2008 | EDIÇÃO
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Novo
Corolla esbanja conforto, sofisticação e luxo
A Toyota apresenta no Brasil a 10ª geração
do Corolla, o veículo mais vendido na história
da indústria automobilística, com mais de 33
milhões de unidades comercializadas, desde o seu lançamento,
em 1966.
(*) Tarcisio Dias - Guarujá (SP)
Cada
vez mais a opinião dos clientes é considerada
no desenvolvimento dos novos veículos brasileiros.
Com a Toyota não poderia ser diferente, e o Novo
Corolla em sua nova geração nacional procura
satisfazer as necessidades para quem deseja um veículo
com elegância, conforto e sofisticação.
O momento de lançamento do novo modelo não
poderia ser melhor: a comemoração dos 50 anos
da Toyota no Brasil. No boxe logo abaixo você conhece
melhor como foram os primeiros passos, a evolução
e o crescimento da marca no Brasil.
Voltando ao Novo Corolla, estivemos em São Paulo
para conhecermos de perto o que a Toyota reservou para a
nova geração do Corolla no Brasil, a 10ª
geração mundial que chega para estabelecer
uma nova referência no segmento de sedãs médios,
ressaltando características de modernidade, tecnologia,
segurança e o DNA Toyota (qualidade, confiabilidade
e durabilidade).
Disponível nas 122 concessionárias da Toyota
no Brasil, desde o dia 28 de março, nas cores prata
Supernova, preta Eclipse, bege Aurora, cinza Galáctico,
branco Polar (versões XLi e XEi), verde Boreal e
azul Orion (sendo as duas últimas a partir de maio).
| “A 9ª geração
do Corolla foi um grande sucesso, com mais de 195 mil
unidades comercializadas no Brasil desde 2002. Agora,
com a chegada da décima geração,
temos a certeza de que demos um passo à frente.
O Novo Corolla é um veículo de classe
superior, que supera as exigências atuais do segmento
dos sedãs médios”, diz Luiz Carlos
Andrade Junior, vice-presidente sênior da Toyota
Mercosul. |
A satisfação dos clientes, o esforço
da rede de concessionários e o bom momento da economia
brasileira foram ressaltados pelo presidente da Toyota Mercosul,
Shozo Hasebe, como bons motivos para a chegada da nova geração
brasileira. A produção deve passar de 60 mil
veículos por ano para 70 mil na fábrica localizada
em Indaiatuba, interior paulista, que recebeu investimentos
de US$ 268 milhões.
As versões do Novo Corolla disponíveis são
as consagradas XLi, XEi
e SE-G, todas equipadas com motor 1.8
16V VVTi. Há ainda uma versão XEi
com bancos em couro. Para o público com necessidades
especiais, a Toyota disponibiliza uma versão
XLi, com câmbio automático e motor
1.6 16V VVTi a gasolina, com 110 cv de
potência a 6.000 rpm e torque de 15 kgf.m a 4.400
giros. A linha do Novo Corolla está disponível
com câmbio automático de quatro velocidades,
em todas as versões, e manual de cinco velocidades,
nas versões XLi 1.8 16V VVTi Flex
e XEi 1.8 16V VVTi Flex .
Com relação às dimensões externas,
o Novo Corolla está mais largo e tem altura em relação
ao solo menor em comparação à geração
anterior. O comprimento do modelo aumentou 10 milímetros
e a distância entreeixos foi mantida em 2.600 mm,
apesar de o veículo ter ganho espaço interno,
em virtude do reposicionamento de alguns componentes que
integram o habitáculo - como bancos e painel frontal.

Com linhas de superfícies curvilíneas, que
privilegiam aspectos aerodinâmicos, a nova
dianteira do Corolla cria um visual de robustez.
O capô com vincos acentuados forma um conjunto harmônico
ao se integrar ao quadro do pára-brisa, ao pára-choque
de linhas marcantes e aos pára-lamas dianteiros.
Também se encaixam com perfeição ao
conjunto dianteiro a grade do radiador com barras horizontais,
os grandes faróis de formato alongado com três
parábolas internas e os faróis de neblina
(disponível nas versões XEi e SE-G). Visto
de frente, o Novo Corolla se assemelha bastante ao Camry,
veículo que dita a tendência da nova identidade
visual dos sedãs da Toyota.
Na lateral, destaque para a linha de cintura
alta e para a fluidez das formas, que criam um visual dinâmico,
ressaltado pelo aumento da largura da carroceria, pelas
colunas centrais finas e pelo teto de perfil baixo. Existe
uma continuidade harmônica das linhas da lateral entre
os eixos e a parte inferior dos pára-choques. O Novo
Corolla ainda vem com luzes indicadoras de direção
(versões XEi e SE-G) nos retrovisores externos, que
o embelezam ainda mais.
A traseira também enfatiza as formas
do Novo Corolla. Nesta parte, se sobressai a tampa do porta-malas
que, além de ‘musculosa’ ainda acompanha
em perfeita sintonia o caimento da Coluna C. As lanternas
traseiras seguem o desenho da parte superior do pára-choque,
invadem a tampa do porta-malas e - assim como os faróis
dianteiros – têm luzes em três parábolas
que criam um visual muito bonito, quando acesas. O volume
do porta-malas também cresceu, passando de 437 litros
para 470 litros de capacidade. O compartimento de bagagens
é ainda de fácil acesso e possui ganchos de
fixação, que auxiliam na acomodação
de malas e outros objetos.

Interior - o melhor do Novo
Corolla
A
proporcionalidade na apresentação do espaço
interno da nova geração do Corolla é
sem dúvida a principal melhora que o modelo apresenta.
É fácil para o motorista achar a melhor regulagem
do banco, que pode ser ajustado, em todas as versões,
em altura, profundidade e reclinação do encosto,
sendo que a versão SE-G possui controles elétricos.
Os comandos do sistema de som e do ar-condicionado também
ficam à mão e são simples de serem
manuseados.
Já o painel de instrumentos, formado por duas grandes
parábolas, tem estilo elegante e futurista, é
de fácil visualização e possui dois
displays em cada um dos semicírculos, onde exibe
informações sobre o funcionamento do veículo,
como a marcha selecionada (nos modelos com câmbio
automático), e também informações
provenientes do computador de bordo. O novo desenho da alavanca
de câmbio nos modelos com transmissão automática,
bem como o reposicionamento do console central, também
ampliam o conforto para quem viaja na parte da frente do
Novo Corolla.

Desde a versão de entrada XLi, a textura dos materiais
de revestimentos das portas, do teto e, principalmente dos
bancos, é suave ao toque e proporcionam uma sensação
de bem-estar e amplitude aos ocupantes do modelo. Os painéis
das portas e o painel frontal - compostos em dois tons de
cinza - também reforçam o aspecto de sofisticação
do Novo Corolla. O desenho das maçanetas internas
é moderno e se ajusta com perfeição
no interior do veículo.
| “O maior desafio foi
conciliar conforto e espaço interno, com um design
mais moderno e atraente, criando assim um veículo
de ótima aceitação”, aponta
o engenheiro-chefe da Toyota Motor Corporation, Soichiro
Okudaira. |
Além de requintado, o interior do Novo Corolla oferece
conforto de primeira classe, principalmente pela adoção
do assoalho traseiro plano. A largura do habitáculo
cresceu (20 milímetros), assim como o espaço
para a cabeça dos ocupantes dos bancos traseiros
e dianteiros e o espaço para as pernas dos passageiros
dos bancos traseiros. Outro fator que contribui para o bem-estar
a bordo é a redução da distância
da altura do banco traseiro para o assoalho, fato que acentua
a característica da linha de cintura alta, ampliando
a sensação de segurança.
Para completar o conforto a bordo, o Novo Corolla vem com
porta-luvas duplo e mais 17 porta-objetos e oito porta-copos,
distribuídos pelo console central, lateral das portas,
parte posterior do banco dianteiro e painel frontal.

Mecânica Toyota
O
motor do Novo Corolla é o consagrado 1.8 VVTi Flex
de 16 válvulas que, nesta geração,
rende 136 cavalos de potência máxima
a 6.000 rpm, quando abastecido só com álcool,
e 132 cv também a 6.000 giros, se
for alimentado exclusivamente com gasolina, com torque máximo
de 17,5 kgf.m com álcool e 17,3 kgf.m com gasolina,
ambos a 4.200 rpm. A taxa de compressão é
de 10:1.
Para atender á norma ambiental que passa a vigorar
no Brasil a partir de 2009, o motor do Novo Corolla recebeu
um conversor catalítico mais eficiente, reduzindo
ainda mais os níveis de emissões de poluentes
na atmosfera. O sistema VVT-i atua continuamente na abertura
e fechamento das válvulas de admissão, proporcionando
aceleração linear e torque elevado em qualquer
faixa de rotação.
A Toyota também não mexeu no sistema de partida
a frio do motor 1.8 16V VVTi Flex, que conta com um reservatório
auxiliar de 0,6 litro posicionado atrás
do cofre do motor, que garante máxima segurança
contra risco de incêndio, em caso de colisão.
Com esse sistema de partida a frio, o combustível
do reservatório auxiliar é injetado por bicos
montados entre o cabeçote do motor e os dutos da
injeção principal. Quem controla o fluxo e
a demanda de injeção do sistema de partida
a frio é a válvula solenóide e uma
bomba auxiliar.
O sistema, que também recebe informação
do sensor de oxigênio, envia apenas a dose
certa de gasolina na hora da partida, de acordo
com o tipo de combustível e a temperatura ambiente,
evitando que algum tipo de odor indesejado invada a cabine.
Também para evitar mau cheiro, o vapor de gasolina
é absorvido pelo cânister. Há ainda
uma luz de advertência no painel
de instrumentos que informa quando o nível de combustível
do reservatório auxiliar está no fim.

Transmissão - O câmbio manual
de cinco velocidades está disponível nas versões
XLi (apenas com motor 1.8 16V VVTi) e XEi e teve como principais
melhorias a otimização da relação
de marchas, a redução de peso de vários
componentes e uma montagem de alta precisão - que
tornou os engates mais leves e precisos –, além
do aumento do número de fixação da
transmissão no motor (passou de dois para três,
o que reduziu o ruído no funcionamento do conjunto).
A maior novidade, entretanto, está na transmissão
automática de quatro velocidades que, no Novo Corolla,
recebeu o sistema Super ECT (Controle Eletrônico
de Transmissão, em português). Esta
tecnologia analisa as condições de uso do
veículo (ladeira, subida, trânsito, etc) e,
em função disso, seleciona e mantém
a marcha mais adequada para a condição encontrada.
A transmissão automática com Super ECT está
disponível em toda a linha do Novo Corolla, inclusive
na versão XLi com motor 1.6 16V VVTi a gasolina.
Suspensão e Rodas - A suspensão
dianteira do Novo Corolla é independente, do tipo
McPherson, com barra estabilizadora. Construída com
componentes de alta rigidez, essa suspensão passou
por um ajuste fino e sofreu redimensionamento de molas,
amortecedores e bandeja inferior, o que resultou em um baixo
nível de vibração e ruído e
também em excelentes níveis de estabilidade
e conforto.
|
|
| Sistema de suspensão dianteira |
Sistema de suspensão traseira |
A suspensão traseira de geometria semi-independente
é dotada de buchas de correção angular
e barra estabilizadora e conta com molas e eixo traseiro
redimensionados, além de componentes de alta rigidez
(perfil ETA – perfil curvo ideal para resistência
torcional). O conjunto traseiro ainda apresenta buchas de
suspensão compostas por um material mais elástico
em comparação com a geração
anterior do Corolla, proporcionando o melhor nível
de estabilidade da categoria e excelente capacidade de carga.
A versão XLi do Novo Corolla vem equipada com rodas
em aço estampado de 15 polegadas, com cinco parafusos,
cobertas por pneus de medida 196/65 R15. Nas versões
mais sofisticadas, XEi e SE-G, o veículo traz rodas
de liga leve aro 16, presas também por cinco parafusos,
e pneus 205/55 R16.
Tecnologia - O gerenciamento eletrônico
do conjunto mecânico, chassi, sistema elétrico
e itens de segurança e entretenimento do Novo Corolla
é feito por um moderno sistema de multiplexagem chamado
de CAN (Controller Área Network). Com isso, o funcionamento
desses itens se torna mais eficiente, devido a maior taxa
de transferência de dados, além de proporcionar
uma redução significativa do número
de cabos e sistemas em paralelo, o que simplifica a manutenção
do veículo e possibilita a instalação
de mais equipamentos de conforto e conveniência à
escolha do cliente. Esse sistema já equipa veículos
de segmento superior da Toyota, como o Camry, além
dos luxuosos Lexus ES350 e LS460L.
O CAN permite ainda a customização de várias
funções do Novo Corolla, como o funcionamento
do controle remoto do alarme, o tempo do travamento das
portas com o veículo em movimento, o funcionamento
da luz de advertência da falta de combustível
no reservatório de partida a frio e o temporizador
de acendimento das luzes internas.
Segurança - Com relação
à segurança ativa, o modelo oferta freios
a disco nas quatro rodas, sendo que as versões XEi
e SE-G e também a versão XLi (com motor 1.6)
vêm equipadas com o sistema antitravamento ABS e distribuição
eletrônica de frenagem (EBD – Eletronic Break
Distribution). Este conjunto permite ao motorista manter
o controle direcional do veículo em caso de frenagens
abruptas.
Também integra o pacote de segurança ativa
o duplo airbag dianteiro, disponível em todas as
versões, e o duplo airbag lateral, novidade nas versões
XEi e SE-G.
Há ainda cinto de segurança com limitador
de forças e pré-tensionador em todas as versões,
sendo que os modelos XE-i e SE-G trazem cintos de segurança
de três pontos para todos passageiros, além
de incorporarem também terceiro apoio de cabeça
no banco traseiro.
No que se refere à segurança passiva, o
Novo Corolla possui carroceria dotada da tecnologia GOA,
com deformação totalmente programável.
Na nova geração, as regiões traseira
e dianteira e também a coluna de direção
foram preparadas para absorverem impactos. Nas quatro portas
há barras de proteção lateral.
Em hipótese de atropelamento, a estrutura do capô
e o formato dos limpadores de pára-brisa são
próprios para protegerem a cabeça dos pedestres,
garantindo mínimos danos. E, caso o motorista fique
preso no interior do veículo em um acidente, o pedal
de freio pode ser desarmado em poucos segundos, facilitando
sua remoção.

Desempenho e dirigibilidade - A dirigibilidade
e o desempenho do Novo Corolla foi um dos principais itens
de estudo e melhoria em comparação com a geração
anterior. É política da Toyota no mundo inteiro
não revelar dados de performance
e consumo, mas testes realizados em um importante instituto
de medição brasileiro mostram que o Novo Corolla
é mais eficiente do que o seu antecessor.
Quando abastecido com gasolina, o Novo Corolla é
nove décimos de segundo mais rápido que o
modelo antigo, no teste de zero a 100 km/h. O modelo também
é seis décimos de segundo mais veloz com gasolina
e 8 décimos mais eficiente com álcool no teste
de zero a 120 km/h.
Nas avaliações de retomada,
o Novo Corolla supera seu antecessor na grande maioria das
medições, sendo o resultado mais expressivo
o da reaceleração entre 60 km/h a 120 km/h,
onde o Novo Corolla precisou de quatro décimos de
segundos a menos para cumprir a tarefa.
No que se refere à frenagem, sempre
em comparação com o modelo anterior, o Novo
Corolla precisa de dois metros e meio a menos para parar
a partir de 80 km/h e também despreza 3,3 metros
para frear de 120 km/h à imobilidade. Já o
consumo de gasolina permaneceu equivalente ao da geração
anterior. A autonomia, entretanto, aumentou, tanto com álcool
quanto com gasolina,
uma vez que a capacidade do tanque de combustível
cresceu de 56 para 60 litros.
A melhora significativa no desempenho e o prazer ao dirigir
são resultados de duas importantes evoluções
técnicas pelas quais passou o Novo Corolla: a adoção
do sistema de direção eletro assistida
e o novo acelerador eletrônico.
O Novo Corolla, em todas as versões, traz sistema
de direção progressiva, do
tipo pinhão e cremalheira, com assistência
elétrica EPS (Electronic Power Steering) instalada
na coluna de direção. O motor elétrico
sem escovas reduz significativamente o atrito e a força
inercial, dispensando a utilização do sistema
hidráulico, o que resulta em uma excelente manobrabilidade
e em respostas da direção mais precisas.
O acelerador eletrônico substitui
o sistema de cabo e trabalha em conjunto com o sistema ETCS-i
do motor (corpo de borboleta eletrônico e inteligente).
Desta forma, o conjunto “interpreta”
o desempenho desejado pelo condutor, assim que o pedal do
acelerador do veículo é acionado. A borboleta
que regula a aceleração, então, move-se
para a posição ideal, de acordo com a condição
do veículo, otimizando o desempenho e o consumo de
combustível, além de tornar a condução
mais suave.
Tabela de preço
do Novo Corolla - Lançamento |
R$ |
| Versão |
Novo Corolla 08/09 |
| XLi 1.8 FLEX MANUAL |
62.000,00 |
| XLi 1.8 FLEX AUTOMÁTICO |
66.000,00 |
| XEi 1.8 FLEX MANUAL |
68.500,00 |
| XEi 1.8 FLEX MANUAL (BANCO DE COURO) |
70.400,00 |
| XEi 1.8 FLEX AUTOMÁTICO |
72.500,00 |
| XEi 1.8 FLEX AUTOMÁTICO (BANCO DE COURO) |
74.500,00 |
| SE-G 1.8 FLEX AUTOMÁTICO |
87.300,00 |
2008 | EDIÇÃO
100 | ABRIL | RODANDO
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Nova
tabela da Toyota com desconto para o preço do Novo
Corolla
Uma semana após o lançamento
do novo Corolla, a Toyota divulgou uma nova tabela de preços
do sedã reduzindo em quase R$ 1 mil o valor do carro.
O
modelo mais barato do novo Corolla, o XLi 1.8 com câmbio
manual, caiu de R$ 62.000 para R$ 61.090 para o Sul/Sudeste.
A versão com câmbio automático, que
custava R$ 66.000, sai agora por R$ 65.090. O Corolla XEi,
modelo que, de acordo com o fabricante, deverá ser
o mais vendido, diminuiu de R$ 68.500 (câmbio manual)
ou R$ 72.500 (automático), teve preços corrigidos
para R$ 67.590 e R$ 71.590.
O topo de linha, Corolla SE-G, que iria custar R$ 87.300,
será comercializado por R$ 86.360. A Toyota espera
com o novo Corolla recuperar o terreno perdido para o Honda
Civic na disputa dos sedãs médios. O Civic
tem preços sugeridos de R$ 65.460 a R$ 85.235 para
o Sul/Sudeste.
Corolla em 10 Gerações
|
|
1ª Geração |
1966 a 1970 –
Um carro para todos. Apresentado ao mundo para popularizar
a tecnologia da Toyota. |
| |
2ª Geração |
1970 a 1974 –
Um Corolla com qualidades ainda mais marcantes e performance
superior. |
| |
3ª Geração |
1974 a 1979 –
Nasce como um carro de padrão mundial. |
| |
4ª Geração |
1979 a 1983 –
Sob o conceito “não é um automóvel
se não for bonito”, ganha linhas aerodinâmicas
sofisticadas para enfrentar a concorrência internacional. |
| |
5ª Geração |
1983 a 1987 –
Ganha tração dianteira e interior mais
espaçoso, em uma carroceria de sedã
compacto. |
| |
6ª Geração |
1987 a 1991 –
Um Corolla à frente do Corolla. Alto nível
de sofisticação em uma Era economicamente
muito próspera no mundo. |
| |
7ª Geração |
1994 a 1997 –
A geração do Corolla que descobriu o
Brasil. Chegou ao país, importado, a partir
de 1994. |
| |
8ª Geração |
1997 a 2002 –
Primeiro Corolla produzido no Brasil. Preocupação
com economia de combustível, preservação
do meio ambiente e segurança. |
| |
9ª Geração |
2002 a 2008 –
Modelo que estabeleceu novos parâmetros em seu
segmento. Redefiniu o conceito de sedã médio. |
| |
10ª Geração |
A partir de 2008
– Um veículo feito sob premissas globais,
com identidade visual única, processo construtivo
moderno e muito conforto e espaço interno. |
|
História
da Toyota no Brasil
A
Toyota iniciou suas operações no Brasil
em 23 de janeiro de 1958, com a instalação
de um escritório no Centro da cidade de São
Paulo. Em dezembro desse mesmo ano, também
em São Paulo, inaugurou sua primeira linha
de montagem, começando desta maneira suas atividades
como fabricante de veículos no País.
Cinco meses mais tarde, a Toyota lançou o
primeiro veículo Land Cruiser, na modalidade
CKD (Complete Knock-Down), que recebeu o nome de Bandeirante.
Em 1961, a Toyota adquiriu um terreno em São
Bernardo do Campo (SP), onde instalou a primeira unidade
industrial da Toyota fora do Japão. E, a partir
de 1962, passou a fabricar o modelo Bandeirante nacional,
que durante 40 anos se posicionou como referência
no mercado de utilitários.
Em outubro de 1999, a Toyota do Brasil celebrou a
produção de 100 mil unidades daqueles
utilitários. Em novembro de 2001, com o encerramento
da produção da linha Bandeirante, a
unidade de São Bernardo do Campo passou a fabricar
autopeças.
Com a compra de um novo terreno de 1,5 milhão
de metros quadrados na cidade de Indaiatuba, no interior
do Estado de São Paulo, e com o posterior investimento
de US$ 150 milhões, a Toyota do Brasil iniciou,
em 1996, a construção das instalações
de sua principal fábrica no País, destinada
à produção do Corolla.
Desta forma, em setembro de 1998, com a produção
do primeiro Corolla brasileiro, inaugurou-se oficialmente
a unidade de Indaiatuba (SP). Dois anos mais tarde
foram investidos outros US$ 300 milhões para
a modernização e ampliação
estrutural da fábrica. Este novo aporte marcou
o início da produção da 9ª
geração do Corolla, a partir de junho
de 2002. No mês de janeiro de 2003, como resultado
do êxito absoluto do Corolla, a Toyota do Brasil
iniciou o segundo turno de produção
nas instalações de Indaiatuba (SP),
que elevou o volume de produção em 120%.
Em janeiro de 2004, a planta de Indaiatuba alcançou
a produção acumulada de 100 mil unidades
do Corolla.
A consolidação do Corolla fez com que
a Toyota do Brasil decidisse lançar um novo
modelo derivado do sedã: o Fielder, veículo
que redefiniu o segmento de station wagons. Com a
injeção de US$ 15 milhões, a
fábrica de Indaiatuba começou em maio
de 2004 a produzir o Fielder, que imediatamente assumiu
a posição de liderança, conseguindo
reavivar esse segmento no mercado automotivo nacional.
Em 2007, a Toyota passou a fabricar em Indaiatuba,
com um investimento adicional de US$ 15 milhões,
a linha Corolla Flex, composta pelo sedã Corolla
e pela Fielder. A tecnologia de motores que aceitam
a utilização de álcool e gasolina
puros ou misturados em qualquer proporção
foi um trabalho conjunto das engenharias da Toyota
do Brasil e do Japão, sendo esta a primeira
vez que a Toyota Motor Corporation (TMC) desenvolveu
a tecnologia bicombustível e, no caso, exclusivamente
voltada ao mercado brasileiro.
Para atender à crescente demanda pelos seus
veículos, a Toyota do Brasil também
ampliou sua rede de distribuição, passando
de 90 concessionárias, em dezembro de 2004,
para 122 em 2008.
Outro passo importante para o crescimento da Toyota
no Brasil foi a inauguração do Centro
de Distribuição de Guaíba, na
Grande Porto Alegre, em março de 2005. A instalação
tornou-se o portal das operações logísticas
da Toyota entre o Brasil e a Argentina, para recebimento
da Nova Hilux e Novo SW4 por via rodoviária.
Ocupando 2,5 mil metros quadrados de área
construída, em um terreno de 58 mil metros
quadrados, o Centro de Guaíba possui um pátio,
um escritório e um galpão industrial.
Além de receber e distribuir os veículos
produzidos em Zárate para todo território
nacional, o Centro executa as operações
de checagem e ajuste de montagem, para que estes se
adaptem à legislação brasileira.
Com toda essa evolução, a Toyota do
Brasil conta atualmente com mais de 3.000 colaboradores
distribuídos entre as unidades de São
Paulo (SP), Indaiatuba (SP), São Bernardo do
Campo (SP) e Guaíba (RS).
A linha de produtos da Toyota no Brasil é
composta, atualmente, pelo Corolla e Fielder, produzidos
em Indaiatuba (SP), pela Hilux e SW4, fabricados na
unidade industrial da Toyota Argentina, em Zárate,
e pelos modelos importados do Japão: os utilitários
esportivos Land Cruiser Prado e RAV4, o sedã
Camry, além dos luxuosos sedãs da marca
Lexus, ES350 e LS460L. |
Mais sobre o Novo Corolla:
Revista
multimídia Mecânica Online - 4ª edição
Programa Auto Marcas - Todo sábado - Canal 14 - Pernambuco
(*) Repórter viajou a convite da
Toyota do Brasil
|