os expedicionários
chegaram a Neópolis e Santana do São Franscisco,
onde atravessaram de ferry boat o rio São Francisco,
o Velho Chico, até a cidade alagoana de Penedo.
O rio São Francisco, denominado "rio da unidade
nacional" representa a força de todas as correntes
étnicas do Brasil, porque uniu as raças desde
as camadas humanas mais antigas às estruturas étnicas
e políticas mais recentes do país. Aproxima
o sertão do litoral e integra homens e culturas.
Foi descoberto em 4 de outubro de 1501, pelos viajantes
Américo Vespúcio e André Gonçalves.
Os índios que habitavam a região chamavam-no
de Opara, que significa rio-mar. Recebeu o nome de São
Francisco em homenagem a São Francisco de Assis,
nascido na Itália 319 anos antes do seu descobrimento.
Ele nasce na serra da Canastra no município de Piumi,
oeste de Minas Gerais e desemboca na Praia do Peba no estado
de Alagoas. É conhecido também como Rio dos
Currais por ter servido de trilha para transporte e criação
de gado na época colonial, ligando a região
Nordeste às regiões Centro-Oeste e Sudeste.
É considerado o terceiro maior rio do Brasil, possui
3.163 quilômetros quadrados de extensão e sua
bacia possui 640.000 quilômetros quadrados de área,
o que eqüivale a sete vezes o país de Portugal.
Em Penedo, encontram o alagoano Frederico José Bastos
Nunes Vieira, de 61 anos, que é angiologista da Santa
Casa de Penedo e se declarou ao diretor de comunicação
da General Motors, Pedro Luiz Dias, um apaixonado por Opala.
De Penedo, a expedição rumou para Maceió,
com 178 quilômetros de distância. Em Maceió,
os expedicionários visitaram O Jornal, onde a jornalista
Giulieny Brandão edita o Caderno de Veículos.
No terceiro dia, quarta-feira, 25 de outubro, a expedição
rodou 350 quilômetros com sol, até Olinda (PE),
passando por Recife e ao largo de Maragogi e Porto de Galinhas.
Patrimônio cultural.
No quarto dia da viagem, quinta-feira, 26 de outubro, os
expedicionários visitaram a Catedral da Sé,
em Olinda, terceira igreja mais antiga do Brasil, onde está
sepultado Dom Helder Câmara, que foi Arcebispo de
Olinda e Recife, até sua morte, em 1999.
Olinda, considerada patrimônio cultural da humanidade,
é uma das mais antigas cidades brasileiras, tendo
sido fundada (ainda como um povoado) em 1535 por Duarte
Coelho Pereira. Foi elevada a vila em 12 de março
de 1537. Olinda era sede da capitania de Pernambuco, mas
foi incendiada pelos holandeses que transferiram a sede
para o Recife, em 1630. Os holandeses foram expulsos em
1654, na famosa batalha dos Guararapes.
A cidade também teve a primeira Faculdade do Brasil,
no mosteiro de São Bento, que funcionou de 1827 a
1856.
Em frente à catedral da Sé, os expedicionários
encontraram a passista de frevo, Tamires Marques da Silva,
que comentou que Pernambuco está comemorando 100
anos de frevo. De volta a Recife, a Chevrolet Flexpedition-ABS
Experience visitou o Sistema Jornal do Commércio,
onde a expedicionária Ana Cristina Lima Ferreira
edita o Caderno de Veículos.
Cantiga de Roda - De Recife, a expedição
seguiu para a Ilha de Itamaracá, ainda em Pernambuco,
incubadora da Ciranda, onde a famosa Lia de Itamaracá
adotou a ciranda e começou a cantar esse tipo de
música com apenas 12 anos de idade.
Lia (Essa ciranda quem me deu foi Lia que mora na areia
de Itamaracá) não estava no seu Espaço
Cultural Estrela de Lia, mas os expedicionários conversaram
com a gerente do espaço e baiana do lugar, Neide
Ulisses dos Santos da Costa, que contou histórias
bonitas de Lia, hoje com 62 anos de idade.
Na ilha de Itamaracá, a expedição
visitou também o Forte Orange, construído
em 1631 pelos holandeses, para servir de prisão para
os frades portugueses contrários à expansão
do calvinismo, religião dos holandeses.

De Itamaracá, a expedição seguiu mais
100 quilômetros até João Pessoa (PA),
terra do expedicionário Saulo Moreno, que recebeu
todos os viajantes em sua casa, junto com sua simpática
mãe, dona Terezinha Moreno, para comer um saboroso
doce de caju, feito por ela própria.
Na bela cidade de João Pessoa, os expedicionários
conheceram Cabo Branco, localizado na latitude 07º
, 09’ e 28’’ e longitude 034º , 47’
e 30’’, considerado o ponto mais oriental da
América do Sul e onde o Sol nasce primeiro, embora
muita gente afirme que o mais oriental é Ponto do
Seixas, ao lado do primeiro.
O último dia dessa terceira etapa da Chevrolet Flexpedition-ABS
Experience (que vai percorrer o Brasil do Chuí ao
Oiapoque) foi na badalada praia da Pipa, já no Rio
Grande do Norte, depois de rodar 352 quilômetros,
desde Recife.
Pipa está localizada a 85 km de Natal, no município
de Tibaú do Sul, nome indígena que significa
“entre duas águas” (já que é
cercado pela Lagoa de Guaraíras e o Oceano Atlântico).
A praia começou a ficar famosa nos anos 80 com a
prática do surfe. Mas Pipa oferece muitas atividades
como caminhadas na areia, trilhas, passeio de bugue, caiaque,
cavalo e tudo o que se pode fazer no cenário de Mata
Atlântica. Pipa também é moradia de
golfinhos e tartarugas que podem ser observados através
de mergulhos.
De Pipa, a expedição seguiu para a capital
do estado, Natal, passando pelo Baobá em Nísia
Floresta, árvore plantada em 1877 pelo morador Manoel
Moura Jr.; pelo maior cajueiro do mundo, em Pirangi do Norte;
e, pelo Centro de Lançamento da Barreira do Inferno.
Em Natal, os expedicionários encerraram a terceira
etapa da viagem para “ver e amar o Brasil”,
com um coquetel de celebração, na concessionária
Espacial, onde o expedicionário Fernando Siqueira,
editor do caderno Autos & Motores, do jornal Tribuna
do Norte, premiou os participantes dessa etapa com uma placa
comemorativa.
A mais longa das etapas da Flexpedition enfrenta
os perigos e os buracos da BR-316 - A mais longa
e mais difícil etapa da Chevrolet Flexpedition-ABS
Experience – a quarta etapa, entre Natal e Belém
– colocou à prova a resistência dos jornalistas-expedicionários
que, num único dia (14 de novembro, uma terça-feira)
percorreram 900 quilômetros, durante 13 horas de estradas
difíceis da rodovia BR-316, entre Santa Inês
(MA) e Belém (PA).
O trecho mais complicado, localizado entre os municípios
de Santa Inês (km 260) e Zé Doca (km 198),
exigirá recursos de R$ 93 milhões em obras
de recuperação. Os buracos da BR-316 provocaram
o estouro de dois pneus, trinca em três pára-brisas
e um grande desgaste para os carros e os motoristas.
A quarta etapa da expedição para “ver
e amar o Brasil” saiu da cidade do Natal (RN), dia
9 de novembro (uma quinta-feira) e chegou a Belém
(PA) no dia 14 de novembro (terça-feira). Participaram
de trechos dessa etapa, 19 expedicionários: Licináira
Barroso, Giulieny Brandão, Carlos Eduardo, Fernando
Siqueira, Fernando Campos, José Rosemilton, Paulo
Macedo, Roberto Costa, Fabiano Mazzeo, Vantuil do Carmo,
André Marinho, Délio dos Reis Rocha, Antonio
Carlos Silva, Flávio Vicentini, João Mendes,
Pedro Dantas, Fábio Freitas, Nereu Leme e Luiz Cezar
Fanfa.
Essa etapa consumiu seis dias de estrada, num total de
3.261 quilômetros. Na primeira etapa, entre o Chuí
(RS) e São Paulo, foram percorridos 2.021 km; na
segunda, entre São Paulo e Salvador (BA), outros
2.706; e, entre Salvador e Natal (RN) foram rodados 1.380
km.
A equipe da expedição, usando seis carros
Chevrolet Flexpower (um Vectra, uma Zafira, um Meriva, um
Astra, um Corsa e uma Montana), já percorreu 9.368
quilômetros até agora, nas quatro etapas, do
Chuí até Belém.
Cidade do Sol - O Natal, data em que se comemora o nascimento
de Cristo, é uma palavra masculina, assim como a
cidade do Natal, no Rio Grande do Norte. O natalense não
diz a Natal, mas sim a cidade do Natal, fundada no dia 25
de dezembro (Natal), de 1599.
Foi lá, em frente ao monumento dos três Reis
Magos, patronos do Natal que a expedição Chevrolet
Flexpedition-ABS Experience, iniciou sua quarta etapa. Saiu,
em sua penúltima jornada, no dia 9 de novembro, uma
quinta-feira, em frente ao pórtico da cidade, aliás
a maior estrutura de concreto protendido, sem sustentação,
da América Latina.
Partiu do Natal, conhecida como a Cidade do Sol, com destino
a Belém, capital do Pará (e não a Belém
da Galiléia, onde nasceu Jesus, claro), para ver
o Brasil, da janela de um Chevrolet. Chegou a Belém
no dia 14 de novembro, uma terça-feira. Entre os
estados do Rio Grande do Norte e Pará, a expedição
passou pelos estados do Ceará, Piauí e Maranhão.

De Natal, em direção a Fortaleza (CE), a
expedição passou por Mossoró, Canoa
Quebrada, durante a noite, e terminou o primeiro dia de
viagem no Hotel Parque Praia das Fontes, depois de rodar
710 quilômetros.
Forró do Pirata - No segundo dia de viagem, os expedicionários
conheceram um pouco das belezas da cidade de Fortaleza,
onde fica o Forró do Pirata que, de acordo com a
revista Times, “tem a segunda-feira mais louca do
mundo”.
Saindo de Fortaleza, ainda no segundo dia da viagem, os
expedicionários rodaram pela rodovia CE-085, conhecida
como Rota Turística Sol Poente. Depois de 700 quilômetros,
o segundo dia da viagem terminou em Luís Correa (PI),
onde fica o Delta do rio Parnaíba.
Delta das Américas - No terceiro dia da Chevrolet
Flexpedition-ABS Experience, 11 de novembro, sábado,
os expedicionários visitaram o rio Parnaíba
e o Delta das Américas. Nesse dia, foram rodados
228 quilômetros, até Sete Cidades, já
no estado do Piauí.
Cidades de Pedras - No domingo, dia 12 de novembro, quarto
dia da viagem, os expedicionários visitaram o Parque
Nacional de Sete Cidades, localizado entre Piracuruca e
Piripiri, no Piauí.
O Parque Nacional de Sete Cidades, localizado a 190 Km
de Teresina, caracteriza-se pela ocorrência de 07
(sete) grandes afloramentos rochosos ruiniformes, identificados
como "As Sete Cidades de Pedra", com inscrições
que ainda não foram identificadas e nascentes perenes
que formam riachos e cachoeiras. A vegetação
da área é um tipo de transição
entre o cerrado e a caatinga. A fauna é bastante
diversificada e abriga espécies ameaçadas
de extinção.
Nesse quarto da expedição, foram rodados
750 quilômetros, até São Luís,
no Maranhão.
No quinto dia da viagem, 13 de novembro, segunda-feira,
os expedicionários descansaram para enfrentar a BR-316
e 900 quilômetros de estrada e aproveitaram para visitar
a capital do Maranhão e seus casarões cobertos
de azulejos portugueses.
O último dia dessa quarta etapa da expedição
do Chuí ao Oiapoque, desde São Luís,
até Belém, foi o mais cansativo de toda a
viagem até agora. Os expedicionários acordaram
às quatro horas da manhã, para pegar a estrada
às cinco horas.
Até a cidade de Santa Inês, os seis veículos
Chevrolet rodaram pela rodovia BR-135, voltando um trecho
de estrada que já havia sido percorrido de Teresina
(PI) até a capital do Maranhão.
Esse sexto dia, 14 de novembro, terça-feira, ficou
crítico a partir da cidade de Zé Doca, na
divisa do Maranhão com o Pará, pela BR-316,
uma das estradas mais mal conservadas do País. Foram
mais de 200 quilômetros de estrada de terra, pedaços
de asfalto e crateras enormes. Nesse trecho um pneu da Zafira
furou e outro da Montana estourou por causa das condições
adversas, buracos e calor intenso.
Foram 900 quilômetros e 13 horas de estrada, parando
apenas abastecer os carros e almoçar. A quarta etapa
da expedição para ver e amar o Brasil, visto
da janela de um Chevrolet, terminou em Belém, a Cidade
das Mangueiras, porta de entrada para a Amazônia e
uma das maiores capitais do Norte-Nordeste, com mais de
1,2 milhão de habitantes.
Flexpedition roda do Natal a Belém - O
Natal, data em que se comemora o nascimento de Cristo, é
uma palavra masculina, assim como a cidade do Natal, no
Rio Grande do Norte. O natalense não diz a Natal,
mas sim a cidade do Natal, fundada no dia 25 de dezembro
(Natal), de 1599.
Foi
lá, em frente ao monumento dos três Reis Magos,
patronos do Natal que a expedição Chevrolet
Flexpedition-ABS Experience, iniciou sua quarta etapa. Saiu,
em sua penúltima jornada, no dia 9 de novembro, uma
quinta-feira, em frente ao pórtico da cidade, aliás
a maior estrutura de concreto protendido, sem sustentação,
da América Latina.
Partiu do Natal, conhecida como a Cidade do Sol, com destino
a Belém, capital do Pará (e não a Belém
da Galiléia, onde nasceu Jesus), para ver o Brasil,
da janela de um Chevrolet. Chegou a Belém no dia
14 de novembro, uma terça-feira. Entre os estados
do Rio Grande do Norte e Pará, a expedição
passou pelos estados do Ceará, Piauí e Maranhão.
A Nova Amsterdã - Natal foi ocupada pelos holandeses
entre 1633 e 1654 que lhe deram o nome de Nova Amsterdã.
Durante a Segunda Guerra Mundial serviu como base aliada
de suporte às ações no continente africano,
através da Base Aérea (hoje Aeroporto) localizada
em Parnamirim, na Região Metropolitana. Os portugueses
construiram o Forte Reis Magos, nome dado em função
da obra ter sido concluída no dia 6 de janeiro (dia
de Reis). Com a invasão dos holandeses, os portuguêses
destruíram o forte, que foi reedificado pelos holandeses.
Os invasores foram expulsos pelo índio Poti, com
sua mulher guerreira Mara Camarão. Por isso, o natalense
é chamado de "potiguar e comedor de camarão".
A Cidade das Mangueiras nasceu no século XVII -
A maior cidade da linha do Equador é Belém,
carinhosamente apelidada de "Cidade das Mangueiras".
É com essa referência que a capital do estado
do Pará é exportada para o mundo inteiro pelo
segmento turístico. Maior metrópole do Norte
brasileiro, detalhe que credencia a Cidade Morena a ser
considerada a porta de entrada para a região Norte,
tornando-a Metrópole da Amazônia.
Nascida das expedições da Coroa Portuguesa
em busca de novos territórios na foz do rio Amazonas,
Belém foi fundada a 12 de janeiro de 1616. Foi o
Capitão-mor Francisco Caldeira Castelo Branco quem
aportou às margens da baía de Guajará
para assegurar o domínio da nova terra e resguardá-la
do ataque de corsários vindos da Inglaterra e da
Holanda.
Belém também é denominada de Cidade
Morena, característica herdada da miscigenação
do povo português com os índios Tupinambás,
nativos habitantes da região à época
da fundação. O Censo 2000 informa que a população
é de aproximadamente 1.281.279 habitantes, dos quais
54.052 pessoas habitam as 55 ilhas que constituem dois terços
do território do município.
Estruturada, a cidade de Santa Maria do Grão Pará
tornou-se a capital do Estado do Maranhão e do Grão
Pará, em 1751, englobando todo o extremo norte do
Brasil e, depois, passou chamar-se Santa Maria de Belém
do Grão-Pará.
Os fatos que circundam a história de Belém
tornaram a área do quadrilátero da fundação,
roteiro obrigatório para turistas que visitam a capital
do Pará. Hoje denominado de Complexo do Ver-O-Peso,
o centro histórico leva o nome de um dos logradouros
mais exportados para o trade turístico nacional e
internacional: o Mercado do Ver-o-Peso, porto principal
de barcos que chegam à cidade, procedentes de vários
lugares.
As embarcações que emprestam ao Ver-O-Peso
um burburinho riquíssimo culturalmente e muito peculiar,
são um detalhe à parte. Mas a vida urbana
de Belém sofre influências aquáticas
em quase toda a sua totalidade, basta conhecer a rede hidrográfica
da cidade: as baías do Sol, do Marajó, do
Guajará, de Santo Antônio; os rios Guamá,
Pratiquara, Murubira, Mari-Mari; igarapés do Tucunduba,
Val-de-Cans, do Uma e do Combu; e o Furo do Maguari, só
para citar os mais importantes.
O potencial hidrográfico de Belém é
enorme pela posição privilegiada entrecortada
por baías, rios, igarapés e furos que se espalham
na porção continental e na região insular.
A baía do Marajó a banha ao Norte; o leste
é delimitado pelos municípios de Ananindeua,
Santo Antônio do Tauá, Santa Bárbara
do Pará e Marituba; o município de Acará
e o rio Guamá são o limite ao sul; as baías
do Guajará e do Marajó, limitam a cidade a
oeste.
É comum ouvir no meio turístico uma referência
à chuva de Belém, a clássica expressão
"antes ou depois da chuva" em vários meses
do ano. No entanto, o período de chuvas mais fortes
vai de maio até dezembro.
O mês de julho é o ideal para se desfrutar
o verão de Belém, porém até
novembro, ainda se sente muito do calor belenense. Os termômetros
registram nesse período temperaturas que variam de
20 graus mínimos à máxima de 38 graus.
Mercado do Ver-o-Peso (1688): na área da Cidade
Velha e diretamente às margens da Baía do
Guajará, abastece a cidade com produtos alimentícios
do interior paraense, fornecidos pricipalmente por via fluvial.
O posto fiscal criado em 1688 no porto do Piri que, a partir
de então foi popularmente denomindo lugar de Ver-o-Peso,
deu origem ao nome do mercado, já que era obrigatório
ver o peso das mercadorias que saiam ou chegavam à
Amazônia, arrecadando-se os impostos correspondentes.
A região onde a cidade de Belém está
situada era (há muitos anos atrás) originalmente
habitada pelos índios Tupinambás.
Belém foi fundada no dia 12 de janeiro de 1616 pelo
capitão Francisco Caldeira Castelo Branco que, enviado
pela coroa portuguesa para defender o território
contra as tentativas de conquista da França, Holanda
e Inglaterra, ergueu o Forte do Presépio (hoje Forte
do Castelo).
Inicialmente, a cidade foi chamada de Feliz Lusitânia.
Depois ainda foi chamada de Santa Maria do Grão Pará
bem como de Santa Maria de Belém do Grão Pará,
até finalmente chegar à denominação
atual de Belém.
Distanciada do resto do país e fortemente ligada
a Portugal, Belém reconheceu a independência
do Brasil apenas em 15 de agosto de 1823, quase um ano depois
da declaração.
Entre os anos de 1835 e 1840 Belém é palco
da Revolta dos Cabanos (Cabanagem), revolta considerada
de participação mais autenticamente popular
da história do país. A única onde a
população realmente derrubou o governo local.
Recebeu o título de Imperial Cidade, conferido por
D. Pedro II do Brasil.
Com o crescimento da importância da borracha (Seringueira
- Hevea brasiliensis), que gerou o chamado ciclo da borracha
ou Era da Borracha, entre o final do século XIX e
começo do século XX, Belém atingiu
grande importância comercial. Desta época datam
construções como o Palácio Lauro Sodré,
Colégio Gentil Bittencourt, Theatro da Paz (1878),
Palácio Antônio Lemos e o Mercado do Ver-o-Peso
(1901).

O Mercado do Ver-o-Peso, todo de ferro, foi construído
em Londres e Nova Iorque
e transportado aos pedaços para ser instalado no
local.
Ver o Brasil da janela de um Chevrolet
- A Chevrolet Flexpedition-ABS Experience que percorreu
todo o litoral brasileiro do Chuí ao Oiapoque (do
Sul ao Norte), com 53 expedicionários e jornalistas
especializados da área automotiva, de todo o Brasil,
num teste drive diferente, de mais de 10 mil quilômetros
de estradas, com condições e cenários
os mais variados possíveis.
O que o Brasil tem de melhor - A expedição
foi organizada por Luiz Cezar Fanfa, que no ano passado
liderou a Old Way Expedition, em comemoração
aos 80 anos da GM no Brasil (que percorreu em três
carros antigos outros 12 mil quilômetros entre Manaus,
no Brasil, e Detroit, nos Estados Unidos). A equipe da Chevrolet
Flexpedition-ABS Experience mostrou, em reportagens, fotos
e vídeos, as mais belas paisagens do nosso País,
ou "O Brasil visto da janela de um Chevrolet".
O que o Brasil tem de melhor, em turismo, esportes e cultura
(indicado pelos jornalistas de cada região) e visto
pelos jornalistas locais.
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