Salão Duas Rodas 2009 Salão Duas Rodas 2009 Salão Duas Rodas 2009 Salão Duas Rodas 2009 Salão Duas Rodas 2009 Salão Duas Rodas 2009 Salão Duas Rodas 2009 Salão Duas Rodas 2009
2009 | EDIÇÃO 118 | ANO X | OUTUBRO | ESPECIAL | CONHEÇA A REVISTA MULTIMÍDIA MECÂNICA ONLINE
Traxx busca ampliar sua malha de revendas e contato com consumidor durante Salão 2009
O braço brasileiro da gigante estatal China South Industry Corporation Group, a Moto Traxx da Amazônia chega ao 10º SALÃO DUAS RODAS com duas principais metas: ampliar sua malha de revendas de motocicletas em solo nacional e fazer a interface com o consumidor final

              Roberto Carlos Silva Júnior, coordenador de vendas da Traxx, afirma que, apesar da presença da marca na edição do SALÃO, em 2007, essa é a primeira aparição no evento do setor depois da instalação da fábrica em Manaus, em dezembro de 2007. Fortalecida no Nordeste brasileiro, que representa 51,35% das vendas da Traxx no atacado, a empresa visa ampliar a fatia no Sul e Sudeste do País, que respondem, respectivamente, por 5,84% e 17,9% do volume comercializado, sendo que o Centro-Oeste detém 13,52% e o Norte 11,39%.

Além de medir a preferência do público em relação especificamente aos seus modelos Scooter MEG 125 – que se distribuem entre as versões mais atuais e outra com toque nostálgico (a Vintage, motocicletas customizadas), a Traxx aposta suas fichas no modelo popular da sua linha Work JH125 F (foto) a 125 cilindradas, com plus no motor que tem arranque de 133 cilindradas, comercializada a R$ 4.299,00. “Esse é o modelo acessível ao bolso do consumidor, adequada para trabalho e muito mais compatível com o padrão dos grandes centros urbanos, por tratar-se de uma motocicleta mais robusta, econômica e de melhor desempenho”, assinala o executivo da Traxx.

Apesar do custo mais acessível, a questão do financiamento também preocupa o fabricante que ainda tem 2% do mercado nacional de motocicletas e ocupa o 6º lugar no ranking de emplacamento. Para isso, o Bank China está se instalando no Brasil – na capital paulista - e deverá começar a liberar recursos para a venda de motocicletas Traxx a partir do próximo ano.

“Nossa matriz vende, só na China, 8 milhões de unidades ao ano, entre modelos de 50 e 950 cilindradas. No Brasil são 100 mil motocicletas/ano, podendo chegar a 250 mil após a ampliação da fábrica, no próximo ano. A produção da fábrica de Manaus atingirá 40 mil unidades este ano (ante 29 mil unidades, em 2008), podendo ainda sofrer alguma margem de alteração, a depender do ritmo da demanda neste último trimestre do ano, mesmo assim este é o segundo mercado do grupo no mundo”, complementa Roberto Silva Júnior, ao adiantar que, no momento, a previsão de produção para o próximo exercício é de 55 mil unidades.

Os investimentos da Traxx previstos para 2010 somam R$ 100 milhões, distribuídos não apenas no chão de fábrica – que deverá praticamente dobrar sua área construída, hoje de 7 mil metros quadrados - mas também na ampliação do mix de produtos e da rede de distribuição.

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