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Novo Corolla esbanja conforto, sofisticação e luxo
A Toyota apresenta no Brasil a 10ª geração do Corolla, o veículo mais vendido na história da indústria automobilística, com mais de 33 milhões de unidades comercializadas, desde o seu lançamento, em 1966.
(*) Tarcisio Dias - Guarujá (SP)

             Cada vez mais a opinião dos clientes é considerada no desenvolvimento dos novos veículos brasileiros. Com a Toyota não poderia ser diferente, e o Novo Corolla em sua nova geração nacional procura satisfazer as necessidades para quem deseja um veículo com elegância, conforto e sofisticação.

O momento de lançamento do novo modelo não poderia ser melhor: a comemoração dos 50 anos da Toyota no Brasil. No boxe logo abaixo você conhece melhor como foram os primeiros passos, a evolução e o crescimento da marca no Brasil.

Voltando ao Novo Corolla, estivemos em São Paulo para conhecermos de perto o que a Toyota reservou para a nova geração do Corolla no Brasil, a 10ª geração mundial que chega para estabelecer uma nova referência no segmento de sedãs médios, ressaltando características de modernidade, tecnologia, segurança e o DNA Toyota (qualidade, confiabilidade e durabilidade).

Disponível nas 122 concessionárias da Toyota no Brasil, desde o dia 28 de março, nas cores prata Supernova, preta Eclipse, bege Aurora, cinza Galáctico, branco Polar (versões XLi e XEi), verde Boreal e azul Orion (sendo as duas últimas a partir de maio).

“A 9ª geração do Corolla foi um grande sucesso, com mais de 195 mil unidades comercializadas no Brasil desde 2002. Agora, com a chegada da décima geração, temos a certeza de que demos um passo à frente. O Novo Corolla é um veículo de classe superior, que supera as exigências atuais do segmento dos sedãs médios”, diz Luiz Carlos Andrade Junior, vice-presidente sênior da Toyota Mercosul.

A satisfação dos clientes, o esforço da rede de concessionários e o bom momento da economia brasileira foram ressaltados pelo presidente da Toyota Mercosul, Shozo Hasebe, como bons motivos para a chegada da nova geração brasileira. A produção deve passar de 60 mil veículos por ano para 70 mil na fábrica localizada em Indaiatuba, interior paulista, que recebeu investimentos de US$ 268 milhões.

As versões do Novo Corolla disponíveis são as consagradas XLi, XEi e SE-G, todas equipadas com motor 1.8 16V VVTi. Há ainda uma versão XEi com bancos em couro. Para o público com necessidades especiais, a Toyota disponibiliza uma versão XLi, com câmbio automático e motor 1.6 16V VVTi a gasolina, com 110 cv de potência a 6.000 rpm e torque de 15 kgf.m a 4.400 giros. A linha do Novo Corolla está disponível com câmbio automático de quatro velocidades, em todas as versões, e manual de cinco velocidades, nas versões XLi 1.8 16V VVTi Flex e XEi 1.8 16V VVTi Flex .

Com relação às dimensões externas, o Novo Corolla está mais largo e tem altura em relação ao solo menor em comparação à geração anterior. O comprimento do modelo aumentou 10 milímetros e a distância entreeixos foi mantida em 2.600 mm, apesar de o veículo ter ganho espaço interno, em virtude do reposicionamento de alguns componentes que integram o habitáculo - como bancos e painel frontal.

Com linhas de superfícies curvilíneas, que privilegiam aspectos aerodinâmicos, a nova dianteira do Corolla cria um visual de robustez. O capô com vincos acentuados forma um conjunto harmônico ao se integrar ao quadro do pára-brisa, ao pára-choque de linhas marcantes e aos pára-lamas dianteiros. Também se encaixam com perfeição ao conjunto dianteiro a grade do radiador com barras horizontais, os grandes faróis de formato alongado com três parábolas internas e os faróis de neblina (disponível nas versões XEi e SE-G). Visto de frente, o Novo Corolla se assemelha bastante ao Camry, veículo que dita a tendência da nova identidade visual dos sedãs da Toyota.

Na lateral, destaque para a linha de cintura alta e para a fluidez das formas, que criam um visual dinâmico, ressaltado pelo aumento da largura da carroceria, pelas colunas centrais finas e pelo teto de perfil baixo. Existe uma continuidade harmônica das linhas da lateral entre os eixos e a parte inferior dos pára-choques. O Novo Corolla ainda vem com luzes indicadoras de direção (versões XEi e SE-G) nos retrovisores externos, que o embelezam ainda mais.

A traseira também enfatiza as formas do Novo Corolla. Nesta parte, se sobressai a tampa do porta-malas que, além de ‘musculosa’ ainda acompanha em perfeita sintonia o caimento da Coluna C. As lanternas traseiras seguem o desenho da parte superior do pára-choque, invadem a tampa do porta-malas e - assim como os faróis dianteiros – têm luzes em três parábolas que criam um visual muito bonito, quando acesas. O volume do porta-malas também cresceu, passando de 437 litros para 470 litros de capacidade. O compartimento de bagagens é ainda de fácil acesso e possui ganchos de fixação, que auxiliam na acomodação de malas e outros objetos.

Interior - o melhor do Novo Corolla

            A proporcionalidade na apresentação do espaço interno da nova geração do Corolla é sem dúvida a principal melhora que o modelo apresenta. É fácil para o motorista achar a melhor regulagem do banco, que pode ser ajustado, em todas as versões, em altura, profundidade e reclinação do encosto, sendo que a versão SE-G possui controles elétricos. Os comandos do sistema de som e do ar-condicionado também ficam à mão e são simples de serem manuseados.

Já o painel de instrumentos, formado por duas grandes parábolas, tem estilo elegante e futurista, é de fácil visualização e possui dois displays em cada um dos semicírculos, onde exibe informações sobre o funcionamento do veículo, como a marcha selecionada (nos modelos com câmbio automático), e também informações provenientes do computador de bordo. O novo desenho da alavanca de câmbio nos modelos com transmissão automática, bem como o reposicionamento do console central, também ampliam o conforto para quem viaja na parte da frente do Novo Corolla.

Desde a versão de entrada XLi, a textura dos materiais de revestimentos das portas, do teto e, principalmente dos bancos, é suave ao toque e proporcionam uma sensação de bem-estar e amplitude aos ocupantes do modelo. Os painéis das portas e o painel frontal - compostos em dois tons de cinza - também reforçam o aspecto de sofisticação do Novo Corolla. O desenho das maçanetas internas é moderno e se ajusta com perfeição no interior do veículo.

“O maior desafio foi conciliar conforto e espaço interno, com um design mais moderno e atraente, criando assim um veículo de ótima aceitação”, aponta o engenheiro-chefe da Toyota Motor Corporation, Soichiro Okudaira.

Além de requintado, o interior do Novo Corolla oferece conforto de primeira classe, principalmente pela adoção do assoalho traseiro plano. A largura do habitáculo cresceu (20 milímetros), assim como o espaço para a cabeça dos ocupantes dos bancos traseiros e dianteiros e o espaço para as pernas dos passageiros dos bancos traseiros. Outro fator que contribui para o bem-estar a bordo é a redução da distância da altura do banco traseiro para o assoalho, fato que acentua a característica da linha de cintura alta, ampliando a sensação de segurança.

Para completar o conforto a bordo, o Novo Corolla vem com porta-luvas duplo e mais 17 porta-objetos e oito porta-copos, distribuídos pelo console central, lateral das portas, parte posterior do banco dianteiro e painel frontal.

Mecânica Toyota

             O motor do Novo Corolla é o consagrado 1.8 VVTi Flex de 16 válvulas que, nesta geração, rende 136 cavalos de potência máxima a 6.000 rpm, quando abastecido só com álcool, e 132 cv também a 6.000 giros, se for alimentado exclusivamente com gasolina, com torque máximo de 17,5 kgf.m com álcool e 17,3 kgf.m com gasolina, ambos a 4.200 rpm. A taxa de compressão é de 10:1.

Para atender á norma ambiental que passa a vigorar no Brasil a partir de 2009, o motor do Novo Corolla recebeu um conversor catalítico mais eficiente, reduzindo ainda mais os níveis de emissões de poluentes na atmosfera. O sistema VVT-i atua continuamente na abertura e fechamento das válvulas de admissão, proporcionando aceleração linear e torque elevado em qualquer faixa de rotação.

A Toyota também não mexeu no sistema de partida a frio do motor 1.8 16V VVTi Flex, que conta com um reservatório auxiliar de 0,6 litro posicionado atrás do cofre do motor, que garante máxima segurança contra risco de incêndio, em caso de colisão. Com esse sistema de partida a frio, o combustível do reservatório auxiliar é injetado por bicos montados entre o cabeçote do motor e os dutos da injeção principal. Quem controla o fluxo e a demanda de injeção do sistema de partida a frio é a válvula solenóide e uma bomba auxiliar.

O sistema, que também recebe informação do sensor de oxigênio, envia apenas a dose certa de gasolina na hora da partida, de acordo com o tipo de combustível e a temperatura ambiente, evitando que algum tipo de odor indesejado invada a cabine. Também para evitar mau cheiro, o vapor de gasolina é absorvido pelo cânister. Há ainda uma luz de advertência no painel de instrumentos que informa quando o nível de combustível do reservatório auxiliar está no fim.

Transmissão - O câmbio manual de cinco velocidades está disponível nas versões XLi (apenas com motor 1.8 16V VVTi) e XEi e teve como principais melhorias a otimização da relação de marchas, a redução de peso de vários componentes e uma montagem de alta precisão - que tornou os engates mais leves e precisos –, além do aumento do número de fixação da transmissão no motor (passou de dois para três, o que reduziu o ruído no funcionamento do conjunto).

A maior novidade, entretanto, está na transmissão automática de quatro velocidades que, no Novo Corolla, recebeu o sistema Super ECT (Controle Eletrônico de Transmissão, em português). Esta tecnologia analisa as condições de uso do veículo (ladeira, subida, trânsito, etc) e, em função disso, seleciona e mantém a marcha mais adequada para a condição encontrada.

A transmissão automática com Super ECT está disponível em toda a linha do Novo Corolla, inclusive na versão XLi com motor 1.6 16V VVTi a gasolina.

Suspensão e Rodas - A suspensão dianteira do Novo Corolla é independente, do tipo McPherson, com barra estabilizadora. Construída com componentes de alta rigidez, essa suspensão passou por um ajuste fino e sofreu redimensionamento de molas, amortecedores e bandeja inferior, o que resultou em um baixo nível de vibração e ruído e também em excelentes níveis de estabilidade e conforto.

Sistema de suspensão dianteira Sistema de suspensão traseira

A suspensão traseira de geometria semi-independente é dotada de buchas de correção angular e barra estabilizadora e conta com molas e eixo traseiro redimensionados, além de componentes de alta rigidez (perfil ETA – perfil curvo ideal para resistência torcional). O conjunto traseiro ainda apresenta buchas de suspensão compostas por um material mais elástico em comparação com a geração anterior do Corolla, proporcionando o melhor nível de estabilidade da categoria e excelente capacidade de carga.

A versão XLi do Novo Corolla vem equipada com rodas em aço estampado de 15 polegadas, com cinco parafusos, cobertas por pneus de medida 196/65 R15. Nas versões mais sofisticadas, XEi e SE-G, o veículo traz rodas de liga leve aro 16, presas também por cinco parafusos, e pneus 205/55 R16.

Tecnologia - O gerenciamento eletrônico do conjunto mecânico, chassi, sistema elétrico e itens de segurança e entretenimento do Novo Corolla é feito por um moderno sistema de multiplexagem chamado de CAN (Controller Área Network). Com isso, o funcionamento desses itens se torna mais eficiente, devido a maior taxa de transferência de dados, além de proporcionar uma redução significativa do número de cabos e sistemas em paralelo, o que simplifica a manutenção do veículo e possibilita a instalação de mais equipamentos de conforto e conveniência à escolha do cliente. Esse sistema já equipa veículos de segmento superior da Toyota, como o Camry, além dos luxuosos Lexus ES350 e LS460L.

O CAN permite ainda a customização de várias funções do Novo Corolla, como o funcionamento do controle remoto do alarme, o tempo do travamento das portas com o veículo em movimento, o funcionamento da luz de advertência da falta de combustível no reservatório de partida a frio e o temporizador de acendimento das luzes internas.

Segurança - Com relação à segurança ativa, o modelo oferta freios a disco nas quatro rodas, sendo que as versões XEi e SE-G e também a versão XLi (com motor 1.6) vêm equipadas com o sistema antitravamento ABS e distribuição eletrônica de frenagem (EBD – Eletronic Break Distribution). Este conjunto permite ao motorista manter o controle direcional do veículo em caso de frenagens abruptas.

Também integra o pacote de segurança ativa o duplo airbag dianteiro, disponível em todas as versões, e o duplo airbag lateral, novidade nas versões XEi e SE-G.

Há ainda cinto de segurança com limitador de forças e pré-tensionador em todas as versões, sendo que os modelos XE-i e SE-G trazem cintos de segurança de três pontos para todos passageiros, além de incorporarem também terceiro apoio de cabeça no banco traseiro.

No que se refere à segurança passiva, o Novo Corolla possui carroceria dotada da tecnologia GOA, com deformação totalmente programável. Na nova geração, as regiões traseira e dianteira e também a coluna de direção foram preparadas para absorverem impactos. Nas quatro portas há barras de proteção lateral.

Em hipótese de atropelamento, a estrutura do capô e o formato dos limpadores de pára-brisa são próprios para protegerem a cabeça dos pedestres, garantindo mínimos danos. E, caso o motorista fique preso no interior do veículo em um acidente, o pedal de freio pode ser desarmado em poucos segundos, facilitando sua remoção.

Desempenho e dirigibilidade - A dirigibilidade e o desempenho do Novo Corolla foi um dos principais itens de estudo e melhoria em comparação com a geração anterior. É política da Toyota no mundo inteiro não revelar dados de performance e consumo, mas testes realizados em um importante instituto de medição brasileiro mostram que o Novo Corolla é mais eficiente do que o seu antecessor.

Quando abastecido com gasolina, o Novo Corolla é nove décimos de segundo mais rápido que o modelo antigo, no teste de zero a 100 km/h. O modelo também é seis décimos de segundo mais veloz com gasolina e 8 décimos mais eficiente com álcool no teste de zero a 120 km/h.

Nas avaliações de retomada, o Novo Corolla supera seu antecessor na grande maioria das medições, sendo o resultado mais expressivo o da reaceleração entre 60 km/h a 120 km/h, onde o Novo Corolla precisou de quatro décimos de segundos a menos para cumprir a tarefa.

No que se refere à frenagem, sempre em comparação com o modelo anterior, o Novo Corolla precisa de dois metros e meio a menos para parar a partir de 80 km/h e também despreza 3,3 metros para frear de 120 km/h à imobilidade. Já o consumo de gasolina permaneceu equivalente ao da geração anterior. A autonomia, entretanto, aumentou, tanto com álcool quanto com Especificações Técnicasgasolina, uma vez que a capacidade do tanque de combustível cresceu de 56 para 60 litros.

A melhora significativa no desempenho e o prazer ao dirigir são resultados de duas importantes evoluções técnicas pelas quais passou o Novo Corolla: a adoção do sistema de direção eletro assistida e o novo acelerador eletrônico.

O Novo Corolla, em todas as versões, traz sistema de direção progressiva, do tipo pinhão e cremalheira, com assistência elétrica EPS (Electronic Power Steering) instalada na coluna de direção. O motor elétrico sem escovas reduz significativamente o atrito e a força inercial, dispensando a utilização do sistema hidráulico, o que resulta em uma excelente manobrabilidade e em respostas da direção mais precisas.

O acelerador eletrônico substitui o sistema de cabo e trabalha em conjunto com o sistema ETCS-i do motor (corpo de borboleta eletrônico e inteligente). Desta forma, o conjunto “interpreta” o desempenho desejado pelo condutor, assim que o pedal do acelerador do veículo é acionado. A borboleta que regula a aceleração, então, move-se para a posição ideal, de acordo com a condição do veículo, otimizando o desempenho e o consumo de combustível, além de tornar a condução mais suave.

Tabela de preço do Novo Corolla - Lançamento

R$

Versão

Novo Corolla 08/09

XLi 1.8 FLEX MANUAL

62.000,00

XLi 1.8 FLEX AUTOMÁTICO

66.000,00

XEi 1.8 FLEX MANUAL

68.500,00

XEi 1.8 FLEX MANUAL (BANCO DE COURO)

70.400,00

XEi 1.8 FLEX AUTOMÁTICO

72.500,00

XEi 1.8 FLEX AUTOMÁTICO (BANCO DE COURO)

74.500,00

SE-G 1.8 FLEX AUTOMÁTICO

87.300,00

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Nova tabela da Toyota com desconto para o preço do Novo Corolla
Uma semana após o lançamento do novo Corolla, a Toyota divulgou uma nova tabela de preços do sedã reduzindo em quase R$ 1 mil o valor do carro.

              O modelo mais barato do novo Corolla, o XLi 1.8 com câmbio manual, caiu de R$ 62.000 para R$ 61.090 para o Sul/Sudeste. A versão com câmbio automático, que custava R$ 66.000, sai agora por R$ 65.090. O Corolla XEi, modelo que, de acordo com o fabricante, deverá ser o mais vendido, diminuiu de R$ 68.500 (câmbio manual) ou R$ 72.500 (automático), teve preços corrigidos para R$ 67.590 e R$ 71.590.

O topo de linha, Corolla SE-G, que iria custar R$ 87.300, será comercializado por R$ 86.360. A Toyota espera com o novo Corolla recuperar o terreno perdido para o Honda Civic na disputa dos sedãs médios. O Civic tem preços sugeridos de R$ 65.460 a R$ 85.235 para o Sul/Sudeste.

Corolla em 10 Gerações

1ª Geração
1966 a 1970 – Um carro para todos. Apresentado ao mundo para popularizar a tecnologia da Toyota.
2ª Geração
1970 a 1974 – Um Corolla com qualidades ainda mais marcantes e performance superior.
3ª Geração
1974 a 1979 – Nasce como um carro de padrão mundial.
4ª Geração
1979 a 1983 – Sob o conceito “não é um automóvel se não for bonito”, ganha linhas aerodinâmicas sofisticadas para enfrentar a concorrência internacional.
5ª Geração
1983 a 1987 – Ganha tração dianteira e interior mais espaçoso, em uma carroceria de sedã compacto.
6ª Geração
1987 a 1991 – Um Corolla à frente do Corolla. Alto nível de sofisticação em uma Era economicamente muito próspera no mundo.
7ª Geração
1994 a 1997 – A geração do Corolla que descobriu o Brasil. Chegou ao país, importado, a partir de 1994.
8ª Geração
1997 a 2002 – Primeiro Corolla produzido no Brasil. Preocupação com economia de combustível, preservação do meio ambiente e segurança.
9ª Geração
2002 a 2008 – Modelo que estabeleceu novos parâmetros em seu segmento. Redefiniu o conceito de sedã médio.
10ª Geração
A partir de 2008 – Um veículo feito sob premissas globais, com identidade visual única, processo construtivo moderno e muito conforto e espaço interno.

História da Toyota no Brasil

            A Toyota iniciou suas operações no Brasil em 23 de janeiro de 1958, com a instalação de um escritório no Centro da cidade de São Paulo. Em dezembro desse mesmo ano, também em São Paulo, inaugurou sua primeira linha de montagem, começando desta maneira suas atividades como fabricante de veículos no País.

Cinco meses mais tarde, a Toyota lançou o primeiro veículo Land Cruiser, na modalidade CKD (Complete Knock-Down), que recebeu o nome de Bandeirante. Em 1961, a Toyota adquiriu um terreno em São Bernardo do Campo (SP), onde instalou a primeira unidade industrial da Toyota fora do Japão. E, a partir de 1962, passou a fabricar o modelo Bandeirante nacional, que durante 40 anos se posicionou como referência no mercado de utilitários.

Em outubro de 1999, a Toyota do Brasil celebrou a produção de 100 mil unidades daqueles utilitários. Em novembro de 2001, com o encerramento da produção da linha Bandeirante, a unidade de São Bernardo do Campo passou a fabricar autopeças.

Com a compra de um novo terreno de 1,5 milhão de metros quadrados na cidade de Indaiatuba, no interior do Estado de São Paulo, e com o posterior investimento de US$ 150 milhões, a Toyota do Brasil iniciou, em 1996, a construção das instalações de sua principal fábrica no País, destinada à produção do Corolla.

Desta forma, em setembro de 1998, com a produção do primeiro Corolla brasileiro, inaugurou-se oficialmente a unidade de Indaiatuba (SP). Dois anos mais tarde foram investidos outros US$ 300 milhões para a modernização e ampliação estrutural da fábrica. Este novo aporte marcou o início da produção da 9ª geração do Corolla, a partir de junho de 2002. No mês de janeiro de 2003, como resultado do êxito absoluto do Corolla, a Toyota do Brasil iniciou o segundo turno de produção nas instalações de Indaiatuba (SP), que elevou o volume de produção em 120%. Em janeiro de 2004, a planta de Indaiatuba alcançou a produção acumulada de 100 mil unidades do Corolla.

A consolidação do Corolla fez com que a Toyota do Brasil decidisse lançar um novo modelo derivado do sedã: o Fielder, veículo que redefiniu o segmento de station wagons. Com a injeção de US$ 15 milhões, a fábrica de Indaiatuba começou em maio de 2004 a produzir o Fielder, que imediatamente assumiu a posição de liderança, conseguindo reavivar esse segmento no mercado automotivo nacional.

Em 2007, a Toyota passou a fabricar em Indaiatuba, com um investimento adicional de US$ 15 milhões, a linha Corolla Flex, composta pelo sedã Corolla e pela Fielder. A tecnologia de motores que aceitam a utilização de álcool e gasolina puros ou misturados em qualquer proporção foi um trabalho conjunto das engenharias da Toyota do Brasil e do Japão, sendo esta a primeira vez que a Toyota Motor Corporation (TMC) desenvolveu a tecnologia bicombustível e, no caso, exclusivamente voltada ao mercado brasileiro.

Para atender à crescente demanda pelos seus veículos, a Toyota do Brasil também ampliou sua rede de distribuição, passando de 90 concessionárias, em dezembro de 2004, para 122 em 2008.

Outro passo importante para o crescimento da Toyota no Brasil foi a inauguração do Centro de Distribuição de Guaíba, na Grande Porto Alegre, em março de 2005. A instalação tornou-se o portal das operações logísticas da Toyota entre o Brasil e a Argentina, para recebimento da Nova Hilux e Novo SW4 por via rodoviária.

Ocupando 2,5 mil metros quadrados de área construída, em um terreno de 58 mil metros quadrados, o Centro de Guaíba possui um pátio, um escritório e um galpão industrial.

Além de receber e distribuir os veículos produzidos em Zárate para todo território nacional, o Centro executa as operações de checagem e ajuste de montagem, para que estes se adaptem à legislação brasileira.

Com toda essa evolução, a Toyota do Brasil conta atualmente com mais de 3.000 colaboradores distribuídos entre as unidades de São Paulo (SP), Indaiatuba (SP), São Bernardo do Campo (SP) e Guaíba (RS).

A linha de produtos da Toyota no Brasil é composta, atualmente, pelo Corolla e Fielder, produzidos em Indaiatuba (SP), pela Hilux e SW4, fabricados na unidade industrial da Toyota Argentina, em Zárate, e pelos modelos importados do Japão: os utilitários esportivos Land Cruiser Prado e RAV4, o sedã Camry, além dos luxuosos sedãs da marca Lexus, ES350 e LS460L.

Mais sobre o Novo Corolla:
Revista multimídia Mecânica Online - 4ª edição
Programa Auto Marcas - Todo sábado - Canal 14 - Pernambuco

(*) Repórter viajou a convite da Toyota do Brasil

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